Um dos melhores Jeep Wrangler do Brasil

  Um dos melhores Jeep Wrangler do Brasil       Off-roader carioca aplica conhecimento, técnica e expertise na montagem de um super Jeep!  Fotos Arquivo Pessoal         Fabio Paiva, 41 anos, é casado, nascido no Rio de Janeiro e trabalha como corretor de seguros. Fabio serviu ao Exército por 4 anos, no quartel de Cavalaria Mecanizada. “Lá aprendi a mexer e gostar de Jeep, caminhões e outros veículos todo terreno. Logo de cara descobri como os pequenos Jeep eram valentes. Uma vez, fazendo reconhecimento em Itaguaí, RJ, ficamos rodando pela região um dia inteiro sob fortes chuvas e quando retornamos para o quartel, já tarde da noite, descobrimos que a cidade estava toda ilhada e haviam decretado estado de emergência. Estávamos somente em 1 veículo e passamos em diversos alagados, ruas que viraram rios e tudo mais, sempre achando tudo divertido e emocionante”, dissertou Fabio sobre começou essa história de Jeep em sua vida.     Fabio comprou seu primeiro Jeep, um Willys CJ todo desmontado, em 1997, logo que saiu do Exército. Era o que dava para comprar na época.       Foram necessários  2 anos para montá-lo e começar a fazer trilhas. “Logo que comecei a usar, já comecei à fazer os “upgrades” para usar o maior pneu que eu conseguia comprar na época, um Goodyear Wrangler 35”. Era um espetáculo! “, lembrou.   Mas esse Jeep andou pouco, pois numa prova em Macaé, um Trial de Superação, Fabio capotou com ele e, apesar de passar mais 1 ano reformando o carro, acabou por vender antes de ficar pronto. Paralelo ao primeiro Jeep, Fabio teve uma Nissan Frontier com pneus 33” e Body Lift de 3”, que usava para viagens e trilhas mais leves. Depois teve uma picape Ford Ranger Limited, com a mesma configuração.   Fabio comentou que o sempre teve o Jeep como um segundo veículo. Sobre a escolha do Wrangler, Fábio foi objetivo: “O Wrangler é o neto do meu primeiro Jeep, o CJ. Desde quando eu tinha meu primeiro Jeep, já ficava de olho nos Wrangler, vulgo TJ, que apresentam muito mais possibilidades de preparação e configuração.         As grandes evoluções do Wrangler são o fato deles possuírem molas helicoidais e caixa automática. Muita gente não gosta, mas a caixa automática permite um controle muito superior em trilhas e obstáculos mais extremos e radicais”. Realmente essa observação de Fabio é alinhada com o gosto do publico norte americano, que, em sua maioria, usa o Jeep com câmbio automático. Versões manuais são raras de ver.             Fortalecendo um clássico   Nosso personagem se casou no dia 05 de novembro de 2010. E exatamente 1 mês depois, dia 5 de dezembro, comprou o “Ninho”. “Esse apelido surgiu porque ele é branco e eu gastava com ele mais do que com o Leite Ninho dos meus filhos, além de também ser “Enriquecido com Ferro”, afirmou, com bom humor.   Na época, Fabio estava procurando uma Pajero Sport usada, que seria um carro apenas para fazer trilhas, viagens e para o dia-a-dia. Mas numa festa com amigos, lhe deram a ideia de voltar a ter um autêntico Jeep, mas a sugestão foi comprar uma Cherokee Sport, vulgo XJ, e um carro de passeio como um Gol, Sandero ou algo assim.     “Essa dica me fez pensar e pesquisar muito e optei pelo Wrangler, apesar de ser geralmente o dobro do valor de uma Cherokee e um Sandero. A opção pelo Wrangler tinha 2 grandes vantagens sobre a XJ: ter chassis e ser conversível”, comentou.   Fabio fez muitas pesquisas nos fóruns americanos e nas lojas e sites, que duraram meses. E com isso o off-roader foi montando um “Grande Projeto Geral”. Como na época era impossível avaliar, Fábio  estabeleceu algumas fases para o “Ninho” alcançar.     Em todas elas, Fabio foi comprando os itens necessários e parava o mínimo possível para fazer toda a transformação de uma vez. Fábio Paiva nos passou, resumidamente, as fases já efetuadas:       Fase 1 – Bloqueios ARB nos 2 eixos originais, pneus 35”, rodas Beadlocks aro 15”, Guincho Warn 9000, Suspensão Rubicon Express 3,5”;     Fase 2 – Suspensão Long Arms Clayton Off Road, Eixo dianteiro Dana 44 com Axle Truss e Semieixos+Homocinéticas RCV, Eixo traseiro Dana 60, Pneus Trepador Competition 40”, bloqueios ARB nos 2 eixos, Paralamas MetalCloak, Guincho Warn M8274, Amortecedores de 14” de curso;     Fase 3 – Motor V8 5.9L Mopar 360 Magnum e caixa automática 4 marchas;         Fases 4, 5 e 6 – já definida, mas aguardando o dollar baixar…     É por essas e outras que o Wrangler de Fabio Paiva é considerado por fãs e amantes do modelo Wrangler, como sendo uma das unidades mais bem preparadas do país.    

