A eterna Rural Apesar de ter sido criada nos Estados Unidos, a Rural Willys/Ford é um símbolo de nossa indústria automotiva e, principalmente, da história brasileira dos últimos 60 anos. Por isso nunca é demais celebrar a eterna Rural! Texto e Fotos James Garcia Qualquer um que goste de off-road e história, curte a Rural, o inesquecível utilitário produzido pela Willys Overland nas décadas de 1950, 1960 e 1970 no Brasil. Nos Estados Unidos o modelo era fabricado desde 1946, com o nome Jeep Station Wagon. Por aqui, além da Willys, a Rural também foi produzida pela Ford, que comprou a fábrica da Willys em 1967, mantendo inalterados o nome Rural e quase todas as características do veículo. Diferente do modelo norteamericano, que tinha uma grade frontal totalmente inspirada no irmão menor e mais velho, o Jeep, a parte frontal da versão brasileira foi redesenhada em 1960, utilizando como inspiração a arquiteturade Brasília, em construção na época. Este design acompanhou a Rural até o encerramento de sua produção em 1977. Construída em versões com tração 4×4 e 4×2, a Rural Willys de meados da década de 1960 até as versões feitas pela Ford, em 1975, eram equipadas com motores a gasolina de seis cilindros em linha e cilindrada de 2.6 ou 3.0 litros (opcional). O motor de 2.6 litros, ou 161 polegadas cúbicas, conhecido como BF-161, foi o primeiro motor a gasolina fabricado no País e também equipou outros carros da Willys, como o Jeep e o Aero Willys. Do segundo semestre de 1975 até o final da produção, em 1977, a Rural saia com motor Ford OHC, de quatro cilindros e 2.3 litros de cilindrada. Em todas as versões, tinha potência aproximada de 90 cavalos. Numa rápida análise é fácil concluir que a Rural seja a “avó” dos atuais utilitários esportivos existentes; era um utilitário com bastante espaço, mais robusto e com aptidão para o off-road. A Rural teve um papel de grande importância em nosso País, não só no universo automobilístico, como no desenvolvimento das áreas rurais e expansões dos grandes centros. Impossível, por exemplo, dissociar a Rural de Brasília, por exemplo. Por isso fica aqui nossa singela homenagem, com as imagens dessa unidade arrasadora, uma Ford 1974 em laranja e branco, adquirida no Paraná, por um colecionador de Brasília. Depoimento do proprietário – João, expedicionário e off-roader “Ela foi comprada para a minha filha mais velha, que neste ano faz 14 anos. Fiz o mesmo com um M-38 (1951) para o meu filho do meio (que neste ano faz 12 anos) e com um Jeep Ford CJ5 1977 (OHC), para a minha filha mais nova (que neste ano faz apenas 10 anos). Explico: em um mundo cada vez mais pilotado pela futilidade e ostentação, penso ser importante que eles saibam valorizar esses utilitários antigos – verdadeiras ferramentas confiáveis e, por isso, incansáveis quando bem cuidadas – que tanto ajudaram a formação do Brasil moderno da segunda metade do Século XX (quer seja na vida civil, como é o caso do CJ5 e da Rural, quer seja no que tange à integração nacional no caso do M-38, militar). Inspiram valores como o trabalho e são espartanos. São duráveis e foram concebidos para cumprir compromissos. Ou seja, representam o contrário da lógica de hoje, quando tudo é efêmero, descartável e, muitas vezes, irresponsável. Além disso, para crianças que nasceram vendo de perto jipes Land Rover Defender que levaram o pai delas a cruzar o Brasil, a América do Sul e a África Austral, cuidar dos 4×4 brasileiros (ou usados pelas instituições brasileiras) é também um exercício de amor muito natural. Por isso fizemos essa pequena coleção. Uma homenagem familiar a tudo que esses jipinhos representam. Em particular, a Rural – avó das SUV´s contemporâneas – veio para mostrar que, em termos de estilo (ela é laranja!) e confiança, as “novinhas” ainda tem muita estrada pela frente!”
