Rio Grande do Sul receberá a II Copa Trancos & Barrancos de rali 4×4

Rio Grande do Sul receberá a II Copa Trancos & Barrancos de rali 4×4 Fotos divulgação A segunda edição do evento terá como sede a cidade de Jaquirana, RS, e será realizada em uma parceria da Equipe Trancos & Barrancos e do Clube Porto Alegre de Rallye Nos dias 26 e 27 de setembro, a cidade de Jaquirana, localizada na região de Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, recepcionará pela segunda vez a Copa Trancos & Barrancos. A novidade desta edição é que serão dois dias de disputas e 387 quilômetros a serem percorridos. A previsão é que a prova tenha duração de dez horas. “A largada do rali será no sábado a tarde, com três etapas, e continuará no domingo pela manhã, com mais duas etapas”, explicou o diretor de prova, Alexandre Rech, sobre o novo formato do certame. O roteiro passará por propriedades privadas destinadas ao plantio de pinus, o que proporcionará mais segurança aos competidores. O cenário será um dos grandes destaques do evento, com paisagens típicas da serra gaúcha, capaz de encantar qualquer visitante, como por exemplo, os Passos do S e da Ilha. Rech garantiu que ao longo do percurso haverá vários laços e médias de velocidade justas para testar o entrosamento das duplas e a capacidade técnica de vencer os mais diversos obstáculos do off-road, como travessias de rios, erosões, lama, subidas e descidas e, se chover, terreno bastante liso. As categorias existentes são Graduado, Turismo e Novato, e, para quem não quiser competir, terá a categoria Passeio. Para aqueles que nunca tiveram uma experiência no rali de regularidade, é preciso apenas ter um veículo 4×4 e um aparelho com GPS. O mesmo 4×4 que você usa no seu dia a dia para levar as crianças à escola pode ser usado no rali. Os trajetos são escolhidos de forma à não danificarem os veículos. “Antes de tudo, queremos fortificar o esporte, especialmente na nossa região (Sul). Nós levantamos a competição pensando em cada detalhe, com a intenção de trazer um bom momento de lazer e diversão aos participantes”, encerrou Rech. Para informações sobre inscrição, valores e mais, entre em contato através dos endereços abaixo:   http://www.cpr-rally.com.br/ https://docs.com/alexandre-rech/9252/ii-copa-t-bhttps:/ /www.facebook.com/EquipeTrancoseBarrancos?ref=ts&fref=ts

