A Land Rover produziu uma réplica exata da linha de produção do seu mais icônico veículo, o Defender, tal qual ele era fabricado em 1948, logo após a 2ª Guerra Mundial. A atração faz parte das celebrações que a marca britânica está promovendo no último ano de produção do modelo, considerado atualmente um dos mais emblemáticos veículos de toda a história da indústria automobilística. Chamada de “Celebration Line”, a atração fica na fábrica da Land Rover em Solihull, mesmo lugar onde o modelo foi produzido por 67 anos. A Celebration Line está aberta para visitação de qualquer pessoa interessada, e nela será possível conferir diversos estágios de produção do veículo por meio de réplicas meticulosamente construídas com materiais idênticos aos que eram utilizados na década de 40, durante a produção dos Série 1 originais. Durante a visitação, o público é convidado a reviver o dia a dia dos trabalhadores da fábrica da Land Rover no final da década de 40, ao usar ferramentas, projetos e rascunhos originais do veículo, além de vestirem macacões autênticos da época, que eram os uniformes dos operários. A atração traz uma área inteiramente dedicada à história da criação e desenvolvimento do Land Rover Série I original, projetado pelo fundador da Land Rover, Maurice Wilks, por meio de vídeos cedidos pela sua família. A inauguração da “Celebration Line” marca a primeira de uma série de homenagens especiais que a Land Rover está programando para este ano, como forma de celebrar o Defender, modelo que entra em seu último ano de produção. Para a construção da atração, a Land Rover contou com a ajuda de Phill Bashall, um dos maiores entusiastas e restauradores dos carros da marca no mundo e pessoa que construiu seu primeiro Land Rover Serie I quando tinha apenas 13 anos de idade. Para Phill, que também é curador do famoso Dunsfold Collection, um dos mais conhecidos acervos de modelos históricos da marca, “não tem sido fácil o trabalho de recriar a linha de produção de 1948 em seus mínimos detalhes, com peças originais de um veículo que deixou de ser produzido há tantos anos. Mas essa é uma verdadeira relação de amor”. O tour pela “Celebration Line” demora cerca de três horas e é iniciado pelos primeiros processos de produção do Land Rover Serie I, a carroceria. Depois, os visitantes podem conhecer todos os processos de encaixe do conjunto motor e câmbio no chassi. A linha de produção do Defender atual conta com 450 trabalhadores, incluindo uma família com três gerações de pessoas dedicadas à construção deste icônico veículo. A visita é aberta a qualquer interessado e custa £45 por pessoa. Ela pode ser agendada pela internet por meio do link: https://shop.landrover.co.uk/driving-experiences/find-a-centre/solihull ou ao telefone: +44 (0) 121 700 4619.
Equipe Mitsubishi Petrobras sobe uma posição faltando pouco para o fim do Rally Dakar
Carlos Sousa e Paulo Fiuza completam o trecho de hoje na 8ª colocação e agora ocupam o 8º lugar na classificação geral Fotos Mitsubishi/Divulgação No 11º dia de Rally Dakar, a Equipe Mitsubishi Petrobras ganha mais uma posição na classificação. Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminam o dia em 8º e sobem para a 8ª colocação na geral. O trecho cronometrado de hoje teve 194 quilômetros por estradas argentinas. “Fizemos uma bela especial, o carro estava impecável e não tivemos problemas. Estamos contentes de estar aqui nesse momento, na reta final.”, comemora Carlos. “Como já havíamos previsto, não teremos muita diferença entre os tempos, as posições já estão praticamente definidas. Agora é torcer para que tudo dê certo e ficar atento para qualquer anomalia”, afirma. O trecho de hoje foi entre as cidades de Salta e Termas de Rio Hondo, com um total de 520 quilômetros. A cidade respira automobilismo e a chegada acontece no autódromo que recebeu o Mundial de Moto GP no ano passado. “Faltam apenas duas para terminar. E hoje foi uma etapa do nosso tipo, com trechos rápidos, curvas fechadas e paisagens maravilhosas”, garante Paulo. “É sempre bom voltarmos à Argentina e ver o público nos apoiando durante todo o trecho, na chegada e nos acampamentos. Eles ficam agitando as camisetas como se fossem bandeiras, é fantástico”, disse. “Essas duas especiais são as mais complicadas. Até chegarmos em Buenos Aires é atenção total. Só depois disso vamos relaxar”, afirma o navegador. Etapa 12 – 16 de janeiro Termas de Rio Hondo / Rosario (ARG) Deslocamento: 726 km Especial: 298 km Total: 1.024 km Este será o maior dia do Rally Dakar 2015 e um dos maiores da história da prova. Serão 1.024 quilômetros, mas com uma especial curta, de 298 km. O penúltimo dia reserva surpresas, com uma vegetação típica da região e que exige muitos cuidados com o ASX Racing.