Land Rover começa a celebrar 70 anos restaurando um dos únicos Series I de pré-produção
Land Rover começa a celebrar 70 anos restaurando um dos únicos Series I de pré-produção A Land Rover, marca britânica de veículos 4×4, comemora em 2018 seu 70º aniversário. Para iniciar as celebrações – que contará uma série de eventos ao longo deste ano –, a marca está começando os trabalhos de restauração de uma das três unidades de pré-produção que participaram do começo de tudo: o lançamento da marca Land Rover, no Salão do Automóvel de Amsterdã, Países Baixos, em 1948. Estes modelos deram ao mundo a primeira ideia do que, mais tarde, seria reconhecido como um legítimo Land Rover, um dos mais icônicos veículos da indústria automobilística mundial. Durante anos, o paradeiro desse modelo foi um verdadeiro mistério. O modelo de exibição usado no Salão de Amsterdã rodou nas estradas até algum momento da década de 60, quando passou a ser usado em um campo galês, antes de ser comprado com o objetivo de ser restaurado. O projeto não foi concluído e o modelo acabou sendo esquecido em um jardim a poucos quilômetros da fábrica da Land Rover em Solihull, onde ele fora produzido. Após a descoberta, os especialistas da Jaguar Land Rover Classic passaram meses pesquisando nos arquivos da empresa o histórico de propriedade do modelo e conseguiram comprovar a sua autenticidade. Assista o vídeo: A equipe responsável pelo bem-sucedido programa Land Rover Series I Reborn, cujo trabalho é exclusivamente restaurar de forma meticulosa e original a primeira geração de veículos Land Rover, irá agora embarcar em seu mais desafiador projeto: uma missão ao longo de 2018 para preservar o maior ícone histórico da marca britânica, deixando o modelo de pré-produção como em 1948 e apto a rodar novamente. Tim Hannig, diretor da Jaguar Land Rover Classic, disse: “Essa unidade do Land Rover é uma peça única e insubstituível dentro da indústria automobilística mundial. Sua história é tão importante quanto o icônico Hue, nome que damos à primeira unidade de pré-produção da Land Rover. A restauração do modelo começará aqui, no Classic Works, onde poderemos garantir que ele será meticulosamente trabalhado em cada detalhe. Essa é mesmo a maneira mais apropriada de iniciarmos as comemorações dos 70 anos da Land Rover”. Hanning continua dizendo que “há algo de encantador em saber que há exatos 70 anos esse mesmo veículo passava por seus ajustes finais de preparação para sua primeira exibição, no Salão do Automóvel de Amsterdã de 1948, onde o mundo todo viu pela primeira vez o que viria a ser um legítimo Land Rover”. O time do Jaguar Land Rover Classic seguirá um complexo e delicado processo para conseguir restaurar o modelo de lançamento. O modelo traz muitas características especiais que são exclusivas às 48 unidades de pré-produção fabricadas antes de os modelos de venda começarem a ser produzidos. Eles traziam painéis de alumínio, chassis galvanizado e caçamba traseira removível. A cor original de todos os componentes será preservada, principalmente o verde claro da carroceria, usado em 1948. Todos os antigos proprietários deste veículo histórico foram convidados para visitarem as instalações da Land Rover Classic Works e dividirem suas experiências com todos os envolvidos neste projeto de restauração, que representa os primórdios da história da Land Rover. Por 67 anos, a Land Rover produziu os Series 1, projeto que depois evoluiu até o Defender, na mesma fábrica de Solihull, onde tudo começou. A restauração deste modelo único na história da marca é apenas o primeiro de uma série de eventos que marcarão as comemorações dos 70 anos da marca britânica ao longo deste ano.
Um Land Rover Series I 1951 atualizado
Um Land Rover Series I 1951 atualizado Land Rover clássico ganha reforma que o torna viável para o uso atual, mas mantém intacto o seu visual incrível Texto e Fotos James Garcia Quem já se envolveu em uma restauração de veículos antigos sabe que são necessários alguns fatores determinantes, como envolvimento, tempo, conhecimento técnico e investimento. Mesmo com tudo isso é uma atividade para quem está realmente interessado. Trocando em miúdos: tem que querer de verdade ver o carro da forma que ele foi concebido, décadas atrás. Pela natureza do processo, muita gente para no meio do caminho, só quem tem realmente vontade vai até o fim. O Series I que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da loja especializada em artigos, peças e acessórios para off-road Gama 4×4. Quando o adquiriu, Junior tinha a intenção de restaurar e deixar o jipe o mais original quanto possível e assim foi feito, num trabalho que levou três anos. Porém, como usa todos os seus 4×4 como vitrines para sua loja, o dono percebeu que, original, seria impossível tornar o carro prático para o uso. “Com motor e freios originais, por exemplo, era insuportável rodar com o carro. Mesmo restaurando todo o sistema de freios (tambor nas quatro rodas), parar esse jipe numa descida era perigoso, tinha que começar a frear centenas de metros antes”, comentou. Como queria de qualquer forma ter o Series I em ordem, Junior começou outro trabalho, o de atualizar a mecânica do clássico, mantendo o visual clássico original. Dessa forma, os eixos originais deram lugar a eixos do Jeep CJ5, o sistema de freios ganhou discos nas quatro rodas e pneus 700 x 16 foram adicionados. O powertrain original foto retirado para dar lugar a um motor VW AP 1.8 gasolina, conectado