Ford exibe versões tunadas do Ecosport, Ranger e Mustang em feira norte americana A Ford vai exibir mais de 50 veículos tunados em parceria com preparadoras e produtoras de acessórios, incluindo versões especiais do EcoSport, da Ranger e do Mustang, além de modelos da Série F, Edge e Expedition, na SEMA Show 2018, a maior feira de acessórios e equipamentos automotivos do mundo, que acontece até 2 de novembro em Las Vegas, nos EUA Um dos destaques é o EcoSport preparado pela Tucci Hot Rods Big Adventures. Ele é personalizado com alargadores de para-lamas, grandes pneus Maxxis Bravo AT 255/65 R16 e acessórios off-road, como guincho, para-choque tubular, rack de bicicleta e iluminação especial. A suspensão e o escapamento também são customizados. A Ranger Xbox, com visual camuflado de inverno e suspensão elevada, pode ser o carro mais próximo saído dos videogames. Preparada pela Addictive Desert Designs, a picape traz um console Xbox One que permite jogar nos bancos traseiros ou usando as telas de 42 polegadas na caçamba. Tem suspensão BDS com kit de elevação de 6 polegadas e amortecedores Fox, rodas de 17 polegadas com pneus lameiros 315/70 R17, escapamento Ford Performance, santantônio com estepe integrado e luzes de LED no teto. A preparação do Mustang GT feita pela GS Motorsports reforça a musculatura e dá um visual “sinistro” ao esportivo. Ele tem supercharger, escapamento e kit de suspensão FordPerformance, freios Brembo com seis pistões e discos de 410 mm, faróis e iluminação especial de LED sob o assoalho. As rodas são de 22×9,5 polegadas na dianteira, com pneus 255/30/ZR-22, e 22×13 polegadas na traseira, com pneus 335/35/ZR-22.
Aventura pura na 7ª Trilha do Túnel Abandonado de Dois Lajeados
Aventura pura na 7ª Trilha do Túnel Abandonado de Dois Lajeados Por Eduardo Neves Fotos: Eduardo Neves / Leonardo Neves A cidade Dois Lajeados, da região serrana do Rio Grande do Sul, foi palco no último dia 18 de agosto da 7ª Trilha do Túnel Abandonado, evento que estava há alguns anos inativo. A trilha foi muito bem organizada pelos Lobos da Serra, Jeeps e Gaiolas de Dois Lajeados e contou com a presença de cidades vizinhas como Guaporé, Veranópolis, Encantado, Vespasiano Corrêa, entre outras. O encontro teve uma participação social muito legal por se tratar de um evento beneficente com metade do arrecadado sendo doado ao Hospital São Roque da cidade. Na sexta, dia 10, o pessoal que já ia chegando pode pode botar o papo em dia e comer um churrasco com parte da turma da organização que ali se encontrava. No sábado os participantes se reuniram no ginásio da cidade onde fizeram suas inscrições e logo tomaram um café reforçado antes da largada. Por volta das 9 horas os jipeiros e gaioleiros saíram para uma trilha em sua grande parte de mata fechada mas repleta de atoleiros e paisagens lindíssimas, valas com água, passagens de muito barro e rios. No meio do trajeto a trilha teve uma pausa para almoço, com o tradicional churrasco gaúcho, onde puderam descansar e recarregar as baterias. Logo após o almoço os trilheiros partiram para a parte final do evento. Justamente na parte que dá o nome da edição da trilha. O grupo passou por dois túneis que tiveram suas obras abandonadas no meio do mato. O evento teve seu término com um saldo muito positivo por parte de quem participou e também por ser um evento que vai se ajudar a quem precisa.
