A Rural para o trânsito em São Paulo Informações e colaboração: Marta Helaehil – Fotos Trajano Fkeller Sábado, dia 7 de maio, foi dia de nostalgia em São Paulo. Sob a organização de Regis Rodrigues, aficionado e proprietário de uma Rural 1975, ocorreu o 1º encontro “Tá na Tampa, Tá pro rolo!” com o intuito de reunir proprietários, colecionadores e apaixonados por Rural/F75/F85, bem como para a troca de peças e acessórios. A Rural, fabricada nas décadas de 50, 60 e 70, pela Willys e posteriormente pela Ford no Brasil, teve versões com tração 4X4 e 4X2, com motores a gasolina de seis cilindros em linha e cilindrada de 2.6 ou 3.0 litros. Aos poucos o cenário foi se tornando colorido e a área frontal do Estádio do Pacaembu se transformou em um túnel do tempo. Foram muitas as Rurais vindas de vários locais para prestigiar e enaltecer o encontro. Como de praxe, a Rural mais conhecida do meio off- road estava presente, com o nosso grande amigo Cid dos adesivos. Famílias se aglomeraram para conhecer e conferir o detalhe de cada viatura. Próximo ao meio dia, iniciou-se o passeio em comboio, com apoio dos membros do Jeep Clube Comando Oeste, Claudio Poka,( ex-proprietário de uma Rural ) guiando o trajeto e Júlio, dando o suporte para o fotógrafo Trajano F. Keller, que registrou os melhores momentos do passeio. São Paulo voltou para os velhos tempos, com a Rural chamando atenção dos que passavam pela Avenida Paulista, com a beleza multicolorida e o “buzinaço” das viaturas, acenando e sorrindo emocionando os ruralistas. Próximo do término da Paulista, um dos veículos teve problemas mecânicos, mas foi prontamente reparada pelo amigo Poka (O Anjo da turma, segundo alguns participantes). O comboio seguiu então até o Parque do Ibirapuera onde, após mais registros fotográficos, foi finalizado o evento. Para quem perdeu, não faltarão oportunidades, em breve os organizadores já planejam um encontro com festa Julina, quadrilha e até um casamento entre uma F75 (Barão) e uma Rural (Antonieta), que acontecerá provavelmente no interior de São Paulo (próximo a Campos de Jordão) no mês de Julho. Regis Rodrigues teve essa ideia após perceber que em dois anos de restauração de sua Rural 1975, sobraram peças que não utilizaria em sua viatura. Além disso, a vontade sempre foi grande de reunir “Ruralistas”, pois visivelmente percebe-se que não se trata apenas de um carro para os amantes da Rural. “Rural é História, Rural é Amor! E esse sentimento tornou-se claro no encontro que ocorreu, famílias reunidas, histórias e muita alegria que pretendemos levar adiante!”, afirmou o organizador. Regis possui um modelo 1975 equipado com um raro motor BF 3000. “Não encontrei ainda no Brasil alguém que tenha a Rural com esse motor”, informou. Esse edição especial foi lançada no segundo semestre de 1975, com melhorias do motor BF161 e BF 2600 com relação à taxa de compressão e relação do diferencial excelente (relação de coroa e pinhão mais longa) para desenvolver melhor performance na estrada. É uma Rural para atingir 120km/h 4×2, enquanto a maioria das Rural atingem de 90 a 100 km /h na estrada. Essa Rural possui sistema original de suspensão independente na dianteira e está com placa preta. Outro grande fã e proprietário da Rural, que marcou presença no evento foi Fernando Cury. “Este primeiro encontro foi simplesmente o máximo. Como minha vida inteira eu fui um ruralista assíduo e participante, foi ótimo poder estar muito envolvido na organização e ajudando de perto o Regis. Isso provocou muita emoção e gratidão. Com certeza, vamos organizar outros, pois ganhei muitos amigos e me senti realizado”, disse Fernando, numa mostra de como foi o clima do encontro. Fernando possui um Rural Ford Luxo 4×2 1972, comprada zero km pelo pai. “Lembro perfeitamente quando em 1972 fui com meu pai na concessionária Ford Santo Amaro da Av. Rio Branco, buscar o carro da família, novinho e zero km. Quando tinha 17 anos foi meu único carro até 21 anos, passei bons momentos de diversão, lazer, problemas etc. Efetuei varias mudanças contra o gosto do meu pai, loucuras como instalar teto solar, retirada dos bancos dianteiros e substituição por dois bancos individuais, alterei para choques, suporte de camburão, mudei a pintura, com adição de uma faixa, pintei detalhes diversos no motor, substitui volante original por esportivo, e fiz muitos estragos. Mas ela ficou guardada no sítio e o desgaste do tempo e a pouca utilização foram tornando necessários alguns reparos de funilaria”, contou o dono. Em abril de 2008, teve início uma reforma geral, com um ótimo profissional. Este desafio seria uma homenagem ao seu pai. Fernando passou por muitos ferros velhos, internet, restauradores, feiras, amigos, lojas e oficinas, e foi obtendo as peças que precisava. Depois de pronta (ficou lindíssima!), ela foi certificada pelo Clube do Fordinho, recebendo homologação para a Placa Preta. “Em março de 2010, após quase 2 anos, fui ao Detran providenciar a colocação da placa, quando considerei concretizada a homenagem ao meu Pai. A cor da Rural é Azul Colonial e Branco Nevasca. Hoje a clássica viatura é usada somente nos dias de rodízio ou em passeios aos domingos, isso se não estiver chovendo. “E sou muito ciumento com ela, ninguém dirige e quando preciso entregar a manobrista, me recuso e chego até a mudar de lugar, desde que posso eu mesmo estacionar”, finalizou. É ou não coisa de fã incondicional?
