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Nova Ford Ranger será a primeira picape com 5 anos de garantia

Nova Ford Ranger será a primeira picape com 5 anos de garantia   A Ford anunciou que a Nova Ranger 2017 terá cinco anos de garantia. Ela é a primeira picape no Brasil a contar com essa marca, especialmente considerando as condições de rodagem desse tipo de veículo, usado tanto no lazer quanto no trabalho. Além da garantia de cinco anos, ela conta com um novo plano de revisões com preço fixo que reduz o custo total de posse. Com apenas uma revisão a cada 12 meses ou 10.000 km durante os três primeiros anos de uso, gera uma substancial economia comparado ao modelo anterior. Na garantia de fábrica está incluída a cobertura total da picape. “O pós-venda é muito importante para o consumidor de automóveis e ainda mais para o de picapes, um veículo feito para enfrentar todo terreno e diferentes tipos de trabalho, do qual se espera muita resistência e durabilidade”, diz Katia Ribeiro, supervisora do Produto da Ford. “Essa garantia inédita de cinco anos é uma prova da confiança que temos na qualidade do produto. A Ranger tem muita tradição, conta com clientes fiéis e vem sendo aprimorada há muitos anos. Agora, ela atinge um novo patamar usando toda a experiência da engenharia da Ford, a marca líder mundial em picapes.” Redução de custos Na versão topo de linha 3.2 Diesel Limited, por exemplo, a redução de custos de manutenção é de 34%. O plano com três revisões têm um custo total de R$2.464,00, assim dividido: aos 12 meses ou 10.000 km: R$648,00; aos 24 meses ou 20.000 km, R$808,00; e aos 36 meses ou 30.000 km, R$ 1008,00. Na versão 2.2 Diesel XLS, a redução é ainda maior: 39%. Aliado a isso, o preço fixo é um fator que aumenta a transparência e a confiança no relacionamento do cliente com os distribuidores da Rede Ford. A cesta básica de peças da Nova Ranger também chega a ser até 80% mais barata que a da concorrência, de acordo com levantamentos usados como referência no mercado. A Nova Ranger será apresentada esta semana para a imprensa latino-americana em Puerto Iguazu, na Argentina. Ela traz visual e desempenho renovados, tecnologias exclusivas na categoria e manutenção econômica. Mais detalhes da linha serão divulgados no lançamento.  

