Com o ASX Racing, Equipe Mitsubishi Petrobras completa o Rally Dakar 2016

Com o ASX Racing, Equipe Mitsubishi Petrobras completa o Rally Dakar 2016   João Franciosi e Gustavo Gugelmin superaram todas as dificuldades dos mais de 9.000 km para comemorar na rampa de chegada em Rosario, na Argentina Depois de 9.583 km entre a Argentina e Bolívia, terminou hoje em Rosario (ARG) o Rally Dakar, a maior e mais difícil prova off-road do mundo. A bordo do ASX Racing da Equipe Mitsubishi Petrobras, a dupla João Franciosi e Gustavo Gugelmin cruzou a linha de chegada e comemorou por ter conseguido concluir um desafio tão grande. “É um sonho que se realizada a cada dia. Tudo o que fizemos se resume a essa chegada”, vibra Franciosi. “Foi o meu primeiro e já conseguimos completar. É uma satisfação muito grande. Estou muito feliz por ter chegado, um sonho que se tornou realidade”, disse ele com a voz embargada pela emoção. A dupla superou as mais diversas dificuldades em 14 dias de competição. Foram condições inóspitas percorrendo desertos, estradas, montanhas e serras. Na Bolívia, enfrentaram a neve e até chuva de pedra. Pelo interior da Argentina, muita poeira, montanhas e temperaturas que beiraram os 50ºC, tornando a prova ainda mais desgastante e chegando ao limite do corpo e dos equipamentos. Só de cruzar a linha de chegada já é o maior troféu para a carreira de qualquer piloto. João Franciosi fez sua estreia na competição e já conseguiu concluir a prova e o navegador Gustavo Gugelmin, apesar de ter participado da edição de 2014, não teve o gostinho de terminar o Rally Dakar. “Mesmo com os problemas que foram aparecendo, a gente se motivada cada vez mais. Desistir jamais. Sempre que chegávamos a noite ao acampamento a equipe estava feliz, animada por termos concluído mais um dia. Foi dessa maneira que conseguimos chegar até o final. As dificuldades foram nos dando ainda mais motivação. Fazer as dunas a noite foi uma loucura, atolamos várias vezes e achamos que não íamos conseguir. Mas o espírito do rali é isso. Ninguém vem para um Dakar para não encontrar dificuldades. E hoje, ao cruzar a linha de chegada, foi muito bom, todos se abraçando, comemorando”, vibra o piloto. “Em 2014 realizei o sonho de ir ao Dakar e hoje estou completando a prova. Foi duríssimo. Estou muito feliz e, ao mesmo tempo, cansado, desgastado. Nos últimos dias chegamos ao limite do corpo”, comenta Gustavo. “Mas, com certeza, além do sonho de todos que correm o rali, que é fazer o Dakar, estou realizando e chegando ao final dele. Terminar essa prova é algo pra levar pra vida toda. Superação, força, dedicação e profissionalismo”, completa o navegador.   Carreiras João Franciosi tem 51 anos e é natural de Casca (RS), mas reside há mais de três décadas em Luis Eduardo Magalhães (BA), onde atua no setor de agronegócio. Graças a seu talento, João Franciosi fez uma rápida ascensão no rali. Sua carreira começou no Auto Cross, onde correu por 11 anos e foi 10 vezes campeão baiano. Mas mais de 10 anos se dedica ao cross-country. Apenas em sua segunda participação no Rally dos Sertões, foi campeão geral da prova com uma Mitsubishi L200 inscrita na categoria Production (carro de produção, com poucas modificações). É o único piloto na história a conseguir esse feito. Em 2015, completou 11 participações na maior prova off-road do Brasil e tem em seu currículo um feito único: das 104 etapas disputadas, só não completou uma, em 2009. O navegador Gustavo Gugelmin ingressou no kart aos 8 anos influenciado por seu pai, Sergio Gugelmin, também piloto e campeão em várias modalidades. Passando por ralis de regularidade e velocidade, conquistou diversos títulos, em dupla com seu pai, associando habilidade, rapidez e precisão, juntamente com amplo conhecimento em mecânica, tanto para pilotar quanto para navegar. Entre suas principais conquistas estão o Rally dos Sertões na geral e categoria T2, Mitsubishi Cup e, em 2012, o Campeonato Mundial na categoria T2 como navegador. “Foi a empreitada mais difícil que tive na minha vida. O sonho de fazer um Dakar e chegar ao final aconteceu. Sempre vou estar pronto para desafios”, revela Franciosi.

