Mitsubishi Motorsports chega a Maceió (AL) com percurso paradisíaco

Mitsubishi Motorsports chega a Maceió (AL) com percurso paradisíaco Prova destinada a famílias e amigos será realizada no dia 4 de agosto; inscrições estão abertas pelo site Fotos Ricardo Leizer         O clima do Nordeste toma conta do Mitsubishi Motorsports, o mais tradicional rali de regularidade do Brasil. No dia 4 de agosto, a prova, que reúne amigos e famílias para um dia divertido em meio à natureza, desembarca na capital alagoana, Maceió, para uma prova repleta de belas paisagens.     “Nordeste é sinônimo de praia, sol, calor e um visual incrível. Vamos reunir todos esses elementos para que os participantes tenham uma ótima experiência a bordo dos veículos 4×4”, garante Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors.     No Mitsubishi Motorsports não é necessário experiência, nem carros preparados. na véspera da competição, a organização realiza um briefing onde são passadas todas as informações. Podem participar os modelos 4×4 das linhas L200, Pajero e ASX. As inscrições podem ser feitas pelo site www.mitralis.com.br. Não há taxa de inscrição e cada carro faz a doação de uma cesta básica e seis produtos de higiene, que são destinados à entidades assistenciais do município.     “Aqui é sempre uma diversão: sair da rotina e explorar um pouco mais o carro nas trilhas. E o ASX supera as expectativas, o legal é saber que o carro vai muito além do que se imagina. É confortável no dia a dia e dá pra pegar um fora de estrada nos fins de semana”, afirma o participante Adiel Melo.     Os participantes percorrerão trechos por antigas e históricas fazendas da época de Floriano Peixoto, que nasceu na região. “Neste ano, a prova será inédita em Maceió, já que iremos sentido Norte pela primeira vez”, afirma Lourival Roldan, diretor de prova do Mitsubishi Motorsports.     No caminho, trilhas com reflorestamento, coqueiros e um piso predominante de piçarra com areia. Além de Maceió, a prova passará também por Paripueira, São Luiz do Quitunde e Santo Antonio da Barra, local paradisíaco com maravilhoso visual da praia.       Programação – 4ª etapa – Maceió (AL) Sexta-feira, 03/08 A partir das 17h – entrega das doações, adesivagem dos veículos, vistoria e briefings Local: Hotel Ritz Lagoa da Anta – Av. Brigadeiro Eduardo Gomes de Brito, 546 – Lagoa da Anta – Maceió (AL) Sábado, 04/8 A partir das 8h – Largada (local a definir) A partir das 13h – Chegada, almoço e premiação Local da chegada: Hotel Ritz Lagoa da Anta – Av. Brigadeiro Eduardo Gomes de Brito, 546 – Lagoa da Anta – Maceió (AL)     Calendários 2018 – Mitsubishi Motorsports 4ª etapa – 04 de agosto – Maceió (AL) 5ª etapa – 18 de agosto – Goiânia (GO) 6ª etapa – 01 de setembro – Campos do Jordão (SP) 7ª etapa – 29 de setembro – Joinville (SC) 8ª etapa – 27 de outubro – Salvador (BA) 9ª etapa – 24 de novembro – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) * Datas e locais sujeitos a alterações.

Leilão com Land Rover chega a 46% do valor da Tabela Fipe

Leilão com Land Rover chega a 46% do valor da Tabela Fipe     A Superbid, empresa que promove leilões online, anunciou um leilão de veículos das marcas Jaguar e Land Rover, que acontece até amanhã, quinta-feira (26).     A economia chega a 46% do valor da Tabela Fipe. São 11 carros localizados em Itatiaia, no Rio de Janeiro, e São Bernardo do Campo, em São Paulo.     Entre os destaques, temos um Land Rover Discovery Sport SD4 HSEL7L 2.2 (2015), com 15.706 quilômetros rodados, pelo valor atual de R$165 mil, o que representa um desconto de 23% em relação ao valor do automóvel na tabela Fipe.     Outro destaque é o Jaguar XE S3.0 V6 SC (2016/2017), com 10 mil quilômetros, pelo lance inicial de R$152.500, 46% do valor da Tabela Fipe.     Se interessou? Siga o link do leilão: https://www.superbid.net/leilao/lista/ofertas.htm?auction_id=68282  