Sol forte nas trilhas do Rally Rota da Amizade

Sol forte nas trilhas do Rally Rota da Amizade     Sol a pino, a primeira edição do Rally Rota da Amizade largou às 14h da Praça da Catedral Santa Terezinha. Temperatura alta dentro e fora das trilhas em uma disputa acirrada pelo topo do pódi Tudo saiu conforme o “script”… Pensado e preparado nos mínimos detalhes, o 1º Rally Rota da Amizade foi realizado neste último sábado, 02, na cidade de Joaçaba, SC, reunindo duplas catarinenses, gaúchas e paranaenses. O certame foi promovido pela Secretaria de Estado de Turismo e Cultura e Esporte de Santa Catarina e pela Santur, em mais uma iniciativa da Rota da Amizade Convention & Visitors Bureau. Para saudar os participantes, o Sol raiou forte no oeste de Santa Catarina, ultrapassando os 35 graus. A competição teve início às 14h, a partir da Praça da Catedral Santa Terezinha, ao lado do Teatro Alfredo Sigwalt. Foram quatro horas de prova, em um roteiro de 110 quilômetros que passou por propriedades particulares destinadas ao cultivo de pinus e mate. Amigos, amigos… Disputas à parte Sim… O clima entre as equipes é extremamente amistoso e os ralis funcionam também como um momento de encontro entre pilotos e navegadores que, além da competição, aproveitam para se descontraírem. Entretanto, quando estão dentro das trilhas, todos tem um único objetivo: a vitória! E eles levam isso muito a sério, e é por este motivo que o rali é o esporte que mais cresce no País. E, em mais um combate acirrado, o título da Máster foi definido no critério de desempate. Leandro Pereira Moor e Claudio Roberto Flores obtiveram uma mínima vantagem de Gustavo Schmidit e Ivo Renato Mayer; ambos fizeram 32 pontos. “Foi um roteiro interessante, com bastante reflorestamento. O percurso estava bem medido e, como choveu dias antes do evento, havia lama e curvas escorregadias, tornando o certame técnico. Por ser a primeira edição do Rally Rota da Amizade, essa vitória se torna ainda mais especial para nós. Valeu os nossos esforços e no ano que vem estamos de volta”, afirmou Moor. Na Graduados, os gaúchos Aurélio Bihalva e Tiago Poisl subiram no topo do pódio. “Prevíamos dias de chuva e piso molhado, mas tivemos tempo seco, com misto de lama, pedras, e subidas e descidas, em uma área ótima. Ficamos o tempo inteiro envolvidos com as nossas responsabilidades, mantendo a concentração, algo que foi difícil, principalmente, por conta do calor”, contou o navegador Poisl. A dupla Wivalde Jona Liebl e Adimar Diego Mühlbauer foi a melhor pela categoria Turismo. “Para mim faltou um pouco de chuva”, brincou o piloto Liebl, que citou como principal obstáculo o tipo de terreno (ao que se referia as pedras) que é diferente ao que está acostumado (barro). Para encerrar, na categoria Cidade, o primeiro lugar ficou com Henry Ritter Kirst e Aline Engelmann. “Apesar de sermos da região – Piratuba – não conhecia alguns pontos do trajeto e vi trilhas interessantes. O nosso maior desafio foi quando anoiteceu e ainda estamos em prova, isso exigiu da navegadora que teve de ficar bem atenta a planilha. Juntos, mantemos a concentração e decidíamos a melhor estratégia para alcançarmos o pódio. Essa foi a receita do nosso sucesso”, contou o piloto. Ainda, quem tem veículo 4×2, pôde participar deste encontro e viveu momentos de incrível aventura sem danificar o carro (o roteiro foi diferenciado das demais categorias). Pela Graduado 4×2,os melhores foram Maicon Sganzerla de Carvalho e Marcio Camaroto. “Superamos os obstáculos com determinação e mostramos a nossa capacidade. Nossa estratégia foi confiar no nosso entrosamento e não cometer erros”, declarou o navegador Camaroto. E fechando com chave de ouro o Rally Rota da Amizade, na Novato 4×2, Vinicius Allo e Helison Pasinato foram os mais regulares. “Superação. Prestamos atenção em todos os entraves, com a maior atenção possível, além de apostarmos na parceria da dupla”, salientou o piloto Allo. A festa de premiação começou às 20h no BS Restaurante. Classificação – 1º Rally Rota da Amizade Categoria Máster 1º Leandro Pereira Moor e Claudio Roberto Flores, 32 pontos 2º Gustavo Schmidt e Ivo Renato Mayer, 32 pontos 3º Daniel Maffi e Enedir Silva, 25 pontos 4º Eduardo Moser e Fernando Hostins, 25 pontos 5º Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky, 22 pontos Categoria Graduados 1º Aurélio Bihalva e Tiago Poisl, 32 pontos 2º Everton Gratt e Wesley Sari, 32 pontos 3º Rafael Cabongue e Bruno Eduardo Lindemann, 26 pontos Categoria Turismo 1º Wivalde Jona Liebl e Adimar Diego Mühlbauer, 32 pontos 2º Edson Ziolkowski e Roberto Frey, 32 pontos 3º Rogério Acunha e Gustavo do Amaral Plieski, 26 pontos 4º Jeferson da Silva e Giane Maria Sohne, 24 pontos 5º Norton Martins e Gustavo Dal Bo Freccia, 22 pontos Categoria Cidade 1º Henry Ritter Kirst e Aline Engelmann, 30 pontos 2º Lenoir Paza e Mauricio Ibrahim, 30 pontos 3º Claudemir Hubner e Evaldo Martin Schulze, 27 pontos 4º Eloi Petry e Naor Petry, 27 pontos 5º Marcelo Bueno da Silva e Fábio Bortoluzzi, 20 pontos Categoria 4×2 Novatos 1º Vinicius Allo e Helison Pasinato, 34 pontos 2º Felipe José Mardule e Giovane luiz Sales, 27 pontos 3º André Bruno Buttner e Jair Antonio da Silva Filho, 23 pontos 4º Geanpaulo Pasa e Alessandro Rodrigues, 22 pontos 5º Adilson Silva e Mariana linai Bonotto, 21 pontos Categoria 4×2 Graduados 1º Maicon Sganzerla de Carvalho e Marcio Camaroto, 34 pontos      

O Jeep Renegade, em versão mais preparada para a aventura

O Jeep Renegade, em versão mais preparada para a aventura     Já imaginávamos  que o Renegade, o mais “urbano” entre seus pares da Jeep, começaria a ser equipado, principalmente a versão Trailhawk, o mais apimentado da prole. A MCustoms, empresa especializada na personalização e customização de veículos, mostra um Trailhawk com maior altura do solo e pneus maiores. “Temos aqui um Trailhawk equipado com kit de suspensão de 1,5”, trata-se da versão TrailRawk, mesmo sendo a versão mais completa da linha, ainda faltava algo…. maior vão livre, um “gas” a mais no acelerador e um item indispensável para qualquer off-road, o snorkel.”, falou Marcelo José Chibirca, o diretor da MCustoms.     “Na suspensão utilizamos o kit da empresa norteamericana DayStar,  aparentemente simples, mas rico em detalhes e funcionalidade.  Calçamos esse Jeep com pneus KM2 na medida 235″ x 70″ 16. para transpor trechos alagados contamos com o Snorkel da OGZ, fabricante nacional de excelente qualidade. E para dar aquela empurrada no conjunto todo, utilizamos o “Chip de Pedal” da GasChip, produto que apresenta tecnologia europeia a serviço dos brasileiros, muito útil para eliminar o lag/delay/atraso presente em todos os aceleradores eletrônicos dos veículos.”, informou Marcelo     Segundo o responsável, a dirigibilidade do veículo ficou excelente, manteve seu controle de estabilidade inalterado e não perdeu em conforto, tanto na condução urbana como no off-road. Esse ganho de altura gerado pelo conjunto suspensão + pneus foi significativo, deixando de “enroscar” em alguns obstáculos como acontecia anteriormente, tornando a prática do fora de estrada mais agradável e tranquila. Um dos destaques desse Jeep é a utilização do “Chip de Pedal”, que ajudou o carro a ficar muito mais esportivo, com respostas imediatas, tanto em saídas como em retomadas, é possível ajustar o chip de acordo com a necessidade e vontade, são 4 níveis, saindo do mais leve até o último, onde a resposta é imediata ao toque no acelerador.     Quem tiver interesse em montar um conjunto semelhante, mesmo em outros modelos, entre em contato com o pessoal da MCustoms, oficina especializada em preparar e customizar veículos. Localizada na Zona Norte de São Paulo. Watsapp 11-94331-7040 ou pelo email contato@mcustoms.com.br – www.mcustoms.com.br  

