Família de picapes Mitsubishi L200 Triton estreia quatro modelos Câmbio automático na L200 Triton Savana é uma das novidades, além das três novas versões que voltam a receber a assinatura “Outdoor” A linha de picapes da Mitsubishi Motors acaba de receber quatro novos modelos: L200 Triton Savana Automática, L200 Triton Outdoor Automática, L200 Triton Outdoor Manual e a L200 Triton Outdoor 2.4 Flex 4×2. As competições off-road são o laboratório da Mitsubishi Motors para o desenvolvimento dos veículos. Prova disso são os três títulos consecutivos conquistados pela L200 Triton no Rally dos Sertões, a mais importante prova off-road do B. Além disso, a L200 Triton brilha na Mitsubishi Cup, mais tradicional campeonato de rali do Brasil, que completa 17 anos. Este é um dos testes que exigem muito dos veículos e resultam em aprendizado e desenvolvimento, já que passam por situações extremas. O tanque de combustível tem capacidade para 90 litros, dando muito mais autonomia para percorrer grandes distâncias. Externamente, a L200 Triton é projetada para um melhor aproveitamento aerodinâmico e o coeficiente de penetração aerodinâmica é de apenas 0,47, o que resulta em mais performance, economia de combustível e menor ruído dentro do veículo. Para facilitar o uso em todas as situações, o raio de giro é excelente, com 5,9 metros. Os veículos da linha L200 Triton são produzidos no Brasil na fábrica da Mitsubishi Motors em Catalão, interior de Goiás. Nova L200 Triton Savana AT A L200 Triton Savana ganha a versão automática de 5 velocidades com Sports Mode. A picape chega à linha 2017 equipada com novas rodas de liga leve 16″. Em comemoração, serão produzidas 200 unidades com a exclusiva cor Azul Atlântico. Em ambas as versões, automática ou manual, a carroceria é reforçada em seis pontos e garante ainda mais segurança e versatilidade. O veículo conta com snorkel, que permite atravessar trechos alagados com até 800mm de profundidade, rack de teto, ideal para o transporte de grandes objetos sobre a cabine, prancha, que auxilia em situações extremas de baixa aderência, e duas caixas para acessórios na caçamba. Para enfrentar o barro e a lama, vem com pneus Scorpion MTR 255/70 R16, que reforçam o visual off-road dessa picape. Externamente, detalhes em duas cores conferem ao veículo uma aparência ainda mais moderna. Agressivo por fora e confortável por dentro. A L200 Triton Savana transporta até cinco passageiros e vem equipada com sistema multimídia Power Touch, ar-condicionado automático, vidros, retrovisores e travas elétricas. Os bancos recebem uma capa em neoprene e o tapete de borracha deixa o interior ainda mais elaborado, versátil e funcional. Novas L200 Triton Outdoor São três novos modelos que recebem a assinatura “Outdoor”, cada uma com identidade visual própria e características externas de personalização, que transmitem espírito aventureiro e esportivo. O design com peças pintadas em cinza Stone Gray reforçam o estilo de vida 4×4. “Durante anos, a assinatura “Outdoor” se tornou referência para as picapes Mitsubishi e sinônimo de força e resistência para encarar os mais variados terrenos. Na linha 2017, estamos lançando novos modelos e trazendo de volta o nome que se tornou símbolo de conquistas e robustez”, afirma Muratori. A L200 Triton Outdoor AT é equipada com a grade em “Full Stone Gray” e faróis de dupla parábola com mascara negra. Para reforçar o aspecto robusto desta picape, vários elementos ganharam o acabamento Stone Gray, como a moldura do farol de neblina, wheel flare, para-choque traseiro e o de impulsão, que é novidade nesta versão. As novas rodas são de 16″ com pneus ATR 265/70 R16 – 50% on-road, 50% off-road. No interior, o veículo vem com comandos de áudio e piloto automático incorporados ao volante e ar-condicionado automático. A L200 Triton Outdoor MT também está recheada de elementos em Stone Gray, como o whare flare, grade com frisos, para-choque traseiro e de impulsão, moldura do farol de neblina e as rodas 16″. O skid plate é feito em aço carbono e os retrovisores são em material black. Além disso, o veículo vem equipado com