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Equipe Mitsubishi Petrobras ganha 13 posições no 2º dia do Dakar

Foto Victor Eleuterio/Mitsubishi Em etapa longa e cansativa, Guiga Spinelli / Youssef Haddad ganham 13 posições e Carlos Sousa / Paulo Fiuza terminam em 9º na geral Com um total de 625 quilômetros e mais de 500 km de trecho cronometrado, o segundo dia do Rally Dakar, entre as cidades de Villa Carlos Paz e San Juan (ARG), foi muito exigente para os competidores, mas que trouxe bons resultados para a Equipe Mitsubishi Petrobras. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad conquistaram 13 posições em relação ao primeiro dia e agora ocupam a 15ª colocação na classificação geral. A dupla chegou a marcar o 10º tempo na primeira parcial e manteve um bom ritmo durante as quase seis horas de prova. Foto Vinicius Branca/Mitsubishi “Fizemos umas 10 ultrapassagens. Mas foi uma especial realmente complicada, bem diversificada e com muita diferença entra o início e o fim. Mesmo largando em uma posição ruim, com muitos carros na nossa frente, tivemos um dia razoável”, explica Guiga. Já Carlos Sousa e Paulo Fiuza mantiveram a regularidade e terminaram o dia na 9ª posição. Isso facilita muito daqui para frente, já que será essa a ordem de largada para amanhã. Foto Gustavo Epifanio No terceiro dia, o Rally Dakar sai de San Juan e segue em direção à Chilecito, na Argentina, em um percurso de 542 quilômetros. “Teremos uma especial com pedras, cânions e, provavelmente, rios secos. Já chegando em uma região muito conhecida e tradicional, entre Fiambala e Chilecito, com dunas difíceis e muito quente. Será uma especial bem exigente”, prevê Guilherme Spinelli.

