Ford comemora 100 anos de história e inovação no segmento de picapes

Ford comemora 100 anos de história e inovação no segmento de picapes     A Ford comemora 100 anos de liderança e inovação no segmento de picapes. A data é celebrada hoje (27 de julho) com uma história que começou com o lançamento do Ford TT em 1917 e continua com as atuais linhas Ranger e Série F, incluindo a F-150, picape mais vendida do mundo. Nascida da visão do fundador da empresa, Henry Ford, de criar um veículo comercial com chassi reforçado e espaço para carga na traseira, a primeira picape foi derivada do lendário Modelo T, que mudou a indústria automotiva e a própria natureza do trabalho. Hoje, as picapes Ford estão entre os veículos mais emblemáticos da marca. A Série F é a picape mais vendida nos Estados Unidos há 40 anos consecutivos e o veículo mais vendido do mercado há 35 anos, com mais de 26 milhões de unidades. A Ranger está presente em centenas países, inclusive o Brasil onde tem longa tradição.     A história de picapes da Ford é marcada pelo desenvolvimento de contínuas inovações. Uma referência mundial em desempenho, segurança, eficiência, economia e conforto desses veículos, sempre ouvindo os consumidores que fazem uso das picapes para o trabalho, o dia a dia e o lazer em todo o mundo. Nasce uma lenda Nove anos depois do lançamento do primeiro Modelo T, os consumidores queriam um veículo com maior capacidade de carga para uso em serviço e entregas. Em 27 de julho de 1917, a Ford respondeu com o Modelo TT, com o mesmo motor e cabine do Modelo T, mas com um chassi mais pesado capaz de transportar uma tonelada de carga útil. Com preço de fábrica de US$600, vendeu 209 unidades naquele ano. Como no trator Fordson (lançado para a agricultura em 1917), Henry Ford imaginou um chassi capaz de acomodar diferentes caçambas e implementos fornecidos por terceiros, aumentando a versatilidade para o trabalho. Foi uma fórmula de sucesso: a Ford vendeu 1,3 milhão de Modelos TT até 1928, quando ele foi substitído pelo Modelo AA com chassi de 1,5 tonelada. Henry Ford vendia suas picapes principalmente em áreas rurais. “As picapes modelo AA, em particular, foram muito bem aceitas por esses clientes, que podiam usá-las tanto na fazenda como para ir à igreja no domingo”, destaca Bob Kreipke, historiador da Ford.     Como o Modelo TT, o Modelo AA era oferecido apenas como chassi-cabine, em dois comprimentos, com motor e eixo de maior capacidade. O segmento se tornou altamente competitivo e a Ford substituiu o Modelo AA pelo Modelo BB em 1933, usado em aplicações como veículo de entrega, transporte de animais e ambulância. Dois anos depois, a Ford introduziu o Modelo 50, equipado com seu famoso motor V8 Flathead. Em 1941, a Ford vendeu mais de 4 milhões de picapes. A mudança da produção devido à guerra reduziu as vendas para os consumidores, mas trouxe um ganho de experiência na construção de picapes militares pesadas e 4×4 para transporte de pessoal. Um ano depois da retomada da produção para os consumidores, em 1947, a Ford aproveitou esse conhecimento para oferecer mais inovações aos clientes. “Após a guerra, muitos americanos das áreas rurais se mudaram para centros urbanos e suburbanos procurando trabalho, e muitos levaram suas picapes Ford com eles”, diz Kreipke. “A Ford viu isso como uma oportunidade e começou a trabalhar numa nova geração de picapes em 1948, que ficou conhecida como Série F ‘Bonus Built’”.       Esta primeira geração da Séria F ia da F-1 de meia tonelada à picape F-8 muito maior. Com a chegada da Série F de segunda geração em 1953, a Ford aumentou a capacidade e potência do motor e renomeou a linha. A F-1 tornou-se F-100 e as picapes F-2 e F-3 foram integradas na nova F-250. F-4 tornou-se F-350. As picapes Classe 8 formaram uma nova unidade de picapes comerciais, que trouxe as famosas picapes Séries C, H, L, N, T e W da Ford.     Ao longo desse período, as picapes da Ford começaram a parecer menos utilitárias, com pintura em dois tons, transmissão automática e sistemas aprimorados de climatização e rádio. A F-100 1953 introduziu novos itens de série como apoios de braço, luzes de cabine e quebra-sol. Com cabine mais baixa e mais larga, a nova picape tinha para-choques dianteiros integrados e design mais aerodinâmico. Em 1957, a Ford estreou uma picape baseada em automóvel – a Falcon Ranchero. Anunciado como “Mais que um carro! Mais que uma picape!”, ela trouxe confortos de carro para os consumidores.     Raça forte Em 1961 – 44 anos após o Modelo TT – a Ford introduziu a quarta geração da Série F. Mais baixa e elegante, estreou a revolucionária suspensão dianteira “twin-I-beam” da marca. O pacote Ranger de luxo surgiu em 1967, enfatizando o conforto e durabilidade, com direção e freios hidráulicos e chassi de perfil menor. A versão com cabine estendida SuperCab introduzida em 1974 trazia bancos mais confortáveis ​​para uso profissional e familiar. Com a chegada da Série F de sexta geração, em 1975, a Ford substituiu a popular F-100 pela F-150, com maior capacidade para combater as picapes C/K da General Motors. Em 1977, a Série F assumiu a liderança de vendas que, 26 milhões de picapes depois, a Ford não perdeu mais.     Mais que veículos de trabalho, as picapes estavam se tornando rapidamente veículos familiares universais, segundo Kreipke. Em vez de alugar uma picape para um serviço ou reboque, as pessoas agora possuíam esses veículos para trabalhar e viajar com a família no fim de semana. As picapes da Ford se adaptaram à mudança do estilo de vida americano, mais ativo. Versões especiais, como o pacote Lariat introduzido em 1978, ofereciam mais recursos de conforto, como ar-condicionado, bancos de couro, travas e vidros elétricos. Em 1982, a Ford lançou a Ranger, uma picape média totalmente nova. Versátil e eficiente, a Ranger rapidamente criou reputação de veículo robusto e capaz, fazendo

