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Com 13 etapas em diferentes cidades, rali Mitsubishi Motorsports começa a temporada dia 19 de março

Com 13 etapas em diferentes cidades, rali Mitsubishi Motorsports começa a temporada dia 19 de março   A turística Joinville (SC) receberá a abertura do Mitsubishi MotorSports; provas ainda passarão pelo Nordeste, Sudeste e Centro-oeste do País Fotos Divulgação Pelas praias e dunas do nordeste, desbravando o calor do cerrado ou enfrentando chuva e a lama do Sul, as emoções da temporada 2016 do rali de regularidade MitsubishiMotorsports começa no dia 19 de março. O cenário escolhido para abrir o ano são as belas paisagens de Joinville (SC), repletas de montanhas e cenários de tirar o fôlego. “Estamos muito entusiasmados com o início da 22ª temporada do Mitsubishi Motorsports. Tradicionalmente iniciamos a prova no interior de São Paulo, mas o Sul do País nos recebe tão bem, e o relevo é tão propício para as provas off-road que optamos por começar em Joinville”, destaca Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors. “Serão 13 etapas do rali de regularidade e seis etapas do Mitsubishi Outdoor, o rali de aventura e tarefas, passando por diversas cidades e belíssimos cenários. Os participantes podem esperar por trilhas inéditas e repleta de desafios 4×4 em todos os lugares”, completa. O rali de regularidade Mitsubishi Motorsports é o mais tradicional do Brasil. Serão nove etapas no campeonato Sudeste e outras quatro no Nordeste. Não é necessário experiência, nem carros preparados. O objetivo é manter-se dentro do tempo e do percurso estipulados pela organização. As etapas passarão pelas cidades de Joinville (SC), Mogi Guaçu (SP), Tiradentes (MG), São José do Rio Preto (SP), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Campos do Jordão (SP) e Ribeirão Preto (SP), além das nordestinas Gravatá (PE), Natal (RN), Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB). Uma das novidades será a etapa no Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo. A pista, que é homologada pela FIA e CBA, já se tornou referência no automobilismo brasileiro. O local tem toda a estrutura para receber os competidores, além de ótimas trilhas nas proximidades. Outro destaque é a mineira Tiradentes, com sua história presente em todos os cantos da cidade. No Nordeste, a prova retorna para Gravatá, com trilhas em meio às montanhas de Pernambuco, contrastando com as dunas e o sol de Natal, as praias de Fortaleza e as impressionantes falésias de João Pessoa. “Será uma temporada muito competitiva e com muitas variações de relevo e trilhas para os verdadeiros 4×4 da Mitsubishi“, garante Julianelli. Podem participar os veículos das linhas 4×4 da L200 e Pajero, além do ASX Outdoor 4×4, lançado no fim do ano passado. Aventura é no Mitsubishi Outdoor Para quem gosta de enfrentar as trilhas 4×4 e ainda se aventurar fora do carro, o raliMitsubishi Outdoor tem a receita certa. Na 12ª temporada, a prova reúne atividades culturais com práticas esportivas. As equipes são formadas por até 10 integrantes, desde crianças até os vovôs e vovós. O objetivo é encontrar o maior número de PCs e realizar as provas que vão desde escalada e bike, até tirar fotos de monumentos ou degustar de especiarias da região. “Essa é uma prova que envolve toda a família e os amigos. Não é preciso ser um expert em atividades esportivas para participar, basta ter disposição e muito espírito de aventura”, afirma Julianelli. Em ambas as competições, não é preciso ter nenhum tipo de experiência, nem carros preparados. A prova é realizada com o próprio veículo e a organização dá uma aula explicativa na noite anterior a cada etapa, para que todos possam entender e se divertir ao máximo. Serão seis etapas do Mitsubishi Outdoor, que acompanham o calendário do MitsubishiMotorsports: Joinville (SC), Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP), Curitiba (PR), Campos do Jordão (SP), Ribeirão Preto (SP) e uma cidade que ainda está sendo mantida em segredo e será revelada em breve. Podem participar do Mitsubishi Outdoor os veículos 4×4 das linhas L200, Pajero, ASX e Outlander. Como participar As inscrições são abertas sempre 12 dias antes da competição. Os interessados devem acessar o site www.mitsubishimotors.com.br e preencher o cadastro. As vagas são limitadas. Na sexta-feira véspera da competição, os participantes se encontram para entregar os alimentos, confirmar a inscrição e adesivar os carros. À noite, há um briefing sobre as trilhas e aula de navegação. No sábado, a partir das 8h, os competidores se reúnem para a largada. Mitsubishi Pró-Brasil – Ação Social A Nação 4×4 da Mitsubishi também está envolvida no espírito de solidariedade e cidadania com a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. Desde 1994, foram arrecadadas mais de 1.060 toneladas de alimentos, em doações através das inscrições. Para participar das provas, os competidores fazem a doação, por carro, de 30 kg de alimentos não perecíveis e seis produtos de higiene, que serão destinados a associações da cidade. Acompanhe as novidades dos ralis Mitsubishi através das redes sociais: Twitter.com/nacaomitsubishi, Facebook.com/Mundomit e Instagram @MundoMit. Para mais informações, vídeos, fotos e inscrições, acesse: www.mitsubishimotors.com.br. Calendário 2016* Mitsubishi Motorsports Sudeste 19/03 – Joinville (SC) 09/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 21/04 – Tiradentes (MG) 11/06 – São José do Rio Preto (SP) 02/07 – Curitiba (PR) 20/08 – A definir 03/09 – Goiânia (GO) 08/10 – Campos do Jordão (SP) 26/11 – Ribeirão Preto (SP) Mitsubishi Motorsports Nordeste 30/04 – Gravatá (PE) 06/08 – Natal (RN) 17/09 – Fortaleza (CE) 05/11 – João Pessoa (PB) Mitsubishi Outdoor 19/03 – Joinville (SC) 09/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 02/07 – Curitiba (PR) 20/08 – A definir 08/10 – Campos do Jordão (SP) 26/11 – Ribeirão Preto (SP) * Datas e locais sujeitos a alterações.