Equipe Mitsubishi Petrobras ganha 10 posições na etapa de hoje do Rally Dakar
Após largar em 20º, Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminaram o dia na 10ª posição e se mantém entre os 10 melhores da prova Fotos Mitsubishi/Divulgação “Foi um dia bom. Largamos muito atrás, mas conseguimos fazer várias ultrapassagens. Hoje os pilotos não dificultaram nossa passagem. Essa é a diferença das duplas que compreendem que carro alcançado é carro ultrapassado”, disse Carlos. “Foi uma especial que gostei”, garante. A etapa de hoje foi a grandes altitudes, sobre a Cordilheira dos Andes. Os pilotos ficaram durante muitos quilômetros a mais de 4.000 metros. “Isso foi bem sofrido, tanto para o carro, como para nós. O motor perde potência pela falta de oxigênio. Dentro do carro não sentimos a altitude mas, quando sai, sente mais. Dá dor de cabeça e uma leve tontura”, explica o piloto. Hoje o Rally Dakar voltou para a Argentina, na reta final da prova. O percurso entre Calama (CHL) e Salta (ARG) teve um total de 860 quilômetros e 359 km de trechos cronometrados. “Ao contrário de ontem, hoje foi uma etapa perfeita. Não cometemos erros e fomos ao ataque. Entramos bem concentrados e fizemos uma etapa limpa. Agora é bola pra frente”, disse Paulo. Etapa 11 – 15 de janeiro Salta / Termas de Rio Hondo (ARG) Deslocamento: 326 km Especial: 194 km Total: 520 km No 11º dia, a Equipe Mitsubishi Petrobras encara a famosa Ruta 40 e trechos bem sinuosos em meio a belas paisagens. O cansaço acumulado não poderá atrapalhar nesse dia, que exigirá muita atenção da dupla Carlos Sousa e Paulo Fiuza, já que a especial passará por trechos travados e repletos de árvores. “Iremos para uma nova cidade, que nunca antes passamos com o Rally Dakar. Já estamos fora do deserto e a especial será por estradas e leitos de rios secos. A chegada será ao lado do autódromo, onde foi disputado uma etapa do Mundial de Moto GP. É o local ideal para um povo apaixonado por automobilismo, como é o argentino”, afirma Paulo Fiuza.
Na reta final do Dakar, Equipe Mitsubishi Petrobras ganha posições. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad estão fora.
Após o dia de descanso, Carlos Sousa e Paulo Fiuza sobem para a 8ª colocação da classificação geral Fotos Mitsubishi/Divulgação Mais um dia duro e difícil no Rally Dakar. Na última cidade chilena, o trecho cronometrado entre Iquique e Calama, no Chile, teve 451 quilômetros de areia, dunas, estradas com muitos solavancos, buracos, travessias bem e streitas e muita dificuldade na navegação. O ASX Racing #306 de Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminou o dia na 24ª colocação, subindo uma posição na classificação geral. “Foi uma etapa bastante complicada e dura, do começo até o fim. Começou com dunas, depois fesh fesh e bastante terreno ruim, muito acidentado. O ASX Racing estava muito bom, impecável e a suspensão funcionou bem. Saímos com a disposição de ganhar posições e foi isso que fizemos”, disse o piloto Carlos Sousa. Após se aproximar do carro que largou à frente, a dupla ficou por mais de 100 quilômetros sem conseguir a ultrapassagem. “Ele nos segurou por muito tempo até que conseguimos uma brecha para passar”, comentou Sousa. Muitos veículos de ponta se perderam durante a especial e ficaram dando voltas para localizar um dos waypoint, uma coordenada virtual obrigatória em que os competidores precisam passar. “Ficamos mais de 20 quilômetros perdidos em um leito de um rio seco. Nós e muitos outros competidores. Decidimos seguir para perder menos tempo, por conta disso recebemos uma punição. Agora temos que entender onde erramos e continuar em busca de melhores resultados”, explicou o navegador Paulo Fiuza. Faltam apenas quatro dias para o fim do Rally Dakar. “Etapas dura como as de hoje não teremos mais. Portanto, será mais difícil abrir grandes diferenças de tempo e será mais complicado ganhar posições. Hoje era um dia para se fazer a diferença. Mas estamos otimistas em melhorar nosso resultado”, completa Sousa. Por não ter passado pelo waypoint, a dupla levou uma penalização de 40 minutos, prevista em regulamento. Mesmo assim, subiram uma posição e estão agora em 8o na classificação geral. ASX Racing #324 “Quando estávamos próximos do quilômetro 15 da especial de hoje, o volante começou a endurecer. Seguimos por mais 20 km até que a direção travou. Verificamos