Visitando Ted Vernon

Visitando Ted Vernon     Por *Régis Beckauser   Olá amigos da 4×4 Digital, como vão? Tenho enorme paixão pelos veículos off-road, mas, na verdade, meu coração é dividido entre outra paixão, os carros antigos. Creio que grande parte de todos que estão nos acompanhando gostam e admiram as raridades sobre rodas e sabemos que eles foram os principais laboratórios para o desenvolvimento crescente da indústria automotiva.         A evolução do carro está muito ligada as condições por onde ele iria trafegar e é sabido que  as vias pavimentadas não surgiram da noite para o dia exigindo que no passado, as empresas que se propuseram a desenvolver veículos motorizados encontrassem soluções para andar nas vias comuns da época que hoje chamamos de fora-de-estrada.     As exigências impostas pelas forças armadas ao redor de todo mundo, também pressionaram as empresas a encontrarem soluções eficazes a fim de que seus produtos pudessem vencer grande parte dos obstáculos encontrados nos campos de batalha.       Desde que aterrissei em Miami, eu queria visitar a loja do Ted Vernon, dono da South Beach Classic, um camarada que ficou conhecido pelo seu programa que era ou é ainda, transmitido por um dos canais pagos no Brasil.     Nesse enorme local, encontram-se a venda, mais de 300 veículos, de vários anos, modelos, cores e condições. Digo condições pois muitos carros após serem adquiridos, terão que passar por mãos especializadas para voltarem a brilhar.       Curiosamente, alguns 4×4 estavam por ali, alguns originais, outros nem tanto, mas veículos que fazem parte da historia automotiva e que para nós da comunidade fora de estrada fizeram e ainda fazem parte de nossas trilhas e de nossas histórias. Verdadeiros companheiros inseparáveis.                 Alguns modelos que tive a oportunidade de ver, creio que são bastante raros no Brasil onde até então nunca tinha visto como é o caso desse modelo Land Cruiser com a cabine estendida e que se encontrava em muito boas condições de preservação.             No Brasil, o carro equivalente a essa Land Cruiser é a Toyota Bandeirante, porém com a distancia de entre-eixos maior diminuindo o ângulo de saída e o balanço traseiro. Outra diferença grande é que a grande maioria das Land Cruiser em solo americano rodam com motores a gasolina.     Outra característica interessante desse veiculo, são as duas portas traseira novamente diferenciado do modelo do Brasil onde somente uma porta era instalada na traseira Se alguém me perguntar, o que esse miolo de chave faz ao lado do emblema minha resposta é: não sei! Esse detalhe só pude perceber quando vi a foto com mais calma e gostaria de deixar duas perguntas no ar: Esse miolo é original? E caso seja original, qual a sua função?     Logo a frente, um pouco escondida, estava uma outra Land Cruiser com capota de lona e diferente da anterior, sua mecânica era a Diesel. Infelizmente, não pude conferir se o motor era o mesmo utilizado pelo valente Bandeirante que utilizou em grande parte de sua trajetória a motorização da Mercedes Benz.       Esse carro também se encontra em boas condições em sua aparência tendo em vista que a maioria dos carros não era possível ligar pois estavam sem bateria.     Um dos carros que eu particularmente nunca tinha visto de perto, foi um International Scout SSII (Super Scout II) ano 1976. Um 4×4 do porte das antigas Chevrolet Bonanza.       Mesmo não sendo 100% original, esse REO transformado, teve uma caçamba de reboque militar instalado na traseira deixando-o com um visual bem diferente.     Esse M151 MUTT (multi-purpose light vehicle) dentre algumas particularidades, destaca-se a suspensão independente, que para alguns, uma solução não muito prática no campo de batalha, mas de qualquer maneira, esse veiculo foi um dos destaques na historia da Jeep.         Quem estiver passando por Miami, vale a pena programar uma passadinha pela loja do Ted Vernon. Tive o prazer de conhece-lo pessoalmente e fui muito bem recebido, onde inclusive expliquei que seus veículos 4×4 estarão sendo apresentados a vocês, querido publico da 4×4 Digital. Um grande abraço e até a próxima.     *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na região da Serra da Canastra – MG. Atualmente, reside em Miami e acompanha de perto os eventos realizados por lá, desde os 4×4, hot roads, clássicos e carros de corrida das mais diversas categorias. É colaborador exclusivo de 4×4 Digital nos Estados Unidos.      