Contagem regressiva para o Baja Caraçuipe

Contagem regressiva para o Baja Caraçuipe   Segunda prova da temporada da Alagoas Cup que acontece no Engenho Caraçuipe, em Campo Alegre/AL.   No sábado, dia 27 de fevereiro, o Baja CARAÇUIPE dá continuidade a temporada 2016 da Alagoas Cup. A competição já tem mais de 80 competidores inscritos e a expectativa é de que o grid chegue a sua capacidade máxima de 90 veículos. Mais uma vez a prova está atraindo muitos competidores de outros estados da região nordeste – Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Bahia e Pará já tem representantes inscritos, tal qual vem acontecendo sistematicamente em todas as etapas do campeonato Esta é a segunda vez que o Engenho Caraçuipe abre suas portas para a competição, o trajeto de 22 km tem mais de 80% de percurso inédito, por entre canaviais, beira de mata e trechos de reflorestamento de eucalipto. A largada e a chegada acontecerão ao lado do Engenho e devem atrair um bom publico ao local.     As inscrições seguem abertas em nosso site:  www.alagoascup.com.br   O Engenho Caraçuipe fica às margens da BR-101 e o parque de apoio será montado no estacionamento do Engenho. Para motos e quadriciclos a primeira volta não valerá pontos, será de reconhecimento e cada piloto poderá fazer na velocidade que lhe for mais adequada. As outras duas voltas são cronometradas e valem tempo que definirão a classificação geral de cada categoria. Nestas categorias (Motos e Quadris) os vencedores serão definidos pela somatória dos tempos nas duas voltas válidas.     Para carros e UTVs as três voltas cronometradas valerão pontos e cada competidor conquistará pontos de acordo com sua classificação em cada volta – o primeiro colocado ganha 20 pontos, o segundo 17 até decrescer a 1 ponto. Ao final do dia, os competidores que somarem o maior número de pontos serão declarados campeões em suas respectivas categorias.   Calendário 2016 – Alagoas Cup 2ª Etapa – 27/FEVEREIRO – Baja Caraçuipe – Luziápolis / Campo Alegre 3ª Etapa – 19/MARÇO – Baja União – União dos Palmares 4ª Etapa – 07/MAIO – Baja Arapiraca 5ª Etapa – 31/JULHO – Baja Sertão – Santana do Ipanema Data reserva – 14/AGOSTO 6ª Etapa – 16/OUTUBRO – Baja da Paixão – Junqueiro 7ª Etapa – 19/NOVEMBRO – Baja do Gunga – Roteiro 8ª Etapa – 03/DEZEMBRO – Baja do Menestrel – Teotônio Vilela * Datas e locais sujeitos a alterações.

