Nissan compra 34% de ações da Mitsubishi e se torna seu maior acionista A Nissan Motor Co. Ltd. concluiu hoje a aquisição de uma participação de acionária de 34% na Mitsubishi Motors (MMC), tornando-se assim sua maior acionista. A Mitsubishi Motors fará parte da aliança global Renault-Nissan. Com a participação da Mitsubishi Motors, a Aliança estará entre as principais marcas automotivas do mundo em volumes globais, com vendas estimadas de 10 milhões de unidades no ano fiscal de 2016, que termina em março de 2017. Carlos Ghosn, Presidente e CEO da Nissan, anunciou que a Nissan e a MMC vão colaborar na compra conjunta, localização de peças mais forte, utilização de fábricas em sinergia, plataformas comuns de veículos, compartilhamento de tecnologias e uma expansão da presença combinada das empresas em mercados desenvolvidos e emergentes. “A combinação da Nissan, da Mitsubishi Motors e da Renault criará uma nova força no processo global de fabricação de carros”, disse o executivo. “Vai ser um dos três maiores grupos automotivos do mundo, com economia em escala, tecnologias inovadoras e capacidade de fabricação para produzir veículos para atender a demanda dos clientes em todos os segmentos de mercado e em todos os mercados geográficos em todo o mundo. ” Ghosn previu que, por meio da parceria com a Mitsubishi Motors, a Nissan teria como meta na sinergia 24 bilhões de ienes no ano fiscal de 2017, subindo para 60 bilhões de ienes no ano fiscal de 2018. Os ganhos vão contribuir para o aumento o lucro por ação de cerca de 4 ienes por ação no ano fiscal de 2017 e 10 ienes por ação no ano fiscal de 2018 – acima de qualquer acréscimo dos rendimentos ligados à participação global da Nissan na Mitsubishi Motors. A Nissan ofereceu sua assistência a pedido de Osamu Masuko, presidente e CEO da Mitsubishi Motors, em sequência à crise dos dados de consumo de combustível de modelos da empresa. As duas empresas têm cooperado na produção de kei-cars – veículos urbanos pequenos e com formato de carroceria normalmente quadrado – no mercado japonês nos últimos cinco anos. “Estamos comprometidos a ajudar a Mitsubishi Motors a reconstruir a confiança do cliente”, disse Ghosn. “Esta é uma prioridade, já que buscamos sinergia e o potencial crescimento a partir da ampliação dessa relação. ” Como parte desta estratégia, a Nissan nomeou quatro representantes para o Conselho da Mitsubishi Motors, incluindo Carlos Ghosn como presidente eleito. Os outros nomeados são Hitoshi Kawaguchi, chefe da área de sustentabilidade e diretor global de assuntos corporativos; Hiroshi Karube, controller global e gerente global de ativos; e Mitsuhiko Yamashita, atual representante da Nissan no conselho da Mitsubishi Motors. A pedido do Masuko, Yamashita entrou na empresa no início deste ano como vice-presidente executivo de desenvolvimento e como membro do seu comitê executivo. Ghosn anunciou uma série de outras mudanças de gestão, com vigência a partir de 1º de novembro, para lhe permitir continuar a se concentrar em manter a dinâmica da Nissan de desempenho e ao mesmo tempo apoiar Masuko na Mitsubishi Motors. Ghosn propôs ao Conselho da Nissan, que aprovou, a nomeação de Hiroto Saikawa, atualmente diretor-executivo, como oficial de co-presidente executivo. Saikawa será sucedido como chefe de competitividade por Yasuhiro Yamauchi, atualmente Vice-Presidente de Compras da Aliança. Veronique Sarlat-Depotte, atualmente vice de Yamauchi, assumirá como vice-presidente de compras da Aliança e diretora de compras da Renault e Nissan. Ela será apoiada por Makoto Uchida, que assumirá responsabilidade de compras da Nissan. Além disso, a pedido do Masuko, a equipe da MMC de gestão será reforçada pelo atual chefe de performancedaNissan, Trevor Mann, que se tornará diretor de operações da MMC. Mann será substituído por José Muñoz, que continuará como Presidente da região Norte-Americana da Nissan. Ghosn concluiu: “Em uma época de mudanças sem precedentes na indústria automobilística global, essa estratégia será uma aposta em nossos pontos fortes e nas capacidades de gestão para garantir o aumento da competitividade, melhores produtos para os nossos clientes e retornos atraentes para os acionistas.”