O fantástico caminhão Astrus PLM 6×6

Há quase 10 anos tive o prazer de conhecer essa fantástica viatura, por convite do amigo Angelo Meliani, apreciador e restaurador de veículos militares antigos. Viajamos de São Paulo até a Praia Grande, litoral paulista, para ver de perto a máquina. Esse incrível caminhão 6×6, equipado com a mais alta tecnologia, teve seu projeto iniciado em 1990 e nos últimos dois anos passou a integrar a frota do exército brasileiro. Texto e fotos James Garcia PLM – Plataforma de Lançamento Múltiplo. Esse nome não remete de imediato ao incrível caminhão 6×6 fabricado pela Avibras-Tectran. Mas entender esse nome fica fácil, ao sabermos que a tal plataforma é a caçamba de 24,5 toneladas, de onde podem ser lançados mísseis mortíferos. Porém, mais interessante que se ater ao lado bélico desse caminhão, é conhecer a mecânica do Astrus, nome pelo qual é mais conhecido, um super veículo montado sobre mecânica Mercedes-Benz alemã, e equipado com acessórios que fazem qualquer off-roader ficar de queixo caído. Percebe-se a inegável robustez do Astrus logo no chassi, que é construído em perfil “U”, super reforçado. O motor que foi instalado bem no centro da cabine de operações é um Mercedes OM 422, V-8, capaz de desenvolver 284 cv a 2300rpm. Seu torque máximo é de 106kgfm a 1200 giros, ou trocando em miúdos, um verdadeiro colosso de força em baixa rotações. Mesmo pesando quase 36 toneladas, o Astrus consegue se movimentar com agilidade e conforto, chegando aos 100 km/h em estradas de asfalto. Na terra, a velocidade indicada no seu manual é de 27 km/h, mas obviamente ele anda muito mais do que isso. Sua dirigibilidade é facilitada por um câmbio bem escalonado de 5 marchas e um sistema de direção hidráulica, com um admirável poder de esterço. É realmente incrível ver as manobras ágeis desse gigante em terrenos fora-de-estrada. Por transportar tanto peso, o caminhão recebeu especial atenção nos quesitos suspensão, sistema de calibragem pneus e tração. O feixe de molas traseiro é do tipo dependente, com a posição das molas invertidas. Essa suspensão, conhecida como Tandem, não é igual, mas atua de forma similar ao sistema de suspensão boomerang, usado nos caminhões militares Engesa, só que com a vantagem de ter curso de suspensão nos sentidos vertical e longitudinal, já que os dois últimos diferenciais são articulados. O curso de suspensão obtido é extraordinário, basta ver a torção nas fotos. Caixa de Surpresas A operação de calibragem dos pneus do Astrus é feita de dentro de sua cabine, através de um sistema similar ao rodoar, usado nos caminhões comuns, só que muito mais robusto e bem protegido, já que as mangueiras e bicos de ar comprimido, estão fixados na parte interna dos eixos, longe de qualquer perigo. A tração do Astrus é um show a parte. Pode-se optar por andar em 6×2, 6×4, 6×6, reduzida em todas essas marchas, e como se não bastasse, há o recurso de bloqueio nos três diferenciais. Como ainda não inventaram veículo que não atole, o Astrus conta ainda com outros truques para se livrar do aperto, tais como as sapatas hidráulicas que servem para carregar e descarregar a plataforma traseira, e que podem ser muito úteis no caso de um atolamento em terreno pantanoso, por exemplo. Para isso, basta fixar uma base firme no solo, algo como pedras ou tábuas, que a mesma levantará o caminhão. Se isso ainda não for o suficiente, pode-se contar com o auxílio do poderoso guincho hidráulico, instalado na lateral esquerda do chassi e que pode ser usado tanto na dianteira, como na traseira do carro. Por dentro da fera A parte interna da cabine tem tantos botões, comandos e aparelhos eletrônicos, que se parece mais com um nave espacial. Está tudo ali: controles de tração, reduzida, boqueios