Uma picape Bandeirante bem diferente…

Fotos Nicolas Kruger Aires Souza, de 64 anos, mora em Pelotas, Rio Grande do Sul. Sua adoração pelo mundo 4×4 começou em 1993, quando comprou um Jeep Willys. “Em 1996, comprei minha primeira Toyota Bandeirante, e depois em diante não parei”, relatou Aires. Desde então teve vários Bandeirante, e atualmente tem três em sua garagem. Aires e sua valente veterana Essa picape 1987 foi adquirida em 2010, estava atirada no pátio de uma concessionária só esperando um dono. E assim que Aires a comprou começou a trabalhar nela, com muitos cálculos e estudos sobre o projeto, para chegar ao resultado que queria. A restauração demorou cerca de três anos de muito trabalho, mas valeu apena, pois ficou como ele tinha planejado, com uma cabine estendida em 30 centímetros, para conseguir maior conforto, uma caçamba Step Side e acessórios como guincho 12.000, macaco hi lift, escapamento customizado, climatizador, snorkel, radio px entre outros… Aires usa a picape para expedições, trilhas exposições. Ficou show, não é? Veja mais fotos da picape, a seguir…

Veículo conceito Duality é finalista no 28º Prêmio Museu da Casa Brasileira

Fotos Divulgação Fernando Machado e o Duality O veículo conceitual Duality, assinado pelo designer Fernando Machado (39), foi finalista no 28º Prêmio de Design promovido pelo Museu da Casa Brasileira. O concurso recebeu 746 inscrições e após duas fases um respeitado júri elegeu 64 projetos em 8 categorias de design: Construção, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Utensílios, Têxteis, Transporte e Trabalhos escritos, além de suas modalidades protótipo, reservadas a projetos que ainda não estejam em produção (na qual o projeto foi inscrito). A cerimônia em homenagem aos premiados (33)e finalistas (31)ocorreu no dia 27 de Novembro e marcou o início da mostra de design que ficará em exposição até 25 Janeiro de 2015. É a segunda vez que o projeto Duality obtém importante reconhecimento. No ano passado, foi finalista no desafio Michelin onde mais de 900 trabalhos de 75 países foram inscritos e selecionados apenas 15 finalistas que foram expostos no maior salão automotivo norte americano: o NAIAS. Ainda internacionalmente o trabalho está publicado na maior revista digital de design global: a Yanko Design. Nacionalmente o projeto repercutiu quando foi publicado na conceituada revista 4×4&Cia e no site DesignBrasil. Mais sobre o prêmio de design MCB O mais renomado e prestigiado prêmio de design do país promovido há 28 anos pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo por meio do Museu da Casa Brasileira. É destinado a celebrar o melhor do design nacional revelando novos talentos e mostrando o trabalho de empresas já consagradas. O 28º Prêmio Design MCB tem o apoio de Casa Claudia, Arquitetura & Construção, Senac São Paulo, ArcDesign, Paralela Gift, Abedesign e Arq!Bacana Museu da Casa Brasileira Sobre o projeto É um veículo conceitual hibrido projetado em 2013. Possue suspensão articulada independente que permite alternar entre os modos fora de estrada e carro de corrida. É uma visão para o futuro que está agora na fase do modelo em escala (1:5) Saiba mais sobre o Duality nesses links: The Ultimate Off-Road Racer http://www.designbrasil.org.br/design-em-pauta/conheca-o-projeto-brasileiro-que-foi-finalista-michelin-challenge-design-2014/#.VH3hCDhTujs http://www.mcb.sp.gov.br/mcbItem.asp?sMenu=P002&sTipo=5&sItem=2915&sOrdem=0

Picape Troller?