Final da Copa Troller será em Minas Gerais
Final da Copa Troller será em Minas Gerais A Copa Troller promove neste sábado a etapa final do campeonato Sudeste 2016, na cidade de Caeté, em Minas Gerais, fechando a disputa de ralis pelas trilhas mais radicais do País. A previsão é ter mais de 60 utilitários Troller T4 na decisão que continua em aberto, mostrando o alto grau de competitividade dos participantes. “Para a final da temporada da Copa Troller preparamos uma prova especial, mantendo o mesmo nível de dificuldade de outros ralis que foram muito elogiados pelos participantes”, conta Rogério Almeida, diretor de provas do evento. “São trilhas que alternam diversos tipos de piso para testar a navegação e a pilotagem das duplas”, completa. Para a categoria Passeio, realizada em comboio e destinada a famílias sem a necessidade de competição, foi reservado um percurso com belas paisagens na região de Caeté, que também promete muitos desafios. “Mesmo com o tempo seco conseguimos criar um percurso com belíssimos visuais, estradas de terra e até um atoleiro, que faz muito sucesso entre os trilheiros. Só nessa categoria esperamos ter mais de 20 carros”, diz Ricardo Menezes, diretor de prova da modalidade. A premiação da prova e do campeonato será realizada no Hotel Tauá Caeté, mesmo local da largada, com uma festa especial. A cobertura completa com imagens do evento poderá ser acompanhada na página da Troller no Facebook (www.facebook.com/trollerbrasil). As inscrições para a prova continuam abertas no site www.troller.com.br. A temporada 2016 da Copa Troller terá ainda um rali comemorativo em novembro, chamado Copa Troller Brasil, que será realizado em Itupeva, no interior de São Paulo, reunindo participantes de todo o País.
Picape Ranger Wildtrak confirmada para o Salão do Automóvel de São Paulo
Picape Ranger Wildtrak confirmada para o Salão do Automóvel de São Paulo Fotos Divulgação A Ford confirmou a presença da Ranger Wildtrak como atração especial no Salão do Automóvel de São Paulo, no próximo mês, em novo espaço para o evento na capital paulista, o São Paulo Expo. Ao lado da já anunciada F-150 Raptor, a Ranger Wildtrak mostra a força da Ford no segmento de picapes, do qual é líder mundial. Vendida como versão topo de linha em mercados da Ásia, Oceania e Europa, ela se diferencia pelo visual esportivo. Os seus equipamentos exclusivos incluem grade, para-choques, rodas de alumínio de 18 polegadas, maçanetas, retrovisores e rack com pintura especial. A cabine tem bancos, painel, portas e volante revestidos em couro com apliques ou costura na cor laranja. Seu motor é o 3.2 turbodiesel de cinco cilindros e 200 cv, com câmbio automático de seis marchas – configuração também disponível na linha no Brasil. O vão livre do solo de cerca de 23 centímetros, o ângulo de entrada de 28 graus e o ângulo de saída de 25 graus garantem facilidade de rodagem em qualquer terreno, sem esquecer a capacidade de submersão na água de até 80 centímetros. O bloqueio eletrônico do diferencial traseiro otimiza a tração em pista escorregadia. Como outros modelos da linha, a Ranger Wildtrak é um exemplo da nova tendência das picapes, que cada vez mais deixam de ser vistas apenas como um veículo de trabalho, ganhando mais conforto e tecnologia para o uso diário e viagens de lazer. Entre outros equipamentos, vem com alerta de manutenção na faixa, piloto automático adaptativo, câmera de ré, sensor de estacionamento e controle adaptativo de carga, que trabalha em conjunto com o controle eletrônico de estabilidade. Seu sistema de conectividade SYNC, com tela de 8 polegadas, oferece comandos de voz para telefone, navegação, música e climatização.