a um câmbio Clark de cinco marchas, acoplada a uma caixa de transferência Willys Overland. Depois de pronto, o clássico revisto da Gama 4×4 pôde, enfim, ir para encontros e eventos, como a última Adventure Sports Fair, onde ele foi um dos destaques do local. Um pouco de história O Land Rover Series I foi o veículo que iniciou a trajetória da marca britânica com veículos fora-de-estrada, em 1948, especificamente no Salão do Automóvel de Amsterdã. É notório que a Rover Company utilizou os Jeep Willys do período da II Guerra para produzir os seus carros. Assim como os 4×4 norteamericanos que os inspiraram, os Series eram construídos no esquema carroceria fixada sobre o chassi, tinham eixos rígidos e suspensão composta por feixes de molas e jumelos. Os jipes podiam também ser ligados com uma manivela na dianteira e contavam com uma saída mecânica atrás, onde era possível conectar acessórios e implementos agrícolas. Desde o início, a carroceria dos jipes ingleses era feita em alumínio (por motivos de custo e grande disponibilidade dessa matéria prima na Inglaterra). De 1948 a 1951 só havia uma oferta única para o jipe, que apresentava uma distância entre eixos de 80″ polegadas ou 2.000 mm e um motor 1.6 a gasolina, com parcos 50 cavalos. A transmissão era constituída por uma caixa de quatro velocidades, que vinha com uma caixa de transferência de duas velocidades acoplada. Isso incorporou um sistema incomum de quatro rodas motrizes, com uma unidade de roda livre. Isso possibilitava o desengate do eixo dianteiro da transmissão manual, permitindo uma forma de tração 4WD permanente. Era um veículo básico: janelas de lona para as portas e um teto que poderia ser também de lona ou metal, esses opcionais. Em 1950, os faróis foram movidos para uma posição atrás da grelha. O sistema 4WD semi-permanente incomum foi substituído por uma configuração mais convencional, com a unidade para o eixo dianteiro sendo tomada através de uma embreagem simples. Desde o início, percebeu-se que alguns compradores queriam as qualidades de um Land Rover com um pouco mais de conforto. Em 1949, a Land Rover lançou a série “Station Wagon”, equipada com um corpo construído pelo fabricante Tickford, um construtor de carrocerias famoso por seu trabalho com a Rolls-Royce. Em 1952 e 1953, instalou-se um motor a gasolina de 2,0 litros. O ano modelo de 1954 trouxe grandes mudanças. O modelo de distância entre eixos de 80 polegadas (2.000 mm) foi substituído por um modelo de distância entre eixos de 2.200 mm (86 polegadas) e uma versão “Pick Up” de 107 polegadas (2.700 mm) foi introduzida. A distância entre eixos extra foi adicionada atrás da área da cabine para fornecer espaço de carga adicional. A Station Wagon gerou a primeira expansão da linha Land Rover. Os veículos foram equipados com um “Safari Roof”, que consistiu em uma segunda cobertura no topo do veículo, que servia para manter o interior fresco em clima quente e reduzir a condensação por tempo frio. Em meados de 1956, as distâncias entre eixos foram estendidas por 2 polegadas (51 mm) a 88 polegadas (2.200 mm) e 109 polegadas (2.800 mm), e a fixação do chassi dianteiro foi movido uma polegada para a frente, para acomodar o novo motor a diesel, para ser uma opção no ano seguinte. Essa mudança foi feita para todos os modelos, com exceção do 107 Station Wagon, que nunca seria equipado com um motor a diesel e, eventualmente, seria a última série I na produção. Essas dimensões deveriam ser usadas em todos os Land Rovers nos próximos 25 anos. Em 1957, introduziu-se um novo motor diesel de 2.0 litros que, apesar da capacidade similar, não estava relacionado aos motores a gasolina utilizados. Este motor diesel foi um dos primeiros diesel de alta velocidade desenvolvidos para uso rodoviário, produzindo 52 cavalos a 4.000 rpm. O sucessor da Série I bem sucedida foi a Série II, que teve uma produção de 1958 a 1961, mas essa já é outra história.
Livro Picapes Chevrolet comemora o centenário da marca
Acontece hoje (6/12) o lançamento do livro “Picapes Chevrolet”, dos autores Rogério de Simone e Fábio C. Pagotto, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Av. Paulista (SP). Picapes Chevrolet No próximo dia 6, a Chevrolet junto com os autores Rogério de Simone e Fábio C. Pagotto receberão o público para o lançamento do livro Picapes Chevrolet, obra que comemora o centenário da marca. O lançamento será, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista – SP). O livro Picapes Chevrolet apresenta detalhes sobre as picapes da marca, que circularam no país desde a fundação da General Motors do Brasil até os dias de hoje. Embora a comercialização dos primeiros modelos seja da década de 1930, a primeira picape da marca foi desenvolvida em 1917, com o intuito de transportar peças na linha de montagem da fábrica. A obra reuniu fotografias atuais e de época, retiradas do arquivo histórico da GMB, e depoimentos reais de proprietários apaixonados, tornando-se o primeiro registro da trajetória desses modelos no Brasil. Sobre os autores: Fábio de C. Pagotto foi editor da revista Collector’s Magazine e sócio-fundador do Clube do Dodge, do Dodge’s Club e posteriormente do Chrysler Clube do Brasil. José Rogério Lopes de Simone é apaixonado por automóveis desde criança. Criou e editou a revista Automóveis Históricos e é coordenador da coleção Clássicos do Brasil (Editora Alaúde), dedicada a preservar a memória dos modelos de automóveis que marcaram a história do país.