Ford mostra a nova Ranger em trilhas da Malásia

Ford mostra a nova Ranger em trilhas da Malásia e prepara o lançamento na América Latina Fotos Divulgação   A Ford Malásia apresentou a Nova Ranger para a imprensa daquele país numa programação que incluiu o teste do veículo na famosa região turística de Kota Kinabalu e no parque de Kinabalu, patrimônio mundial da Unesco, no Sudeste Asiático. O objetivo foi mostrar a capacidade de rodagem fora de estrada da nova picape, que é a linha mais vendida da marca no mercado malaio.     Como parte do programa global, a Ford agora prepara o lançamento da Nova Ranger 2017 na América Latina. O local escolhido para a apresentação à mídia, incluindo a brasileira, é a cidade de Puerto Iguazu, na província de Misiones, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu. Situada na divisa com o Brasil, essa região também se destaca pela diversidade de terrenos, topografia e área florestal. O roteiro de demonstração mundial da Nova Ranger inclui sempre regiões turísticas com vias regulares e trilhas, desde trechos na selva a travessias de rios, que permitem testar as tecnologias inteligentes e o desempenho da picape em diferentes condições de uso. Assim como em outros mercados, o novo modelo tem como diferenciais a maior potência, capacidade de carga e de submersão em áreas alagadas da categoria. Oferece também o conjunto mais completo de itens de segurança ativa e passiva e traz tecnologias inéditas de assistência ao motorista.  

Expedição Cajuru reúne veículos 4×4 para aventura no interior de SP

Expedição Cajuru reúne veículos 4×4 para aventura no interior de SP Fotos SKJ Sergio e Marilia Scarabelo   A 1º Expedição Cajuru reuniu 40 participantes no feriado de Páscoa para explorar as belezas das trilhas do interior de SP. Distribuídos em 15 veículos 4×4 de diferentes origens, o passeio contou com carro guia, carro de apoio equipado e carro fechamento que os conduziu por todo trecho, sendo a primeira expedição realizada nesta linda região inexplorada. Os expedicionários se encontraram na cidade de Cajuru interior de SP e de lá partiram para explorar as beleza da região. Houve visitação até a Cidade de Cassia dos Coqueiros, incluindo mirantes, a Cachoeira do Itambé, alambique e trilhas na fazenda Engenho Coronel. No segundo dia foram para Serra e trilhas na Chamflora, visitação de grutas e paredões. No último dia, visita  e degustação de cerveja artesanal na Cachoeira Breeze e Cachoeira da Serra. Foram 3 dias de aventura e muita diversão, em um roteiro de 80 quilômetros de trilha que incluiu grutas, mirantes, cachoeiras, restaurantes, diversão noturna, visitação em alambique, degustação de cerveja artesanal e muita lama. A natureza e o clima do interior encantaram o grupo, e os moradores acolheram os expedicionários com muito carinho. Todos voltaram com uma bagagem imensa de lembranças, amigos e fotos que ficarão para sempre na memória.      

Mitsubishi Cup abre temporada 2016 em Mogi Guaçu (SP)