Iveco conquista o Rally Dakar 2016 e fecha a competição com quatro pilotos no Top 10

Iveco conquista o Rally Dakar 2016 e fecha a competição com quatro pilotos no Top 10   Gerard de Rooy, líder da equipe, acelerou seu PowerStar e venceu pela segunda vez uma das competições mais difíceis do mundo Fotos Divulgação   Depois de vencer com a Iveco a edição 2012 do Rally Dakar, o holandês voltou ao topo com seu segundo título em uma competição que exigiu garra e coragem dos competidores. Com a ajuda do navegador Moi Torrllardona e do mecânico Darek Rodewald, Gerard de Rooy foi capaz de manter um ritmo constante com o seu Iveco Powerstar ao longo de toda a corrida. Ele ganhou três etapas e abriu vantagem quando necessário, como nas dunas do noroeste argentino. Além do bicampeonato de De Rooy, a Iveco mostrou a força de seus caminhões Powestar e Trakker, e colocou mais três pilotos no top 10 da classificação geral: Federico Villagra em 3º, Ton Van Genugten em 5º e Pep Vila em 10º. A última etapa, realizada ontem, atravessou as cidades argentinas de Villa Carlos Paz e Rosário e teve como vencedor Hans Stacey. Vilagra marcou o melhor tempo para a equipe, chegando na sexta posição, De Rooy foi o 7º, Ton Van terminou em 15º lugar e Pep Vila em 17º.     Etapa 12 – Caminhões Hans Stacey (NLD), MAN – 2h06m08s Pieter Versluis (NLD), MAN – a 1m45s Eduard Nikolaev (RUS), Kamaz – a 2m08s Martin Kolomy (CZE), Tatra – a 2m52s Airat Mardeev (RUS), Kamaz – a 3m13s ————- FEDERICO VILLAGRA (ARG), IVECO – a 3m16s GERARD DE ROOY (NLD), IVECO – a 5m56s TON VAN GENUGTEN (NLD), IVECO – a 19m45s PEP VILA (ESP), IVECO – a 22m05s   Classificação Geral – Caminhões GERARD DE ROOY (NLD), IVECO – 44h42m03s Airat Mardeev (RUS), Kamaz – a 1h10m27s FEDERICO VILLAGRA (ARG), IVECO – a 1h40m55s Hans Stacey (NLD), MAN – a 2h23m01s TON VAN GENUGTEN (NLD), IVECO – a 2h30m59s      

Rally Dakar chega à reta final e Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta quase 1.000 km

Rally Dakar chega à reta final e Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta quase 1.000 km Dupla João Franciosi e Gustavo Gugelmin passa por dias de muita superação e desafios na maior prova off-road do mundo Na reta final, o Rally Dakar ficou ainda mais difícil e imprevisível. A dupla da Equipe Mitsubishi Petrobras, João Franciosi e Gustavo Gugelmin, vem se superando a cada dia com o objetivo de levar as cores do Brasil para a rampa de chegada neste sábado (16) em Rosario, na Argentina. As areias da região de Fiambalá trouxeram muitos desafios para a dupla. Mas é nesta sexta-feira (15), penúltimo dia de prova, que a organização preparou o dia mais longo. Serão 931 quilômetros, com 481 km de especiais por terrenos montanhosos e com muita vegetação. “A prova de ontem foi muito difícil”, explica o piloto João Franciosi. Depois de passar em um trecho complicado, a dupla bateu em uma pedra e foi inevitável parar para fazer a troca de algumas peças da suspensão e desentortar outras. Em condições inóspitas, no meio da especial, a dupla demorou muito para conseguir finalizar os reparos e seguir na prova. “Tivemos que optar por deixar a tração em apenas três rodas, tornando nosso ritmo um pouco mais lento para conseguirmos completar”, explica Franciosi. “Mas mal sabíamos que a pior parte ainda estava por vir. Pegamos um trecho de areia muita fofa. Estávamos no rastro dos caminhões, que abrem grandes valas, e o carro ficou com as rodas no ar, apoiado só por baixo. Cavamos muito para poder sair dali. Depois escureceu e fica ainda mais complicado seguir no trecho e achar as referências. Foi cansativo, mas chegamos. Hoje vai ser ainda mais longo”, destaca o piloto. A etapa da última quinta-feira teve diversos tipos de areia, como a fesh-fesh, uma espécie de talco que deixa o trecho muito difícil e repleto de poeira. “Não foi nada fácil”, afirma Gustavo. “Já vínhamos cansados dos outros dias e a especial de ontem foi muito dura, difícil e longa. Mas deu para recuperar e agora é largar novamente”, conclui o navegador.   Etapa 11 – 14 de janeiro San Juan – Villa Carlos Paz(ARG) Deslocamento: 450 km Especial: 481 km Total: 931 km