de diferencial, pressão dos pneus, todos os acionamentos de equipamentos hidráulicos, além é claro, dos computadores que trabalham ligados aos armamentos do Astrus. Caso aconteça alguma pane na mira eletrônica, os disparos podem ser efetuados com o auxílio de uma escada para cálculo manual de tiro, localizada na parte traseira da viatura. Como toda viatura militar de grande porte, o Astrus é totalmente blindado, os vidros inclusive, à prova de balas. O formato da cabine não tem o design pontudo à toa. Isso faz com que os tiros ricocheteiem com maior facilidade. Tanques e caminhões da 2ª Guerra Mundial já usavam esse design. Andando num terreno arenoso de litoral, com várias dunas, alagados, pântanos, inclinações e lamaçais, o poderoso Astrus não demonstrou o menor sinal de fraqueza, dando várias provas pelas quais era considerado um dos caminhões militares mais modernos do mundo.

Equipe Mitsubishi Petrobras completa o primeiro dia de Rally Dakar

Largada do Rally Dakar, em Buenos Aires Foto Victor Eleuterio O primeiro dia do Rally Dakar foi muito rápido, com um trecho de apenas 170 quilômetros entre Buenos Aires e Villa Carlos Paz, na Argentina. Com dois veículos na prova, a Equipe Mitsubishi Petrobras completou o trecho na 12ª posição com Carlos Sousa / Paulo Fiuza e em 29ª com Guilherme Spinelli / Youssef Haddad. “Uma primeira especial simples, mas não fácil. Foi um trecho de alta velocidade, com freadas fortes e muitas curvas de 90º, algumas delas sem áreas de escape. Fiquei extremamente satisfeito com o ASX Racing e com o acerto do carro que fizemos antes de vir para cá. Para este tipo de especial funcionou muito bem”, comenta Guiga. Etapa foi curta e muito rápida, mas exigiu atenção das duplas; Guiga e Youssef foram atrapalhados e perderam muito tempo Foto Gustavo Epifanio Apesar do ritmo bom, a dupla não está satisfeita com a classificação de hoje. “O resultado não foi bom. Na primeira parcial estávamos com o 10º tempo, mas daí pra frente alcançamos o veículo do Cyril Despres e ele optou por não nos dar passagem. Fomos em um ritmo muito mais lento do que estávamos andando até o fim da especial. Saímos do 10º para o 29º, que é uma péssima posição de largada para amanhã”, relata Guiga. “Mas é ruim somente para a largada amanhã, não para a classificação da prova. Ainda tem muita coisa pela frente. O carro está em ordem e dupla andou bem. Vamos esquecer isso e andar rápido amanhã”, completa. Em sua estreia no Dakar com o ASX Racing, o português Carlos Sousa está satisfeito com o primeiro dia. “Hoje foi uma especial para não perder tempo, muito rápida. Foi para dar uma nova ordem de largada amanhã. O carro está perfeito, muito equilibrado. Entramos com o pé direito, independente da posição”, comemora. “Foi bom para medirmos nossa condição com os outros pilotos. O carro estava ótimo. Agora é descansar e se preparar para amanhã”, comenta Fiuza. Foto Vinicius Branca Para o navegador Youssef Haddad, que também é engenheiro da Ralliart Brasil, o ASX Racing se mostrou muito bom logo no primeiro dia. “O carro está perfeito em todos os sentidos. Foi um dia para avaliarmos a temperatura em função das longas retas. Todo o carro está dentro dos parâmetros normais”, ressalta. A especial de hoje foi curta e serviu para aprimorar a navegação e todos os detalhes para o restante da prova. “Um dia super tranquilo de navegação, não tinha nada significativo. Apenas uma nova regra, com a implantação dos carimbos dentro das zonas de radar, que nos dão mais segurança nos pontos de frenagem”, explica Youssef. O Guiga e eu combinamos dentro do carro: se não estiver divertido, é porque estamos lentos. E hoje foi um dia bem divertido. É essa postura que vamos ter no restante do rali.” Foto Marcelo Maragni