Encontro de Rural e F75/85 no Pacaembú, SP, deve agitar fãs
Encontro de Rural e F75/85 no Pacaembú, SP, deve agitar fãs No dia 7 de maio de 2016, um sábado, será dia de chamar a família para fazer uma viagem no tempo. Acontecerá o 1º encontro “tá na tampa, tá pro rolo”, especialmente para a Rural e picapes F75/85, organizado por Regis Rodrigues, fã do modelo e proprietário de uma Rural 1975. A Rural e a F75 são utilitários que até hoje trazem lembranças afetivas à todos que viveram na década de 60 e 70 ( e os mais jovens também…), os quais se encontrarão na praça Charles Muller, em frente ao Pacaembu, para o Primeiro Encontro Rural-F75-F85. O encontro tem por fim reunir proprietários e apaixonados por Rural para troca de peças e experiências. Ao final do encontro ocorrerá um passeio percorrendo toda e extensão da Avenida Paulista, ótima oportunidade para fazer fotos incríveis. Aliás, haverá sessão de fotos dos veículos reunidos e em comboio. O evento iniciará às 08h00 e terminará ao meio dia, com a saída do comboio para o passeio. Venham prestigiar e reviver histórias guardadas na memória afetiva de apaixonados por este carro que marcou muitas famílias e histórias. E essa lembrança é o melhor da história. Quer saber mais? Entre em contato com pelo telefone (11)98538-3306 ou pelo evento do facebook: https://www.facebook.com/events/1518278595134165/
Noite dos Jeep e Veículos Militares no Sambódromo do Anhembi
Noite dos Jeep e Veículos Militares no Sambódromo do Anhembi Fotos James Garcia e Viviane Bosio A noite de terça-feira, 12 de abril, foi bem agitada no Sambódromo do Anhembi, com a realização da Noite dos Jeep e Veículos Militares, que aconteceu no Sambódromo do Anhembi. Organizada pelo Auto Show Collection, com a parceria de entidades como o Jipe Clube do Brasil e Comando Oeste, o evento contou com a participação de diversas viaturas incríveis da capital paulista. Marcaram presença colecionadores e seus modelos super originais, carros modificados, utilitários, todos convivendo em harmonia e proporcionando uma verdadeira aula de história ao público presente. Léo Moreira, veterano membro do Jeep Clube do Brasil fez uma boa apresentação/introdução da história dos 4×4, enquanto o desfile rolava numa das pistas mais famosas do País. Parabéns pela iniciativa e que venham muito mais encontros especiais como esse.
Projeto ‘Reborn’ prevê restauração e venda de 25 unidades do clássico Land Rover Série I
Projeto ‘Reborn’ prevê restauração e venda de 25 unidades do clássico Land Rover Série I O Salão de Automóveis Clássicos que está sendo realizado na cidade de Essen, na Alemanha será palco da apresentação do projeto ‘Reborn’, realizado pela Land Rover, em que a marca irá restaurar 25 unidades de seu emblemático Série 1. Os modelos foram restaurados pela divisão Land Rover Classic e serão disponibilizados para serem comprados por clientes e entusiastas da marca. Depois de décadas, essa é a primeira oportunidade que apaixonados por veículos clássicos têm em adquirir um Série 1 completamente trabalhado dentro da fábrica da Land Rover. Para o processo de restauração, a equipe de especialistas da Land Rover Classic utilizou suas décadas de experiência para escolher cuidadosamente 25 chassis de modelos Série 1. Cada modelo será restaurado integralmente de acordo com as caraterísticas técnicas originais de 1948. Para isso, serão utilizadas peças originais da Land Rover Classic para conservar a sua autenticidade. A título de exemplo, o cliente poderá escolher entre 5 cores que eram originalmente utilizadas na época: Light Green, Bronze Green, RAF Blue, Dove Grey e Poppy Red. Os clientes poderão escolher a sua base preferida para o veículo com a ajuda e orientação da experiente equipe de restauração da Land Rover Classic. Além do mais, poderão acompanhar, do princípio ao fim, o processo de restauração do seu Série 1 que terá lugar na nova oficina Classic da Land Rover, localizada no centro de produção original do Defender, em Solihull (Reino Unido). Segundo Tim Hannig, Diretor da Jaguar Land Rover Classic: “O lançamento da iniciativa ‘Reborn’ representa uma excelente oportunidade para que os clientes possam adquirir um valioso ícone automobilístico digno de qualquer colecionador. O projeto ‘Reborn’ é perfeito para que a Land Rover Classic mostre ao mundo a sua perícia em restaurar e a conservar os valiosos modelos Land Rover pertencentes aos nossos clientes mais fiéis. É mais uma prova do compromisso da empresa para com os seus clientes, aliado a um serviço de assistência com peças originais e genuínas para os modelos