Brusque Jeep Clube e Comissão Organizadora da Fenajeep doam aparelho Cardioversor ao Hospital Azambuja

Brusque Jeep Clube e Comissão Organizadora da Fenajeep doam aparelho Cardioversor ao Hospital Azambuja     No último dia 20 de fevereiro, a diretoria do Brusque Jeep Clube e a Comissão Organizadora da Fenajeep realizaram a entrega de um aparelho Cardioversor ao Hospital Arquidiocesano Cônsul Carlos Renaux (Hospital Azambuja). O evento ocorreu na sede administrativa do hospital e contou com a presença de representantes de ambas as entidades.     Outras doações já foram feitas em anos anteriores pela atual Comissão da Fenajeep beneficiando diversas instituições do município e região. Neste ano, a Comissão Organizadora da Festa resolveu retomar a iniciativa, que há alguns anos não era mais realizada, e que irá beneficiar um grande número de pessoas atendidas pelo hospital.       Doação De acordo com o presidente do Brusque Jeep Clube, Vilmar Walendowsky (Negão), todas as pessoas que adquiriram um ingresso da XXIII Festa contribuíram para a doação do Cardioversor. “A Fenajeep acontece todos os anos e as pessoas que participaram dela em 2016 colaboraram com essa ação. Também é uma forma de retribuirmos para a comunidade que nos prestigia, o apoio que recebemos”, comenta.     Em relação à escolha da entidade a ser contemplada, o presidente do Clube explica que após uma visita à unidade hospitalar, foi constatada a necessidade do aparelho, utilizado em casos de emergências cardíacas. “Participei de um evento em Macapá (AP) e presenciei um piloto ter uma parada cardíaca. Vi de perto o quanto um aparelho desses pode salvar vidas e, por ser uma necessidade do hospital, nada melhor do que contribuirmos com essa doação. Esperamos que o Hospital Azambuja possa fazer um bom proveito e atender toda a população da região”, declara Negão.     Indispensável O aparelho é da marca Instramed, modelo Cardiomax.  Também conhecido como ‘ressuscitador’, o Cardioversor é utilizado em emergências cardíacas (paradas cardíacas), sendo indispensável dentro de um ambiente hospitalar.     De acordo com o administrador do Hospital Azambuja, Fabiano Amorim, a doação irá contribuir de forma significativa para o atendimento de quem precisa.  “Quanto mais equipamentos como este a unidade tiver, de preferência em cada área, em cada setor, facilitará e agilizará o atendimento no hospital em caso de paradas cardíacas, não somente no pronto socorro, UTI e centro cirúrgico”, comenta. Ainda segundo Amorim, a intenção do hospital é colocar cardioversores em todas as áreas e assim auxiliar neste atendimento o mais rápido possível, quando o paciente precisar.

Quem tem medo do Bicho Feio?

Quem tem medo do Bicho Feio? Jeep Clube Comando Oeste realiza sua tradicional Trilha do Bicho Feio, que chega em sua 19ª Edição Fotos Elisa Fortes No dia 11 de fevereiro aconteceu a 19ª edição da TRILHA DO BICHO FEIO.  O Jeep Clube Comando Oeste, tradicionalmente, abre seu calendário anual de atividades com uma trilha de alto grau de dificuldade e esse ano não foi diferente. O local escolhido foi a Trilha do Cachorro Louco, localizada na região de Rio Grande da Serra, conhecida pelos praticantes de esportes fora de estrada como uma trilha difícil, que exige técnica, preparo e, principalmente, união e companheirismo para o sucesso em sua transposição. Foram 15 veículos que, com o grupo sempre disposto e bem humorado, iniciaram a trilha às 17h00 do sábado e, depois de muito trabalho para vencer as dificuldades do caminho, entraram pela madrugada até que o ultimo jipe saiu da trilha às 9h00 do domingo, totalizando 16 horas de muita diversão. O Jeep Clube ofereceu um café da manhã após a conclusão do percurso, onde os participantes puderam fazer uma breve comemoração, pois a alegria e satisfação pela conclusão da trilha tomava conta de todos e impedia que o cansaço desanimasse o grupo. É com grande satisfação que o Jeep Clube Comando Oeste agradece a equipe de organização e a todos os participantes que, sempre unidos, realizaram o evento observando as regras de segurança, num clima de amizade e alegria. Que venha o próximo evento!