Toyota Bandeirante, um ícone também entre os veículos militares
Toyota Bandeirante, um ícone também entre os veículos militares Xingu foi a denominação conferida pelo Exército Brasileiro aos jipes Toyota Bandeirante, modificados pela empresa Bernardini. Vamos conferir agora uma unidade recém restaurada pela Oficina Meliani QT Por James Garcia Fotos James Garcia e Angelo Meliani Difícil de acreditar que essa Toyota Bandeirante chegou na Oficina Meliane QT – especializada em veículos militares antigos – em péssimo estado, ou como disse Angelo Meliani, “só o caramelo”. O carro estava montado, mas “bem meia bomba”, necessitando de muitos cuidados, ajustes e, sendo bem objetivo, necessitava mesmo de uma completa restauração. Assim que chegou a sua vez na fila de espera, essa Toyota Bandeirante, que foi enviada por um cliente do Paraná até São Paulo, foi inteiramente desmontada, teve toda a pintura e acabamentos retirados, via jato de areia, e os componentes mecânicos, tais como câmbio de 4 marchas, caixa de transferência, diferenciais, coroa e pinhão, eixos e munhões, foram abertos e inteiramente revisados. O motor Mercedes Benz MB 608 recebeu uma retífica completa e o chassi foi totalmente jateado. A suspensão recebeu um conjunto novo de feixes de molas, com arqueamento maior, o que facilitou a inclusão dos grandes pneus militares medidas 900 x 16, da marca Petlas, importados da Turquia. Os feixes traseiros tiveram as molas de carga retiradas, para evitar o efeito “pula- pula” do jipe, principalmente por ele rodar quase sempre vazio. Meliani comentou algo curioso sobre o universo Toyota: “É simplesmente muito difícil encontrar peças para esses carros, ou você mantém o que tem em mãos ou, em muitos casos, terá de construir as peças”, informou. E assim foi feito, como os suportes do para brisa, que é basculante e recortado, pois essa unidade é um veículo canhoneiro. Outras peças, como o suporte e a grade dianteira, também tiveram de ser reconstruídas. Meliani e sua equipe – Rogério Costa Pereira e Renato Luiz Sousa – usaram livros, fotos e material de pesquisa como base para construir peças iguais e, em muitos casos, melhores até que as originais. Alguns componentes originais, como o sistema de direção, foram até aprimorados. “Para oferecer mais conforto ao dirigir, usamos um rolamento de agulhas no sistema de direção, algo não previsto no projeto original do carro”, comentou Meliani. Essa belíssima tonalidade de verde, que Meliani diz ser um segredo da casa, foi desenvolvida na oficina. “É um verde que lembra a cor usada nos jipes Humvee norteamericanos”, informou. A pintura de acabamento espartano e fosco, gera um efeito singular no visual forte desse jipe. O veículo recebeu ainda melhorias e transformações, como a adição de um poderoso guincho mecânico, um novo sistema de suporte do estepe (lembrando do novo diâmetro dos pneus), novo sistema de limpador de para brisas (mantendo o conjunto manual para o passageiro) e um chicote elétrico inteiramente novo, feito à mão por Rogério. Um trabalho e tanto! Um trabalho, que vale lembrar, teve muito da mão e inspiração do sr. Aldo Meliani, mestre maior na arte da restauração de viaturas militares. “De alguma forma ele esteve e sempre estará conosco”, lembrou com saudade e bom humor, Angelo. E depois de quase três anos (o trabalho não foi feito de modo ininterrupto, houveram hiatos no processo), o novo e maravilhoso Toyota Xingu 1988 (versão 2017!) finalmente foi colocado sobre um caminhão plataforma e enviado ao seu proprietário, no Paraná. Será que ele vai ficar contente?