Santa Cruz do Sul é confirmada como sede da abertura do Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 em 2016

Santa Cruz do Sul é confirmada como sede da abertura do Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 em 2016 Divulgação Fotos Guido Beier   Mais uma vez o Vale do Rio Pardo será palco da largada para o Campeonato Gaúcho de Rally 4×4. Repetindo a parceria do ano passado, Santa Cruz do Sul sediará o início da competição em 2016. A etapa acontece nos dias 8 e 9 de abril. A informação foi confirmada na última semana, logo após o município de Osório ter sido anunciado como sede da final da competição, que ocorre nos dias 23 e 24 de setembro. É o quinto ano consecutivo que Santa Cruz do Sul promove uma etapa do Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 no município. Na abertura do campeonato, os carros já começam a chegar a Santa Cruz do Sul na sexta-feira, dia 8, onde a partir das 20h acontece o tour noturno. A largada promocional leva os veículos da competição para circularem pelas principais ruas do município. Às 21h será realizado o prólogo, um Mini Rally que definirá a ordem de largada da etapa de Santa Cruz do Sul, que acontece no sábado, dia 9, a partir das 11h01min. O Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 terá cinco provas em 2016. Além de Santa Cruz do Sul, as outras etapas ocorrem em 13 e 14 de maio, 24 e 25 de junho e 12 e 13 de agosto, com sedes ainda a serem confirmadas. Nos dias 23 e 24 de setembro, o campeonato desembarca em Osório onde acontece a grande final. Neste ano a competição contará com as categorias Graduados, Turismo e Novatos. Inscrições e mais informações podem ser acompanhadas pela internet, no endereço www.americasul4x4.com.br. O Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 de Regularidade tem realização da América Sul Off-Road, organização do Rally Clube do Rio Grande do Sul e supervisão da Federação Gaúcha de Automobilismo. O apoio da etapa de Santa Cruz do Sul é da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Ciência e Tecnologia.  