que uma bomba específica do carro de competição, de um fornecedor americano, responsável pela direção hidráulica, havia parado de funcionar. Seria impossível continuar no trecho por mais 430 quilômetros e optamos por seguir ao encontro da nossa equipe de apoio. Infelizmente estamos fora dessa edição”, explica o piloto Guilherme Spinelli. “Agora é concentrar todos os esforços da equipe no Carlos e no Paulo, fazendo tudo o que pudermos. Eles estão bem na prova e queremos que a Equipe Mitsubishi Petrobras tenha um ótimo resultado nesse Dakar”, garante Guiga. Etapa 10 – 14 de janeiro Calama (CHL) / Salta (ARG) Deslocamento: 501 km Especial: 359 km Total: 860 km Na 10ª etapa, o Rally Dakar cruza novamente a Cordilheira dos Andes e retorna para a Argentina. O dia começa a mais de 3.600 metros de altitude em uma especial muito técnica. No deslocamento final, os pilotos chegarão a quase 5.000 metros de altitude
Equipe Mitsubishi Petrobras completa a etapa maratona no Top 10 do Rally Dakar
Prova teve muita lama e trechos alagados Fotos Mitsubishi/Divulgação Foram dois dias com 1.380 quilômetros sem o contato com a equipe e qualquer assistência. Mas a Equipe Mitsubishi Petrobras completou a etapa maratona e chegou à Iquique, no Chile, pronta para a segunda metade da prova. Carlos Sousa e Paulo Fiuza completaram o dia entre os 10 melhores da prova. “A sensação de chegar é muito boa. As especiais desses dois dias foram muito bonitas. Toda a população está muito animada com a passagem do Dakar. O objetivo está cumprido e, com o Guiga vindo atrás de nós, a segurança é muito grande”, comentou o piloto. A dupla completou a especial de hoje na 10ª colocação e estão em 9º na classificação geral. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad ganharam uma posição, ocupando agora o 15º lugar na classificação geral. “Ontem foi extremamente atípico, com muita chuva, lama e trechos alagados. Tivemos uma parte de piso bom, sinuoso, alternando com longas retas. Depois entramos em um piso ruim e fomos limitados pela nossa suspensão. No fim do dia, percebemos que um dos amortecedores havia quebrado, mas fizemos uma mudança na configuração da suspensão para compensar isso. Hoje viemos com muito cuidado e atrás do Carlos e do Paulo, que é nosso objetivo”, explica Guiga, que ficou com o 11º lugar nesta etapa. Trecho no salar foi de longa reta e alta velocidade A prova de hoje teve dois ingredientes marcantes na largada e na chegada. Logo no início da manhã, os veículos se posicionaram no Salar de Uyuni e largaram lado a lado, em grupos de cinco. Para fechar o dia, a descida pela maior duna urbana do mundo, com mais de um quilômetro de altura e quatro de extensão. “Nunca tinha feito esse tipo de largada em linha, além de termos visto o sol nascendo no Salar. São coisas como essa que marcam o Dakar. Em Iquique é essa chegada maravilhosa”, disse Paulo. “O Salar não tinha limite de largura”, contou Guiga. Foram mais de 100 quilômetros em linha reta por um campo aberto de sal branco em alta velocidade. “A grande dificuldades da maratona foi a chuva de ontem, que mudou a história desses dois dias. Nunca fiz uma etapa com tanta chuva e tanta dificuldade para navegar, não enxergava nada, o pneu destracionava e mudava o hodometro. E acabou complicando também a especial de hoje, já que era na mesma região”, comentou Youssef. “Na última duna, quem olha a partir do acampamento não tem noção de como é. Não é fácil. Pra descer, tivemos que seguir por muitas outras dunas, vamos ganhando altura”, completa. Guiga ainda explica: “É inacreditável. O ângulo é tão acentuado que a sensação é que estamos caindo, e vai ficando negativo e mais inclinado conforme vamos descendo. O visual é o mais impressionante. Do alto temos a visão do oceano e do acampamento.” Chegada foi pelas dunas de Iquique Nesta segunda-feira (12) é dia de descanso para os pilotos e muito trabalho para os engenheiros e mecânicos, que farão a manutenção completa dos dois ASX Racing. “O mais importante será conversarmos com a equipe e definir a estratégia para a reta final, se atacamos mais, se mantemos o que temos feito, se mudamos algo na condução. É um dia muito importante para isso também”, explica Carlos. Mas, claro, o repouso para encarar a metade final do Dakar será fundamental “Vamos descansar bastante e não pôr despertador para acordar”, brinca Youssef.