Jeep Wrangler: um símbolo do off-road

Jeep Wrangler: um símbolo do off-road  O autêntico 4×4 norteamericano segue conquistando fãs com sua mistura de eficiência, potência e visual clássico. Um íncone do fora-de-estrada Texto e Fotos James Garcia       O universo do automobilismo off-road também possui marcas e modelos icônicos, que atraem para si, legiões de fãs, devotos e ferrenhos defensores. Não é raro estar numa rodinha de aficionados por veículos 4×4 e presenciar acaloradas discussões a respeito das qualidades e superioridades em diversos quesitos.     Mas uma coisa é certa quando se fala de autênticos veículos para o uso off-road: o Jeep Wrangler é praticamente imbatível nesse quesito.     Ao longo dos anos, o pessoal da engenharia da matriz, em Ohio, se superou ao entregar para o consumidor um veículo, ao mesmo tempo moderno e ultra clássico. Não tem como não gostar (desculpe, sou fã mesmo!).     Num rápido giro histórico, encontramos as raízes do Wrangler, obviamente fincadas no DNA dos pioneiros Jeep Willys e Ford e, antes desses, do Bantam. Sucessor de uma nobre linhagem, o Wrangler foi o veículo que sucedeu o modelo CJ-7, em 1986 e, desde então, teve atualizações em 1996 e em 2006, quando foi totalmente redesenhado.     Além do nome do modelo Wrangler , cada modelo recebeu uma designação correspondente à sua geração: YJ (1986-1995), TJ (1997-2006), TJU (também conhecido como LJs – 2004-2006 ou YJL, no manual dos proprietários egípcios,  JKU (2007- presente em modelos ilimitados) e JK (2007-presente).     O Wrangler dessa matéria é um Wrangler JK 2010, equipado com motor V6 a gasolina de 3.8 litros, 12 válvulas, capaz de gerar 199 cavalos de potência e torque de 32,14 kgfm a 4.000 rpm. O sistema de tração do Wrangler é denominado pelo fabricante como Command-Trac, que tem as opções 4×2, 4×4 e 4×4 reduzida, escolhidas por meio da clássica alavanca, posicionada ao lado do câmbio.     O engate da tração integral, que divide o torque entre os dois eixos, pode ser feito com o carro a até 80 km/h e a transmissão em qualquer marcha. Já o engate e desengate “ideais” da reduzida pedem o câmbio em neutro (N) e o carro a uma velocidade entre 3 e 5 km/h.     Montado no super robusto sistema de construção “carroceria sobre chassi”, como os caminhões e picapes, o Wrangler tem suspensão Dianteira com eixo rígido, braços em ferro fundido, molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores a gás; traseira com eixo rígido, braços de controle, molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores a gás.     É um Jeep moderno e traz, na medida do possível, o máximo conforto para um carro de combate, que é o que ele é na essência. Mesmo tendo uma excepcional capacidade fora-de-estrada, boa parte dos donos de Wrangler, busvam sempre a ampliação das capacidades do carro. Exatamente o caso do proprietário desse Wrangler, que procurou a oficina 4WG (www.4wg.com.br) e preparou o 4×4 tres etapas. Na primeira vez, foram somente instalados pneus MUD de 33″.       Na segunda vez, o Jeep ganhou snorkel e para choque dianteiro especial, já montado com base e guincho elétrico, um modelo Winch 12.000.     E na última parada no estaleiro, ao final de 2016, o Wrangler recebeu os equipamentos e modificações que o deixaram com esse visual. Em realidade, grande parte das pessoas que se envolvem com off-road e veículos 4×4, sabe que um carro dificilmente fica “pronto”.     Sempre tem algo para melhorar ou aperfeiçoar. No caso desse Jeep, quando fui fazer a reportagem, ele estava acabando de ganhar a barra de led superior, que é fixada com dois inteligentes suportes, importados dos Estados Unidos.     Essa unidade ficou mais alta, a pedido de seu proprietário, que queria não só maior vão livre, como uma carroceria mais elevada. O veículo ganhou um kit lift de suspensão, com calços de borrracha com 2″, além um body lift, que levantou a suspensão em mais 2″.     O Body lift foi construído com supervisão de Kauan Stuchi, diretor da 4WG, que superdimensionou as peças originais, para posterior modificação e expansão das peças.     O Jeep ficou alto, imponente, mas sem exageros. A suspensão ganhou calços nas molas e amortecedores Rancho 9.000 com regulagem.     Na parte traseira do Jeep, dentro do porta-malas, encontramos um hi-lift, numa localização inteligente e segura.     O sistema de direção recebeu uma barra deslizante. E na frente, visualmente falando, chama a atenção a grade superior, apelidada de angry bird, em alusão aos famosos passarinhos dos jogos eletrônicos, que sempre estão com uma exxpressão de braveza.     E fecha o visual mais agressivo, porém sem excessos desse Jeep, um bagageiro compacto. Que tal, gostou dos upgrades realizados nesse JK?     Deixe aqui seu comentário sobre esse clássico incontestável do off-road universal.  