Daihatsu Feroza tem seu legado mantido por fãs

Daihatsu Feroza tem seu legado mantido por fãs   Fotos Divulgação     O suv japonês Daihatsu Feroza, que foi produzido entre 1987 e 1998 e teve uma série trazida ao Brasil, tem sua história, manutenção e vida útil mantida por fãs e aficcionados desse interessante 4×4 .     Chamado Rocky no mercado norteamericano, Sportrak no Reino Unido e Feroza na Europa, Austrália e na América Latina, o veículo, em suas primeiras versões (houveram diversos facelifts), lembrava uma versão menor do Ford Bronco, estando, dessa forma, mais próximo deu um jipe do que de um automóvel.             O modelo que sucedeu o Feroza, o pioneiro crossover Terios, seguiu esse caminho mais urbano que viraria tendência depois. Mas isso é assunto para outro momento. Por enquanto vamos celebrar o Feroza e seus proprietários, que não economizam elogios ao modelo.         Pensando na preservação da espécie, a página Daihatsu Feroza Brasil foi fundada em Março de 2014, com o intuito de reunir os proprietários de Feroza, hoje espalhados por praticamente todos os estados do Brasil. Hoje o grupo tem 80 proprietários e a maioria deles está no sul e sudeste do Brasil.     “Trocamos informações e combinamos eventos através do Facebook e whatsup”, comentou Henrique Guidi, internauta e um dos responsáveis pela página do veículo no facebook diz. ” O clube tem cada vez mais participantes e estamos organizando encontros regionais para esse ano”, finalizou.           E para troca de ideias temos uma página no face e outra  no instagram: Daihatsu Feroza Brasil e FerozaBrasil. Já o site nacional www.feroza.com.br traz informação útil e de qualidade,  para “Ferozeiro” nenhum botar defeito.   Serviço: Facebook Daihatsu Feroza Brasil Instagram FerozaBrasil Site www.feroza.com.br    

Hotchkiss M-201 – O inacreditável “Jeep 42” Francês, no Brasil!