Programador pessoal permite que dono do veículo faça remapeamento em casa

Programador pessoal permite que dono do veículo faça remapeamento em casa SFI CHIPS envia o My Genius para todo o país com mapa de reprogramação personalizado para o carro do cliente     Os donos de veículos que desejam melhorar a performance dos seus carros com soluções de ponta, mas moram distantes das prestadoras de serviço, agora podem contar com o My Genius da SFI CHIPS. O produto é um programador pessoal que permite que o próprio dono do carro faça o remapeamento do seu veículo em casa. O aparelho não é uma novidade, mas o sistema ainda é pouco conhecido no Brasil. A diferença do equipamento da SFI CHIPS é que ele vem com a reprogramação personalizada da empresa, feita especialmente para o carro do cliente e com a mesma qualidade e padrão da solução que as revendas oferecem.     Através do My Genius, o mesmo serviço de reprogramação da SFI CHIPS é realizado de uma forma diferente, mantendo a qualidade das soluções automotivas da marca e com mais comodidade para os clientes que preferirem essa facilidade. O cliente faz a compra do produto, recebe o programador pessoal em casa e ele mesmo faz o remapeamento. O My Genius comporta um mapa de reprogramação por vez, mas pode ser utilizado para quantos mapas o dono do veículo adquirir.     O assistente comercial da SFI CHIPS, Caio Henrique Freire Lucio de Jesus, destaca a possibilidade dos proprietários mais apaixonados poderem ter a experiência deles mesmos fazerem a chipagem do seu veículo. “Todo aquele trabalho de reprogramação que a gente faz que altera o mapa da injeção, faz a leitura do mapa original que está na memória do módulo, e modifica esse mapa e grava na central, o cliente que vai fazer. Com o trabalho do My Genius o proprietário faz a leitura do seu carro, manda pra gente, nós enviamos pra ele o mapa modificado e ele grava com o aparelho dele”, explica Caio.     Outra facilidade do programador pessoal é que o proprietário não precisa levar o veículo até a loja toda a vez que quiser modificar o mapa de reprogramação. “O My Genius é muito interessante para atender regiões muito distantes como Acre ou Rondônia porque não dá pra ir até lá, então a gente manda o equipamento para o cliente e ele faz o serviço. A vantagem adicional que o cliente tem é que em uma reprogramação convencional ele teria que trazer o carro novamente na loja para retornar a configuração original, por exemplo. Já com o My Genius ele mesmo faz o procedimento”, explica.

A pista da Fenajeep sob as lentes da Photo Lama

A pista da Fenajeep sob as lentes da Photo Lama Texto e Fotos Eduardo Neves – Photo Lama     A equipe Photo Lama participou, pelo segundo ano consecutivo, da Fenajeep, considerado o maior evento off road 4×4 da América Latina.     Apesar da troca de data, por conta da greve dos caminhoneiros, a festa não perdeu em nada de seu brilho e foi um espetáculo assim como os anos anteriores.     “Para nós é um prazer poder fazer a cobertura dessa festa; podemos ver amigos de várias partes do País, que só tínhamos contado por redes sociais”. comentou Eduardo.     Participar da Fenajeep é um acontecimento especial desde o trajeto de aproximadamente 730 quilômetros entre a cidade de Cachoeira do Sul, interior do Rio Grande do Sul até Brusque, SC, passando por lugares incríveis como algumas praias Catarinenses, túneis e paisagens lindíssimas; até o evento em si que é um show a parte.     A feira se destaca não só pela quantidade de pessoas que prestigiam por causa do amor ao off road, mas também pelo cuidado nos detalhes por parte da organização, atenção com o público, com os competidores e até mesmo por quem está trabalhando, realmente a Fenajeep é um evento diferenciado.     Os pilotos do Desafio Fenajeep assim como do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross deram um verdadeiro show de habilidade e pilotagem, proporcionando um espetáculo para o público presente.     Esse ano a pista do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross teve um trajeto que proporcionou uma quebra de recorde em cima da outra, voltas de tirar o fôlego tanto dos espectadores quanto dos pilotos.     A pista do Desafio Fenajeep também foi um show a parte com as super máquinas e pilotos com coragem de sobra.     A feira de negócios também teve um movimento positivo, considerando que o número do público foi um pouco reduzido devido a troca da data.  “Vimos muita movimentações nos corredores e estandes da feira com muita novidade como sempre, além das exposições e uma praça de alimentação sempre lotada”, informou.       No ano de 2019, a Equipe Photo Lama já confirmou presença para a 26ª Fenajeep, para fazer mais uma seleção de fotos e videos desse que é o maior evento Off Road 4×4 da América Latina.    