Confira o vídeo “Nascido para Baja”, com a picape Ford F-150 Raptor em cenas incríveis

Confira o vídeo “Nascido para Baja”, com a picape Ford F-150 Raptor em cenas incríveis   A Ford tem na sua nova F-150 Raptor 2017 um símbolo em picapes off-road e aventuras radicais. A marca acaba de produzir um vídeo inédito  com cenários sensacionais na Baixa Califórnia, no deserto do sul do México, onde acontecem provas de tirar o fôlego.   Veja as imagens em 360 graus, usando de preferência o navegador Google Chrome   Chamado “Born to Baja” (Nascido para Baja), de forma inédita, o vídeo produzido em realidade virtual de 360 graus mostra um dos ambientes mais brutais do mundo para veículos e pilotos.     Além de permitir explorar sob vários ângulos as fascinantes paisagens naturais do percurso, também faz a visita virtual ao complexo industrial de Rouge, em Dearborn, Michigan, EUA, uma das maiores fábricas da Ford, onde a F-150 Raptor é produzida.       O vídeo acompanha a participação da picape na “Baja 1000”, entre as competições off-road mais difíceis do mundo, com 1.300 quilômetros em percursos de pedra e poeira, com saída e chegada em Ensenada, na Península da Baixa Califórnia.     “Estamos empolgados em estrear este vídeo de realidade virtual, o primeiro feito com a nova Raptor, que mostra o coração ‘Raça Forte’ deste veículo de excelente desempenho”, diz Henry Ford III, gerente global de Marketing da Ford Performance. “A prova ressalta, mais uma vez, que temos a picape off-road mais eficiente da indústria.”     A Ford F-150 Raptor que completou a “49ª Baja 1000” em novembro de 2016, parando somente para receber pequenos ajustes, é a mesma vendida para os consumidores no mercado norte-americano.     “O cenário exótico da corrida e os incríveis elementos visuais tornam esse vídeo perfeito para o nosso aplicativo de realidade virtual, o FordVR”, diz Darci Gurney, gerente de Marketing Digital da Ford nos EUA. “Essa plataforma digital permite contar histórias dramáticas e impactantes, demonstrando o lado surpreendente da marca Ford. O vídeo ‘Born to Baja’ faz exatamente isso.”    