Mitsubishi Cup abre temporada 2016 em Mogi Guaçu (SP) Zona de espetáculo na pista do Autódromo Velo Città é um dos desafios que as duplas encontrarão na primeira etapa do rali cross-country de velocidade mais tradicional do Brasil Terra, lama, muita poeira e… asfalto! No dia 9 de abril, as duplas da Mitsubishi Cup desembarcam em Mogi Guaçu (SP) para a abertura da temporada 2016, em uma etapa que guarda um ingrediente especial: um trecho inicial de aproximadamente 2,8 km na pista do Autódromo Velo Città. “Será uma zona de espetáculo diferente, já que a suspensão, altura e principalmente pneus de carros de rali não são preparados para competir no asfalto”, comenta Guilherme Spinelli, diretor da Ralliart Brasil, divisão de alta performance da Mitsubishi Motors. Além de garantir emoção e deixar a etapa imprevisível, a dupla mais rápida de cada categoria na zona de espetáculo ganhará um ponto a mais no campeonato. “Em uma competição tão disputada como a Mitsubishi Cup, esse ponto pode ser muito importante no final da temporada”, ressalta Spinelli. “A largada no asfalto é um elemento realmente especial. Somos apaixonados por terra, mas colocar o nosso carro em um piso totalmente diferente é uma oportunidade única”, afirma Vitor Muench, piloto campeão da categoria Pajero TR4 ER em 2015 e que já confirmou participação na temporada 2016. Depois de sair do autódromo, os competidores se deslocarão em um trecho de radar, seguindo até o ponto onde haverá uma relargada para a especial, que terá aproximadamente 29 quilômetros. Serão realizadas três provas durante o sábado, totalizando quase 100 km de trechos cronometrados. A especial terá todos os elementos tradicionais das provas de Mogi Guaçu: cana de açúcar alta, pouca visibilidade, variações de relevo e mudanças repentinas de piso, que varia entre terra dura e trechos arenosos. No intervalo entre uma prova e outra, pilotos, navegadores e seus convidados poderão aproveitar toda estrutura do autódromo Velo Città para descansar e se descontrair com muito conforto.     ASX RS  A temporada 2016 contará com a estreia da categoria ASX RS. Ela se juntará às já tradicionais ASX R, L200 Triton ER, Pajero TR4 ER e Pajero TR4 ER Master. O modelo preparado pela Ralliart Brasil terá motor com 192 cavalos de potência e 25,7 kgf de torque, além de uma nova geometria de suspensão. “A Ralliart Brasil trabalhou especialmente nessa nova categoria. Os recursos usados no carro garantirão ainda mais performance, estabilidade, tração e conforto para as duplas durante as provas”, adianta Guiga. Outra categoria que usará o crossover é a ASX R, que fez sua estreia em 2015 e promete muitas emoções para a temporada desse ano. “Usamos todo o conhecimento que colhemos durante as provas do ano passado para fazer atualizações importantes no ASX R. Para 2016, a disputa promete ser ainda mais acirrada”, comenta Spinelli. Reunião off-road  Além das duplas da Mitsubishi Cup, o autódromo Velo Città também receberá os participantes do rali de regularidade Mitsubishi Motorsports e o rali de estratégia e tarefas Mitsubishi Outdoor, em uma grande festa off-road. Programação completa do evento – Mogi Guaçu (SP) 8 de abril – sexta-feira Autódromo Velo Città  End: Rodovia SP 342, Km 187, S/n – Nova Louzã, Mogi-Guaçu – SP. (Sentido Mogi Guaçu – Santo Antônio do Pinhal) (WP – S 22° 16′ 25.69″ W 46° 51′ 18.48″) 8h – Vistoria técnica Mitsubishi Cup 9h às 12h – Treino livre categorias Pajero TR4 ER, Pajero TR4 ER Master e L200 Triton ER 13h às 17h – Treino livre categorias ASX R e ASX RS 18h às 18h45 – Briefing para pilotos e navegadores 19h – Briefing para imprensa Mitsubishi Cup 9 de abril – sábado Autódromo Velo Città  End: Rodovia SP 342, Km 187, S/n – Nova Louzã, Mogi-Guaçu – SP. (Sentido Mogi Guaçu – Santo Antônio do Pinhal) (WP – S 22° 16′ 25.69″ W 46° 51′ 18.48″) 8h – Largada primeira prova 10h30 – Largada segunda prova 13h – Largada terceira prova 14h – Início do almoço para convidados 16h30 – Início previsto das premiações Calendário 2016* Mitsubishi Cup 09/04 – 1ª Etapa – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 14 e 15/05 -2ª e 3ª Etapas – Jaguariúna (SP) 06/08 – 4ª Etapa – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 08 e 09/10 – 5ª e 6ª Etapas – Indaiatuba (SP) 19/11 – 7ª Etapa – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) * Datas e locais sujeitos a alterações.

Suzuki Veículos promove domingo de diversão e velocidade em Mogi Guaçu (SP)