Land Rover que estão há mais de 10 anos fora das linhas de produção.” Sobre a ‘Special Operations’ da Jaguar Land Rover – A equipe da Special Operations da Jaguar Land Rover dedica-se à conceção de veículos de luxo, veículos por encomenda, veículos clássicos e produtos da marca. – A equipe Special Vehicle Operations da Jaguar Land Rover é responsável, dentro do departamento Special Operations, pela criação de uma gama de modelos de alto rendimento, quer para a Jaguar, como para a Land Rover, produtos para a personalização de veículos e modelos de edição limitada de grande valor para ambas as marcas. – A Jaguar Land Rover Classic é uma área da Special Operations que promove veículos, serviços, peças e experiências aos proprietários e entusiastas de modelos clássicos da Jaguar e da Land Rover de todo o mundo.
Noite dos Jeep e Veículos Militares no Sambódromo do Anhembi
Noite dos Jeep e Veículos Militares no Sambódromo do Anhembi Na próxima terça-feira, 12 de Abril, AutoShow Collection abre a pista para incríveis Jeeps e lindos veículos Militares, a partir das 18 horas *O evento tem praça de alimentação com Food-Trucks. Valores de ingresso: Clique Aqui Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209, CEP: 02012-021 São Paulo Sambódromo – Anhembi (portão 22)
Oito curiosidades sobre o Range Rover
Oito curiosidades sobre o Range Rover O Range Rover, modelo mais luxuoso da linha Land Rover e um dos mais refinados do mundo, foi apresentado ao público em 1970 como o primeiro veículo do mundo a unir o conforto e a sofisticação existentes nos sedãs da época somado à capacidade de trafegar em todos os tipos de terrenos, característica presente nos jipes da marca e em outros modelos, até então, restritos ao uso rural. Ao longo das décadas, o modelo se tornou sinônimo de luxo e robustez e marcou a indústria automobilística mundial como ícone de inovação e tecnologia embarcada. Agora em sua quarta geração, o Range Rover é um símbolo da Land Rover e até hoje é um modelo que define tendências dentro do segmento premium. O fabricante lista alguns fatos e curiosidades que talvez você não saiba sobre o veículo: 1 – Foi o 1º SUV de luxo do mundo Apresentado em 1970, o Range Rover pode ser considerado o primeiro SUV de luxo do mundo. Ele foi o primeiro veículo a unir o luxo e a sofisticação presentes nos sedãs da época com a mesma capacidade e robustez para se trafegar em qualquer tipo de terreno que os 4×4 mais rústicos, restritos ao uso rural, possuíam até então. 2 – Cruzou o pântano de Darien Para demonstrar toda capacidade fora de estrada do modelo, a Land Rover colocou à prova o seu veículo mais luxuoso em um desafio extremo. O Range Rover participou da expedição British Trans-Americas Expedition. Liderada pelo explorador britânico John Blashford-Snell, a expedição saiu do Alasca (EUA) em 3 de janeiro de 1971 e terminou na Terra do Fogo (Argentina) em 10 de julho de 1972. O trecho mais difícil a ser superado foi encontrado entre o Panamá e a Colômbia, na região de floresta tropical e pântanos do Estreito de Darien. Com cerca de 400 quilômetros, a área não tinha estradas ou pontes. O Range Rover foi o primeiro veículo do mundo a cruzar a região, o que coloca seus proprietários na posição de fazer a seguinte pergunta sem medo da resposta: “Você colocaria seu carro na lama?”. 3 – É o veículo preferido das celebridades Em mais de 45 anos de existência, o Range Rover conquistou o gosto de celebridades ao redor do mundo. Em 1982, durante uma viagem do Papa João Paulo II à Inglaterra, uma unidade do Range Rover foi convertida em Papa- Móvel para transportar o Sumo Pontífice. A Rainha Elizabeth II da Inglaterra também utiliza um Range Rover para se locomover por seu país. Keira Knightley, Bruce Sprinsteen, Madonna, Michael Jordan e Jack Nicholson são apenas alguns exemplos mais. 4 – Já ganhou o Paris-Dakar Em 1979 o Range Rover participou pela primeira vez da mais famosa competição de rali do mundo, o Paris Dakar. Pilotado pelo francês Alain Génestier, o modelo venceu logo em sua estreia na categoria automóveis e depois novamente em 1981. O modelo também já participou do Camel Trophy, famoso pelo alto nível de dificuldade. 5 – Primeiro SUV feito em alumínio Sua quarta – e atual – geração apresentada para o público em 2012 fez do Range Rover o primeiro SUV do mundo com carroceria totalmente produzida em alumínio. O modelo é até 420 kg mais leve que a versão anterior o que o torna muito mais econômico em termos de consumo de combustível e também com menores emissões de CO2. A atual versão do Range Rover também inaugurou uma série de tecnologias como o painel de instrumentos virtual em TFT, composto por uma tela de altíssima definição. Outra tecnologia que chama a atenção e foi inaugurada no Range Rover foi a tela Dual View, em que motorista e passageiro dianteiro conseguem enxergar duas imagens distintas ao mesmo tempo na mesma tela, dependendo do ângulo de visão. 