Casio G-Shock apresenta modelo exclusivo inspirado nas atividades de terra e cultura militar

Casio G-Shock apresenta modelo exclusivo inspirado nas atividades de terra e cultura militar Colaboração entre as marcas tem a camuflagem como inspiração       Pertencente à linha premium Mudmaster, inspirada nas atividades de terra e no militarismo, o relógio GWG-1000MH-1A ganha seu quarto modelo em parceria com a marca inglesa de moda Maharishi, uma edição limitadíssima de apenas cinco exemplares no Brasil com detalhes que remetem à curiosa história de Hardy Blechman, fundador da grife, com o meio ambiente.     Após uma década de pesquisas, Blechman lançou, em 2004, a obra DPM: Disruptive Pattern Material, uma enciclopédia com mais de 900 páginas sobre camuflagem, provando suas origens, importância, história e possibilidades dentro do universo artístico. Seu objetivo era recuperar o valor simbólico da camuflagem para além dos militares.  A principal característica desta marca é o uso de tecnologias modernas para criar desenhos originais usando os melhores materiais e padrões atraentes. Maharishi é a marca de vestuário e escolha de celebridades em todo o mundo.       Desta forma, o artista transformou essa ferramenta em possibilidade cultural com um olhar bastante peculiar. A estampa escolhida para esta parceria com G-SHOCK foi DPM: British Bonsai Forest, que resultou em um lindo e impactante relógio em tons de preto e laranja.     O GWG-1000MH-1A tem resistência a choques, lama, água até 200 metros e vibrações. Além disso, tem vidro de safira com revestimento antirreflexo, dupla luz de LED para melhor visualização, horário mundial de 29 cidades, cronômetro regressivo, cinco alarmes diários, economia de energia, barômetro, altímetro, termômetro e calendário automático. O nome e o logo de Maharishi aparecem na pulseira e também na tampa traseira do relógio. A marcação no aro externo é verde escuro e o ponteiro de horas, segundos e os pequenos elementos do mostrador são acentuados com a cor laranja que remetem ao forro das jaquetas de aviadores.     O design original acentua ainda mais a natureza exclusiva deste modelo. Os modelos estarão disponíveis nos pontos de venda G-Factory e lojas especializadas do segmento. GWG-1000MH-1A | R$ 4.789,00   Assista o vídeo:    