Suzuki Veículos promove domingo de diversão e velocidade em Mogi Guaçu (SP)   Quatro eventos simultâneos serão realizados no dia 10 de abril, tanto na pista, como no off-road. Inscrições são gratuitas e estão abertas no site da marca A Suzuki Veículos prepara um dia inesquecível para começar a temporada de suas competições. No dia 10 de abril, o Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), recebe quatro provas simultâneas destinadas aos proprietários dos veículos da marca. “Vamos começar o ano com tudo”, garante Fernando Julianelli, diretor de marketing da Suzuki Veículos. “Serão competições especialmente criadas para famílias e amigos participarem juntos. Seja pelas trilhas off-road, ou no traçado do Velo Città, tudo está sendo cuidadosamente planejado para esta primeira etapa”, afirma. Confira como funciona cada uma das provas e corra para se inscrever no site:www.suzukiveiculos.com.br. As vagas são limitadas. Suzuki Off-Road – É um rali de regularidade para veículos Suzuki 4×4 das linhas Grand Vitara, Vitara, Jimny, Samurai e Sidekick. Não há divisão de categorias e a premiação é do 1º ao 5º colocado. Podem participar até quatro pessoas por carro, sendo que o navegador tem que ter, no mínimo, 16 anos e os acompanhantes, pelo menos, 10 anos. Suzuki Extreme – Um rali mais radical para os Suzukeiros que têm experiência em práticas off-road. Além das provas dentro do veículo, os participantes também são desafiados em atividades físicas variadas e radicais. Esta prova é destinada a proprietários dos modelos Jimny, Samurai e Vitara (1° e 2° gerações) e é recomendável que o carro seja preparado com pneus off-road e tenha guincho. Podem ir até quatro pessoas por carro, com o navegador tendo mais de 16 anos e os acompanhantes mais de 10 anos. Suzuki Cross Day – É um rali de estratégia e tarefas criado para proprietários de veículos Suzuki 4×4. São diversas atividades esportivas e culturais que estimulam o convívio e diversão para famílias e amigos. Nas prova de aventura, os participantes irão encarar escalada, canoagem, trekking, além de oficinas de artesanato, fotografia e até culinária. As equipes podem ter até dez participantes, divididos em até dois carros. Também podem participar crianças a partir de 10 anos. Suzuki Track Day – É uma grande oportunidade para os proprietários de Swift Sport, S-Cross e SX4 guiarem o carro na pista do autódromo. Não é preciso ter habilidade, técnica, nem ser piloto, já que o objetivo é manter-se em uma velocidade e tempo estipulados, de acordo com a planilha de navegação. As atividades do dia começam com o briefing, volta de reconhecimento da pista e duas baterias. Podem participar até quatro pessoas por carro, todas acima de 18 anos. Inscrições As inscrições para todas as provas estão abertas pelo site www.suzukiveiculos.com.br. Não há taxa de inscrição, mas cada carro participante deve fazer a doação de 30 quilos de alimentos, mais seis produtos de higiene ou um livro didático. Todo o material arrecadado será destinado a associações dos municípios da região. Programação – Suzuki Off-road, Suzuki Extreme, Suzuki Cross Day e Suzuki Track Day 09 de abril – Sábado Entrega de kits, vistoria, briefing e aula de navegação – das 19h às 22h Local: Autódromo Velo Città (Rodovia SP 342, Km 187, S/n – Nova Louzã, Mogi-Guaçu – SP) 10 de abril – Domingo A partir das 8h – Início das largadas A partir das 14h – Chegada, almoço e premiação Local: Autódromo Velo Città (Rodovia SP 342, Km 187, S/n – Nova Louzã, Mogi-Guaçu – SP)  