Comprimento é bem maior que o jipe padrão Por James Garcia Fotos Claudinei de Farias/Imagem Radical Muitas são as vezes que a opinião de amigos influencia uma decisão em nossa vida. E é ótimo pode contar com pontos de vista diferentes, para chegar ao melhor resultado possível. Sancler Machado, 34 anos, natural de Criciúma, SC, ouviu os amigos, mas também seguiu sua voz “interior” ao escolher o carro que ilustra essa matéria. A história aqui começa algum tempo atrás, quando um amigo comentou que queria comprar uma Picape Troller Pantanal. Essa picape torna real um conceito que muitos off-roaders devem ter idealizado Como foram poucas unidades do modelo colocadas à venda (77 carros entre 2006 e 2007) e, posteriormente retiradas do mercado pela Ford em 2008, sob o risco de problemas sérios no chassi, o rapaz obviamente não encontrou nenhuma. Foi aí que se originou a ideia de fazer uma conversão sobre a base de um jipe Troller. Iniciando a última restauração O 4×4 escolhido foi um modelo 2002, com motor MWM 2.8, câmbio de 5 marchas e tração com acionamento eletrônico. O 4×4 já estava equipado para trilhas e off-road. A oficina que iniciou o projeto foi a responsável pela maior transformação, já que alongou o chassi e diminuiu o tamanho da cabine. Isso já deu a visão do que seria o projeto. Até aí, Sancler apenas ouvia falar da picape, pois a oficina em que ela estava fica a 60 quilômetros de Criciúma, em Santa Catarina. Quando a viu pela primeira vez, num passeio de jipe clube, Sancler achou o utilitário estranho, pois nunca tinha visto nada igual. Como o ex-dono também é de Criciúma, Sancler via a picape com frequência, ou na trilha ou no dia-a-dia, durante a semana. “Na época eu tinha um Willys 64, com motor 4.3 vortec, que vendi pois recebi uma ótima proposta. Fiquei sem um 4×4 por um ano”, lembrou. Detalhe do interior da parte traseira: bom lugar para malas Quando resolveu voltar a ter um 4×4 decidiu-se pelo Troller. Ao procurar numa revenda da região, lá estava ela, a curiosa e estranha picape, que seu amigo havia colocado à venda. Sancler voltou para casa, pensou e resolveu ouvir a opinião dos amigos sobre o jipe. “Alguns me deram força na compra e outros diziam que eu era louco, pois era um carro de trilha e uma picape ‘feita a mão’, com valor de mercado suspeito”, lembrou. Sancler comentou sobre o caso: “O valor ofertado estava fora do mercado. Mas fiz a proposta em dinheiro e esperei para ver”, contou o off-roader. Quatro dias depois o ex-dono ligou, dizendo que o negócio estava fechado. Até então ele havia comprado o 4×4 para fazer trilha e não pretendia investir nada. Mas no meio de um animado churrasco com os amigos, resolveu reformar o 4×4 por completo e equipá-lo com acessórios de ponta. O interior recebeu diversos relógios, DVD, GPS e etc E Sancler quis mudar a cor também. “Tive dúvida pois queria uma que não arranhasse muito. E continuar na cor preta fosca, nem pensar!”, comentou. Depois de ver fotos de um Jeep Wrangler na cor branca com teto preto, matou-se a charada. Foi mesmo uma ótima escolha. Ao todo foram nove meses de oficina, para finalizar o restauro e desmonte de toda a mecânica para revisão geral. Com a “máquina” boa, a parte mais trabalhosa foi transformar a frente de faróis quadrados para o formato redondo, mais apropriado ao estilo do jipe. A complicação se deu pela distância, pois o serviço foi feito em Florianópolis, a 200 quilômetros dali. O curso de suspensão também foi ampliado Nesse tempo, a picape ganhou amortecedores especiais e bloqueios de diferenciais com acionamento eletônico, nos dois eixos. Os para-choques originais deram lugar a modelos feitos para o off-road, com anilhas e entrada do macaco. O guincho Warn Power Plant, com controle sem fio, foi revisado e teve o cabo de aço trocado por um mais moderno, de kevlar. Hoje, depois de toda essa trabalheira e alguns cabelos perdidos, Sancler sabe que fez a escolha certa. “Estou muito feliz com ela, pois além de um off-road robusto, ainda chama a atenção onde passa”, finalizou com orgulho. Sancler Machado e sua picape Troller Quer saber mais informações e dicas sobre esse belísimo trabalho de conversão? Envie mensagem e troque informações com Sancler Machado, através de seus e-mail: sancler756@hotmail.com

