Mitsubishi Motors prepara L200 Triton Sport para programa “Anjos” da cidade de São Paulo Com equipamentos desenvolvidos para aumentar a segurança no trânsito, 10 picapes da marca serão usadas pela CET nas marginais dos rios Pinheiros e Tietê A Mitsubishi Motors está disponibilizando 10 unidades da L200 Triton Sport customizadas e com equipamentos exclusivos para serem usadas por agentes da CET no programa “Anjos”, da capital paulista. “Preparamos modelos com equipamentos que ajudarão a CET a atender cidadãos paulistanos em momento de necessidade nas Marginais do Tietê e Pinheiros”, explica Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors do Brasil. Desenvolvidas em parceria com a ADX, empresa especializada em preparação automotiva, as L200 Triton Sport cedidas pela Mitsubishi Motors possuem snorkel; proteção inferior de carter, transmissão e tanque; rodas de aço aro 16’’; para-choque dianteiro de impulsão com guincho; para-choque traseiro com reboque e ganchos; giroflex e estribo nas lanternas de pisca; barras de LED frontais para sinalização; santo antônio e rack de teto; estribo lateral; prolongador de caçamba com rampa para motos; caixas laterais na caçamba; protetor de caçamba e cintas de reboque. Além disso, os modelos serão equipados com pneus Scorpion MTR fornecidos pela Pirelli. “Esses veículos serão usados em situações extremas para mostrar a força e resistência de nossos carros. Além disso, será um ótimo laboratório de desenvolvimento de modelos customizados que, eventualmente, podem ser comercializados de acordo com as necessidades do mercado”, comenta Julianelli. Além de disponibilizar as 10 unidades da L200 Triton Sport, a Mitsubishi Motors oferecerá um treinamento especial aos agentes da CET que participarão do programa sobre como operar todos os equipamentos instalados nos veículos. L200 Triton Sport A L200 Triton Sport vem equipado com o novo e moderno motor 2.4L turbo diesel, único na categoria em todo o mundo, com 190cv e 43,9 kgf.m de torque. Aliado a tudo isso, o exclusivo sistema MIVEC, que é capaz de entregar alto torque em baixas rotações e muita potência em regimes elevados, sem abrir mão da confiabilidade, durabilidade e economia de combustível. O sistema de Tração Super Select II é o mais completo do mercado: 4×2, 4×4 (que pode rodar no asfalto), 4×4 com bloqueio do diferencial central e 4×4 reduzida. As trocas podem ser feitas facilmente através do seletor no console central. Além disso, o veículo tem o bloqueio do diferencial do eixo traseiro. Em situações extremas, onde as rodas ficam suspensas, como valetas transversais ou terrenos com erosões, com um simples toque no botão, o carro é capaz de superar com facilidade. Pirelli doa pneus para todas as picapes “Com a doação destes 40 pneus para equipar cada veículo utilizado para o programa “Anjos”, a Pirelli contribui para esta prestação de serviço ao cidadão paulistano, tendo em vista a tecnologia e robustez do modelo utilizado”, afirma Marco Maria Tronchetti, diretor de Marketing para produtos Car da Pirelli na América Latina. A L200 Triton Sport especial será equipada com o Pirelli Scorpion MTR, pneu para condução também em condições extremas, com excelente tração e alta resistência a impactos laterais, a perfurações e a danos mecânicos. Control Fleet A Control Fleet é uma empresa especializada na administração de frotas de veículos, cuidando de todos os aspectos pertinentes a essa gestão. Foi criada em 1998, e tem como missão, oferecer soluções inovadoras e personalizadas, levando saving para as empresas. Confira a lista completa de itens da L200 Triton Sport Anjos da Marginal – Snorkel – Protetor de cárter reforçado – Protetor transmissão reforçado – Protetor tanque de combustível reforçado – Rodas de aço 16´´ – Para-choque dianteiro de impulsão – Para-choque dianteiro com guincho – Guincho “Come Up” – Para-choque traseiro com reboque e ganchos – Farol de milha – Giro Flex Vermelho – Luz de estrobo dianteira e traseira – Barras LED Single 30″ laterais – Santo antonio com guarda corpo na lateral – Estribos laterais – Prolongador de caçamba com rampa para motos – Caixas laterais de caçamba com suporte – Extintor de kg e suportes – Cambão e suportes – Cintas de reboque – Protetor de caçamba – Pá – Pneus 275/65R18 – Pirelli Scorpion MTR
Jeep Cherokee Sport 1997 MCustoms – Preparação na medida exata