Expedição Dakar Overland – Aventura entre amigos

Expedição Dakar Overland – Aventura entre amigos Influenciados pelas imagens do Rally Dakar, off-roaders paulistanos realizam expedição pelo norte argentino, o deserto do Atacama e o sul da Bolívia. Vamos saber como foi essa bela trip, no relato de seu organizador, Márcio Hayashi, empresário e médico cirurgião de São Paulo O sonho de conhecer o norte argentino, o Atacama e a Bolívia nasceu em 2009, quando o Rally Dakar (antes conhecido como Rally Paris-Dakar), passou a ser realizado na América do Sul.   Acompanhando as incríveis imagens que o canal SporTV mostrava do rally, eu ficava sem palavras com as paisagens impressionantes daquela região. Fiquei com a ideia fixa de que um dia iria lá dirigindo o meu próprio carro. Finalmente, no final de 2015, decidimos realizar este sonho. Reunimos um grupo de 23 amigos, incluindo 6 crianças, para uma expedição pelo norte argentino, o deserto do Atacama e o sul da Bolívia, com o objetivo de encontrar o Rally Dakar no caminho. Uma viagem tão longa como essa, com um grupo tão grande e heterogêneo como este, só deu certo pois temos uma grande paixão em comum: o mundo 4×4. Foi um ano de planejamento, com o objetivo de mapear o melhor percurso, as melhores cidades, os caminhos mais bonitos, atrações de interesse, e tentar cruzar o caminho que o Rally Dakar iria percorrer para assistir a caravana do rally passar.   Neste período, preparamos nossos 4×4 para aguentar grandes adversidades, incluindo longos deslocamentos em terrenos muito hostis aos veículos, com temperaturas congelantes até desertos de 50 graus, altitudes que iriam até 5 mil metros, em pisos de asfalto, terra, neve, areia, dunas, pedras, travessias de rios. Além disso, precisávamos nos preparar para rodar até 800 km de trecho off road sem postos de abastecimento.     O comboio foi formado por 3 Jeep Wrangler, 2 Pajero TR4, 1 Defender, 1 Amarok e 1 L200 Triton. Mas por mais que tenhamos planejado, muitas coisas não saíram como o esperado. E isso fez com que essa viagem se transformasse em uma verdadeira aventura! Algumas das adversidades que encontramos foram bloqueios de estrada, “fuga” da polícia, tempestades, alagamentos, deslizamento de pedras, avalanche, carros do Rally Dakar pelo caminho, desertos escaldantes sem estradas mapeadas, montanhas com neve… além dos inevitáveis contratempos por problemas nos carros.     Um diário de bordo completo será publicado em formato de vídeo em breve. Nossa expedição começou em Foz do Iguaçu, onde 2 carros e seus ocupantes já nos esperavam. No dia 27 de janeiro atravessamos a fronteira e avançamos pela região do Chaco, até Corrientes, onde passamos a primeira noite na Argentina. Em vez de seguir direto até Salta, fizemos um desvio pelo sul, por Santiago del Estero, Termas de Rio Hondo, Tafi del Valle e Cafayate.     De Cafayate até Salta, desviamos do caminho asfaltado por uma estrada alternativa passando pela inacreditável Quebrada de las Flechas, Cachi e o Parque Nacional Los Cardones. Em Salta, passamos nosso Reveillon em grande estilo, com show de talentos locais.     De Salta, entramos no Chile pelo menos conhecido Paso Sico, um caminho alternativo ao tradicional Paso Jama. Esse caminho é famoso por ser mais desafiador pois se trata de um caminho não asfaltado, indicado apenas para carros 4×4. No Paso Sico, encontramos uma Toyota Hilux com um grupo de argentinos que estavam a horas atolados no salar, próximo ao Piedras Rojas.     Vários carros tentaram tirá-los de lá, mas não tiveram sucesso. Já sem esperanças e com o dia prestes a escurecer, nosso comboio chegou para resgata-los. Foram necessários 2 guinchos de 12 mil libras para puxarmos a Hilux completamente atolada o salar. Missão de resgate cumprida, ainda faltava mais de 3 horas de viagem até o Atacama. Chegamos a San Pedro de Atacama, onde ficamos 3 noites, conhecendo as principais atrações locais.     Do Chile, fomos para a Bolívia através da Reserva Eduardo Avaroa, onde não haviam estradas e seguimos caminho através de coordenadas GPS. Foi o dia mais tenso, mas o dia mais incrível da viagem. Enfrentamos sol, chuva, neve e caminhos inacreditavelmente desafiadores para nossos carros, mesmo preparados.     Já estava escuro, no meio da escuridão do deserto, quando a Defender, devido a forte trepidação enfrentada no dia, acabou ficando sem freio. Uma das Pajero TR4 também teve uma grave avaria no bagageiro de teto, que necessitou de um reparo de emergência para continuarmos viagem. Chegamos ao hotel tarde da noite. Era um hotel de luxo no meio do deserto, chamado Los Flamencos Eco Hotel, junto à Laguna Hedionda. A amável equipe do hotel nos esperou até tarde, nos servindo um jantar magnífico a luz de velas.     No dia seguinte, todos acordaram mal devido à altitude de quase 5 mil metros. Foi no caminho para Uyuni que tivemos o primeiro contato com o Rally Dakar. Nossa estrada estava bloqueada pelo exército boliviano pois coincidia com o trecho cronometrado da quinta etapa do Rally Dakar. Foi emocionante.     Vimos vários competidores passando a poucos metros de nós! Após liberação da estrada, vivenciamos um dos momentos mais emocionantes da viagem:  fomos ultrapassados por 2 competidores do rally atrasados e apressados.     No dia seguinte, conhecemos o Salar de Uyuni. Tivemos muita sorte, pois havia chovido no dia anterior e o efeito espelho estava perfeito! Fizemos um almoço no Salar, conhecemos o monumento do Dakar e o famoso hotel feito de sal.   Já no caminho de volta para a Argentina, entre Tupiza e La Quiaca, mais uma surpresa: nossa estrada estava bloqueada novamente pelo exército boliviano devido ao Rally Dakar. E esse era o único caminho para a fronteira.     Por sorte, conseguimos um simpático guia local que nos levou por um desvio pelo meio do deserto até a fronteira com a Argentina, somente para veículos 4×4. Já de volta à Argentina, conhecemos a belíssima Purmamarca, onde passamos a noite. No caminho de Purmamarca para Salta, mais uma surpresa: um gigantesco deslizamento de terra causado por uma tempestade