“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” explora sítios arqueológicos da Pedra do Mirante e Pedra do Pilão, no Pará
“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” explora sítios arqueológicos da Pedra do Mirante e Pedra do Pilão, no Pará No segundo dia da “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” no Pará os aventureiros – jornalistas, convidados e pesquisadores – visitaram os sítios arqueológicos da Caverna da Pedra Pintada e o Painel do Pilão, que contam de pinturas rupestres que datam mais de 12 mil anos. É um dos sítios mais importantes do estado nortista e do país. Fotos Pedro Danthas O comboio de 15 Nissan Frontier partiu bem cedo do distrito de Alter do Chão, no oeste do Pará, rumo ao Parque Estadual Monte Alegre. Para chegar ao destino, que fica do lado esquerdo do rio Amazonas, foi necessária uma viagem de 2 horas de balsa. Lá, os expedicionários visitaram a Caverna da Pedra Pintada, que foi descoberta em pesquisas realizadas no início dos anos 1990. As escavações no local revelaram, nas camadas mais profundas, ossos, dentes e pigmentos de pinturas e pedaços das paredes internas pintadas com figuras com 12 mil anos. Muitas delas retratam animais, plantas e até cenas de parto. E as pinturas aparecem até na parte mais interna da caverna, onde a luz natural não entra, o que é uma característica rara. Depois o grupo seguiu para a Serra do Paituna para visitar o Paredão do Pilão. As pinturas desse local estão a cerca de 100 metros de altura em relação ao rio Amazonas e destacam-se pelas formas geométricas. Entre as representações de animais, uma figura lembra um peixe-boi. Para chegar aos sítios arqueológicos, as picapes estão enfrentando terrenos acidentados que colocam à prova as qualidades de fora de estrada do modelo. Os aventureiros utilizam unidades das versões topo de linha SL e da intermediária SE . Os expedicionários estão sendo acompanhados por Edith Pereira, arqueóloga com ênfase em Arqueologia Pré-Histórica e em arte rupestre, pré-história da Amazônia. Graduada em Licenciatura em História pela Universidade Federal do Pará, Edith tem mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco e doutorado em Geografia e História pela Universidade de Valência, Espanha (1996). Atualmente é pesquisadora Titular do Museu Paraense Emílio Goeldi. O terceiro dia da “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” foi dedicado à exploração dos sítios arqueológicos da Pedra do Mirante e da Pedra do Pilão, localizados no Parque Estadual Monte Alegre, no oeste do Pará. Os jornalistas, convidados e pesquisadores do grupo conheceram a arte rupestre dos locais, que contam com pinturas com cerca de 12 mil anos representando animais, humanos e formas geométricas diversas. Aproveitando a passagem da expedição pelo sítio da Pedra do Mirante, na Serra do Ererê, a Nissan oficializou um legado para o Parque Estadual Monte Alegre. A marca japonesa irá contribuir com a instalação de sinalização para facilitar a visitação e também irá colaborar com a aquisição de uniformes para funcionários do parque. Na ocasião, Rogério Louro, diretor de Comunicação da Nissan, descerrou a primeira placa de sinalização do local junto com Patrícia Messias, gerente administrativa do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor). Os expedicionários seguiram em direção à Pedra do Pilão, na Serra do Paytuna. Nesse sítio, além das pinturas rupestres, é possível ter uma vista panorâmica da região. Para alcançar o topo, o grupo teve de subir por um caminho entre as rochas. “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” A expedição, que já visitou sítios arqueológicos em Minas Gerais, Piauí, Mato Grosso e Bahia, tem o compromisso da Nissan de unir os produtos da marca com ações que contribuam com o país. No caso, contribuir com a cultura e a pesquisa científica ao divulgar o rico acervo de pinturas rupestres do Brasil, que muitas vezes é mais conhecido e admirado por estrangeiros do que pelos brasileiros.
“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” ganha uma etapa extra e vai aos sítios de arte rupestre do Pará
“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” ganha uma etapa extra e vai aos sítios de arte rupestre do Pará Fotos Pedro Dantas Nessa terça-feira, dia 14, um comboio com 15 picapes Nissan Frontier vai visitar alguns dos principais sítios arqueológicos do estado com jornalistas, convidados e pesquisadores Quando foi criado em 2017, o projeto “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” tinha a previsão de ter quatro etapas, que foram completadas em abril deste ano com a visita aos sítios arqueológicos da Chapada Diamantina, na Bahia, mas os expedicionários e suas picapes Nissan Frontier vão voltar as estradas e trilhas. Em função do sucesso em contribuir para a divulgação do patrimônio histórico do Brasil, a Nissan decidiu realizar mais uma etapa. O local escolhido foi indicado por inúmeros especialistas por ainda ser pouco conhecido e ter características únicas de pinturas rupestres. Essa última etapa acontece no Pará. Dessa vez os aventureiros conhecerão sítios arqueológicos com pinturas da tradição amazônica, localizados na região de Monte Alegre, oeste do estado. Os expedicionários – jornalistas, convidados e pesquisadores – percorrerão o interior do Pará para conhecer as origens do país por meio da arte rupestre. A expedição, que usa uma frota de 15 picapes Nissan Frontier, passará por locais que guardam registros da presença de nossos ancestrais datados de mais de 12 mil anos. Dessa vez, eles serão acompanhados por Edith Pereira, arqueóloga com ênfase em Arqueologia Pré-Histórica e em arte rupestre, pré-história da Amazônia. Graduada em Licenciatura em História pela Universidade Federal do Pará, Edith tem mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco e doutorado em Geografia e História pela Universidade de Valência, Espanha (1996). Atualmente é pesquisadora Titular do Museu Paraense Emílio Goeldi.