A pista da Fenajeep sob as lentes da Photo Lama

A pista da Fenajeep sob as lentes da Photo Lama Texto e Fotos Eduardo Neves – Photo Lama     A equipe Photo Lama participou, pelo segundo ano consecutivo, da Fenajeep, considerado o maior evento off road 4×4 da América Latina.     Apesar da troca de data, por conta da greve dos caminhoneiros, a festa não perdeu em nada de seu brilho e foi um espetáculo assim como os anos anteriores.     “Para nós é um prazer poder fazer a cobertura dessa festa; podemos ver amigos de várias partes do País, que só tínhamos contado por redes sociais”. comentou Eduardo.     Participar da Fenajeep é um acontecimento especial desde o trajeto de aproximadamente 730 quilômetros entre a cidade de Cachoeira do Sul, interior do Rio Grande do Sul até Brusque, SC, passando por lugares incríveis como algumas praias Catarinenses, túneis e paisagens lindíssimas; até o evento em si que é um show a parte.     A feira se destaca não só pela quantidade de pessoas que prestigiam por causa do amor ao off road, mas também pelo cuidado nos detalhes por parte da organização, atenção com o público, com os competidores e até mesmo por quem está trabalhando, realmente a Fenajeep é um evento diferenciado.     Os pilotos do Desafio Fenajeep assim como do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross deram um verdadeiro show de habilidade e pilotagem, proporcionando um espetáculo para o público presente.     Esse ano a pista do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross teve um trajeto que proporcionou uma quebra de recorde em cima da outra, voltas de tirar o fôlego tanto dos espectadores quanto dos pilotos.     A pista do Desafio Fenajeep também foi um show a parte com as super máquinas e pilotos com coragem de sobra.     A feira de negócios também teve um movimento positivo, considerando que o número do público foi um pouco reduzido devido a troca da data.  “Vimos muita movimentações nos corredores e estandes da feira com muita novidade como sempre, além das exposições e uma praça de alimentação sempre lotada”, informou.       No ano de 2019, a Equipe Photo Lama já confirmou presença para a 26ª Fenajeep, para fazer mais uma seleção de fotos e videos desse que é o maior evento Off Road 4×4 da América Latina.    