UTVs e quadriciclos percorrem 384 km entre Tiradentes (MG) e Visconde de Mauá (RJ)

  UTV´s e quadriciclos percorrem 384 km entre Tiradentes (MG) e Visconde de Mauá (RJ) Aventura off-road de três dias reúne 14 veículos     De Tiradentes (MG) a Visconde de Mauá, em Resende (RJ), um grupo vivenciou experiências únicas a bordo dos quadriciclos e UTVs da Can-Am. A aventura off-road contou com 14 veículos e percorreu 384 quilômetros de trilhas e belezas naturais nos dias 20, 21 e 22 de janeiro. O destaque da frota foram os dois representantes do novíssimo UTV Can-Am Maverick X3 X RS, os quais surpreenderam os participantes.   A expedição foi promovida pela Quadrijet, concessionária BRP em Nova Lima (MG), o que inclui os produtos da Can-Am. “O comentário foi que os Maverick X3 são do futuro. Entre outras qualidades, o que mais chamou a atenção foi o visual agressivo e a cabine com dirigibilidade moderna e protegida. Não há atoleiro que segure a máquina”, garantiu Neander Gualberto, da Minas Adventure Tour, responsável pela organização do evento da Quadrijet.   De Tiradentes, o grupo foi até Conceição do Ibitipoca, em Lima Duarte (MG), no primeiro dia. Os atrativos do caminho foram Barroso, Lugarejo de Bichinho e o almoço em Ibertioga. “De lá, seguimos para Conceição do Ibitipoca por 48 quilômetros de trilha. O dia teve muita lama, mesmo sem chuva.” No segundo dia, o roteiro passou por Bom Jardim de Minas e a Serra do Pacaú. “O trecho de serra teve 62 km de trilhas na mata e terreno muito escorregadio, mas todos se divertiram demais com as máquinas. O destino foi Santa Rita do Jacutinga (MG), que possui mais de 100 cachoeiras”, continuou Gualberto.   O terceiro dia teve muita diversão na água. “Fomos em um pesqueiro em Carlos Euler, na região de Bocaina de Minas, onde nadamos em uma cachoeira do Rio Largo. A Serra da Bocaina e a chegada em Visconde de Mauá fecharam muito bem a expedição, que teve chuva apenas nos quilômetros finais”, concluiu Gualberto. A Quadrijet promove passeios direcionados a proprietários de quadriciclos e UTVs com frequência. Os interessados devem entre em contato com a equipe da concessionária no telefone (31) 3581-3007.  