Can-Am anuncia patrocínio ao Rally Cerapió 2016

Can-Am anuncia patrocínio ao Rally Cerapió 2016 Marca canadense garante presença na 29ª edição do evento, de 25 a 30 de janeiro; pilotos com quadriciclos e UTVs da Can-Am têm desconto na inscrição A Can-Am anunciou patrocínio ao Rally Cerapió 2016, que irá de Maranguape (CE) a Teresina (PI) entre os dias 25 e 30 de janeiro. Com percurso total de cerca de mil quilômetros, a 29ª edição do evento abre o calendário nacional off-road e terá forte presença da marca canadense dentro e fora das trilhas. Os pilotos a bordo dos quadriciclos e UTVs produzidos pela Can-Am ainda contam com o benefício de 15% de desconto no valor das inscrições. O Rally Cerapió, que nos anos ímpares é chamado de Piocerá pelo roteiro ter início no Piauí e fim no Ceará, promete disputas emocionantes no formato regularidade. A prova é famosa por testar a habilidade de pilotos e navegadores, além da resistência das máquinas, nas categorias para quadris, UTVs, motocicletas e carros 4×4. O evento ainda inclui disputas direcionadas às bicicletas. Nos bastidores, as ações sociais promovidas pelo Cerapió beneficiam as comunidades que fazem parte do roteiro. “O Rally Cerapió é um evento tradicional e completo. O conceito de responsabilidade social tem muita identidade com a filosofia da Can-Am, que sempre está envolvida em iniciativas nesta área. O evento tem tudo para ser mais um sucesso e a Can-Am está trabalhando para colaborar com os resultados e ainda conquistar vitórias nas trilhas”, declarou Adilson Greco Gaspar, coordenador de marketing da BRP Brasil, que assina os produtos Can-Am. Em 2015, a marca canadense foi soberana na categoria para UTVs com os veículos da família Can-Am Maverick. Lucas Barroso conquistou o bicampeonato da classe Graduado a bordo do Can-Am Maverick Xds Turbo, ao lado do navegador Vinícius Silva. A dupla Luciano de Alencar / Aristófanes Brasileiro levou o título da Novato. Entre os quadriciclos, Artur Júnior foi campeão da Graduado com o Can-Am Renegade 1000 XXC. Ehrlich Cordão, diretor da Radical Produções, organizadora do Rally Cerapió 2016, está animado com a presença da Can-Am. “É uma honra contar com a parceria da Can-Am, que é uma marca consolidada e com excelentes produtos. Além da competição em si, as ações sociais da prova foram outro ponto bastante em comum. O Cerapió e a Can-Am querem ir além dos desafios nas trilhas e deixar mais que poeira, como um pouco de atenção e mais dignidade às comunidades carentes do roteiro”, concluiu. Em 2016, as ações sociais do Rally Cerapió irão novamente ajudar muita gente. O evento promove a doação de cestas básicas por parte dos inscritos, as quais serão encaminhadas a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Fortaleza-CE. O projeto “De Olho na Trilha” inclui consultas oftalmológicas com distribuição de óculos e a “Rallyteca” entregará cerca de 10 mil llivros nas cidades do roteiro.

Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta forte calor e dunas gigantes na décima etapa do Dakar

Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta forte calor e dunas gigantes na décima etapa do Dakar   João Franciosi e Gustavo Gugelmin enfrentam quase 10 horas de prova num dos dias mais difíceis da história da prova “Antes da prova, todos falavam que Dakar em dois países seria fácil. Então colocaram o dia de hoje para mostrar que não seria. Foi muito difícil, absurdo”, descreveu o piloto João Franciosi assim que cruzou a linha de chegada, quase 10 horas depois de ter largado para a 10ª etapa do Rally Dakar. A dura especial, entre Belén e La Rioja, na Argentina, teve 278 km, cruzando as dunas de Fiambalá, conhecidas pelas inúmeras dificuldades. As dunas grandes de areia fofa formam um cenário muito parecido, o que dificulta ainda mais a navegação. “Parecia uma plantação de veículos atolados. Por todo lugar tinha gente desatolando. Nós também tivemos que parar algumas vezes e perdemos bastante tempo. Os pontos de waypoints, que são obrigatórios passarmos, estavam em lugares muito difíceis de chegar. Mesmo depois que escureceu, continuamos e conseguimos encontrar por todos. Nossa missão era completar mais um dia. E conseguimos”, festeja Franciosi. O piloto, que está em seu primeiro Rally Dakar, vem se superando a cada etapa ao lado do navegador Gustavo Gugelmin. Mesmo enfrentando temperaturas altíssimas, trechos inóspitos e muitos quilômetros por estradas e dunas, eles não desistem e querem cruzar a linha de chegada em Rosario, que é o maior troféu que podem ter após mais de 9.000 quilômetros de percurso. “Foi um dia duro, típico de Dakar. Muita areia, dunas difíceis, mas deu tudo certo. Seguimos com o plano de chegar com o carro até o final. O cansaço, que está grande, a gente deixa pra depois”, comenta Gugelmin. Etapa 11 – 14 de janeiro La Rioja – San Juan (ARG) Deslocamento: 281 km Especial: 431 km Total: 712 km As dificuldades do Rally Dakar continuam nesta quinta-feira. A especial, de 431 quilômetros, terá areia em todas suas formas, especialmente fesh-fesh, o tipo mais volátil e pesado, que demanda tanto destreza quanto paciência. Mas a velocidade também será uma vantagem em outros trechos lineares, com cascalho e pedregulhos.

Dunas e calor de quase 50ºC no nono dia de Rally Dakar

Dunas e calor de quase 50ºC no nono dia de Rally Dakar   Sem dúvida, o dia mais quente do Rally Dakar até aqui. Depois de pegarem neve nas montanhas bolivianas, hoje os termômetros marcavam perto dos 50ºC e a areia fazia com que a sensação térmica deixasse a temperatura ainda mais alta. “Foi muito duro e muito quente. Descíamos do carro e não aguentávamos. Mesmo com a sapatilha, queimava a sola do pé, não dava para aguentar o calor. Tínhamos que cavar para chegar em uma areia mais fria para ficarmos em pé”, relata Franciosi. Ele e o navegador Gustavo Gugelmin terminaram o dia na 40ª colocação, com 5h22min03. A prova foi realizada na região de Fiambalá, com muita areia e dunas. “O trajeto foi por um leito de rio seco, muito fofo, com muita areia. Formava facões e valas que, se não tomássemos cuidado, capotávamos”, descreveu Gugelmin. Por conta do forte calor, a organização antecipou o final da prova. “Era uma especial aparentemente curta. Largamos atrás de alguns caminhões, que formam trilhos enormes na areia. Quando nos aproximávamos, não dava para enxergar nada por causa da poeira. Isso aconteceu várias vezes. Uma hora saímos da estrada para fazer a ultrapassagem e caímos em uma vala. Perdemos algum tempo para desatolarmos. Mas acabamos a especial, e isso é o mais importante. Amanhã é outro dia”, destacou Franciosi, que está em seu primeiro Rally Dakar. “Por causa desse calor intenso, chegou a pegar fogo na roda traseira, mas conseguimos apagar. Depois estourou outro e furamos um terceiro, o que nos fez perder ainda mais tempo. Muita gente vai desidratar hoje. Foi uma das especiais mais duras que já fiz. Já era esperado que seria difícil, mas não sabia que seria tanto”, afirma Gustavo.   Etapa 10 – 13 de janeiro Belén – La Rioja (ARG) Deslocamento: 485 km Especial: 278 km Total: 763 km As dificuldades das dunas de Fiambalá continuam nesta quarta-feira. A dupla terá que ter muita habilidade e resistência para superar mais este dia. Além disso, a etapa do dia apresenta o trecho de dunas mais longo na história compartilhada entre o Dakar e Fiambalá, fora da estrada a maior parte do tempo.