O clima vai subindo no Transcatarina 2018

O clima vai subindo no Transcatarina 2018 O Sol esquentou o frio de Santa Catarina, mas nada comparado com o calor das disputas do rali de regularidade, e nas emoções das categorias de passeio e aventura. Evento montou acampamento em Rio Negrinho     O segundo dia do Transcatarina 2018 começou bem cedo. Às 7h, desta sexta-feira (13) foi dada a largada para o segundo dia de competições… Com temperatura de 4 graus, as duplas se despediram de Fraiburgo e seguiram para a cidade de Rio Negrinho – que recebe o evento pela sexta vez consecutiva (o pórtico foi levantado atrás do Pavilhão dos Imigrantes – Ginásio de Esportes). O Transcatarina terminará neste sábado (14), em Blumenau, com chegada dos 230 veículos na Vila Germânica.         Para as categorias de competição (Máster, Graduado, Turismo e Turismo Light), ao longo de aproximadamente 70 quilômetros de trechos navegados, o clima foi esquentando – no termômetro e na disputa. Este segundo dia de Transcatarina foi determinante para quem sonha com o título do certame e seguir para a etapa final com reais chances de pódio. (Porém, tudo pode acontecer até a passagem final do último veículo).     “O segundo dia do Transcatarina foi excepcional. Tivemos muitas mudanças de média de velocidade… Sobe 60/km, baixa para 27 km/h por 30 metros, sobe para 42 km/h, e assim foi durante toda a disputa. Um desafio para o piloto e carro, pois foi um constante acelera e freia para se manter a média de velocidade exigida em planilha”, contou o navegador Igor Quirrenbach, que compete ao lado do piloto Marcelo de Freitas Gouveia. “Além disso, estava bem difícil de identificar os caminhos a serem seguidos, pois as entradas estavam pouco marcadas (escondidas pelas folhas das árvores), por isso, foi preciso confiar no navegador que cantava as referências na metragem”.     O roteiro passou por propriedades particulares destinadas ao plantio de pinus e, ainda, com direito a passagem pelo Rio dos Patos (o famoso rio da primeira edição do Transcatarina, em 2009). Uma antiga igreja ucraniana, erguida em 1914 na localidade de Moema também chamou a atenção dos off-roaders.     Entre freadas e aceleradas  Foi preciso muita concentração e esforço para manter o tempo cravado no zero e passar pelos pontos de controle sem perder pontuação. Encarar os obstáculos naturais, fazer curvas e aplicar técnicas sem perder um único segundo, é lição que poucos saem com nota máxima. Em um Transcatarina, cada segundo faz toda a diferença. E quem deu uma aula de rali de regularidade na categoria Máster foram Leandro Pereira Moor e Claudio Roberto Flores. “O desafio do rali de regularidade é que nem todos os dias é possível ir bem, e ontem foi um desses dias… Hoje, entramos focados na prova, com a ‘faca nos dentes’. Nossa dupla tem quatro anos de formação, e a medida que o tempo passa, só melhoramos, e esse aperfeiçoamento envolve o entrosamento da equipe, que é fundamental”, declarou Moor. Em segundo lugar ficaram Leandro Rodrigo Riffel e Roberto Luiz Spessatto, com Fábio de Lima Carvalho e José Aristoteles Fiuza Neto em terceiro. Pela categoria Graduados, ganharam Marcelo de Freitas Gouveia e Igor Quirrenbach de Carvalho. Eles foram seguidos por Orli Ademir Katzer e Gustavo Henrique Katzer, e Sandra Dias e Minae Miyauti, em segundo e terceiro lugares respectivamente. “A expectativa só aumenta. Como nosso resultado foi ruim ontem, sabíamos que hoje nada poderia dar errado, se não, perderíamos as nossas chances de sermos campeões do Transcatarina. Neste sábado, será tudo ou nada”, comemorou Gouveia.          A disputa pelo pódio na Turismo foi bem apertada, mas lutando ferrenhamente pelo título da categoria está a dupla Wivalde Jonas Liel e Adimar Diego Mühlbaeur, vitoriosa nesta etapa de sexta-feira. Na segunda posição ficaram Marcos Giannoni e Benedito Lopes, e em terceiro, Dirceu Araújo Salla e Robson Josué Osório. “A etapa final terá bastante laço e será um teste de fogo para o navegador. A concentração será primordial para obtermos o resultado tão sonhado”, falou Mühlbaeur. Com uma disputa extremamente acirrada e pontuações bastante próximas, na Turismo Light o primeiro lugar ficou com pai e filho, José Andrade Júnior e Bernardo Schafer Andrade. “Emoção nota dez. Tomara que consigamos continuar com esse desempenho”, declarou o piloto. Em segundo lugar ficaram João Carlos Afonso Estanqueiro e Lucia Cardoso Estanqueiro, com Osvaldo Prezotto e Nathalia Graciano na terceira posição.     Assim, o Transcatarina 2018 caminha para a fase final… A grande decisão! Quais serão as melhores duplas desta edição histórica dos dez anos de um dos maiores eventos off-road do País? Com os resultados de hoje, a classificação acumulada ficou bem apertada e são muitos os competidores com chances reais de pódio. Adrenalina a pico elevado para o terceiro e último dia de rali, uma vez que será a etapa mais técnica desta edição do Transcatarina. De acordo com a organização – a SC Racing –, o percurso começa muito travado, com diversas pegadinhas na Expoama e o Autódromo do Moto Clube de São Bento. Para finalizar, a disputa segue para as localidades de Guaramirim e Corupá, com bananal, palmeiras e uma pista para encerrar a décima edição.     Quanto pior, melhor A turma dos trilhões da Adventure 3 segue em busca dos “piores caminhos”. Nesta sexta-feira, eles passaram o dia aventurando-se em várias trilhas dentro de uma propriedade particular na cidade de Itaiópolis. “Foi diversão garantida, com bastante lama, buraco e fojo. Do jeito que gostamos”, comentou o líder da Adventure 3, Alessandro Anacleto da Silva. Depois um dia produtivo, de muita interação e diversão, os aventureiros da Adventure 3 juntaram-se aos participantes da Passeio Radical e das categorias de competição. A festa de premiação e confraternização ficou ainda mais animada em Rio Negrinho.   10º Transcatarina – Dia 2  Categoria Máster 1º Leandro Pereira Moor / Claudio Roberto Flores, 41 pontos 2º Leandro Rodrigo Riffel / Roberto Luiz Spessatto, 38 pontos 3º Fábio de Lima Carvalho / José Aristoteles Fiuza Neto, 31 pontos 4º Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky, 29 pontos 5º