Jeep Cherokee Sport 1997 MCustoms – Preparação na medida exata Por James Garcia A MCustoms, empresa especializada na personalização e customização de veículos, segue realizando trabalhos de alta qualidade no que se refere a melhorias e aperfeiçoamentos em sistemas de suspensão de modelos 4×4 atuais, bem como no potenciamento dos veículos, fazendo mudanças e remapeamento de chips de potência. Mas dessa vez vamos mostrar o carro que o diretor da MCustoms, Marcelo José Chibirca, utiliza para fazer suas incursões off-road mundo afora e também nas trilhas 4×4, que realiza no espaço fora de estrada do Box 54, um espaço 100% dedicado ao automobilismo em suas mais variadas vertentes, que fica localizado em Araçariguama, cidade próxima de São Roque, em São Paulo. O Box 54, aliás, será tema de outras matérias no futuro, por hora vamos nos ater ao Cherokee Sport 97 de Marcelo. Sobre o carro, ele foi enfático: “quer um bom 4×4 para fazer trilhas e andar com conforto pela cidade, com o melhor custo x benefício possível? Jeep Cherokee de gerações mais antiga”, comentou, na lata e sem rodeios. Claro que como qualquer outro carro usado, deve-se ter cuidado na hora de comprar. “Verificar o funcionamento da tração, transmissão e do motor são fundamentais. “, comentou, lembrando também que sistema de arrefecimento de veículos mais antigos necessita de cuidados extras. “Como você não sabe o histórico do carro, troque radiador, polia e correias. Não é um investimento alto e o benefício, nesses casos, é muito grande”, informou com sapiência. O Jeep Cherokee Sport da MCustoms é um modelo 1997, equipado originalmente com motor à gasolina, com 6 cilindros em linha, 177 cavalos e 29,6 quilos de torque (kgfm). A transmissão é automática de quatro marchas e a tração 4×4 via caixa de transferência Select-Trac. Uma das posições do seletor de tração no câmbio, a 4×4 Part Time, faz com que o 4×4 seja acionado só em casos extremos. É um sistema inteligente, que entra em ação automaticamente, conforme as condições do piso, como atoleiros e pistas escorregadias. Muita gente pensa logo em consumo, mas sejamos sinceros, quando o tema é 4×4 com desempenho, a palavra economia de combustível quase nunca cabe na mesma frase. Os números, porém, não são fora da realidade. Marcelo contou que na cidade, a média é de 4,5 km/l, enquanto na estrada já chegou a fazer 7,7 km/l. A suspensão é constituída por eixos rígidos e feixes de molas, sistema clássico, porém robusto e muito funcional. O 4×4 conta ainda com direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico, rodas de liga-leve, travas por controle remoto e um bom sistema de som. Por dentro, a única modificação observada é o rádio PY, fundamental para quem faz trilhas em lugares remotos. Para o seu carro, Marcelo optou por uma configuração de upgrade não muito radical, mas ainda assim interessante e versátil – o carro fica ainda melhor nas trilhas e fica ótimo na cidade e nas estradas, fundamental para quem gosta de viajar. Para tal modificação o Jeep ganhou kit de suspensão de 3″, com substituição das molas dianteiras, adição de mais molas na traseira, troca dos amortecedores originais por modelos especiais da MCustoms. Os braços inferiores da suspensão também foram trocados. Isso tudo ocorreu no momento em que o dono iria trocar os pneus originais, que é como quase sempre nascem esses projetos de customização. No lugar dos pneus 225 /70 15″, entraram os Dunlop MT 31″ x 10,5″ x 15, que conferiram não só um visual mais robusto, como desempenho aprimorado. Se interessou em montar um conjunto semelhante, mesmo em outros modelos? Entre em contato com o pessoal da MCustoms, oficina especializada em preparar e customizar veículos. A MCustoms está localizada na Rua José de Almeida, 1428, Vila Medeiros, Zona Norte de São Paulo. Watsapp 11-94331-7040 ou pelo email contato@mcustoms.com.br – www.mcustoms.com.br
Um Jeep que abraça três gerações off-road
