Ford apresenta a nova F-150 como picape de polícia para operações especiais

Ford apresenta a nova F-150 como picape de polícia para operações especiais A picape de grande porte mais atual da Ford ganha uma personalização para uso como veículo policial em operações onde são muito necessários potência, resistência e recursos de proteção e conectividade para as forças de segurança. Líder mundial em vendas, a F-150 trouxe uma concepção inovadora ao mercado, incluindo carroceria em alumínio de nível militar, que torna a picape mais leve, eficiente e com menores níveis de emissões. Chamada Veículo Especial de Serviço, a versão policial oferece uma série de configurações para se adaptar às necessidades das corporações públicas e frotas de segurança privada. É equipada com cabine estendida ou dupla, tração 4×2 ou 4×4 e motor V8 5.0 ou EcoBoost 3.5 de alto torque.   Para facilitar a limpeza, os carpetes são substituídos por piso de vinil, material usado também no revestimento do banco traseiro. O console central é removido, abrindo espaço para equipamentos de comunicação e outros itens customizados. O modelo tem ainda um alternador de alto rendimento, de 240 A, para repor a energia da bateria mesmo com o veículo muito tempo parado.   “A F-150 especial garante o espaço amplo que os policiais precisam para exercer uma extensa rotina de trabalho”, diz Stephen Tyler, gerente de marketing da Ford. “Pode-se lotar a caçamba com equipamentos e ainda levar até cinco pessoas na cabine. Há ainda uma configuração preparada para transportar cães treinados para as operações. Ou seja, a sua versatilidade é imbatível”.   As forças policiais respondem por grande parte das vendas de veículos especiais da Ford. A F-150 se junta à linha de modelos oferecidos pela marca para essa aplicação, formada por: Police Interceptor Sedan, Police Interceptor Utility, Expedition Special Service Vehicle, Special Service Police Sedan e Transit Prisoner Transport Vehicle.  

Um rolê no Jeep Beach 2016

Um rolê no Jeep Beach 2016 Texto e fotos *Regis Beckhauser       “No ultimo dia 23 de Abril de 2016 tive o prazer imenso de conhecer um dos maiores e mais exclusivos eventos voltados para o nosso querido e inigualável Jeep, o Jeep Beach em Daytona Beach, cidade litorânea localizada na Flórida.   O evento mais uma vez foi realizado no espetacular e histórico Daytona International Speedway,  um autódromo onde provas como a Nascar, entre outras, ocorrem todos os anos. E é em seu canteiro central que é montado o palco para que a estrel principal nesse universo 4×4 brilhe. Após 4 horas de estrada, de Miami, onde resido, até Daytona, cheguei ao estacionamento principal no momento de abertura dos portões. Todos os visitantes pagam uma quantia simbólica para visitação no valor de U$10.00. Para o acesso ao interior do evento os visitantes contavam com veículos preparados para o transporte do pessoal, onde uma narrativa nos dava as boas vindas. A exposição estava dividida em três setores: Expositores, Pista de obstáculos e Estacionamento dos Participantes do Desfile.   O Jeep Beach é uma celebração para os apaixonados e proprietários de Jeep exclusivamente e sendo assim, os fornecedores de componentes, acessórios e empresas de preparação, levam tudo que existe de mais atual no mercado. Ali é possível conhecer desde os grandes fornecedores aos menores, mas não menos importantes.       Em quase todos os estandes, os visitantes contavam com profissionais treinados e capacitados a explicar e demostrar seus produtos onde o resultado era possível ver nos incríveis Jeep expostos.       Após percorrer todos os estandes, fui ver de perto os 4×4 participantes que desfilaram dentro do autódromo no final do dia. Ali pude conferir de perto carros novos, modelos clássicos, como CJ3, CJ5, CJ7, Comanche, Jeepster e uma infinidade de modelos Wrangler.       Haviam carros preparados por oficinas especializadas, mas pude conferir veículos construídos pelos seus donos onde a personalidade estava bem exposta.     Mas os Jeep não estavam ali só para a exposição, um pequeno circuito com obstáculos fora montado para que os participantes pudessem usufruir dos seus veículos e alegrar os olhos dos que estavam do lado de fora da pista. Pra quase todos que estavam ali, quem mais impressionava na pista, não eram os carros mais bem equipados, mas a velha guarda!   Um carro que me chamou muito a atenção foi um CJ3 militar todo original e comandado por um senhor que demostrou uma habilidade incrível ao levar o seu carro em um dos trechos mais complicados do percurso. Além disso, foi o único carro que percorreu o circuito puxando um pequeno reboque.     Ali pude ver que o conhecimento do seu carro muitas vezes é muito mais importante do que sua preparação, pois seu carro não dispunha de recursos modernos e nem por isso ele deixou de vencer os obstáculos.               Um ponto muito importante desse evento é que grande parte dos valores arrecadados com as inscrições dos participantes e dos visitantes fora destinado a instituições de caridade.           Algo comum aqui nos EUA onde quase todos os eventos parte dos valores são destinados a ajudar as instituições que oferecem melhores condições de vida para as pessoas necessitadas sejam elas por questões de saúde ou financeira.       Despedi-me do evento embaixo dos escaldantes 32º C antes do desfile final, que pela contagem, bateu o recorde de maior encontro de Jeep em um só lugar novamente. Para conferir maiores informações sobre a pagina http://jeepbeach.com/     *Regis Beckhauser é jipeiro oficial desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na região da Serra da Canastra – MG. Atualmente, reside em Miami e tenho acompanhado de perto os eventos por aqui realizados, desde os 4×4, hot roads, clássicos e carros de corrida das mais diversas categorias.  