Transcatarina 2018: aventura que esquentou o frio de Fraiburgo

Transcatarina 2018: aventura que esquentou o frio de Fraiburgo   Primeira etapa cumprida; obstáculos e frio superados! Os participantes do Transcatarina receberam o sinal verde para escrever as histórias deste primeiro dia de disputas, que trouxe surpresas e revelou novos nomes ao pódio da competição     O frio em Fraiburgo está bem rigoroso! Nesta quinta-feira (12), a caravana do Transcatarina acordou com o termômetro marcando 1 grau negativo, com direito a geada e chão branco. Enfrentar o frio é difícil? Sim, bastante! Mas esse frio foi facilmente driblado pelos participantes que tem desafios ainda maiores ao longo de aproximadamente 800 quilômetros com destino a cidade de Blumenau (e pernoite em Rio Negrinho). No sábado (14), a Vila Germânica será o ponto final da edição de dez anos deste evento, que é um dos maiores encontros do off-road nacional. Participam deste momento histórico para o Transcatarina, pessoas vindas de 12 Estados, que totalizam 230 veículos 4×4 entre as categorias de competição (Máster, Graduado, Turismo e Turismo Light) e de passeio (Passeio Radical e Adventure).     Esquerda, direita… Zera, zera! O Transcatarina abriu as disputas dos dez anos de história com uma prova mista – algumas pegadinhas e várias mudanças de média de velocidade. Foi um exercício para o piloto dosar a todo o momento o pé no acelerador e manter a velocidade exata exigida em planilha, e para os navegadores foi preciso ter a percepção sobre as variações de metro e devidas correções de hodometro. O roteiro de 110 quilômetros percorreu toda a região de Fraiburgo e adentrou propriedades particulares de plantações de pinus, pomares de maçã e passagem pelo município de Monte Carlo. O trecho final teve terreno mais acidentado e fechado, com elevações e inclinações com cotovelos.     “Depois da ‘pegada’ alucinante do prólogo, finalmente, pudemos acalmar a adrenalina e focar nos resultados. Este primeiro dia de disputa exigiu muita concentração de pilotos e navegadores, devido às mudanças rápidas de médias de velocidade e ‘pegadinhas’, que foram estrategicamente preparadas para avaliar o entrosamento das duplas e tornar a disputa ainda mais competitiva”, comentou o navegador Robson Schuinka, que compete ao lado do piloto Dirceu Potrich, pela categoria Graduados.     Na alegria e na saúde, no off-road e no pódio Pela segunda vez no Transcatarina, eis um casal que começa a incomodar a concorrência: os pilotos Glauber Fontoura e Sandra Dias, disputando as categorias Máster e Graduado, respectivamente. Primeiro o marido que, ao lado do navegador Ronaldo Rodrigues, estava inspirado e não deu trela para os adversários – com 42 pontos estrearam o pódio do Transcatarina 2018. Mas eles foram seguidos bem de perto pelos atuais e tricampeões do Transcatarina: Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky. Em terceiro lugar, ficaram Olair Fagundes e Vanderlei Hirt Marques. “É o troféu de maior peso que vou ter em minha prateleira. Para mim é uma grande honra subir neste pódio onde estão os melhores competidores de rali de regularidade do País”, disse Fontoura. Depois, para manter a vitória em casa, a piloto Sandra Dias e a navegadora Minae Miyauti mostraram que o off-road está no DNA da família. Quem aprendeu com quem, isso é uma questão interna… Mas as meninas mostraram que entendem tudo de rali de regularidade. “Não esperávamos por esse resultado… Longe disso, ainda mais neste certame que só tem feras. Foi um rali difícil, com bastante laços e pegadinhas, mas acredito que o nosso entrosamento foi fundamental para essa vitória”, disse animada Sandra. Em segundo lugar vieram Marcelo de Freitas Gouveia e Igor Quirrenbach de Carvalho, seguidos por Flávio Boghossian e Leonardo Martins.     Pela Turismo, venceram Patrick Adriano Celeski e Felipe Pachewsky, com Wivalde Jonas Liebl e Adimar Diego Mühlbauer na segunda posição, e Guilherme Barbosa e Lisiane Homem, em terceiro. “Ficamos em 23º no prólogo, mas agora, acredito que engrenamos. A prova não estava difícil, porém, mantivemos a concentração mais forte do que nunca”, salientou Pachewsky. E foi com muita alegria que os competidores da Turismo Light, José Andrade Júnior e Bernardo Schafer Andrade subiram no primeiro lugar do pódio. “Amor, alegria e felicidade… Esses são nossos sentimentos. Iniciar o Transcatarina com o pé direito é importante para adquirirmos mais confiança para as próximas etapas. Atribuo esse feito ao nosso companheirismo”, falou Andrade. Na segunda colocação ficaram Altair José Maziero e Eduardo Grezel Baldissera, e em terceiro, Ricardo Hoffman e Guilherme dos Santos Hoffmann.     O segundo dia do Transcatarina segue rumo a Rio Negrinho. De acordo com a SC Racing – organização do evento –, será um dia inverso ao primeiro, com as duas primeiras etapas bem técnicas e a última com mais velocidade! Portanto, pilotos e navegadores deverão estar 100% focados do início ao fim do dia. No caminho estarão as cidades de Lebon Regis, Timbó Grande (pela Serra do Espigão), Papanduva, entre outras. Passagens por áreas de plantações de pinus. Adventure e os trilhões Enquanto isso, a turma da Adventure segue pelas trilhas do Transcatarina, porém, por rumos bem distintos. Daqui até sábado (14), aqueles que procuram por uma aventura “casca grossa”, se embrenharão pelos caminhos mais improváveis do off-road. De acordo com o líder da Adventure 1, Nilton Schnaider Júnior (mais conhecido como Marrone), o primeiro dia de “passeio” teve duração de 14 horas, com direito a uma passagem de rio de 300 metros – o pernoite ocorreu em Lages (SC).     Mas o melhor ainda estava por vir… Nesta quinta-feira (12), os off-roaders foram para a lendária Trilha da Ferrovia, que corta toda a linha férrea. “O trem passou paralelo a nós, enquanto estávamos na atividade. No final do percurso, descemos por dentro de um rio, com o auxilio de guincho”, detalhou Marrone.   10º Transcatarina – Dia 1  Categoria Máster 1º Glauber Fontoura / Ronaldo Rodrigues dos Santos, 42 pontos 2º  Flávio Roberto Kath / Rafain Walendowsky, 37 pontos 3º Olair Fagundes / Vanderlei Hirt Marques, 33 pontos 4º Acyr Hideki Rodrigues da Silva / Rena Medeiros, 33 pontos 5º Rodrigo Ardigo / Jhonatan Ardigo, 32 pontos   Categoria Graduados  1º Sandra