Mutação Contínua

Jeep Ford CJ5 1979 Por James Garcia Fotos David Santos Jr. Esse é o Jeep Ford CJ5 1979, do personal training paulistano Ricardo Marchina Maia, que é dono dessa máquina mutante há quase duas décadas. A história de Maia começa há mais de 20 anos, quando comprou seu primeiro Jeep, um Willys 1962 em sociedade com um colega, fato que obviamente não deu certo, pois há certos bens que não se dividem e carro é um deles. “Vendi minha parte e fui atrás do meu próprio Jeep, um Ford 1976”, comentou. Posteriormente houve um Ford 1983 para depois chegar a esse belo exemplar 1979, que já atormentava os pensamentos de Maia. O negócio foi feito em 1996 e o Jeep já era um “arraso”, estava em perfeitas condições de uso, inclusive possuía a carroceria de fibra – uma das primeiras do País –, afinal o Reinaldo é perfeccionista. Maia está com o Jeep há 15 anos e, concomitante a isso, teve uma Toyota Bandeirante que lhe proporcionou uma incrível viagem off-road: a Transpantaneira e a Transamazônica, em 2002, em 28 dias e 11 mil quilômetros de aventuras. Mas o assunto aqui é o Ford. “Adoro o Jeep e na época que o comprei poderia ter ficado com um Engesa pelo mesmo valor. Gosto é do Jeep!”, enfatizou o rapaz. Mesmo estando impecável, o 4×4 já passou por mudanças desde então. Primeiro ele foi pintado novamente, quando o pai de Maia e Reinaldo eram sócios em uma oficina de funilaria e pintura. Naquele período, um amigo mostrou um motor V6 da Ford Ranger e perguntou se não gostaria de instalar no Jeep. “Fiz a besteira de perguntar ao Reinaldo se ficaria bom”, e o resultado está aí. O motor 4.0 litros dianteiro, com 162 cavalos e 31,1 kgfm de torque caiu como uma luva. “Falaram que seria uma loucura, que daria problema, encrencaria na trilha etc”, comentou. Maia e Reinaldo seguiram em frente e aí está. Hoje se vêem muitos Jeep com motores injetados. O aspecto mais complicado na restauração foi ter que fazer um novo chicote elétrico do propulsor, pois o dono só tinha o módulo. Outro ponto difícil foi construir a flange com a capa seca entre o câmbio Clark e o motor Ford, mas ficou tudo pronto em 30 dias. O dono utiliza seu Jeep no dia-a-dia, vai ao trabalho e, claro, incontáveis trilhas, viagens e exposições de que já participou. Segundo Maia, os méritos são todos do amigo Reinaldo Bontempo, que idealizou e construiu esse Jeep há 19 anos. “Ele já fazia modificações que simplesmente não existiam, como a adição da porta do modelo do Wrangler, a ampliação do quadro de para brisa com os limpadores