Ford comemora 100 anos de história e inovação no segmento de picapes
Ford comemora 100 anos de história e inovação no segmento de picapes A Ford comemora 100 anos de liderança e inovação no segmento de picapes. A data é celebrada hoje (27 de julho) com uma história que começou com o lançamento do Ford TT em 1917 e continua com as atuais linhas Ranger e Série F, incluindo a F-150, picape mais vendida do mundo. Nascida da visão do fundador da empresa, Henry Ford, de criar um veículo comercial com chassi reforçado e espaço para carga na traseira, a primeira picape foi derivada do lendário Modelo T, que mudou a indústria automotiva e a própria natureza do trabalho. Hoje, as picapes Ford estão entre os veículos mais emblemáticos da marca. A Série F é a picape mais vendida nos Estados Unidos há 40 anos consecutivos e o veículo mais vendido do mercado há 35 anos, com mais de 26 milhões de unidades. A Ranger está presente em centenas países, inclusive o Brasil onde tem longa tradição. A história de picapes da Ford é marcada pelo desenvolvimento de contínuas inovações. Uma referência mundial em desempenho, segurança, eficiência, economia e conforto desses veículos, sempre ouvindo os consumidores que fazem uso das picapes para o trabalho, o dia a dia e o lazer em todo o mundo. Nasce uma lenda Nove anos depois do lançamento do primeiro Modelo T, os consumidores queriam um veículo com maior capacidade de carga para uso em serviço e entregas. Em 27 de julho de 1917, a Ford respondeu com o Modelo TT, com o mesmo motor e cabine do Modelo T, mas com um chassi mais pesado capaz de transportar uma tonelada de carga útil. Com preço de fábrica de US$600, vendeu 209 unidades naquele ano. Como no trator Fordson (lançado para a agricultura em 1917), Henry Ford imaginou um chassi capaz de acomodar diferentes caçambas e implementos fornecidos por terceiros, aumentando a versatilidade para o trabalho. Foi uma fórmula de sucesso: a Ford vendeu 1,3 milhão de Modelos TT até 1928, quando ele foi substitído pelo Modelo AA com chassi de 1,5 tonelada. Henry Ford vendia suas picapes principalmente em áreas rurais. “As picapes modelo AA, em particular, foram muito bem aceitas por esses clientes, que podiam usá-las tanto na fazenda como para ir à igreja no domingo”, destaca Bob Kreipke, historiador da Ford. Como o Modelo TT, o Modelo AA era oferecido apenas como chassi-cabine, em dois comprimentos, com motor e eixo de maior capacidade. O segmento se tornou altamente competitivo e a Ford substituiu o Modelo AA pelo Modelo BB em 1933, usado em aplicações como veículo de entrega, transporte de animais e ambulância. Dois anos depois, a Ford introduziu o Modelo 50, equipado com seu famoso motor V8 Flathead. Em 1941, a Ford vendeu mais de 4 milhões de picapes. A mudança da produção devido à guerra reduziu as vendas para os consumidores, mas trouxe um ganho de experiência na construção de picapes militares pesadas e 4×4 para transporte de pessoal. Um ano depois da retomada da produção para os consumidores, em 1947, a Ford aproveitou esse conhecimento para oferecer mais inovações aos clientes. “Após a guerra, muitos americanos das áreas rurais se mudaram para centros urbanos e suburbanos procurando trabalho, e muitos levaram suas picapes Ford com eles”, diz Kreipke. “A Ford viu isso como uma oportunidade e começou a trabalhar numa nova geração de picapes em 1948, que ficou conhecida como Série F ‘Bonus Built’”. Esta primeira geração da Séria F ia da F-1 de meia tonelada à picape F-8 muito maior. Com a chegada da Série F de segunda geração em 1953, a Ford aumentou a capacidade e potência do motor e renomeou a linha. A F-1 tornou-se F-100 e as picapes F-2 e F-3 foram integradas na nova F-250. F-4 tornou-se F-350. As picapes Classe 8 formaram uma nova unidade de picapes comerciais, que trouxe as famosas picapes Séries C, H, L, N, T e W da Ford. Ao longo desse período, as picapes da Ford começaram a parecer menos utilitárias, com pintura em dois tons, transmissão automática e sistemas aprimorados de climatização e rádio. A F-100 1953 introduziu novos itens de série como apoios de braço, luzes de cabine e quebra-sol. Com cabine mais baixa e mais larga, a nova picape tinha para-choques dianteiros integrados e design mais aerodinâmico. Em 1957, a Ford estreou uma picape baseada em automóvel – a Falcon Ranchero. Anunciado como “Mais que um carro! Mais que uma picape!”, ela trouxe confortos de carro para os consumidores. Raça forte Em 1961 – 44 anos após o Modelo TT – a Ford introduziu a quarta geração da Série F. Mais baixa e elegante, estreou a revolucionária suspensão dianteira “twin-I-beam” da marca. O pacote Ranger de luxo surgiu em 1967, enfatizando o conforto e durabilidade, com direção e freios hidráulicos e chassi de perfil menor. A versão com cabine estendida SuperCab introduzida em 1974 trazia bancos mais confortáveis para uso profissional e familiar. Com a