Hotchkiss M-201 – O Jeep Francês, aqui no Brasil   Na cobertura dessa 23º edição da Festa Nacional do Jeep, realizada em Brusque, Santa Catarina, conhecemos a mais “nova” viatura 4×4 do “Negão”, maneira carinhosa como é conhecido Vilmar Walendowsky, o eterno presidente do Brusque Jeep Clube e um dos maiores fomentadores do universo 4×4 do País. “Negão” nos mostrou seu Hotchkiss 1952, que trouxe da Guiana Francesa, em uma operação que levou seis anos para ser concretizada. Veja só que beleza…                                 Em breve traremos uma matéria completa sobre o Hotchkiss, essa interessante e versátil versão do modelo 4×4 mais famoso de todos os tempos. De quebra, vamos contar um pouco da saga de Vilmar Walendowsky ao trazer esse raro 4×4 da Guiana Francesa até Brusque, SC. Aventura e História no off-road brasileiro. Não perca!  

Jeep Willys CJ3B 1954 ou, melhor, o famoso “Cara de Cavalo”!

Um “Cara de Cavalo” imbatível     O Jeep Willys CJ3B 1954 dessa reportagem apresenta um nível tão alto de qualidade em sua restauração, que já recebeu três importantes prêmios em eventos de antigomobilismo. Conheça a história desse “cara-de-cavalo” e seu proprietário, Fernando Cury   Texto e Fotos James Garcia     O verde é uma das cores mais usadas nos Jeep, mas ainda bem quem há quem curta outros tons. O empresário paulistano do ramo alimentício Fernando Cury, 50 anos, é um deles. Cury não é praticante de off-road, mas sim um amante de utilitários da linha Ford/Willys, da qual tem uma Rural Luxo 4×2 1972. “Retirei junto com meu pai ‘zero km’ na concessionária, quando tinha sete anos”, lembrou. Hoje a Rural, que passou pelas talas largas, rádios Tojo e outras modas dos anos 80, está como veio ao mundo e ganhou placa preta. O dono também possui um Jeep Willys 1965. “Queria ter um carro fabricado no ano que nasci”, afirmou.   O CJ3B fazia parte dos planos de Cury. Ele tem uma amiga cujo falecido marido tinha esse carro. “Ele teve filhas mulheres que não se interessaram, mas os sentimentos pela paixão do marido para com o 4×4 dificultaram o desapego ao Jeep”, comentou. Até que, em novembro de 2010, Cury se encontrou com ela e disse que estava comprando um Jeep. Ela disse: “Você tem tanto carinho pelo Jeep quanto meu marido, fica com ele também?”, contou. Cury negociou o valor e acabou comprando no mesmo dia os dois Jeep, um CJ5 1965 e esse CJ3B 1954.   O Willys estava parado há oito anos num galpão. Ele mandou dar uma geral; trocou o tanque, as bombas, velas, a limpeza de carburador, revisão de freio e pouco depois saiu com ele curtindo, até que em janeiro de 2011, resolveu restaurá-lo. A decisão veio após ver uma edição da 4×4&Cia, onde há dois Jeep CJ3A (amarelo e o vermelho), feitos na oficina Max4.   Cury disse que seu o sonho era montar um carro completo e começou pela restauração do chassi. Ele descobriu uma empresa especializada em construir estruturas e carrocerias para Jeep antigos para que avaliassem as condições do chassi. Como a peça estava cheia de soldas e remendos resolveu repará-la e construir uma lataria nova, mantendo a grade dianteira, o quadro do para-brisa e a tampa traseira. As demais partes de lataria são novas, até os bancos.   