Engesa EE-4, um mito brasileiro

Engesa EE-4, um mito brasileiro  Fato inegável: restam poucas unidades do Jipe Engesa EE-4 mantidas como vieram ao mundo. O 4×4 que você aprecia nessa reportagem é um dos modelos mais bem mantidos que se tem notícias em todo o País   Por James Garcia Fotos Angelo Meliani   O engenheiro mecânico Amador Rodrigues, natural de São Paulo é fã declarado dos modelos Engesa e adquiriu o primeiro jipe há aproximadamente 20 anos, sendo que este é o terceiro veículo que já passou pela sua garagem, que já abrigou também dois Land Rover Defender e um Jeep Ford militar 1983. Peça publicitária do Engesa, de meados da década de 1980 O gosto por jipes e utilitários vem de longe. “Meu pai tinha um Gurgel que eu usava. Uma vez passeando com minha esposa na Serra do Mar, atolei a frente dele numa poça e a frente enterrou até o pisca. Já estava ‘escutando um monte’ e eis que horas depois surgiu um Engesa e o motorista, todo solícito, colocou uma cinta e pediu para a esposa dele nos tirar daquele sufoco. Não precisa falar que não demorou 10 segundos. Pude ver sorrisos de satisfação em todos os presentes. Ai eu disse para a minha mulher: este vai ser o nosso próximo 4×4 de verdade!”, lembrou Rodrigues com bom humor. Manual de manutenção do 4×4 Esse jipe foi adquirido pelo engenheiro mecânico em uma companhia telefônica de Rondonia, em 1991. “O carro estava inteiro e com a quilometragem baixa, mas a pintura estava opaca e todo o veículo estava sujo de terra vermelha. Fiz uma revisão de freios e buchas, troquei todos os lubrificantes e fui viajar para Monte Verde, MG”, relatou o off-roader. Outra peça publicitária, com o “outro” nome do Engesa: EE-12 Na volta dessa viagem, Amador desmontou o carro inteiro e como desejava ter um jipe perfeito e original, pintou com a mesma padrão de cor, além de substituir as lanternas traseiras e piscas dianteiros por peças iguais só que novas e também originais, as quais, hoje, são impossíveis de serem encontrados. Além disso o dono mandou instalar um guincho, faróis auxiliares, capota de lona e pneus novos e é dessa forma que o Engesa está até hoje. Como estava com a estrutura impecável, foram os detalhes mais demorados na finalização do upgrade. “O que mais me deu trabalho foi restaurar o temporizador do limpador de parabrisas. Os faróis, por exemplo, são fracos até hoje, por isso acho que a parte elétrica dos Engesa não é o seu ponto forte. Ou talvez não seja o meu ponto forte”, dissertou o dono. Parte e frontal com o desenho marcante que notabilizou o modelo E não pense que o carro ficou sem uso ou apenas guardado em uma garagem fechada por todo esse tempo. “Já viajei muito com esse jipe, atualmente ele fica em Ilhabela e é o meu meio de transporte por lá. As vezes faço trilhas até Castelhanos (famosa praia do local) junto com amigos”, informou Amador. Quando chove muito na região e ele ajuda alguém na trilha é fácil ver meia duzia de turistas fotografando e filmando o Engesa em ação. E todos com aquele sorriso, inicialmente de incredulidade, e depois de admiração. Isso dá muito orgulho ao proprietário, que nos disse que o Engesa é mesmo um sonho realizado. “Tive outros 4×4 e acabei vendendo por um ou outro motivo. Mas não existem mais Engesas originais. Este vai ficar na família pra sempre”, finalizou Rodrigues. Para mais informações e troca de ideias, fale com Amador Rodrigues pelo telefone (11) 99977-7889 ou através do e-mail: amador1@ig.com.br  História de um 4×4 brasileiro  Depois que a Ford encerrou a produção do Jeep em abril de 1983, a Engesa decidiu criar um produto para esse mercado, sempre almejando também o mercado externo.Nascia assim, em 1985 o EE-12 na versão militar e o Engesa 4 na versão civil. As diferenças entre eles são os equipamentos militares e o sistema elétrico, sendo 24 e 12 volts, respectivamente.Durante os primeiros testes, foi nomeado de EE-14 (alusiva a capacidade de carga de ¼ de tonelada), mas como possuía maior capacidade, a nomenclatura mudou para o número 12 (½ tonelada). Foi inteiramente desenvolvido pelo Grupo de Desenvolvimento e Engenharia Experimental da Engesa. Concebido para transportar cargas e pessoas em estradas acidentadas, lama, areia ou água, o Engesa ainda acumulava conforto para veículos de sua classe, em função do sistema de suspensão e amplo espaço da cabine. O carro saía de fábrica com estrutura toda em aço reforçado e com tratamento anticorrosivo. A carroceria, com chapas dobradas e não estampadas, teve por objetivo tornar a construção mais simples, aumentar a resistência e facilitar a manutenção e eventuais reparos.Internamente, um espaço razoável para quatro passageiros, com bancos dianteiros individuais e ajustáveis, e traseiro interiço e removível, todos confeccionados em vinil. O painel é absolutamente funcional, oferecendo fácil visualização dos instrumentos: velocímetro, medidor de combustível, indicador de temperatura do motor e luzes de advertência da bateria, óleo, freio de estacionamento, luz alta, setas de direção e do acionamento da tração 4×4. Várias peças eram advindas de automóveis comuns no mercado da época, principalmente modelos GM, como o Opala. Como itens de segurança, havia cintos de segurança subabdominais, quebra-sol, alça e estribo para embarque, espelhos retrovisores interno e externo (com opcional para o lado direito), limpador e lavador de pára-brisa, luz de cortesia, porta-luvas, cinzeiro e abertura para rádio. Sob o banco dianteiro localizava-se a caixa de ferramentas, com triângulo, chaves de roda e macaco.Logo no início da produção, foi apelidado de “rinoceronte”, devido ao design agressivo da grade dianteira e, como o animal, não tem medo de enfrentar os desafios. Boa parte graças à suspensão – um dos diferenciais na época de lançamento – inédita, até então, no Brasil na categoria. Na frente e atrás, os eixos rígidos eram dotados de barras oscilantes longitudinais e transversais, com molas heicoidais e amortecedores de dupla ação, que o fazia enfrentar qualquer obstáculo de terreno. O EE-12 foi criado com Fases I, II e