Um Jeep que abraça três gerações off-road Por James Garcia Fotos Arquivo Pessoal O Wrangler “monstro” aí das fotos pertence a Ivo Bittencourt Junior, mais conhecido como Junior, o diretor da WB4x4, loja e acessórios off-road localizada em Brusque, Santa Catarina. Para entender a história desse carro, vamos voltar os ponteiros em alguns anos e entender a história do 4×4 na família Bittencourt. Junior foi “contaminado” pelo vírus do 4×4 desde a tenra idade, já que seu pai, Ivo Bittencourt, sempre curtiu jipes e trilhas. “Meu pai, quando jovem, no início dos anos 1980, tinha um Jeep Willys CJ2A 1949. Ele acabou por vender o carro na época, por preço de banana. Ele o havia desmontado para reformar, desistiu da empreitada por falta de dinheiro e passou o carro para um senhor em Brusque”, contou Junior. Há alguns anos eles tentaram encontrar o Jeep, sem sucesso. Depois disso também tiveram uma Rural, Gurgel, etc. Quando estava próximo de completar 11 anos de idade (este ano Junior completa 29), o seu pai comprou o um Jeep CJ3B 1954, no qual passaram os melhores momentos off-road juntos. Mesmo tendo outros jipes, modelos como o CJ5, Feroza, Engesa, etc, o CJ3B está na família até hoje, reformado e em estado impecável. “O valor desse carro é inestimável. Estava com ele até no momento em que conheci a minha esposa, Isabela”, disse. E esse envolvimento profundo com o 4×4 já vai para a 3ª geração. “Meu filho Cauã já o herdou, inclusive com o nome bordado nos bancos”, comentou orgulhoso. Com 2 anos recém completados, antes de ter falado qualquer outra palavra, o pequenino Cauã já sabia imitar o barulho de motor de carro! O pai coruja garante que não é lorota! Até 2011 Junior sempre foi muito ativo no esporte por hobby, até que em 2012 percebeu a possibilidade de transformar a paixão em negócio, dada a expansão do fora de estrada em sua região, que é berço de grandes eventos, de renome nacional, caso da Fenajeep. Mas, ao mesmo tempo, era carente na disponibilidade local de acessórios e equipamentos off-road. Existia uma demanda, sem oferta. Até então não existia uma loja especializada, até a inauguração da loja WB4x4, que atualmente conta com show-room, estoque e em breve será inaugurado um novo espaço, duplicando o tamanho da loja. Agora voltamos ao Wrangler JK 2010, o Jeep foi comprado dia 31 de outubro de 2014 numa concessionaria de Blumenau, SC. “É o carro de um único dono, com 38 mil quilômetros, todo original, equipado apenas com pneus 35×12,5 R17”, informou. Chegando em casa já começaram os upgrades, pois Junior já tinha o projeto em mente, inclusive várias peças já compradas e estocadas há mais de 1 ano, aguardando a chegada de um JK. Com o Wrangler já pronto, veio a grande prova de fogo. De 27 à 30 de Julho, a WB4x4 participou do 8º Rali Transcatarina, na categoria Adventure 1. Junior e Heitor Vargas participaram da prova com seu Jeep Wrangler equipado com o motor V6 3.8 de 200 cavalos, pneus de 37’’, rodas com anéis beadlock, bloqueio 100% nos dois diferenciais, diferenciais reforçados, barras de Led etc. Na categoria Adventure do Transcatarina os produtos que a WB4x4 comercializa foram colocados à prova. “É um campo de testes, e nele as quebras são inevitáveis, vale nesta hora o companheirismo jipeiro para ajudar os amigos”, lembrou. Sua equipe conseguiu a premiação máxima da categoria, que é o “destaque na Trilha’’, por terem feito duas duras etapas, dois grandes atoleiros, sem o uso de guincho. Dentro da categoria foram a única dupla a conseguir tal feito. Como consequência acabaram se empolgando e quebraram o eixo cardan traseiro, além do carro sofrer pane elétrica por ter ficado submerso em um atoleiro enorme. “Por sorte foi na última etapa, e com o apoio dos amigos, conseguimos cruzar a linha de chegada com muita felicidade”, finalizou. Prova de que para Junior e os Bittencourt, off-road é, além de coisa séria, uma prova de vida. Ficha Técnica – Jeep Wrangler JK 2010 Relações 5.13:1 Yukon • Bloqueios ARB nos dois eixos • RCV Homocineticas e semi-eixos dianterios• Estribos Power offroad • Parachoques Power Offroad • Estepe delete Power Offroad • Suspensão Rubicon Express 3.5’’ • Amortecedores Skyjacker 6’’ Control arms traseiros reguláveis WB4x4 • Kit amortecedor duplo direção WB4X4 Dois jogos de pneus/rodas: Pneus 40×13.5 R17 Challenger – Uso na rua e trilhas com pedras Rodas 17×9 US Wheels Crawler Pneus 37×12.5 R17 Insano Mamute offroad – Trilha com Lama • Rodas 17×9 Beadlock WB4X4 Espaçadores roda Enfer 28mm• kit de Paralamas Transformer WB4x4 , modo on e offroad• Guincho WB4X4 15.000 lbs cabo sintético Capas Bancos Neopreme Smittybilt • Tapetes borracha WB4X4 • Difusor Escapamento • Pega mão gaiola WB4X4• Envelopamento transparente• Barra Led 52” no teto • Suporte Barra Led by WB4X4 • Barra Led 12” no parachoque • Radiador de cambio B&M • Snorkel XDM Modular Rugged Ridge • BullyDog GT JEEP 40440 • Infinidade de perfumarias e acabamentos.