Mahindra MOV em roteiro de férias

Mahindra MOV em roteiro de férias Foto Viviane Bosio Foto James Garcia Na edição de janeiro você verá como se comporta o MOV, o jipão da Mahindra. O Mahindra Off-Road Vehicle é um 4×4 de concepção clássica (carroceria sob chassi), equipado com motor turbodiesel intercooler e possui ar-condicionado, freios ABS, retrovisores elétricos, muito espaço interno e acabamento de boa qualidade para um puro 4×4. Foto James Garcia Aqui estamos testando as aptidões do grandão na Rota do Enxaimel, em Pomerode, Santa Catarina. Não perca a matéria completa na próxima edição!

Rally Dakar 2015 começa no próximo sábado

Largada será em Buenos Aires Foto Gustavo Epifânio/Mitsubishi No próximo sábado, dia 3 de janeiro, competidores de todas as partes do mundo partem de Buenos Aires, na Argentina, para enfrentar o Rally Dakar em um percurso de mais de 9.000 quilômetros, em meio ao desconhecido, durante 14 dias. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad David dos Santos Jr./Mitsubishi Os brasileiros Guilherme Spinelli e Youssef Haddad, da Equipe Mitsubishi Petrobras, partem para o desafio após um ano de muita preparação e conquistas, já que venceram o Rally dos Sertões, maior prova do off-road nacional. Eles serão a única dupla brasileira nos carros. “É uma grande responsabilidade. Mas vamos enfrentar todos os outros países e todas as outras equipes para representar o Brasil da melhor forma possível”, afirma Guiga Spinelli. Desde 2009, o Rally Dakar é realizado na América do Sul. A mudança de continente não tirou todo o glamour que consagrou a prova em todo o mundo, nem diminui sua dificuldade. Prova terá mais de 9.000 quilômetros Foto Gustavo Epifânio/Mitsubishi Sempre com roteiros inéditos, os pilotos não sabem o que irão enfrentar até horas antes da largada. O dia pode ser sob o forte calor do Deserto do Atacama, com suas gigantescas dunas, ou enfrentando o frio e a altitude da Cordilheira dos Andes. Todos esses elementos, somados a alta quilometragem, tornam este um dos maiores desafios do off-road mundial. Na edição 2015, a ASO, organizadora da prova, traz de volta a etapa maratona, onde os competidores não podem ter apoio mecânico de suas equipes. “É bem crítico, pois não temos a revisão tradicional no carro. Serão dois dias que passam a ser somados como um, totalizando 1.380 km e 553 km de especiais”, explica Guiga. A etapa maratona abrange o 10º e 11º dias, entre as cidades de Calama (CHL) e Termas Rio Hondo (ARG). Equipe Mitsubishi Petrobras terá dois ASX Racing no Rally Dakar Foto Gustavo Epifânio/Mitsubishi Outras peculiaridades já tiram o sono dos competidores, como o dia mais longo da história, com 1.024 quilômetros, entre as cidades de Termas Rio Hondo e Rosario, na Argentina. Mas é na divisa entre Bolívia e Chile que será realizada a maior especial, com 781 quilômetros, de Uyuni até Iquique. “Estamos com dois carros e com uma equipe bastante experiente que irá nos ajudar a buscar os melhores resultados possíveis”, garante Spinelli. O total de especiais do Dakar 2015 é de 4.578 km. Equipe Mitsubishi Petrobras Com uma estrutura de ponta, a Equipe Mitsubishi Petrobras vai para o Rally Dakar com dois ASX Racing, desenvolvidos para enfrentarem as mais adversas situações. É chefiada pelo francês Thierry Viardot, responsável pelos doze títulos da Mitsubishi no Rally Dakar. Carlos Sousa e Paulo Fiuza Foto Murilo Mattos/Mitsubishi Além de Guiga e Youssef, o time é formado pela experiente dupla portuguesa Carlos Sousa e Paulo Fiuza que, na estreia com o ASX Racing em outubro, venceram o Atacama Rally. “Receber o convite para fazer parte da Equipe Mitsubishi Petrobras foi um grande prazer. Disse ‘sim’ logo de cara. Não só pelo Guiga, mas pelo carro e pelo projeto”, comenta Sousa. “Será muito bom estar no Rally Dakar com a Mitsubishi, marca onde obtive conquistas importantes e estive por anos. Sem dúvida, contribuiu muito para o que sou hoje e acho que consegui retribuir a confiança que a marca me deu ao longo dos anos.” Nascido em Almada, Portugal, esteve durante muitos anos a bordo de veículos Mitsubishi, período em que conquistou seus maiores feitos, como os quatro títulos no Campeonato Português, considerado um dos mais disputados do mundo. Foi também nessa época que alcançou sua melhor posição no Rally Dakar, o quarto lugar na classificação geral.

Gabriel Medina recebe L200 Triton Savana de presente

Primeiro brasileiro a se tornar campeão mundial de surf, o atleta 4×4 Gabriel Medina recebeu um presente especial da Mitsubishi Motors na sua volta ao Brasil: uma L200 Triton Savana personalizada, com detalhes exclusivos em comemoração à conquista inédita do surfe do País. “A Mitsubishi Motors fica muito feliz em ter o Gabriel Medina no nosso time de Atletas 4×4. A L200 Triton Savana exclusiva e personalizada é apenas uma maneira de comemorar essa vitória. Esperamos ajuda-lo a alcançar muitos outros títulos no futuro”, comenta Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors Brasil. A L200 Triton Savana de Medina conta com pintura vermelha, rodas de liga leve na cor grafite, o logo de Gabriel nas sobrecapas de Neoprene dos bancos, adesivos especiais com o nome do surfista nas portas. Além dos detalhes exclusivos, o modelo vem equipado com motor diesel de 3.2 L DID-H, 16 válvulas, com potência de 180 cv e 38 kgf.m de torque, tração 4×4, snorkel, que permite atravessar trechos alagados, e outros recursos off-road ideais para quem quer chegar em praias de difícil acesso. Fotos Diogo Ribeiro/Mitsubishi