No Dakar, Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta a altitude e a neve para chegar à Bolívia

No Dakar, Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta a altitude e a neve para chegar à Bolívia Já não fossem suficientes as dificuldades naturais de um rali, o Dakar sempre tem ingredientes que surpreendem os competidores a cada quilômetro. Na etapa de ontem, a primeira na Bolívia, a Equipe Mitsubishi Petrobras enfrentou a altitude de 4.600 metros, o frio e até a neve, que deixaram o trecho muito liso e cheio de dificuldades. João Franciosi e Gustavo Gugelmin completaram os 327 km do trecho cronometrado em 4h11min15, na 31ª posição. “Foi uma especial muito dura, completa, teve de tudo. Começamos por um rio seco, que não estava seco e tinha muita pedra. Ficavamos escolhendo um lugar pra passar. Depois vieram os abismos e a chuva. Depois choveu pedra, nevou e voltou a chover bastante”, descreve Franciosi, que participa de seu primeiro Rally Dakar. “O bom foi chegar em Uyuni com uma grande recepção do público”, afirma. O Rally Dakar saiu da Argentina e entrou na Bolívia. O dia teve um total de 642 km com os primeiros trechos fora de estrada, que exigiram muita atenção na navegação. “Foi uma especial diferente, com muitas condições climáticas em um só dia: neve, chuva, sol, altitude”, comenta Gustavo Gugelmin. “Mas os dois dias da maratona estão cumpridos. Agora os mecânicos vão dar um trato no ASX Racing para os próximos dias de prova”, completa o navegador Devido ao gelo e neve na especial, Carlos Sousa e Paulo Fiuza escaparam em uma curva e caíram em um barranco. O carro ficou preso e não conseguiram mais continuar na prova, sendo obrigados a abandonar a competição. “Tínhamos ultrapassado vários carros e seguíamos em um bom ritmo na especial. Só que, de repente, começou a chover intensamente, depois veio o granizo e o vidro embaçou totalmente, deixando-nos quase sem visibilidade. Diminui o ritmo para o Paulo Fiuza poder liimpá-lo, só que, em menos de dois segundos, estávamos com o carro fora de pista, junto a um precipício e pendurados em duas pedras. O Franciosi ainda tentou nos ajudar, só que na posição em que o carro ficou, não tinha como nos tirar de lá”, disse Carlos Sousa. “Com zero grau e a 4.000 metros de altitude, começamos a passar um pouco mal. Foi então que os médicos da prova chegaram e insistiram para abandonássemos o local, porque não nos deixariam passar a noite ali. Fomos de helicóptero até ao acampamento, tristes e desolados pelo desfecho. Mas realmente, este não era mesmo o nosso Dakar”, lamentou o piloto. Etapa 6 – 07 de janeiro Uyuni – Uyuni (BOL) Deslocamento: 181 km Especial: 542 km Total: 723 km O dia será duro para a Equipe Mitsubishi Petrobras na sexta etapa do Rally Dakar, com uma especial longa, de 542 quilômetros. A prova entre 3.500 e 4.200 metros de altitude. O ritmo e o terreno mudam constantemente, alternando-se entre areia e pedras, o que pode ser um dificultador, especialmente em caso de chuva. O destaque fica para o Salar de Uyuni que, além da beleza, terá altas velocidades.