Nova Ford Ranger será a primeira picape com 5 anos de garantia

Nova Ford Ranger será a primeira picape com 5 anos de garantia   A Ford anunciou que a Nova Ranger 2017 terá cinco anos de garantia. Ela é a primeira picape no Brasil a contar com essa marca, especialmente considerando as condições de rodagem desse tipo de veículo, usado tanto no lazer quanto no trabalho. Além da garantia de cinco anos, ela conta com um novo plano de revisões com preço fixo que reduz o custo total de posse. Com apenas uma revisão a cada 12 meses ou 10.000 km durante os três primeiros anos de uso, gera uma substancial economia comparado ao modelo anterior. Na garantia de fábrica está incluída a cobertura total da picape. “O pós-venda é muito importante para o consumidor de automóveis e ainda mais para o de picapes, um veículo feito para enfrentar todo terreno e diferentes tipos de trabalho, do qual se espera muita resistência e durabilidade”, diz Katia Ribeiro, supervisora do Produto da Ford. “Essa garantia inédita de cinco anos é uma prova da confiança que temos na qualidade do produto. A Ranger tem muita tradição, conta com clientes fiéis e vem sendo aprimorada há muitos anos. Agora, ela atinge um novo patamar usando toda a experiência da engenharia da Ford, a marca líder mundial em picapes.” Redução de custos Na versão topo de linha 3.2 Diesel Limited, por exemplo, a redução de custos de manutenção é de 34%. O plano com três revisões têm um custo total de R$2.464,00, assim dividido: aos 12 meses ou 10.000 km: R$648,00; aos 24 meses ou 20.000 km, R$808,00; e aos 36 meses ou 30.000 km, R$ 1008,00. Na versão 2.2 Diesel XLS, a redução é ainda maior: 39%. Aliado a isso, o preço fixo é um fator que aumenta a transparência e a confiança no relacionamento do cliente com os distribuidores da Rede Ford. A cesta básica de peças da Nova Ranger também chega a ser até 80% mais barata que a da concorrência, de acordo com levantamentos usados como referência no mercado. A Nova Ranger será apresentada esta semana para a imprensa latino-americana em Puerto Iguazu, na Argentina. Ela traz visual e desempenho renovados, tecnologias exclusivas na categoria e manutenção econômica. Mais detalhes da linha serão divulgados no lançamento.  