6 – Lançou no mercado o Terrain Response Já imaginou um botão que transforma o carro de acordo com o tipo de terreno em que se está trafegando? A expertise todo-terreno da Land Rover levou-a a desenvolver a tecnologia e escolher o Range Rover para lançá-la. Em 1997, a versão não identificava automaticamente o terreno como faz a versão atual do Terrain Response 2 (lançado na quarta geração do Range Rover), mas já ajustava aceleração, suspensão, tração e relação de marchas para terrenos arenosos, escorregadios ou extremamente irregulares, com grandes rochas, por exemplo. 7 – Versão SV Autobiography é o SUV mais sofisticado do mundo A Divisão de Veículos Especiais (SVO) da Jaguar Land Rover enriqueceu o modelo top de linha da Land Rover e não poupou mimos para quem faz questão de luxo. A versão SV Autobiography – que permite a maior gama de customização do mercado – possui dois assentos traseiros que reclinam como a primeira classe de um avião. A marca italiana de poltronas, Frau, desenhou descansos para pés e mesas dobráveis para computadores portáteis. Para não perder a performance, um motor V8 Supercharged com 550 cv de potência e 580 Nm de torque equipa o carro. 8 – Leva os turistas para a viagem mais luxuosa do mundo Junto com a Abercrombie & Kent, agência especializada em viagens de luxo, a Land Rover disponibilizou um Range Rover SV Autobiography para levar os turistas que adquirirem o pacote de viagem mais luxuoso do mundo. A Provença francesa, o Lago Como na Itália, as montanhas Atlas no Marrocos, o Grand Canyon dos EUA, o Atacama no Chile e a Tasmânia da Austrália vistos de perspectivas únicas com o conforto do Range Rover. O pacote de £ 100 mil parte de Londres, Reino Unido.
Pinzgauer – um pequeno gigante 6×6
Pinzgauer – um pequeno gigante 6×6 Pioneiros – Steyr Puch Pinzgauer 712 M 30 6×6 1975 No início de 2012 tive o prazer de conhecer o caminhão Steyr Puch Pinzgauer, um off-road de origem austríaca utilizado pelas forças armadas de vários países. Vamos relembrar essa história Por James Garcia Fotos Mateus Verzola Praticamente desconhecido no Brasil, já era tempo de abordarmos o robusto Pinzgauer, que em realidadeé o nome de toda uma família austríaca de utilitários de alta mobilidade, equipados com tração 4×4 e 6×6. Desenvolvido originalmentenofinal dos anos 1960pelaSteyr-Daimler-Puch, localizada em Graz, na Áustria, ganhou o nome Pinzgauer para homenagear a raçadecavalos daquele país. Essas primeiras gerações do Pinzgauer (710, 712) foram produzidas até 2000 na Áustria. Esses veículos foram e ainda estão em uso em muitos exércitos ao redor do mundo como a Áustria, Suíça, Reino Unido, Arábia Saudita, Tailândia, Albânia e Bolívia. Quando milionário austríaco Mr. Stronach assumiu a quota majoritária de veículos Steyr-Daimler-Puch, ele concedeu o direito de construção do Pinzgauer Steyr para a Technik Automotive Ltd (atual BAE). Foi, e ainda, é um veículo muito popular entre os compradores militares e continua em produção até hoje. Esses veículos também foram fabricados em Guildford, Surrey, Reino Unido, pela BAE Systems Land & Armamento. Em 2000, os direitos da marca foram vendidos para a Automotive Technik Ltd no Reino Unido e, posteriormente, adquirida por Stewart & Stevenson Services Inc. em 2005. Em maio de 2006, a Stewart & Stevenson tornou-se subsidiária do grupo empresarial aeroespacial e de defesa Armor Holdings. Um ano depois, a Armor Holdings foi adquirida pela própria BAE Systems, que interrompeu a produção no Reino Unido, pois os veículos se mostraram vulneráveis às minas e dispositivos explosivos no Afeganistão. O protótipo original do Pinzgauer surgiu em 1969 e sua produção começou em 1971 para suceder o Haflinger 700 4×4, um carro militar leve e de uso polivalente. O Pinzgauer era disponível na versão 4×4 (modelo 710) e tração 6×6 (modelo 712), ambos com diversas versões. Embora não seja muito rápido (110 km/h de velocidade máxima), trata-se de um veículo todo-terreno eficiente, com ótima capacidade de transporte de tropas, sua principal função. Os 710M transportavam 10 pessoas ou duas macas padrão NATO. Tanto os modelos 4×4 quanto os 6×6 rebocavam 5 mil quilos na estrada ou 1.800 no off-road. Tinha autonomia de mais de 400 quilômetros com um tanque de combustível e quase 700 com o tanque de 125 litros opcional. Projetado para ser confiável e fácil de reparar, o Pinzgauer era impulsionado com motores de quatro cilindros em linha, 2.5 litros e 2.7 litros (nas versões ambulância dos últimos anos de produção), à gasolina, refrigerado a ar e dotado de duas bombas de óleo para que não parasse. A construção seguia o padrão tradicional de carroceria de chapas fixada sobre o chassi, com uma distribuição de peso uniforme e melhor centro de gravidade possível. Os três diferenciais são todos fechados e requerem lubrificação adicional mínima. A transmissão é curiosa, com uma caixa de câmbio que tem praticamente o comprimento de todo o veículo. Nessa versão 6×6, os três eixos “saem” da caixa de transmissão, tem movimento lateral e são suportadas por molas helicoidais. A suspensão das duas rodas traseiras conta ainda com um meio feixe de molas semi-elípticas. O sistema foi claramente projetado para fornecer a tração máxima nas circunstâncias mais exigentes, junto com o aumento da sua carga e reboque de transporte. A versão 4×4 foi a mais popular, mas o Pinzgauer nasceu para ter configuração 6×6 desde o início. Durante a produção da primeira geração, de 1971 até 1985, foram feitos 18.349 modelos 710 e 712, sendo vendidos a clientes civis e militares. No Brasil Em nosso País, pouco se sabe sobre esse curioso “caminhãozinho” e mesmo para o dono atual, o empresário Americo Maximiliano Biason, de 73 anos, esse Pinzgauer fabricado em 1975 é uma “caixinha de surpresas”. Atiçado pelo filho, Adilson Biason, proprietário da Max4, empresa que desenvolve projetos de customização e construção em jipes e veículos 4×4, Americo se apaixonou pelo utilitário no momento em que o viu, estacionado numa loja de automóveis em São Paulo, em novembro de 2011. O 6×6 foi importado da Suíça e a única mudança feita foi a cobertura da cruz vermelha que havia na carroceria. “Ele está em ótimo estado, não foi restaurado ou reparado. Simplesmente foi pouco usado e por isso se manteve como novo”, comentou Adilson. Nos Estados Unidos, onde a procura por veículos diferentes é grande, a importação desses modelos para o uso civil e de lazer é comum. “É um tremendo off-road, anda bem, é confortável e, claro, tem uma performance na terra muito boa, similar a do Unimog”, contou Adilson, complementando que essa unidade será mantido do jeito que está, impecável e original. Ficha Técnica – Steyr Puch Pinzgauer 712-M 30 6×6 1975 Ficha Técnica Motor: dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha Cilindrada: 2.500 cm3 Potência: 91,25 cavalos Torque: 18.35 kgfm Combustível: gasolina Alimentação: carburador Zenith 36 dual-NDIX Refrigeração: ar Transmissão: câmbio manual de cinco marchas à frente mais ré Tração: 6×2, 6×4, 6×6 e todas as opções + reduzida através de caixa de transferência com duas velocidades. Bloqueio de diferencial 100% em todos os eixos 100% Suspensão Dianteira e traseira: independente com eixos móveis e molas helicoidais. Meio feixe de molas semi-elípticas nas rodas traseiras Dimensões (mm) Comprimento: 4.955 Largura: 1.760 Altura: 2.100 milímetros Entre eixos: 2.000 + 980 Altura livre do solo: 335 Peso vazio: 2.400 kg Carga útil: 1.500 kg Peso trailer: 2.250 kg Sistema elétrico: 24 volts sistema à prova de água Tanque de combustível: 75 litros Acessórios: Pneu de reposição, ferramentas, correntes de neve, manual em Inglês, cor verde padrão do Exército Suíço
O Jeep CJ-5 no Brasil
O Jeep CJ-5 no Brasil Por James Garcia Consultoria técnica e ilustrações Angelo Meliani Na primeira metade da década de 40, eram tempos dos bondinhos, calhambeques e jardineiras. Estradas, avenidas, asfalto, todos esses “luxos” eram realidade em apenas alguns lugares das grandes capitais. Foi nessa época que o Jeep começou a aportar por aqui, e sem exagero, pode-se dizer que o carismático 4×4 norte-americano – um dos grandes mitos do automobilismo mundial -, foi um dos responsáveis pela grande transformação que mudou a face do nosso País. A 2ª Guerra Mundial ainda fazia suas vítimas, quando os primeiros Jeep Willys e Ford começaram a chegar ao Brasil. Sua missão era equipar o nosso exército, que fazia parte do bloco dos países aliados. Naquele tempo, os jipes militares eram trazidos da Itália, mas a partir de 1946 chegavam diretamente dos Estados Unidos. Após o término do conflito todos os Jeep vinham parcialmente desmontados da América do Norte. Foi assim com todos os CJ-2A (1945/1949), CJ-3A (1948/1953), CJ-3B (1952/1964) e CJ-5 (1954/1969), até o ano de 1957. Um fato curioso é que no porto de Santos – local de desembarque dos carros importados -, os Jeep tinham seus pára-brisas pintados de preto. Nunca se soube o motivo certo dessa medida, mas consta que isso só aconteceu em nosso país. O restante do carro era mantido original. Em 1951, a Willys começa a fabricar o Jeep no Brasil e em 26 de abril de 1952 é fundada a Willys Overland do Brasil é fundada em 26/04/1952, empresa que deu continuidade, e ampliou, o processo iniciado no ano anterior. Em agosto de 1957, a Willys apresenta o Jeep Universal modelo nacional, com 65% de seus componentes nacionalizados. No final de 1958 para 1959, começam a ser fabricados os primeiros CJ-5 totalmente brasileiros. É de se notar o fato de que os primeiros CJ-5 possuíam o desenho da caixa de rodas traseira em formato redondo, idêntico ao dos Jeep norte-americanos. Ao contrário do que muitos pensam, nem todo CJ-5 do final dos anos 50, dotado de caixa de rodas redonda, é importado. Nessa mesma época, os motores 6 cilindros BF-161 passam a substituir os antigos “Hurricane” de 4 cilindros. Nesses já distantes anos 50, fabricar um carro inteiramente nacional era um grande desafio para as montadoras que ensaiavam seus primeiros passos no Brasil. O raro quadro abaixo, ilustra perfeitamente o processo de nacionalização do Jeep, que durou dois anos, de julho de 1958 até julho de 1960. Novos tempos 1960, ao que parece, é realmente o grande ano da Willys, que inaugura a primeira fábrica de motores do Brasil, a Willys Overland Motores, localizada em Taubaté/SP. Eram tempos de revitalização da indústria nacional, do progresso, do nascimento de Brasília. O ufania nacional era geral. E a Willys Overland era a grande vedete do automobilismo nacional. Para um país sem tradição automobilística, a produção da Willys foi considerável. De 1957, início da fabricação dos Jeep no Brasil, foram produzidos 122620 veículos, o que dá uma média anual superior a 24 mil veículos. Mais especificamente, em 1957, quando o carro não era 100% nacional: 9.291 carros. Em 1958, chegou-se a 14.322 carros; em 1959, 18.178; em 1960, 19.514; e finalmente, em 1961, 61.305 unidades. A média de produção era excelente, mas havia a necessidade de se atender com mais agilidade ao ávido mercado de utilitários. Por esse motivo que a Willys Overland montou uma fábrica em Jaboatão, em Pernambuco, inaugurada em 14 de julho de 1965. O Jeep que sai das instalações de Pernambuco, tem as portas confeccionadas em madeira e recebe o carinhoso apelido de chapéu de coco. O ano da virada Em 1967 o Brasil conhecia os primeiros sintomas da globalização que hoje domina as manchetes da indústria automobilística: em uma manobra jogada ágil e inteligente, a Ford compra a Willys, e exibe interesses em galgar posições mercadológicas. Naquela época, a Renault francesa era sócia da Willys brasileira junto com a Kaiser Corporation, que também havia comprado a marca Jeep nos Estados Unidos. Após varias negociações, a Renault acabou ficando com a IKA “Industria Kaiser de Argentina”, comercializando a Willys brasileira com a Ford, que adquiriu 48% das ações da Willys. O negócio foi fechado em 15 de outubro de 1967. A Ford sabia o que estava fazendo: além de continuar fabricando toda a família Jeep – CJ-5, CJ-6, Rural e F-75 -, ficaria com o domínio do ambicioso “projeto E”, conhecido pouco tempo depois como Corcel. Em 27 de outubro de 1969, a união das duas empresas culmina no nome Ford/Willys do Brasil. Em 18 de março de 1971, a Ford transfere a produção da F-75 e da Rural, para suas instalações no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Em 30 de maio de 1972, a Ford muda o nome de Ford/Willys do Brasil, para Ford do Brasil. A produção segue sem maiores alterações, até que em 11 de julho de 1975 é introduzido o motor Ford Georgia OHC de 4 cilindros nos utilitários Rural e F-75, que em conjunto com o câmbio de 4 marchas sincronizado, utilizado desde o fim dos anos 60, torna os utilitários mais leves e econômicos. Em 15 de outubro de 1975, o Jeep também começa a ser equipado com esse motor. Em 22 de outubro de 1975 a Ford alcança a marca de 500.000 utilitários produzidos – contando obviamente com a produção da Willys, com uma Rural 4 cilindros e tração 4×4. Em 25/04/1978, o Jeep atinge o número de 200.000 unidades produzidas. O Final Em toda sua história brasileira, o CJ-5 recebeu três tipos de motores. O “Hurricane” americano, de 4 cilindros, 2.198 cm3 e 70 hp até 1959; o 6 cilindros BF-161, de 90 hp a 4.000 rpm e 2.600 cm3 de 1959 até 1975 e, a partir de 1975, os motores Ford OHC 2.300 de 83 hp
Celebrando uma lenda: último Land Rover Defender é produzido na Inglaterra
Celebrando uma lenda: último Land Rover Defender é produzido na Inglaterra Solihull, Reino Unido, 29 de janeiro de 2016 – Hoje a Land Rover celebra os 68 anos de história de produção ininterrupta de seu mais emblemático veículo, o Defender, com a celebração do último modelo de sua versão atual sendo produzido na fábrica de Solihull, Reino Unido. Como forma de comemorar tal marca, a empresa convidou cerca de 700 de seus funcionários atuais e antigos que trabalharam em algum momento na unidade de Solihull para um evento que entrará para a história da empresa. Na ocasião, os convidados puderam dirigir alguns exemplares deste que é um dos mais importantes veículos já produzidos na história. Entre os modelos disponíveis para testes estavam a versão “Huey” um veículo pré-produção que antecedeu o lançamento do Land Rover Série 1, primeiro modelo da marca britânica, lançado em 1948. Outro exemplar que marcou presença no evento foi o último Defender produzido na fábrica, um Defender 90 com capota. Durante as comemorações, a Land Rover anuncia um novo programa de restauração de veículos clássicos. Com sede na já existente linha de produção do atual Defender em Solihull, a ação visa reunir um time de experts que inclui profissionais que trabalharam durante décadas na montagem do Defender para se dedicar exclusivamente a dar vida nova aos Defender e Series antigos construídos no local que hoje rodam em todo o mundo. O primeiro veículo a ser restaurado estará disponível para venda no próximo mês de julho. Dr. Ralf Speth, CEO global da Jaguar Land Rover disse: “hoje nós celebramos o que gerações de homens e mulheres vêm fazendo desde que o primeiro rascunho do que viria a se tornar um Land Rover foi desenhado na areia. Os antigos Land Rover, agora chamados de Defender representam a origem da nossa fabulosa capacidade, um veículo que ajudou a fazer do mundo um lugar melhor, nas mais extremas circunstâncias. Sempre haverá um lugar muito especial para o Defender dentro dos corações de todos nós que tivemos a honra de fazer parte desta história. Mas este não é o fim. Temos um passado glorioso que nos permite vislumbrar um futuro maravilhoso”. Nick Rogers, diretor de engenharia da Jaguar Land Rover disse: “Hoje é um dia muito especial para nós. Trazemos boas memórias com o Defender, um verdadeiro ícone entre os automóveis e um dos mais amados veículos ao redor do mundo. As coisas mudaram muito nestes últimos 68 anos, mas este veículo se manteve constante, algo que nenhum outro veículo conseguiu. O último exemplar desta atual versão do Defender representa toda a simplicidade, charme e herança que a Land Rover traz desde os Series. Hoje estamos ansiosos para criar o Defender de amanhã, um enorme desafio e, ao mesmo tempo, um grande sonho para qualquer engenheiro ou design”. A celebração promovida em Solihull contou com mais de 25 veículos icônicos que marcaram a história da Land Rover. Juntos, eles fizeram uma verdadeira procissão ao redor da fábrica da empresa. O evento contou com funcionários que se dedicaram de alguma forma à produção do Land Rover Series e do Defender nos últimos 68 anos. O último Defender da versão atual que foi produzido em Solihull — numa versão 90 com capota — traz em sus estrutura uma parte original, o grampo da capota, que é a mesma peça usada em versões Soft Top desde 1948. O modelo fará parte da coleção de veículos emblemáticos da Jaguar Land Rover. Como parte das celebrações, a Land Rover convida os entusiastas da marca ao redor do mundo a dividir suas experiências a bordo dos Series e dos Defender por meio do portal ‘Defender Journeys’ uma plataforma lançada hoje. A ferramenta funciona como uma espécie de scrapbook digital, que visa a reunir um grande número de aventuras emocionantes em um mapa online que pode ser compartilhado entre os usuários. De 1948 a 2016 – Celebrando a História de Solihull Mais de dois milhões de Land Rover Séries e Defender foram construídos em Solihull, no Reino Unido, desde 1948. O que começou como um simples rascunho na areia passou a se tornar um dos veículos 4×4 mais emblemáticos do mundo. O modelo teve a honra de se tornar o mais versátil automóvel do planeta, capaz de levar seus passageiros para lugares onde outros veículos não poderiam alcançar. Em 2015 foi produzido o Defender de número 2 milhões, um marco histórico para o modelo. O veículo foi arrematado em um leilão por £ 400 mil, preço bem distante das £ 450 que custou o primeiro Land Rover vendido em 1948 durante o Salão de Amsterdã. Em 