chegada da Série F de sexta geração, em 1975, a Ford substituiu a popular F-100 pela F-150, com maior capacidade para combater as picapes C/K da General Motors. Em 1977, a Série F assumiu a liderança de vendas que, 26 milhões de picapes depois, a Ford não perdeu mais. Mais que veículos de trabalho, as picapes estavam se tornando rapidamente veículos familiares universais, segundo Kreipke. Em vez de alugar uma picape para um serviço ou reboque, as pessoas agora possuíam esses veículos para trabalhar e viajar com a família no fim de semana. As picapes da Ford se adaptaram à mudança do estilo de vida americano, mais ativo. Versões especiais, como o pacote Lariat introduzido em 1978, ofereciam mais recursos de conforto, como ar-condicionado, bancos de couro, travas e vidros elétricos. Em 1982, a Ford lançou a Ranger, uma picape média totalmente nova. Versátil e eficiente, a Ranger rapidamente criou reputação de veículo robusto e capaz, fazendo
Jaguar Land Rover inaugura a Classic Works, instalação dedicada somente aos clássicos
Jaguar Land Rover inaugura a Classic Works, instalação dedicada somente aos clássicos A Jaguar Land Rover Classic, departamento focado em veículos históricos das duas marcas britânicas inaugurou hoje a Classic Works, uma nova instalação dedicada exclusivamente a oferecer aos entusiastas de exemplares raros da Jaguar Land Rover uma gama completa de produtos e serviços que irão alimentar ainda mais a paixão desse público ao mundo dos grandes veículos do passado. Fruto de um investimento de 7 milhões de libras esterlinas, a Classic Works é a maior instalação dedicada a vendas, fabricação e restauração de automóveis clássicos do mundo. O espaço foi construído na cidade de Coventry, no Reino Unido, região conhecida como a “Cidade dos Carros”, já que abriga a histórica fábrica da Land Rover desde o surgimento da marca, em 1948. Com 14 mil metros quadrados, a Jaguar Land Rover Classic Works é a maior instalação do seu tipo no mundo, com um espaço de showroom dedicado e 54 baias de oficinas para manutenção e restauração de todos os modelos Jaguar e Land Rover fora de produção por uma década ou mais. O local está organizado em zonas dedicadas de retirada, remanufatura e montagem para os programas de restauração Land Rover Series I, Range Rover Classic e Jaguar E-type Reborn, incluindo uma loja de motores, e ainda abriga a linha de montagem do XKSS. A abertura do Classic Works em Coventry é um marco importante no rápido desenvolvimento da marca Jaguar Land Rover Classic, que foi lançada em março de 2016. Esta é a primeira instalação proposta especialmente para a Jaguar Land Rover Classic, que reúne todas as vendas, serviços e operações de restauração em um mesmo local. A expansão global da marca continua ainda neste verão com o lançamento de uma nova instalação do gênero em Essen na Alemanha. O diretor de operações especiais da Jaguar Land Rover, John Edwards, disse: “A Classic Works é extremamente importante para a Jaguar Land Rover. É muito mais do que um edifício – é o coração e a alma da Jaguar Land Rover Classic para nossos clientes em todo o mundo. Ser capaz de apoiar proprietários e entusiastas de nossas duas marcas, com um conjunto completo de serviços para veículos clássicos é uma oportunidade fantástica”. A Classic Works também é o lar da Jaguar Land Rover Classic Collection, que possui mais de mais de 500 veículos – uma montagem viva da história automobilística britânica, que é uma referência inestimável para restaurações. Os veículos que compõem essa coleção também estão disponíveis para empréstimos para clubes e museus de carros e para a Jaguar Land Rover e seus parceiros mostrar seu patrimônio em eventos. Para apoiar o crescimento do segmento de veículos clássicos, a Jaguar Land Rover investiu fortemente em habilidades de fabricação tradicionais, utilizando os mesmos métodos usados durante o período original de fabricação de cada um de seus modelos clássicos. Desde a criação do Jaguar Land Rover Classic em 2016, a marca aumentou em 100% o número de funcionários especializados nas funções de produção e restauração. Atualmente, mais de 80 especialistas são empregados na Classic Works, muitos com décadas de experiência, trabalhando unicamente nos modelos atendidos nas novas instalações. Até o final de 2017, espera-se que este número cresça para mais de 120 especialistas. Os laços estreitos com as operações da Jaguar Land Rover significam que a divisão Classic também pode aproveitar a tecnologia de fabricação de ponta, como a digitalização 3D e o design assistido por computador, que permite a reprodução e a reintrodução de peças, como os paineis do Jaguar E-type e do Range Rover Classic, que se fossem produzidas de outra forma, seriam excessivamente caras para serem remanufaturadas. O diretor da Jaguar Land Rover Classic, Tim Hannig, disse: “Nossos funcionários, seu conhecimento e suas habilidades