Conhece Aldo Meliani, o grande restaurador de veículos militares?
Aldo Meliani – Um fantástico legado No dia 10 desse mês, perdemos um amante nato do Jeep original; de seu conceito e sua utilização. Referente o que se refere à história, preservação e restauração de veículos militares antigos, com menção ultra especial aos mágicos Jeep Willys e Ford, o paulistano Aldo Meliani era um dos maiores conhecedores do tema. Vamos lembrar que ele estava lá, na linha de produção, quando a Willys Overland fabricava seus primeiros modelos nessas terras. Uma paixão consumada e continuada em uma história tão bonita, quanto rara. Na matéria a seguir, vamos lembrar a matéria que Juliana Santos fez com o “seu Aldo”, em 2002. Página da História* Preservar a história através do automobilismo é a função de Aldo Meliani, restaurador de carros 4×4 antigos e militares. O mecânico conta com experiência de quase meio século, representada pela passagem como funcionário na Willys Overland do Brasil Texto Juliana Santos fotos Donizetti Castilho e Juliana Santos Arquivo Pessoal As mãos habilidosas de Aldo Meliani desempenham um papel inédito e muito importante para conservar a história. Elas mantém viva o passado através da restauração de jipes antigos e veículos militares, alguns deles usados na Segunda Guerra Mundial. O simpático senhor de 64 anos, mecânico e restaurador, é uma fonte viva de informação sobre qualquer modelo, marca ou ano destes carros, pelos quais se apaixonou há quase 50. “ O povo brasileiro é curto de memória. Se há presente, houve passado e haverá futuro. São três tempos diferentes, mas um depende do outro”. Desde os sete anos de idade, Meliani já observava, em sua rua, um Jeep 42 acompanhado de um caminhão GMC, que fazia um trabalho muito interessante. Eles vinham buscar pombos-correio que o vizinho criava para o exército. Vendo constantemente aquela cena, Meliani estabeleceu um ideal: o primeiro carro de sua vida seria um Jeep 42. E realmente foi, o qual possuí até hoje. Apesar do pai ser marceneiro, Meliani já sabia desde cedo – 15 anos de idade – que queria ser mecânico. Certo da escolha, procurou uma oficina próxima a sua casa e lá teve os primeiros contatos com o ofício. O fascínio que os veículos exerciam no (até então) aprendiz de mecânico era tanto, que ele começou a guardar todos os jornais e revistas da época sobre o assunto. Além dos recortes, Meliani foi comprando vários manuais em concessionárias e recolhendo sobras nos quartéis. Hoje, o acervo tem quase 2 mil unidades consultadas por gente de todo Brasil. Aos 20 anos, o mecânico trabalhou na extinta Willys Overland do Brasil – no sentido literal da palavra, a “fábrica de sonhos” de qualquer off-roader. O contato diário com verdadeiro Jeep aumentou ainda mais o gosto e a vontade de possuir uma daquelas máquinas, quase inacessível no tempo em que ainda havia muitas carroças nas ruas. Na Willys, Meliani ficou somente dois meses – maio a julho 1958 –, atuando na linha de produção, onde saíam 90 motores por dia. E o trabalho não foi fácil. “Se tivesse de ir ao banheiro tinha de apertar um botão e uma pessoa vinha no lugar”. Como o única tarefa que realizava era “apertar parafusos”, ele decidiu sair da Willys e buscar novos horizontes. “Eu queria aprender a fazer reforma geral. Queria trabalhar em um lugar onde pudesse mexer em tudo”, contou. E o local que definitivamente deu oportunidade a Meliani “destrinchar” as viaturas foi a Prefeitura de São Paulo. Lá, o mecânico passou por várias seções, fazendo manutenção de caminhões, picapes, ambulâncias e, é claro, jipes. Segundo o restaurador, naquela época, a Prefeitura tinha duas frotas de jipes – 200 carros aproximadamente –, uma da Secretaria de Finanças e outra do Departamento Jurídico. Havia necessidade dos 4×4 nestes setores porque as Finanças, para fazer levantamento dos impostos, tinha de ir para todos os lugares da cidade, inclusive os mais difíceis. E o Jurídico, conseqüentemente entregava intimações em São Paulo