Ford mostra a nova Ranger em trilhas da Malásia

Ford mostra a nova Ranger em trilhas da Malásia e prepara o lançamento na América Latina Fotos Divulgação   A Ford Malásia apresentou a Nova Ranger para a imprensa daquele país numa programação que incluiu o teste do veículo na famosa região turística de Kota Kinabalu e no parque de Kinabalu, patrimônio mundial da Unesco, no Sudeste Asiático. O objetivo foi mostrar a capacidade de rodagem fora de estrada da nova picape, que é a linha mais vendida da marca no mercado malaio.     Como parte do programa global, a Ford agora prepara o lançamento da Nova Ranger 2017 na América Latina. O local escolhido para a apresentação à mídia, incluindo a brasileira, é a cidade de Puerto Iguazu, na província de Misiones, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu. Situada na divisa com o Brasil, essa região também se destaca pela diversidade de terrenos, topografia e área florestal. O roteiro de demonstração mundial da Nova Ranger inclui sempre regiões turísticas com vias regulares e trilhas, desde trechos na selva a travessias de rios, que permitem testar as tecnologias inteligentes e o desempenho da picape em diferentes condições de uso. Assim como em outros mercados, o novo modelo tem como diferenciais a maior potência, capacidade de carga e de submersão em áreas alagadas da categoria. Oferece também o conjunto mais completo de itens de segurança ativa e passiva e traz tecnologias inéditas de assistência ao motorista.  