SFI CHIPS faz preparo especial para Jimny enfrentar o desafio do Rally dos Sertões
SFI CHIPS faz preparo especial para Jimny enfrentar o desafio do Rally dos Sertões Edson Di Nole, bicampeão brasileiro de UTVs, vai disputar a maior competição do gênero no país sem equipe de apoio Por Aline Ben da Costa/Comunicação 4×4 Fotos Divulgação e Vinicius Ferraz Faltam poucos dias para a 26ª edição do Rally dos Sertões e os pilotos e navegadores que vão participar da maior competição do gênero no país intensificam os preparativos para os oito dias de evento. Nesta semana a SFI CHIPS trabalhou no carro do piloto Edson Di Nole, bicampeão brasileiro de UTVs e atual líder da Mitsubishi Cup na categoria ASX RS. No Rally dos Sertões, Di Nole vai competir na categoria Production T2 a bordo de um Jimny e participar da aventura sem equipe de apoio. O Rally dos Sertões já é um desafio para os competidores que participam da prova acompanhados de equipes de apoio para fazer a manutenção dos veículos e cuidar do sono e da alimentação dos pilotos e navegadores. Participar da competição sem esse auxílio então, é uma aventura para poucos. Di Nole se prepara para o desafio ao lado do navegador Vilson Agudinho. “Vamos fazer um teste para a categoria ‘Self’ de carros, onde os competidores ficam responsáveis pela manutenção do veículo. Meu navegador é mecânico de Suzuki há 15 anos e um amante da marca”, ressalta Di Nole. E para enfrentar uma aventura dessas a dupla fez uso com a preparação especial da SFI CHIPS. De acordo com o proprietário da empresa, Márcio Medina, foi criado um software customizado para o veículo durante o Rally dos Sertões, prevendo a falta de qualidade do combustível disponível em vários pontos onde a competição vai passar. “O trabalho ficou muito mais fácil, pois já conheço a forma de pilotagem do Di Nole. Já desenvolvemos projetos para UTV juntos e assim eu tive uma ótima noção de cada ponto que poderia alterar e o que deveria ser feito para complementar a condução do Jimny”, comenta Medina. Outro ponto que recebeu atenção da SFI CHIPS foi a curva de toque que foi totalmente retrabalhada para garantir um desempenho superior. “Me senti plenamente satisfeito com o resultado. Mesmo com as limitações impostas por um propulsor de aspiração natural e de baixa cilindrada, conseguimos atingir todas as exigências do piloto”, ressalta o especialista em reprogramação. Segundo Medina, o Rally dos Sertões é uma competição conhecida por testar os limites de pilotos, navegadores e máquinas. “São vários os desafios: alta temperatura, terrenos irregulares que fadigam todo o conjunto motriz, combustível de má qualidade durante o percurso, entre outros. E são nessas situações adversas que a SFI CHIPS monta seu laboratório, extraindo o máximo dos propulsores sem comprometer a longevidade do equipamento. Provas de endurance são sempre a nossa preferência, pois separam uma preparação plena e bem arquitetada daquelas que só visam ganho em potência e quebram nas primeiras especiais”, explica. Enquanto corre atrás dos últimos preparativos para o Rally dos Sertões, Di Nole já ficou mais tranquilo com a preparação do carro já à disposição do competidor. “Quando peguei o carro fui direto para a SFI CHIPS e eles fizeram a reprogramação. Ficou muito bom, um carro rápido e bem linear de rotação, gostei muito. O Jimny melhorou demais em todos os quesitos. Foi a melhor coisa que eu fiz nesse período de preparação para realizar um sonho de piloto participando do segundo maior rally do mundo”, conta Di Nole. A SFI CHIPS vai estar representada no 26º Rally dos Sertões, entre os dias 18 e 25 de agosto, com diversas duplas de competidores tanto nas categorias de Velocidade como de Regularidade. A marca já é nove vezes campeã da competição através dos pilotos e navegadores apoiados pela empresa.