Equipe Mitsubishi Petrobras chega à Bolívia na etapa maratona do Rally Dakar
Duplas enfrentaram chuva e lama neste sábado Fotos Mitsubishi/Divulgação Começou a etapa maratona no Rally Dakar. Desde a chegada em Uyuni, na Bolívia, as equipes de apoio não podem prestar assistência mecânica aos competidores. Um desafio a mais para a Equipe Mitsubishi Petrobras. “Além de confinar os carros no parque fechado, a organização irá limitar o acesso aos competidores. Teremos que dormir todos juntos em área controlada em forma de acampamento. É um dia crítico em todos os aspectos”, explica Guilherme Spinelli que, ao lado do navegador Youssef Haddad, terminou o dia na 16ª posição, mesma colocação que ocupa na classificação geral. “Os dois ASX Racing estão em ordem. Iremos fazer uma manutenção básica e dar uma atenção especial ao conjunto de suspensão de competição, no qual, o fornecedor ainda não conseguiu resolver os problemas que temos enfrentado nos último dias”, explica Guiga. Etapa maratona segue neste domingo As duplas tiveram um elemento surpreendente durante a prova de hoje, incomum nessa região. “Encaramos muita chuva, trechos alagados e até com lama. Por conta dessa mudança de temperatura, o para brisa estava embaçando muito. Diminuímos um pouco o ritmo e até chegamos a parar para limpar, pois estava ficando perigoso”, disse Guiga. A prova de hoje foi entre Iquique, no Chile, e Uyuni, na Bolívia, com 717 quilômetros e 321 km de trechos cronometrados. A dupla Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminou o dia em 17º e se mantém entre os 10 melhores, na 9ª colocação. “Começamos em um ritmo muito forte”, afirma Carlos. “Mas depois diminuímos um pouco por ser etapa maratona. Melhor terminar os dois dias do que só um. Também embaçou nossos vidros e perdemos tempo limpando. Assim como nos outros dias, a suspensão de competição ainda não está 100%”, completa o piloto. Etapa teve dunas em direção à Bolívia Etapa 8 – 11 de janeiro Uyuni (BOL) / Iquique (CHL) Deslocamento: 24 km Especial: 781 km Total: 805 km Na segunda parte da etapa maratona, a Equipe Mitsubishi Petrobras encara o famoso Salar de Uyuni. A especial passará por um trecho de 100 quilômetros em estrada lisa de sal branco, com alta velocidade. Mas logo após esse trecho, a velocidade cairá bastante e o percurso fica mais travado. Os últimos 40 quilômetros serão nas dunas, com direito à famosa chegada em Iquique, onde fica a maior duna urbana do mundo. No ponto mais alto, está a 250m de altura, com direito a uma descida que se estende por quatro quilômetros. “Esta será a maior especial em quilometragem, mas teremos um longo trecho de deslocamento dentro dela, que é feito em velocidade controlada. Os dois ASX Racing estarão nas mesmas condições de hoje. Teremos pela frente um salar gigante, com alta velocidade. Mas já na segunda-feira teremos um dia de descanso, onde nossa equipe poderá fazer um check-up completo dos carros”, afirma Guiga.