Land Rover leva Range Rover clássico e restaurado para o Salão Rétromobile

Land Rover leva Range Rover clássico e restaurado para o Salão Rétromobile Fotos Divulgação     O Salão Rétromobile 2017 verá pela primeira vez a apresentação da próxima série “Reborn” de veículos clássicos, raros e restaurados da Jaguar Land Rover.     O Range Rover Reborn é um programa que oferece a possíveis clientes a oportunidade única de adquirir um Range Rover vintage original e altamente colecionável, diretamente da divisão Land Rover Classic no Reino Unido.     O lançamento do Range Rover Reborn vem de uma exitosa apresentação do Land Rover Series I Reborn no ano passado.             Outro ponto alto do evento será a primeira apresentação na Europa do lendário XKSS original, construído pela Jaguar Classic. Depois de ter sido mostrado à imprensa no Petersen Museum de Los Angeles em Novembro de 2016, este lindo XKSS na clássica cor Sherwood Green é a matriz de engenharia para nove outros veículos destinados a clientes em todo o mundo ao longo de 2017.     Também será mostrado pela Jaguar Land Rover Classic no Salão Rétromobile – em Paris, França, de 8 a 12 de Fevereiro de 2017 – o primeiro E-Type Fixed Head Coupe totalmente original restaurado direto na fábrica.     De propriedade privada – emplacado na França em 1962 –, o E-Type cinza Gunmetal opalescente apresentado foi restaurado com engenharia reversa, que é o processo de restauro iniciado a partir de uma única peça original ou simulada – neste caso os paineis da carroceria. O restauro feito na fábrica assegurou a melhor adequação de peças e acabamento, com o motor original de 3,8 litros e transmissão completamente recondicionada.     A divisão Land Rover Classics e sua equipe de especialistas possui décadas de experiência em engenharia e design para poder completar o primeiro Range Rover Reborn – um Range Rover Classic de 1978 cuidadosamente selecionado.     Especificações Gerais Cor: Bahama Gold Motor: 3528cc V8 Gasolina, com Carburettor Zenith-Stromberg 175CD o    Potência máx. de 132bhp a 5000rpm o    Torque máx. de 251 Nm a 2500 rpm Transmissão manual  de 4-velocidades e diferencial central travável     Cada Range Rover Reborn será submetido a um restauro completo seguindo as especificações originais da marca em 1970 e usando peças do Land Rover Classic para preservar e proteger a autenticidade veículo.     A equipe da Land Rover especializada em restauro vai informar os clientes das melhores opções disponíveis para os veículos base – em termos de quão colecionável o carro se tornará, números preferidos para o chassis e as características únicas do produto. Os preços para restauros pelo Range Rover Reborn da Land Rover Classic começam a partir de £135 mil.     Tim Hannig, diretor da Jaguar Land Rover Classic, disse: “O Range Rover Reborn será exibido graças à nossa equipe especializada em engenharia que trabalha nas nossas fábricas. Isso reforça nosso comprometimento com a rica herança da Land Rover e com a oportunidade de nossos clientes em ter veículos genuínos e colecionáveis. É uma maneira maravilhosa de preservar o tão procurado Range Rover de três portas da década de 1970, desde o ano-modelo desejado, até as cores de exterior e interior.”     O Range Rover foi lançado em 1970, originalmente com a carroceria de duas portas. A versão permaneceu até 1981, quando a fábrica lançou modelo com quarto portas – que continuou popular até o fim da primeira geração em 1996.     O modelo foi tão popular, na verdade, que a produção da primeira geração continuou concomitantemente com a segunda por quase dois anos, e o nome Range Rover Classic foi apresentado para diferenciar o modelo anterior do seu irmão mais novo àquela altura.     Tido por muitos como o pioneiro do segment de SUV, o Range Rover certamente foi o primeiro do segment com a característica de 4×4  de luxo, e tem sido o escolhido pela família real inglesa desde então, por políticos e artistas em todo o mundo. Ele manteve sua posição mais crível como o “suprassumo dos SUVs” até hoje, com um número de itens pioneiros na indústria e recordes ao longo de sua história. Durante os anos 1970, o Range Rover também se tornou o primeiro automóvel a ser exibido no Louvre, em Paris, como um “exemplo de design industrial”.     CONTATOS PARA CLIENTES INTERESSADOS: Interessados no Range Rover Reborn devem contatar: classic@landrover.com / +44 (0) 203 601 1255

Campeonato Gaúcho de Rally Regularidade 4×4 lança calendário oficial para 2017

Campeonato Gaúcho de Rally Regularidade 4×4 lança calendário oficial para 2017 Por Aline Ben Fotos Divulgação     As datas para as provas do Campeonato Gaúcho de Rally Regularidade 4×4 de 2017 foram oficializadas nesta semana. As etapas estão marcadas para os dias 7 e 8 de abril, 2 e 3 de junho, 30 de junho e 1º de julho, 4 e 5 de agosto e 29 e 30 de setembro. Em 2017 a competição roda novamente o Rio Grande do Sul pelo sétimo ano consecutivo reunindo competidores e amantes do mundo off-road para participarem do campeonato em quatro opções de categorias: Graduados, Turismo, Novatos e Passeio.     Além de ser uma competição, o Campeonato Gaúcho de Rally Regularidade 4×4 é um evento e uma celebração do esporte. Mesmo com as disputas cada vez mais acirradas e envolvendo competidores de alto nível o clima do Rally é de amizade, valorizando a verdadeira essência do esporte e de momentos de entretenimento e confraternização. Em cada etapa realizada, o campeonato movimenta o município durante dois dias trazendo competidores de todo o Estado e reunindo cerca de 50 veículos, entre participantes e organizadores.     Além de envolver competidores experientes, o campeonato também abre espaço para iniciantes. A categoria Passeio é uma experiência guiada por trajetos turísticos e com brincadeiras para quem tiver um veículo 4×4 e gostar de aventura. Já nas demais categorias a disputa é pelo pódio, mas a competição é sadia e incentiva o aprendizado e o espírito esportivo. Quem estiver iniciando na pilotagem e na navegação tem a oportunidade de competir na categoria Novatos e testar suas habilidades. O campeonato também tem cunho social. Através do projeto “Brincando com o Rally”, a competição organiza a entrega de brinquedos e lanches para crianças de baixa renda dos municípios onde é realizado. O projeto também inclui a disponibilização de brinquedos infláveis e outras brincadeiras, bem como momentos de confraternização entre os competidores e as crianças.     Em 2016, participaram do campeonato competidores das cidades de Porto Alegre, Alvorada, Novo Hamburgo, Nova Petrópolis, Canoas, Caxias do Sul, Viamão, Santana do Livramento, Gravataí, Pelotas, Panambi, Ivoti, Bento Gonçalves, Santa Maria, Santa Cruz do Sul, Osório, Itapema-SC, entre outras. A competição é aberta a participantes de todos os países do Mercosul e já vem atraindo competidores de fora do Rio Grande do Sul.     O Campeonato Gaúcho de Rally Regularidade 4×4 é realizado pela América Sul Off-Road, organizado pelo Rally Clube do Rio Grande do Sul e tem supervisão da Federação Gaúcha de Automobilismo. Inscrições e mais informações podem ser acompanhadas pela internet, no endereço www.americasul4x4.com.br.  