a caçamba mais longa, que facilita no trabalho, já que é possível levar objetos com dimensões maiores. Os veículos são equipados com motor diesel 3.2L com 180 cv e 38 kgf.m, fazendo com que essa picape tenha uma ótima relação peso/potência, com apenas 10,8 kg/CV. Graças à tração 4×4 com reduzida, oferece 15 combinações de marcha. Para quem quer um veículo robusto, mas não faz uso da tração 4×4, a L200 Triton Outdoor Flex chega como a solução ideal para o dia a dia. Com o mesmo DNA da linha L200 Triton, tem motor 2.4 Flex, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, SOHC, injeção eletrônica multiponto sequencial que desenvolve uma potência de 142cv a 5000 rpm e torque de 22 kgf.m a 4000 rpm (etanol). A moldura do farol de neblina, wheel flare, rodas de 16″ e frisos laterais são em Stone Gray. Já o skid plate é em aço carbono e os retrovisores e maçanetas em material black. Os pneus são ATR 265/70 R16. Conforto com o SDS e Full Displacement A linha L200 Triton está equipada com o exclusivo sistema SDS (Sport Dynamic Suspension) , que reduz o movimento da carroceria e deixa o veículo ainda mais estável, tanto no asfalto como no uso off-road, que proporciona o mesmo nível de conforto e segurança com o carro vazio ou carregado com mais de uma tonelada, até em pisos irregulares. Os exclusivos amortecedores Full Displacement permitem uma resposta dinâmica rápida, sem hesitações, proporcionando estabilidade e agilidade, e aumentando o conforto em todas as situações. O conjunto de rodas/pneus não tende a se projetar com velocidade em buracos e depressões. O resultado é conforto e segurança ainda maiores para o motorista e passageiros, sem contar com a facilidade para vencer obstáculos ou mesmo trafegar nas mais severas condições. Mais novidades A versão top de linha HPE também chega com novidades na versão 2017. O veículo vem com nova grade, luz DRL em Led ao lado do farol de neblina, skid plate na cor prata no
A natureza selvagem da Ilha do Marajó
A natureza selvagem da Ilha do Marajó 9ª Expedição Marajó 4×4 Por Djalma Alencar, Nazareno Batista e Felipe Batista Fotos Leandro Santana A Confraria Amigos do Jipe promoveu, durante o feriado de carnaval, a 9ª edição da expedição “Marajó 4×4”, que contou com a presença de membros do Jeep Clube de Bragança e Jeep Clube do Norte. Partindo de Soure rumo à cidade de Ponta de Pedras, os aventureiros seguiram em rotas tomadas por atoleiros, tanto pelo litoral quanto pelo interior, revezando por terrenos ora de areia fina, ora de piçarra, ora de alagados, mas que, simultaneamente, revelava uma paisagem rica de uma fauna e flora exuberantes. A viagem iniciou-se após desembarque do ferry-boat na Vila de Camará, onde o comboio de 11 veículos começou seu deslocamento pelo asfalto até a cidade de Salvaterra, na qual uma segunda balsa os levaria até Soure, local do primeiro pernoite. Na manhã seguinte, 06/02/2016, seguiram em busca de aventura pela Zona Rural de Soure. Em meio a Fazenda Eva Bufaiade, já fora de estrada, o grupo percorreu rotas cobertas por águas profundas, o que tornava difícil o controle dos carros, assim, era certo a ocorrência de atolamento, pois o trecho escondia grandes perigos, tendo em vista que naquela rota só avançavam animais de tração. Logo tornou-se obrigatório recorrer a ajuda de guia para orientar a passagem nesse trecho, que exigia perícia e conhecimento do terreno para que fosse possível escolher o percurso certo, ou seja, que desviasse dos imensos buracos escondidos sorrateiramente entre águas calmas e que engoliam um carro por inteiro. Nessa situação, o uso do 4×4 era obrigatório até mesmo para quem usava pneus especiais para trilha, tanto que nesse trecho o Troller com pneus ALL Terrain precisou contar com ajuda de correntes para que pudesse dar conta do desafio. Assim, nesse primeiro desafio, o Willys do Alencar, que abria a trilha, precisou ser puxado pela Bandeirante, e, mais tarde, essa mesma Bandeirante viu-se diante de outra grande tarefa: arrastar, pelo resto do dia, o Willys do Vira-Lata, que teve seu jeep quebrado devido a entupimento das mangueiras de combustível. A grande profundidade do trecho a ser superado, bem como a quebra do alternador da L-200 Savana e o entupimento do sistema de combustível do Willys do Vira-Lata, impossibilitaram a travessia de um trecho de mais de 5.000 km com água com mais de 1m de profundidade em um terreno traiçoeiro. Dessa forma, o Comando indicava o Plano B, que seria levar o comboio até a cidade de Ponta de Pedras através de rotas no Sudeste da Ilha de Marajó, a partir da cidade de Cachoeira do Arari. Ao final de sábado, os aventureiros seguiam para pernoite no litoral de Soure, Ali, mais surpresas os aguardavam. Três carros precisaram ficar acampados na praia do Caju-una devido o Willys do Vira-Lata, que encontrava-se com avarias, enquanto o restante do comboio seguiu para a praia do Céu, no entanto, no translado em meio a dunas e cercado por facões, o Troller atolou até os diferenciais serem tomados pelas areias, sendo que nas tentativas de arrastá-lo para área segura, o Willys do Alencar atolou e teve uma roda-livre partida devido o esforço. Nesse momento, com os dois carros atolados, a equipe precisou investir no trabalho com enxada, prancha e guincho. Assim, com uso do guincho do Troller e com o auxílio de pranchas de desatolagem, o Willys, é puxado para trás e fica fora do atoleiro, e, em seguida, resgata o Troller. Ainda nessa áera, a L-200 do Hass teve as homocinéticas quebradas, dificultando ainda mais a situação do comboio, pois a maré subia ameaçando consumir os carros que encontravam-se entre águas e dunas. Já na manhã do terceiro dia, 07/02/2016, o comboio retornou para a cidade de Salvaterra em busca de apoio para os três veículos avariados no dia anterior. Sem sucesso nas buscas e após embarque e desembarque em mais duas balsas, teve início, ao final da manhã, o cumprimento do segundo trecho rumo a cidade de Ponta de Pedras através de rotas pelo meio da mata virgem, na zona rural de Salvaterra e Cachoeira do Arari, onde a quinta balsa esperava o comboio. Nesse trecho, buracos tomados por lama não seguravam as viaturas, mas, exigiam o acelerador no fundo, motor e pneu de banda de rodagem para que fosse possível passar sem atolar. Ao encontrarem-se próximos da Vila de Gurupá (Cachoeira do Arari), iniciaram uma trilha noturna em uma mata conhecida na região como “ninho das Jararacas”, um verdadeiro labirinto de 7km que se estendia uma mata rasteira e enxarcada, até que às 22h o comboio chegou às margens do Rio Gurupá, onde pernoitaram. Ao alvorecer da segunda-feira, 08/02/2016, o grupo seguiu para a Vila do Arrozal, de onde embarcaram na quinta balsa rumo a cidade de Ponta de Pedras, contudo, após uma hora de translado pelo Rio Arari, a balsa na qual o comboio encontrava-se encalhou por duas vezes, sendo que na segunda vez consumiu mais de 4h, fazendo com que os aventureiros desembarcassem em Ponta de Pedras somente no fim da noite. Ao chegarem à cidade, partiram rumo à fazenda Fazendinha, da Prefeita Consuelo Castro, para que pudessem pernoitar. Na terça-feira, 09/02/2016, o grupo seguiu para mais uma trilha fechada até chegar à praia da Mangabeira, onde foram recepcionados com um saboroso almoço ofertado pelo Coronel Verdelho. Finda a confraternização, os aventureiros embarcaram, na madrugada de quarta-feira, na sexta balsa rumo à cidade de Barcarena para que pudessem embarcar na sétima e última balsa rumo à Belém. Após desembarque em Barcarena, durante o deslocamento para o local onde a balsa os aguardava, uma triste surpresa: uma coalisão entre o Willys vermelho do Clauber e o Troller. Um acidente que, apesar de não provocar grandes problemas aos seus tripulantes, exigiu que a Bandeirante fosse mais uma vez acionada para rebocar o Willys até a cidade de Belém. Assim, mesmo com essa triste surpresa ao final da aventura, a turma da Confraria Amigos do Jipe e seus convidados, comungando
Poços de Caldas foi a escolhida para sediar o 1º Rally Estado de Minas Gerais
A cidade que, durante quatro anos recebeu as Olimpíadas Escolares – Etapa Nacional, ficou conhecida como uma região bem estruturada para eventos de qualquer modalidade Conhecida como a Terra do Doce de Leite, o município de Poços de Caldas, MG, será o palco do 1º Rally Estado de Minas Gerais, nos dias 10 a 12 de março. Já são mais de 70 veículos inscritos (com concentração de cerca 250 pessoas) e a expectativa agora é que este número aumente para 100 carros nos próximos 15 dias. É a primeira vez que Minas Gerais receberá um rali de regularidade da SC Racing, o que promete mexer com a economia da cidade, movimentando cerca de R$ 1 milhão em três dias. Para o secretário do esporte de Poços de Caldas, Albert Nogueira Mareca, é muito importante trazer um evento como o Rally Estado de Minas Gerais, pois divulga a cidade aos quatros cantos do País. “A Prefeitura está de braços abertos para a competição e fazer a interação com os off-roaders”, afirmou ele. Os participantes do Rally Estado de Minas Gerais desfrutarão de belas paisagens, em meio a geografia formada por diferenciados relevos ao longo da prova. Serão aproximadamente 200 quilômetros de trechos cronometrados, divididos em seis etapas e dois dias de disputas. “Sempre foi um sonho organizar um rali em Minas Gerais, mas, por diversos motivos, até então, não havia sido possível. Porém, com grandes esforços, incentivo dos competidores, a importante parceria com nossos patrocinadores e, com a fundamental recepção da Prefeitura de Poços de Caldas, esse projeto saiu do papel e temos a oportunidade de mostrar o nosso jeito especial de fazer o off-road. Nosso objetivo é agradar a todos e queremos fazer do Rally Estado de Minas Gerais um novo Rally Transcatarina, que hoje é referência no calendário do fora-de-estrada nacional”, declarou o diretor geral da SC Racing, Edson João da Costa. O secretario de turismo de Poços de Caldas já afirmou que existe a intenção de organizar o evento em 2017.“Sempre recebemos esportes de diversas modalidades, e com certeza queremos o rali de regularidade presente em nossa região no próximo ano”, salientou Mareca. Os trabalhos para o 1º Rally Estado de Minas Gerais estão a todo vapor. As inscrições podem ser feitas pelo site www.rallyestadomg.com.br e o competidor escolhe entre as categorias Máster, Graduado, Turismo e Novato (antiga Turismo Light), além das categorias Adventure e Passeio, para quem não quer ter compromisso de obedecer a tempo e médias de velocidade.
Com 13 etapas em diferentes cidades, rali Mitsubishi Motorsports começa a temporada dia 19 de março
Com 13 etapas em diferentes cidades, rali Mitsubishi Motorsports começa a temporada dia 19 de março A turística Joinville (SC) receberá a abertura do Mitsubishi MotorSports; provas ainda passarão pelo Nordeste, Sudeste e Centro-oeste do País Fotos Divulgação Pelas praias e dunas do nordeste, desbravando o calor do cerrado ou enfrentando chuva e a lama do Sul, as emoções da temporada 2016 do rali de regularidade MitsubishiMotorsports começa no dia 19 de março. O cenário escolhido para abrir o ano são as belas paisagens de Joinville (SC), repletas de montanhas e cenários de tirar o fôlego. “Estamos muito entusiasmados com o início da 22ª temporada do Mitsubishi Motorsports. Tradicionalmente iniciamos a prova no interior de São Paulo, mas o Sul do País nos recebe tão bem, e o relevo é tão propício para as provas off-road que optamos por começar em Joinville”, destaca Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors. “Serão 13 etapas do rali de regularidade e seis etapas do Mitsubishi Outdoor, o rali de aventura e tarefas, passando por diversas cidades e belíssimos cenários. Os participantes podem esperar por trilhas inéditas e repleta de desafios 4×4 em todos os lugares”, completa. O rali de regularidade Mitsubishi Motorsports é o mais tradicional do Brasil. Serão nove etapas no campeonato Sudeste e outras quatro no Nordeste. Não é necessário experiência, nem carros preparados. O objetivo é manter-se dentro do tempo e do percurso estipulados pela organização. As etapas passarão pelas cidades de Joinville (SC), Mogi Guaçu (SP), Tiradentes (MG), São José do Rio Preto (SP), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Campos do Jordão (SP) e Ribeirão Preto (SP), além das nordestinas Gravatá (PE), Natal (RN), Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB). Uma das novidades será a etapa no Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo. A pista, que é homologada pela FIA e CBA, já se tornou referência no automobilismo brasileiro. O local tem toda a estrutura para receber os competidores, além de ótimas trilhas nas proximidades. Outro destaque é a mineira Tiradentes, com sua história presente em todos os cantos da cidade. No Nordeste, a prova retorna para Gravatá, com trilhas em meio às montanhas de Pernambuco, contrastando com as dunas e o sol de Natal, as praias de Fortaleza e as impressionantes falésias de João Pessoa. “Será uma temporada muito competitiva e com muitas variações de relevo e trilhas para os verdadeiros 4×4 da Mitsubishi“, garante Julianelli. Podem participar os veículos das linhas 4×4 da L200 e Pajero, além do ASX Outdoor 4×4, lançado no fim do ano passado. Aventura é no Mitsubishi Outdoor Para quem gosta de enfrentar as trilhas 4×4 e ainda se aventurar fora do carro, o raliMitsubishi Outdoor tem a receita certa. Na 12ª temporada, a prova reúne atividades culturais com práticas esportivas. As equipes são formadas por até 10 integrantes, desde crianças até os vovôs e vovós. O objetivo é encontrar o maior número de PCs e realizar as provas que vão desde escalada e bike, até tirar fotos de monumentos ou degustar de especiarias da região. “Essa é uma prova que envolve toda a família e os amigos. Não é preciso ser um expert em atividades esportivas para participar, basta ter disposição e muito espírito de aventura”, afirma Julianelli. Em ambas as competições, não é preciso ter nenhum tipo de experiência, nem carros preparados. A prova é realizada com o próprio veículo e a organização dá uma aula explicativa na noite anterior a cada etapa, para que todos possam entender e se divertir ao máximo. Serão seis etapas do Mitsubishi Outdoor, que acompanham o calendário do MitsubishiMotorsports: Joinville (SC), Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP), Curitiba (PR), Campos do Jordão (SP), Ribeirão Preto (SP) e uma cidade que ainda está sendo mantida em segredo e será revelada em breve. Podem participar do Mitsubishi Outdoor os veículos 4×4 das linhas L200, Pajero, ASX e Outlander. Como participar As inscrições são abertas sempre 12 dias antes da competição. Os interessados devem acessar o site www.mitsubishimotors.com.br e preencher o cadastro. As vagas são limitadas. Na sexta-feira véspera da competição, os participantes se encontram para entregar os alimentos, confirmar a inscrição e adesivar os carros. À noite, há um briefing sobre as trilhas e aula de navegação. No sábado, a partir das 8h, os competidores se reúnem para a largada. Mitsubishi Pró-Brasil – Ação Social A Nação 4×4 da Mitsubishi também está envolvida no espírito de solidariedade e cidadania com a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. Desde 1994, foram arrecadadas mais de 1.060 toneladas de alimentos, em doações através das inscrições. Para participar das provas, os competidores fazem a doação, por carro, de 30 kg de alimentos não perecíveis e seis produtos de higiene, que serão destinados a associações da cidade. Acompanhe as novidades dos ralis Mitsubishi através das redes sociais: Twitter.com/nacaomitsubishi, Facebook.com/Mundomit e Instagram @MundoMit. Para mais informações, vídeos, fotos e inscrições, acesse: www.mitsubishimotors.com.br. Calendário 2016* Mitsubishi Motorsports Sudeste 19/03 – Joinville (SC) 09/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 21/04 – Tiradentes (MG) 11/06 – São José do Rio Preto (SP) 02/07 – Curitiba (PR) 20/08 – A definir 03/09 – Goiânia (GO) 08/10 – Campos do Jordão (SP) 26/11 – Ribeirão Preto (SP) Mitsubishi Motorsports Nordeste 30/04 – Gravatá (PE) 06/08 – Natal (RN) 17/09 – Fortaleza (CE) 05/11 – João Pessoa (PB) Mitsubishi Outdoor 19/03 – Joinville (SC) 09/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 02/07 – Curitiba (PR) 20/08 – A definir 08/10 – Campos do Jordão (SP) 26/11 – Ribeirão Preto (SP) * Datas e locais sujeitos a alterações.
Contagem regressiva para o Baja Caraçuipe
Contagem regressiva para o Baja Caraçuipe Segunda prova da temporada da Alagoas Cup que acontece no Engenho Caraçuipe, em Campo Alegre/AL. No sábado, dia 27 de fevereiro, o Baja CARAÇUIPE dá continuidade a temporada 2016 da Alagoas Cup. A competição já tem mais de 80 competidores inscritos e a expectativa é de que o grid chegue a sua capacidade máxima de 90 veículos. Mais uma vez a prova está atraindo muitos competidores de outros estados da região nordeste – Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Bahia e Pará já tem representantes inscritos, tal qual vem acontecendo sistematicamente em todas as etapas do campeonato Esta é a segunda vez que o Engenho Caraçuipe abre suas portas para a competição, o trajeto de 22 km tem mais de 80% de percurso inédito, por entre canaviais, beira de mata e trechos de reflorestamento de eucalipto. A largada e a chegada acontecerão ao lado do Engenho e devem atrair um bom publico ao local. As inscrições seguem abertas em nosso site: www.alagoascup.com.br O Engenho Caraçuipe fica às margens da BR-101 e o parque de apoio será montado no estacionamento do Engenho. Para motos e quadriciclos a primeira volta não valerá pontos, será de reconhecimento e cada piloto poderá fazer na velocidade que lhe for mais adequada. As outras duas voltas são cronometradas e valem tempo que definirão a classificação geral de cada categoria. Nestas categorias (Motos e Quadris) os vencedores serão definidos pela somatória dos tempos nas duas voltas válidas. Para carros e UTVs as três voltas cronometradas valerão pontos e cada competidor conquistará pontos de acordo com sua classificação em cada volta – o primeiro colocado ganha 20 pontos, o segundo 17 até decrescer a 1 ponto. Ao final do dia, os competidores que somarem o maior número de pontos serão declarados campeões em suas respectivas categorias. Calendário 2016 – Alagoas Cup 2ª Etapa – 27/FEVEREIRO – Baja Caraçuipe – Luziápolis / Campo Alegre 3ª Etapa – 19/MARÇO – Baja União – União dos Palmares 4ª Etapa – 07/MAIO – Baja Arapiraca 5ª Etapa – 31/JULHO – Baja Sertão – Santana do Ipanema Data reserva – 14/AGOSTO 6ª Etapa – 16/OUTUBRO – Baja da Paixão – Junqueiro 7ª Etapa – 19/NOVEMBRO – Baja do Gunga – Roteiro 8ª Etapa – 03/DEZEMBRO – Baja do Menestrel – Teotônio Vilela * Datas e locais sujeitos a alterações.
Santa Cruz do Sul é confirmada como sede da abertura do Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 em 2016
Santa Cruz do Sul é confirmada como sede da abertura do Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 em 2016 Divulgação Fotos Guido Beier Mais uma vez o Vale do Rio Pardo será palco da largada para o Campeonato Gaúcho de Rally 4×4. Repetindo a parceria do ano passado, Santa Cruz do Sul sediará o início da competição em 2016. A etapa acontece nos dias 8 e 9 de abril. A informação foi confirmada na última semana, logo após o município de Osório ter sido anunciado como sede da final da competição, que ocorre nos dias 23 e 24 de setembro. É o quinto ano consecutivo que Santa Cruz do Sul promove uma etapa do Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 no município. Na abertura do campeonato, os carros já começam a chegar a Santa Cruz do Sul na sexta-feira, dia 8, onde a partir das 20h acontece o tour noturno. A largada promocional leva os veículos da competição para circularem pelas principais ruas do município. Às 21h será realizado o prólogo, um Mini Rally que definirá a ordem de largada da etapa de Santa Cruz do Sul, que acontece no sábado, dia 9, a partir das 11h01min. O Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 terá cinco provas em 2016. Além de Santa Cruz do Sul, as outras etapas ocorrem em 13 e 14 de maio, 24 e 25 de junho e 12 e 13 de agosto, com sedes ainda a serem confirmadas. Nos dias 23 e 24 de setembro, o campeonato desembarca em Osório onde acontece a grande final. Neste ano a competição contará com as categorias Graduados, Turismo e Novatos. Inscrições e mais informações podem ser acompanhadas pela internet, no endereço www.americasul4x4.com.br. O Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 de Regularidade tem realização da América Sul Off-Road, organização do Rally Clube do Rio Grande do Sul e supervisão da Federação Gaúcha de Automobilismo. O apoio da etapa de Santa Cruz do Sul é da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Ciência e Tecnologia.
Veja a cabine da nova Ranger em testes de “tortura”
O Jeep CJ-5 no Brasil
O Jeep CJ-5 no Brasil Por James Garcia Consultoria técnica e ilustrações Angelo Meliani Na primeira metade da década de 40, eram tempos dos bondinhos, calhambeques e jardineiras. Estradas, avenidas, asfalto, todos esses “luxos” eram realidade em apenas alguns lugares das grandes capitais. Foi nessa época que o Jeep começou a aportar por aqui, e sem exagero, pode-se dizer que o carismático 4×4 norte-americano – um dos grandes mitos do automobilismo mundial -, foi um dos responsáveis pela grande transformação que mudou a face do nosso País. A 2ª Guerra Mundial ainda fazia suas vítimas, quando os primeiros Jeep Willys e Ford começaram a chegar ao Brasil. Sua missão era equipar o nosso exército, que fazia parte do bloco dos países aliados. Naquele tempo, os jipes militares eram trazidos da Itália, mas a partir de 1946 chegavam diretamente dos Estados Unidos. Após o término do conflito todos os Jeep vinham parcialmente desmontados da América do Norte. Foi assim com todos os CJ-2A (1945/1949), CJ-3A (1948/1953), CJ-3B (1952/1964) e CJ-5 (1954/1969), até o ano de 1957. Um fato curioso é que no porto de Santos – local de desembarque dos carros importados -, os Jeep tinham seus pára-brisas pintados de preto. Nunca se soube o motivo certo dessa medida, mas consta que isso só aconteceu em nosso país. O restante do carro era mantido original. Em 1951, a Willys começa a fabricar o Jeep no Brasil e em 26 de abril de 1952 é fundada a Willys Overland do Brasil é fundada em 26/04/1952, empresa que deu continuidade, e ampliou, o processo iniciado no ano anterior. Em agosto de 1957, a Willys apresenta o Jeep Universal modelo nacional, com 65% de seus componentes nacionalizados. No final de 1958 para 1959, começam a ser fabricados os primeiros CJ-5 totalmente brasileiros. É de se notar o fato de que os primeiros CJ-5 possuíam o desenho da caixa de rodas traseira em formato redondo, idêntico ao dos Jeep norte-americanos. Ao contrário do que muitos pensam, nem todo CJ-5 do final dos anos 50, dotado de caixa de rodas redonda, é importado. Nessa mesma época, os motores 6 cilindros BF-161 passam a substituir os antigos “Hurricane” de 4 cilindros. Nesses já distantes anos 50, fabricar um carro inteiramente nacional era um grande desafio para as montadoras que ensaiavam seus primeiros passos no Brasil. O raro quadro abaixo, ilustra perfeitamente o processo de nacionalização do Jeep, que durou dois anos, de julho de 1958 até julho de 1960. Novos tempos 1960, ao que parece, é realmente o grande ano da Willys, que inaugura a primeira fábrica de motores do Brasil, a Willys Overland Motores, localizada em Taubaté/SP. Eram tempos de revitalização da indústria nacional, do progresso, do nascimento de Brasília. O ufania nacional era geral. E a Willys Overland era a grande vedete do automobilismo nacional. Para um país sem tradição automobilística, a produção da Willys foi considerável. De 1957, início da fabricação dos Jeep no Brasil, foram produzidos 122620 veículos, o que dá uma média anual superior a 24 mil veículos. Mais especificamente, em 1957, quando o carro não era 100% nacional: 9.291 carros. Em 1958, chegou-se a 14.322 carros; em 1959, 18.178; em 1960, 19.514; e finalmente, em 1961, 61.305 unidades. A média de produção era excelente, mas havia a necessidade de se atender com mais agilidade ao ávido mercado de utilitários. Por esse motivo que a Willys Overland montou uma fábrica em Jaboatão, em Pernambuco, inaugurada em 14 de julho de 1965. O Jeep que sai das instalações de Pernambuco, tem as portas confeccionadas em madeira e recebe o carinhoso apelido de chapéu de coco. O ano da virada Em 1967 o Brasil conhecia os primeiros sintomas da globalização que hoje domina as manchetes da indústria automobilística: em uma manobra jogada ágil e inteligente, a Ford compra a Willys, e exibe interesses em galgar posições mercadológicas. Naquela época, a Renault francesa era sócia da Willys brasileira junto com a Kaiser Corporation, que também havia comprado a marca Jeep nos Estados Unidos. Após varias negociações, a Renault acabou ficando com a IKA “Industria Kaiser de Argentina”, comercializando a Willys brasileira com a Ford, que adquiriu 48% das ações da Willys. O negócio foi fechado em 15 de outubro de 1967. A Ford sabia o que estava fazendo: além de continuar fabricando toda a família Jeep – CJ-5, CJ-6, Rural e F-75 -, ficaria com o domínio do ambicioso “projeto E”, conhecido pouco tempo depois como Corcel. Em 27 de outubro de 1969, a união das duas empresas culmina no nome Ford/Willys do Brasil. Em 18 de março de 1971, a Ford transfere a produção da F-75 e da Rural, para suas instalações no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Em 30 de maio de 1972, a Ford muda o nome de Ford/Willys do Brasil, para Ford do Brasil. A produção segue sem maiores alterações, até que em 11 de julho de 1975 é introduzido o motor Ford Georgia OHC de 4 cilindros nos utilitários Rural e F-75, que em conjunto com o câmbio de 4 marchas sincronizado, utilizado desde o fim dos anos 60, torna os utilitários mais leves e econômicos. Em 15 de outubro de 1975, o Jeep também começa a ser equipado com esse motor. Em 22 de outubro de 1975 a Ford alcança a marca de 500.000 utilitários produzidos – contando obviamente com a produção da Willys, com uma Rural 4 cilindros e tração 4×4. Em 25/04/1978, o Jeep atinge o número de 200.000 unidades produzidas. O Final Em toda sua história brasileira, o CJ-5 recebeu três tipos de motores. O “Hurricane” americano, de 4 cilindros, 2.198 cm3 e 70 hp até 1959; o 6 cilindros BF-161, de 90 hp a 4.000 rpm e 2.600 cm3 de 1959 até 1975 e, a partir de 1975, os motores Ford OHC 2.300 de 83 hp
Nova diretoria assume Brusque Jeep Clube
Nova diretoria assume Brusque Jeep Clube 2016 começou acelerado e com muitas mudanças no Brusque Jeep Clube. Uma das mais relevantes, foi a troca da diretoria. Empossada final de janeiro, a equipe já iniciou os trabalhos e os preparativos para fazer mais uma grande FENAJEEP. Um dos fundadores, Vilmar Walendowsky, assumiu o cargo de presidente pela terceira vez. “Percebi uma grande animação dentro do Jeep Clube com a nova diretoria. Os sócios querem o retorno das atividades que realizávamos anteriormente, como passeios, celebrações de datas comemorativas em família e ações beneficentes. Vamos resgatar as nossas origens e cultivar a paixão pelo 4×4”, afirma Vilmar. Hoje, o Brusque Jeep Clube conta com cerca de 50 sócios e mais de 250 participantes. A expectativa para a vigésima terceira edição do maior evento off-road da América Latina também é grande. “Nunca imaginei que aos 64 anos estaria numa função como essa, contribuindo para organizar um evento deste porte. Me sinto muito feliz e cheio de saúde por estar ativo e com disposição para assumir mais essa missão, à frente da comissão”, diz o presidente. A comissão organizadora já está definindo a programação do evento, que em breve, será divulgada. Diretoria Brusque Jeep Clube Presidente : Vilmar Walendowsky Vice presidente : Marcus Vinicios Camargo 1º Secretária : Gisele Shork 2º Secretária : Bianca H. Rezini 1º Tesoureiro: Vilson Dalcegio 2º Tesoureiro: Airton Sabatini Diretora Social : Carolina S Ulrich Diretor de Passeio : Luiz Eduardo Rezini
Off-Road em Paranapiacapa, SP
Off-Road em Paranapiacapa, SP Fotos Vitor Fischer Valente Aventura realizada no dia 13 de fevereiro teve roteiro e trilhas do Bar do Lula e Sabonete, realizada na região de Paranapiacaba-SP. No total foram 7 jipes, e a intenção era levar integrantes do Jeep Clube de Ribeirão Pires para uma trilha de nível médio e visual, de relaxar a vista, mas devido a inexperiência do pessoal do Jeep Clube, a trilha foi percorrida com o dobro do tempo do que seria normal. A primeira baixa já foi logo no inicio da trilha quando um Jeep CJ5 que teve a bobina queimada, após o reparo feito pelo Sr. Fernandes da By Fernandes Restaurações o mesmo abandonou trilha. João SHOW com um Jeep 63 desde zero da família também deu trabalho a turma após beber água da poça de lama, mas com alguns chacoalhões da turma o Willys seguiu em frente. A trilha teve inicio as 9 horas da manhã e finalizada as 17:00 horas, Vitor Fischer Valente com o famoso Bernardão , Valério Valente com sua nova Pick-Up Willys e Sr. Fernandes junto com seu filho Márcio com Jeep 83 militar impecável colocaram em prática os mais de 35 anos de trilha para que a trilha terminasse bem.