Oito curiosidades sobre o Range Rover

Oito curiosidades sobre o Range Rover   O Range Rover, modelo mais luxuoso da linha Land Rover e um dos mais refinados do mundo, foi apresentado ao público em 1970 como o primeiro veículo do mundo a unir o conforto e a sofisticação existentes nos sedãs da época somado à capacidade de trafegar em todos os tipos de terrenos, característica presente nos jipes da marca e em outros modelos, até então, restritos ao uso rural. Ao longo das décadas, o modelo se tornou sinônimo de luxo e robustez e marcou a indústria automobilística mundial como ícone de inovação e tecnologia embarcada. Agora em sua quarta geração, o Range Rover é um símbolo da Land Rover e até hoje é um modelo que define tendências dentro do segmento premium.   O fabricante lista alguns fatos e curiosidades que talvez você não saiba sobre o veículo: 1 – Foi o 1º SUV de luxo do mundo Apresentado em 1970, o Range Rover pode ser considerado o primeiro SUV de luxo do mundo. Ele foi o primeiro veículo a unir o luxo e a sofisticação presentes nos sedãs da época com a mesma capacidade e robustez para se trafegar em qualquer tipo de terreno que os 4×4 mais rústicos, restritos ao uso rural, possuíam até então.   2 – Cruzou o pântano de Darien Para demonstrar toda capacidade fora de estrada do modelo, a Land Rover colocou à prova o seu veículo mais luxuoso em um desafio extremo. O Range Rover participou da expedição British Trans-Americas Expedition. Liderada pelo explorador britânico John Blashford-Snell, a expedição saiu do Alasca (EUA) em 3 de janeiro de 1971 e terminou na Terra do Fogo (Argentina) em 10 de julho de 1972. O trecho mais difícil a ser superado foi encontrado entre o Panamá e a Colômbia, na região de floresta tropical e pântanos do Estreito de Darien. Com cerca de 400 quilômetros, a área não tinha estradas ou pontes. O Range Rover foi o primeiro veículo do mundo a cruzar a região, o que coloca seus proprietários na posição de fazer a seguinte pergunta sem medo da resposta: “Você colocaria seu carro na lama?”.   3 – É o veículo preferido das celebridades Em mais de 45 anos de existência, o Range Rover conquistou o gosto de celebridades ao redor do mundo. Em 1982, durante uma viagem do Papa João Paulo II à Inglaterra, uma unidade do Range Rover foi convertida em Papa- Móvel para transportar o Sumo Pontífice. A Rainha Elizabeth II da Inglaterra também utiliza um Range Rover para se locomover por seu país. Keira Knightley, Bruce Sprinsteen, Madonna, Michael Jordan e Jack Nicholson são apenas alguns exemplos mais. 4 – Já ganhou o Paris-Dakar Em 1979 o Range Rover participou pela primeira vez da mais famosa competição de rali do mundo, o Paris Dakar. Pilotado pelo francês Alain Génestier, o modelo venceu logo em sua estreia na categoria automóveis e depois novamente em 1981. O modelo também já participou do Camel Trophy, famoso pelo alto nível de dificuldade.   5 – Primeiro SUV feito em alumínio Sua quarta – e atual – geração apresentada para o público em 2012 fez do Range Rover o primeiro SUV do mundo com carroceria totalmente produzida em alumínio. O modelo é até 420 kg mais leve que a versão anterior o que o torna muito mais econômico em termos de consumo de combustível e também com menores emissões de CO2. A atual versão do Range Rover também inaugurou uma série de tecnologias como o painel de instrumentos virtual em TFT, composto por uma tela de altíssima definição. Outra tecnologia que chama a atenção e foi inaugurada no Range Rover foi a tela Dual View, em que motorista e passageiro dianteiro conseguem enxergar duas imagens distintas ao mesmo tempo na mesma tela, dependendo do ângulo de visão. 6 – Lançou no mercado o Terrain Response Já imaginou um botão que transforma o carro de acordo com o tipo de terreno em que se está trafegando? A expertise todo-terreno da Land Rover levou-a a desenvolver a tecnologia e escolher o Range Rover para lançá-la. Em 1997, a versão não identificava automaticamente o terreno como faz a versão atual do Terrain Response 2 (lançado na quarta geração do Range Rover), mas já ajustava aceleração, suspensão, tração e relação de marchas para terrenos arenosos, escorregadios ou extremamente irregulares, com grandes rochas, por exemplo.   7 – Versão SV Autobiography é o SUV mais sofisticado do mundo A Divisão de Veículos Especiais (SVO) da Jaguar Land Rover enriqueceu o modelo top de linha da Land Rover e não poupou mimos para quem faz questão de luxo. A versão SV Autobiography – que permite a maior gama de customização do mercado – possui dois assentos traseiros que reclinam como a primeira classe de um avião. A marca italiana de poltronas, Frau, desenhou descansos para pés e mesas dobráveis para computadores portáteis. Para não perder a performance, um motor V8 Supercharged com 550 cv de potência e 580 Nm de torque equipa o carro.   8 – Leva os turistas para a viagem mais luxuosa do mundo Junto com a Abercrombie & Kent, agência especializada em viagens de luxo, a Land Rover disponibilizou um Range Rover SV Autobiography para levar os turistas que adquirirem o pacote de viagem mais luxuoso do mundo. A Provença francesa, o Lago Como na Itália, as montanhas Atlas no Marrocos, o Grand Canyon dos EUA, o Atacama no Chile e a Tasmânia da Austrália vistos de perspectivas únicas com o conforto do Range Rover. O pacote de £ 100 mil parte de Londres, Reino Unido.    