Oito curiosidades sobre o Range Rover

Oito curiosidades sobre o Range Rover   O Range Rover, modelo mais luxuoso da linha Land Rover e um dos mais refinados do mundo, foi apresentado ao público em 1970 como o primeiro veículo do mundo a unir o conforto e a sofisticação existentes nos sedãs da época somado à capacidade de trafegar em todos os tipos de terrenos, característica presente nos jipes da marca e em outros modelos, até então, restritos ao uso rural. Ao longo das décadas, o modelo se tornou sinônimo de luxo e robustez e marcou a indústria automobilística mundial como ícone de inovação e tecnologia embarcada. Agora em sua quarta geração, o Range Rover é um símbolo da Land Rover e até hoje é um modelo que define tendências dentro do segmento premium.   O fabricante lista alguns fatos e curiosidades que talvez você não saiba sobre o veículo: 1 – Foi o 1º SUV de luxo do mundo Apresentado em 1970, o Range Rover pode ser considerado o primeiro SUV de luxo do mundo. Ele foi o primeiro veículo a unir o luxo e a sofisticação presentes nos sedãs da época com a mesma capacidade e robustez para se trafegar em qualquer tipo de terreno que os 4×4 mais rústicos, restritos ao uso rural, possuíam até então.   2 – Cruzou o pântano de Darien Para demonstrar toda capacidade fora de estrada do modelo, a Land Rover colocou à prova o seu veículo mais luxuoso em um desafio extremo. O Range Rover participou da expedição British Trans-Americas Expedition. Liderada pelo explorador britânico John Blashford-Snell, a expedição saiu do Alasca (EUA) em 3 de janeiro de 1971 e terminou na Terra do Fogo (Argentina) em 10 de julho de 1972. O trecho mais difícil a ser superado foi encontrado entre o Panamá e a Colômbia, na região de floresta tropical e pântanos do Estreito de Darien. Com cerca de 400 quilômetros, a área não tinha estradas ou pontes. O Range Rover foi o primeiro veículo do mundo a cruzar a região, o que coloca seus proprietários na posição de fazer a seguinte pergunta sem medo da resposta: “Você colocaria seu carro na lama?”.   3 – É o veículo preferido das celebridades Em mais de 45 anos de existência, o Range Rover conquistou o gosto de celebridades ao redor do mundo. Em 1982, durante uma viagem do Papa João Paulo II à Inglaterra, uma unidade do Range Rover foi convertida em Papa- Móvel para transportar o Sumo Pontífice. A Rainha Elizabeth II da Inglaterra também utiliza um Range Rover para se locomover por seu país. Keira Knightley, Bruce Sprinsteen, Madonna, Michael Jordan e Jack Nicholson são apenas alguns exemplos mais. 4 – Já ganhou o Paris-Dakar Em 1979 o Range Rover participou pela primeira vez da mais famosa competição de rali do mundo, o Paris Dakar. Pilotado pelo francês Alain Génestier, o modelo venceu logo em sua estreia na categoria automóveis e depois novamente em 1981. O modelo também já participou do Camel Trophy, famoso pelo alto nível de dificuldade.   5 – Primeiro SUV feito em alumínio Sua quarta – e atual – geração apresentada para o público em 2012 fez do Range Rover o primeiro SUV do mundo com carroceria totalmente produzida em alumínio. O modelo é até 420 kg mais leve que a versão anterior o que o torna muito mais econômico em termos de consumo de combustível e também com menores emissões de CO2. A atual versão do Range Rover também inaugurou uma série de tecnologias como o painel de instrumentos virtual em TFT, composto por uma tela de altíssima definição. Outra tecnologia que chama a atenção e foi inaugurada no Range Rover foi a tela Dual View, em que motorista e passageiro dianteiro conseguem enxergar duas imagens distintas ao mesmo tempo na mesma tela, dependendo do ângulo de visão. 6 – Lançou no mercado o Terrain Response Já imaginou um botão que transforma o carro de acordo com o tipo de terreno em que se está trafegando? A expertise todo-terreno da Land Rover levou-a a desenvolver a tecnologia e escolher o Range Rover para lançá-la. Em 1997, a versão não identificava automaticamente o terreno como faz a versão atual do Terrain Response 2 (lançado na quarta geração do Range Rover), mas já ajustava aceleração, suspensão, tração e relação de marchas para terrenos arenosos, escorregadios ou extremamente irregulares, com grandes rochas, por exemplo.   7 – Versão SV Autobiography é o SUV mais sofisticado do mundo A Divisão de Veículos Especiais (SVO) da Jaguar Land Rover enriqueceu o modelo top de linha da Land Rover e não poupou mimos para quem faz questão de luxo. A versão SV Autobiography – que permite a maior gama de customização do mercado – possui dois assentos traseiros que reclinam como a primeira classe de um avião. A marca italiana de poltronas, Frau, desenhou descansos para pés e mesas dobráveis para computadores portáteis. Para não perder a performance, um motor V8 Supercharged com 550 cv de potência e 580 Nm de torque equipa o carro.   8 – Leva os turistas para a viagem mais luxuosa do mundo Junto com a Abercrombie & Kent, agência especializada em viagens de luxo, a Land Rover disponibilizou um Range Rover SV Autobiography para levar os turistas que adquirirem o pacote de viagem mais luxuoso do mundo. A Provença francesa, o Lago Como na Itália, as montanhas Atlas no Marrocos, o Grand Canyon dos EUA, o Atacama no Chile e a Tasmânia da Austrália vistos de perspectivas únicas com o conforto do Range Rover. O pacote de £ 100 mil parte de Londres, Reino Unido.    