Baja Passo Radical / Alagoas CUP acontece neste final de semana

Quadriciclos proporcionam adrenalina aos participantes Baja Passo Radical / Alagoas CUP acontece neste final de semana Fotos José Carlos / Flash Total O Baja Passo Radical dá sequência à Alagoas Cup. As inscrições seguem abertas O município de Passo de Camaragibe possui grande potencial turístico e uma topografia dinâmica com planos, morros e penhascos, além de um mar exuberante, com arrecifes de corais. Suas principais praias são: Barra de Camaragibe (cercada de coqueirais), a de Marceneiro (tranquila e preferida pelos turistas) e a dos Morros (primitiva e escolhida para ser o polo turístico do Projeto Costa Dourado). E é neste cenário paradisíaco que acontecerá a quinta etapa da Alagoas Cup no próximo dia 22/agosto. O roteiro será no formato Bajas, com placas de sinalização informando a direção correta e os pontos de perigo do trajeto, e está aberta para motos, quadriciclos e UTVs, nos mesmos moldes das quatro etapas realizadas até aqui no campeonato, com expectativa de que o grid do Baja Passo Radical supere os 50 veículos. As inscrições seguem abertas no site oficial da Alagoas Cup: www.alagoascup.com.br O Baja Passo Radical terá três provas de aproximadamente 22 km, com o percurso dentro das estradas da Usina Santo Antônio, com trechos entre canaviais e estradas sinuosas de beira de mata. Para esta etapa, a novidade é a categoria Moto Estreantes, para pilotos que vão correr pela primeira vez a Alagoas Cup. Nesta categoria não há premiação com troféus, mas em parceria com a ASW Racing, a Pancadão Off Road vai premiar o primeiro colocado com um conjunto de calça e camisa personalizada da marca, o piloto ira colocar o nome e numero a sua escolha nas costas. Para esta categoria, o valor da inscrição também tem preço diferenciado Acompanhe as novidades da Alagoas Cup nas mídias sociais: Facebook: www.facebook.com/AlagoasCup Instagram: @alagoascup   Realização: RallySP      

AgitaPira mescla voo livre, slackline e prova indoor 4×4

AgitaPira mescla voo livre, slackline e prova Indoor 4×4 No próximo final de semana (22 e 23 de Agosto), acontece o AgitaPira – Um Final de Semana Radical -, evento que mescla atividades de voo livre, slackline e prova indoor O Jeep Clube Comando Oeste, sediado em Osasco, irá participar do evento com seus 4×4 e stand de bebidas e churrasco. Não perca! Endereço: Estrada dos Romeiros, KM 52,5 Pirapora do Bom Jesus – Entrada Franca  