Programador pessoal permite que dono do veículo faça remapeamento em casa
Programador pessoal permite que dono do veículo faça remapeamento em casa SFI CHIPS envia o My Genius para todo o país com mapa de reprogramação personalizado para o carro do cliente Os donos de veículos que desejam melhorar a performance dos seus carros com soluções de ponta, mas moram distantes das prestadoras de serviço, agora podem contar com o My Genius da SFI CHIPS. O produto é um programador pessoal que permite que o próprio dono do carro faça o remapeamento do seu veículo em casa. O aparelho não é uma novidade, mas o sistema ainda é pouco conhecido no Brasil. A diferença do equipamento da SFI CHIPS é que ele vem com a reprogramação personalizada da empresa, feita especialmente para o carro do cliente e com a mesma qualidade e padrão da solução que as revendas oferecem. Através do My Genius, o mesmo serviço de reprogramação da SFI CHIPS é realizado de uma forma diferente, mantendo a qualidade das soluções automotivas da marca e com mais comodidade para os clientes que preferirem essa facilidade. O cliente faz a compra do produto, recebe o programador pessoal em casa e ele mesmo faz o remapeamento. O My Genius comporta um mapa de reprogramação por vez, mas pode ser utilizado para quantos mapas o dono do veículo adquirir. O assistente comercial da SFI CHIPS, Caio Henrique Freire Lucio de Jesus, destaca a possibilidade dos proprietários mais apaixonados poderem ter a experiência deles mesmos fazerem a chipagem do seu veículo. “Todo aquele trabalho de reprogramação que a gente faz que altera o mapa da injeção, faz a leitura do mapa original que está na memória do módulo, e modifica esse mapa e grava na central, o cliente que vai fazer. Com o trabalho do My Genius o proprietário faz a leitura do seu carro, manda pra gente, nós enviamos pra ele o mapa modificado e ele grava com o aparelho dele”, explica Caio. Outra facilidade do programador pessoal é que o proprietário não precisa levar o veículo até a loja toda a vez que quiser modificar o mapa de reprogramação. “O My Genius é muito interessante para atender regiões muito distantes como Acre ou Rondônia porque não dá pra ir até lá, então a gente manda o equipamento para o cliente e ele faz o serviço. A vantagem adicional que o cliente tem é que em uma reprogramação convencional ele teria que trazer o carro novamente na loja para retornar a configuração original, por exemplo. Já com o My Genius ele mesmo faz o procedimento”, explica.
“Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura” chega às livrarias
“Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura” chega às livrarias e retrata a saga de três amigos que resolveram cruzar as Américas a bordo de um jipe nos anos 50 O ano é 1955 e de uma reunião entre os amigos Hugo Vidal, Charles Downey e Jan Stekly, à época com apenas 19 anos, nasce a ideia de participar do oitavo Jamboree Mundial (evento máximo do Movimento Escoteiro que ocorre a cada quatro anos) que seria realizado pela primeira vez no continente americano. O que faria toda a diferença na vida desses três jovens foi como decidiram chegar até o evento no Canadá, seguindo pelo Alasca e depois retornando ao Brasil: nada de avião ou navio, mas sim por terra, num jipe standard modelo Willys. Isso numa época sem internet, GPS e quando a telefonia ainda dava seus primeiros passos. Sem dinheiro para a empreitada e como forma de conseguir patrocínio para a aventura, tiveram a ideia de modificar o jipe com peças produzidas por 25 fabricantes nacionais, numa forma de conseguir recursos e ainda ajudar a promover a indústria automobilística brasileira (pois naquela época ninguém acreditava que o país pudesse fabricar veículos aqui). O fato, curioso e difícil de acreditar e que revela as dificuldades enfrentadas pelos inexperientes viajantes, serviu para dar nome ao livro que chega às livrarias em junho e que conta a viagem desses três jovens aventureiros e sonhadores que durou 1 ano e 12 dias e percorreu quase 73 mil quilômetros, passando por 19 países: “Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura”. Editado pela Overlander e narrado por Hugo Vidal, um dos viajantes originais, hoje com 85 anos, o livro é muito mais que o retrato de uma aventura quase impossível para a época, mas sim uma obra repleta de curiosidades, belas imagens e uma história de inspiração que valoriza a importância do companheirismo, de se batalhar pelo que realmente quer e até de se encontrar uma vocação profissional, o que acabou acontecendo também para Hugo, que foi, por décadas, produtor nacional licenciado de uma tecnologia para carros 4×4, graças à realização da viagem. SOBRE O LIVRO Título: Flashes de uma aventura – Operação Abacaxi / Flashes of an adventure – Operation Pineapple Autor: Hugo J. Vidal Idioma: Bilíngue (Português/Inglês) Editora: Overlander Ano: 2018 Onde comprar: http://overlanderbrasil.com/op Preço: R$ 95,00
Off-road pesado na 2ª Trilha Santa Lama – Santa Cruz do Sul
Off-road pesado na 2ª Trilha Santa Lama – Santa Cruz do Sul Por Eduardo Neves Foto Eduardo Neves e Leonardo Neves Nos dias 8 e 9 de junho, o grupo Santa Lama realizou na cidade de Santa Cruz do Sul a segunda edição da Trilha Santa Lama. Um evento que, apesar de ser novo no calendário das trilhas gaúchas, já se mostra como um dos mais esperados pelos jipeiros do RS. Isso se dá por causa das inúmeras trilhas que a galera percorre em todas as regiões do estado e também pela enorme capacidade de fazer novas amizades. Na sexta, dia 8, os participantes foram recebidos com chopp, petiscos e música ao vivo, o que fez com que a animação se estendesse até altas horas. Ainda na sexta, os jipeiros também puderam fazer suas inscrições e garantir seu kit composto por almoço, café, brinde e uma linda camiseta. No sábado, deram continuidade as inscrições logo bem cedo, onde puderam também tomar um reforçado café da manhã para garantir energias para a aventura. Por volta das 9 horas saíram em comboio para um trajeto repleto de atoleiros das mais diversas dificuldades e tipos de terrenos. O evento contou com passagens de lavouras, valas de água, atoleiros de lama e muito mais. No meio do percurso os trilheiros tiveram um ponto de lanche onde foi servido um salchipão. A trilha chegou ao seu final por volta das 17h com um excelente almoço, com churrasco e pratos variados. A 2ª Trilha Santa Lama terminou com sensação de dever cumprido por parte dos organizadores e promessas de retorno para 2019 por quem participou.
Fenajeep: quatro histórias distintas e um sonho de dar a volta ao mundo
Fenajeep: quatro histórias distintas e um sonho de dar a volta ao mundo Conheça as pessoas que já deram quatro voltas ao mundo e estão na Fenajeep para dividir experiências Para onde vamos? Para o mundo! Quanto tempo dura uma viagem inesquecível? Pergunta complexa quando se trata de realizar um sonho. E se essa viagem durasse um, dois ou até quatro anos? É este o caminho que algumas pessoas escolhem e que fazem questão de dividir com os outros as suas histórias. Nesta XXV Fenajeep, quatro famílias marcam presença para contar suas experiências de volta ao mundo a bordo de um carro. São pessoas que têm na veia o jeito overlanding de viver, ultrapassando fronteiras e seus próprios limites. Largar tudo para seguir um sonho requer projetos, preparação, logística, estudo, decisões e muita economia. Na maioria dos casos, deixa-se para trás emprego (ou até a profissão), residência e tudo o que envolve a vida que se leva, para ir em busca de estradas, países e de brinde, imergir em uma nova cultura e outras línguas. Foi assim que aconteceu na vida da Família Pelo Mundo, que começou com Jocemar Paza Tomasi e Adriana Tormena Tomasi e depois, a soma dos dois, Júlia e Miguel. A história aventureira do casal começou na lua de mel: em 1999 casaram e já colocaram o pé na estrada. Com apenas uma mochila cada um, fizeram uma pequena viagem pelo Sul do Brasil e desde então nunca mais pararam. As crianças nasceram após 10 anos de casados e foram crescendo ‘no mundo’, literalmente. Em uma cidade, Júlia aprendeu a andar; sete