Land Rover implementa política de vendas com desconto para pessoas com deficiência A Land Rover começa o ano anunciando que, desde o dia 2 de janeiro, possui sua própria política de vendas especiais para pessoas com deficiência, intitulada Land Rover Facilidade. A política é aplicável para os modelos produzidos na fábrica de Itatiaia, RJ – Range Rover Evoque e Discovery Sport – com isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos acima de R$ 70 mil. Com os descontos, o preço final dos veículos é reduzido em 12,71%, para os modelos a gasolina e 21,88% para os veículos com motor diesel. São aplicáveis ao desconto pessoas com deficiências ou patologias que dificultam ou impedem a mobilidade, e que estejam com a Carteira de Habilitação (CNH) atualizada com essa restrição. Pessoas com deficiência com menos de 18 anos também podem adquirir um veículo com as isenções previstas, por meio de um curador reconhecido pelos órgãos públicos. “Para a Land Rover é muito importante atender a este público, oferecendo os descontos nos dois veículos da marca mais vendidos no Brasil – o Range Rover Evoque e o Discovery Sport, ambos produzidos nacionalmente”, afirma Ruben C. Barbosa, diretor de Vendas da Jaguar Land Rover para a América Latina. O direito à aquisição com o benefício de isenção poderá ser exercido apenas uma vez a cada dois anos, sem limite no número de aquisições.
Nitroglicerina pura na final do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross
Nitroglicerina pura na final do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross Por Eduardo Neves – Fotos Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama Nos dias 24, 25 e 26 de novembro de 2017 Forquetinha sediou a Etapa Final do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross, na sua 19ª edição. O evento contou com pilotos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e até da Argentina. As provas foram divididas nas seguintes categorias: Gaiola Turbo, Gaiola Aspirada, Jeep Turbo e Jeep Aspirado. O evento que tinha como molde tomadas de tempo no sábado e domingo pela manhã, e finais no domingo a tarde acabou sendo modificado pela grande quantidade de chuva que caiu durante todo o dia de sábado (25). As tomadas de tempo foram feitas no domingo pela manhã até as 16h e a partir daí tivemos as voltas para decidir os campeões da etapa e do Brasileiro. A pista de Forquetinha é reconhecidamente uma das melhores do circuíto, o que proporcionou um espetáculo de pilotagem e habilidade por parte dos pilotos. A etapa final da 19 edição do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross teve capotagens, pegas alucinantes, escapadas de pista e muita adrenalina por parte de quem correu bem como aqueles que estavam assistindo. O evento também contou com sorteio de vários brindes, sendo o principal uma moto zero KM. O domingo ao invés do sábado foi agraciado com um lindo dia de sol, o que fez com que o público comparecesse em massa na sede do Jeep Clube Forquetinha. Classificação Final JEEP TURBO 1º Diego Maia – Itapeva-SP 2º Maurício Allgayer – Forquetinha-RS 3º Adilson Kloss – Araucária-PR JEEP ASPIRADO 1º Clóvis Silva – Guabiruba-SC 2º Renato Bouwmann – Palmeira-PR 3º Rodinei Bottega – Caxias do Sul-RS GAIOLA TURBO 1º Rene Heberle – São José-SC 2º Valério Neto – Guabiruba-SC 3 Lucas Lang – Brusque-SC GAIOLA ASPIRADO 1º Lucas Lang – Brusque-SC 2º Oberdan Kohler – Guabiruba-SC 3º Lucas Tomasi – Brusque-SC CAMPEÃO BRASILEIRO JEEP TURBO Maurício Allgayer – Forquetinha-RS CAMPEÃO BRASILEIRO JEEP ASPIRADO Rodinei Bottega – Caxias do Sul-RS CAMPEÃO BRASILEIRO GAIOLA TURBO Rene Heberle – São José-SC CAMPEÃO BRASILEIRO GAIOLA ASPIRADO Lucas Lang – Brusque-SC
Mercedes-Benz apresenta sua picape Classe X
Mercedes-Benz apresenta sua picape Classe X Fotos Divulgação A Mercedes-Benz está preparando terreno para lançar sua picape Classe X, modelo que marca a entrada da marca alemã no segmento, em 2019. Clique aqui aqui e conheça o site da Classe X, onde você verá detalhes técnicos, fotos e vídeos. Deixe aqui suas impressões sobre a picape!
Muita lama e água na 3ª Trilha da Erva Mate de Ilópolis, RS
3ª Trilha da Erva Mate de Ilópolis, RS Por Eduardo Neves Fotos Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama No dia 11 de novembro foi realizada na cidade de Ilópolis-RS a 3ª Trilha da Erva Mate. O evento foi organizado pelo grupo Taz na Lama e contou com aproximadamente 100 jipeiros e gaioleiros de várias regiões do estado. Boa parte dos participantes chegaram ainda na sexta onde aproveitaram uma ótima estrutura do Parque de Eventos para fazer o tradicional e animadíssimo churrasco. No sábado pela manhã, logo cedo, os aventureiros foram chegando para garantir suas inscrições, posições no comboio e saborear um café da manhã feito no capricho pelo setor feminino da organização. Por volta das 9h o grupo saiu em comboio para uma trilha recheada de lugares lindos, passando em sua grande maioria por plantações de erva mate, principal atividade econômica da cidade. Também houveram passagens com água, muito barro e atoladores compridos onde os trilheiros puderam acelerar sem dó suas máquinas. O evento também contou com um excelente almoço servido em uma das comunidades do município onde puderam parar, recarregar as baterias para a parte final do trajeto. Por volta das 18h a trilha teve seu término com a certeza de satisfação de todos os que participaram. O Grupo Taz na Lama fez com que tudo saísse dentro do planejado, garantindo assim o sucesso da 3ª Edição da Trilha da Erva Mate de Ilópolis.
Um Land Rover Series I 1951 atualizado
Um Land Rover Series I 1951 atualizado Land Rover clássico ganha reforma que o torna viável para o uso atual, mas mantém intacto o seu visual incrível Texto e Fotos James Garcia Quem já se envolveu em uma restauração de veículos antigos sabe que são necessários alguns fatores determinantes, como envolvimento, tempo, conhecimento técnico e investimento. Mesmo com tudo isso é uma atividade para quem está realmente interessado. Trocando em miúdos: tem que querer de verdade ver o carro da forma que ele foi concebido, décadas atrás. Pela natureza do processo, muita gente para no meio do caminho, só quem tem realmente vontade vai até o fim. O Series I que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da loja especializada em artigos, peças e acessórios para off-road Gama 4×4. Quando o adquiriu, Junior tinha a intenção de restaurar e deixar o jipe o mais original quanto possível e assim foi feito, num trabalho que levou três anos. Porém, como usa todos os seus 4×4 como vitrines para sua loja, o dono percebeu que, original, seria impossível tornar o carro prático para o uso. “Com motor e freios originais, por exemplo, era insuportável rodar com o carro. Mesmo restaurando todo o sistema de freios (tambor nas quatro rodas), parar esse jipe numa descida era perigoso, tinha que começar a frear centenas de metros antes”, comentou. Como queria de qualquer forma ter o Series I em ordem, Junior começou outro trabalho, o de atualizar a mecânica do clássico, mantendo o visual clássico original. Dessa forma, os eixos originais deram lugar a eixos do Jeep CJ5, o sistema de freios ganhou discos nas quatro rodas e pneus 700 x 16 foram adicionados. O powertrain original foto retirado para dar lugar a um motor VW AP 1.8 gasolina, conectado a um câmbio Clark de cinco marchas, acoplada a uma caixa de transferência Willys Overland. Depois de pronto, o clássico revisto da Gama 4×4 pôde, enfim, ir para encontros e eventos, como a última Adventure Sports Fair, onde ele foi um dos destaques do local. Um pouco de história O Land Rover Series I foi o veículo que iniciou a trajetória da marca britânica com veículos fora-de-estrada, em 1948, especificamente no Salão do Automóvel de Amsterdã. É notório que a Rover Company utilizou os Jeep Willys do período da II Guerra para produzir os seus carros. Assim como os 4×4 norteamericanos que os inspiraram, os Series eram construídos no esquema carroceria fixada sobre o chassi, tinham eixos rígidos e suspensão composta por feixes de molas e jumelos. Os jipes podiam também ser ligados com uma manivela na dianteira e contavam com uma saída mecânica atrás, onde era possível conectar acessórios e implementos agrícolas. Desde o início, a carroceria dos jipes ingleses era feita em alumínio (por motivos de custo e grande disponibilidade dessa matéria prima na Inglaterra). De 1948 a 1951 só havia uma oferta única para o jipe, que apresentava uma distância entre eixos de 80″ polegadas ou 2.000 mm e um motor 1.6 a gasolina, com parcos 50 cavalos. A transmissão era constituída por uma caixa de quatro velocidades, que vinha com uma caixa de transferência de duas velocidades acoplada. Isso incorporou um sistema incomum de quatro rodas motrizes, com uma unidade de roda livre. Isso possibilitava o desengate do eixo dianteiro da transmissão manual, permitindo uma forma de tração 4WD permanente. Era um veículo básico: janelas de lona para as portas e um teto que poderia ser também de lona ou metal, esses opcionais. Em 1950, os faróis foram movidos para uma posição atrás da grelha. O sistema 4WD semi-permanente incomum foi substituído por uma configuração mais convencional, com a unidade para o eixo dianteiro sendo tomada através de uma embreagem simples. Desde o início, percebeu-se que alguns compradores queriam as qualidades de um Land Rover com um pouco mais de conforto. Em 1949, a Land Rover lançou a série “Station Wagon”, equipada com um corpo construído pelo fabricante Tickford, um construtor de carrocerias famoso por seu trabalho com a Rolls-Royce. Em 1952 e 1953, instalou-se um motor a gasolina de 2,0 litros. O ano modelo de 1954 trouxe grandes mudanças. O modelo de distância entre eixos de 80 polegadas (2.000 mm) foi substituído por um modelo de distância entre eixos de 2.200 mm (86 polegadas) e uma versão “Pick Up” de 107 polegadas (2.700 mm) foi introduzida. A distância entre eixos extra foi adicionada atrás da área da cabine para fornecer espaço de carga adicional. A Station Wagon gerou a primeira expansão da linha Land Rover. Os veículos foram equipados com um “Safari Roof”, que consistiu em uma segunda cobertura no topo do veículo, que servia para manter o interior fresco em clima quente e reduzir a condensação por tempo frio. Em meados de 1956, as distâncias entre eixos foram estendidas por 2 polegadas (51 mm) a 88 polegadas (2.200 mm) e 109 polegadas (2.800 mm), e a fixação do chassi dianteiro foi movido uma polegada para a frente, para acomodar o novo motor a diesel, para ser uma opção no ano seguinte. Essa mudança foi feita para todos os modelos, com exceção do 107 Station Wagon, que nunca seria equipado com um motor a diesel e, eventualmente, seria a última série I na produção. Essas dimensões deveriam ser usadas em todos os Land Rovers nos próximos 25 anos. Em 1957, introduziu-se um novo motor diesel de 2.0 litros que, apesar da capacidade similar, não estava relacionado aos motores a gasolina utilizados. Este motor diesel foi um dos primeiros diesel de alta velocidade desenvolvidos para uso rodoviário, produzindo 52 cavalos a 4.000 rpm. O sucessor da Série I bem sucedida foi a Série II, que teve uma produção de 1958 a 1961, mas essa já é outra história.
Livro Picapes Chevrolet comemora o centenário da marca
Acontece hoje (6/12) o lançamento do livro “Picapes Chevrolet”, dos autores Rogério de Simone e Fábio C. Pagotto, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Av. Paulista (SP). Picapes Chevrolet No próximo dia 6, a Chevrolet junto com os autores Rogério de Simone e Fábio C. Pagotto receberão o público para o lançamento do livro Picapes Chevrolet, obra que comemora o centenário da marca. O lançamento será, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista – SP). O livro Picapes Chevrolet apresenta detalhes sobre as picapes da marca, que circularam no país desde a fundação da General Motors do Brasil até os dias de hoje. Embora a comercialização dos primeiros modelos seja da década de 1930, a primeira picape da marca foi desenvolvida em 1917, com o intuito de transportar peças na linha de montagem da fábrica. A obra reuniu fotografias atuais e de época, retiradas do arquivo histórico da GMB, e depoimentos reais de proprietários apaixonados, tornando-se o primeiro registro da trajetória desses modelos no Brasil. Sobre os autores: Fábio de C. Pagotto foi editor da revista Collector’s Magazine e sócio-fundador do Clube do Dodge, do Dodge’s Club e posteriormente do Chrysler Clube do Brasil. José Rogério Lopes de Simone é apaixonado por automóveis desde criança. Criou e editou a revista Automóveis Históricos e é coordenador da coleção Clássicos do Brasil (Editora Alaúde), dedicada a preservar a memória dos modelos de automóveis que marcaram a história do país.
Promax Bardahl lança Minuto Off-Road na rede Bandeirantes de rádio em SP
Promax Bardahl lança Minuto Off-Road na rede Bandeirantes de rádio em SP Foto Divulgação Reconhecida por sua completa linha de lubrificantes, aditivos e graxas no setor automotivo e industrial, a Promax Bardahl vai veicular a partir de dezembro o boletim “Minuto Off-Road” – criado por sua agência Mesa 4 – nas rádios Bandeirantes AM, Bandeirantes FM e Rádio Trânsito 92,10 no estado de São Paulo. Sérgio Braganti, líder do grupo Adrenalamas, apresentará o boletim que trará dicas de condução de veículos e de aplicação dos produtos Promax Bardahl. Serão 78 inserções de um minuto e 66 chamadas de cinco segundos durante cada mês – dezembro de 2017, janeiro e fevereiro de 2018. O “Minuto Off-Road” atingirá por mês 1,3 milhão de pessoas, destacando a marca, a tecnologia e conceito dos produtos Promax Bardahl. Também será criado um canal para o público participar com perguntas e dúvidas sobre os produtos, que serão respondidas pela equipe responsável pelo boletim. Para saber mais sobre a Promax Bardahl e seus produtos, acesse: www.bardahl.com.br
Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama
Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama Fotos Denis Lang No final de semana de 25 e 26 de Novembro aconteceu, em Nova Prata, RS, a etapa final do campeonato Extreme RS, organizada pelo Maragatos Jeep Clube. No sábado, mesmo com muita chuva, o evento foi prestigiado por vários espectadores que aproveitaram o show dos jipes e gaiolas no arrancadão na lama e das máquinas fazendo as voltas livres na pista do Extreme. No domingo foi o dia das máquinas roncarem na pista com as voltas cronometradas, muita perícia, velocidade e adrenalina marcaram a prova, com saltos, capotagens e lama para todo lado. O público aproveitou o dia ensolarado e participou, em peso, curtindo os melhores pilotos e veículos 4×4 do Rio Grande do Sul. O ano de 2018 promete um campeonato mais acirrado com veículos mais fortes e pilotos de outros estados. Esta foi a sexta e última etapa deste campeonato que tem como organizadores além do Maragatos o Bassano Jeep Clube, Serafina Jeep Clube, Pampa Jeep Clube, Renegados Off-Road Road e Cruzeta Jeep Clube. Todos estes clubes sediaram uma etapa e suas cidades. Os vencedores desta etapa foram Categoria Monster 1º Alison Cicconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo Categoria PRO 1º André Mazzotti de Nova Bassano 2º Junior Ferreira de Passo Fundo 3º Bruno Soares de Flores da Cunha Classificação final do Campeonato Categoria Monster 1º Alison Ciconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo Categoria PRO 1º Andrè Mazzotti de Nova Bassano 2º Bruno soares de Flores da Cunha 3º Flavio Sangali de Vila Flores
Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama
Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama Fotos Denis Lang No final de semana de 25 e 26 de Novembro aconteceu, em Nova Prata, RS, a etapa final do campeonato Extreme RS, organizada pelo Maragatos Jeep Clube. No sábado, mesmo com muita chuva, o evento foi prestigiado por vários espectadores que aproveitaram o show dos jipes e gaiolas no arrancadão na lama e das máquinas fazendo as voltas livres na pista do Extreme. No domingo foi o dia das máquinas roncarem na pista com as voltas cronometradas, muita perícia, velocidade e adrenalina marcaram a prova, com saltos, capotagens e lama para todo lado. O público aproveitou o dia ensolarado e participou, em peso, curtindo os melhores pilotos e veículos 4×4 do Rio Grande do Sul. O ano de 2018 promete um campeonato mais acirrado com veículos mais fortes e pilotos de outros estados. Esta foi a sexta e última etapa deste campeonato que tem como organizadores além do Maragatos o Bassano Jeep Clube, Serafina Jeep Clube, Pampa Jeep Clube, Renegados Off-Road Road e Cruzeta Jeep Clube. Todos estes clubes sediaram uma etapa e suas cidades. Os vencedores desta etapa foram Categoria Monster 1º Alison Cicconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo Categoria PRO 1º André Mazzotti de Nova Bassano 2º Junior Ferreira de Passo Fundo 3º Bruno Soares de Flores da Cunha Classificação final do Campeonato Categoria Monster 1º Alison Ciconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo Categoria PRO 1º Andrè Mazzotti de Nova Bassano 2º Bruno soares de Flores da Cunha 3º Flavio Sangali de Vila Flores
Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro
Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro Pequeno no tamanho, mas gigante na valentia, robustez e versatilidade, o Suzuki Jimny segue como um dos melhores jipes para a prática do fora de estrada Texto e Fotos James Garcia Ainda lembro com perfeição, das primeiras impressões e das voltas iniciais que dei no Suzuki Samurai, na primeira metade dos anos 90. Off-roaders mais “casca grossa” e os incrédulos em geral não demoram a apelidar o pequeno 4×4 de jipe da Barbie, carrinho de playmobil entre outros nomes jocosos e cheios de preconceito. Não podiam estar mais errados, pois o Samurai, que já se chamava Jimny no Japão – seu país de origem –, era e continua sendo um dos jipes mais bem acertados e já construídos. Há quem diga que se retirassem a carroceria de um Jimny mais antigo e fosse instalada uma do Jeep CJ3A, o encaixe seria perfeito, já que o off-road japonês haveria sido influenciado pelo mítico Willys. Eu não duvidaria disso… Com mais de 46 anos de história, o Jimny é feito no Brasil desde novembro de 2012 e continua sendo uma presença constante em quase 200 países e já soma mais de 2.5 milhões de carros vendidos. Mesmo que o chamem de SUV por aí, o termo correto para um veículo dotado de carroceria sobre chassi + caixa de transferência (normal e reduzida), é jipe. E ponto! O 4×4 mais barato construído no Brasil, na cidade de Catalão, GO, onde também está a fábrica da Mitsubishi, disponibiliza quatro versões: 4ALL (cidade), 4SUN (praia), 4SPORT (off-road) e o 4WORK, para trabalho e que tem preço sob consulta e é variável de acordo com a lista de acessórios. O visual é harmônico, tem na frente o maior volume, scoop no capô e desenhos do para-choque, para-lama e grade dianteira com perfil mais robusto. As rodas de liga leve aro 15” tem aplicação da cor grafite. O som inclui rádio AM/FM, CD player e MP3, WMA, USB e Bluetooth. Os bancos possuem diversas configurações, sendo os traseiros bipartidos e rebatíveis com cinco posições. O motor é feito de alumínio, 1.3 litros, à gasolina (DOHC), com 16 válvulas, 85 cavalos de potência a 6.000 rpm e torque de 11 kgfm a 4.100 rpm. A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox oferecem maior rendimento. O comando variável de válvulas otimiza o torque para todas as faixas de rotação. Em conjunto com a injeção eletrônica multpoint sequencial, o sistema melhora o consumo e as emissões de poluentes. Junto ao motor está um câmbio manual de cinco marchas e uma caixa de transferência com tração 4×4 e reduzida, gerenciada eletrônicamente, e um sistema de roda livre pneumática. Para ligar a tração, basta selecionar no controle do painel. Opta-se pelos modos 2WD (tração traseira), 4WD (tração nas quatro rodas) e 4WD-L que dobra o torque e garante a saída das encrencas maiores. É possível mudar entre os modos 2WD e 4WD em até 100 km/h. A suspensão é independente Trilink, com eixo rígido e molas helicoidais. O conjunto mecânico do Jimny é resistente, flexível e leve (pesa só 1.060 quilos!). O carro tem barras de proteção laterais, coluna de direção retrátil e encostos de cabeça ajustáveis em todos os bancos. Os freios a disco na frente têm as pinças mais elevadas, o que facilita a passagem em alagados, escoam bem a água e evitam retenção de terra. O freio a tambor traseiro tem válvula sensível a carga (LSVB). A direção hidráulica progressiva é leve nas manobras e firme à medida que a velocidade aumenta. O raio de giro de apenas 4,9 metros é surpreendente é o melhor no segmento, fácil. Como a maioria dos jipes, o Jimny em altura livre do solo de 200 mm, tem capacidade de inclinação lateral de 42º e pode (e deve!) ser equipado com pneus MUD (opcionais) e engates traseiro e dianteiro para facilitar a manobra de carretas. As virtudes do pequeno guerreiro são justamente a soma de sua pequena dimensão (entre eixos curto é uma maravilha no off-road), leveza, confiabilidade mecânica e facilidade em aceitar upgrades. Um ótimo jipe, como já disse e, curiosamente, que não tem concorrentes diretos no mercado nacional. Se você pensou no Troller, esqueça, pois o mesmo é bem maior e tem motor diesel, o que muda tudo. Ou seja, no mercado dos jipes, ainda não tem para ninguém. Se o interessado quer opções na hora de escolher, além de cada versão, são seis cores básicas: prata, preto, branco, vermelho, verde Amazônia e verde tropical e seis especiais: amarelo solar, roxo ipê, laranja fun, rosa croma e azul pacífico. Em maio de 2015, foi lançada a versão Sport, a que mais interessa a quem gosta de off-road. A versão vem com air bag duplo e ABS, traz novos para-choques dianteiro e traseiro. Formados por peças modulares com fixações externas, o projeto foi desenvolvido para facilitar a manutenção, lembrando que o Jimny é único 4×4 que traz de fábrica o engate dianteiro que, por possibilitar visualização frontal, facilita qualquer manobra de carretas rurais ou de Jet Ski, por exemplo. Outra novidade é o side step (apoio para o pé) integrado às laterais, à frente das rodas traseiras, que facilita o acesso ao teto para instalação de bagageiros, transportar bikes, pranchas de surf e outros equipamentos. Os frisos laterais, snorkel e flares ganham novo desenho e completam o design do 4×4. Suzuki Jimny 2013 Customizado Gama 4×4 O Suzuki que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da Gama 4×4, loja de peças, acessórios e artigos off-road e universo 4×4 em geral. O veículo foi comprado para ser utilizado como modelo de exposição da última Adventure Sports Fair, e junto a um Land Rover Series I 1951 e um Jeep Willys CJ5, fizeram enorme sucesso no evento. Esse Jimny é uma