Eu, Jimny e Deus no Ushuaia

Eu, Jimny e Deus no Ushuaia       Vamos acompanhar o relato do off-roader Maurício Fernandes, que realizou uma tarefa complicada: viajou até o Ishuaia sozinho, quase que de sopetão, numa aventura que mesclou prova de resistência física e mecânica. Por Maurício Ricardo Fernandes       “Minha largada para uma aventura até o fim do mundo teve muita emoção e adrenalina. Minutos antes de sair, minha família e eu nos olhávamos com um misto de ansiedade e preocupação, pois talvez ficaríamos dias sem contato algum, só com a certeza que teria a companhia de Deus e do meu Suzuki Jimny.     Parti dia 03 de julho por volta das 6:00 AM, para uma jornada longa, todos me perguntavam quanto tempo levei para planejar esta viagem, resposta simples: 30 segundos. Contei  no meu polegar a distancia no mapa de São Paulo e Farol de Santa Marta, aproximadamente 900 KM. Contei quantos polegares até o Ushuaia, percebi que seriam 10.     Minha meta e planejamento estavam prontos. O primeiro trecho ate o Farol de Santa Marta foi bem tranquilo, eu estava muito empolgado para sentir qualquer tipo de desgaste, cheguei a noite na ilha, com uma temperatura aproximada de 13ºC.     Um guarda noturno me ofereceu um dormitório de empregados, não pensei duas vezes já que estava muito tarde e além disso precisava preparar o meu jantar. Além disso também levaria muito tempo para montar a barraca no teto do veiculo em um bagageiro em madeira especialmente preparado por meu pai e um amigo.             Depois de sair de Santa Catarina e pegar um trecho de estrada mais aberto, percebi que havia cometido um grande erro. Eu estava com o Jimny extremamente carregado, podia sentir a suspensão dar fim de curso nas ondulações e imperfeiçoes no asfalto.     Então não me restou outra saída, parei em Porto Alegre e com a ajuda de alguns bons amigos que trabalham comigo, me ajudaram a despachar muitos quilos de coisas para retornar a São Paulo, fogão, bujão, lap top, garrafão térmico, travesseiro, etc.     Além de eu ter diminuído bem o volume, percebi uma boa diferença no peso. Passei pelo Chuí e ao entrar no Uruguai recebi o aviso logo na fronteira de Alerta Amarillo, que é o termo usado para fortes chuvas, tive que tirar bem o pé, pois a visibilidade era muito baixa, em alguns trechos a água era tanta, que os rios já cruzavam por cima das pontes. Muito sinistro de cruzar, porem não restam muitas alternativas já que tinha o tempo contado.         Após descer a costa toda do Brasil e fazer a costa toda do Uruguai, parei em Montevideo. Lá fui em duas oficinas de ótimos amigos, onde tive que fazer um reparo em uma correia que do alternador que começou a chiar. Na outra oficina troquei o silenciador dimensionado, pois o serviço de instalação não foi feito corretamente e a peça não suportou a viagem. Perdi ½ dia lá fazendo estes reparos e parti para Colônia para pegar o Buquebus e cruzar para Buenos Aires.     Tentei dirigir o máximo que pude e parei bem perto da saída da estrada, em um hotel já no fim de La Plata, próximo já a Ruta 03, que me levaria ao meu destino final. O café na manha na argentina é bem fraco comparado ao nosso, muitas vezes café, suco e torradas. Para uma pessoa que vai passar o dia dirigindo, sem saber onde será o próximo abastecimento ou parada para comida, não é o suficiente.     Meu primeiro trecho de estrada aberta na Ruta 03, percebi que meu carro ainda estava pesado, os ventos fortes faziam com que com carro andasse com a carroceria bem inclinada, era impossível segurar o volante com uma mão. O lado direito do meu corpo ficou com a musculatura travada. Já não havia mais como enviar coisas para o Brasil.     O jeito foi segurar firme o volante e deixar o 4×4 ligado direto, era o que ajudava um pouco o carro ter mais controle. O asfalto bem desgastado com marcas dos pneus de carretas pesadas, faziam com que o carro copiasse as irregularidades da pista, isto somado ao vento, tornava impossível engatar a 5° marcha. Por muitos quilômetros foi possível somente dirigir em 3° marcha, era a única maneira de vencer o vento e tentar ter o carro um pouco na mão.     Meu carro está equipado com 5 pneus 31’, lift na suspenção de 1,5’ e bodylift de 2’ o que na somatória da 14 cm de altura, mais um bagageiro de teto de 15 cm. Isso mudou completamente a força de arraste do veiculo que não suportava as rajadas de ventos laterais fortes, para se ter ideia, vento era suficiente para segurar a porta e não conseguir abrir para descer do carro, cheguei pensar que a porta havia emperrado.     Com novamente um problema de peso entre o trecho de Puerto Madryn e Puerto San Julian, cheguei pensar se conseguiria mesmo chegar em 10 dias no meu destino.  Em alguns momentos treminhões extremamente carregados me passavam na reta, pois não havia maneira de conseguir segurar o carro na pista de tão forte que eram os ventos, cheguei usar 2° marcha um momento na reta para passar um desses, mas no fim tive que me render e dar passagem. Não havia como se manter a frente da carreta.     Passaram muitas coisas na minha cabeça, parar e retirar o bagageiro ou suportar ele durante toda a viagem e usa-lo onde queria que era acampar no fim do mundo. Liguei para meus pais e uma amigo que haviam feito o mesmo trecho de Defender e eles confirmaram que andava de 3° e 4° marcha com o pé no fundo para vencer os ventos.     O desgaste em pequenos trechos era infinitas vezes maior que o esperado. Então o jeito foi diminuir as paradas nas refeições. Eu tinha muitas latas de atum