Equipe Mitsubishi Petrobras volta ao Top 10 no Rally Dakar
Carlos Sousa / Paulo Fiuza estão na 8ª colocação da classificação geral. Guilherme Spinelli / Youssef Haddad terminam o dia em 18º e estão prontos para encarar a etapa maratona Fotos Mitsubishi/Divulgação O sexto dia do Rally Dakar teve um trecho cronometrado entre as cidades de Antofagasta e Iquique, no Chile, com 255 quilômetros pelas dunas do Deserto do Atacama. “Foi uma etapa fantástica, com fesh fesh e a última parte em dunas, que fomos bem. O ASX Racing está bom e a navegação foi impecável”, disse Carlos Sousa que, ao lado de Paulo Fiuza, completou o dia na 13ª posição, subindo para a 8º colocação na classificação geral, com 21h13min29. Sobre os problemas enfrentados com a suspensão, Carlos afirma que a equipe tem trabalhado ao máximo para resolver. “O carro está sendo muito resistente até agora. O problema é com o fornecedor da suspensão de competição, que requer um trabalho especifico para uma prova tão dura como o Dakar”, disse o piloto. “Hoje colocamos a faca nos dentes para chegar até o fim. Demos o máximo possível na segunda parte, pois o impacto da suspensão na areia é menor. Fomos bastante rápidos nesse trecho.” “O ASX Racing está bom e a navegação foi impecável” – Carlos Souza Com uma estratégia de equipe, Guilherme Spinelli e Youssef Haddad, que largaram à frente de Carlos e Paulo na etapa de hoje, abriram caminho para que eles pudessem passar e ir “escoltando” a dupla até o fim da especial. “Paramos para esperar o Carlos. Esse é o objetivo e estamos prontos para amanhã. A especial não era muito longa, mas bem dura, principalmente no inicio”, disse Guiga, que terminou o dia na 18ª posição e está em 21º no geral. “Tivemos bastante navegação por CAP, que é sempre mais complicado. Mas deu tudo certo”, afirma Youssef. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad terminaram em 18º Etapa Maratona Neste sábado será o início da etapa maratona. No fim do dia, em Uyuni, na Bolívia, os veículos são recolhidos ao parque fechado e as equipe de apoio não podem fazer a manutenção. “Teremos um deslocamento bem grande, com trechos em altitude e sem nosso apoio no fim do dia. É uma etapa super critica e importante”, explica Guiga. “Além de confinar os carros no parque fechado, a organização irá limitar o acesso aos competidores. Teremos que dormir todos juntos em área controlada em forma de acampamento. Será um dia crítico em todos os aspectos”, conclui. Diferentemente do que ocorre nas provas brasileiras, os competidores terão livre acesso aos veículos. “Podemos passar a noite mexendo em alguma coisa, se for necessário”, explica Youssef. “Mas nossa previsão é fazer uma manutenção básica no sábado a noite, trocar uma ou outra peça e fazer um check-up geral nos dois veículos”, afirma. São dois dias que passam a ser somados como um, totalizando 1.380 quilômetros e 553 km de especiais. “O fato do Guiga estar atrás de nós e nos auxiliando se precisarmos é um grande alívio. Psicologicamente, mesmo que não precisemos da ajuda, já é fantástico”, disse Carlos. “Queremos chegar bem à Uyuni e fazer a revisão nos carros. No outro dia, é só colocar as luvas e acelerar.” “São duas etapas sem assistência. Temos que ter mais precaução, dobrar a atenção aos avisos de perigo na planilha para que possamos poupar o carro”, garante Paulo. Etapa 7 – 10 de janeiro Iquique (CHL) / Uyuni (BOL) Deslocamento: 396 km Especial: 321km Total: 717 km Depois da calorosa recepção em Iquique, a Equipe Mitsubishi Petrobras parte em direção à Bolívia. A altitude será determinante, com trechos que podem chegar aos 3.500 metros.