Eu, Jimny e Deus no Ushuaia

Eu, Jimny e Deus no Ushuaia       Vamos acompanhar o relato do off-roader Maurício Fernandes, que realizou uma tarefa complicada: viajou até o Ishuaia sozinho, quase que de sopetão, numa aventura que mesclou prova de resistência física e mecânica. Por Maurício Ricardo Fernandes       “Minha largada para uma aventura até o fim do mundo teve muita emoção e adrenalina. Minutos antes de sair, minha família e eu nos olhávamos com um misto de ansiedade e preocupação, pois talvez ficaríamos dias sem contato algum, só com a certeza que teria a companhia de Deus e do meu Suzuki Jimny.     Parti dia 03 de julho por volta das 6:00 AM, para uma jornada longa, todos me perguntavam quanto tempo levei para planejar esta viagem, resposta simples: 30 segundos. Contei  no meu polegar a distancia no mapa de São Paulo e Farol de Santa Marta, aproximadamente 900 KM. Contei quantos polegares até o Ushuaia, percebi que seriam 10.     Minha meta e planejamento estavam prontos. O primeiro trecho ate o Farol de Santa Marta foi bem tranquilo, eu estava muito empolgado para sentir qualquer tipo de desgaste, cheguei a noite na ilha, com uma temperatura aproximada de 13ºC.     Um guarda noturno me ofereceu um dormitório de empregados, não pensei duas vezes já que estava muito tarde e além disso precisava preparar o meu jantar. Além disso também levaria muito tempo para montar a barraca no teto do veiculo em um bagageiro em madeira especialmente preparado por meu pai e um amigo.             Depois de sair de Santa Catarina e pegar um trecho de estrada mais aberto, percebi que havia cometido um grande erro. Eu estava com o Jimny extremamente carregado, podia sentir a suspensão dar fim de curso nas ondulações e imperfeiçoes no asfalto.     Então não me restou outra saída, parei em Porto Alegre e com a ajuda de alguns bons amigos que trabalham comigo, me ajudaram a despachar muitos quilos de coisas para retornar a São Paulo, fogão, bujão, lap top, garrafão térmico, travesseiro, etc.     Além de eu ter diminuído bem o volume, percebi uma boa diferença no peso. Passei pelo Chuí e ao entrar no Uruguai recebi o aviso logo na fronteira de Alerta Amarillo, que é o termo usado para fortes chuvas, tive que tirar bem o pé, pois a visibilidade era muito baixa, em alguns trechos a água era tanta, que os rios já cruzavam por cima das pontes. Muito sinistro de cruzar, porem não restam muitas alternativas já que tinha o tempo contado.         Após descer a costa toda do Brasil e fazer a costa toda do Uruguai, parei em Montevideo. Lá fui em duas oficinas de ótimos amigos, onde tive que fazer um reparo em uma correia que do alternador que começou a chiar. Na outra oficina troquei o silenciador dimensionado, pois o serviço de instalação não foi feito corretamente e a peça não suportou a viagem. Perdi ½ dia lá fazendo estes reparos e parti para Colônia para pegar o Buquebus e cruzar para Buenos Aires.     Tentei dirigir o máximo que pude e parei bem perto da saída da estrada, em um hotel já no fim de La Plata, próximo já a Ruta 03, que me levaria ao meu destino final. O café na manha na argentina é bem fraco comparado ao nosso, muitas vezes café, suco e torradas. Para uma pessoa que vai passar o dia dirigindo, sem saber onde será o próximo abastecimento ou parada para comida, não é o suficiente.     Meu primeiro trecho de estrada aberta na Ruta 03, percebi que meu carro ainda estava pesado, os ventos fortes faziam com que com carro andasse com a carroceria bem inclinada, era impossível segurar o volante com uma mão. O lado direito do meu corpo ficou com a musculatura travada. Já não havia mais como enviar coisas para o Brasil.     O jeito foi segurar firme o volante e deixar o 4×4 ligado direto, era o que ajudava um pouco o carro ter mais controle. O asfalto bem desgastado com marcas dos pneus de carretas pesadas, faziam com que o carro copiasse as irregularidades da pista, isto somado ao vento, tornava impossível engatar a 5° marcha. Por muitos quilômetros foi possível somente dirigir em 3° marcha, era a única maneira de vencer o vento e tentar ter o carro um pouco na mão.     Meu carro está equipado com 5 pneus 31’, lift na suspenção de 1,5’ e bodylift de 2’ o que na somatória da 14 cm de altura, mais um bagageiro de teto de 15 cm. Isso mudou completamente a força de arraste do veiculo que não suportava as rajadas de ventos laterais fortes, para se ter ideia, vento era suficiente para segurar a porta e não conseguir abrir para descer do carro, cheguei pensar que a porta havia emperrado.     Com novamente um problema de peso entre o trecho de Puerto Madryn e Puerto San Julian, cheguei pensar se conseguiria mesmo chegar em 10 dias no meu destino.  Em alguns momentos treminhões extremamente carregados me passavam na reta, pois não havia maneira de conseguir segurar o carro na pista de tão forte que eram os ventos, cheguei usar 2° marcha um momento na reta para passar um desses, mas no fim tive que me render e dar passagem. Não havia como se manter a frente da carreta.     Passaram muitas coisas na minha cabeça, parar e retirar o bagageiro ou suportar ele durante toda a viagem e usa-lo onde queria que era acampar no fim do mundo. Liguei para meus pais e uma amigo que haviam feito o mesmo trecho de Defender e eles confirmaram que andava de 3° e 4° marcha com o pé no fundo para vencer os ventos.     O desgaste em pequenos trechos era infinitas vezes maior que o esperado. Então o jeito foi diminuir as paradas nas refeições. Eu tinha muitas latas de atum

Campeões do Enduro Rally Piocerá são premiados em Fortaleza (CE)

  Campeões do Enduro Rally Piocerá são premiados em Fortaleza (CE) Por Nilton Valentim Fotos Vipcomm       O Enduro Rally Piocerá 2017 partiu do sertão e terminou à beira mar. Neste sábado (28/1) foi concluída a edição de 30 anos da prova. A chegada foi na praia do Cumbuco, em Caucaia (CE), e a festa de premiação em Fortaleza (CE).       Nos carros, os campeões foram Paulo Goes e Jonathan Ardigo (Master), Maycon Gomes Soares e Daniel Rocha Rodrigues (Graduados), André Carvalho e André Carvalho Filho (Junior), Paulo Renato Andrade e Thiago Alves Feitosa (Turismo).     Nas motos, Tunico Maciel (Master), Lenilson Viana (Sênior), Luiz Lobão (Executivo), Sandro Hoffamnn (Over 40), José Roberto Cunha (Over 50), Carlos Estevam Rebelo (Junior), Patrick Carneiro (Novatos) e Bruno Pereira Neves (Moto Rally).     Nos UTVs, a dupla Lucas Barros/Breno Rezende faturou o título da graduados e Márcio Assunção de Sousa/Davi Cavalcante, da Novatos. Nos quadriciclos, Artur de Carvalho Junior foi o vencedor da graduados e Diego Domingos Pontes, da Novatos.     O catarinense Paulo Goes elogiou o Piocerá e destacou as diferenças de clima e terrenos como principais adversários para a conquista do primeiro título do Piocerá. “O primeiro dia foi muito diferente, pois somos do Sul e não tínhamos contato com o tipo de piso da região Nordeste. A partir do segundo dia, começamos a nos adaptar também ao clima. Agora, não deixarei mais de participar do Piocerá”, afirmou o piloto, quem em 2016 chocou-se com um coqueiro e abandonou a prova no último dia.     Tunico Maciel, campeão das motos, festejou a conquista. “Estou muito satisfeito e feliz. Foi o resultado de um grande trabalho e uma pré-temporada bem feita. Larguei hoje precisando fazer dois primeiros lugares e o Dário fazer de segundo e um terceiro lugares para levar o título. Terminei com um segundo e um primeiro e ele em terceiro e quarto. Com isso, eu consegui a vitória e a Honda faturou as três primeiras colocações”, explicou Tunico.     Na categoria moto rally, a cearense Lia Cordeiro de Alencar, a Bacurinha, foi um dos destaques. “O Piocerá é uma das melhores provas do Brasil. Estão todos de parabéns. Nunca deixarei de participar”, afirmou.       A edição histórica de 30 anos teve quase 1.000 quilômetros de trilhas e foi marcada pelo sucesso. “Tudo funcionou muito bem, da apuração até o fim. Tivemos pouquíssimos recursos e isso é um indicativo de que deu tudo certo”, afirmou Ehrlich Cordão, diretor-geral do Piocerá. Muito além de um rali Além das disputas, o Piocerá foi marcado pelas ações sociais. O Projeto Rallyteca distribuiu 10.000 livros ao longo do caminho. Outra ação de sucesso em benefício dos mais necessitados foi o ‘De Olho na Trilha’, que realizou atendimentos oftalmológicos e irá distribuir óculos para quem tem necessidade.

Competidores superam a primeira metade do Rally Piocerá

Competidores superam a primeira metade do Rally Piocerá Por Nilton Valentim Fotos Angelo Savastano – Vipcomm       A metade do trajeto do Enduro Rally Piocerá já foi completada pelos competidores. Nesta quinta-feira (26/1), os carros, motos, UTVs, quadriciclos chegaram a Viçosa do Ceará (CE) e os bikers, em Ipu (CE). Nos dois primeiros dias de disputa, eles superaram subidas de serras, pedras e muita areia, entre outros obstáculos.     Confira os resultados do Piocerá “A primeira metade do Piocerá está extremamente competitiva. As duas etapas iniciais ocorreram de forma gradativa. A primeira foi muito forte. A segunda, um pouco mais amena. Mas esta é uma prova que requer atenção total”, afirma Armando Bispo, líder da categoria UTVs, e que nesta quinta-feira ficou em quarto lugar.     “Um rali tem de ser encarado como um dia após o outro. Hoje foi uma etapa com nível mediano de dificuldades, mas tive o azar de a minha planilha rasgar dentro do road book e isso atrapalhou um pouco”, afirmou Hélio Pessoa, piloto de quadriciclo.     Nas motos, o líder da categoria Master é Dário Júlio (Equipe Honda). Lenílson de Freitas Viana é o primeiro na Sênior. Nas demais categorias os ponteiros são Luiz Lobão (Executivo), Sandro Hoffmann (Over 40), José Roberto Cunha Viana (Over 50) e Francisco Pitombeiras.             Túlio Malta, da Honda, vencedor do dia na categoria principal, destacou as diferenças dos percursos do segundo dia de disputas. “A prova teve trilhas bem mescladas. No início, um grau de dificuldades muito grande, com descidas de pedras muito bruscas e depois entrou no sertão, com areia e trechos muito rápidos”, afirmou o piloto, que está em segundo na classificação geral.     Nesta sexta-feira será realizada a terceira etapa do Piocerá, entre as cidades de Viçosa do Ceará (CE) e Sobral (CE). Serão 200 quilômetros para as motos e quadriciclos. Carros e UTVs vão percorrer 155 quilômetros.     Confira a programação da prova: 27/01/2017 – Terceira etapa Viçosa (CE) – Sobral (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Circuito Serra de Meruoca (CE) – Bikes 28/01/2017 – Quarta etapa Sobral (CE) – Caucaia (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Circuito Serra do Juá (CE) – Bikes

Rally Piocerá: ritmo forte testa resistência dos competidores

Rally Piocerá começa em ritmo forte e testa resistência dos competidores Por Nilton Valentim Fotos Vipcomm       Os primeiros 264 quilômetros do Piocerá 2017, percorridos nesta quarta-feira (25/1) por carros, motos, quadriciclos e UTVs  deu uma mostra que será a edição de 30 anos da prova. No percurso entre Teresina (PI) e Piripiri (PI), os competidores foram bastante exigidos e enfrentaram situações distintas. Muito calor e poeira no início, chuva e lama na parte final. Os bikers pedalaram 85 quilômetros e seguiram para Ubajara (CE).     Nas motos, os primeiros colocados foram Dário Júlio (Master), Mário Henrique Rodrigues (Sênior), Luiz Lobão (Executivo), Sandro Hoffmann (Over 40), José Roberto Cunha Viana (Over 50), Carlos Estevam Rebelo Neto (Junior), Rieli Ibiapina Coelho (Novatos) e Bruno Pereira de Menezes (Moto Rally).     Os primeiros colocados nos carros foram José Augusto Sá Neto / Wellinton Rezende Júnior, na Master; Maycon Gomes Soares / Daniel Rocha Rodrigues (Graduados), Walter Santana / Francisco Cláudio (Turismo), André Rodrigues de Carvalho / André Carvalho Filho (Junior) e Manoel Batista Lopes e Francisco Vieira de Souza (Expedição).           Os UTVs tiveram como vencedores da categoria graduados Armando Bispo e Lourival Roldan. Márcio Assunção de Souza e Davi Pinheiro Cavalvante faturaram a Estreantes. Nos quadriciclos, Wescley Dutra ficou em primeiro na Graduados e Diego Domingos Pontes faturou a Novatos.     “Foi um dia excelente, com médias boas, muito rápida e terrenos diferentes. Então,  em cada hora encontramos uma situação diferente durante o percurso”, afirmou o piloto Paulo Góes, que disputa a categoria Master, nos carros.     “Foi uma etapa perfeita, em que conseguimos superar os obstáculos. Continuaremos na luta,um dia de cada vez”, afirmou Armando Bispo, que corre ao lado do campeão do Rally Dakar, Lourival Roldan. “O Piocerá começou com um dia muito técnico. Foram realizadas duas etapas. A primeira, mais dura, com muitas serras. A segunda, embora mais tranquila, não dispensou atenção”, afirmou Dário Júlio.     Nesta quinta-feira (dia 26), o Piocerá deixa o Piauí e entra no Ceará. Pilotos de carros, motos, UTVs e quadriciclos largam de Piripiri e vão até Viçosa (CE).     Confira a programação da prova: 26/01/2017 – Segunda etapa Piripiri (PI) – Viçosa (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Ubajara (CE) – Ipú (CE) – Bikes 27/01/2017 – Terceira etapa Viçosa (CE) – Sobral (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Circuito Serra de Meruoca (CE) – Bikes 28/01/2017 – Quarta etapa Sobral (CE) – Caucaia (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Circuito Serra do Juá (CE) – Bikes

A edição histórica de 30 anos do Rally Piocerá começou

A edição histórica de 30 anos do Rally Piocerá começou Por Nilton Valentim – Fotos Vipcomm     Foi dada largada para o Enduro Rally Piocerá. A edição histórica de 30 anos foi iniciada na noite desta terça-feira (24/1), em Teresina (PI). Os cerca de 600 participantes subiram a rampa e receberam o carinho do público. Nesta quarta-feira, carros, motos, quadriciclos e UTVs partem em direção a Piripiri (PI). As bikes vão para Campo Maior. Em três décadas, o Piocerá colocou o nome do Piauí no cenário nacional e internacional, com uma das provas mais conceituadas da América Latina. Para Ehrlich Cordão, idealizador do rali e diretor da Radical Produções, organizadora do evento, trata-se de uma conquista inédita.       “Essa é uma conquista que todos os piauienses se orgulham. O evento levou o nosso nome para o cenário automobilístico do mundo inteiro e mostrou que aqui somos capazes de fazer o melhor”, destacou.     O percurso da prova terá aproximadamente 1.000 quilômetros para os carros, motos, quadriciclos e UTVs. Os bikers vão pedalar mais de 350 quilômetros. O encerramento será em Caucaia (CE), no dia 28.     Confira a programação da prova: 25/01/2017- Primeira etapa Teresina (PI) – Piripiri (PI) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Teresina (PI) – Campo Maior (PI)  – Bikes 26/01/2017 – Segunda etapa Piripiri (PI) – Viçosa (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Ubajara (CE) – Ipú (CE) – Bikes 27/01/2017 – Terceira etapa Viçosa (CE) – Sobral (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Circuito Serra de Meruoca (CE) – Bikes 28/01/2017 – Quarta etapa Sobral (CE) – Caucaia (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos Circuito Serra do Juá (CE) – Bikes      

Mitsubishi Motors prepara L200 Triton Sport para programa “Anjos” da cidade de São Paulo

Mitsubishi Motors prepara L200 Triton Sport para programa “Anjos” da cidade de São Paulo Com equipamentos desenvolvidos para aumentar a segurança no trânsito, 10 picapes da marca serão usadas pela CET nas marginais dos rios Pinheiros e Tietê       A Mitsubishi Motors está disponibilizando 10 unidades da L200 Triton Sport customizadas e com equipamentos exclusivos para serem usadas por agentes da CET no programa “Anjos”, da capital paulista. “Preparamos modelos com equipamentos que ajudarão a CET a atender cidadãos paulistanos em momento de necessidade nas Marginais do Tietê e Pinheiros”, explica Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors do Brasil.   Desenvolvidas em parceria com a ADX, empresa especializada em preparação automotiva, as L200 Triton Sport cedidas pela Mitsubishi Motors possuem snorkel; proteção inferior de carter, transmissão e tanque; rodas de aço aro 16’’; para-choque dianteiro de impulsão com guincho; para-choque traseiro com reboque e ganchos; giroflex e estribo nas lanternas de pisca; barras de LED frontais para sinalização; santo antônio e rack de teto; estribo lateral; prolongador de caçamba com rampa para motos; caixas laterais na caçamba; protetor de caçamba e cintas de reboque. Além disso, os modelos serão equipados com pneus Scorpion MTR fornecidos pela Pirelli. “Esses veículos serão usados em situações extremas para mostrar a força e resistência de nossos carros. Além disso, será um ótimo laboratório de desenvolvimento de modelos customizados que, eventualmente, podem ser comercializados de acordo com as necessidades do mercado”, comenta Julianelli.   Além de disponibilizar as 10 unidades da L200 Triton Sport, a Mitsubishi Motors oferecerá um treinamento especial aos agentes da CET que participarão do programa sobre como operar todos os equipamentos instalados nos veículos. L200 Triton Sport A L200 Triton Sport vem equipado com o novo e moderno motor 2.4L turbo diesel, único na categoria em todo o mundo, com 190cv e 43,9 kgf.m de torque. Aliado a tudo isso, o exclusivo sistema MIVEC, que é capaz de entregar alto torque em baixas rotações e muita potência em regimes elevados, sem abrir mão da confiabilidade, durabilidade e economia de combustível. O sistema de Tração Super Select II é o mais completo do mercado: 4×2, 4×4 (que pode rodar no asfalto), 4×4 com bloqueio do diferencial central e 4×4 reduzida. As trocas podem ser feitas facilmente através do seletor no console central. Além disso, o veículo tem o bloqueio do diferencial do eixo traseiro. Em situações extremas, onde as rodas ficam suspensas, como valetas transversais ou terrenos com erosões, com um simples toque no botão, o carro é capaz de superar com facilidade. Pirelli doa pneus para todas as picapes “Com a doação destes 40 pneus para equipar cada veículo utilizado para o programa “Anjos”, a Pirelli contribui para esta prestação de serviço ao cidadão paulistano, tendo em vista a tecnologia e robustez do modelo utilizado”, afirma Marco Maria Tronchetti, diretor de Marketing para produtos Car da Pirelli na América Latina. A L200 Triton Sport especial será equipada com o Pirelli Scorpion MTR, pneu para condução também em condições extremas, com excelente tração e alta resistência a impactos laterais, a perfurações e a danos mecânicos.   Control Fleet A Control Fleet é uma empresa especializada na administração de frotas de veículos, cuidando de todos os aspectos pertinentes a essa gestão. Foi criada em 1998, e tem como missão, oferecer soluções inovadoras e personalizadas, levando saving para as empresas. Confira a lista completa de itens da L200 Triton Sport Anjos da Marginal – Snorkel – Protetor de cárter reforçado – Protetor transmissão reforçado – Protetor tanque de combustível reforçado – Rodas de aço 16´´ – Para-choque dianteiro de impulsão – Para-choque dianteiro com guincho – Guincho “Come Up” – Para-choque traseiro com reboque e ganchos – Farol de milha – Giro Flex Vermelho – Luz de estrobo dianteira e traseira – Barras LED Single 30″ laterais – Santo antonio com guarda corpo na lateral – Estribos laterais – Prolongador de caçamba com rampa para motos – Caixas laterais de caçamba com suporte – Extintor de kg e suportes – Cambão e suportes – Cintas de reboque – Protetor de caçamba – Pá – Pneus 275/65R18 – Pirelli Scorpion MTR

Reveillon com aventura na Serra da Canastra

Reveillon com aventura na Serra da Canastra  Por Junior Teixeira – Fotos Arquivo Pessoal     Mesmo depois de ter visitado a Serra da Canastra por quatro vezes desde 2010 com o Magaiver (meu ex Land Rover Defender 90), não tive duvidas ao escolher novamente este destino para o Reveillon 2016, e no dia 26 de Dezembro, lá fomos nós, desta vez com o M2 (atual Defender 110), programando a cidade de Delfinópolis como entrada na serra.     Foi muito bacana rever e lembrar de caminhos que eu tinha feito com a Trailway em 2011, já que todas as outras vezes eu chegava na Canastra por São Roque de Minas, e sendo assim, passamos por Franca, Ibiraci, a Represa do Peixoto, e do mirante da barragem da Usina Hidroelétrica, foram mais 52 km de terra em bom estado até Delfinópolis, MG.     Após uma ótima noite de sono e como só teria um dia inteiro em Delfinópolis, optei por conhecer o Complexo de Cachoeiras do Claro (cinco belas cachoeiras com pagamento de R$ 15,00 por pessoa), o Mirante no alto da serra, o Condomínio de Pedras, Cachoeira da Maria Concebida (passando a pé por uma pequena ponte pênsil que balança muito…), locais de beleza ímpar e muito verde.           Na manhã seguinte, eu e a Fabiana partimos rumo a São João Batista do Glória, rodando 65 km em estrada de terra em bom estado, onde encontraríamos outros dois veículos para cortar a Canastra com destino a São José do Barreiro: a TR4 de Lu Gutierrez e Claudio, e a Amarok do Fernando e Lilian.       Nossa primeira parada seria na Cachoeira Maria Augusta, onde também fica o Restaurante da Vanda.     Começava ai um fato curioso… Programei o meu GPS para o tradicional Restaurante da Vanda, que eu conheço no Vale da Babilônia e aos pés da Serra Branca, e quando já estávamos na belíssima Serra Calçada (que leva esse nome porque tem seu piso calçado com pequenos blocos), percebemos que tinha algo errado…     A Lu Gutierrez e o Claudio que já conheciam o local, estranharam a demora em chegarmos na “Wanda” após a saída do Glória, e quando nos informamos com um ciclista que passava pelo caminho, descobrimos que existem duas Vandas na Canastra: uma na Babilônia e outra na Cachoeira Maria Augusta.   Como não nos damos por vencidos, voltamos um bom trecho do caminho para enfim encontrar, conhecer e almoçar no Restaurante da Wanda na Cachoeira Maria Augusta.     Ficou a lição de sempre perguntar QUAL e ONDE é o restaurante ou o local Y, principalmente quando se trata de nome de pessoas, ainda mais nestes lugares, que é comum darem o nome do dono ou dona da propriedade, como é o caso da Cachoeira da Dona Maria Concebida em Delfinópolis, por exemplo.     Depois do almoço na Wanda, seguimos nosso caminho, passando pela Serra Calçada, o deslumbrante Vale da Babilônia, subimos a linda Serra Branca e seu piso de pedra branca, passamos pelo Morro do Carvão e chegamos na pousada em São José do Barreiro para um merecido jantar e descanso, depois de rodar outros 116 km em terra, totalizando 181 km nesse dia desde a saída de Delfinópolis.     No dia seguinte, visitamos um fabricante de queijo canastra e café, a Cachoeira da Chinela, Cachoeira da Lavrinha, chegamos bem perto do Paredão da Canastra e por fim atravessamos uma das pontes de madeira sobre o Rio São Francisco, que neste ponto tem uma praia de pedras, onde é possível chegar com as viaturas! Rodamos apenas 56 km nesse dia.     Nos demais dias, rodamos mais 382 km pela Canastra, agora acompanhados do Daniel Mendes e família em sua 110 Black, e da Márcia Gates em sua 110 laranja, estivemos na parte alta do parque, passando pela Nascente do Rio São Francisco, o Curral de Pedras, Garagem de Pedras, Cascadanta alta, São João Batista da Canastra, e mega Cachoeira do Fundão, Cachoeira do Taboão e ainda nos divertimos no Morro do Jipe.     Nosso Reveillon foi na Pousada Oásis da Canastra, do anfitrião Onofre, que preparou uma simples e deliciosa Ceia para recebermos o Ano Novo, acompanhados de pessoas que enxergam no Off-Road um jeito diferente de ver o mundo, e fazer dele um local melhor para todos nós, e assim, brindamos o início de 2017 avistando os fogos que estouravam no vilarejo de São José do Barreiro!     E no final do dia 1º. de Janeiro, já era hora de me despedir da Canastra, mas como quem “não quer ir embora”, resolvi fazer um novo caminho até São João Batista do Glória, rodando 70 km por terra em duas horas e cinquenta minutos, deixando para trás o lugar mais bonito que conheci nesses anos de off road.     Foi uma viagem incrível, rodei 1.902 km em 8 dias, revendo antigos lugares e conhecendo muitos outros, e de uma coisa eu estou certo: já conto os dias para voltar lá pela 6ª vez.      

Comece a digitar sua pesquisa acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione ESC para cancelar.

De volta ao topo