Ford apresenta o novo Expedition 2018

Ford apresenta o novo Expedition 2018     A Ford apresentou o Expedition 2018 que chega ao mercado norte-americano no segundo semestre com novo design e tecnologias inéditas na categoria. O maior utilitário esportivo da marca tem espaço para oito passageiros e traz inovações como motor EcoBoost, transmissão automática de 10 marchas, câmera de 360 graus, central Wi-Fi e recarregador sem fio para celulares, além de mais de 40 recursos de assistência para o motorista – assista: https://www.youtube.com/watch?v=Emj7fsDi2rY   O lançamento do Expedition contou com uma ação especial, que teve a participação de Sean Lee, jogador do Dallas Cowboys, um dos principais times de futebol americano dos EUA. Ele entregou o primeiro Expedition para o bombeiro Garret Rice, que adotou quatro crianças de um abrigo junto com a esposa e os dois filhos. A sua reação ao receber o presente pode ser vista neste vídeo:   O modelo faz parte do plano da Ford de lançar cinco novos utilitários esportivos na América do Norte nos próximos quatro anos – incluindo o EcoSport – para ampliar a sua liderança no segmento. Desde 2014, os utilitários esportivos aumentaram de 32,6% para quase 40% a sua participação no mercado total dos EUA.     Potente e leve Com carroceria de liga de alumínio e chassi de aço de alta resistência, o SUV ganhou robustez e reduziu em mais de 130 kg o peso total. A segunda e terceira fileira de bancos com rebatimento automático dão mais flexibilidade à cabine, que também conta com o maior teto solar panorâmico do segmento. Um sistema de prateleira ajustável no porta-malas facilita a acomodação de bagagem.     O novo Expedition tem motor 3.5 EcoBoost com sistema auto start-stop de série e nova transmissão automática de 10 velocidades. Conta também com um novo sistema de gerenciamento de terreno que permite escolher seis modos de direção: normal; esporte; reboque; econômica; grama, neve ou areia; e lama. O diferencial eletrônico com escorregamento limitado aumenta a capacidade off-road nos modelos com tração 4WD Inteligente. Assistência e conectividade Um dos itens exclusivos do SUV no segmento é o estacionamento automático com câmara de 360 ​​graus. Ele oferece ainda assistência de manutenção na faixa, piloto automático adaptativo com stop-and-go, sistema de frenagem automática com detector de pedestres, alerta de ponto cego e assistente de engate de reboque.     O Expedition também é o primeiro veículo da Ford a contar com sistema de recarga sem fio para dispositivos móveis, em uma almofada no console central, além de ponto de acesso Wi-Fi com capacidade para até 10 dispositivos simultâneos num raio de 50 metros.     O sistema SYNC 3 com conexão para Apple CarPlay e Android Auto agrega novos recursos, como partida, travamento, destravamento, localização e acesso remoto a informações do veículo, usando o SYNC Connect e o FordPass. O sistema de entretenimento permite acessar a TV a cabo de casa nas telas dos encostos de cabeça traseiros ou em dispositivos portáteis.     Os passageiros de todas as fileiras tem acesso a energia em quatro tomadas de 12 volts, seis pontos de carga USB e uma tomada de 110 volts distribuídos na cabine. Para completar, há o sistema de som de altíssima qualidade com 12 alto-falantes B&O PLAY.  