O Jeep CJ-5 no Brasil

O Jeep CJ-5 no Brasil         Por James Garcia Consultoria técnica e ilustrações Angelo Meliani     Na primeira metade da década de 40, eram tempos dos bondinhos, calhambeques e jardineiras. Estradas, avenidas, asfalto, todos esses “luxos” eram realidade em apenas alguns lugares das grandes capitais. Foi nessa época que o Jeep começou a aportar por aqui, e sem exagero, pode-se dizer que o carismático 4×4 norte-americano – um dos grandes mitos do automobilismo mundial -, foi um dos responsáveis pela grande transformação que mudou a face do nosso País.   A 2ª Guerra Mundial ainda fazia suas vítimas, quando os primeiros Jeep Willys e Ford começaram a chegar ao Brasil. Sua missão era equipar o nosso exército, que fazia parte do bloco dos países aliados. Naquele tempo, os jipes militares eram trazidos da Itália, mas a partir de 1946 chegavam diretamente dos Estados Unidos. Após o término do conflito todos os Jeep vinham parcialmente desmontados da América do Norte.     Foi assim com todos os CJ-2A (1945/1949), CJ-3A (1948/1953), CJ-3B (1952/1964) e CJ-5 (1954/1969), até o ano de 1957. Um fato curioso é que no porto de Santos – local de desembarque dos carros importados -, os Jeep tinham seus pára-brisas pintados de preto. Nunca se soube o motivo certo dessa medida, mas consta que isso só aconteceu em nosso país. O restante do carro era mantido original.       Em 1951, a Willys começa a fabricar o Jeep no Brasil e em 26 de abril de 1952 é fundada a Willys Overland do Brasil é fundada em 26/04/1952, empresa que deu continuidade, e ampliou, o processo iniciado no ano anterior. Em agosto de 1957, a Willys apresenta o Jeep Universal modelo nacional, com 65% de seus componentes nacionalizados. No final de 1958 para 1959, começam a ser fabricados os primeiros CJ-5 totalmente brasileiros. É de se notar o fato de que os primeiros CJ-5 possuíam o desenho da caixa de rodas traseira em formato redondo, idêntico ao dos Jeep norte-americanos.     Ao contrário do que muitos pensam, nem todo CJ-5 do final dos anos 50, dotado de caixa de rodas redonda, é importado. Nessa mesma época, os motores 6 cilindros BF-161 passam a substituir os antigos “Hurricane” de 4 cilindros. Nesses já distantes anos 50, fabricar um carro inteiramente nacional era um grande desafio para as montadoras que ensaiavam seus primeiros passos no Brasil. O raro quadro abaixo, ilustra perfeitamente o processo de nacionalização do Jeep, que durou dois anos, de julho de 1958 até julho de 1960.   Novos tempos   1960, ao que parece, é realmente o grande ano da Willys, que inaugura a primeira fábrica de motores do Brasil, a Willys Overland Motores, localizada em Taubaté/SP. Eram tempos de revitalização da indústria nacional, do progresso, do nascimento de Brasília. O ufania nacional era geral. E a Willys Overland era a grande vedete do automobilismo nacional.   Para um país sem tradição automobilística, a produção da Willys foi considerável. De 1957, início da fabricação dos Jeep no Brasil, foram produzidos 122620 veículos, o que dá uma média anual superior a 24 mil veículos. Mais especificamente,  em 1957,  quando o carro não era 100% nacional: 9.291 carros. Em 1958, chegou-se a  14.322 carros; em 1959, 18.178; em 1960, 19.514; e finalmente, em  1961, 61.305 unidades.     A média de produção era excelente, mas havia a necessidade de se atender com mais agilidade ao ávido mercado de utilitários. Por esse motivo que a Willys Overland montou uma fábrica em Jaboatão, em Pernambuco, inaugurada em 14 de julho de 1965. O Jeep que sai das instalações de Pernambuco, tem as portas confeccionadas em madeira e recebe o carinhoso apelido de chapéu de coco.     O ano da virada   Em 1967 o Brasil conhecia os primeiros sintomas da globalização que hoje domina as manchetes da indústria automobilística: em uma manobra jogada ágil e inteligente, a Ford compra a Willys, e exibe interesses em galgar posições mercadológicas. Naquela época, a Renault francesa era sócia da Willys brasileira junto com a Kaiser Corporation, que também havia comprado a marca Jeep nos Estados Unidos. Após varias negociações, a Renault acabou ficando com a IKA “Industria Kaiser de Argentina”, comercializando a Willys brasileira com a Ford, que adquiriu 48% das ações da Willys. O negócio foi fechado em 15 de outubro de 1967.   A Ford sabia o que estava fazendo: além de continuar fabricando toda a família Jeep – CJ-5, CJ-6, Rural e F-75 -, ficaria com o domínio do ambicioso “projeto E”, conhecido pouco tempo depois como Corcel. Em 27 de outubro de 1969, a união das duas empresas culmina no nome Ford/Willys do Brasil.     Em 18 de março de 1971, a Ford transfere a produção da F-75 e da Rural, para suas instalações no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Em 30 de maio de 1972, a Ford muda o nome de Ford/Willys do Brasil, para Ford do Brasil. A produção segue sem maiores alterações, até que em 11 de julho de 1975 é introduzido o motor Ford Georgia OHC de 4 cilindros nos utilitários Rural e F-75, que em conjunto com o câmbio de 4 marchas sincronizado, utilizado desde o fim dos anos 60, torna os utilitários mais leves e econômicos. Em 15 de outubro de 1975, o Jeep também começa a ser equipado com esse motor.   Em 22 de outubro de 1975 a Ford alcança a marca de 500.000 utilitários produzidos – contando obviamente com a produção da Willys, com uma Rural 4 cilindros e tração 4×4. Em 25/04/1978, o Jeep atinge o número de 200.000 unidades produzidas.     O Final   Em toda sua história brasileira, o CJ-5 recebeu três tipos de motores. O “Hurricane” americano, de 4 cilindros, 2.198 cm3 e 70 hp até 1959; o 6 cilindros BF-161, de 90 hp a 4.000 rpm e 2.600 cm3 de 1959 até 1975 e, a partir de 1975, os motores Ford OHC 2.300 de 83 hp