Reveillon com aventura na Serra da Canastra

Reveillon com aventura na Serra da Canastra  Por Junior Teixeira – Fotos Arquivo Pessoal     Mesmo depois de ter visitado a Serra da Canastra por quatro vezes desde 2010 com o Magaiver (meu ex Land Rover Defender 90), não tive duvidas ao escolher novamente este destino para o Reveillon 2016, e no dia 26 de Dezembro, lá fomos nós, desta vez com o M2 (atual Defender 110), programando a cidade de Delfinópolis como entrada na serra.     Foi muito bacana rever e lembrar de caminhos que eu tinha feito com a Trailway em 2011, já que todas as outras vezes eu chegava na Canastra por São Roque de Minas, e sendo assim, passamos por Franca, Ibiraci, a Represa do Peixoto, e do mirante da barragem da Usina Hidroelétrica, foram mais 52 km de terra em bom estado até Delfinópolis, MG.     Após uma ótima noite de sono e como só teria um dia inteiro em Delfinópolis, optei por conhecer o Complexo de Cachoeiras do Claro (cinco belas cachoeiras com pagamento de R$ 15,00 por pessoa), o Mirante no alto da serra, o Condomínio de Pedras, Cachoeira da Maria Concebida (passando a pé por uma pequena ponte pênsil que balança muito…), locais de beleza ímpar e muito verde.           Na manhã seguinte, eu e a Fabiana partimos rumo a São João Batista do Glória, rodando 65 km em estrada de terra em bom estado, onde encontraríamos outros dois veículos para cortar a Canastra com destino a São José do Barreiro: a TR4 de Lu Gutierrez e Claudio, e a Amarok do Fernando e Lilian.       Nossa primeira parada seria na Cachoeira Maria Augusta, onde também fica o Restaurante da Vanda.     Começava ai um fato curioso… Programei o meu GPS para o tradicional Restaurante da Vanda, que eu conheço no Vale da Babilônia e aos pés da Serra Branca, e quando já estávamos na belíssima Serra Calçada (que leva esse nome porque tem seu piso calçado com pequenos blocos), percebemos que tinha algo errado…     A Lu Gutierrez e o Claudio que já conheciam o local, estranharam a demora em chegarmos na “Wanda” após a saída do Glória, e quando nos informamos com um ciclista que passava pelo caminho, descobrimos que existem duas Vandas na Canastra: uma na Babilônia e outra na Cachoeira Maria Augusta.   Como não nos damos por vencidos, voltamos um bom trecho do caminho para enfim encontrar, conhecer e almoçar no Restaurante da Wanda na Cachoeira Maria Augusta.     Ficou a lição de sempre perguntar QUAL e ONDE é o restaurante ou o local Y, principalmente quando se trata de nome de pessoas, ainda mais nestes lugares, que é comum darem o nome do dono ou dona da propriedade, como é o caso da Cachoeira da Dona Maria Concebida em Delfinópolis, por exemplo.     Depois do almoço na Wanda, seguimos nosso caminho, passando pela Serra Calçada, o deslumbrante Vale da Babilônia, subimos a linda Serra Branca e seu piso de pedra branca, passamos pelo Morro do Carvão e chegamos na pousada em São José do Barreiro para um merecido jantar e descanso, depois de rodar outros 116 km em terra, totalizando 181 km nesse dia desde a saída de Delfinópolis.     No dia seguinte, visitamos um fabricante de queijo canastra e café, a Cachoeira da Chinela, Cachoeira da Lavrinha, chegamos bem perto do Paredão da Canastra e por fim atravessamos uma das pontes de madeira sobre o Rio São Francisco, que neste ponto tem uma praia de pedras, onde é possível chegar com as viaturas! Rodamos apenas 56 km nesse dia.     Nos demais dias, rodamos mais 382 km pela Canastra, agora acompanhados do Daniel Mendes e família em sua 110 Black, e da Márcia Gates em sua 110 laranja, estivemos na parte alta do parque, passando pela Nascente do Rio São Francisco, o Curral de Pedras, Garagem de Pedras, Cascadanta alta, São João Batista da Canastra, e mega Cachoeira do Fundão, Cachoeira do Taboão e ainda nos divertimos no Morro do Jipe.     Nosso Reveillon foi na Pousada Oásis da Canastra, do anfitrião Onofre, que preparou uma simples e deliciosa Ceia para recebermos o Ano Novo, acompanhados de pessoas que enxergam no Off-Road um jeito diferente de ver o mundo, e fazer dele um local melhor para todos nós, e assim, brindamos o início de 2017 avistando os fogos que estouravam no vilarejo de São José do Barreiro!     E no final do dia 1º. de Janeiro, já era hora de me despedir da Canastra, mas como quem “não quer ir embora”, resolvi fazer um novo caminho até São João Batista do Glória, rodando 70 km por terra em duas horas e cinquenta minutos, deixando para trás o lugar mais bonito que conheci nesses anos de off road.     Foi uma viagem incrível, rodei 1.902 km em 8 dias, revendo antigos lugares e conhecendo muitos outros, e de uma coisa eu estou certo: já conto os dias para voltar lá pela 6ª vez.      