Ford apresenta picape F-150 com novo visual e inédito motor diesel

  Ford apresenta picape F-150 com novo visual e inédito motor diesel    A Ford mostrou no Salão de Detroit, nos Estados Unidos, a F-150 2018, picape que tem a liderança de 40 anos no segmento e de 35 anos como veículo mais vendido do mercado norte-americano. As novidades da F-150 estão no design, na tecnologia e nos motores, incluindo um inédito e primeiro motor diesel da linha, o V6 3.0 Power Stroke, além de versões aprimoradas V6 e V8 a gasolina. A nova F-150 será lançada no segundo semestre, três anos depois da chegada da atual geração, com carroceria de liga de alumínio de nível militar de alta resistência. Ela traz visual dianteiro e traseiro renovado. O nível de tecnologia chega a incluir assistência de frenagem com detector para proteger pedestres, uma grade evolução em picapes. “Os usuários de picapes estão sempre procurando melhorar sua produtividade, tanto no trabalho como no lazer”, diz Joe Hinrichs, presidente da Ford nas Américas.     Desde 1977, ela é a picape favorita dos Estados Unidos e nunca perdeu a liderança. “A nova F-150 é o exemplo mais recente do compromisso da Ford de ir mais longe com a contínua inovação para nossos clientes”, diz o executivo. A combinação de materiais avançados, duráveis ​​e resistentes à corrosão torna a nova F-150 ainda mais forte. O chassi de aço e a carroceria de liga de alumínio de alta resistência reduzem o peso e garantem a maior capacidade de carga útil da categoria. Todas as versões da Ford F-150 2018, desde a XL à topo de linha Limited, exibem uma aparência mais robusta, com nova grade, faróis e para-choques. A tampa traseira da caçamba e as lanternas também são novas e as rodas têm seis opções de design, de 17 a 22 polegadas.     A cabine oferece duas novas cores de bancos, além de vários detalhes de acabamento que diferenciam as versões. O modelo F-150 Lariat, com pacote esportivo, tem as barras duplas da grade pintadas na cor da carroceria.         O novo piloto automático adaptativo com “stop and go” combina radar e câmera para monitorar o tráfego e manter uma distância definida do veículo à frente, podendo até parar completamente. O assistente de frenagem com detector de pedestre ajuda o motorista a evitar colisões. O novo modem 4G LTE cria um ponto de acesso Wi-Fi que permite conectar até 10 dispositivos móveis ao mesmo tempo, praticamente em qualquer lugar. E o sistema de áudio B&O PLAY tem alto-falantes, som e sintonizador de ponta para oferecer uma experiência rica e envolvente.     Essas tecnologias se juntam a outros recursos de assistência e conveniência exclusivos no segmento, como sistema SYNC 3 com FordPass – serviço de assistência remota com atendentes –, câmera de visão 360 ​​graus, sistema de permanência em faixa e alerta de ponto cego com tecnologia otimizada para trailer. A Ford mantém a liderança em desempenho na nova F-150 com a linha mais avançada de motores e uma nova transmissão automática de 10 marchas, exclusiva no segmento. Ela é também a primeira picape grande a oferecer sistema “auto start-stop” de série em toda a linha.       O novo motor V6 3.3 litros com injeção direta oferece a mesma potência de 286 cv e torque 35 kgfm do V6 3.5 anterior, com mais eficiência. O novo 2.7 EcoBoost de segunda geração traz tecnologias de dupla entrada de admissão, injeção direta, baixo atrito interno e maior robustez para melhorar os níveis de potência, eficiência, qualidade e durabilidade. O motor V8 5.0 de aspiração natural também traz melhorias significativas para aumentar a potência e o torque. A linha conta ainda com o primeiro motor diesel oferecido na F-150, o 3.0 Power Stroke, projetado e desenvolvido pela Ford.    

Ford anuncia o novo Bronco para 2020

Ford anuncia o novo Bronco para 2020         A Ford anunciou o lançamento do Bronco, utilitário esportivo médio, no seu portfólio global para 2020.       O jipe será produzido na fábrica de Wayne, em Michigan, nos EUA, onde o modelo original foi produzido entre 1966 e 1996.     “Nós ouvimos nossos clientes de forma clara. Eles querem uma nova geração de veículos que sejam incrivelmente eficientes, mas também divertidos de dirigir”, disse Joe Hinrichs, presidente da Ford nas Américas. ”             O Bronco será um utilitário médio 4×4 sem concessões para quem procura emoção e que quer se aventurar muito além da cidade.”     O novo Bronco será construído com base na próxima geração da pickup Ranger, prevista para chegar ao mercado em 2019.           As imagens são de um veículo conceito apresentadas em 2004. Será que ele terá um visual próximo a esse modelo? Comente!    