meses na barriga da mãe, Miguel foi pela primeira vez ao exterior, durante uma expedição de sete mil quilômetros pelo Uruguai, Argentina e Chile. A segunda expedição surgiu sete meses depois, num total de 13 mil quilômetros rodados até voltar ao Brasil. “Chegamos em casa e poucos meses depois, surgiria nosso grande projeto: a Volta Ao Mundo de carro”, conta Jocemar. Literalmente, os quatro membros da família – dois adultos e duas crianças pequenas, deixaram para trás a vida que levavam em Brusque/SC para dar uma volta ao mundo a bordo de uma Van. E essa viagem começou na Fenajeep. Foi visitando a festa, que Jocemar e Adriana conheceram o Roy e a Michelle, do livro ‘Mundo Por Terra’, que deram a volta ao mundo duas vezes. Jocemar lembra que foram alguns livros adquiridos antes de viajarem, mas o que tirou mesmo a família de casa, foi o ‘Mundo por Terra’. “E agora estamos todos aqui, dividindo o mesmo espaço. É muito gratificante para nós estarmos com nossos ídolos e contando nossa história também”, revela. Eles percorreram 65 países, 145.045 quilômetros rodados com uma Van Peugeot Boxer 2.8 Turbo, adaptada para Motorhome, feita artesanalmente. Hoje, a Família Pelo Mundo tem um livro que relata essa vivência, lançado em novembro de 2017. Letras e fotos narram a experiência de Adriana e Jocemar e dos filhos Júlia e Miguel, levando o leitor para uma viagem de volta ao mundo, através das 392 páginas com textos e 500 fotos coloridas de um feito traduzido em emoções. “Queremos com esse livro passar para todos que é possível fazer projetos, seguir os sonhos, basta ter metas”, enfatiza ele. Duas voltas ao mundo Por falar em meta, esta foi a palavra de ordem na vida de Roy Rudnick e Michelle Francine Weiss. Roy era administrador e Michelle arquiteta/urbanista, quando decidiram que era hora de seguir o caminho do sonho. E era uma estrada longa, que exigiria deles três anos viajando de carro. Aquelas profissões que os formaram na faculdade, deram lugar aos escritores, palestrantes, fotógrafos e viajantes que nasceram após a primeira expedição pelo mundo. “Isso tudo vem da nossa paixão por viagens e pelo 4 x 4. Essa paixão tinha que sair do papel e se transformar em realidade. A Michelle seguiu o meu sonho e se apaixonou por ele”, conta Roy. Os dois deixaram São Bento do Sul/SC em 2007 e só voltaram ao ponto zero em 2009, com muitas fotos, vídeos e na memória experiências inesquecíveis do que seus olhos foram testemunhas. “Bastou apenas um simples: ‘Nós vamos’ e fomos”, comenta ele. Tudo que foi vivido pelo casal se transformou em um livro, traduzido em duas versões, em português e inglês e disponível em formatos ePub, Kindle e iBook, porque era muita coisa para contar. Mas a história deles não para por aí. A experiência da sensação de liberdade os chamou novamente para mais uma missão, a segunda expedição de volta ao mundo de carro: Mundo por Terra – Latitude 70°. Os dois atingiram três pontos no globo acima da Latitude 70° Norte, dirigindo por terra. Cinco anos após a primeira viagem, os dois estavam em sua segunda volta ao mundo, que começou em 2014 e encerrou em 2017. Foram seis anos e dois meses na estrada, 302.484 quilômetros rodados e 103 países visitados, no total. As duas voltas ao mundo foram feitas em uma Land Rover Defender, transformada em Motorhome, de seis metros quadrados, com quarto, cozinha, sala de estar e de jogos. Um segundo livro já está sendo produzido sobre mais esta expedição do casal. “Aventura para nós significa estar ao ar livre, longe de nossa zona de conforto”, reforça Michelle. A brasileira e o americano A brasileira Grace Downey e o americano Roberto Ager também narram suas experiências de volta ao mundo ao público da Fenajeep. O casal de professores se conheceu em São Paulo e está junto há mais de 20 anos. Os dois adoravam viajar, fazer mochilão, acampar e se aventurar. Quando o destino os apresentou, uniu também o desejo em comum por explorar o desconhecido. Em 2002, eles largaram tudo para dar a volta ao mundo e, literalmente, desafiar seus sonhos em uma viagem de mais de três anos com uma Land Rover. “Foram três anos e meio de viagem. Começamos pela América do Sul, América Central e América do Norte até o Alasca. Depois retornamos