Nova diretoria assume Brusque Jeep Clube

Nova diretoria assume Brusque Jeep Clube   2016 começou acelerado e com muitas mudanças no Brusque Jeep Clube. Uma das mais relevantes, foi a troca da diretoria. Empossada final de janeiro, a equipe já iniciou os trabalhos e os preparativos para fazer mais uma grande FENAJEEP. Um dos fundadores, Vilmar Walendowsky, assumiu o cargo de presidente pela terceira vez. “Percebi uma grande animação dentro do Jeep Clube com a nova diretoria. Os sócios querem o retorno das atividades que realizávamos anteriormente, como passeios, celebrações de datas comemorativas em família e ações beneficentes. Vamos resgatar as nossas origens e cultivar a paixão pelo 4×4”, afirma Vilmar. Hoje, o Brusque Jeep Clube conta com cerca de 50 sócios e mais de 250 participantes. A expectativa para a vigésima terceira edição do maior evento off-road da América Latina também é grande. “Nunca imaginei que aos 64 anos estaria numa função como essa, contribuindo para organizar um evento deste porte. Me sinto muito feliz e cheio de saúde por estar ativo e com disposição para assumir mais essa missão, à frente da comissão”, diz o presidente. A comissão organizadora já está definindo a programação do evento, que em breve, será divulgada. Diretoria Brusque Jeep Clube Presidente : Vilmar Walendowsky Vice presidente : Marcus Vinicios Camargo 1º Secretária : Gisele Shork 2º Secretária : Bianca H. Rezini 1º Tesoureiro: Vilson Dalcegio 2º Tesoureiro: Airton Sabatini Diretora Social : Carolina S Ulrich Diretor de Passeio : Luiz Eduardo Rezini

Off-Road em Paranapiacapa, SP

Off-Road em Paranapiacapa, SP Fotos Vitor Fischer Valente Aventura realizada no dia 13 de fevereiro teve roteiro e trilhas do Bar do Lula e Sabonete, realizada na região de Paranapiacaba-SP.   No total foram 7 jipes, e a intenção era levar  integrantes do Jeep Clube de Ribeirão Pires para uma trilha de nível médio e visual, de relaxar a vista, mas devido a inexperiência do pessoal do Jeep Clube, a trilha foi percorrida com o dobro do tempo do que seria normal.     A primeira baixa já foi logo no inicio da trilha quando  um Jeep CJ5 que teve a bobina queimada, após o reparo feito pelo Sr. Fernandes da By Fernandes Restaurações o mesmo abandonou trilha. João SHOW com um Jeep 63 desde zero da família também deu trabalho a turma após beber água da poça de lama, mas com alguns chacoalhões da turma o Willys seguiu em frente.     A trilha teve inicio as 9 horas da manhã e finalizada as 17:00 horas, Vitor Fischer Valente com o famoso Bernardão , Valério Valente com sua nova Pick-Up Willys e Sr. Fernandes junto com seu filho Márcio com  Jeep 83 militar impecável colocaram em prática os mais de 35 anos de trilha para que a trilha terminasse bem.