Alagoas Cup estreia com grid cheio

Alagoas Cup estreia com grid cheio Fotos e informações Assessoria Alagoas Cup A estreia da Alagoas Cup não poderia ter sido em melhor estilo, com o grid cheio! 71 veículos largaram neste sábado na Barra de São Miguel, num roteiro muito elogiado por todos competidores presentes à prova. As 11 h da manhã a Mitsubishi TR4-R da dupla Luis Borba / Joselito Jr deu a largada ao mais novo campeonato de Rally Baja do Nordeste e, pouco mais de 20 minutos depois cruzou a linha de chegada após percorrer o trajeto de 21 km, que se repetiu por mais duas voltas, totalizando assim três passagens para cada piloto. Nos carros foram somente dois participantes, mas pela empolgação das duplas participantes, em 2015 o grid deve aumentar muito. Na sequencia vieram os 16 UTVs inscritos no grid. Abrindo a trilha com seu Polaris RZR 900 estava Gustavo Tatá Xavier ao lado do navegador Sandro Gambá, e a dupla não deu chance aos adversários, vencendo as três baterias do dia. A categoria foi dividida em duas, de acordo com a potência dos veículos e na production, a vitória ficou com o piloto Marcos Moura, que também venceu as três baterias do dia. As motos formaram o maior grid do evento, atraindo um grande numero de pilotos vindos do MotoCross, que elogiaram muito o formato da disputa, a segurança do trajeto e a sinalização da prova. Entre as motos importadas com mais de 400cc a vitória ficou com o piloto Calixto Jr, que marcou também o melhor tempo do dia entre todos os veículos participantes da competição com 18min30,3seg. Na categoria B2, vitória Victor José de União dos Palmares, o jovem piloto é uma das revelações alagoana e ainda vai dar muito trabalho aos veteranos das trilhas. Na B3, reservada as motos nacionais, vitória de Gabriel Calixto e na B4, o degrau mais alto do pódio ficou para Ruan Leite. Entre os quadriciclos production, destaque para mais uma jovem promessa do off road alagoano, o piloto Daniel Fonseca fez sua melhor volta em 19min14,1seg, com tempo abaixo inclusive dos UTVs. Olho nesse garoto!!!! Entre os quadris superproduction, vitória de Allison Santos. “O grid da Alagoas Cup nos surpreendeu muito, quando decidimos fazer a prova há apenas um mês, esperávamos algo em torno de 40 competidores, mas conforme a procura foi aumentando, aumentamos nossa expectativa para 55 veículos, mas chegar a 71 inscritos, ma primeira prova do gênero que fazemos na região, é muito gratificante”, explicou Deco Muniz, diretor geral do evento. “Para 2015, teremos um campeonato completo, com 5 ou 6 etapas, sempre priorizando a segurança em fazendas fechadas e pista técnicas que exijam de todo o conjunto: veículo e piloto”, concluiu Muniz. Classificação – Alagoas Cup 2014 Carros – Pró Brasil – 1º Gastão Lessa/Hamilton Torres Carros – Production – 1º Luis Borba/Joselito Jr Motos B1 – Importadas acima de 400cc 1º Francisco Calixto / 2º Thiago / 3º Lelo / 4º Marcelo Alves / 5º Rawny Medeiros Motos B2 – Importadas abaixo de 400cc 1º Victor Jose / 2º Iury Jose / 3º Silvio Arruda / 4º Lucas Emanuel / 5º Germano Silva Motos B3 – Nacionais 1º Gabriel Calixto / 2º Naldinho / 3º Arlindo Jose / 4º Fabiano Gonçalves / 5º Ivan Jr. Motos B4 – Nacionais Estreantes 1º Ruan Leite / 2º Aldo Bernardo / 3º Marcos Aurelio / 4º Jose Fragoso / 5º Antonio Carlos Moura Quadriciclos Production – até 550cc 1º Daniel Fonseca / 2º Yuri Lyra / 3º Marcio Luiz / 4º Roberto Ramirez / 5º Eduardo Uchoa Quadriciclos SuperProduction – acima de 550cc 1º Allison Santos / 2º Denis da Silva / 3º Gustavo Mafra UTVs SuperProduction 1º Gustavo Tatá Xavier / 2º Swedoni Melo / 3º Zé Luiz Coutinho / 4º Fernando Elysio / 5º Leonardo Rocha UTVs SuperProduction 1º Marcos Moura / 2º Flavio Correira / 3º Adalmo de Medeiros / 4º Adolfo