Ford Ranger Raptor começa a ser produzida na Tailândia

Ford Ranger Raptor começa a ser produzida na Tailândia     A Ford iniciou a produção em série da Ranger Raptor, picape off-road de alto desempenho inspirada na F-150 Raptor, na fábrica de Rayong, na Tailândia – veja o vídeo. O modelo especial será vendido em mercados da Ásia-Pacífico que usam a direção do lado direito.     Desenvolvida pela Ford Performance, a Ranger Raptor tem altura elevada do solo (28,3 cm), bitola mais larga (2,10 m) e por bons ângulos de entrada e saída (32,5° e 24°, respectivamente).     Tem também suspensão dianteira e traseira reforçada com amortecedores Fox e sistema de gerenciamento de terreno com seis modos de rodagem, incluindo o modo Baja que aumenta a resposta do acelerador para off-road em alta velocidade. Seu motor 2.0 diesel biturbo de quatro cilindros gera uma potência de 213 cv e torque de 51 kgfm, com transmissão automática de 10 velocidades.     Para muitos fãs do off-road ao redor do mundo, a ideia de levar o conceito da F-150 Raptor para a Ranger, mais leve e ágil, era um sonho. Durante o seu desenvolvimento a nova picape rodou no deserto do Outback, na Austrália, e depois foi testada na Califórnia, nas mesmas trilhas do deserto onde nasceu a F-150 Raptor – veja o vídeo.     “É o terreno mais difícil que pudemos encontrar, no mesmo nível das competições de Baja 1000 e do Rally Dakar”, diz Hermann Salenbauch, diretor global da Ford Performance. “É a melhor área do mundo para testar uma picape como essa: se ela sobreviver lá, pode sobreviver em qualquer lugar. A Ranger Raptor excedeu as expectativas e vai mudar para sempre o modo como o mundo define as picapes médias.”      

“Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura” chega às livrarias

“Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura” chega às livrarias e retrata a saga de três amigos que resolveram cruzar as Américas a bordo de um jipe nos anos 50      O ano é 1955 e de uma reunião entre os amigos Hugo Vidal, Charles Downey e Jan Stekly, à época com apenas 19 anos, nasce a ideia de participar do oitavo Jamboree Mundial (evento máximo do Movimento Escoteiro que ocorre a cada quatro anos) que seria realizado pela primeira vez no continente americano. O que faria toda a diferença na vida desses três jovens foi como decidiram chegar até o evento no Canadá, seguindo pelo Alasca e depois retornando ao Brasil: nada de avião ou navio, mas sim por terra, num jipe standard modelo Willys. Isso numa época sem internet, GPS e quando a telefonia ainda dava seus primeiros passos.     Sem dinheiro para a empreitada e como forma de conseguir patrocínio para a aventura, tiveram a ideia de modificar o jipe com peças produzidas por 25 fabricantes nacionais, numa forma de conseguir recursos e ainda ajudar a promover a indústria automobilística brasileira (pois naquela época ninguém acreditava que o país pudesse fabricar veículos aqui).     O fato, curioso e difícil de acreditar e que revela as dificuldades enfrentadas pelos inexperientes viajantes, serviu para dar nome ao livro que chega às livrarias em junho e que conta a viagem desses três jovens aventureiros e sonhadores que durou 1 ano e 12 dias e percorreu quase 73 mil quilômetros, passando por 19 países: “Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura”. Editado pela Overlander e narrado por Hugo Vidal, um dos viajantes originais, hoje com 85 anos, o livro é muito mais que o retrato de uma aventura quase impossível para a época, mas sim uma obra repleta de curiosidades, belas imagens e uma história de inspiração que valoriza a importância do companheirismo, de se batalhar pelo que realmente quer e até de se encontrar uma vocação profissional, o que acabou acontecendo também para Hugo, que foi, por décadas, produtor nacional licenciado de uma tecnologia para carros 4×4, graças à realização da viagem.   SOBRE O LIVRO   Título: Flashes de uma aventura – Operação Abacaxi / Flashes of an adventure –  Operation Pineapple Autor: Hugo J. Vidal Idioma: Bilíngue (Português/Inglês) Editora: Overlander Ano: 2018 Onde comprar: http://overlanderbrasil.com/op Preço: R$ 95,00  

A nova geração do Suzuki Jimny ganha apresentação oficial na Europa

A nova geração do Suzuki Jimny ganha apresentação oficial na Europa     O veterano jipe japonês ganha motor 1.5 de 102 cavalos e desenho que remete às gerações iniciais Imagens Suzuki Japão     Finalmente a Suzuki apresentou imagens, vídeo e especificações técnicas do novo Jimny, que será apresentado por aqui no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro.     O valente ganhou um motor 1.5 que, segundo a montadora, produz mais torque em todas a faixas de rotação, principalmente em baixos giros, aumentando muito o desempenho do 4×4 no off-road.     Mesmo mais potente, o propulsor de quatro cilindros é 15% mais leve que o 1.3 que conhecemos por aqui. Ele tem injeção multiponto de 102 cv a 6.000 rpm, com torque de 13,2 kgfm a 4.000 rpm.     A transmissão é manual de 5 marchas e a tração, denominada Allgrip Pro AWD, será 4×2 traseira (2H), com opção para 4×4 dianteira (4H) + reduzida (4L), tudo fornecido por uma caixa de transferência mecânica. A mudança de tração é feita por alavanca.     O jipe conta com um controle de tração que atua nos freios, reduzindo a velocidade da roda que está girando em falso quando necessário, como vemos na maioria dos modernos 4×4.     Haverá também opção de uma transmissão automática de 4 marchas.     O Jimny permanece com a construção do tipo carroceria sobre chassi, que recebeu melhorias e agora tem ângulos de entrada de 37° e 49° de ângulo de saída.     Aguardamos ansiosos para testar o novo 4×4 no Brasil, que será importado e será comercializado junto com a geração atual, que continua sendo produzida em Catalão (GO).

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