Chega ao mercado a nova geração Toyota SW4

Chega ao mercado a nova geração Toyota SW4 Fotos Divulgação Toyota/Malagrine   A Toyota apresentou a versão 2016 da SW4. O design externo e interno foram reestilizados e o veículo ganhou mais conforto, equipamentos, motor e transmissão inéditos. A capacidade off-road foi aprimorada. O modelo, produzido na planta de Zárate, Argentina, chega à rede de distribuidores em todo o Brasil a partir de 18 de fevereiro. Renovação total e identidade própria Ao desenvolver a nova geração da SW4, a Toyota buscou mudar a imagem de um SUV derivado de uma picape (Hilux). Isso significa que a SW4 passa a ter sua própria identidade, de acordo com sua história e reputação. Este foi o compromisso assumido pela equipe de engenharia, e que orientou a direção de todo o programa de desenvolvimento da SW4 2016. O primeiro passo do novo projeto foi compreender o uso real do veículo. Para isso, a equipe de engenharia da Toyota viajou por mais de 100 países ao redor do mundo, a fim de testemunhar como o utilitário esportivo é utilizado efetivamente. Em paralelo, o aumento da demanda por esse tipo de veículo e a consequente maior oferta de concorrentes fizeram com que a nova SW4 recebesse grande destaque em seu design exterior e interior, sem negligenciar os atributos-chave ligados ao desempenho e capacidade off-road, que sempre a caracterizaram. Versões A nova geração da SW4 será oferecida ao mercado brasileiro, a princípio, apenas na versão SRX, com transmissão automática e capacidade para cinco e sete lugares. Além disso, duas motorizações estarão disponíveis: o motor diesel Toyota 1GD, de 2.8 litros, de 177 cv de potência e 45,9 kgfm, o mesmo que equipa a nova Hilux, e o propulsor a gasolina V6 de 4.0 litros, 238 cv de potência e 38,3 kgfm de torque (esta última, disponível somente na configuração de sete lugares). O câmbio automático de seis velocidades acompanha borboletas atrás do volante para a troca de marcha. Design externo O design externo pretende incorporar identidade própria, fundindo sofisticação com DNA Toyota de Qualidade, Durabilidade e Confiabilidade. Em relação à geração atual, a SW4 2016 é 9 cm mais longa (comprimento total de 4.795 mm), 1,5 cm mais larga (largura total de 1.855 mm) e 1,5 cm mais baixa (altura de 1.835 mm), encurtando em 0,5 cm a distância entre-eixos (2.745 mm).     Na dianteira, a grade cromada adota uma base contínua ao longo dos faróis bi-LED com projetor, luzes de circulação diurna (DRL) de LED e sistema “Follow me Home”, proporcionando ao veículo uma imagem moderna. O para-choque adota uma forma tridimensional bem definida com molduras cromadas, conferindo profundidade aos faróis de neblina. A visão lateral distingue o novo ícone da SW4 2016, representado por três linhas claras marcadas no contorno do teto. A cintura é enfatizada por um friso cromado até as partes inferiores da porta. As superfícies esculpidas dos para-choques dianteiro e traseiro são destacadas por um eixo que se conecta a toda a lateral do SUV, de onde também se sobressaem as rodas de liga leve de 18” e pneus de medida 265/60 R18. As soleiras