Pinzgauer – um pequeno gigante 6×6

Pinzgauer – um pequeno gigante 6×6   Pioneiros – Steyr Puch Pinzgauer 712 M 30 6×6 1975   No início de 2012 tive o prazer de conhecer o caminhão Steyr Puch Pinzgauer, um off-road de origem austríaca utilizado pelas forças armadas de vários países. Vamos relembrar essa história Por James Garcia Fotos Mateus Verzola   Praticamente desconhecido no Brasil, já era tempo de abordarmos o robusto Pinzgauer, que em realidadeé o nome de toda uma família austríaca de utilitários de alta mobilidade, equipados com tração 4×4 e 6×6.     Desenvolvido originalmentenofinal dos anos 1960pelaSteyr-Daimler-Puch, localizada em Graz, na Áustria, ganhou o nome Pinzgauer para homenagear a raçadecavalos daquele país. Essas primeiras gerações do Pinzgauer (710, 712) foram produzidas até 2000 na Áustria. Esses veículos foram e ainda estão em uso em muitos exércitos ao redor do mundo como a Áustria, Suíça, Reino Unido, Arábia Saudita, Tailândia, Albânia e Bolívia. Quando milionário austríaco Mr. Stronach assumiu a quota majoritária de veículos Steyr-Daimler-Puch, ele concedeu o direito de construção do Pinzgauer Steyr para a Technik Automotive Ltd (atual BAE). Foi, e ainda, é um veículo muito popular entre os compradores militares e continua em produção até hoje. Esses veículos também foram fabricados em Guildford, Surrey, Reino Unido, pela BAE Systems Land & Armamento. Em 2000, os direitos da marca foram vendidos para a Automotive Technik Ltd no Reino Unido e, posteriormente, adquirida por Stewart & Stevenson Services Inc. em 2005. Em maio de 2006, a Stewart & Stevenson tornou-se subsidiária do grupo empresarial aeroespacial e de defesa Armor Holdings. Um ano depois, a Armor Holdings foi adquirida pela própria BAE Systems, que interrompeu a produção no Reino Unido, pois os veículos se mostraram vulneráveis às minas e dispositivos explosivos no Afeganistão. O protótipo original do Pinzgauer surgiu em 1969 e sua produção começou em 1971 para suceder o Haflinger 700 4×4, um carro militar leve e de uso polivalente. O Pinzgauer era disponível na versão 4×4 (modelo 710) e tração 6×6 (modelo 712), ambos com diversas versões.   Embora não seja muito rápido (110 km/h de velocidade máxima), trata-se de um veículo todo-terreno eficiente, com ótima capacidade de transporte de tropas, sua principal função. Os 710M transportavam 10 pessoas ou duas macas padrão NATO. Tanto os modelos 4×4 quanto os 6×6 rebocavam 5 mil quilos na estrada ou 1.800 no off-road.  Tinha autonomia de mais de 400 quilômetros com um tanque de combustível e quase 700 com o tanque de 125 litros opcional. Projetado para ser confiável e fácil de reparar, o Pinzgauer era impulsionado com motores de quatro cilindros em linha, 2.5 litros e 2.7 litros (nas versões ambulância dos últimos anos de produção), à gasolina, refrigerado a ar e dotado de duas bombas de óleo para que não parasse. A construção seguia o padrão tradicional de carroceria de chapas fixada sobre o chassi, com uma distribuição de peso uniforme e melhor centro de gravidade possível. Os três diferenciais são todos fechados e requerem lubrificação adicional mínima. A transmissão é curiosa, com uma caixa de câmbio que tem praticamente o comprimento de todo o veículo. Nessa versão 6×6, os três eixos “saem” da caixa de transmissão, tem movimento lateral e são suportadas por molas helicoidais. A suspensão das duas rodas traseiras conta ainda com um meio feixe de molas semi-elípticas. O sistema foi claramente projetado para fornecer a tração máxima nas circunstâncias mais exigentes, junto com o aumento da sua carga e reboque de transporte. A versão 4×4 foi a mais popular, mas o Pinzgauer nasceu para ter configuração 6×6 desde o início. Durante a produção da primeira geração, de 1971 até 1985, foram feitos 18.349 modelos 710 e 712, sendo vendidos a clientes civis e militares. No Brasil Em nosso País, pouco se sabe sobre esse curioso “caminhãozinho” e mesmo para o dono atual, o empresário Americo Maximiliano Biason, de 73 anos, esse Pinzgauer fabricado em 1975 é uma “caixinha de surpresas”. Atiçado pelo filho, Adilson Biason, proprietário da Max4, empresa que desenvolve projetos de customização e construção em jipes e veículos 4×4, Americo se apaixonou pelo utilitário no momento em que o viu, estacionado numa loja de automóveis em São Paulo, em novembro de 2011. O 6×6 foi importado da Suíça e a única mudança feita foi a cobertura da cruz vermelha que havia na carroceria. “Ele está em ótimo estado, não foi restaurado ou reparado. Simplesmente foi pouco usado e por isso se manteve como novo”, comentou Adilson. Nos Estados Unidos, onde a procura por veículos diferentes é grande, a importação desses modelos para o uso civil e de lazer é comum.     “É um tremendo off-road, anda bem, é confortável e, claro, tem uma performance na terra muito boa, similar a do Unimog”, contou Adilson, complementando que essa unidade será mantido do jeito que está, impecável e original.       Ficha Técnica – Steyr Puch Pinzgauer 712-M 30 6×6 1975 Ficha Técnica Motor: dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha Cilindrada: 2.500 cm3 Potência: 91,25 cavalos Torque: 18.35 kgfm Combustível: gasolina Alimentação: carburador Zenith 36 dual-NDIX Refrigeração: ar Transmissão: câmbio manual de cinco marchas à frente mais ré Tração: 6×2, 6×4, 6×6 e todas as opções + reduzida através de caixa de transferência com duas velocidades. Bloqueio de diferencial 100% em todos os eixos 100% Suspensão Dianteira e traseira: independente com eixos móveis e molas helicoidais. Meio feixe de molas semi-elípticas nas rodas traseiras Dimensões (mm) Comprimento: 4.955 Largura: 1.760 Altura: 2.100 milímetros Entre eixos: 2.000 + 980 Altura livre do solo: 335 Peso vazio: 2.400 kg Carga útil: 1.500 kg Peso trailer: 2.250 kg Sistema elétrico: 24 volts sistema à prova de água Tanque de combustível: 75 litros Acessórios:  Pneu de reposição, ferramentas, correntes de neve, manual em Inglês, cor verde padrão do Exército Suíço    