são o coração do Jaguar Land Rover Classic. Existem mais de 1,5 milhões de veículos clássicos da Jaguar e Land Rover em todo o mundo, e estamos investindo nas habilidades tradicionais de fabricação e restauração para garantir que os entusiastas possam dar um futuro glorioso a esses carros que possuem um passado glorioso”. A Jaguar Land Rover Classic é a fonte oficial de carros autênticos, serviços especializados, peças genuínas e experiências inesquecíveis para entusiastas dos veículos clássicos da Jaguar e Land Rover em todo o mundo. CARROS AUTÊNTICOS: JAGUAR LAND ROVER CLASSIC LEGENDS Na abertura da Classic Works, a Jaguar Land Rover Classic anunciou sua gama completa de oportunidades de compra de modelos clássicos de ambas as marcas chamados pela empresa de Legends. Entre os Legends atualmente, estão nove ‘novos’ exemplares do XKSS, que estão sendo construídos à mão a partir das especificações dos originais de 1957, que não foram concluídos e devido a um incêndio na fábrica de Browns Lane da Jaguar. Através do programa Reborn Legends, a Jaguar Land Rover Classic pesquisa e restaura modelos clássicos com especificações autênticas, sem comprometimento. Lançado em abril de 2016 com o modelo Land Rover Série I, o Range Rover Classic de duas portas se juntou à gama em fevereiro deste ano, fazendo sua estreia no Salão Retromobile em Paris. Em abril, foi a vez da Jaguar apresentar o Jaguar E-type Reborn no Techno-Classica Essen Show. A Jaguar Land Rover Classic agora está apta para oferecer um confiável serviço de restauração para veículos próprios dos clientes, de ambas as marcas, utilizando os mesmos conhecimentos especializados e habilidades que produzem os Legend Reborn. SERVIÇOS ESPECIALIZADOS A reparação e manutenção de todos os modelos fora de produção por 10 anos ou mais é oferecida na Classic Works, desde Jaguar XK120 até XK8 e Land Rovers Series até Discovery e Freelander da década de 1990. Na primeira vez em que qualquer clássico Jaguar ou Land Rover entra na Classic Works é oferecida uma inspeção visual completa de 121 pontos, resultando em um report detalhado de todos os trabalhos necessários. Uma área dedicada ao XJ220 é operada por
Land Rover lança livro definitivo sobre os Land Rover Série 1, 2 e Defender
Land Rover lança livro definitivo sobre os Land Rover Série 1, 2 e Defender No dia 30 de abril de 1948, uma lenda nascia no Salão do Automóvel de Amsterdam. Naquele dia o primeiro Land Rover da história era oficialmente apresentado ao público. Mas nenhum dos privilegiados que viram essa apresentação de perto poderiam imaginar que, sete décadas depois, aquele modelo escreveria um capítulo a parte na história dos veículos 4×4. Para comemorar a data histórica, 69 anos depois, a Land Rover começa a contagem regressiva para as celebrações de seu 70º aniversário. E o presente perfeito para os amantes dos modelos Série 1, Série 2 e o sucessor Defender em todo o mundo foi anunciado: um livro definitivo e oficial celebrando a história do veículo, que chegará às prateleiras em julho. A produção foi realizada por meio de uma cuidadosa curadoria e explora as lendárias expedições, os projetos humanitários e as aventuras empreendidas pelos icônicos 4×4, além de retratar as pessoas que os trouxeram à vida. O item de colecionador será comercializado apenas em inglês e estará disponível para venda via internet, em showrooms da Land Rover em algumas partes do mundo e em alguns Centros de Experiência selecionados. A obra reúne imagens cuidadosamente escolhidas de arquivo, relatos em primeira mão e entrevistas exclusivas com pessoas por trás do mais famoso 4×4 do planeta, incluindo funcionários da linha de produção, clientes significativos e executivos da empresa. A equipe responsável pela nova geração do Defender, o chefe de design Gerry McGovern e o diretor executivo de engenharia de produto Nick Rogers compartilham também suas impressões sobre o que faz o Defender tão especial. Desde 1948, o Série 1, Série 2 e seu sucessor Defender foram uma escolha popular entre políticos, celebridades e até mesmo a família real britânica durante os últimos 69 anos. Por isso, alguns clientes mundialmente conhecidos também compartilham suas experiências a bordo de seus exemplares. O prefácio foi escrito por Richard Hammond, famoso entusiasta da Land Rover e apresentador do The Grand Tour. O aventureiro Bear Grylls, a lenda da moda Ralph Lauren e o vencedor da Copa do Mundo de Rugby pela África do Sul John Smit são apenas alguns dos outros nomes famosos que enriquecem as páginas. O livro Icon, ao longo de 10 capítulos e mais de 200 páginas, captura a essência dos modelos Series e Defender através de suas próprias histórias e das pessoas que sempre os amaram e os conduziram ao longo dos últimos 69 anos. Cópias estarão disponíveis online na loja oficial da Land Rover e os clientes podem se registrar para serem os primeiros a receber o Icon.