Pinzgauer – um pequeno gigante 6×6

Pinzgauer – um pequeno gigante 6×6   Pioneiros – Steyr Puch Pinzgauer 712 M 30 6×6 1975   No início de 2012 tive o prazer de conhecer o caminhão Steyr Puch Pinzgauer, um off-road de origem austríaca utilizado pelas forças armadas de vários países. Vamos relembrar essa história Por James Garcia Fotos Mateus Verzola   Praticamente desconhecido no Brasil, já era tempo de abordarmos o robusto Pinzgauer, que em realidadeé o nome de toda uma família austríaca de utilitários de alta mobilidade, equipados com tração 4×4 e 6×6.     Desenvolvido originalmentenofinal dos anos 1960pelaSteyr-Daimler-Puch, localizada em Graz, na Áustria, ganhou o nome Pinzgauer para homenagear a raçadecavalos daquele país. Essas primeiras gerações do Pinzgauer (710, 712) foram produzidas até 2000 na Áustria. Esses veículos foram e ainda estão em uso em muitos exércitos ao redor do mundo como a Áustria, Suíça, Reino Unido, Arábia Saudita, Tailândia, Albânia e Bolívia. Quando milionário austríaco Mr. Stronach assumiu a quota majoritária de veículos Steyr-Daimler-Puch, ele concedeu o direito de construção do Pinzgauer Steyr para a Technik Automotive Ltd (atual BAE). Foi, e ainda, é um veículo muito popular entre os compradores militares e continua em produção até hoje. Esses veículos também foram fabricados em Guildford, Surrey, Reino Unido, pela BAE Systems Land & Armamento. Em 2000, os direitos da marca foram vendidos para a Automotive Technik Ltd no Reino Unido e, posteriormente, adquirida por Stewart & Stevenson Services Inc. em 2005. Em maio de 2006, a Stewart & Stevenson tornou-se subsidiária do grupo empresarial aeroespacial e de defesa Armor Holdings. Um ano depois, a Armor Holdings foi adquirida pela própria BAE Systems, que interrompeu a produção no Reino Unido, pois os veículos se mostraram vulneráveis às minas e dispositivos explosivos no Afeganistão. O protótipo original do Pinzgauer surgiu em 1969 e sua produção começou em 1971 para suceder o Haflinger 700 4×4, um carro militar leve e de uso polivalente. O Pinzgauer era disponível na versão 4×4 (modelo 710) e tração 6×6 (modelo 712), ambos com diversas versões.   Embora não seja muito rápido (110 km/h de velocidade máxima), trata-se de um veículo todo-terreno eficiente, com ótima capacidade de transporte de tropas, sua principal função. Os 710M transportavam 10 pessoas ou duas macas padrão NATO. Tanto os modelos 4×4 quanto os 6×6 rebocavam 5 mil quilos na estrada ou 1.800 no off-road.  Tinha autonomia de mais de 400 quilômetros com um tanque de combustível e quase 700 com o tanque de 125 litros opcional. Projetado para ser confiável e fácil de reparar, o Pinzgauer era impulsionado com motores de quatro cilindros em linha, 2.5 litros e 2.7 litros (nas versões ambulância dos últimos anos de produção), à gasolina, refrigerado a ar e dotado de duas bombas de óleo para que não parasse. A construção seguia o padrão tradicional de carroceria de chapas fixada sobre o chassi, com uma distribuição de peso uniforme e melhor centro de gravidade possível. Os três diferenciais são todos fechados e requerem lubrificação adicional mínima. A transmissão é curiosa, com uma caixa de câmbio que tem praticamente o comprimento de todo o veículo. Nessa versão 6×6, os três eixos “saem” da caixa de transmissão, tem movimento lateral e são suportadas por molas helicoidais. A suspensão das duas rodas traseiras conta ainda com um meio feixe de molas semi-elípticas. O sistema foi claramente projetado para fornecer a tração máxima nas circunstâncias mais exigentes, junto com o aumento da sua carga e reboque de transporte. A versão 4×4 foi a mais popular, mas o Pinzgauer nasceu para ter configuração 6×6 desde o início. Durante a produção da primeira geração, de 1971 até 1985, foram feitos 18.349 modelos 710 e 712, sendo vendidos a clientes civis e militares. No Brasil Em nosso País, pouco se sabe sobre esse curioso “caminhãozinho” e mesmo para o dono atual, o empresário Americo Maximiliano Biason, de 73 anos, esse Pinzgauer fabricado em 1975 é uma “caixinha de surpresas”. Atiçado pelo filho, Adilson Biason, proprietário da Max4, empresa que desenvolve projetos de customização e construção em jipes e veículos 4×4, Americo se apaixonou pelo utilitário no momento em que o viu, estacionado numa loja de automóveis em São Paulo, em novembro de 2011. O 6×6 foi importado da Suíça e a única mudança feita foi a cobertura da cruz vermelha que havia na carroceria. “Ele está em ótimo estado, não foi restaurado ou reparado. Simplesmente foi pouco usado e por isso se manteve como novo”, comentou Adilson. Nos Estados Unidos, onde a procura por veículos diferentes é grande, a importação desses modelos para o uso civil e de lazer é comum.     “É um tremendo off-road, anda bem, é confortável e, claro, tem uma performance na terra muito boa, similar a do Unimog”, contou Adilson, complementando que essa unidade será mantido do jeito que está, impecável e original.       Ficha Técnica – Steyr Puch Pinzgauer 712-M 30 6×6 1975 Ficha Técnica Motor: dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha Cilindrada: 2.500 cm3 Potência: 91,25 cavalos Torque: 18.35 kgfm Combustível: gasolina Alimentação: carburador Zenith 36 dual-NDIX Refrigeração: ar Transmissão: câmbio manual de cinco marchas à frente mais ré Tração: 6×2, 6×4, 6×6 e todas as opções + reduzida através de caixa de transferência com duas velocidades. Bloqueio de diferencial 100% em todos os eixos 100% Suspensão Dianteira e traseira: independente com eixos móveis e molas helicoidais. Meio feixe de molas semi-elípticas nas rodas traseiras Dimensões (mm) Comprimento: 4.955 Largura: 1.760 Altura: 2.100 milímetros Entre eixos: 2.000 + 980 Altura livre do solo: 335 Peso vazio: 2.400 kg Carga útil: 1.500 kg Peso trailer: 2.250 kg Sistema elétrico: 24 volts sistema à prova de água Tanque de combustível: 75 litros Acessórios:  Pneu de reposição, ferramentas, correntes de neve, manual em Inglês, cor verde padrão do Exército Suíço    