Helena Deyama é campeã do Brasileiro de Rally Baja no UTV Marathon

Crédito fotos: Donizetti Castilho / Fábio Davini / Ney Evangelista | DFotos 2014 foi um ano de sucesso para Helena Deyama, na maioria das disputas que participou na temporada de estreia na categoria UTV, conquistou pódio. E, no Rally dos Amigos, além de uma grande confraternização e aproveitar ao máximo mais um rali, a piloto pioneira entre as mulheres no rali cross country, garantiu mais um bom resultado, ao ficar com a primeira posição no pódio da categoria Marathon 850 cc. Foi a 17ª edição da prova, realizada neste sábado, 13 de dezembro, em Avaré, interior paulista. Feliz com o resultado, Helena Deyama esteve a bordo do veículo Polaris RZR 800 e conquistou o título de campeã do Campeonato Brasileiro de Rally Baja no seu ano de estreia na modalidade UTVs a apenas dois pontos de diferença do segundo colocado, marcou 207 pontos na classificação geral do campeonato. “Este foi um evento histórico”, disse Deyama. Desta vez, a competição concluiu o calendário 2014, do Campeonato Brasileiro de Rally Baja e Cross Country e, finalizou também, as disputas do Sertões Series, campeonato organizado pela Dunas Race, e que somou ao todo quatro etapas. Estiveram inscritos no Rally dos Amigos 94 equipes, sendo 29 motos, nove quadriciclos, 30 UTVs, 24 carros e dois caminhões. Apesar da longa experiência de mais de 18 anos no off-road, Helena considera as conquistas obtidas em 2014 especiais, marcando mais um ano inesquecível em sua carreira. é o segundo título, o primeiro foi na categoria Super Production entre os Carros pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country. “Consegui subir no pódio em quase todas as etapas, todas as conquistas foram importantes para mim. Todo o meu esforço e a minha dedicação foram recompensados nesse meu ano de estreia na categoria, realmente foi um novo desafio vitorioso e foi uma benção essa conquista”, comemorou. Segundo Helena, a dificuldade das provas, e alto nível dos adversários foram ingredientes que deixaram a disputa ainda mais animada. “A minha vontade de competir fez com que estivesse competitiva em todas as etapas, mesmo em uma categoria equilibrada como a UTV, que tem sido um dos maiores grids dos eventos, estou muito orgulhosa dos resultados. Fechamos um ano coroado pelo empenho e pela ajuda de todos, quero agradecer de coração a equipe Brasil Off Road, o Erley Ayala e toda sua equipe, como também a equipe do Giba, ao Nuno Fojo que tiveram um papel fundamental, pelo carro exemplarmente preparado e a Polaris que acreditou em mim”, explicou emocionada Deyama. Foto Nuno Fojo O Rally dos Amigos, que teve um percurso de 138 quilômetros, exigiu muita preparação física dos competidores, mas não pegou Helena despreparada, já que ela cuida da preparação durante todo o ano, para chegar pronta para competições como o Rally dos Sertões. “A minha resistência física foi fundamental, o piso estava bem misto e mudava o tempo todo, um bom piloto é aquele que sabe fazer uma boa leitura de terreno, aqui tinha que ser instantâneo e, foi a prova mais técnica do calendário, pois a chuva deixou o terreno bastante molhado e escorregadio. Por isso, se revelou que os treinos que faço na Academia Bio Ritmo são complementos primordiais, senão não teria completado com competência, A concentração e a força do pensamento, adquiridos pelo treinamento psicológico, foram uma combinação perfeita”, frisou. O UTV surpreendeu Helena novamente. “Nunca pensei que o Polaris RZR 800 fosse excelente para a lama, esse foi o primeiro rali com trecho tão liso mais longo, andava de lado até na reta. Mas é um carro muito prazeroso, porque a relação peso e potência dele é muito boa, é só acelerar e segurar no braço. Se não tivesse a responsabilidade do campeonato e de vencer a prova, poderia ter arriscado um pouco mais e a diversão teria sido maior, pois como sou jipeira o percurso era perfeito. O rali estava fantástico!”, comentou Deyama. “O saldo foi positivo, e o Polaris RZR 800 esteve confiável e impecável sempre na mão, é um carro ótimo”, finalizou. Helena Deyama conta com patrocínio da Polaris e apoio da Luart Studio e Academia Bio Ritmo. Classificação do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2014 Categoria UTVs Marathon 850cc 1) Helena Deyama, 207 pontos; 2) Cesar Augusto Herwig, 205; 3) André Macedo Corrêa, 203; 4) Rodrigo Cordaro, 147; 5) Rodrigo Faiad, 105; 6) João Ricardo Wolf Campos, 36.

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