inteira, quando necessário. “Senti saudades de algumas pessoas especiais, e também do serviço, que eu gostava muito”. Na Prefeitura, onde permaneceu 33 anos, Meliani trabalhava 12 horas por dia, dia sim outro não, e naqueles intervalos, atuava em uma oficina de militares, cujos donos eram um capitão e um sargento do exército. Por intermédio deles, realizou seu sonho: comprou seu Jeep 42, no ano de 1967. Depois do exército, Meliani foi o primeiro e único dono do Jeep, adquirido no Parque Regional de Motomecanização da Segunda Região Militar/Ministério da Guerra. O Jeep, que levou 20 anos em uma reforma ficou totalmente original, é invejado por muitos. “Meu Jeep eu não vendo. Inclusive, um camarada fez um cheque em branco e disse ‘põe o preço’”. Já aposentado, o experiente mecânico não parou de trabalhar. Abriu uma oficina de restauração – uma das poucas que executam este serviço no Brasil – e trabalha artesanalmente na recuperação destas raridades, detalhe por detalhe. A paixão de Meliani se extendeu ao filho, Ângelo, companheiro de trilhas e trabalho. Observando a arte do pai, Ângelo repetiu a história: recortava tudo sobre 4×4 e militares e catalogava. Ainda menino, lia uma publicação sobre mecânica e ficava impressionado como os restauradores transformavam “aquele monte de ferro jogado” em um calhambeque. “Eu olhava as ferramentas, os recortes e comecei a entender que lendo o manual você consegue montar direito um carro”, explica Ângelo, que assim como o pai, também teve um Jeep como primeiro carro de sua vida. Hoje, seu entusiasmo supera o do pai, que diz: “o Ângelo é mais sonhador que eu”. Matéria originalmente publicada na Revista 4×4&Cia, edição 104, de 2002.
Belas trilhas de Apucarana (PR) foram palco de prova do Rally Paraná
Belas trilhas de Apucarana (PR) foram palco de prova do Rally Paraná Clima perfeito garantiu muita diversão para os competidores, famílias e amigos que participaram da quinta etapa do campeonato Por Silvana Grezzana Santos Fotos Lucas Antonio A 5ª Etapa e penúltima do Rally Paraná foi com sol, calor e temperaturas agradáveis no último sábado, 15 de outubro, realizada na cidade de Apucarana (PR). A disputa foi ponto a ponto em todas as quatro categorias (Master, Graduados, Turismo e Light), mostrando o ótimo nível de competidores inscritos no evento que conta pontos para o Campeonato Paranaense de Regularidade 4×4. “A prova foi sensacional”, disse Vanderlei Hirt, diretor e organizador do Rally Paraná. A chuva que precedeu a etapa trouxe bastante trabalho para a organização. “De última hora foi necessário mudar o local de recepção, largada e almoço de premiação para o Barracão Off Road, pois as chuvas atrapalharam obras que estavam sendo realizadas no JCA – Jeep Clube de Apucarana”, contou. Os competidores enfrentaram três etapas em 120 quilômetros de percurso na sua maioria em plantações de cana-de-açúcar de muita diversão, nos balaios e trilhas preparadas para a disputa. “Nesta sexta-feira e sábado não choveu, por isso acabou secando grande parte do percurso planejado. Na categoria Master, os vencedores foram Leandro Moor e Weidner Moreira, que competiram pela primeira vez juntos. Leandro foi campeão da primeira edição do Rally Paraná em 2013 e retornou para mais uma conquista. “A etapa estava bem rápida e com bastante navegação, onde tivemos que ficar bem concentrados. Como piloto a prova esteve no ponto ideal, com várias mudanças de média e muitas pegadinhas. O meu navegador estava de passeio na cidade e formamos dupla para essa prova e deu tudo certo”, comemora o piloto. Durante e após a etapa, piloto e navegadores elogiaram bastante o trajeto, medidas, médias e balaios que foram cuidadosamente preparados para o dia de disputas, assim como o almoço do Ferra Mula e a receptividade do Jeep Clube de Apucarana. “Então estou com a sensação de missão cumprida!”, destacou o organizador. O Rally Paraná, que está em sua 4ª edição, tem patrocínio de Ouro Trilha Eurocar, Zenz Bonés, Dispauto, Barracão