O Jeep foi para a Max4. Após a reforma do chassi, restauração das partes e confecção da cabine, a carroceria foi alinhada, montada sob o chassi e pintada. A escolha da cor foi inusitada. Inicialmente a cor seria verde. “Pedi a opinião da minha esposa e filha, que disseram: ‘outro carro verde? Você já tem dois nessa cor!’, falou. “Um dia encontrei com a filha do ex dono e contei a ela o dilema. Daí veio a surpresa. Ela disse que o pai se arrependeu de ter pintado de verde, pois ele era vermelho!”.     Pronto, ele voltaria a ter a cor original. O dono foi atrás de catálogos de época e viu que o tal vermelho era um vinho. “Naquele tempo só havia seis cores disponíveis: Gale Gray Poly, Beryl Green, Bristol Red (a cor do Jeep), Artic White, Coronado Sand e Kaven Black. Aí começaria a novela para elaborar a tinta e chegar ao padrão exato. Foram cinco amostras e diversas opiniões e palpites. Mas a escolha não poderia ter sido melhor.     Toda a parte mecânica, como diferenciais, câmbio, motor, molas, juntas, rolamentos, bomba de água, radiador, foram restaurados com peças adquiridas na Jipebras ou importadas dos Estados Unidos. Cury ia até Mauá, SP, onde fica a MX4, pelo menos duas vezes por mês, apreciando e tirando fotos de todas as fases. “Falava para o Adilson que não tinha muita graça, pois não podia reclamar, dar palpites e ajudar em nada, pois tudo estava ficando melhor do que eu imaginava”, falou Cury, que apontou sua ansiedade como a parte mais difícil de todo o processo.   O Willys que você vê nas fotos foi finalizado em janeiro de 2013 e Cury ficou feliz com o resultado. O CJ3B é usado para passeios e lazer. “Utilizo meus carros antigos nos dias de rodízio, citou. Fernando agradece à esposa Denise e a filha Camila, pelo respeito à sua paixão, além do apoio da família. “Meu irmão e minha mãe, me deram um belo presente de aniversário: um jogo de pneus 600×16” militares”. E citou a equipe Max4, que achou excelente. Troque informações e dicas com Fernando Cury, pelo e-mail: fernando@rosima.com.br             Um 54 premiado   O Jeep Willys CJ3B 1954 de Fernando Cury conquistou o sonhado troféu de destaque no III Encontro Brasileiro de Autos Antigos em Águas de Lindoia, que aconteceu em Abril/2016. Já está em seu currículo a premiação no XX Encontro Paulista de Autos Antigos em Campos do Jordão (Abril/2015) e também no XVI Encontro Nacional de Pick-ups, Trucks e Carros Antigos em Águas de São Pedro (Set/2014). Estes 3 prêmios de destaque eram o sonho do proprietário.     O ultimo troféu teve uma característica especial, pois foi entregue para Fernando, por um mito do automobilismo, o Wilsinho Fittipaldi e também elogiado pelo presidente da FIVA (The Federation Internationale des Vehicules Anciens) Sr. Patrick Rollet, que entregou um adesivo para prestigiar o Jeep. Com 99,99% de originalidade, o Jeep conseguiu o reconhecimento e destaque.     Prova do gosto de Fernando por carros mais acessíveis e utilitário, é que em sua garage ainda encontra uma Rural Luxo 1972, que foi buscar “zero” na concessionaria junto com seu falecido pai e também um Jeep CJ5 – 1965 que tem a mesma idade dele. Hoje, Fernando tem até dó de andar com o Jeep, para não sujar e utiliza somente para ir a passeios e encontros, permanecendo em sua garagem, devidamente coberto.         Motor Hurricane, dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha Combustível: gasolina Potência: 73,97 cavalos a