Troller T4 Bold estará no Salão do Automóvel de São Paulo

Troller T4 Bold estará no Salão do Automóvel de São Paulo      A Troller vai apresentar uma nova versão personalizada do utilitário T4 no seu estande no Salão do Automóvel de São Paulo, de 10 a 20 de novembro: a Bold, que será produzida em série limitada. O modelo é uma das atrações da marca, ao lado do carro-conceito Xtreme desenvolvido especialmente para o evento. No total, a Troller vai expor sete veículos no seu estande de mais de 700 metros quadrados, junto com a linha de acessórios originais da marca. O T4 Bold começa a ser vendido em novembro na rede de distribuidores da Troller em todo o País com produção limitada de 180 unidades, seguindo a tradição de oferecer veículos especiais para os fãs do off-road. O T4 Bold tem preço de R$129.990, ou seja, apenas R$5.000 a mais que o Troller T4 XLT. Como comparação, se os itens especiais do modelo fossem adquiridos separadamente – snorkel, central multimídia e pintura –, o custo adicional seria de R$8.000. O lançamento do Troller Bold será marcado também por um grande evento simultâneo na rede exclusiva de distribuidores Troller, após o salão paulista.     “Mundo selvagem” Com o conceito “o lado invocado da natureza”, o T4 Bold é um modelo que faz alusão ao “mundo animal selvagem”, pela sua capacidade todo-terreno. A personalização com acessórios e cores especiais destacam sua robustez, requinte e esportividade, com itens visuais e funcionais exclusivos. O utilitário vem com rodas de 17 polegadas e snorkel em preto fosco e pontos de ancoragem dianteiros pintados em vermelho. A carroceria conta com três opções de cor: Cinza Londres Escuro e Amarelo Dakar, Cinza Londres Escuro e Vermelho Arizona, Cinza Londres Escuro e Branco Diamante II. Todas combinam dois tons, com capota, grade dianteira, para-choques, tampa traseira e acessórios em cinza escuro, além de um adesivo lateral exclusivo. O interior também é diferenciado. Tem peças de tonalidade mais escura e uma avançada central multimídia Kenwood Excelon, com tela sensível ao toque de 6,95 polegadas, GPS com navegador Garmin, discagem por comando de voz, DVD, conexão Bluetooth e USB. O painel de instrumentos, os painéis de portas e o console têm acabamento em cinza escuro, em vez do prata do modelo de linha.     Acessórios especiais A série especial Troller T4 Bold tem itens funcionais valorizados pelos clientes. Um deles é o snorkel, que eleva o ponto de captação de ar do motor e facilita a travessia de riachos e alagamentos com segurança. Produzido em polietileno, na cor preto fosco, é um elemento de grande destaque visual. A central multimídia Kenwood Excelon acompanha a tendência mundial de conectividade. Reconhecida globalmente, a linha Excelon é a mais avançada da Kenwood em termos de qualidade de componentes, construção e fidelidade de áudio. É um item de alto valor agregado, com funcionalidades que incluem discagem por reconhecimento de voz, DVD-player com conexão Bluetooth, GPS com navegador Garmin, tela multifuncional de 6,95 polegadas sensível ao toque de alta resolução e entrada USB/iPod integrada ao console. Como o T4 de série, a versão Bold tem interior lavável e outros equipamentos que favorecem o uso off-road e o conforto na cidade. Vem com ar-condicionado digital de dupla zona, computador de bordo com sete funções,vidros e espelhos elétricos, teto solar duplo de vidro e um espaço no painel para a instalação de equipamentos de navegação. O banco com várias opções de regulagem facilita encontrar uma boa posição de dirigir. Externamente, traz ainda protetor frontal, base para guincho, estribos laterais, bagageiro de teto com barras transversais ajustáveis, aerofólio na tampa traseira com brake-light integrado, lanternas de LED e pneus de uso misto.     Motor e transmissão O Troller T4 Bold tem a mesma configuração mecânica do modelo T4 XLT de linha: motor Ford Duratorq 3.2 turbodiesel de cinco cilindros, com potência de 200 cv e torque de 47,93 kgfm, e transmissão manual de seis velocidades. A tração 4×4 eletrônica, com acionamento por botão no console, oferece três opções. Além dos modos 4×2 e 4×4 High, que permite mudanças a até 120 km/h (“shift on the fly”), tem o 4×4 Low para tração máxima em baixa velocidade, além de diferencial traseiro de escorregamento limitado. O jipe tem ótimos ângulos de entrada e saída, ambos de 51 graus, e capacidade de subida em rampa de 45 graus. Outras características importantes são a sua capacidade de transposição de rampa de 30 graus, de inclinação lateral de 40 graus e de submersão em até 800 mm de água.     Original e exclusivo “O Troller T4 Bold segue a trilha de outros modelos especiais, como o Troller Expedition e o Troller Desert Storm, que fizeram muito sucesso entre os fãs e ajudaram a trazer novos clientes para a marca”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing e Vendas da Troller. Segundo ela, por representar um estilo de vida original e exclusivo, os clientes da Troller têm uma forte identidade com a marca. “A Troller tem um apelo emocional e aspiracional, como prova o grande número de fãs nas redes sociais, com mais de 325.000 seguidores no Facebook”, diz.  