Uma geral na Toyota Hilux do AdrenaLAMA
Uma geral na Toyota Hilux do AdrenaLAMA Por James Garcia Fotos Arquivo adrenaLAMA/Mazzeo O paulista Ricardo Mazzeo, ou simplesmente Mazzeo, 43, é um dos três integrantes do trio mais irreverente do off-road nacional, o AdrenaLAMA, que desde Julho passou a ser exibido todos os domingos no programa Record News, às 9:30 da manhã. E é de Mazzeo uma das máquinas 4×4 vistas constantemente nas telinhas, uma picape Toyota Hilux CD 4×4 1993, japonesa, completamente modificada para uso extensivo e objetivo nas trilhas pesadas que a turma faz. “Comecei a montar ela em 2012. Já tive umas 4 Hilux e gosto da versão japonesa que foi fabricada até 1995, pelo motivo dela ter eixo rígido na dianteira e feixe de molas nas 4 rodas, o que, no meu ponto de vista, aguenta mais o rigor das trilhas, além de que o custo de manutenção é mais em conta”, explicou a respeito de seu modelo predileto. Mazzeo explicou que o espaço de entre eixos possibilita uma segurança melhor nas trilhas. “Em locais com erosões e nos atoleiros ela vai muito bem”, comentou. Esse carro foi montado na oficina do Gonzo, outro conhecido personagem do AdrenaLAMA, além de Sergio Braganti, ou Serginho. Questionado sobre qual sistema ou ponto que exige mais manutenção, Mazzeo comentou: “O maior problema em trilhas pesadas era o fato do carro esquentar quando pegávamos muitos atoleiros e lama. Mesmo sendo um carro alto, o radiador “fecha” com facilidade”, informou o off-roader. O problema foi resolvido com a adaptação do radiador na traseira. O que mais incomoda o proprietário é que em trilhas pesadas o carro sofre umas amassadinhas (risos), mas de resto é manutenção normal. Os cuidados se estendem com a limpeza do veículo. “Procuramos, sempre que saímos da trilha, lavar, engraxar e revisar itens básicos dos nossos 4×4, para não termos problema nas próximas gravações”, citou. “Essa picape foi montada para a estrada e trilhas pesadas, pois viajamos muito, entramos no barro e depois temos que voltar rodando”, finalizou. Ficha Técnica – Toyota Hilux cd 4×4 93/93 japonesa – motor mwm 2.8 Turbo diesel – câmbio Nissan Frontier – Body light na carroceria 2 polegadas – jumelo 2 polegadas mais alto – para-choque dianteiro tubular reforçado com base de guincho (by gonzo) – rodas de 15 x 8″ – pneus BF Goodrich 35×12,5 x15″ Mud tERRAIN – Guincho Elétrico 9000 dianteira – 2 faróis de milha em led redondo na frente – scoper no capô para entrada de ar personalizada – 1 barra de Led curva no capô dianteiro – snorkel Ogz – eixo dianteiro rígido saída esquerda deslocado 5 cm para frente – rock slider e protetor de para lama dianteiro ( by Kondz ) – radiador direcionado para caçamba com ventoinha dupla – caçamba em forma de gaiola com estepe inclinado pneu mud 35/12,5 x 15 ( by Kondz) – prancha de desatolamento ( by Chakal) – Macaco hi lift – galão de 20 litros – machado – pá – Baú para guardar cintas – base de guincho traseira com guincho elétrico 12000c – Parachoque traseiro personalizado com engate removível e lanternas de led ( by Kondz ) – bancos Rally Desing – Relógio de pressão óleo cronomac – relógio de temperatura mecânico cronomac – relógio de pressão de turbo cronomac
Mudanças para melhorar – Mitsubihi L200 Triton Customizada
Mudanças para melhorar – Mitsubihi L200 Triton Customizada Off-roader carioca elege Mitsubishi L200 Triton como veículo ideal para incursões off-road. E faz diversos upgrades para melhorar as aptidões do modelo para a aventura Por James Garcia Foto Arquivo Pessoal O carioca, Marco Antonio Gonçalves, 50 anos, é o proprietário dessa picape Mitsubishi L200 Triton Savana 2015. “Sempre gostei de 4×4 e sempre tive vontade de ter um, comprei meu primeiro 4×4 há quatro anos, era um jipe Troller. Seguindo o curso natural, Marco ingressou no Jeep Clube de Maricá http://www.jcm4x4.com.br/ onde hoje faz parte da diretoria, como membro conselheiro. Marco começou a fazer trilhas e correr em alguns rallys, como o Campeonato Carioca Off Road e a Copa Troller, nas categorias Turismo Light e Expedition. “Em 2015, eu e meu filho mais velho, que é meu navegador, fomos campeões da Categoria turismo Light do Carioca Off Road”, comentou com indisfarçável orgulho. Depois do Troller, Marco migou para a Mitsubishi Savana pois queria, além de poder participar do Mitsubishi MotorSports, ter um pouco mais de espaço para os seus equipamentos para viagens e para as trilhas. “Para mim os pontos fortes da Savana são o conforto, espaço e o desempenho na areia e a agilidade nas manobras no trânsito, principalmente. Até agora só vi um ponto fraco em relação ao Troller, que são os ângulos de entrada e de saída”, explicou a respeito da mudança de marca e modelo de veículo. Antes de comprar a Savana, o off-roader pesquisou muito a cerca de preparações do carro para o off road. “Percebi que a ADX era a empresa mais adequada para o meu projeto, por possuir bastante experiência em Mitsubishi e ser reconhecida pelo próprio fabricante”, concluiu. “O Leo da ADX, além de me fornecer todos os equipamentos necessários, foi o grande consultor na montagem desse carro, me ajudou com todas as dicas para a preparação da Savana, além de profundo conhecedor da Mitsubishi, é o fabricante de todas as peças da ADX”. O proprietário listou as principais mudanças e upgrades realizados nesse modelo. – Todas as proteções da ADX – proteções inferiores, rock slider lateral, rock slider para proteção da caçamba, kit de suspiro dos diferenciais para a travessia de alagados, base de guincho, Overbumper (Desenvolvido para trazer robustez e dar o correto acabamento a instalação do Guincho Elétrico nos veículos.) para embutir o guincho, etc – Suspensão especial – Para melhorar a performance no fora de estrada e principalmente nos rallys, aumentar a altura da suspensão do carro para viabilizar o uso dos pneus maiores – Pneus MUD 285x75x16 – Melhoraram a performance no off road e aumentaram o vão livre do solo – Reprogramação do motor para 265 HP – melhora a performance do carro em todas as situações, aumentando a potência e acabando com o delay do acelerador – Guincho elétrico de 12.000 libras com cabo de Kevlar – PY – Console de teto customizado – Faróis de milha de LED – Sensor bluetooth Totem – Computador de bordo off-road – Trip Piloto – Macaco HiLIft – Engate de reboque traseiro com manilha – Filtro esportivo – Faróis principais de led – Toda a iluminação interna, portas e marcha ré em led – Pranchas de desatolagem originais Mitsubishi – Pá – Difusor de teto ADX ADX – Fornecedor da Suspensão, proteções, base de guincho, etc. “Para os fãs da Mitsubishi eu poderia dizer que além de uma grande marca, quando você entra no Mundo Mit, além de estar adquirindo um novo carro, você está mudando seu estilo de vida. Após conhecer o mundo das trilhas e rallys, sua vida jamais será a mesma, dê adeus a monotonia e seja feliz, conheça lugares fantásticos que jamais teria a oportunidade de conhecer sem um 4×4 e faça muito, mas muitos amigos mesmo no mundo off road”, finalizou com uma boa dose se experiência e sabedoria.
Um Jeep feito trator
Um Jeep feito trator Off-roader do Vale do Paraíba, SP, constrói um jipe para qualquer tipo de trilhas. Forte, alto e com imenso curso de suspensão, esse Jeep parece mais um trator mesmo Por James Garcia – Fotos Arquivo Pessoal William Perrenoud William Perrenoud, 36 anos, natural de Pindamonhangaba, SP é daqueles que tiveram contato com off-road, trilhas e veículos desde cedo. “Desde pequeno estou no mundo 4×4. Já viajei de camionete para o Deserto do Jalapão, Pantanal, Deserto do Atacama e conheci a Bahia”, comentou. Uma grande escola foi a participação, durante 2 anos, como apoio para uma equipe no Rally Internacional dos Sertões, versões 2005 e 2007, além de acompanhar o Rally Dakar EM 2010. Já fez algumas trilhas conhecidas em São Paulo, como as trilhas do Cachorro Louco, Trilha do Verde e Pinheirinho. Mas ressaltou há ótimas opções de caminhos off-road, na região em que vive: “Aqui na nossa região do Vale do Paraíba, existem várias trilhas boas. Com muita erosão, atoleiros, enfim, tudo que um verdadeiro amante do off-road gosta. Para o ano que vem, William junto de outros amigos off-roaders, está organizando um plano para fazer a Estrada Transamazônica. Na época certa é realmente uma aventura inesquecível. Para fazer off-road nas trilhas da região, William construiu esse 4×4 híbrido, robusto, com imenso curso de suspensão e o visual da carroceria mantendo a “alma” de um CJ5 Willys Overland de 1967. William comentou que demorou 5 anos, trabalhando no Jeep, até chegar onde está hoje. Valeu a pena, hein? Ficha Técnica – Jeep 1967 Tractor Motor 4.1 injetado da Silverado Cambio da F-4000 Reduzida- Willys (engrenagens reforçadas) Eixos – F-75 com semi-eixo reforçado da HD4x4 Dianteira com homocinética Toyota e roda livre High Performance Traseiro reforçado da HD4x4 com eixo flutuante Bloqueio Dianteiro – ARB 100% (Air Locker) Bloqueio traseiro – Kaiser 100% Suspenção – Four-Link com tubos de 2″ e 6 milímetros. Amortecedores FOX 16″ pressurizados Guincho Mecânico Biselli Pneus MAX 37″ Roda 17×9” Beadlock nas rodas Direção hidráulica da GM S-10 Gaiola reforçada Tanque GM D20 de 80 litros Ano do Jeep – 1967 Barra de direção reforçada de 5 milímetros com terminais rotulares M19 Distância entre eixos alongada em 40 centímetros, para ampliação do ângulo de entrada e saída. Bloqueio 100% Dianteiro e Traseiro.