Land Rover constrói cabana compacta de Natal para Papai Noel

Land Rover constrói cabana compacta de Natal para Papai Noel     A gruta gelada do Papai Noel pode ser considerada passado graças aos engenheiros da Land Rover. Eles criaram uma acolhedora cabana que pode ser transportada para as festas de Natal dentro de um SUV compacto como o Discovery Sport. A cabana inteligente tem espaço para dois adultos dormirem confortavelmente, mesmo em regiões em que a temperatura seja abaixo dos 20ºC negativos, como no Polo Norte, por exemplo. Ela é dobrável e cabe no porta-malas de um Discovery Sport. A estrutura é tão compacta, que o Papai Noel pode até mesmo fazer cabê-la em seu trenó neste Natal.     Para a construção da cabana de Natal, os engenheiros da Land Rover calcularam cuidadosamente cada centímetro do espaço traseiro de 1.698 litros do Discovery Sport, para levar os componentes da cabine de madeira. Até o porta-luvas, os porta-copos e as caixas de porta foram preenchidos com nozes e decorações festivas, feitas para o próprio Papai Noel. A cabana de Natal foi testada em uma câmara fria da Land Rover ― na qual todos os modelos são submetidos a temperaturas congelantes ― pelo montanhista Kenton Cool, que escalou 12 vezes o Monte Everest. Depois, ela foi transportada pelo Discovery Sport – não por um trenó – para um local secreto no coração de uma região congelante.     Helen Ali, líder da equipe de armazenamento interno da Jaguar Land Rover, disse: “Nós queríamos criar uma cabana de Natal para o Papai Noel no verdadeiro estilo Land Rover. O espaçoso e versátil Discovery Sport era perfeito para o projeto. Os assentos podem ser dobrados ao simples toque em um botão. O espaço de carga é amplo e quadrado e o veículo ainda conta com uma série de espaços de armazenamento escondidos, como a área embaixo do porta-copos na frente.”  “Construir uma cabana que usufrui de todas essas características foi uma grande diversão. Nós poderíamos tê-la construído em um de nossos modelos maiores, mas nós queríamos provar quão versátil é o nosso SUV compacto”. Para aproveitar cada milímetro de espaço, os engenheiros da Land Rover desenvolveram um modelo virtual da cabana. Depois eles trabalharam com arquitetos dinamarqueses especialistas para construí-la com materiais sustentáveis. Designado para ter o mínimo de impacto no meio ambiente, ela foi construída em 212 mm de madeira, que é exatamente a altura do Discovery Sport. A cabana compartilha várias características com os modelos Discovery Sport, incluindo um assento traseiro opcional. A ampla abertura horizontal da porta é inspirada no teto panorâmico do veículo e oferece vistas épicas da paisagem. Há um carregador solar no telhado, enquanto luzes e uma chaleira podem ser conectadas à tomada do Discovery Sport de 12V.     O engenheiro de armazenamento, Muhammad Malik, ajudou no design e na construção da cabana. Ele disse: “Qualquer coisa que use o emblema Land Rover deve ser capaz e versátil, com um design simples e bonito. Nossa cabana também tinha de ser sustentável e facilmente transportável. Nós estávamos acostumados a trabalhar com clientes VIP na Land Rover, mas este foi definitivamente um dos mais incomuns”.    A Land Rover usará a cabana pelos próximos anos para apoiar parcerias em andamento e eventos futuros e fará aparições por meio da rede das unidades do Land Rover Experience.  

Belo Horizonte sediou o 5º Encontro Nacional de Jeep Wrangler

Belo Horizonte sediou o 5º Encontro Nacional de Jeep Wrangler Fotos e vídeos Berg Studios         No final de semana prolongado, entre 11 e 15 de Novembro, aconteceu o 5º Encontro Nacional de Jeep Wrangler, em Belo Horizonte, MG. Nesses dias, a capital mineira se transformou na capital nacional do JK Brasil. JK é denominação pela qual essa versão do atual clássico 4×4 é conhecido.     O evento realizado pelo grupo JK BRASIL – página online de fãs de Jeep que mantém contato e trocas de informação – e foi, segundo os organizadores, um grande sucesso.     “Só temos a agradecer a mais um ano de muita aventura e dedicação, e pelo retorno positivo que tivemos de todos os envolvidos”, comentou Pedro Crescenti Gonzales, do JK BRASIL.     Este ano foram 38 kits vendidos, ou seja, 38 Jeeps presentes. Um dia inteiro voltado para a confraternização no Espaço CWS, onde tivemos demonstração de produtos, alimentação, diversão, oficina presente, demonstração também de técnicas off-road pelo proprietário do espaço, Clecio, e muita curtição, com a galera explorando o espaço e as possibilidades dos veículos.     O evento aconteceu em 3 dias cheios. Sendo o 1º dia na CWS e nos outros dois dias de trilha e passeio voltado para os inscritos     Nos outros dois dias sobrou adrenalina nas trilhas e passeios. Um dos principais destaques do passeio, a Trilha da Galopeira, durou mais de 20 horas, e contou com a participação de 28 Jeeps preparados.     Participantes presentes de todo o Brasil, marcaram presença, com fãs e proprietários de Jeep vindos dos estados de RN, SC, SP, RJ, BA, MG e DF.       Trocamos uma ideia com o Pedro para saber mais sobre o evento, veja a seguir como foi o papo…     4×4 Digital: Como surgiu a ideia de realizar um encontro nacional de Jeep Wrangler? Pedro: A ideia surgiu em face de um grupo de amigos que, todo ano, se dirigiam até Belo Horizonte para encontrar outros Jipeiros daquela região, para desbravar as trilhas de lá. Esse grupo de jipeiros foi crescendo e acabou se tornando um encontro de amigos proprietários de Jeep, fazendo nascer, quase que involuntariamente, o primeiro encontro Nacional de jeep Wrangler. Em vista desses encontros, ocorreu no último dia 11 a 15 de novembro a 5ª edição do evento.     4×4 Digital: Porque escolheram BH para sediar o evento? Pedro: Os encontros sempre ocorreram em Belo Horizonte e seus arredores, como Nova Lima e Macacos. A diversidade de trilhas, somada a variedade de locais e paisagens, fez com que os organizadores do encontro escolhessem a região para realizar os encontros. As trilhas ali são de erosões e muitas pedras, com grandes obstáculos, podendo fazer o Jeep Wrangler mostrar seu total potencial e articulação nesses terrenos.     4×4 Digital: Quem foi a pessoa que viajou de local mais distante? Pedro: Teve participante que veio de Brusque, SC, rodando com o Jeep na carreta – no caso, Ivo Bittencourt Junior, off-roader experiente e proprietário da WB 4×4 – www.wb4x4.com.br e também um dos patrocinadores do evento.     Teve gente que foi até BH, saindo do RN, Bahia, e até de Goiás.     4×4 Digital: como definiria o JK Brasil? Pedro: Um grupo de amigos e amantes do off-road e proprietários da marca, que se uniram objetivando a congregação dos proprietários para viagens trilhas, trocas de experiências e aventura. Hoje, além do grupo de amigos, temos uma organizacão, que além de promover eventos, faz viagens, trilhas e expedições. Temos também um fórum voltado para carros da marca Jeep. Focando nos Wrangler, Renegade, Cherokee e Compass, com áreas específicas para cada assunto e viatura, facilitando a resolução de dúvidas e a troca de conhecimentos.     4×4 Digital: Quais são os planos futuros do grupo? Pedro: A JKBR vai continuar a organizar eventos nacionais cada vez maiores da marca Jeep. Temos novos planos e novos eventos ai para sair do papel, e novas parcerias estao a serem divulgadas. E continuaremos forte com nosso portal de 0noticia no Facebook, Forum e nosso Instagram!     4×4 Digital: Uma mensagem para apreciadores e fãs de Jeep Wrangler Pedro: Se você busca potência e segurança para a aventura, saiba que no Jeep Wrangler você encontrará tudo isso. E por dentro terá todo o conforto que merece. O Wrangler, ainda original, vai te proporcionar feitos que jamais encontraria em qualquer outro carro. Te leva aonde quiser, tem espaço para o que quiser por dentro. E pode ficar inteiramente conversível, para desfrutar dos prazeres da natureza e ar puro que as viagens dentro do Jeep nos proporcionam.       JK BRASIL Site – www.jkbr.com.br Facebook – facebook.com/grupoJKBRASIL Fórum – www.jkbr.com.br/forum Instagram – @jeepjkbrasil            