Picape Ranger Wildtrak confirmada para o Salão do Automóvel de São Paulo

Picape Ranger Wildtrak confirmada para o Salão do Automóvel de  São Paulo Fotos Divulgação   A Ford confirmou a presença da Ranger Wildtrak como atração especial no Salão do Automóvel de São Paulo, no próximo mês, em novo espaço para o evento na capital paulista, o São Paulo Expo.     Ao lado da já anunciada F-150 Raptor, a Ranger Wildtrak mostra a força da Ford no segmento de picapes, do qual é líder mundial. Vendida como versão topo de linha em mercados da Ásia, Oceania e Europa, ela se diferencia pelo visual esportivo.     Os seus equipamentos exclusivos incluem grade, para-choques, rodas de alumínio de 18 polegadas, maçanetas, retrovisores e rack com pintura especial.       A cabine tem bancos, painel, portas e volante revestidos em couro com apliques ou costura na cor laranja.               Seu motor é o 3.2 turbodiesel de cinco cilindros e 200 cv, com câmbio automático de seis marchas – configuração também disponível na linha no Brasil. O vão livre do solo de cerca de 23 centímetros, o ângulo de entrada de 28 graus e o ângulo de saída de 25 graus garantem facilidade de rodagem em qualquer terreno, sem esquecer a capacidade de submersão na água de até 80 centímetros. O bloqueio eletrônico do diferencial traseiro otimiza a tração em pista escorregadia.     Como outros modelos da linha, a Ranger Wildtrak é um exemplo da nova tendência das picapes, que cada vez mais deixam de ser vistas apenas como um veículo de trabalho, ganhando mais conforto e tecnologia para o uso diário e viagens de lazer.         Entre outros equipamentos, vem com alerta de manutenção na faixa, piloto automático adaptativo, câmera de ré, sensor de estacionamento e controle adaptativo de carga, que trabalha em conjunto com o controle eletrônico de estabilidade. Seu sistema de conectividade SYNC, com tela de 8 polegadas, oferece comandos de voz para telefone, navegação, música e climatização.    

Conhece Aldo Meliani, o grande restaurador de veículos militares?

Aldo Meliani – Um fantástico legado       No dia 10 desse mês, perdemos um amante nato do Jeep original; de seu conceito e sua utilização. Referente o que se refere à história, preservação e restauração de veículos militares antigos, com menção ultra especial aos mágicos Jeep Willys e Ford, o paulistano Aldo Meliani era um dos maiores conhecedores do tema. Vamos lembrar que ele estava lá, na linha de produção, quando a Willys Overland fabricava seus primeiros modelos nessas terras. Uma paixão consumada e continuada em uma história tão bonita, quanto rara. Na matéria a seguir, vamos lembrar a matéria que Juliana Santos fez com o “seu Aldo”, em 2002.       Página da História* Preservar a história através do automobilismo é a função de Aldo Meliani, restaurador de carros 4×4 antigos e militares. O mecânico conta com experiência de quase meio século, representada pela passagem como funcionário na Willys Overland do Brasil Texto Juliana Santos fotos Donizetti Castilho e Juliana Santos Arquivo Pessoal         As mãos habilidosas de Aldo Meliani desempenham um papel inédito e muito importante para conservar a história. Elas mantém viva o passado através da restauração de jipes antigos e veículos militares, alguns deles usados na Segunda Guerra Mundial. O simpático senhor de 64 anos, mecânico e restaurador, é uma fonte viva de informação sobre qualquer modelo, marca ou ano destes carros, pelos quais se apaixonou há quase 50. “ O povo brasileiro é curto de memória. Se há presente, houve passado e haverá futuro. São três tempos diferentes, mas um depende do outro”.       Desde os sete anos de idade, Meliani já observava, em sua rua, um Jeep 42 acompanhado de um caminhão GMC, que fazia um trabalho muito interessante. Eles vinham buscar pombos-correio que o vizinho criava para o exército. Vendo constantemente aquela cena, Meliani estabeleceu um ideal: o primeiro carro de sua vida seria um Jeep 42. E realmente foi, o qual possuí até hoje. Apesar do pai ser marceneiro, Meliani já sabia desde cedo – 15 anos de idade – que queria ser mecânico. Certo da escolha, procurou uma oficina próxima a sua casa e lá teve os primeiros contatos com o ofício.     O fascínio que os veículos exerciam no (até então) aprendiz de mecânico era tanto, que ele começou a guardar todos os jornais e revistas da época sobre o assunto. Além dos recortes, Meliani foi comprando vários manuais em concessionárias e recolhendo sobras nos quartéis. Hoje, o acervo tem quase 2 mil unidades consultadas por gente de todo Brasil. Aos 20 anos, o mecânico trabalhou na extinta Willys Overland do Brasil – no sentido literal da palavra, a “fábrica de sonhos” de qualquer off-roader. O contato diário com verdadeiro Jeep aumentou ainda mais o gosto e a vontade de possuir uma daquelas máquinas, quase inacessível no tempo em que ainda havia muitas carroças nas ruas.     Na Willys, Meliani ficou somente dois meses – maio a julho 1958 –, atuando na linha de produção, onde saíam 90 motores por dia. E o trabalho não foi fácil. “Se tivesse de ir ao banheiro tinha de apertar um botão e uma pessoa vinha no lugar”. Como o única tarefa que realizava era “apertar parafusos”, ele decidiu sair da Willys e buscar novos horizontes. “Eu queria aprender a fazer reforma geral. Queria trabalhar em um lugar onde pudesse mexer em tudo”, contou.       E o local que definitivamente deu oportunidade a Meliani “destrinchar” as viaturas foi a Prefeitura de São Paulo. Lá, o mecânico passou por várias seções, fazendo manutenção de caminhões, picapes, ambulâncias e, é claro, jipes.     Segundo o restaurador, naquela época, a Prefeitura tinha duas frotas de jipes – 200 carros aproximadamente –, uma da Secretaria de Finanças e outra do Departamento Jurídico. Havia necessidade dos 4×4 nestes setores porque as Finanças, para fazer levantamento dos impostos, tinha de ir para todos os lugares da cidade, inclusive os mais difíceis. E o Jurídico, conseqüentemente entregava intimações em São Paulo inteira, quando necessário. “Senti saudades de algumas pessoas especiais, e também do serviço, que eu gostava muito”.         Na Prefeitura, onde permaneceu 33 anos, Meliani trabalhava 12 horas por dia, dia sim outro não, e naqueles intervalos, atuava em uma oficina de militares, cujos donos eram um capitão e  um sargento do exército. Por intermédio deles, realizou seu sonho: comprou seu Jeep 42, no ano de 1967.           Depois do exército, Meliani foi o primeiro e único dono do Jeep, adquirido no Parque Regional de Motomecanização da Segunda Região Militar/Ministério da Guerra. O Jeep, que levou 20 anos em uma reforma ficou totalmente original, é invejado por muitos. “Meu Jeep eu não vendo. Inclusive, um camarada fez um cheque em branco e disse ‘põe o preço’”.         Já aposentado, o experiente mecânico não parou de trabalhar. Abriu uma oficina de restauração – uma das poucas que executam este serviço no Brasil – e trabalha artesanalmente na recuperação destas raridades, detalhe por detalhe.     A paixão de Meliani se extendeu ao filho, Ângelo, companheiro de trilhas e trabalho. Observando a arte do pai, Ângelo repetiu a história: recortava tudo sobre 4×4 e militares e catalogava. Ainda menino, lia uma publicação sobre mecânica e ficava impressionado como os restauradores transformavam “aquele monte de ferro jogado” em um calhambeque. “Eu olhava as ferramentas, os recortes e comecei a entender que lendo o manual você consegue montar direito um carro”, explica Ângelo, que assim como o pai, também teve um Jeep como primeiro carro de sua vida. Hoje, seu entusiasmo supera o do pai, que diz: “o Ângelo é mais sonhador que eu”.   Matéria originalmente publicada na Revista 4×4&Cia, edição 104, de 2002.