Land Rover leva Range Rover clássico e restaurado para o Salão Rétromobile
Land Rover leva Range Rover clássico e restaurado para o Salão Rétromobile Fotos Divulgação O Salão Rétromobile 2017 verá pela primeira vez a apresentação da próxima série “Reborn” de veículos clássicos, raros e restaurados da Jaguar Land Rover. O Range Rover Reborn é um programa que oferece a possíveis clientes a oportunidade única de adquirir um Range Rover vintage original e altamente colecionável, diretamente da divisão Land Rover Classic no Reino Unido. O lançamento do Range Rover Reborn vem de uma exitosa apresentação do Land Rover Series I Reborn no ano passado. Outro ponto alto do evento será a primeira apresentação na Europa do lendário XKSS original, construído pela Jaguar Classic. Depois de ter sido mostrado à imprensa no Petersen Museum de Los Angeles em Novembro de 2016, este lindo XKSS na clássica cor Sherwood Green é a matriz de engenharia para nove outros veículos destinados a clientes em todo o mundo ao longo de 2017. Também será mostrado pela Jaguar Land Rover Classic no Salão Rétromobile – em Paris, França, de 8 a 12 de Fevereiro de 2017 – o primeiro E-Type Fixed Head Coupe totalmente original restaurado direto na fábrica. De propriedade privada – emplacado na França em 1962 –, o E-Type cinza Gunmetal opalescente apresentado foi restaurado com engenharia reversa, que é o processo de restauro iniciado a partir de uma única peça original ou simulada – neste caso os paineis da carroceria. O restauro feito na fábrica assegurou a melhor adequação de peças e acabamento, com o motor original de 3,8 litros e transmissão completamente recondicionada. A divisão Land Rover Classics e sua equipe de especialistas possui décadas de experiência em engenharia e design para poder completar o primeiro Range Rover Reborn – um Range Rover Classic de 1978 cuidadosamente selecionado. Especificações Gerais Cor: Bahama Gold Motor: 3528cc V8 Gasolina, com Carburettor Zenith-Stromberg 175CD o Potência máx. de 132bhp a 5000rpm o Torque máx. de 251 Nm a 2500 rpm Transmissão manual de 4-velocidades e diferencial central travável Cada Range Rover Reborn será submetido a um restauro completo seguindo as especificações originais da marca em 1970 e usando peças do Land Rover Classic para preservar e proteger a autenticidade veículo. A equipe da Land Rover especializada em restauro vai informar os clientes das melhores opções disponíveis para os veículos base – em termos de quão colecionável o carro se tornará, números preferidos para o chassis e as características únicas do produto. Os preços para restauros pelo Range Rover Reborn da Land Rover Classic começam a partir de £135 mil. Tim Hannig, diretor da Jaguar Land Rover Classic, disse: “O Range Rover Reborn será exibido graças à nossa equipe especializada em engenharia que trabalha nas nossas fábricas. Isso reforça nosso comprometimento com a rica herança da Land Rover e com a oportunidade de nossos clientes em ter veículos genuínos e colecionáveis. É uma maneira maravilhosa de preservar o tão procurado Range Rover de três portas da década de 1970, desde o ano-modelo desejado, até as cores de exterior e interior.” O Range Rover foi lançado em 1970, originalmente com a carroceria de duas portas. A versão permaneceu até 1981, quando a fábrica lançou modelo com quarto portas – que continuou popular até o fim da primeira geração em 1996. O modelo foi tão popular, na verdade, que a produção da primeira geração continuou concomitantemente com a segunda por quase dois anos, e o nome Range Rover Classic foi apresentado para diferenciar o modelo anterior do seu irmão mais novo àquela altura. Tido por muitos como o pioneiro do segment de SUV, o Range Rover certamente foi o primeiro do segment com a característica de 4×4 de luxo, e tem sido o escolhido pela família real inglesa desde então, por políticos e artistas em todo o mundo. Ele manteve sua posição mais crível como o “suprassumo dos SUVs” até hoje, com um número de itens pioneiros na indústria e recordes ao longo de sua história. Durante os anos 1970, o Range Rover também se tornou o primeiro automóvel a ser exibido no Louvre, em Paris, como um “exemplo de design industrial”. CONTATOS PARA CLIENTES INTERESSADOS: Interessados no Range Rover Reborn devem contatar: classic@landrover.com / +44 (0) 203 601 1255
Uma pequena surpresa da Land Rover para o Sr. Cooper
Uma pequena surpresa da Land Rover para o Sr. Cooper A Land Rover preparou uma surpresa de aniversário para celebrar os 80 anos de Geoff Cooper, britânico que tem uma longa e bonita história com a marca. A surpresa foi uma ideia de sua filha Wendy, que escreveu para a Land Rover contando a história do pai. Em sua juventude, Geoff Cooper competiu em pequenas provas off road com seu antigo Série I – sempre com seu distinto chapéu-coco – e trabalhou como vendedor dos modelos da marca desde então, até a sua aposentadoria. Ao completar 80 anos, no último dia 12 de Dezembro, Cooper foi surpreendido com uma viagem a Solihull, fábrica que produz modelos Land Rover desde 1948. Lá, Cooper teve a oportunidade de testar alguns dos mais modernos da linha Land Rover, além de testar um exclusivo Série I igual ao seu, que foi reconstruído completamente pela marca. Leia mais sobre os projetos de restauração de Land Rover antigos neste link: http://www.landrover.co.uk/explore-land–rover/reborn.html Assista ao vídeo da visita de Geoff Cooper em Solihull:
