Agrale Marruá, o 4×4 mutante brasileiro

Agrale Marruá, o 4×4 mutante brasileiro O jipão herdeiro direto da dinastia Engesa, fabricado pela Agrale, pode receber diversas configurações. Já imaginou um motor home sobre essa máquina?Fotos Julio Soares   A Nova Geração do Agrale Marruá 4×4 AM200 MO (micro-ônibus) para transporte de estudantes foi apresentada na Bienal Internacional do Livro 2017, no Rio de Janeiro.     O modelo foi desenvolvido sobre a estrutura do Marruá para atender às especificações do Programa Caminhos da Escola do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC).     A demanda por um micro-ônibus 4×4 mais robusto do que os convencionais surge da necessidade de transportar estudantes de áreas rurais que não têm sido efetivamente atendidos pelos ônibus 4×4 tradicionais. Características off road diferenciadas, como o ângulo de entrada único, trem de força robusto, suspensão com amplo curso e resistência do conjunto, tornam o Agrale Marruá uma das únicas opções capazes de fazer o transporte de estudantes nas áreas de mais difícil acesso.     O Marruá AM200 MO 4×4 para transporte escolar transporta até 15 pessoas, sendo 13 estudantes (crianças e adolescentes), mais o motorista e um auxiliar. O modelo também conta com a opção do Dispositivo de Poltrona Móvel – DPM, para o embarque e desembarque de estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida _ uma das poltronas se desloca do salão do veículo até o nível do piso, na área externa.     Além da versão escolar, o Marruá AM200 MO 4×4 também é disponibilizado em uma versão para transporte de adultos em áreas de difícil acesso. São 11 pessoas (10 passageiros e o motorista), que podem ser transportadas com maior efetividade, mantendo a capacidade laboral dos profissionais, quer sejam mineradores, bombeiros, policiais ambientais, entre outros. O Agrale Marruá 4×4 conta ainda com os modelos AM200 cabine dupla e cabine simples e o AM300 cabine simples.   DIMENSÕES GERAIS Distância entre eixos 3.350 mm Comprimento total do veículo sem quebra mato 5.600 mm 5.740 mm Largura máxima do veículo (espelho a espelho) 2.520 mm Altura máxima do veículo 2.540 mm Ângulo de ataque 58º Ângulo de saída 20º Rampa máxima 60% Inclinação lateral máxima 30% Passagem a vau 800 mm Degrau máximo – FREIO DE SERVIÇO Tipo Disco tambor assistido eletronicamente (ABS/EBD) FREIO DE ESTACIONAMENTO Tipo Alavanca com cabo Acionamento Mecânico Atuação Freio traseiro       INSTRUMENTOS Cluster conjugado de: • Velocímetro • Tacômetro • Indicador de temperatura • Indicador de combustível • Luzes espia • Computador de bordo • Câmera de Ré* • Sensor de estacionamento* • Espelho retrovisor c/ monitor* • Rádio cartão SD/USB e alto-falantes* • Chave geral* Modelo VDO / Continental Modelo SEVA* MOTOR CUMMINS ISF 2.8 EURO V * Exclusivo veículo 6034.000.150.00.6 Marca e modelo Cummins ISF.2.8 Número de cilindros 4 em linha Cilindrada 2,8 dm3 Potência nominal – conforme NBR ISO 1585 110 kW (150 cv) a 3.200 RPM Alternador Tensão / corrente nominal 12 V / 120 A Tensão de funcionamneto 12 V SISTEMA ELÉTRICO Sistema 12 V Bateria Tensão / corrente 12 V / 70 Ah C/ sitema independente de rádio     PESOS VEÍCULO PBT – Peso bruto total 4.300 kg Capacidade máxima de carga 840 kg CMT – Capacidade máxima de tração 8.100 kg SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Tanque de combustível Capacidade 100 litros (2 tanques de 50L) CAIXA DE MUDANÇAS Marca / modelo (totas marchas sincronizadas a frente) EATON FS 4505 E Terminal (YOKE) Série 1410 Relações de redução Primeira marcha 6,129:1 Segunda marcha 2,829:1 Terceira marcha 1,624:1 Quarta marcha 1,000:1 Quinta marcha 0,769:1 Marcha ré 5,500:1 Óleo SAE 80W90 API GL 3 / 4 Capacidade 4,6 litros SUSPENSÃO TRASEIRA Tipo Eixo rîgido Amortecedores Tipo Telescópicos de dupla ação CJ feixe de molas Semi-elípticas Curso 250 mm SUSPENSÃO DIANTEIRA Tipo Barras longitudinais e transversais com barra Panhard Amortecedores Tipo Telescópicos de dupla ação Molas Helicoidais Curso 250 mm CAIXA DE TRANSFERÊNCIA COM DUPLA VELOCIDADE Marca / modelo ATLAS 2 Tipo Manual / 02 velocidades Relação 2 : 1 / 1 : 1 * Exclusivo veículo 6034.000.150.00.6 CAPACIDADE TRANSPORTE PESSOAS Escolar 15 (13 passageiros crianças + motorista + auxiliar) PNEUS Dimensões LT 265/75 R16” Capacidade de carga 1.500 kg RODAS Modelo 7.00 x 16” Capacidade de carga 1.500 kg     DESEMPENHO (TEÓRICO) 4×4 REDUZIDO (2:1) Marcha Relação Velocidade máxima Km/h Rampa% Start ability % 1º 12,258 8,40 70 60 2º 5,658 18,25 – – 3º 3,248 31,85 – – 4º 2,000 51,70 – – 5º 1,538 67,25 – – * Exclusivo veículo 6034.000.150.00.6 DESEMPENHO (TEÓRICO) 4×2 – 4×4 Marcha Relação Velocidade máxima Km/h Rampa% Start ability % 1º 6,129 16,8 58 35,5 2º 2,829 36,5 – – 3º 1,624 63,7 – – 4º 1,000 103,5 – – 5º 0,769 134,5 – –     O Agrale Marruá Micro-Ônibus Escolar é equipado com dispositivo de poltrona móvel. Ele garante acessibilidade e segurança no transporte escolar de áreas rurais e locais de difícil acesso.  

Estreia emocionante na 1ª Trilha de Atlântida Sul

Fotos e Texto Eduardo Neves – Equipe Photo Lama Nos dias 14 e 15 de novembro, a cidade praia de Atlântida Sul, distrito de Osório, RS, foi palco da 1ª Trilha de Atlântida Sul, organizada pelo jipeiro Beto Andrade, mais conhecido como Beto Louco, morador de Atlântida Sul.  Em função do feriado da Proclamação da República, no dia 15 de novembro, o evento foi realizado na quinta, com recepção e sexta, dia da trilha. No sábado teria o Jeep Cross, cancelado em virtude da falta de interessados.  Na quinta, a recepção contou com apresentação do músico Matheus Stenzel, da Banda Carbono 14 e do DJ Duarte. Ainda na quinta foram abertas as inscrições da trilha.  Na sexta as movimentações começaram logo cedo com inscrições, lanches e ajuste finais das viaturas. Os participantes também puderam conferir os produtos dos apoiadores que se encontravam no local.  Por volta das 10 horas da manhã a turma saiu em comboio para o primeiro evento de Atlântida Sul. Em torno de 50 jipeiros participaram da trilha, mais a galera do apoio.  A trilha contou com cenários incríveis com passagens de água, areia e barro que agradaram 100% dos participantes. Além da parte da diversão, Atlântida Sul também contou com lindas paisagens. Uma das partes legais da 1ª Trilha de Atlântida Sul foi a interação dos jipeiros com a população, pelo fato do trajeto ser praticamente junto a cidade e isso foi um dos diferenciais nessa troca de experiências. O evento chegou ao final com a satisfação estampada no rosto de cada participante e a promessa de volta para 2020. 

Os melhores lugares para off-road

Para os amantes de carros e velocidade, é quase impossível não sonhar com alguns dias de férias pela estrada, desbravando lugares desconhecidos e incríveis pelo mundo. A grande recompensa é sair do lugar comum e explorar o que há fora das estradas convencionais, o famoso off-road. O termo vem do inglês e é usado para tudo que é fora da estrada, seja esportivo ou automobilístico. Essa prática de atividades off-road tem conquistado cada vez mais adeptos, de diferentes lugares do mundo, que desejam um pouco mais de aventura e contato com a natureza. E é possível fazer atividades off-road de diversas formas, porém uma das mais comuns é utilizando um carro potente, que aguente os trajetos mais irregulares das estradas. Em geral são os carros tipo 4×4, que conseguem passar por locais mais alternativos, com muita terra, lama, pedras, areal e até mesmo água, dependendo da quantidade de água no terreno. Para quem já era fã da atividade, ou ficou interessado agora, confira a seguir alguns dos melhores lugares do mundo para atividades off-road. Lake District National Park, Inglaterra Esse parque nacional ao norte da Inglaterra é repleto de paisagens de tirar o fôlego, e toda uma gama de pistas off-road. É possível trazer o próprio veículo para dirigir no parque, ou alugar no local, com agências especializadas. É importante lembrar apenas da autorização temporária para dirigir pelo parque antes de iniciar a jornada.  Jalapão, Brasil Um dos melhores lugares no Brasil para fazer off-road. Localizado no estado de Tocantis, o parque nacional do Jalapão tem um terreno arenoso, durante o período de secas, e pouco acidentado. Um veículo 4×4 comum basta para começar a aventura na região. A experiência off-road permite conhecer o parque de forma diferente, explorando todos os cantos e cenários, seja de cachoeiras ou dunas.  Ellis Track, Austrália Uma trila feita para amantes de aventura. São 3,5 km de colinas ingrimes, pedras enormes e valas, no lado leste de Melborne, Austrália. Durante o verão as pistas são mais secas, mas no inverno, o barro vermelho fica mais escorregadio, deixando a aventura mais emocionante ainda. A dica é ir em dupla e revezar a navegação com o parceiro, para que os dois tenham a experiência completa. Estes são apenas alguns dos melhores lugares para dirigir ao redor do mundo. É importante lembrar que dirigir off-road é completamente diferente do que dirigir em uma estrada convencional. É necessário técnica, habilidade na direção e muita cautela. Também é importante manter o controle da velocidade, para facilitar o domínio do carro, principalmente em uma situação de emergência, que necessite de reflexo imediato. Além disso, uma velocidade muito rápida em determinados terrenos, desgasta os pneus com mais rapidez e facilidade. Outra dica importante é manter a manutenção do carro em dia, verificar os pneus e a tração dos mesmos, antes de sair para uma longa jornada, bem como baterias, luzes e combustível. O preparo e organização ajudam a manter a viagem divertida e inesquecível. 

As emoções da 22ª Trilha de Candelária

Fotos e texto: Eduardo Neves – Equipe Photo Lama Nos dias 21 e 22 de junho a cidade de Candelária, RS realizou sua 22ª trilha off road 4×4. Candelária é uma cidade da região central do RS, localizada a aproximadamente 180 km da capital Porto Alegre.  Na sexta, dia 21 os jipeiros foram recepcionados com muita cuca com linguiça, música ao vivo, bom papo e muita risada. Ainda na sexta os participantes fizeram suas inscrições para a trilha.  O sábado amanheceu com um dia de sol, perfeito para uma trilha em família. Logo cedo foram retomadas as inscrições e logo após tomaram um café da manhã reforçado para poder enfrentar o trajeto que veio pela frente.  Por volta das 9 horas da manhã foi dada a largada para uma trilha de lavouras de arroz, recheadas com muito barro, um trajeto por morro, de muitos pontos de dificuldades diversas e finalizou com mais lavouras de arroz.  Barro não faltou na 22ª Trilha de Candelária e a trilha foi com certeza aprovada por todos os jipeiros que participaram do evento.  O evento teve seu encerramento por volta das 17h com o tradicional churrasco gaúcho regado com muita cerveja e risada.  A cobertura ficou a cargo pelo 3º ano da equipe Photo Lama. Até 2020. 