do Jeep, Mamute Off Road, Fábrica das Cópias, Palácio das Cópias e, apoio local, do Jeep Clube de Apucarana, Barracão Off Road, Fusca Clube Apucarana. A supervisão é da Federação Paranaense de Automobilismo. Apuração da Totem. Resultado da quinta etapa Master 1º) #11 Leandro Moor/ Weidner Moreira, Apucarana/PR e Juiz de Fora/MG, Pajero Full, 65 pontos 2º) #10 Hamilton Medeiros / Marcos Maia Panstein Melado, Curitiba/PR, Troller, 60 3º) #2 Roberto Ardigo / Jhonatan Ardigo, Apucarana/PR, Troller, 57 4º) #6 Andre Pereira de Queiroz / Willian Santos, Curitiba/PR, Troller, 49 5º) #8 Victor Pudell / Caio Boscolo, Toledo/PR, Troller, 37 Graduados 1º 109 Mauri Glir Junior / Henrique Glir, Curitiba/PR, Troller, 54 pontos 2º 104 Irineu Pedroso / Arthur Scotton, Cascavel/PR, Troller, 49 3º 101 Marcelo Sapateiro / Rafael Pinto Curitiba/PR, Troller, 49 4º 107 João da Ranger / Bryan Hirt Marques Apucarana/PR, Troller, 46 5º 110 Agnaldo Reis / Andre Reis Apucarana/PR, Troller, 45 Turismo 1º) 204 Leonardo Borges Menarim / Adriana Micheli, Castro/PR, Troller, 70 pontos 2º) 212 José Maluf / Hugo Boscolo Toledo/PR, Troller, 59 3º) 202 Dirceu Salla / Leonardo José de Farias, Curitiba/PR, Troller T4, 48 4º) 203 Marcos Latorama / André Latorama, Umuarama/PR, Troller, 45 5º) 201 Deonilson Salla (polaco) / Emerson Coleti, Curitiba/PR, Troller T4, 43 Mais informações: Site:www.rallyparana.webnode.com Facebook: RallyParanaPR Calendário Campeonato Paranaense de Rally 4×4 Etapa 1 – 27 de fevereiro – Cascavel Etapa 2 – 07 de maio – Castro Etapa 3 – 09 de julho – Apucarana Etapa 4 – 27 de agosto – Rally do Cachorro Louco – Curitiba Etapa 5 – 15 de outubro – Apucarana Etapa 6 – 10 de dezembro – Rally da Meia Noite – Curitiba
Adventure Sports Fair registra movimento intenso e expositores ligados ao automobilismo off-road
Adventure Sports Fair registra movimento intenso e expositores ligados ao automobilismo off-road Datas da edição 2017 da feira são anunciadas; programação de palestras e oficinas foi muito procurada Fotos Divulgação/Lufe Schubert e Claudio Ferreira Martins Santos A 17ª edição da Adventure Sports Fair, que aconteceu entre 12 e 16 de outubro no São Paulo Expo, teve intenso movimento. Mais de 25 mil visitantes lotaram o pavilhão de exposições e a área externa do evento para conhecer, praticar e saber mais sobre os esportes e o turismo de aventura. Sempre com longas filas, o tanque de mergulho foi uma das atrações interativas mais concorridas, recebendo mais de 1.000 aspirantes a mergulhadores neste ano, recorde da atração na história da feira. Ao sair da experiência submersa, a estagiária da área de turismo Júlia Oliveira, 20 anos, estava maravilhada. “Achei sensacional. É realmente muito bom, e nos falaram que no mar é três vezes melhor. Se no tanque já é demais, no mar deve ser realmente incrível”, afirmou ela, que teve contato com a modalidade pela primeira vez. Dois circuitos de automodelismo oferecidos pela Bardahl, apoiadora oficial da feira, também atraíram a atenção de muita gente, assim como a parede de escalada, queridinha do público. Animados também estavam os expositores, que tiveram a chance de apresentar seus produtos e ainda fechar muitos negócios durante os cinco dias da Adventure Sports Fair. Representante da Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul, Edna Slavec destacou a relação do estado com o amante dos esportes e turismo de aventura. “Os aventureiros gostam muito do Mato Grosso do Sul. Estamos muito satisfeitos com a organização, fomos muito felizes aqui. Ficamos exauridos de tanto falar com os visitantes. Estamos levando inúmeros cartões de visita, muitos contatos de pessoas que não vêm só visitar (o estande), mas que vêm com a finalidade de viajar. O fechamento de negócios foi excelente, estamos agradecidos.” Fundador da feira, Sergio Bernardi qualificou a edição deste ano como vitoriosa. “Tivemos um bom conteúdo, mantivemos as atrações interativas e trouxemos temas importantes à discussão. O