Ford completa 97 anos da produção em série no Brasil

Ford completa 97 anos da produção em série no Brasil    A Ford completa este mês 97 anos do início da produção em série de automóveis no Brasil. O Modelo T foi o pioneiro que iniciou o processo de popularização desse meio de transporte, oferecendo um automóvel com proposta mais acessível de preço. Em 1925, este “popular” da Ford já atingia o recorde de 24.250 unidades vendidas no mercado brasileiro, um volume respeitável até mesmo para os padrões atuais.     A primeira linha de montagem funcionou no centro de São Paulo em 1919, inaugurando a indústria automotiva local. O seu sucesso levou a marca, dois anos depois, a mudar para uma sede própria no bairro do Bom Retiro, também na capital paulista, onde foi instalada uma unidade de produção nos mesmos moldes da sede da empresa em Detroit, nos EUA.     Por ser acessível, confiável e fácil de manter, com peças padronizadas e intercambiáveis para enfrentar as estradas precárias da época, o Ford Modelo T se tornou um dos carros de maior sucesso de todos os tempos. Como produto de massa, teve 15 milhões de unidades produzidas entre 1908 e 1927 e ajudou a colocar o mundo sobre rodas. Foi eleito ainda o Carro do Século, como produto que melhor simboliza o nascimento da era do automóvel.   No Brasil, foi também o precursor da cultura automotiva. O Modelo T tornou-se astro de diversas exposições de veículos, como o primeiro Salão do Automóvel, realizado na década de 20, no Palácio das Indústrias, em São Paulo. Em uma das edições, a Ford chegou a construir uma réplica da linha de montagem no evento. A fábrica era um programa de visita muito concorrido na cidade, o mesmo acontecendo nos showrooms das primeiras revendas de veículos. Na área de comunicação, o Modelo T foi responsável pelo início da propaganda de automóveis nos principais meios de comunicação da época.    

Copa Troller esquenta as geladas trilhas de Curitiba com mais de 120 equipes

Copa Troller esquenta as geladas trilhas de Curitiba com mais de 120 equipes Fotos Doni Castilho       A Copa Troller segue neste sábado (14/05) para Curitiba, no Paraná, na prova que vai reunir cerca de 120 jipes T4 na segunda etapa do campeonato brasileiro da categoria. A previsão de chuva e a chegada de uma frente fria neste outono criam mais emoção para o rali nas trilhas e montanhas da região de Itaperuçu e Campo Magro, uma área perfeita para os apaixonados pelo off-road. A nova fórmula de disputa da Copa Troller prevê provas somente no circuito Sul-Sudeste do País e elevou o nível técnico das disputas, que este ano são marcadas pelo equilíbrio de forças das equipes nas modalidades de Turismo, Graduados e Master. Ao mesmo tempo, permitiu aumentar o número de principiantes nas categorias Passeio e Expedition, onde o foco é a diversão percorrendo belas trilhas com amigos e familiares.     A tradição paranaense no automobilismo fora de estrada também esquentará a prova exclusiva para utilitários Troller T4. A prova terá largada a partir das 8h00 no Parque Barigui, na capital do estado, com previsão de chegada do primeiro carro no mesmo local às 13h30.     “A corrida no Paraná sempre é muito desafiadora para os participantes e principalmente para a equipe de organização da prova. Sempre buscamos o constante aprimoramento para atender às expectativas dos pilotos e navegadores, com um roteiro que combina técnica, habilidade e muita emoção”, explica Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller. Promovida pela Troller, marca do grupo Ford, a competição completa 14 anos de realização em 2016. Uma de suas principais características é permitir a participação de pilotos com diferentes níveis de habilidade. A temporada foi aberta em São Paulo e, depois do Paraná, seguirá para Santa Catarina e Espírito Santo. A grande final nacional será também em São Paulo.  

A Rural para o trânsito em São Paulo

A Rural para o trânsito em São Paulo Informações e colaboração: Marta Helaehil –  Fotos Trajano Fkeller     Sábado, dia 7 de maio, foi dia de nostalgia em São Paulo. Sob a organização de Regis Rodrigues, aficionado e proprietário de uma Rural 1975, ocorreu o 1º encontro “Tá na Tampa, Tá pro rolo!” com o intuito de reunir proprietários, colecionadores e apaixonados por Rural/F75/F85, bem como para a troca de peças e acessórios. A Rural, fabricada nas décadas de 50, 60 e 70, pela Willys e posteriormente pela Ford no Brasil, teve versões com tração 4X4 e 4X2, com motores a gasolina de seis cilindros em linha e cilindrada de 2.6 ou 3.0 litros.     Aos poucos o cenário foi se tornando colorido e a área frontal do Estádio do Pacaembu se transformou em um túnel do tempo. Foram muitas as Rurais vindas de vários locais para prestigiar e enaltecer o encontro. Como de praxe, a Rural mais conhecida do meio off- road estava presente, com o nosso grande amigo Cid dos adesivos. Famílias se aglomeraram para conhecer e conferir o detalhe de cada viatura.       Próximo ao meio dia, iniciou-se o passeio em comboio, com apoio dos membros do Jeep Clube Comando Oeste, Claudio Poka,( ex-proprietário de uma Rural ) guiando o trajeto e Júlio, dando o suporte para o fotógrafo Trajano F. Keller, que registrou os melhores momentos do passeio.       São Paulo voltou para os velhos tempos, com a Rural chamando atenção dos que passavam pela Avenida Paulista, com a beleza multicolorida e o “buzinaço” das viaturas, acenando e sorrindo emocionando os ruralistas. Próximo do término da Paulista, um dos veículos teve problemas mecânicos, mas foi prontamente reparada pelo amigo Poka (O Anjo da turma, segundo alguns participantes).         O comboio seguiu então até o Parque do Ibirapuera onde, após mais registros fotográficos, foi finalizado o evento. Para quem perdeu, não faltarão oportunidades, em breve os organizadores já planejam um encontro com festa Julina, quadrilha e até um casamento entre uma F75 (Barão) e uma Rural (Antonieta), que acontecerá provavelmente no interior de São Paulo (próximo a Campos de Jordão) no mês de Julho.       Regis Rodrigues teve essa ideia após perceber que em dois anos de restauração de sua Rural 1975, sobraram peças que não utilizaria em sua viatura. Além disso, a vontade sempre foi grande de reunir “Ruralistas”, pois visivelmente percebe-se que não se trata apenas de um carro para os amantes da Rural. “Rural é História, Rural é Amor! E esse sentimento tornou-se claro no encontro que ocorreu, famílias reunidas, histórias e muita alegria que pretendemos levar adiante!”, afirmou o organizador.   Regis possui um modelo 1975 equipado com um raro motor BF 3000. “Não encontrei ainda no Brasil alguém que tenha a Rural com esse motor”, informou. Esse edição especial foi lançada no segundo semestre de 1975, com melhorias do motor BF161 e BF 2600 com relação à taxa de compressão e relação do diferencial excelente (relação de coroa e pinhão mais longa) para desenvolver melhor performance na estrada. É uma Rural para atingir 120km/h 4×2, enquanto a maioria das Rural atingem de 90 a 100 km /h na estrada. Essa Rural possui sistema original de suspensão independente na dianteira e está com placa preta.   Outro grande fã e proprietário da Rural, que marcou presença no evento foi Fernando Cury. “Este primeiro encontro foi simplesmente o máximo. Como minha vida inteira eu fui um ruralista assíduo e participante, foi ótimo poder estar muito envolvido na organização e ajudando de perto o Regis. Isso provocou muita emoção e gratidão. Com certeza, vamos organizar outros, pois ganhei muitos amigos e me senti realizado”, disse Fernando, numa mostra de como foi o clima do encontro.     Fernando possui um Rural Ford Luxo 4×2 1972, comprada zero km pelo pai. “Lembro perfeitamente quando em 1972 fui com meu pai na concessionária Ford Santo Amaro da Av. Rio Branco, buscar o carro da família, novinho e zero km. Quando tinha 17 anos foi meu único carro até 21 anos, passei bons momentos de diversão, lazer, problemas etc. Efetuei varias mudanças contra o gosto do meu pai, loucuras como instalar teto solar, retirada dos bancos dianteiros e substituição por dois bancos individuais, alterei para choques, suporte de camburão, mudei a pintura, com adição de uma faixa, pintei detalhes diversos no motor, substitui volante original por esportivo, e fiz muitos estragos. Mas ela ficou guardada no sítio e o desgaste do tempo e a pouca utilização foram tornando necessários alguns reparos de funilaria”, contou o dono.     Em abril de 2008, teve início uma reforma geral, com um ótimo profissional. Este desafio seria uma homenagem ao seu pai. Fernando passou por muitos ferros velhos, internet, restauradores, feiras, amigos, lojas e oficinas, e foi obtendo as peças que precisava. Depois de pronta (ficou lindíssima!), ela foi certificada pelo Clube do Fordinho, recebendo homologação para a Placa Preta. “Em março de 2010, após quase 2 anos, fui ao Detran providenciar a colocação da placa, quando considerei concretizada a homenagem ao meu Pai. A cor da Rural é Azul Colonial e Branco Nevasca. Hoje a clássica viatura é usada somente nos dias de rodízio ou em passeios aos domingos, isso se não estiver chovendo. “E sou muito ciumento com ela, ninguém dirige e quando preciso entregar a manobrista, me recuso e chego até a mudar de lugar, desde que posso eu mesmo estacionar”, finalizou. É ou não coisa de fã incondicional?      