laterais, os espelhos retrovisores com rebatimento elétrico, luzes de boas-vindas, luz no exterior, com objetivo de facilitar o acesso ao veículo em situações de baixa iluminação, completam o conjunto. Pelo ângulo traseiro, os faróis de LED traçam uma linha contínua pelo bagageiro, complementando-se com a moldura cromada que integra a câmera de ré. Os faróis de neblina da traseira e os sensores de estacionamento foram incorporados ao para-choque, reforçando a segurança, com um toque estético refinado. O spoiler traseiro, os trilhos do teto e a antena, em estilo barbatana de tubarão (shark fin), concedem ao carro um sofisticado senso de esportividade, ao proporcionar melhor performance aerodinâmica. Design interno Destaque para o rebaixamento do painel central, sustentado por colunas feitas de materiais suaves ao tato, que oferecem suporte para as pernas do condutor e passageiro. Além disso, garantem uma nova distribuição de equipamentos, visando uma melhor experiência de condução. O toque refinado dos materiais de acabamento, com detalhes metálicos e padrão madeira, está por toda a parte, inclusive no revestimento dos dois porta-luvas do painel da frente, sendo que um deles tem a função de refrigerar, culminando em um interior luxuoso e durável. A nova SW4 traz um interior unificado com iluminação azul e lista de equipamentos completa, na qual se destacam o volante multifunções com detalhes de padrão madeira, sistema de áudio com tela touchscreen de 7”, navegador por satélite (GPS), TV digital, DVD, MP3, Bluetooth® e seis alto-falantes. Também compõe o rol, o display multifuncional colorido de 4.2”, envolvido por duas colunas de luzes azuis que formam o painel de informações, sobre consumo de combustível, velocidade máxima, autonomia de condução, áudio, navegação, temperatura exterior, além da avaliação do modo de condução, sugerindo uma direção mais econômica e agradável.   Os bancos dianteiros contam com design esportivo e são reforçados pelo estofado de couro natural e ecológico.     Em relação aos bancos traseiros, a segunda fila de assentos vem com apoio de braços 60/40 na posição central, com porta-copos duplo e inclinação do encosto com ajuste de posição longitudinal. Para facilitar a entrada nos bancos da última fila, a segunda fileira tem um novo sistema de rebatimento one touch, que diminui o esforço do usuário.     Na terceira fileira (também com sistema one touch), os encostos foram mantidos na vertical, para aumentar a capacidade de carga total do veículo e melhorar, ainda mais, a sua funcionalidade. Desta forma, a distribuição em três filas de assentos permite que sete pessoas se acomodem adequadamente no veículo.   Conforto Equiparado ao mais elevado padrão de SUV’s, o conforto da nova SW4 é baseado em cinco pilares: Isolamento acústico da cabine, diminuindo o ruído típico de motores a diesel, nas versões equipadas com esse propulsor, e também o barulho externo. Redução de vibrações transferidas por qualquer tipo de terreno, permitindo uma direção mais confortável e segura, em virtude da nova configuração nos braços da suspensão traseira, otimizada por quatro