1948, o Série I entrou em plena produção em Solihull. Durante o período pós 2ª Guerra, a Grã-Bretanha estava lutando contra uma escassez de aço, mesmo com a grande capacidade de produção. Neste cenário, os irmãos Maurice e Spencer Wilks se inspiraram a desenvolver o Land Rover, um veículo focado no uso agrícola. Naquela época nenhum dos dois poderiam prever o impacto global que este modelo teria. Após pequenas alterações, em 1958 a Land Rover apresentou o Série II um modelo com atualizações de design e em seu motor. O veículo trazia pela primeira vez um avançado propulsor a diesel que permaneceu equipando o modelo até meados dos anos 80. Em 1966 as vendas dos Land Rover Series haviam alcançado a marce de meio milhão de unidades. Em 1970, o Serie III vendia tão bem quanto seus antecessores e ajudou a marca a atingir o pico histórico de produção do modelo no ano seguinte, com 56 mil unidades saindo das linhas de Solihull. Em 1990, o modelo ganhou um novo nome, passando a se chamar Defender. A essa altura, a Land Rover já produzia outras linhas de veículos como a Range Rover e o recém-lançado Discovery. O novo nome era apropriado para um veículo que anteriormente era apenas referido pelo seu comprimento e distância entre eixos. Parte do apelo do Land
Land Rover Defender de número 2 milhões será leiloado em Londres
Land Rover Defender de número 2 milhões será leiloado em Londres Fotos Divulgação Unidade histórica será exibida nos dias 15 e 16 de dezembro na casa de leilões Bonhams, na capital britânica, antes de ser leiloado Todo o dinheiro arrecadado com a venda do veículo será doada para a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, além da Fundação Born Free, que ajudam pessoas carentes em situação de vulnerabilidade em todo o mundo O exemplar de número 2 milhões do Land Rover Defender, modelo mais emblemático em toda a história da marca britânica de SUVs premium será colocado em exibição na renomada casa de leilões Bonhams, em Londres nos próximos dias 15 e 16 de dezembro. A exibição do modelo antecede o leilão beneficente que ocorrerá no mesmo local no próximo dia 16, evento em que o veículo será leiloado. A exposição marca as comemorações dos 67 anos de produção do modelo na fábrica de Solihull, no Reino Unido e mostrará ao público toda a jornada percorrida pelo Defender até ele se tornar um ícone da indústria automotiva mundial. Na ação, os interessados são convidados a conhecer de perto cada detalhe do modelo, além de conferir um “hall da fama” que mostra a utilização do veículo da Land Rover em filmes consagrados como a saga do detetive James Bond sendo interpretado por Steve McQueen e Daniel Craig. Fotos históricas do modelo sendo conduzido pela Sua Majestade a Rainha da Inglaterra e pelo mais emblemático primeiro ministro britânico, Sir Winston Churchill, serão exibidas na exposição, que também ilustrará a jornada do Defender e seu papel fundamental em expedições de ajuda humanitária aos mais remotos locais do planeta. A ação também pretende encorajar o público em geral a contar suas histórias e viagens a bordo do Defender e o impacto que o veículo teve em suas vidas. Para isso, a exposição terá uma parede onde todos poderão colocar fotos e textos sobre suas experiências com o modelo. O público também poderá conversar com o engenheiro Roger Crathorne. Conhecido como “Mr. Land Rover”, Roger trabalha há mais de 50 anos a serviço da Land Rover e é um dos maiores conhecedores do modelo em todo o mundo, além de trazer uma vasta experiência em expedições pelos mais inóspitos lugares do mundo a bordo do modelo. Para o engenheiro, “o fato de a série Defender ter desempenhado por quase 70 anos um papel muito importante na vida das pessoas em todo o mundo é uma honra. Espero que essa exposição, que mostra toda a trajetória do modelo e o porquê ele é tão admirado por milhões de pessoas, represente um momento especial”. A exposição vai preceder um prestigiado leilão de caridade, em que colecionadores e fãs do Defender terão a oportunidade de adquirir a unidade de número 2 milhões produzida no Reino Unido, uma peça única da história da marca. Todos os rendimentos adquiridos serão doados para instituições de ajuda humanitária e de conservação do meio ambiente que já são parceiras da Land Rover: a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho além da Fundação Born Free. O Defender de número 2 milhões é um exemplar totalmente exclusivo que foi montado em pouco mais de 10 dias por cerca de 33 embaixadores globais e entusiastas da marca, incluindo nomes como o aventureiro Bear Grylls.