ADX Acessórios e Equipamentos para preparação 4×4
ADX Acessórios e Equipamentos para preparação de veículos 4×4 Fotos Arquivo ADX A ADX Acessórios e Equipamentos nasceu em 2007. A empresa foi criada por Léo Moreira, veterano off-roader paulistano, que quis produzir no Brasil, equipamentos e acessórios de qualidade. Tudo atende as normas nacionais e internacionais para a preparação de carros para os ambientes mais hostis, como mineração e reflorestamento. Segundo Léo, “o desenvolvimento acontece por necessidade do frotista em aumentar a durabilidade ou capacidade do seu veículo”. Esta demanda gerada nos obriga a criar produtos, respeitando os processos exigidos pelas montadoras, só que com mais resistência. Para atender todos esses requisitos, o desenvolvimento parte dos princípios de resistência, montagem descomplicada e respeito ao veículo. Dessa forma a ADX garante a durabilidade e funcionalidade, mas também que o veículo não terá sua estrutura ou funcionamento alterados. A qualidade fortaleceu a marca, tornado-a a principal escolha das montadoras de veículos, na hora de indicar acessórios para o trabalho off-road. Atualmente atende prioritariamente à demanda dos veículos Mitsubishi, mas a marca tem planos e está trabalhando para atender outras bandeiras. Segundo Léo Moreira, diretor da ADX, o objetivo é garantir de que o cliente vá e volte para o seu trabalho ou aventura, com segurança. Léo Moreira, diretor da ADX, fala de sua marca, veja aqui: Conheça os produtos e aplicações dos produtos ADX, clicando aí no anúncio da marca. Conheça já!
Um dos melhores Jeep Wrangler do Brasil
Um dos melhores Jeep Wrangler do Brasil Off-roader carioca aplica conhecimento, técnica e expertise na montagem de um super Jeep! Fotos Arquivo Pessoal Fabio Paiva, 41 anos, é casado, nascido no Rio de Janeiro e trabalha como corretor de seguros. Fabio serviu ao Exército por 4 anos, no quartel de Cavalaria Mecanizada. “Lá aprendi a mexer e gostar de Jeep, caminhões e outros veículos todo terreno. Logo de cara descobri como os pequenos Jeep eram valentes. Uma vez, fazendo reconhecimento em Itaguaí, RJ, ficamos rodando pela região um dia inteiro sob fortes chuvas e quando retornamos para o quartel, já tarde da noite, descobrimos que a cidade estava toda ilhada e haviam decretado estado de emergência. Estávamos somente em 1 veículo e passamos em diversos alagados, ruas que viraram rios e tudo mais, sempre achando tudo divertido e emocionante”, dissertou Fabio sobre começou essa história de Jeep em sua vida. Fabio comprou seu primeiro Jeep, um Willys CJ todo desmontado, em 1997, logo que saiu do Exército. Era o que dava para comprar na época. Foram necessários 2 anos para montá-lo e começar a fazer trilhas. “Logo que comecei a usar, já comecei à fazer os “upgrades” para usar o maior pneu que eu conseguia comprar na época, um Goodyear Wrangler 35”. Era um espetáculo! “, lembrou. Mas esse Jeep andou pouco, pois numa prova em Macaé, um Trial de Superação, Fabio capotou com ele e, apesar de passar mais 1 ano reformando o carro, acabou por vender antes de ficar pronto. Paralelo ao primeiro Jeep, Fabio teve uma Nissan Frontier com pneus 33” e Body Lift de 3”, que usava para viagens e trilhas mais leves. Depois teve uma picape Ford Ranger Limited, com a mesma configuração. Fabio comentou que o sempre teve o Jeep como um segundo veículo. Sobre a escolha do Wrangler, Fábio foi objetivo: “O Wrangler é o neto do meu primeiro Jeep, o CJ. Desde quando eu tinha meu primeiro Jeep, já ficava de olho nos Wrangler, vulgo TJ, que apresentam muito mais possibilidades de preparação e configuração. As grandes evoluções do Wrangler são o fato deles possuírem molas helicoidais e caixa automática. Muita gente não gosta, mas a caixa automática permite um controle muito superior em trilhas e obstáculos mais extremos e radicais”. Realmente essa observação de Fabio é alinhada com o gosto do publico norte americano, que, em sua maioria, usa o Jeep com câmbio automático. Versões manuais são raras de ver. Fortalecendo um clássico Nosso personagem se casou no dia 05 de novembro de 2010. E exatamente 1 mês depois, dia 5 de dezembro, comprou o “Ninho”. “Esse apelido surgiu porque ele é branco e eu gastava com ele mais do que com o Leite Ninho dos meus filhos, além de também ser “Enriquecido com Ferro”, afirmou, com bom humor. Na época, Fabio estava procurando uma Pajero Sport usada, que seria um carro apenas para fazer trilhas, viagens e para o dia-a-dia. Mas numa festa com amigos, lhe deram a ideia de voltar a ter um autêntico Jeep, mas a sugestão foi comprar uma Cherokee Sport, vulgo XJ, e um carro de passeio como um Gol, Sandero ou algo assim. “Essa dica me fez pensar e pesquisar muito e optei pelo Wrangler, apesar de ser geralmente o dobro do valor de uma Cherokee e um Sandero. A opção pelo Wrangler tinha 2 grandes vantagens sobre a XJ: ter chassis e ser conversível”, comentou. Fabio fez muitas pesquisas nos fóruns americanos e nas lojas e sites, que duraram meses. E com isso o off-roader foi montando um “Grande Projeto Geral”. Como na época era impossível avaliar, Fábio estabeleceu algumas fases para o “Ninho” alcançar. Em todas elas, Fabio foi comprando os itens necessários e parava o mínimo possível para fazer toda a transformação de uma vez. Fábio Paiva nos passou, resumidamente, as fases já efetuadas: Fase 1 – Bloqueios ARB nos 2 eixos originais, pneus 35”, rodas Beadlocks aro 15”, Guincho Warn 9000, Suspensão Rubicon Express 3,5”; Fase 2 – Suspensão Long Arms Clayton Off Road, Eixo dianteiro Dana 44 com Axle Truss e Semieixos+Homocinéticas RCV, Eixo traseiro Dana 60, Pneus Trepador Competition 40”, bloqueios ARB nos 2 eixos, Paralamas MetalCloak, Guincho Warn M8274, Amortecedores de 14” de curso; Fase 3 – Motor V8 5.9L Mopar 360 Magnum e caixa automática 4 marchas; Fases 4, 5 e 6 – já definida, mas aguardando o dollar baixar… É por essas e outras que o Wrangler de Fabio Paiva é considerado por fãs e amantes do modelo Wrangler, como sendo uma das unidades mais bem preparadas do país.
Uma Pajero raçuda e para a família
Uma Pajero raçuda e para a família Essa Mitsubishi Pajero Dakar 2009 recebeu uma customização fina na Oficina 4WG. Confira o estilo, as especificações e todo o vigor desse belo off-road! Texto e Fotos James Garcia Essa belíssima Pajero Dakar 2009 pertence a Fernando e Mônica Graton, casal paulistano que encontrou no off-road, muito mais que hobby; um estilo de vida. Desde que começaram a praticar fora de estrada, já se foram 10 anos, e nesse período a marca japonesa dos três diamantes sempre esteve presente em sua história. “Tive outros Mitsubishi e além da Dakar, tenho um Pajero GLX 97, preparado para trilhas”, comentou Fernando. “A Pajero nos dá tudo que precisamos: desempenho, conforto e espaço para 7 pessoas, pois levamos sempre nossos dois filhos ((Gabriel e Davi) e mais três sobrinhos”, lembrou Mônica. Muito bom notar o número cada vez maior de famílias que dividem e praticam uma atividade comum, comprovando que o off-road é sim, uma atividade que tem na confraternização pessoal, um de seus grandes apelos. Além da família de sangue, Fernando fez questão de lembrar do grupo que faz parte, segundo ele a sua família off-road; o “Bodes da Lama”. Fernando levou um ano até encontrar o carro exato: diesel, sete lugares e câmbio manual. “Sou da escola de que pilotagem real é feita com trocas de marchas manuais. Gosto de sentir o carro nas mãos”, comentou. Quando esteve na Colômbia há alguns anos, Fernando conheceu uma versão local da Dakar já preparada para uso mais radical e denominada Off-Road. Foi esse modelo em questão que inspirou o projeto do seu carro. Essa Dakar 2009 recebeu uma customização personalizada na oficina 4WG, de São Paulo e o resultado do trabalho é esse visto nas imagens da matéria. Para começar, o veículo ganhou lift de suspensão de 2.1/2”, fabricado pela 4WG e que trabalha em conjunto com amortecedores offshox. Nas rodas originais de 17” (pintadas de preto, com o logo da marca em vermelho no centro), foram instalados pneus Mud de 33” x 12,5 x 17”. Segundo Fernando (um conhecedor e praticamente de mecânica automotiva), com essas alterações, a Dakar subiu cerca de 13 centímetros em relação a versão de