FITS (Fórum Interamericano de Turismo Sustentável), por exemplo, abordou temas relevantes sobre a sustentabilidade no turismo. Contamos também com importantes marcas do setor automobilístico, o que agregou bastante à feira, e as atrações externas também merecem destaque. De maneira geral, o evento serviu para dar um novo impulso ao mercado como um todo.”, disse ele, confirmando que o volume de negócios transacionados durante e após a feira deve superar R$ 12 milhões. Palestras, oficinas de aventura e Fórum Além das atrações interativas, no último dia de Adventure Sports Fair os visitantes puderam assistir a uma série de palestras. Filhas de Amyr Klink, Laura, Tamara e Marininha falaram sobre suas férias na Antártida e as experiências que viveram ao lado do pai. Já o montanhista Odair Henrique Neto ministrou a oficina de aventura “Montanhismo: iniciando a vida de aventureiro”, na qual deu dicas para quem está começando a praticar a atividade. “A importância da feira é aproximar as pessoas das atividades para renovar a base de praticantes e impedir que envelheça”, analisou Neto. Outro ponto alto da programação foi o FITS (Fórum Interamericano de Turismo Sustentável), que contou com a presença de representantes do Ministério do Turismo, do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e do SENAC, entre outras importantes entidades de meio ambiente como a SOS Mata Atlântica e de turismo de aventura. “Tivemos uma tarde de apresentações de casos positivos onde a vontade de fazer se impôs frente às dificuldades e os resultados se sobressaíram aos problemas. Parabéns a todos.”, afirmou Claudio Maretti, Diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial do Instituto. Para completar, algumas celebridades como os atores Caio Castro, Max Fercondini e Amanda Richter, também estiveram presentes na feira para conversar com o público. A próxima edição da Adventure Sports Fair já tem data para ocorrer: de 26 a 29 de outubro de 2017, novamente no São Paulo Expo.
Picape Ford F-150 Raptor com mais de 450 cv será atração da marca no Salão de São Paulo
Picape Ford F-150 Raptor com mais de 450 cv será atração da marca no Salão de São Paulo A Ford anunciou os números finais de potência da nova F-150 Raptor 2017, que desenvolve 456 cv e 70,5 kgfm de torque, com o novo motor 3.5 EcoBoost de duplo turbo. Essa picape esportiva e de grande desempenho no uso off-road será uma das atrações da marca no Salão do Automóvel de São Paulo. A linha F-150 é a mais vendida dos Estados Unidos e um símbolo de inovação da marca. Como os demais modelos, a Raptor 2017 tem carroceria de alumínio de nível militar, chassi de aço de alta resistência e é cerca de 220 kg mais leve que o modelo 2014. A transmissão de 10 marchas também é nova, assim como o exclusivo sistema de tração 4×4. Sua caixa de transferência tem funcionamento sob demanda para rodagem diária e bloqueio mecânico para fora de estrada severo. Ela é a única da linha Ford a contar com seis modos de gerenciamento para diferentes tipos de terreno: normal, esporte, tempo, lama/areia, rocha e baja. O sistema 4×4 sob demanda garante ótima dirigibilidade com mau tempo na cidade. O modo Baja, além de bloqueio mecânico da tração 4×4, otimiza a resposta do acelerador, do câmbio e do turbo para aumentar a capacidade off-road. Os novos algoritmos adaptativos de troca da Raptor monitoram em tempo real mais de uma dúzia de sinais do motor e do motorista para garantir a marcha certa no momento certo e uma experiência de direção envolvente. A economia de combustível também aumentou mais de 20%, incluindo sistema auto start-stop de desligamento nas paradas. “A Raptor foi projetada para ser uma máquina de desempenho off-road sem concessões”, diz Matt Tranter, supervisor de engenharia da Ford Performance. “Por isso trocamos o bloco V8 de ferro fundido pelo V6 GTDI EcoBoost de alumínio de alta potência, desenvolvido para oferecer cerca de 40 cv de potência e 10,5 kgfm de torque a mais que a Raptor anterior”.