localizados na parte inferior, direção hidráulica, freio a disco nas rodas dianteiras, sem contar na suspensão constituída por barras e molas helicoidais baseadas no jipe Engesa, outro upgrade que na época nem sequer era imaginado para jipes”, falou Maia, que também lembrou com carinho dos pais, pela paciência de ter a garagem deles (que é só para um carro), ter virado uma oficina, às vezes de mecânica, outras de funilaria e pintura. O interior básico e sem firulas Nosso personagem lembrou um fato curioso: certa vez estava na Trilha do Pinheirinho, na Serra da Cantareira (zona norte da cidade de São Paulo) e quebraram os cinco parafusos prisioneiros de uma das rodas traseiras. A namorada Egle humphreys – hoje esposa – estava junto e os amigos implicaram, dizendo que ela iria reclamar pela demora e porque estavam no meio do mato e lama. Eles não a conheciam. Egle esticou uma lona sob a sombra de uma árvore, pegou o livro e ficou entretida até que Maia finalizasse o reparo, o que surpreendeu a todos. “As esposas deles é que já estariam reclamando; finalizou com bom humor, complementando que com isso ela ganhou vários pontos e hoje é sua mulher. “O ex-dono tinha uma oficina de 4×4 próximo de casa, e eu não saía de lá. Sempre falava que um dia o Jeep seria meu e de fato isso aconteceu” – Ricardo Marchina Maia Fale com Ricardo Marchina pelo e-mail troffroad@ig.com.br Ficha Técnica – Jeep Ford CJ5 1979 Carroceria: Fibra de vidro Chassi: original Motor: Ford Ranger V6, 4.0, dianteiro, longitudinal Potência máxima líquida: 162 cavalos a 4.800 rpm Torque: 31,1 kgfm a 2.750 rpm Combustível: gasolina Cilindrada: 4.011 cm3 Taxa de compressão: 9,0:1 Refrigeração: água Transmissão: câmbio Clark de quatro marchas mais Ré Tração: 4×4 e 4×4 com reduzida através de caixa de transferência Bloqueio de diferencial ARB dianteiro e traseiro Suspensão: Eixos rígidos, braços móveis e molas helicoidais, amortecedores com regulagem interna Direção: Sistema Hidráulico Ford Landau Freios: sistema de discos nas quatro rodas, dianteira Ford Landau e traseira da VW Brasília Rodas: Mangels 15 x 8” Pneus: Mud terrain 35” x 12,5” x 15” Comprimento: 3.517 Largura carroceria: original Largura total com retrovisores e estribo: 1,850 Altura total: 2,060 Altura com para-brisa rebatido: 1.750 Vão livre: 400 Passagem em água: 750 Bitola: 1.250 Entre-eixos: 2.057 Peso: 1350 quilos Capacidade de carga: 500 quilos Velocidade máxima: 150 km/h Tanque de combustível: 55 litros Consumo Cidade: 6,5 km/l Estrada: 7,5 km/l Mais imagens…