Subindo as montanhas argentinas, Equipe Mitsubishi Petrobras ganha posições no Dakar

Subindo as montanhas argentinas, Equipe Mitsubishi Petrobras ganha posições no Dakar Carlos Sousa / Paulo Fiuza e João Franciosi / Gustavo Gugelmin completam a primeira parte da etapa maratona e se preparam para entrar na Bolívia e chegar a 4.600 metros de altitude nesta quinta-feira O Rally Dakar é uma prova desafiadora que testa todos os limites das máquinas e dos corpos. A etapa de hoje, um laço nas imediações de San Salvador de Jujuy , na Argentina, foi entre montanhas e desfiladeiros. Além das belas paisagens, a altitude de 3.500 metros e o mais ar rarefeito, afeta não só as duplas, mas também as máquinas. Mesmo assim, Carlos Sousa e Paulo Fiuza conseguiram um desempenho ainda melhor, ganhando três posições e terminando o dia em 24o, com 4h03min38. “Esta especial foi difícil encontrar o ritmo certo. Conseguimos fazer algumas ultrapassagens, mas quando chegamos mais alto, o rendimento caiu devido à altitude. Mas chegamos bem classificados e está tudo certo para largarmos amanhã”, garantiu Carlos Sousa. “Amanhã o importante é levarmos os ASX Racing até a Bolívia em segurança para nosso apoio poder fazer a revisão nos dois carros”, garantiu Paulo. Já João Franciosi, que faz sua estreia no Dakar ao lado do navegador Gustavo Gugelmin, ganhou duas posições, completando o trecho de 429 quilômetros na 28a posição, com 4h05min56. “Foi uma especial difícil por causa da altitude. Dá dor de cabeça, falta de ar, mas a vontade de chegar era grande. E o bom é que chegamos bem com os dois carros. O ritmo foi bem complicado, quando encontrava a velocidade certa, não tinha motor para buscá-la novamente, já que com o ar rarefeito, os motores acabam perdendo potência”, explicou Franciosi. O trecho de hoje teve 429 quilômetros com constantes mudanças no ritmo devido à alternância entre terrenos arenosos e repletos de pedras. “Foi uma especial muito rápida, retas de até 25 quilômetros. A altitude pesa e muita dor de cabeça. Mas hoje foi dever cumprido”, completa Gugelmin. Etapa 5 – 07 de janeiro San Salvador de Jujuy (ARG) – Uyuni (BOL) Deslocamento: 315 km Especial: 327 km Total: 642 km Nesta quinta-feira, o Rally Dakar sai da Argentina e entra na Bolívia. Será uma mudança rápida de altitude, chegando a 4.600 metros, o ponto mais alto neste Dakar. Além de prejudicar o rendimento dos motores, fortes dores de cabeça e incômodo podem tirar a concentração das duplas. Também haverá uma mudança conceitual na prova e os pilotos terão pela frente os primeiros trechos “fora de estrada”, com navegação baseada em GPS, que irão exigir muita atenção e técnica dos navegadores.

Equipe Mitsubishi Petrobras conquista 66 posições no Dakar

Equipe Mitsubishi Petrobras conquista 66 posições no Dakar Dupla fez corrida de recuperação e acelerou forte no terceiro dia de prova; João Franciosi e Gustavo Gugelmin fizeram ótima prova e conquistaram 38 colocações Uma etapa para não tirar da memória. Depois de largar em 93o, a dupla Carlos Sousa e Paulo Fiuza, da Equipe Mitsubishi Petrobras, fez uma etapa inesquecível e terminou o dia na 27ª posição . A dupla conquistou 66 posições e agora irá largar em uma melhor colocação. “Começamos e acabamos o trecho debaixo de chuva. Mas deu para desempenharmos um bom ritmo. O ASX Racing se comportou muito bem e nos ajudou a conquistar essa posição”, comentou Carlos. “As ultrapassagens foram relativamente fáceis hoje. Passamos muitos carros, mesmo com o piso escorregadio. O interessante é que durante toda a especial tinha muito público assistindo e isso dá ainda mais motivação”, completa. João Franciosi e Gustavo Gugelmin também fizeram uma prova inesquecível e ganharam 38 posições. “Largamos com muita chuva, até achei que fossem cancelar novamente ou atrasar a partida. Mas o João anda muito bem em piso escorregadio e isso foi determinante. No meio da prova estava seco, pegamos poeira e ficamos muito tempo atrás de outros competidores. No trecho final, voltamos a pegar piso escorregadio. Mas hoje deu para terminar com o pé direito e amanhã vamos largar em uma posição favorável. Com isso, podemos andar mais livres e tirar mais potência do ASX Racing”, explicou Gugelmin. Infelizmente, Guilherme Spinelli e Youssef Haddad abandonaram a prova. A dupla teve um problema durante o trecho cronometrado que os impediu de completar o dia. Eles receberam assistência da equipe de apoio para chegar ao acampamento em San Salvador de Jujuy. De acordo com o regulamento, não é permitido aos competidores receber auxílio externo e, por isso, tiveram que dizer adeus ao Dakar 2016. “As consequências de ter entrado água no motor naquele rio do prólogo foram maiores que imaginávamos. Hoje o motor superaqueceu água e óleo. Levamos administrando até onde deu, mas faltando 80 km para o fim não deu mais para seguir. Não tivemos como terminar a especial e por isso é fim de prova”, lamenta Spinelli. Etapa 4 – 06 de janeiro San Salvador de Jujuy – San Salvador de Jujuy (ARG) Deslocamento: 200 km Especial: 429 km Total: 629 km Nesta quarta-feira, começam os trechos em altitude no Rally Dakar. A prova será realizada a 3.500 metros, com constantes mudanças no ritmo devido à alternância entre terrenos arenosos e repletos de pedras. A etapa será um laço, com largada e chegada em San Salvador de Jujuy, na Argentina. Isso facilita muito para as equipes de apoio, que não terão que fazer deslocamentos.