Toyota atinge marca recorde de vendas no Brasil em 2014
Crescimento foi de 11% ante o volume do ano anterior A Toyota do Brasil alcançou em 2014 seu melhor desempenho em vendas na história. Com 195.453 unidades vendidas, a fabricante superou em 11% o recorde anterior de 177.081, registrado no ano de 2013. A performance ao longo do ano passado alavancou, também, a participação da Toyota no mercado total de automóveis no Brasil, chegando a 5,5%. O resultado é explicado, principalmente, pelo desempenho dos modelos fabricados pela Toyota no território nacional. A família Etios fechou o ano com 66 mil carros comercializados, um aumento de 6% sobre os emplacamentos de 2013. O Novo Corolla 2015, líder no segmento de sedãs médios, aumentou em 17% o volume de unidades vendidas, com 63 mil. A Hilux, líder no segmento de picapes médias a diesel, colaborou com mais de 43 mil vendas. O SW4, líder no segmento de SUVs médios, teve 13 mil veículos negociados. O utilitário esportivo urbano RAV4 colaborou com cerca de 8 mil automóveis. O Camry, com 127, e o híbrido Prius, com 76, foram os outros modelos que tiveram participação em um novo recorde de vendas da Toyota no Brasil. “Esta marca histórica de vendas no país se deve à estratégia da Toyota na manutenção de um ciclo de crescimento sustentável no mercado doméstico, além do sucesso obtido por todo o line up. Dentro deste plano, mantemos um aumento ano após ano no volume de vendas que dura desde 2003. O fortalecimento da rede de concessionários e a atuação de todos os nossos colaboradores da Toyota do Brasil, com base no esforço de promover a melhoria contínua, foram também fundamentais para este expressivo crescimento”, disse Koji Kondo, presidente da Toyota do Brasil.
Com prova no Deserto do Atacama, Equipe Mitsubishi Petrobras completa a quinta etapa do Dakar
Guiga e Youssef ficam em 18º Fotos Mitsubishi/Divulgação Já em território chileno, a Equipe Mitsubishi Petrobras percorreu 697 quilômetros entre as cidades de Copiapó e Antofagasta, uma região muita conhecida dos competidores e que esteve presente nas últimas edições do Rally Dakar. O trecho cronometrado foi longo, com 458 quilômetros em estradas de mineração e com muita areia e dunas, onde predomina o fesh-fesh, uma areia muito fina que se assemelha ao talco. Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminaram o dia na 19ª posição e estão em 11º na classificação geral. “Foi uma especial muito técnica. Infelizmente tivemos algum problema na suspensão logo no início e tive que diminuir o ritmo. Agora é nos juntarmos com a equipe para encontrarmos uma solução”, explica o piloto Carlos Sousa. “E nosso objetivo foi somente chegar”, completa. “A navegação foi muito complicada, pois havia muitas referências de perigo. Tivemos o azar de ter um furo de pneu no km 40 e fomos ultrapassados por três carros. Tínhamos o mesmo ritmo deles e ficamos na poeira. Num dia como hoje, o corpo sofre bastante. Mas bola pra frente”, afirma o navegador. Carlos Sousa e Paulo Fiuza estão em 11º Guilherme Spinelli e Youssef Haddad estão fazendo uma prova de recuperação após os problemas na terceira etapa. Largando em 21º, terminaram o dia na 18ª posição. “Foi uma especial longa, dura e com muita pedra. Tivemos que fazer mais da metade da prova mais lento por causa de outro competidor que não nos deixou passar. Mas nossos dois carros chegaram e é esse o objetivo”, comenta Guiga. “Daqui pra frente só teremos especial de deserto e estou satisfeito, pois estamos cada vez melhores nesse tipo de piso. Ainda temos muito a aprender, mas estamos confiantes. A cada especial conseguimos andar melhor”, festeja o piloto. Youssef explica que a especial de hoje tinham muitas referências próximas, fato incomum no Dakar. “E isso nos favorece, mas pegamos muita poeira. O fato das largadas serem a cada 30 segundos faz com que fiquemos muito próximos dos outros competidores”, explica o navegador. “É impressionante a exatidão das referências. Temos que parabenizar a organização pela planilha impecável no dia de hoje”, completa. Etapa 6 – 09 de janeiro Antofagasta / Iquique (CHL) Deslocamento: 392 km Especial: 255 km Total: 647 km A sexta especial do Rally Dakar sobe a costa do Pacífico em direção à Iquique, no Chile. O trecho será repleto de areia e dunas, beirando o mar até a cidade. A chegada não será pela tradicional descida da duna, como aconteceu nos outros anos, e sim, pelo centro da cidade. Para marcar a metade da prova, uma grande festa está marcada para o fim do dia, onde a população irá receber todos os competidores. “Amanhã é mais curto do que hoje, com uma característica bem parecida, com fora de estrada, estradas de mineração. Será assim daqui pra frente, com a chegada nas dunas de Iquique, que são sempre muito difíceis”, prevê Youssef Haddad.