Não saber brincar? Não desce para o play…

O nome dado a esse, que talvez seja o maior jipe do Brasil, faz juz ao seu tamanho: Exterminador! O empresário gaúcho André de Schuch d´Olyveira, fazia trilhas desde criança, pois seu pai plantava arroz em regiões de banhado no Rio Grande do Sul. Mas a história do Exterminador começou quando um amigo (sempre eles!) – comprou um chassi de F-600 4×4, a cabine do Engesa EE-15, um motor V6 refrigerado a ar e pneus 1.400 R20”. Depois de já ter gasto mais de R$ 50 mil, e perceber que tinha apenas um chassi com a mecânica adaptada, o ex-dono desanimou, encostando o jipe por sete anos. Certo dia André recebeu uma ligação, dizendo que se não comprasse, o projeto seria desmontado. Ele encarou, mas fez de seu jeito, a começar pela troca dos pneus por modelos 540/65R28”, com rodas 28×18”, sem câmera. Os eixos originais de caminhão Engesa deram lugar a eixos do caminhão MB 4×4, equipados com freios a disco, enquanto a suspensão, que era toda nova foi para o lixo, pois André queria molas parabólicas, prezando o conforto e a eficiência da torção da suspensão. O motor Deutz-Magirus V6 de 8.5 litros, com originalmente 182 cavalos a 2.650 rpm foi revisado e turbinado, tendo a potência ampliada para 300 cavalos a 3.100 rpm. O propulsor ganhou bicos injetores e elementos maiores na bomba injetora. O motor tem ainda duas turbinas Holset HX-30 com 1,8 kg de pressão. O dono jateou e pintou novamente o chassi e todas as peças que não eram novas tiveram os componentes trocados. A carroceria do EE-15 agora tem cabine dupla, sendo que as laterais são novas, cortadas com plasma. Depois foi o mais difícil, deixá-lo bonito. “O EE-15 é o 4×4 mais feio que já vi, depois do Javali!”, brincou André. A solução encontrada foi projetar uma grade frontal com aletas em toda extensão, um capô novo, e para-lamas mais largos para comportar os pneus de 540 mm de largura. “Depois foi só fazer os estribos, os para-lamas traseiros e uma caçambinha. Pronto, agora não é mais feio!”, tirou onda. No para-choque, que é de chapa de 1/2” e pesa 120kg, é fixado o guincho mecânico do caminhão REO 5 ton. A caixa de transferência do F-600 4×4, teve as engrenagens internas alteradas para gerar um overdrive de 30%, ou seja, quando não está na reduzida, ela tem relação 1:1,3 e não 1:1. O câmbio foi trocado por um de caminhão MB 1113. A relação de marchas foi alongada, para o jipe ficar econômico e silencioso. “Usamos diferenciais de ônibus bem longos, que ficaram perfeitos com os pneus de 60” e o overdrive extra. Eu viajo entre 80 e 100 km/h, numa faixa de 1.140 e 1.430 giros”, explicou. A parte de acionamento do 4×4 e do guincho mecânico é feito por botões no painel. Tudo funciona através de cilindros pneumáticos e eletroválvulas com tensão de 12V. A reduzida é acionada por alavanca, pois para o guincho funcionar precisa estar em neutro. O tanque de gasolina é o da F-1000 de plástico, com capacidade para 100 litros. Já o painel veio do caminhão MB, mas ganhou voltímetro, manômetro de pressão de turbo e conta giros. Complicado foi adaptar os discos de freios acionados a ar. “Mandei fundir os discos e usamos as pinças do MB 709. Para não pegar no munhão e frear bem, os discos precisam ser grandes. Como as pinças não entravam no disco, fundimos várias peças até chegar ao ponto. “É o freio a disco mais caro da história”, citou o proprietário desse gigante de aço do Rio Grande do Sul. Animal! Ficha Técnica MOTOR: Deutz-Magirus V6, biturbo, 8.4L, refrigerado a ar e65kg de torque) POTÊNCIA: 300 cavalos a 3.000 rpm TORQUE: 65 kgfm a 2.000 rpm COMBUSTÍVEL: Diesel TRANSMISSÃO: Caixa Mercedes 1113, de cinco marchas + ré com 30% de overdrive (alterado internamente ) TRAÇÃO: 4×2, 4×4 e 4×4 reduzida através de caixa de transferência Engesa F600 4×4 . Eixo dianteiro Mercedes 1115 com semi eixos fabricação própria (mais fortes) e coroa e pinhão de 1513, encurtado. Eixo Traseiro Mercedes 1513 DIREÇÃO: Hidráulica SUSPENSÃO: feixe de molas do tipo semi-elípticas. Molas parabólicas, 3 lâminas por feixe, com 1.850 mm de comprimento na frente e 1.750 atrás. FREIOS: Discos nas quatro rodas, acionados 100% a ar, com estacionário nas rodas traseiras RODAS: 28×18” especiais para montar sem câmera PNEUS: Mitas 540/65R28”, radial, high speed DIMENSÕES (mm) BITOLA: 2.040 PASSAGEM EM ÁGUA: 1.300 VÃO-LIVRE: 520 PESO: 5.000 kg CAPACIDADE DE CARGA: 2.500 kg TANQUE DE COMBUSTÍVEL: 100 litros CONSUMO: Cidade 3,5 km/l Estrada: 6 km Acessórios: Guincho mecânico Caminhão REO 5 Toneladas

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