fábrica. Sem perder nada da estabilidade, segurança e dirigibilidade. O motor teve a injeção eletrônica remapeada com chip da Reiko, em nível 1, e foi de 165 para 245 cavalos (80 cavalos a mais!) e o torque foi elevado de 38,1 kgfm para 54,5 kgfm (16,4 kgfm extras!!). Depois desse super upgrade, o consumo médio em estrada, fica na casa dos 12 km/litro, a uma velocidade média de 110 km/h. Obviamente se o pedal for exigido, essa média vai cair na mesma proporção da velocidade atingida. O guincho elétrico de 12.000 libras, instalado de forma harmoniosa na dianteira, foi fixado em uma plataforma mais baixa e acondicionado em um bumper, ambas peças fabricadas pela empresa ADX, especializada em peças e acessórios Mitsubishi. “Colocamos o guincho dessa forma, mais embutido, para não termos problemas quando cruzarmos a fronteira do Brasil com outros países, onde ter um guincho exposto é proibido”, informou o proprietário. Para finalizar o projeto de customização, a Dakar ganhou um “envelopamento” de alta qualidade, seguindo o mesmo padrão de cor original do veículo, porém com um acabamento fosco, que em contraste com as rodas, pintadas de preto, e com os logos seguindo o padrão vermelho original, conferiram beleza, equilíbrio e identidade ao 4×4. Perguntado sobre quais seriam os próximos planos com a Dakar, o casal informou que já tem agendado para julho. Uma trip para Bonito, MS, Foz do Iguaçú, PR e Serra do Rio do Rastro, SC. Três lugares fabulosos escolhidos por Monica. Que ótima maneira de fazer a estreia dessa Pajero! Quer saber mais sobre esse e outros projetos especiais? www.4wg.com.br
Uma Amarok nervosa!
Uma Amarok nervosa! Por James Garcia Fotos James Garcia e arquivo MCustoms A MCustoms acaba de finalizar mais um projeto audacioso; um upgrade para tornar a picape Volkswagen Amarok mais “nervosa” e precisa, para uso off e on-road. Segundo Marcelo José Chibirca, diretor da MCutsoms, o proprietário dessa Amarok não fará uso específico no fora de estrada. “Ele gosta de esportes de aventura, precisa de um veículo para ir até os locais onde pratica seus esportes, ou seja, vai rodar por estradas de terra nas mais diversas condições e terrenos arenosos próximos ao litoral”. O modelo 2016 recebeu basicamente um lift de suspensão de 2” polegadas (5,08 centímetros) e adição de amortecedores Bilstein auto reguláveis. Esses amortecedores são geralmente usados em veículos que necessitam de altíssima performance e em competições de rally. A picape teve as rodas aro 19” substituídas por modelos off-road de 17” e ganhou pneus BF Goodrich KO2 de uso misto, medidas 265 70R 17”. O kit de suspensão de 2” MCustoms para a Amarok é composto por blocos traseiros com acerto de ângulo, que corrigem a geometria entre diferencial e eixo cardan, evitando vibrações e desgastes prematuros de todo o conjunto; jogo de grampos para feixe de mola; conjunto de anéis para reposicionamento do prato de molas dos amortecedores dianteiros; os já citados amortecedores monotubo da Bilstein com setting Motorsport, com válvulas auto ajustáveis proporcionando conforto, performance e segurança. Para melhorar ainda mais o desempenho da Amarok (que originalmente já é muito bom!), essa unidade foi equipada com Chip de Pedal GasChip, utilizado para eliminar o “atraso” do acelerador eletrônico. São 4 níveis de regulagem, proporcionando um ajuste fino na condução do veículo, melhorando o tempo de resposta em saídas e retomas, maior esportividade e segurança. E para ter ainda mais “fôlego” a picape ganhou chip de Potência GasChip: totalmente Plug and Play, que é instaldo sem danificar o chicote e sem mudar os parâmetros do módulo do veículo. Ele atua na linha do Rail, otimizando a injeção de combustível gerando um ganho de potência de até 35cv e 7 kg de torque, proporcionando performance e economia Para fechar o visual mais arrojado, o veículo recebeu para choque de impulsão com suporte para farol auxiliar e um engate de reboque traseiro. Além da melhora geral do desempenho de todo o conjunto, que visual incrível ficou essa Amarok! Saiba mais sobre o trabalho da MCustoms aqui: www.mcustoms.com.br