The Monster – Uma Triton Savana para qualquer caminho

The Monster – Uma Triton Savana para qualquer caminho   Off-roader paulistano prepara uma Triton Savana para aventuras sem limites   Por James Garcia Fotos Arquivo Pessoal   Ao chegar perto dessa gigante picape Mitsubiushi L200 Triton Savana, é impossível não se impressionar com seu porte e apelo para o fora-de-estrada. Quando solicitou as mudanças de suspensão, pneus, instalação de guincho e protetores inferiores, o seu proprietário, o executivo paulistano Rodrigo Braga Afonso, quis ampliar ao máximo a performance fora de estrada de um veículo que originalmente já é excelente. Todo o trabalho foi feito pela 4 Wheel Garage – oficina especializada em 4×4, localizada no Jardim da Saúde, próximo da Av. Ricardo Jafet.  Segundo o diretor da 4WG, Kauan Stuchi, o forte da 4WG é a instalação de acessórios, peças, pneus e rodas, lifts de suspensão e carroceria, adaptações e preparação de carros para o fora de estrada, nos mais diversos níveis de necessidade e aplicação. Lá também são feitos trabalhos de manutenção preventiva em veículos de toda a família Jeep, e picapes e 4×4 em geral. “Essa Triton Savana foi bem modificada, teve a suspensão aumentada em seis polegadas (15, 24 centímetros), ganhou pneus lameiros 37” x 12 x 17”, rodas especiais Tuff; a carroceria foi totalmente envelopada, o que além de proteger a pintura original confere originalidade ao modelo. O chip de injeção do motor foi reprogramado na 4WG com mapas da empresa REIKO o que gerou um ganho notável de cavalaria. Originalmente o motor Common Rail DI-DH Diesel 3.2 litros produz 180 cavalos e 38 kgfm de torque. Com o remapeamento ela gera 260 cavalos e 65 kgfm de torque. Força bruta! O modelo apresenta ainda snorkel, bagageiro e rock slider (estribos especiais) originais da série Savana, pranchas de desatolamento e protetores especiais por toda a parte inferior. Gostou do trabalho? Entre em contato com a 4 Wheel Garage: www.4wg.com.br A palavra do dono “Era um sonho antigo de ter o ‘meu carro’, quero dizer, fazer um veículo, planejar cada etapa, estudar cada peça e acessório e, enfim, iniciar a sua execução. Um grande amigo, Fernando, me apresentou à família 4×4. Eu já gostava do espirito, do contato com a natureza, da oportunidade de superar desafios e obstáculos e só faltava o estimulo para entrar neste mundo de “corpo e alma”, e o fiz em conjunto com bons amigos e nos tornamos uma grande família, literalmente, entrei com a minha família para a família 4×4, as primeiras trilhas, os primeiros atoleiros, as viagens e os amigos, tudo isso, começou em Abril de 2015, quando escolhi que o “Bruto” que me acompanharia nesta jornada seria uma L200 Triton Savana 2015, esta amarelinha me acompanhou e foi minha grande parceira por muitas aventuras, com minha Zequinha do coração, a Tatiana.     Mas faltava realizar o sonho de ter o meu 4×4. A oportunidade de montar um veículo único se materializou na Amarelinha. Como o carro ficaria grande, começamos com a escolha das proteções, afinal, sempre fui prevenido e não gostaria que sofrer um problema mecânico grave que me atrapalhasse nas jornadas off-road. Na primeira fase foram instalados os protetores de Cárter, Transmissão e Tanque, todos encomendados com o amigo Leo da ADX. Dez meses se passaram e tive a certeza que era hora de transformar um planejamento detalhado em realidade, era a hora de “crescer”, fui então até a Four Wheel e tive um trabalhão para convencer o amigo Kauan a encarar esta jornada, afinal eram muitas preocupações, informações e avisos, mas sou um homem insistente e o meu amigo topou o desafio e começamos a materializar o sonho. E daí vieram o kit de suspensão Off-Shock 3,5”, Kt de Body Lift de 4” e o grande desafio, fazer ‘entrar’ os pneus BF Mud 37×12,5×17, um último jogo de rodas Tuff Country T-01 – 17×8”, e a Amarelinha cresceu. São mais de 150 peças no kit de Body Lift, ajustes, estudos, encaixes, testes e, finalmente, tínhamos chegado ao “Estado máximo da Arte”. Meu irmão Demétrio a batizou então de “The Monster”, nome mais que apropriado para o porte do veículo.  Para proteger a carroceria foi feito um lindo envelopamento que a deixou com um Amarelo ainda mais bonito, além dela ter ganhado faróis de milha Hella, uma barra de led, defletor de teto, protetores de coifa e ABS, Rock Sliders laterais e traseiros e um robusto guincho Come-up DV-15 (15.000Lbs) Para dar um fôlego vigoroso para toda esta estrutura, decidimos por reprogramar o chip de injeção do motor na empresa Reiko. Além de ajustar a calibragem da turbina, elevamos sua capacidade de 180 para 270 cavalos. Às 2 horas da madrugada da sexta-feira, antes do início do carnaval, estava saindo com a The Monster da oficina para nossa primeira viagem e teste em ambiente de trilha. Foi um prazer, uma recordação que ficará na memória para sempre, toda trilha tem o seu significado, sua importância e uma história de emoção e realizações, mas agora, estava embarcado na minha viatura com mais de 2,20 metros, com força e vigor para superar todos os desafios e com um guincho gigante, com mais de 75 kg, para “puxar” os amigos, porque a “The Monster” não cresceu para atolar rsrsrs… E as emoções não param, na próxima fase o Kauan já tem trabalho, vamos colocar bloqueio de diferencial ARB dianteiro e traseiro e fazer desta Monstra das trilhas um animal ainda mais nervoso… É isso amigos, quando escutarem um grito alto e verem no retrovisor uma grande mancha amarela, saibam que a The Monster está entrando para fazer história em mais uma trilha.  

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