Desafio Cantareira 2015 – Resgatando a tradição!

Desafio Cantareira 2015 – Resgatando a tradição! Realização e Informações Equipe Rota 4×4 – Fotos Salete Santos e Luciane Lelis Camargo     Depois de 10 anos sem fazer os famosos “Raids da Cantareira”, os integrantes da equipe ROTA 4×4, amigos e clientes da oficina de mesmo nome, situada na zona norte de São Paulo, decidiram resgatar a tradição de forma inusitada: elaboraram um desafio em duplas, numa corrida contra o tempo, percorrendo as trilhas mais difíceis da Serra da Cantareira, SP, além de um passeio radical, projetado para amantes de aventuras, juntando em um único local, mais de 100 veículos off road. O ponto alto do evento foi o desafio, que juntou figuras bem conhecidas no meio, disputando o lugar mais alto do pódio. Após manterem sigilo absoluto da forma como a prova seria, bem como a largada e as 4 trilhas denominadas de Especiais, 20 duplas, vindas de várias cidades do Brasil, partiram para completar o percurso em 8 horas de prova. Duas trilhas pesadas com atoleiros e subidas fortes diversas, e outras duas, com erosões grandes em subida, fizeram com que as duplas tivessem bastante trabalho. Veículos, pilotos, zequinhas e seus equipamentos, foram testados ao extremo. Estratégia também contou muito. Diversão absoluta para quem gosta de desafio radical. “Para quem pensou que a prova teria apenas a famosa trilha do Pinheirinho, chamada de Especial 1, se enganou. Até mesmo quem conhecia a trilha se atrapalhou com os laços criados pela organização” disse Francesco Carbone, um dos organizadores e membro da equipe. “O ponto alto da prova foi a especial 4, conhecida como Javan , onde vários competidores tiveram enorme dificuldades em completar, sendo a responsável por definir os vencedores.” Finalizou o diretor de prova, Jorge Delmanto. Após 8 horas contínuas de prova, as duplas finalmente regressaram o ponto de encontro, para o merecido jantar e premiação. Das 20 equipes, apenas 4 completaram o percurso total, mostrando o altíssimo grau de dificuldade das trilhas eleitas. Foram elas, em ordem de premiação: 1º – Equipe Willys Pilotos: Ramiro Eli e Luiz Silva Zecas: Marcelo Neves e Guto Salawaia   2º – Equipe Torque 4 Pilotos : Marcos Nocoletti e Daniel Serto Zecas: Gustavo Nocoletti e Marcos Loesche 3º – Equipe Fat Brothers Pilotos: Bruno Cubiaco e Wagner Xavier Zecas: Pompilio Nunes e Rodrigo Xavier   4º – Equipe JK Brasil Pilotos: Marcelo Morceli e Pedro Crescenti Zecas: Marcelo Juliani e Herique Ferreira Não perca na próxima edição da Revista 4×4 Digital, muito mais Desafio da Cantareira!

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