Off-Road peso pesado: Desafio Rota 4×4

Off-Road peso pesado: Desafio Rota 4×4 Texto Equipe Rota 4×4       Nos dias 26 e 27 de novembro aconteceu o tão esperado Desafio Rota 4×4. Com equipes de vários estados do Brasil, a edição 2016 foi noturna, fator que aumentou ainda mais as dificuldades das trilhas da serra da Cantareira, exigindo maior planejamento e estratégia de todos.     São Pedro foi um grande aliado dos competidores, não deixando que a chuva aumentasse ainda mais as dificuldades, mas mesmo assim a organização preparou trechos e laços bem técnicos.     A largada aconteceu as 20:00 horas e virou madrugada a dentro pelas especiais do Pinheirinho, Aranha, Javan e Antenas; todas bem conhecidas na região da Cantareira.     Algumas equipes enfrentaram problemas mecânicos e mesmo assim lutavam para continuar na disputa, providenciando reparos no meio das especiais.     O Desafio Rota 4×4 também foi cheio de casos curiosos como uma dupla formada, até então por adversários diretos em outras competições, mas que nessa edição se uniram para a disputa.             Outra dupla que corria o risco de não largar por problemas mecânicos, desmontou um carro de um parente para tirar um semi eixo e conseguiu alinhar a tempo.       Teve também uma dupla que foi formada com integrantes de estados diferentes, e não mediram esforços para se encontrarem e disputarem a prova.     A disputa foi acirrada e apenas 4 equipes concluíram as 4 especiais. A briga foi tão apertada que, a diferença na soma dos tempos do primeiro e segundo lugar foi apenas de 14 minutos.       Outro destaque do Desafio, foi a presença do público prestigiando a competição. Vários amigos se reuniram e acamparam literalmente nos trechos de especiais, abrilhantando ainda mais o evento.     A Equipe Rota 4×4 agradece a todos os participantes e aos patrocinadores que colaboraram para a realização do evento.       Resultado final                  