Primeiro Discovery Sport nacional desbrava dunas do Rio Grande do Norte
Primeiro Discovery Sport nacional desbrava dunas do Rio Grande do Norte Depois de percorrer centenas de quilômetros pelo Jalapão, a primeira unidade do Discovery Sport produzida na recém-inaugurada fábrica da Land Rover em Itatiaia desbravou as dunas do Rio Grande do Norte. O veículo, junto com o Range Rover Evoque também produzido em Itatiaia, está percorrendo os mais belos lugares do Brasil em uma jornada chamada “Filhos Deste Solo”. Toda a ação está sendo filmada e dará origem a uma série de quatro episódios que serão exibidos a partir de novembro no Canal Off. A jornada no Rio Grande do Norte começou em Natal e seguiu até o vilarejo de Ponta do Mel, passando pelo Santuário Ecológico de Pipa, São Miguel do Gostoso e Galinhos. Ao todo, foram mais de 600 quilômetros percorridos em uma região de paisagens deslumbrantes e diversos tipos de terrenos, principalmente areia, asfalto e cascalho. O modelo chegou ao mercado brasileiro em março de 2015 e em poucos meses se tornou o mais vendido veículo da Land Rover no Brasil e o SUV premium mais vendido do país no primeiro semestre deste ano, com 1.830 unidades comercializadas. Inicialmente importado da Inglaterra, o Discovery Sport passou a ser produzido na fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia junto com outro grande sucesso da marca, o Range Rover Evoque. A expedição “Filhos Deste Solo” mostra os primeiros modelos que saíram da fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia, mais do que serem feitos no Brasil, são produzidos por brasileiros, e para brasileiros.
Força da mulher brasileira no Rainforest Challenge
Força da mulher brasileira no Rainforest Challenge Pilota do Brasil radicada em Foz do Iguaçu integra dupla que quer mostrar força da mulher brasileira em competição off Road Trial na Malásia Lama. Muita lama. Na cara, inclusive. E nada de usá-la para fins estéticos ou medicinais. Para Fabiana Martins e Julieth Zanelato, a lama serve a outro propósito: doses cavalares de adrenalina, obtidas nas diversas competições Off Road em que participam. O próximo destino da dupla já está confirmado. É a Malásia, palco do Rainforest Challenge, maior competição de Off-Road Trial extremo do planeta, que neste ano ocorrerá entre os dias 26 de novembro e 6 de dezembro. Única representante do país até o momento na competição, a dupla brasileira terá ainda uma responsabilidade extra na aventura: mostrar que o papo de “sexo frágil” é mesmo coisa do passado. Em meio a pilotos das mais diversas nacionalidades, as brasileiras estão dentre as poucas mulheres competindo. “Nas quatro rodas, batalhamos frente a frente com os homens”, revela Fabiana (ou Fabi, como é conhecida no meio competitivo). Essa será a segunda vez que a piloto, radicada atualmente em Foz do Iguaçu – PR irá se aventurar pelas florestas da Malásia — a primeira incursão foi em 2014, quando viajou a convite da organização do evento e competiu em um UTV. Os bons resultados somados a experiência adquirida em competições similares no Brasil fizeram o convite se repetir neste ano. “Não tem como recusar um chamado desses”, brinca a competidora. “É a oportunidade de mostrar o talento e a garra da mulher brasileira em competições dessa natureza”, avalia, garantindo que irá representar o país “com unhas e dentes”. Também com forte currículo, Julieth irá debutar na Malásia, na condição de copiloto. A atleta de Campos dos Goytacazes – RJ espera utilizar a experiência adquirida nas competições brasileiras a seu favor. “Estou muito entusiasmada. Será minha primeira competição internacional e espero começar com o pé direito”, revela. A estréia