XXV Fenajeep inicia nesta quinta-feira, 21 de junho
XXV Fenajeep inicia nesta quinta-feira, 21 de junho Maior evento off-road da América Latina acontece em Brusque e celebra seus 25 anos em 2018 A partir de quinta-feira, 21 de junho, a cidade de Brusque (SC) será novamente o palco do maior evento off-road da América Latina, com a realização da XXV Festa Nacional do Jeep – Fenajeep. A festa, que acontece até domingo, 24 de junho, será realizada no Pavilhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof (da Fenarreco) e deve atrair pilotos, apaixonados pelo mundo off-road e famílias que buscam entretenimento, aventura, diversão e lama. Em 2018 a edição do evento é ainda mais especial, já que a Fenajeep celebra seu jubileu de prata: são 25 anos de realização do evento, muitas histórias, memórias e conquistas no coração de quem o organizou e também participou das edições. Segundo o presidente do Brusque Jeep Clube e da Comissão Organizadora da festa, Vilmar Walendosky (Negão), apesar da mudança na data do evento, por conta da paralisação dos caminhoneiros no país, a Fenaejeep terá as mesmas atrações e competições, que devem marcar os 25 anos do evento. “Algumas pessoas, entre expositores do Salão Off-Road e pilotos não puderam vir, mas outros já confirmaram presença e tudo que ocorreu deu certo. Assim, será a festa de 25 anos que tanto esperamos. Estamos com uma expectativa muito boa, não só por nós da Organização, mas também por quem estará competindo ou prestigiando esse evento tão especial”, comenta Negão. Somente no sábado, 23, já estão confirmados cerca de 600 jipes que irão participar das provas e dos passeios Radical e Expedition. Outro atrativo será o 14ª Encontro Nacional dos Preservadores de Veículos Militares, que terá diversos carros diferenciados, usados pelo exército na Segunda Guerra Mundial. “Teremos um motor de oito cilindros, de um avião usado na Guerra semelhante ao que temos no Parque Leopoldo Moritz, que será um atrativo à parte, além da homenagem ao Francisco Carlos de Araújo Brusque. Então esperamos as famílias de Brusque, região, do estado e de todo o país nesse evento que será tão especial”, ressalta Negão. Mudança no trânsito A Organização da XXV Fenajeep também alerta para as alterações do trânsito relacionadas com a festa. O acesso ao evento, em todos os dias de sua realização, será apenas pela Beira Rio (avenida Bepe Roza). O acesso à festa pela Antônio Heil, assim como os anos anteriores não será permitido ao público. Programação A XXV Fenajeep inicia na quinta-feira, 21 de junho, com o hasteamento da bandeira nacional, às 17h, seguindo da cerimônia de abertura da 25ª edição e do Salão Off-Road. As competições de Gaiola Cross também iniciam na quinta, após a cerimônia, a partir das 18h. Já na sexta-feira, 22, a Fenajeep contará com as disputas de Gaiola Cross e o início do Desafio Fenajeep. No sábado, 23, além das competições do Jeep Indoor, Desafio Fenajeep e Gaiola Cross, também acontece o Passeio Radical com saída às 8h30, o Passeio Expedition, com saída às 9h. Já as Finais do Jeep Indoor, Gaiola Cross e Desafio Fenajeep, bem como as respectivas premiações acontecem no domingo, 24, a partir das 15h30. Além disso, ao longo de todos os dias do evento o público também poderá prestigiar o Salão Off-Road, que mais uma vez contará com diversos expositores de peças, equipamentos e acessórios para veículos 4×4, e também conferir o 14ª Encontro Nacional de Preservadores de Viaturas Militares, que será outro diferencial do evento. Saiba mais Interessados em participar das disputas de Jeep Indoor, Desafio Fenajeep e Passeio Expedition também podem se inscrever no site: www.fenajeep.com . A programação completa do evento, os horários das provas e a tabela de valores dos ingressos também estão disponíveis no site oficial da Fenajeep: www.fenajeep.com. Mais informações: (47) 3355-6196.