Diferença define a picape Fiat Toro

Diferença define a picape Fiat Toro     Por James Garcia – Fotos Divulgação   A Fiat fez um belo de trabalho de pesquisa ao desenvolver a Toro, provavelmente o grande lançamento automotivo nacional desse semestre. Com o jargão “infinitas possibilidades”, a marca coloca no mercado um produto inédito, (muito) diferente e com um amplo leque de utilizações. Ou seja, a Toro poderá ser vista na cidade realizando os mais diversos trabalho, bem como em estradas de terra, viagens e, certamente, por trilhas desse nosso Brasil.     Num primeiro instante pode-se imaginar que ela vai brigar principalmente com a Oroch, mas ela deve incomodar veículos de outros segmentos, marcas e até mesmo pode deixar dúvida na “própria casa”. A picape tem estofo, personalidade e recursos para incomodar até o Renegade, com quem divide o motor turbo diesel, a transmissão automática de 9 marchas e o sistema de tração 4×4 inteligente.     Na apresentação do veículo realizado em 15 e 16 de fevereiro, em Campinas, SP, o Toro foi apresentado como “um veículo plural, que une qualidades de SUV, de picape e de automóvel”. E eles acertaram. Traz versões com motores flexível ou diesel, com câmbio automático de 6 ou 9 marchas, ou ainda, manual de 6 marchas. Para uso urbano ou fora de estrada, com trações 4×2 ou 4×4. A “diferença” da Toro começa pelo belo visual e pelo tamanho; ela é maior que as picapes compactas e menor que as médias, com 4.915 mm de comprimento. O entre-eixos é surpreendente: 2.099 mm. A Fiat até inventou um termo para tentar definir melhor seu lançamento: SUP Sport Utility Pick-up (SUP). A ideia é ter o porte, a altura e a ergonomia de um SUV; a robustez de um fora de estrada com o conforto de um automóvel; e a praticidade e espaço de uma picape cabine dupla de quatro portas, capacidade para acomodar até cinco pessoas com requinte e segurança e levando até uma tonelada. A Toro é uma picape monobloco com alta resistência e baixa torção de carroceria. Foi aplicada tecnologia de ponta, tanto em conforto e desempenho, como em conectividade e segurança.   Como se trata de uma plataforma modular e flexível, ela foi ampliada para gerar uma carroceria maior, com caçamba, formando uma reforçada estrutura monobloco. Ela utiliza mais de 85% de materiais nobres, como o aço de alta resistência avançado. E apresenta elevada rigidez torcional e durabilidade, além de excelente capacidade de absorver impactos em caso de acidentes, graças às linhas de deformação programadas. O Fiat Toro traz uma carroceria forte, segura, durável e inteligente, apoiada sobre suspensão independente nas quatro rodas, feita para encarar qualquer obstáculo, sempre mantendo o conforto e o silêncio a bordo. A tampa da caçamba bipartida, patenteada pela FCA, é outra novidade. Ela tem duas portas que se abrem lateralmente, com a possibilidade de abertura de somente uma delas. A caçamba (820 litros) pode ganhar opcionalmente ainda mais 405 litros com seu extensor, aumentando o comprimento da caçamba e permitindo maior praticidade.       Na frente, o design começa com os “olhos do touro” ― Split Lightning ― o grupo ótico dividido em dois conjuntos. O grupo ótico superior tem um formato ousado e muito atraente. Ele traz as luzes de posição (iluminadas por LEDs) e de indicador de direção. Ele também pode contar com a luz DRL (Daytime Running Lamp), com iluminação a LEDs de alta intensidade, que garantem segurança mesmo durante o dia. Já o segundo grupo ótico é responsável pelas funções de iluminação de profundidade. Ele oferece ótima visibilidade em distância e em curvas e fica integrado à grade principal, que traz barras tridimensionais.     No interior, os detalhes internos ― como elementos em cromo acetinado, composições de cores e revestimento em couro nos volantes ­ ― tem como objetivo trazer a combinação entre força e o conforto. O painel do Fiat Toro apresenta desenho moderno, que combina com as linhas ousadas da carroceria, assim como o quadro de instrumentos em TFT 7” colorido, que permite grande integração com o motorista; o volante multifuncional com borboletas para as trocas de marcha; e a Central Multimídia Uconnect Touch NAV 5”. Tudo com muita interatividade e personalização.   Uma de minhas maiores curiosidades em ralação ao modelo, era sentir a capacidade de seu inovador sistema de suspensão, mas no teste realizado apenas em afalto (pequenos trechos de cidade e rodovia), isso não foi possível, embora já tenha sido suficiente para saber que se trata de uma picape firme, mas confortável, grande mas na mão e que a suspensão lê muito bem as imperfeições, mas não as transmite para quem dirige. Boa parte desta sensação vem da suspensão totalmente independente na dianteira e traseira. A dianteira traz o sistema McPherson e a traseira é uma multilink. Os sistemas são fixados na carroceria por apoios de elementos elásticos especiais, que garantem total isolamento e silêncio para os ocupantes, mesmo em pisos esburacados. Além disso, esta suspensão independente e resistente garante melhor dirigibilidade, estabilidade e agilidade em qualquer tipo de terreno ou desvio de trajetória, mesmo carregando uma tonelada de carga.   O conjunto motor/câmbio  (1.8 Flex 16V com câmbio automático de 6 marchas e 2.0 Turbodiesel 16V com câmbio manual de 6 marchas ou automático de 9 marchas) também ganhou um sistema reforçado de fixação, com coxins hidráulicos, para isolar o interior do Toro de ruídos e vibrações. A direção possui assistência elétrica O Fiat Toro traz o melhor da segurança ativa, com excelente estabilidade, dirigibilidade e capacidade de frenagem. Exemplos disso são os controles de estabilidade e de tração. Ele também chega com ótimos sistemas de segurança passiva, como as linhas de deformação pré-programadas de várias áreas da carroceria (com diferentes tipos de aço), ou volante EAS (Energy Absorbing System), que também retém energia em acidentes. O modelo pode contar com até sete air bags: vem de série a proteção para motorista e acompanhante, que podem ser complementados pelos laterais (side bags), de janelas (window bags) e também os de joelhos (knee bags).   Toda a tecnologia do modelo já pode ser percebida

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