Picape Ford F-150 Raptor com mais de 450 cv será atração da marca no Salão de São Paulo

Picape Ford F-150 Raptor com mais de 450 cv será atração da marca no Salão de São Paulo     A Ford anunciou os números finais de potência da nova F-150 Raptor 2017, que desenvolve 456 cv e 70,5 kgfm de torque, com o novo motor 3.5 EcoBoost de duplo turbo.       Essa picape esportiva e de grande desempenho no uso off-road será uma das atrações da marca no Salão do Automóvel de São Paulo.     A linha F-150 é a mais vendida dos Estados Unidos e um símbolo de inovação da marca. Como os demais modelos, a Raptor 2017 tem carroceria de alumínio de nível militar, chassi de aço de alta resistência e é cerca de 220 kg mais leve que o modelo 2014.     A transmissão de 10 marchas também é nova, assim como o exclusivo sistema de tração 4×4. Sua caixa de transferência tem funcionamento sob demanda para rodagem diária e bloqueio mecânico para fora de estrada severo.       Ela é a única da linha Ford a contar com seis modos de gerenciamento para diferentes tipos de terreno: normal, esporte, tempo, lama/areia, rocha e baja.     O sistema 4×4 sob demanda garante ótima dirigibilidade com mau tempo na cidade. O modo Baja, além de bloqueio mecânico da tração 4×4, otimiza a resposta do acelerador, do câmbio e do turbo para aumentar a capacidade off-road.     Os novos algoritmos adaptativos de troca da Raptor monitoram em tempo real mais de uma dúzia de sinais do motor e do motorista para garantir a marcha certa no momento certo e uma experiência de direção envolvente. A economia de combustível também aumentou mais de 20%, incluindo sistema auto start-stop de desligamento nas paradas.         “A Raptor foi projetada para ser uma máquina de desempenho off-road sem concessões”, diz Matt Tranter, supervisor de engenharia da Ford Performance. “Por isso trocamos o bloco V8 de ferro fundido pelo V6 GTDI EcoBoost de alumínio de alta potência, desenvolvido para oferecer cerca de 40 cv de potência e 10,5 kgfm de torque a mais que a Raptor anterior”.  

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