Prova de Osório acirra disputa por título no Campeonato Gaúcho de Rally 4×4

Prova de Osório acirra disputa por título no Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 – Fotos Guido Beier/Photo Trilha Duplas de Novo Hamburgo e Porto Alegre levaram a melhor última etapa antes da finalíssima em Cambará do Sul O Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 realizou a penúltima etapa do ano na cidade de Osório nos últimos dias 14 e 15 de agosto. A prova pesada, devido ao alto volume de chuvas que caíram no Estado nas últimas semanas, dificultou o percurso para alguns competidores. Entre quebras e atolamentos, dois carros não pontuaram em nenhuma das etapas da categoria Graduados e outros dois, um na Graduados e outro na Turismo, só conseguiram pontuação na primeira etapa da prova. Os percalços embolaram ainda mais a disputa pelo título no campeonato. Na categoria Graduados, a quebra de Vladimir Kuse e Thiago Silva (piloto e navegador, respectivamente) fez com que a dupla caísse do primeiro para o quarto lugar na classificação. Sorte para Rafael Cardoso e Marcelo Ritter, de Novo Hamburgo, que assumiram a ponta da tabela fazendo dois primeiros lugares nas duas etapas de Osório. Na categoria Turismo, a dupla de Bento Gonçalves, Carlos Zanetti e Carlos Guedes, fez um segundo lugar na prova, mas manteve a liderança do campeonato com 93 pontos. Uma folga considerável para o segundo colocado, a dupla Mauro Pizzolatto e Henrique Rech, que ficaram em primeiro lugar em Osório, mas ainda estão sete pontos atrás da liderança. A movimentação em Osório começou na sexta-feira, quando os competidores realizaram o tour noturno pelas ruas centrais do município. No sábado, logo após a largada das categorias Graduados e Turismo, ainda aconteceu a saída dos carros da categoria Passeio, uma opção para quem quer curtir o Rally sem competir. Em Osório, o trajeto incluiu as paisagens do Morro da Borússia, um dos cartões-postais da cidade. Para saber mais sobre essa categoria, acesse o site da América Sul Off-Road: www.americasul4x4.com.br. Além de Osório, a competição já percorreu em 2015 as cidades de Santa Cruz do Sul, Taquari e Mostardas. A finalíssima acontece em Cambará do Sul nos dias 30 e 31 de outubro. O Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 de Regularidade tem realização da América Sul Off-Road, organização do Rally Clube do Rio Grande do Sul e supervisão da Federação Gaúcha de Automobilismo. Confira abaixo a classificação da prova de Osório nas categorias Graduados e Turismo e uma prévia de como está a disputa do Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 em 2015 com a computação simplificada das primeiras colocações. Classificação Osório – Graduados (Piloto/Navegador) 1º Rafael Cardoso/Marcelo Ritter (Pajero/Novo Hamburgo) 2º Aurélio Bilhalva/Tiago Poisl (Pajero/Pelotas) 3º José Neumann/Robson Roloff (Pajero/Nova Petrópolis) 4º Fabrício Soares/Ismael Peteffi (Pajero TR4/Porto Alegre) 5º Daniel Caetano/Mário Costa (Pajero TR4/Pelotas) 6º Fábio Torcato/Alexandre Rech (Viamão/Gran Vitara) 7º Vladimir Kuse/Thiago Silva (Alvorada/Pajero TR4) 8º Milton Dresch/Eduardo Granzanoto (Estrela/Amarok) 9º Cristiano Fuentes/Fábio Bilhalva (Ivoti/Troller) Classificação Osório – Turismo (Piloto/Navegador) 1º Mauro Pizzolatto/Henrique Rech (Pajeto/Porto Alegre) 2º Carlos Zanetti/Carlos Guedes (Troller/Bento Gonçalves) 3º Giovane de Mello/Pedro Pescador (Pajero/Porto Alegre) 4º Jeferson Oliveira/Giane Sohne (Pajero/Gravataí) 5º Felipe Bernardes/Henrique Bernardes (Pajero/Cachoeirinha) 6º Adriano Goettems/Jeferson de Souza (Panambi/Amarok) Classificação Geral – Pilotos Graduados 1º Rafael Cardoso – 86 (Novo Hamburgo) 2º Aurélio Bilhalva – 78 (Pelotas) 3º José Neumann – 76 (Nova Petrópolis) 4º Vladimir Kuse – 71 (Alvorada) Turismo 1º Carlos Zanetti – 93 (Bento Gonçalves) 2º Mauro Pizzolatto – 86 (Porto Alegre) 3º Paulo Vinícius – 73 (Alvorada) Classificação Geral – Navegadores Graduados 1º Marcelo Ritter – 86 (Porto Alegre) 2º Tiago Poisl – 78 (Alvorada) 3º Robson Roloff – 76 (Nova Petrópolis) 4º Thiago Silva – 71 (Gravataí) Turismo 1º Carlos Guedes – 93 (Bento Gonçalves) 2º Henrique Rech – 86 (Porto Alegre) 3º Bruno Ritter – 73 (Porto Alegre)

Genius Tyres investe em tecnologia e lança o primeiro pneu nacional para uso extremo.

Genius Tyres investe em tecnologia e lança o primeiro pneu nacional para uso extremo. Mostrando que acredita no mercado Off Road, a Genius Tyres investe em tecnologia, tornando-se a primeira empresa brasileira a desenvolver e fabricar pneus novos para uso extremo. Este lançamento também inaugura a nova linha de pneus grandes: o Ignorante 4 chega ao mercado com tamanho 40x15x15. A empresa promete ainda, em curto prazo, diversas medidas desde o tamanho 225 até 40”, inclusive para outros modelos da sua linha de pneus. Todos os modelos novos são produzidos na fábrica da Genius Tyres, em Sorocaba. Características inovadoras do Ignorante 4: Fabricação – nacional, totalmente do zero, não se trata de pneu recapado; Desenho – os cravos foram redimensionados e o desenho lateral é incorporado ao desenho central, tudo num único processo de fabricação. Considerado pelo fabricante o mais bonito da família Ignorante, acrescenta estilo ao veículo; Leveza – devido a sua alta tecnologia, este pneu é mais leve, exigindo menos do conjunto mecânico do veículo; Conforto – maior absorção de vibração, rodagem mais suave durante os deslocamentos em asfalto. Fonte e imagem: Divulgação  

Tradição off-road na XXIII Trilha e Jeep Cross de Dom Feliciano, RS

Por Eduardo Neves – Fotos: Eduardo Neves e Leonardo Neves A cidade de Dom Feliciano-RS realizou nos dias 17, 18 e 19 de julho a XXIII Trilha e Jeep Cross de Dom Feliciano, sendo prestigiada por jipeiros de várias regiões do estado. O evento contou com uma organização de primeira, a cargo do Jeep Clube Dom Feliciano, que se empenhou para agradar a todos nos mínimos detalhes. Na sexta-feira os participantes foram no centro da cidade, com muita descontração, regada a cerveja gelada e um bom papo. Logo após finalizaram a noite com um super baile de confraternização. No sábado foram abertas as inscrições com um saboroso café da manhã e logo após os jipeiros saíram em comboio para 7 PCs (Ponto de Controle), dos mais variados níveis de dificuldade, entre elas, atoleiros recheados com muito barro, subidas escorregadias, passagens de água e terrenos desnivelados, tudo o que o apaixonado por 4×4 espera em um evento de alto nível. Logo após a trilha todos foram recepcionados com um excelente jantar onde foram conhecidos os 10 primeiros colocados. O grande campeão da trilha foi o jipeiro Luiz Antonio Farias da cidade de São Gabriel. No domingo dia 19 foi a vez do Jeep Cross em uma pista muito técnica e um traçado de curvas com muita emoção entre outros pontos recheados de adrenalina. O campeão do Jeep Cross foi Fabiano Valnier, mais conhecido como He-Man com o tempo de 39.90.

Mais de 100 jipes na Copa Troller em Natal

Mais de 100 jipes na Copa Troller em Natal A Copa Troller promove neste sábado (15 de agosto) a segunda etapa do Campeonato Nordeste, em Natal, no Rio Grande do Norte. Mais de 100 participantes já estão inscritos, formando um dos maiores grids já registrados na etapa, que irá reunir desafios off-road e belíssimas paisagens da região de Ceará Mirim e Extremoz. “Preparamos um percurso muito diversificado que vai agradar a todos os participantes. Teremos desafios em estradas de areia, travessias de rio e trilhas com belíssimos visuais de lagoas e praias. Já estamos com mais de 40 carros inscritos na categoria Passeio e tenho certeza que essa será uma das melhores etapas do ano”, diz Ricardo Menezes, diretor de provas da categoria. Na noite de sexta-feira (14) será feito o briefing da prova para os participantes no Hotel Imirá, com informações e orientações sobre o percurso. O programa inclui também uma aula de navegação para iniciantes na prática do rali de regularidade e uma aula de fotografia para aqueles que querem registrar os melhores ângulos da competição. A largada será realizada às 8h00, em frente ao Hotel Imirá, na Via Costeira, 4077 – Parque das Dunas, Natal. A cobertura da prova poderá ser acompanhada pela página da Troller no Facebook, no www.facebook.com/trollerbrasil. Copa Troller no Brasil Realizada há 13 anos consecutivos no País, a Copa Troller é um rali de regularidade exclusivo para veículos Troller. O evento é divivido em cinco categorias com diferentes graus de habilidade: Master, Graduados, Turismo, Expedition e Passeio, esta última realizada em comboio sem a necessidade de competição. No ano passado, o evento percorreu mais de 1.300 quilômetros pelas trilhas mais belas do Brasil. A marca também registrou um aumento significativo de popularidade nas mídias sociais, somando mais de 275 mil fãs em sua página oficial no Facebook. O evento reúne milhares de pessoas em todo o Brasil e é considerado um dos ralis de regularidade mais importantes do País.

Novo Troller vence a categoria Production T2 do Sertões

Novo Troller vence a categoria Production T2 do Sertões O novo Troller T4 foi o campeão do Rally dos Sertões 2015, a maior competição off-road das Américas, após uma aventura de quase 3 mil quilômetros percorrendo alguns dos terrenos mais difíceis do País. A dupla formada pelo piloto Rafael Cassol e o navegador Lélio Jr., da equipe Troller Racing/Território 4×4, garantiu o bicampeonato da marca na categoria Production T2. Nessa categoria, os veículos competem com poucas adaptações em sua configuração original de fábrica. O Troller T4 é equipado com motor 3.2 turbodiesel de 200 cv, transmissão manual de seis velocidades, comando eletrônico de tração, diferencial traseiro autoblocante e freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS e EBD. A prova, de sete dias, começou em Goiás, passou por Mato Grosso do Sul, São Paulo e teve a chegada na Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Das sete etapas disputadas, Cassol e Lélio Jr. ganharam duas e também somaram três segundos lugares, o que os ajudou a ampliar a vantagem de mais de uma hora sobre o segundo colocado. “Estou feliz demais com o resultado. Fizemos um rali consistente, bem pé no chão. O dia em que era para gente andar forte, andamos forte. O dia que era pra tirarmos o pé, fizemos isso e o resultado está aí. Além disso, este Sertões me trouxe grandes aprendizados, como piloto e como pessoa. O carro foi novidade e a categoria também. Este foi um título que realmente eu não esperava ganhar de cara”, comemora Cassol, piloto de 24 anos, de Rio Verde (GO). A outra dupla da equipe, formada por Edu Piano e Solon Mendes, largou muito bem e liderou com folga até a etapa Maratona, até um acidente os tirar da briga pelo título. Mesmo assim, finalizou o rali na nova posição, em sua primeira competição com o T4. “A experiência com o Troller foi muito legal e o projeto tem futuro próspero. Neste ano, o rali teve muitos saltos e o carro aguentou bem, terminando praticamente inteiros. É um carro forte e valente”, destaca Edu Piano, seis vezes campeão da prova em Caminhões. “Já vamos começar a planejar o próximo Sertões. O sonho de vencer nos carros foi apenas adiado”, avisa o navegador Mendes, que este ano completou seu 17º Sertões e é o único cearense com seis títulos na competição.

Suzuki Jimny volta ao pódio em sua segunda participação no Rally dos Sertões

Suzuki Jimny volta ao pódio em sua segunda participação no Rally dos Sertões O objetivo era usar a prova como laboratório para desenvolvimento de uma nova versão do 4×4 para uso esportivo off-road. A equipe Suzuki ficou em 5º. Para participantes e marca, o Jimny ficou mais rápido, confiável e fácil de guiar A Equipe Suzuki encerrou sua segunda participação no Rally dos Sertões com resultados positivos. A meta de usar um dos maiores desafios off-road do mundo como laboratório de testes para aprimorar uma versão do Jimny para uso esportivo off-road foi superada. A equipe ainda conquistou um pódio, com a dupla Luiz Razia/Luis Felipe Eckel, 5º. lugar na categoria Super Prodution, que conta com carros mais preparados e potentes, e 16ª. posição na geral, entre os 40 carros que largaram de Goiânia. A outra dupla, Marcelo Mendes/Breno Rezende chegou logo atrás, com a 6ª. posição. Essa foi a segunda participação do Jimny na prova, encerrada sábado, com a chegada em Foz do Iguaçu (PR), após 2.917 km de desafios. Ano passado o Jimny fez sua estreia na prova, na categoria Prodution, que conta com carros praticamente originais e também foi ao pódio, com o 5º. lugar. Esse ano, os carros foram com uma configuração diferente. A suspensão evoluiu, permitindo maiores regulagens, que deixaram o carro mais fácil de guiar e melhor de chão (estabilidade). O Jimny também ganhou barra estabilizadora regulável na traseira, freio a disco nas quatro rodas com balança reguladora de pressão dianteira / traseira. Essas modificações foram testadas durante o percurso de 2.917 km do Rally dos Sertões e a constatação é que o Jimny tornou-se mais rápido, fácil de pilotar e com mais confiabilidade em pisos acidentados, como pedras, buracos, grandes saltos. “Esperávamos bons resultados em função dos treinos que realizamos antes da prova, mas não tínhamos o comparativo com outros concorrentes. Por isso, o Rally dos Sertões funcionou como laboratório. Fazendo um balanço, sinceramente nos surpreendeu o quanto o carro melhorou em vários aspectos. O resultado foi mais do que esperávamos, pois nosso foco não era a competição, inclusive estávamos numa categoria de carros muito mais fortes, com motorização de até 350 cv e mais preparados, enquanto o Jimny conta com motorização de 89 cv. As quebras também foram poucas, ocasionadas por acidentes normais de rali”, analisa Rogerio Palmegiano, chefe de equipe. A Equipe Suzuki também aproveitou a prova para testar novos compostos de pneus, em parceria com a Pirelli e gostou do resultado. “Os testes com os novos pneus Pirelli ATR foram muito produtivos. Usamos esse composto em quatro especiais, de cerca de 150 a 260 km, e eles se comportaram super bem, com pouco desgaste e muita durabilidade em pisos acidentados. O nosso índice de pneus furados foi zero”, destaca Palmegiano. Outro ponto a ser destacado foi a curiosidade que o Jimny despertou. Antes mesmo da largada, no Autódromo de Goiânia, onde ficou concentrada a base do Sertões, os Jimnys já chamavam a atenção, que se intensificou após o prologo, que definiu a ordem de largada. Pela primeira vez os carros classificaram num circuito de asfalto, numa disputa dois a dois. E as duplas da Suzuki fizeram uma disputa sensacional, cruzando a linha de chegada lado a lado, levantando o publico da arquibancada e cujo resultado teve de ser confirmado pela fotocélula. “Em Goiânia algumas pessoas vinham conhecer o carro, que chama a atenção por ser bem colorido. Depois do prólogo então, varias pessoas vieram no nosso boxe, faziam perguntas, queriam ver de perto. E no decorrer do rally, os outros competidores se interessavam em saber sobre as modificações feitas, comentavam como os Jimnys estão andando bem”, conta Vinicius Oliveira, chefe de logística da equipe. O time A equipe contou com 11 pessoas, a maioria com grande experiência em competições off-road. Das duplas que conduziram os Jimnys, a grande surpresa foi o baiano Luiz Razia, 26 anos, piloto que veio das pistas, com passagens pela F-1 e F-Indy Lights, que fez sua estreia no Rally dos Sertões em grande estilo, ao lado do experiente navegador Luis Felipe Eckel, natural de São Bento do Sul (SC). Na primeira participação já subiu ao pódio, com o 5º. lugar na categoria e 16º. na geral. A dupla realizou uma prova limpa, sem nenhuma penalização. Das 40 duplas que largaram, apenas três passaram sem penalizações. Razia, que adorou a “aventura”, conta um pouco como foi sua experiência. “Para mim, como já tinha andado na terra quando comecei no automobilismo, não estranhei muito a mudança de asfalto para terra. Mas andar com um navegador realmente foi muito novo. O Eckel é um super navegador, me deu todas as instruções, chamava minha atenção para vários detalhes visando preservar o carro. Foi muito diferente. É como se tivesse alguém me julgando ali do lado e apontando meus próprios erros o tempo todo. Mas eu fui um piloto bem comportado e com o passar dos dias entramos em uma sintonia muito legal. Essa também foi a primeira vez que andei mesmo com um 4×4 e acho que peguei a mão fácil. É melhor o 4×4 do que o 4×2, porque consigo controlar muito mais o carro em situações de emergência. Os saltos foram novidades bacanas, não tinha tido essa experiência de ficar saltando com o carro”. Sobre o Jimny , Razia opinou: “O carro evoluiu bastante em freios, suspensão, principalmente nos saltos. Andamos rápido e tivemos poucas quebras. Vale ressaltar que subimos de categoria, com carros bem mais fortes do que o nosso e ainda assim conseguimos um pódio. Isso foi fundamental para mostrar a real evolução do Jimny. Houve muito interesse de varias pessoas que estavam lá. Para mim foi um prazer estar representando a Suzuki e ter superado o objetivo que nos propomos. Essa experiência toda foi muito prazerosa”. Seu navegador, o experiente Luis Felipe Eckel, 24 anos, seis participações no Sertões (2010, 2011, 2012, 2013 e 2014, 2015) e duas vitórias: 2011 na categoria Production-T2 e 2013 na categoria Pró-Brasil, falou da experiência em conduzir

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