Mitsubishi Cup terá nova categoria

Foto Murilo Mattos ASX R é uma das novidades do rali cross-country de velocidade mais tradicional do Brasil Depois de um ano com emoções até a última prova, a Mitsubishi Cup já está com tudo pronto para sua 16º temporada. Com a estreia de uma nova categoria e mudanças técnicas no regulamento, o rali cross-country de velocidade terá início no dia 28 de março, em Ribeirão Preto (SP). A grande novidade da temporada 2015 da Mitsubishi Cup é o ASX R, novo modelo de alta performance da marca dos três diamantes. Preparado pela Ralliart Brasil e baseado no modelo de rua do ASX, ele é exclusivo da competição, e se junta às categorias Pajero TR4 ER, Pajero TR4 ER Master, L200 Triton ER e L200 Triton RS. O ASX R tem transmissão manual de 5 marchas, sistema de tração “Electronic Control 4WD” e é equipado com motor 2.0 MIVEC, 16 válvulas, quatro cilindros em linha, injeção multipontos com controle eletrônico e potência de 172 cv e 23,1kgf.m, podendo atingir a velocidade máxima de 185 km/h. Foto Murilo Mattos “Será a primeira vez que teremos um crossover em nossos ralis. Além disso, com a estreia do ASX R, poderemos acompanhar três modelos no grid da Mitsubishi Cup, algo inédito até aqui”, ressalta Guilherme Spinelli, diretor da Ralliart Brasil. Os pilotos participarão da categoria pelo sistema de locação sit&drive, no qual toda a logística, desenvolvimento, preparação e manutenção ficam por conta da equipe de engenheiros e mecânicos da Ralliart Brasil. “O ASX R chamou a atenção de todos. Estamos ansiosos para ver mais esse carro levantando poeira nessa temporada”, brinca Fred Macedo, campeão da Pajero TR4 ER em 2014, que disputará a nova categoria em 2015. Novidades na L200 Triton ER Outra novidade para a temporada 2015 é a venda de L200 Triton ER para pilotos. Essa medida visa dar mais opções para as equipes privadas e pilotos proprietários. Esse formato permitirá que o piloto e a equipe possam usar o modelo da Mitsubishi Cup em outras provas de rali do Brasil, inclusive no Rally dos Sertões. “A L200 Triton ER coleciona ótimos resultados em várias competições. É um carro bicampeão invicto do Rally dos Sertões na categoria Super Production e um dos mais procurados da Mitsubishi Cup”, explica Spinelli. Para os novos proprietários, a Mitsubishi oferecerá um treinamento técnico para que os mecânicos conheçam todos os detalhes do veículo e saibam fazer a correta manutenção. Disputas na L200 Triton RS Com vários pilotos campeões e alguns estreantes na categoria, a L200 Triton RS, principal categoria da Mitsubishi Cup, promete disputas acirradas durante todo o ano. “A L200 Triton RS é a categoria máxima do rali brasileiro. Todas as duplas que se aventuram em provas off-road sonham em vencê-la”, comenta Kaique Bentivoglio, navegador campeão de 2014 ao lado do piloto Lucas Moraes. O modelo, alugado pelas duplas pelo sistema sit&drive, é o primeiro carro flex a vencer o Rally dos Sertões, e conta com um motor Mitsubishi V6 Flex e chassi de estrutura tubular, ideais para os mais variados tipos de competições off-road. Além disso, o protótipo também é munido de suspensão independente nas quatro rodas, tração 4×4 tempo integral com limitador de torque para o eixo dianteiro. Categorias Pajero TR4 ER e Pajero TR4 ER Master Além do lançamento do ASX R e do início da venda da L200 Triton ER, a Mitsubishi Cup continuará contando com as categorias com Pajero TR4 ER preparados para competição. “Essas categorias são muito importantes para a Mitsubishi Cup. Temos duplas que fazem um ótimo trabalho nos Pajero TR4 ER e conseguem constantemente resultados expressivos, inclusive fora de nossa competição, como o atual título da categoria Production T2 no Rally dos Sertões”, explica Guilherme Spinelli. Sistema de pontuação e zonas de espetáculo Assim como em 2014, duas, das sete etapas da temporada, terão somente duas provas, e não três. No entanto, cada uma terá aproximadamente 50 quilômetros de extensão nessas etapas, e não em torno de 30 como em todas as outras. “A ideia de exigir uma estratégia diferente das duplas foi bem vinda entre os participantes”, afirma Guiga. “Evidentemente que sempre o mais rápido ganhará, mas com provas com quase o dobro de tempo e de quilômetros, outras duplas têm a chance de se destacar”, completa. O sistema de pontuação continua o mesmo que foi adotado em 2014. As duplas poderão ter até quatro provas descartadas, com exceção da última etapa, que não será permitido o descarte, aumentando ainda mais a competitividade. Para deixar o público mais próximo de suas duplas preferidas, em algumas etapas do ano serão montadas zonas de espetáculo, uma grande área para as pessoas acompanharem de perto as disputas na pista, com saltos e curvas planejadas para que os participantes deem um show de pilotagem. Além disso, os vencedores terão uma pontuação extra no campeonato. Mais informações no site www.ralliartbrasil.com.br, pelo Facebook (www.facebook.com/ralliartbrasil) e pelo Twitter (@nacaomitsubishi). A Mitsubishi Cup tem patrocínio de Axalta, Itaú, Tranzero, Petrobras, Pirelli, Magneti Marelli, Unirios, Clarion, Sky, Italspeed, STP e Artfix. Mitsubishi Cup – Calendário 2015* 1ª Etapa – 28/mar Ribeirão Preto/SP 2ª Etapa – 09/mai Mafra/SC 3ª Etapa – 27/jun Jaguariúna/SP 4ª Etapa – 29/ago Minas Gerais 5ª Etapa – 19/set Indaiatuba/SP 6ª Etapa – 17/out Paraná 7ª Etapa – 14/nov Mogi Guaçu/SP * Calendário sujeito a alterações. Mais informações sobre vendas e locação de veículos: Telefone: (19) 3818-8888 Email: mitsubishicup@mmcb.com.br Site: www.mitsubishimotors.com.br Ficha técnica ASX R Motor 2.0 litros DOHC MIVEC Potência 172 cv Torque 23,1kgf.m Câmbio Mecânico de 5 marchas Tração Electronic Control 4WD Capô, portas, para choques, tampa traseira em fibra Gaiola de proteção homologada pela FIA Suspenção independente nas quatro rodas Sistema de freios hidráulico com reservatórios independentes Pneu 215/75-R15 Rodas SPEEDLINE (7X15)”

Suzuki Veículos divulga calendário de eventos de 2015

Fotos Murilo Mattos Marca japonesa amplia sua gama de eventos para criar novas atrações para clientes. Suzuki Off Road, rali destinado aos proprietários de veículos da marca, abre o calendário da temporada dia 07/03. A Suzuki Veículos do Brasil terá um ano de muito trabalho e novidades. A marca divulgou seu calendário de atividades para 2015. Com novo nome, o Suzuki Off Road, rali direcionado para clientes da marca, vai para sua quinta temporada seguida, com um total de seis etapas, buscando novas praças. A abertura acontece dia 7 de março, em Guararema (SP). A mudança de nome foi uma forma de diferenciar os segmentos de eventos de pista e de terra, já que a marca prepara o lançamento de uma nova categoria de pista para 2016: a Swift Sport Cup. No Off Road, além do rali da marca, a Suzuki planeja estar presente no Rally dos Sertões, a maior prova off road da América Latina, onde estreou ano passado com dois carros. O Jimny Day, passeio off-road exclusivo para proprietários do Jimny, o SUV compacto da marca, contará com cinco eventos, sendo uma etapa especial em Campos do Jordão, dia 18/07. O Track Day, que proporciona aos clientes da marca a experiência única de dirigir seu Suzuki (Jimny, Grand Vitara, SX4 e Swift Sport) em uma prova de regularidade realizada no mais moderno autódromo do Brasil, o Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), contará com quatro eventos no ano. Também estão confirmados: o Projeto Inverno em Campos do Jordão e o Projeto Verão (Trancoso/BA e Ilhabela/SP), além de 40 exposições simultâneas do Swift Sport e S-Cross, da Copa Suzuki de Vela, além de workshops e eventos da rede. “A Suzuki é uma marca que acredita na relação próxima com seus clientes, principalmente através de eventos que proporcionam experiências com os carros da marca. Entendemos que quem constrói a marca são os clientes, nós só ajudamos a unir esse espírito de todos os Suzukeiros”, ressalta Vanessa Massaro, gerente de marketing da Suzuki. Calendário Suzuki Off Road 07/03/15 – Guararema (SP) 23/05/15 – Região Sul 20/06/15 – Minas Gerais 26/09/15 – Rio de Janeiro 31/10/15 – Região Nordeste 21/11/15 – São Paulo Calendário Track Day – Autódromo Velo Cittá 28/03/15 13/06/15 15/08/15 07/11/15 Calendário Jimny Day 07/03/15 – Guararema/SP 20/06/15 – Minas Gerais 18/07/15 – Campos do Jordão/SP 31/10/15 – Região Nordeste 21/11/15 – São Paulo