Ford lança linha de acessórios para personalização da nova Ranger 2017

Ford lança linha de acessórios para personalização da nova Ranger 2017     A Ford lançou uma linha de acessórios originais exclusivos da Ranger 2017, ampliando as opções de personalização da picape que acaba de chegar ao mercado com design renovado e equipamentos inéditos na categoria. As principais novidades são o sistema de iluminação da caçamba, as soleiras em LED e o kit de luz branca dos faróis, complementando a lista de itens disponíveis para incrementar o visual e a funcionalidade do veículo. “A nova Ranger é uma das picapes mais completas do mercado, com uma longa lista de equipamentos de série em todas as versões. Mas conta também com várias opções de acessórios, que estamos ampliando agora com estes itens desenvolvidos especialmente para o modelo 2017”, diz Ricardo Souza, supervisor de Personalização da Veículos da Ford.     Como toda a linha de acessórios originais da Ford, os novos equipamentos da Ranger 2017 foram desenvolvidos em conjunto com as áreas de design e engenharia para atender os requisitos de qualidade, segurança e operação, preservando a garantia do veículo. Eles são encontrados exclusivamente na Rede de Distribuidores Ford, incluindo serviço de instalação.   O sistema de iluminação da caçamba usa quatro barras de LED flexíveis de alto brilho e conta com acionamento automático na abertura da tampa da caçamba, trazendo mais praticidade para o transporte de objetos. Os faróis de luz branca proporcionam iluminação estética superbranca, com visual similar ao de Xenon e temperatura de cor de 4200 K. Sua instalação certificada (“plug & play”) dispensa o uso de adaptações no sistema elétrico do veículo. As soleiras em LED auxiliam o embarque e desembarque dos passageiros e ao mesmo tempo dão um visual atraente e moderno à Ranger, valorizando a marca. Elas são produzidas em aço inox, resistente à corrosão e ao desgaste, com acionamento automático na abertura e fechamento das portas dianteiras.   Os novos acessórios se juntam à ampla linha formada por itens como: capota marítima, santantônio, bancos de couro, dispositivo antifurto para rodas, trava para estepe, espelho retrovisor com câmera de ré, estribo plataforma, friso lateral, faróis de neblina, travessa e antena de teto, calha de chuva e suporte para tablet. A lista inclui ainda recursos que facilitam o transporte de diferentes objetos na picape, como tapete para caçamba, cargo box, bolsa organizadora, trava para carga e suporte de bicicleta.

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