Muita aventura na 5ª Trilha da Barra do Ribeiro

Por Eduardo Neves Fotos Leonardo Neves e Eduardo Neves – Photo Lama Trilha Nos dias 29, 30 e 31 de março de 2019 a cidade da Barra do Ribeiro, RS, foi palco da 5ª Trilha e Jeep Cross. Esse evento é um dos mais tradicionais do estado do Rio Grande do Sul, dentro do calendário das trilhas pontuadas. Na sexta-feira, dia 29, os jipeiros foram recepcionados pela organização com um saboroso galeto e mais de 400 litros de chopp, para a galera que fez a inscrição antecipada. A recepção superou a expectativa dos organizadores em número de participantes que vieram de várias cidades do estado como Canela, Gramado, Cachoeira do Sul, Butiá, Dom Feliciano, Encruzilhada do Sul, entre outras. Os participantes ainda contaram também com música ao vivo garantindo a animação até a madrugada. No sábado, dia 30, logo cedo os jipeiros já se movimentavam para continuar as inscrições e repor energias com um reforçado café da manhã. Por volta das 9 horas saíram em comboio rumo aos 6 atoleiros repletos dos mais variados níveis de dificuldades, entre elas, muito barro, água e passagens que exigiam muita técnica de quem participou. A trilha, por ser pontuada, contou com 5 atoleiros de pontuação e um de tomada de tempo, para eventual desempate.  O roteiro terminou por volta das 18h e, logo após o encerramento, todos se dirigiram ao tradicional jantar para premiar os vencedores.  Jeep Cross O domingo, dia 31 foi dia de Jeep Cross. A organização apresentou nessa edição uma pista nova para o Jeep Cross da Barra do Ribeiro, onde todos os pilotos que participaram aprovaram pelos desafios técnicos que a mesma ofereceu. O ponto alto do evento do domingo foi a homenagem que o Jeep Clube Barra do Ribeiro fez a APAE da cidade, convidando duas crianças especiais como zequinhas, onde puderam sentir a emoção de dar uma volta de reconhecimento e uma volta valendo, parabéns ao Jeep Clube por ter proporcionado a felicidade estampada nos rostos delas.       O Jeep Cross teve capotagem, pegas sensacionais e muita disputa por parte de quem andou. Também contou com o Jeep Cross feminino, onde uma das pilotos inclusive andou grávida, levando outra futura pilotinha na barriga. Logo após as provas os pilotos participaram juntamente com suas famílias do tradicional almoço de premiação do Jeep Cross.       Colocação da Trilha1º- Neka – Tramandaí2º- Barnabe – Tramandaí3º- Dodo – Dom FelicianoColocação Jeep Cross1º-  Alison – Sapucaia do Sul2º- André – Tramandaí3º- He-Man – TramandaíColocação Cross Feminino1ª-  Adahiana – Encruzilhada do Sul2ª- Ana Cristina – Tramandaí 3ª- Gabi – Encruzilhada do Sul

Trolleiros realizam expedição pelo Pantanal

Trolleiros realizam expedição pelo Pantanal Por Johnny W. Bradley Texto e Fotos Arquivo Pessoal A Equipe Guerreiros Sumaré 4×4, de São Paulo, organizou, no final de outubro, a Expedição Pantanal Equipe Guerreiros Sumaré 4×4, uma viagem de 9 dias com muita trilha no interior do Pantanal Mato-Grossense, percorrendo um total de 325 km de off-road puro, entre descampados, alagados, aterros e mata fechada. No interior do Pantanal pernoitaram em fazendas da região com a utilização de barracas.     O grupo partiu de Sumaré no dia 28 de Outubro e retornou dia 05 de Novembro, numa aventura em escala reduzida, mas com emoção e aventura completas.     O percurso começou com a viagem de Sumaré até Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, com uma pernoite.     De Três Lagoas seguiram até Miranda, passando por Bonito,MS, Estrada Parque Passo da Lontra (pernoite e onde o grupo iniciou a trilha de 3 dias dentro do Pantanal).     Depois de 325 km percorridos dentro do Pantanal, andando 100% com tração e reduzida acionados traçado e tendo passado duas noites no pantanal, o pequeno comboio chegou até a cidade de Aquidauana, MS, onde passaram a noite.   De Aquidauana retornaram para Três Lagoas, onde encerraram a aventura com o retorno para Sumaré no dia 5 de Novembro.     Além do roteiro fantástico, a Equipe Guerreiros Sumaré 4×4 provou que com organização, foco e meta é possível realizar uma grande aventura sem dispender muito tempo e vivenciaram a verdadeira experiência off-road em um dos maiores santuários ecológicos do Brasil. O recado é: aventure-se!     Jipes que participaram da expedição Troller Prata: Andrey e Johnny Troller Cinza: Elvis e Fernando Troller Verde: Claudio e André Troller Camuflado: Guilherme e Alan Troller Preto: Clayton e Mauricio    

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