Começou a temporada 2015 da Alagoas Cup

Texto e Fotos: Assessoria Alagoas Cup O Baja Barra abriu a temporada 2015 da Alagoas Cup neste sábado, dia 31/janeiro com o grid de 54 veículos. Mais uma vez a Barra de São Miguel recebeu a competição. O trajeto de 22 km alternou estradas de canavial com trechos de matas, sinuoso em sua maior parte e com piso predominantemente arenoso, o que agradou e muito aos competidores, “a chuva que caiu a noite nos dias anteriores foi a conta para deixar o trajeto ainda mais gostoso, tá bom demais de acelerar” declarou Calixto Jr., que compete na categoria Motos B1. “Por conta destas chuvas, a aderência, principalmente nas curvas ficou ainda melhor, dá pra vir de mão cheia”, completou o piloto que foi o campeão em sua categoria. O grid de motos teve 25 participantes, que foram divididos em cinco categorias. Na B1, para motos importadas, ao final das três voltas realizadas a vitória ficou com Calixto Jr. que marcou também o melhor tempo do dia entre todos os veículos participantes da competição, virando sua melhor volta em 18min52,2seg. Na categoria B5 (Over 40) vitória do alagoano Breno Beltrão. Já na B2, Victor José de União dos Palmares foi o mais rápido. Na B3, reservada as motos nacionais, vitória de Gabriel Calixto e na B4, o degrau mais alto do pódio ficou para Jose Jailton Bento, também de União dos Palmares. Entre os quadriciclos superproduction, destaque mais uma vez para a jovem promessa do off road alagoano, o piloto Daniel Fonseca fez o segundo melhor tempo entre todos os veículos participantes da prova sem dar chances a concorrência. Na quadri marathon, vitória do sergipano Arthur Barreto. Nos UTVs o grande destaque foi a quantidade de pilotos inscritos, 24 veículos alinharam no grid, mostrando porque a categoria é a que mais cresce no rally nacional. Na superproduction, destinada aos UTVs com mais de 1.000cc, vitória de José Luiz Coutinho, que correu pela primeira vez com seu Polaris RZR 1000, estreando em nova categoria com o pé direito tendo Renato Coutinho como navegador. Entre os UTVs Production, vitória nas três provas do dia e degrau mais alto do pódio para o Polaris RZR 900 de Leonardo Melo e entre os UTVs Marathon (até 850cc), vitória de Antonio Camelo com um RZR 800. Os carros não participaram desta prova, para eles o campeonato só vai começar na segunda etapa do ano, programada para o dia 28 de fevereiro em União dos Palmares. Acompanhe tudo sobre a Alagoas Cup no Facebook: www.facebook.com/RallydoVelhoChico Classificação – Baja Barra – 1ª Etapa Alagoas Cup 2015 Motos B1 – Importadas 4t acima de 400cc / 2t acima de 125cc 1º Francisco Calixto / 2º Thiago Beltrão / 3º Rawny Medeiros / 4ºThiago Teshima / 5º Lelo Teshima Motos B5 – Over 40 1º Breno Beltrão / 2º Gustavo Gama / 3º Hélio Rocha Motos B2 – Importadas 1º Victor Jose / 2º Lucas Fernandes / 3º Marlysson Tabosa / 4º André Toledo / 5º Juarez Filho Motos B3 – Nacionais 1º Gabriel Calixto / 2º Arlindo Costa / 3º Henrique Santos Motos B4 – Nacionais Estreantes 1º Ruan Leite / 2º Aldo Bernardo / 3º Marcos Aurelio / 4º Jose Fragoso / 5º Antonio Carlos Moura Quadriciclos Production – até 550cc 1º Daniel Fonseca / 2º Yuri Lyra / 3º Marcio Luiz / 4º Roberto Ramirez / 5º Eduardo Uchoa Quadriciclos SuperProduction – acima de 550cc 1º Jose Jailton Bento / 2º Ivan Nunes Jr / 3º Caio Silveira / 4º Isaque Rodrigues / 5º Maurício Breda UTVs SuperProduction 1º Zé Luiz Coutinho / 2º Aécio Lima / 3º Swedoni Frazão / 4º Marcos Moura / 5º Dudu Vieira UTVs Production 1º Leonardo Melo / 2º Higor Pup Gontijo / 3º Eurico Tenorio / 4º Marconi Silverio / 5º Sandro Oliveira UTVs Marathon 1º Antonio Camelo / 2º Adalmo Medeiros Jr / 3º Luciano Laba Noronha / 4º Adolfo Sponquiado A Alagoas Cup utiliza toda a parte de mídia eletrônica do Rally do Velho Chico: Site: www.velhochico.net.br Facebook: www.facebook.com/RallydoVelhoChico Instagram: @rallydovelhochico A Alagoas CUP tem patrocínio da G2 Racing Polaris, Revista OUSH!, Posto Liberal/BR. Apoio: Pancadão Rally Team, Amazoo Açai, MOTO STOP Off Road, Tempermac Vidros, Harcos Corretora de Seguros, KANOA Beach Bar, Detone Gráficos, Trilha Maceió Troller. Realização: RallySP e FAM – Federação Alagoana de Motociclismo Informações: Assessoria Alagoas Cup

Transparaná Troller 2015, o “Poder” é campeão!

Rafain Walendowsky e Flávio Roberto Kathe, os campeões do Transparaná 2015 Texto e fotos Claudio Stai Stai Catarinenses de Brusque e Blumenau são os campeões! Desde a primeira etapa eles mostraram seu favoritismo, a dupla de Santa Catarina demonstrava que sua “força” é que deveria ser batida. Andando com o Novo Troller, Flavio Roberto Kathe Rafain Walendowskyda categoria Master, superaram seus adversários por 13 pontos no ranking geral e subiram ao lugar mais alto do pódio, na grande festa de premiação, no café Curaçao, em Guaratuba, no litoral paranaense. Em seu décimo Transparaná, Flávio Kath, “O poder” que foi vice em várias falou sobre sua vitória usando o slogan, “participar é uma aventura, vencer é um desafio, é uma prova muito longa e muito difícil, estou feliz e no próximo ano venho tentar buscar o bi”. Festa de premiação Largando do Condomínio JardinsD’Monet em Maringá o Transparaná fez a festa por onde passou e chamou atenção de muita gente. Ivaiporã armou uma grande estrutura e movimentou prefeitura, secretarias e a comunidade, para receber de braços abertos a família Transparaná. De Ivaiporã, o grande circo do Transparaná se deslocou à cidade turística e histórica de Castro nos campos gerais e no parque lacustre recebeu com exposição de viaturas do Jeep Clube de Castro. Na manhã do terceiro dia de prova, a largada foi à frente do belíssimo moinho Holandês, de Castrolanda. Chegada da Categoria Campeão Máster Deixando os Campos Gerais, rumo à antiga estrada do cerne, passaram por reflorestamentos e estradas, para a chegada na concessionária Troller, Trilha Eurocar. No último dia, chuvoso, os pilotos partiram rumo a Guaratuba no litoral paranaense, passando por Tijucas do Sul e Guaruva em Santa Catarina, por causa das chuvas uma das etapa foi muito difícil, cheia de agua a trilha atrapalhou o desemprenho dos competidores, mas a emoção foi de primeira. Chegada Categoria Adventure O piloto José Carlos da Silva, paranaense que hoje mora em Cuiabá, acabou perdendo o primeiro lugar por causa de uma árvore caída no trecho alagado, “meu espírito de competidor deu espaço para o coletivo, e perdi alguns pontos ao tirar o obstáculo”. Porém de sorriso estampado no rosto, mostrava que mesmo com o segundo lugar da categoria Graduados estava de alma lavada, com 56 anos de idade conta que hoje faz o que gosta “decidi viver, e o rally é minha vida hoje vim de Cuiabá fazer o que gosto”. Pódio Categoria Master Após onze etapas e mais de 1100 km, o 21º Transparaná Troller 2015, fechou com chave de ouro, a premiação no Café Curaçao em Guaratuba, foi intensa e coroada com show do guitarrista e cantor Frejat do Barão Vermelho. Transparaná 2015 Pódio Categoria Junior O Transparaná é patrocinado pela Troller, Trilha Eurocar, Dispauto Autopeças, Acassius Centro Gráfico, Mamute Off Road, Ekron Cervejaria Klein. Com apoio das prefeituras de Ivaiporã e Castro e Jornal LAMA&CIA. Realização Jeep Clube de Curitiba. Classificação Final 21º TransparanáTroller 2015 Categoria Master Pos Piloto Navegador Cidade Total 1º Flavio Roberto Kath RafainWalendowsky Brusque 189 2º Leandro Pereira Moor Claudio Roberto Flores Apucarana 176 3º Roberto Ardigo JhonatanArdigo Apucarana 161 4º Pedro Paulo Oliveira Rodrigo Peternelli Juiz de Fora 134 5º Rone Branco Luiz Felipe Eckel Curitiba 133 Categoria Graduados Pos Piloto Navegador Cidade Total 1º Robson Garcia Ivo Renato Mayer Jaragua do Sul 192 2º José Carlos da Silva Waldemberg dos Santos Barros Cuiaba 191 3º Victor Pudell Caio Boscolo Toledo 161 4º Sandro Marcelo Supitz Eduardo Luiz Ortolan Cascavel 146 5º Marcos Osires Nunes Marcos Vinicius Nunes Curitiba 123 Categoria Júnior Pos Piloto Navegador Cidade Total 1º Igor Quirrenbach Carvalho Fabricio Pinheiro Povh Castro 196 2º Edson Luiz Bailoni Pereira Lucas de Moraes Pereira Joinville 184 3º Renato de Almeida Silva AndreLuisLenger Chapeco 177 4º Reginaldo Cardoso Silva Mauricio Alcantara Goncalves Sorocaba 164 5º Wilson Rogerio Boscolo Hugo Ryan ColpiniBoscolo Toledo 154 Categoria Jeep Pos Piloto Navegador Cidade Total 1º Adelar Jose Goetz Ricardo Gomes Tissot Curitiba 150 2º Anderson Kursten BrendoKursten Curitiba 150 3º Eduardo Pimentel dos Santos Alvino Jr. Curitiba 20

Vem aí o 3º Extreme Trophy Brasil – 7 e 8 de Fevereiro!

Fotos Divulgação “3º Extreme Trophy Brasil: Separam-se Homens de Meninos”, chega a Campina Grande do Sul – PR A edição espera mais de 10.000 pessoas e já conta com 40 carros na luta por um lugar no podium do campeonato. Nos próximos dias 07 e 08 de fevereiro, Campina Grande do Sul – PR, mais precisamente a Arena Anibal Cury (Rua João Cândido), recebe todos os apaixonados pelo Off Road na “3ª Edição do Extreme Trophy Brasil: Separam-se Homens de Meninos”. O evento conta com a presença de campeões das edições anteriores, pilotos e spoters do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Paraguai. A pista promete quinze novos obstáculos em circuito fechado em que os pilotos dos maiores carros 4X4 do Brasil terão de lutar contra o tempo, a lama e a expectativa dos torcedores. O primeiro dia reserva a classificatória e o segundo, a grande disputa na qual cada piloto terá duas voltas para conseguir o menor tempo e ser campeão. Em ambos, os portões serão abertos às 09h, sendo que no primeiro, a abertura oficial da competição inicia às 12h e no segundo dia os portões e a pista abrem as 09h a premiação acontece às 16h. São três categorias competindo, definidas pelo tamanho dos pneus dos carros: STOCK (até 36,9 polegadas), PRO (pneus de 37 a 39,9 polegadas) e EXTREME (de 40 polegadas para cima). O esporte é pura adrenalina, sendo uma programação dedicada a toda família. O local conta com segurança, bem como dispõe de alimentação vendida pela Igreja da Comunidade de Campina Grande do Sul, que receberá parte da arrecadação para a continuidade de suas obras. Serão servidos desde o café da manhã, com bolos e artigos caseiros, até lanches rápidos durante todo o dia. O evento reserva ainda hambúrguer de costela, chopes e cervejas variadas, refrigerantes e água. Quanto ao espaço, a arena é coberta e o local tem estacionamento para até 3000 carros, áreas de camping com banheiros, instalação elétrica e estacionamento para motorhome. Valores: Competidores: Carro: R$ 350,00 *Inscrições pelo site www.extremetrophy.com.br Público: Valor por pessoa R$ 20,00 – Ou R$ 15,00 + 1kg de alimento (válido para os 2 dias) Criança até 12 anos R$ 10,00 (válido para os 2 dias) Estacionamento R$ 10,00 (válido para os 2 dias) Camping R$ 5,00 (válido para os 2 dias) *Ingressos no local. Contato: Vanessa Riva – organizadora do evento (41 9235-4935) Odilon Cunha Junior – organizador do evento (41 9933-8270) E-mail: odilon@lidersulmecanica.com.br Site: www.extremetrophy.com.br

Transparaná: da monotonia à emoção total

Fotos Divulgação A chuva da noite de quarta-feira, que caiu fortemente sobre Ivaiporã, e na largada lavou a alma e acalmou os ânimos dos intrépidos pilotos e navegadores, aumentou ainda mais a emoção do 21º Transparaná. O que foi passado aos competidores no briefing na calorosa festa de premiação em Ivaiporã, caiu abaixo. Vander Hirt, diretor de prova, mencionou que as três etapas que seriam disputada no segundo dia do prova, seriam monótonas, muitos estradões e alguns deslocamentos, uma parte mais “dura”seria um reflorestamento próximo a cidade de Floresta, no centro do estado, porém as três etapas se transformaram em pesadelo. O piso ficou liso e muita lama se formou, lugares leves se tornaram pesados e que estava com pneus mais agressivos andou um pouco melhor, porém o comentário geral na chegada é que a prova foi extrema, os carros deslizaram e muitos pilotos acabaram ou atrasando ou adiantando. Alguns pilotos experientes, disseram que jamais andaram em um Transparaná tão exigente. O piloto do carro 12, Marcos Juliano Bezerra, em seu sexto Transparaná diz que esta etapa valeu por todos os anos da competição. “Eu gosto de andar assim, isto me empolga, já estou satisfeito, mas quero muito mais.” Os curitibanos Marcos Ozires e Marcos Júnior, pai e filho que competem na categoria Graduados, ao final da prova se mostravam calmos. “A gente acha que andou bem, mas só quando sai o resultado é que sabemos a verdade” comentou. Pódio No segundo dia, a classificação foi muito parecida ao primeiro com algumas inversões, novamente na Graduados, José Carlos da Silva e Waldemberg dos Santos Barros de Cuiabá subiram ao pódio seguidos por Victor Pudelle Caio Boscolo de Toledo e em terceiro, Sandro Marcelo Supitz e Eduardo Luiz Ortolan de Cascavel. Na Master, houve uma troca, Flavio Roberto Kathe Rafain Walendowsky de Brusque que haviam ficado em primeiro em Ivaiporã, agora foram segundo e Leandro Pereira Moore Claudio Roberto Flores de Apucarana subiram ao lugar mais alto do pódio. O terceiro lugar ficou com Roberto Ardigoe Jhonatan Ardigo de Apucarana. Na categoria Júnior o pódio foi composto por Renato de Almeida Silva e Andre Luis Lenger de Chapecó em segundo, Edson Luiz Bailoni Pereira e Lucas de Moraes Pereira de Joinville, em terceiro, Reginaldo Cardoso Silva e Mauricio Alcantara Goncalves de Sorocaba. Amanhã, a caravana do Transparaná segue rumo a Curitiba, onde terá chegada numa Concessionária local.

Equipe Mitsubishi Petrobras sobe uma posição faltando pouco para o fim do Rally Dakar

Carlos Sousa e Paulo Fiuza completam o trecho de hoje na 8ª colocação e agora ocupam o 8º lugar na classificação geral Fotos Mitsubishi/Divulgação No 11º dia de Rally Dakar, a Equipe Mitsubishi Petrobras ganha mais uma posição na classificação. Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminam o dia em 8º e sobem para a 8ª colocação na geral. O trecho cronometrado de hoje teve 194 quilômetros por estradas argentinas. “Fizemos uma bela especial, o carro estava impecável e não tivemos problemas. Estamos contentes de estar aqui nesse momento, na reta final.”, comemora Carlos. “Como já havíamos previsto, não teremos muita diferença entre os tempos, as posições já estão praticamente definidas. Agora é torcer para que tudo dê certo e ficar atento para qualquer anomalia”, afirma. O trecho de hoje foi entre as cidades de Salta e Termas de Rio Hondo, com um total de 520 quilômetros. A cidade respira automobilismo e a chegada acontece no autódromo que recebeu o Mundial de Moto GP no ano passado. “Faltam apenas duas para terminar. E hoje foi uma etapa do nosso tipo, com trechos rápidos, curvas fechadas e paisagens maravilhosas”, garante Paulo. “É sempre bom voltarmos à Argentina e ver o público nos apoiando durante todo o trecho, na chegada e nos acampamentos. Eles ficam agitando as camisetas como se fossem bandeiras, é fantástico”, disse. “Essas duas especiais são as mais complicadas. Até chegarmos em Buenos Aires é atenção total. Só depois disso vamos relaxar”, afirma o navegador. Etapa 12 – 16 de janeiro Termas de Rio Hondo / Rosario (ARG) Deslocamento: 726 km Especial: 298 km Total: 1.024 km Este será o maior dia do Rally Dakar 2015 e um dos maiores da história da prova. Serão 1.024 quilômetros, mas com uma especial curta, de 298 km. O penúltimo dia reserva surpresas, com uma vegetação típica da região e que exige muitos cuidados com o ASX Racing.

Equipe Mitsubishi Petrobras ganha 10 posições na etapa de hoje do Rally Dakar

Após largar em 20º, Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminaram o dia na 10ª posição e se mantém entre os 10 melhores da prova Fotos Mitsubishi/Divulgação “Foi um dia bom. Largamos muito atrás, mas conseguimos fazer várias ultrapassagens. Hoje os pilotos não dificultaram nossa passagem. Essa é a diferença das duplas que compreendem que carro alcançado é carro ultrapassado”, disse Carlos. “Foi uma especial que gostei”, garante. A etapa de hoje foi a grandes altitudes, sobre a Cordilheira dos Andes. Os pilotos ficaram durante muitos quilômetros a mais de 4.000 metros. “Isso foi bem sofrido, tanto para o carro, como para nós. O motor perde potência pela falta de oxigênio. Dentro do carro não sentimos a altitude mas, quando sai, sente mais. Dá dor de cabeça e uma leve tontura”, explica o piloto. Hoje o Rally Dakar voltou para a Argentina, na reta final da prova. O percurso entre Calama (CHL) e Salta (ARG) teve um total de 860 quilômetros e 359 km de trechos cronometrados. “Ao contrário de ontem, hoje foi uma etapa perfeita. Não cometemos erros e fomos ao ataque. Entramos bem concentrados e fizemos uma etapa limpa. Agora é bola pra frente”, disse Paulo. Etapa 11 – 15 de janeiro Salta / Termas de Rio Hondo (ARG) Deslocamento: 326 km Especial: 194 km Total: 520 km No 11º dia, a Equipe Mitsubishi Petrobras encara a famosa Ruta 40 e trechos bem sinuosos em meio a belas paisagens. O cansaço acumulado não poderá atrapalhar nesse dia, que exigirá muita atenção da dupla Carlos Sousa e Paulo Fiuza, já que a especial passará por trechos travados e repletos de árvores. “Iremos para uma nova cidade, que nunca antes passamos com o Rally Dakar. Já estamos fora do deserto e a especial será por estradas e leitos de rios secos. A chegada será ao lado do autódromo, onde foi disputado uma etapa do Mundial de Moto GP. É o local ideal para um povo apaixonado por automobilismo, como é o argentino”, afirma Paulo Fiuza.

Na reta final do Dakar, Equipe Mitsubishi Petrobras ganha posições. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad estão fora.

Após o dia de descanso, Carlos Sousa e Paulo Fiuza sobem para a 8ª colocação da classificação geral Fotos Mitsubishi/Divulgação Mais um dia duro e difícil no Rally Dakar. Na última cidade chilena, o trecho cronometrado entre Iquique e Calama, no Chile, teve 451 quilômetros de areia, dunas, estradas com muitos solavancos, buracos, travessias bem e streitas e muita dificuldade na navegação. O ASX Racing #306 de Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminou o dia na 24ª colocação, subindo uma posição na classificação geral. “Foi uma etapa bastante complicada e dura, do começo até o fim. Começou com dunas, depois fesh fesh e bastante terreno ruim, muito acidentado. O ASX Racing estava muito bom, impecável e a suspensão funcionou bem. Saímos com a disposição de ganhar posições e foi isso que fizemos”, disse o piloto Carlos Sousa. Após se aproximar do carro que largou à frente, a dupla ficou por mais de 100 quilômetros sem conseguir a ultrapassagem. “Ele nos segurou por muito tempo até que conseguimos uma brecha para passar”, comentou Sousa. Muitos veículos de ponta se perderam durante a especial e ficaram dando voltas para localizar um dos waypoint, uma coordenada virtual obrigatória em que os competidores precisam passar. “Ficamos mais de 20 quilômetros perdidos em um leito de um rio seco. Nós e muitos outros competidores. Decidimos seguir para perder menos tempo, por conta disso recebemos uma punição. Agora temos que entender onde erramos e continuar em busca de melhores resultados”, explicou o navegador Paulo Fiuza. Faltam apenas quatro dias para o fim do Rally Dakar. “Etapas dura como as de hoje não teremos mais. Portanto, será mais difícil abrir grandes diferenças de tempo e será mais complicado ganhar posições. Hoje era um dia para se fazer a diferença. Mas estamos otimistas em melhorar nosso resultado”, completa Sousa. Por não ter passado pelo waypoint, a dupla levou uma penalização de 40 minutos, prevista em regulamento. Mesmo assim, subiram uma posição e estão agora em 8o na classificação geral. ASX Racing #324 “Quando estávamos próximos do quilômetro 15 da especial de hoje, o volante começou a endurecer. Seguimos por mais 20 km até que a direção travou. Verificamos que uma bomba específica do carro de competição, de um fornecedor americano, responsável pela direção hidráulica, havia parado de funcionar. Seria impossível continuar no trecho por mais 430 quilômetros e optamos por seguir ao encontro da nossa equipe de apoio. Infelizmente estamos fora dessa edição”, explica o piloto Guilherme Spinelli. “Agora é concentrar todos os esforços da equipe no Carlos e no Paulo, fazendo tudo o que pudermos. Eles estão bem na prova e queremos que a Equipe Mitsubishi Petrobras tenha um ótimo resultado nesse Dakar”, garante Guiga. Etapa 10 – 14 de janeiro Calama (CHL) / Salta (ARG) Deslocamento: 501 km Especial: 359 km Total: 860 km Na 10ª etapa, o Rally Dakar cruza novamente a Cordilheira dos Andes e retorna para a Argentina. O dia começa a mais de 3.600 metros de altitude em uma especial muito técnica. No deslocamento final, os pilotos chegarão a quase 5.000 metros de altitude

Equipe Mitsubishi Petrobras completa a etapa maratona no Top 10 do Rally Dakar

Prova teve muita lama e trechos alagados Fotos Mitsubishi/Divulgação Foram dois dias com 1.380 quilômetros sem o contato com a equipe e qualquer assistência. Mas a Equipe Mitsubishi Petrobras completou a etapa maratona e chegou à Iquique, no Chile, pronta para a segunda metade da prova. Carlos Sousa e Paulo Fiuza completaram o dia entre os 10 melhores da prova. “A sensação de chegar é muito boa. As especiais desses dois dias foram muito bonitas. Toda a população está muito animada com a passagem do Dakar. O objetivo está cumprido e, com o Guiga vindo atrás de nós, a segurança é muito grande”, comentou o piloto. A dupla completou a especial de hoje na 10ª colocação e estão em 9º na classificação geral. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad ganharam uma posição, ocupando agora o 15º lugar na classificação geral. “Ontem foi extremamente atípico, com muita chuva, lama e trechos alagados. Tivemos uma parte de piso bom, sinuoso, alternando com longas retas. Depois entramos em um piso ruim e fomos limitados pela nossa suspensão. No fim do dia, percebemos que um dos amortecedores havia quebrado, mas fizemos uma mudança na configuração da suspensão para compensar isso. Hoje viemos com muito cuidado e atrás do Carlos e do Paulo, que é nosso objetivo”, explica Guiga, que ficou com o 11º lugar nesta etapa. Trecho no salar foi de longa reta e alta velocidade A prova de hoje teve dois ingredientes marcantes na largada e na chegada. Logo no início da manhã, os veículos se posicionaram no Salar de Uyuni e largaram lado a lado, em grupos de cinco. Para fechar o dia, a descida pela maior duna urbana do mundo, com mais de um quilômetro de altura e quatro de extensão. “Nunca tinha feito esse tipo de largada em linha, além de termos visto o sol nascendo no Salar. São coisas como essa que marcam o Dakar. Em Iquique é essa chegada maravilhosa”, disse Paulo. “O Salar não tinha limite de largura”, contou Guiga. Foram mais de 100 quilômetros em linha reta por um campo aberto de sal branco em alta velocidade. “A grande dificuldades da maratona foi a chuva de ontem, que mudou a história desses dois dias. Nunca fiz uma etapa com tanta chuva e tanta dificuldade para navegar, não enxergava nada, o pneu destracionava e mudava o hodometro. E acabou complicando também a especial de hoje, já que era na mesma região”, comentou Youssef. “Na última duna, quem olha a partir do acampamento não tem noção de como é. Não é fácil. Pra descer, tivemos que seguir por muitas outras dunas, vamos ganhando altura”, completa. Guiga ainda explica: “É inacreditável. O ângulo é tão acentuado que a sensação é que estamos caindo, e vai ficando negativo e mais inclinado conforme vamos descendo. O visual é o mais impressionante. Do alto temos a visão do oceano e do acampamento.” Chegada foi pelas dunas de Iquique Nesta segunda-feira (12) é dia de descanso para os pilotos e muito trabalho para os engenheiros e mecânicos, que farão a manutenção completa dos dois ASX Racing. “O mais importante será conversarmos com a equipe e definir a estratégia para a reta final, se atacamos mais, se mantemos o que temos feito, se mudamos algo na condução. É um dia muito importante para isso também”, explica Carlos. Mas, claro, o repouso para encarar a metade final do Dakar será fundamental “Vamos descansar bastante e não pôr despertador para acordar”, brinca Youssef.

Comece a digitar sua pesquisa acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione ESC para cancelar.

De volta ao topo