XXIV Fenajeep está confirmada em Brusque

  XXIV Fenajeep está confirmada em Brusque A grande festa jipeira do Brasil vai acontecer entre os dias 14 e 18 de junho de 2017 Por Guédria Motta A Comissão Organizadora da Fenajeep reuniu os profissionais de imprensa na tarde desta quarta-feira, 23 de novembro, para divulgar uma boa notícia: está confirmada a XXIV Festa Nacional do Jeep, que acontecerá na cidade entre os dias 14 e 18 de junho de 2017. Há cerca de três meses havia dúvidas sobre a continuidade do projeto em Brusque, sobretudo pelo uso do Pavilhão Maria Celina Vidotto Imhof (Fenarreco). Da mesma forma, surgiram convites para a transferência do evento para outros municípios. Mas, em conversa com a nova administração municipal, que assume o Executivo em janeiro de 2017, já foi sinalizado o interesse e a parceria para que Brusque continue sediando o maior evento off-road da América do Sul. “É um espetáculo nacional. Em todo o lugar do Brasil em que se encontram jipeiros, eles conhecem, já ouviram falar ou esperam visitar a Fenajeep. Fizemos um passeio do Oiapoque ao Chuí e paramos em uma cidade que é divisa do Maranhão, Tocantins e Belém do Pará. Ali, cinco moradores já tinham vindo para a Fenajeep”, conta o presidente do Brusque Jeeep Clube, Vilmar Walendowsky, mais conhecido como Negão. Para a edição de 2017 são esperadas mais de 40 mil pessoas nos quatro dias de evento. Da mesma forma, a expectativa é repetir a imbatível marca de ter 680 jeeps competindo ao mesmo tempo. “Mas o nosso grande diferencial são as pessoas que estão assistindo. Um dia perguntaram para um piloto como ele conseguia voar com o jeep. Ele respondeu que, com tanta gente berrando e batendo palma, ele poderia fazer qualquer coisa ali dentro. E é isso mesmo. Os pilotos observam as pessoas assistindo e se empolgam. Na largada, dão um pulinho. O público aplaude. Daqui a pouco eles estão voando”, afirma o presidente da entidade. Como em anos anteriores, os diretores do Brusque Jeep Clube estão sempre a postos para todo tipo de ajuda e indicação. Como se trata da semana com o feriado nacional de Corpus Christi, é natural que muitas famílias cheguem antes do evento e passem a semana inteira por aqui. Serra, mar, Ilha da Magia, Beto Carrero Word, toda a Alemanha de Pomerode… São muitas opções de roteiros próximos, que agradam todos os gostos. Quem vive essa experiência vai embora encantado e com o desejo de voltar no ano seguinte.       Piloto Propaganda A Fenajeep é um dos poucos eventos que não precisa comprar fotos em bancos de imagens para a composição do seu material gráfico. Na arena de Brusque, todos os anos, o espetáculo acontece. Por essa razão, na edição de 2017, quem ilustra cartazes, banners, panfletos e todo tipo de material de divulgação é o piloto Ronaldo Gomes de Oliveira, de Pindamonhangaba (SP). Há oito anos ele prestigia o evento em Brusque, mas, apenas em 2016 conseguiu um carro com capacidade para competir. “Estou me sentindo realizado. Participar de um evento como o de vocês sempre foi um sonho. Agora preciso me preparar para o ano que vem fazer melhor ainda. A responsabilidade aumentou agora”, disse o piloto propaganda, ao ver o material gráfico pela primeira vez. Em pouco tempo Ronaldo já espalhou a notícia por todo o Vale do Paraíba, mudou sua foto de perfil na rede social e se mostrou grato pela surpresa. Apaixonado pelo off-road, ele á músico há 23 anos e também mantém uma empresa de jardinagem. “Rodo por todos os lugares do Brasil, já fiz a prova Extreme em competições diferentes e acho que ela está ficando muito veloz. O que eu gosto mesmo é dos obstáculos e, nesse sentido, a Fenajeep é a melhor”, avalia.    Início do trabalho Neste momento, a organização da XXIV Festa Nacional do Jeep trabalha no fechamento dos estandes do Salão Off-Road. A prioridade é para os expositores de edições anteriores. Caso não se renove alguma parceria, há uma lista reserva de empresas interessadas que será respeitada. De qualquer forma, para pleitear um espaço é necessário entrar em contato com a secretaria do Clube, através do telefone (47) 3355-6196 ou e-mail: secretaria@fenajeep.com. “A vantagem é que em três dias você expõe sua marca para um ano inteiro. É uma grande chance de network no segmento. E a Fenajeep dá essa oportunidade de ser conhecido no Brasil e de expor seus produtos que podem ser comercializados ao longo de todo o ano”, declara Negão. Já as inscrições dos pilotos iniciam no dia 2 de maio de 2017, através do site www.fenajeep.com.   Edição de 25 anos É inevitável que, neste momento, a Comissão Organizadora da Fenajeep já vislumbre a edição especial de 2018, que comemora 25 anos de fundação da Festa Nacional do Jeep. Para o evento são esperadas muitas surpresas. No entanto, uma parceria já está confirmada: o Encontro Nacional de Preservadores de Viaturas Militares. Este ano o projeto foi realizado em São José (SC). Para 2017 já está acordada a exposição em Campinas (SP). E, em 2018, o destino será Brusque, paralelo à Fenajeep. “Queremos montar um espaço para os carros menores e outro para os tanques de guerras e ambulâncias. Há também acessórios, material usado durante a Segunda Guerra Mundial, capacetes, rádios. Enfim, está fechado e vai vir para cá”, adianta Negão.   Atrações da Fenajeep   JIPEATA As emoções da Fenajeep não ficam restritas só às provas. Passeios como a jipeata contagiam toda a população com o clima da festa. O tradicional passeio já faz parte da programação é um dos momentos de descontração mais esperados pelos visitantes.   RALLY Rally de regularidade: Prova em que os pilotos percorrem pistas mistas (estradas e trilhas) pela região, obedecendo a uma planilha e apreciando belíssimas paisagens. Vence quem perder menos pontos.   JEEP INDOOR Prova de desafio contra o relógio. São as habilidades dos pilotos e resistência do Jeep vencendo obstáculos em uma pista de 750 metros, montada especialmente para o evento. Os Jeeps “voadores” dão um

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