de Julieth será também a estréia da dupla com Fabi. “Minha copiloto não poderia competir e felizmente encontrei a Julieth, talentosa e cheia de disposição”, conta Fabi. > Além de competir, elas planejam fazer um diário virtual nas redes sociais para contar detalhes da aventura. O Brasil fica na torcida para que a dupla tenha bastante sucesso no outro lado do mundo! Rainforest Challenge — Criado em 1997 na Malásia, o Rainforest Challenge (RFC) é hoje a competição de Off-Road Trial extremo com maior representação internacional do mundo, reunindo competidores de diversos países da Europa, Asia e América. Os pilotos se aventuram durante 12 dias pelas florestas tropicais malaias, famosas pelo clima extremamente quente e úmido. “As condições não são fáceis”, revela Fabi. A temperatura é alta e as chuvas são muito fortes, o que aumenta o desafio”, explica. Fauna e flora exuberantes, insetos de toda natureza e encontros “surpresa” com animais selvagens dificultam ainda mais a participação dos competidores. A boa preparação física e, mais importante, a preparação psicológica são condições fundamentais para superar os obstáculos e dificuldades presentes no evento. O Rainforest Challenge testa “homens e máquinas”. E não poderia ser diferente. Inteiramente localizada em zona tropical, a Malásia possui um clima semelhante ao da Região Norte do país. O sucesso da competição fez com que o RFC se expandisse para outras regiões do planeta. Índia e Rússia receberam suas edições de evento este ano, mas a prova malaia segue sendo a mais tradicional, o evento “mãe” tanto pelo componente histórico quanto pelo desafio proporcionado pelas condições climáticas e geográficas. “Tenho muita honra em participar das competições brasileiras, no entanto, esta prova na Malásia é garantia de muito aprendizado e experiência. Sonho em trazer uma edição deste evento ao Brasil, bem como levar outros competidores para a Malásia e assim, proporcionar a todos a oportunidade de participar da maior competição Off-Road Trial do mundo”, diz Fabi.
Troller lança nova grife e loja online
Troller lança nova grife e loja online A Troller lança para venda na internet sua nova grife de produtos. Criada para atender os fãs de off-road, a coleção da Troller Store On-line inclui camisetas, bonés, calçados e roupas infantis, além de outros produtos licenciados como pen-drives e kit de montagem da miniatura do utilitário T4. Os artigos seguem o visual esportivo e aventureiro que caracteriza a marca. Eles podem ser encontrados no site www.trollerstore.4takes.com.br, com pagamento por cartão de crédito ou boleto bancário, e remetidos via Correios. Marca brasileira pertencente ao Grupo Ford, a Troller tem muitos aficionados que participam de várias atividades no mundo off-road como a Copa Troller, que reúne profissionais e amadores em um campeonato nacional de rali de regularidade. Nestes eventos, realizados em diversas regiões do País, sempre há uma grande procura do público por produtos da grife Troller. “Com o crescimento do comércio eletrônico, podemos atender um número maior de interessados nos produtos exclusivos da marca Troller. Assim, vimos a necessidade de ampliar o alcance da nossa grife, ao mesmo tempo em que aumentamos a exposição da marca e disponibilizamos mais um canal de vendas. Anteriormente, esses produtos só podiam ser adquiridos na rede de distribuidores da marca”, afirma Carla Freire, supervisora de Marketing e Vendas da Troller. Na Troller Store On-line, os clientes podem adquirir diretamente no site os produtos da coleção 2016. Os preços apresentados são os mesmos dos praticados nas lojas dos distribuidores, com o acréscimo do valor do frete da região.