Dakar cruza a Cordilheira dos Andes e equipe Mitsubishi sobe na classificação
Etapa teve mais de 300 km pelo Deserto do Atacama, o maior do mundo; Carlos Sousa / Paulo Fiuza agora estão na 7ª colocação da classificação geral Fotos Mitsubishi Divulgação Mais uma etapa muito cansativa no Rally Dakar. Após um deslocamento de 594 km e a travessia da fronteira entre Argentina e Chile a mais de 4.800 m de altitude, as duplas da Equipe Mitsubishi Petrobras enfrentaram um trecho cronometrado de 315 quilômetros pelo Deserto do Atacama, o maior e mais desafiador do mundo. Como recompensa ao chegar em Copiapó, Carlos Sousa e Paulo Fiuza ganharam duas posições na classificação geral e agora ocupam a 7ª posição. “Foi uma especial interessante, nosso primeiro contato com as dunas. No início, o trecho foi rápido, com fesh fesh. Logo depois, as dunas. Largamos um pouco atrás, tivemos um pouco de tráfego na parte inicial e depois do km 150 fomos sozinhos. Estamos satisfeitos por chegarmos ao final da especial, pois não é nada bom ficar parado no meio de um trecho de deserto”, brinca o português. Para o piloto, a melhor parte do dia de hoje foi andar sozinho pela especial, sem outros competidores ao redor. Gosto porque ficamos mais concentrados no terreno e fazemos nossa trajetória. Se pudesse, faria as especiais sempre sozinho, no meu ritmo”, comenta o piloto. Mas seu navegador, Paulo Fiuza, fica apreensivo quando estão muito sozinhos. “Chego a ficar com o coração na mão até passarmos pela referência correta”, disse. “Não me lembro de um início tão puxado como está sendo este Dakar”, completa Guilherme Spinelli e Youssef Haddad fizeram uma ótima prova e ganharam quatro posições na classificação geral, ocupando agora a 27ª colocação. “Hoje foi uma especial atípica para o carro, por causa da altitude e o início das dunas. Isso requer vários cuidados e temos que ficar o tempo todo monitorando. O turbo compressor do motor fica tentando ‘puxar’ o ar, que está rarefeito por conta da altitude, e isso é sempre prejudicial”, explica o navegador, que também é engenheiro da Ralliart Brasil. “No Brasil, não temos ralis em dunas, então não é nosso habitat natural. Estivemos nesta região chilena no fim do ano passado e conseguimos treinar um pouco. Essa foi a melhor especial em dunas que nós dois já fizemos juntos, Estávamos bem confortáveis, conseguimos relaxar e até nos divertimos. Foi uma especial bem completa, típica de Dakar”, completa Youssef. Guiga também compartilha a sensação do navegador. “Hoje foi um dia muito longo, é sempre cansativo cruzar os Andes. A especial foi exigente, com muitas estradas, serras com pedras e areia. Fizemos as dunas sem precisar descer do carro e num ritmo bom, dentro do nosso objetivo. O ASX Racing estava ótimo”, comemora Guiga. “O fato de termos cruzado dunas difíceis e grandes já é um bom resultado para nós. A nova configuração do carro ajudou muito. Foi a melhor especial de areia que fizemos juntos”, disse o piloto. Rally Dakar entra no Deserto do Atacama Estratégia de equipe Com os problemas enfrentados na terceira etapa, em que perderam um tempo valioso, Guiga e Youssef optaram por estar perto de Carlos Sousa e Paulo Fiuza, caso a dupla precise de alguma ajuda durante as especiais. No Rally Dakar, não é permitido que os competidores recebam ajuda externa, de suas equipes, apenas de competidores inscritos na prova. E a dupla agora tem papel fundamental para alcançarem um bom resultado. “Estamos em uma equipe e buscando o melhor resultado para o time. Como ontem tivemos um problema e perdemos muito tempo e o Carlos está entre os 10 primeiros, hoje largamos na frente e optamos por diminuir o ritmo para deixá-lo passar e ir escoltando ele o tempo todo. Caso tenha algum problema podemos ajudar”, explica Guiga. “Claro que vamos tentar andar rápido, mas estaremos sempre pensando pela Equipe”, completa. Etapa 5 – 08 de janeiro Copiapó / Antofagasta (CHL) Deslocamento: 239 km Especial: 458 km Total: 697 km Saindo de Copiapó, as duplas da Equipe Mitsubishi Petrobras terão pela frente trechos rápidos logo no início da especial, que exigirá muito cuidado e perícia na condução e navegação. Nesta região predomina o fesh-fesh, uma areia muito fina que se assemelha ao talco.