Ford apresenta novos sistemas de tração 4×4 eletrônica para Ranger e Edge 2017

Ford apresenta novos sistemas de tração 4×4 eletrônica para Ranger e Edge 2017 A Ford anunciou os lançamentos neste primeiro semestre da Ranger e do Edge na sua linha 2017 de veículos utilitários para o mercado brasileiro. Esses novos modelos acompanham a tendência mundial com recursos avançados de eletrônica, entre os quais se incluem a disponibilidade de sistemas de transmissão 4×4 e AWD de última geração. No Brasil, a nova Ranger e o novo Edge foram exaustivamente testados no Campo de Provas de Tatuí e em várias regiões do País. Mas como funcionam os diferentes tipos de tração? A Ford preparou um guia para mostrar os sistemas de tração dianteira, traseira, 4×4 e AWD (All Wheel Drive), sua aplicação e vantagens em cada situação de rodagem. O objetivo é dar uma visão geral sobre esse atributo que, embora de grande importância para o desempenho na pista, não é tão conhecido pelos motoristas. Tração 4×4 Na tração 4×4, a potência do motor é distribuída nas quatro rodas. Ela é usada em picapes e veículos off-road, como a Ford Ranger, que não por acaso tem 65% do seu volume de vendas representado pelos modelos com motor diesel e tração integral. Os principais avanços desse sistema se devem à inclusão de recursos eletrônicos. O controle eletrônico da caixa de transferência da nova Ranger permite mudar a tração de 4×2 para 4×4 por um botão no painel com o veículo a até 120 km/h. Tem também a opção reduzida (“Low”), que aumenta a força em terreno pesado.     Tração AWD Conhecida como tração integral inteligente, a AWD conta com sensores que monitoram as condições do veículo a cada 16 milissegundos para distribuir a energia somente onde ela é necessária, seja nas rodas dianteiras, nas traseiras ou em todas. Disponível no crossover Edge (e em outros modelos como o EcoSport e Fusion), ela oferece um desempenho equilibrado, combinando condução suave, silenciosa e econômica na estrada com capacidade todo-terreno em situações de baixa aderência, fora de estrada ou reboque.   Tração 4×2 Dianteira e Traseira Na tração dianteira – hoje a mais usada em carros de uso misto, como Ka, New Fiesta, Focus e parte da linha EcoSport – a força do motor é enviada às rodas dianteiras. Com o motor, a caixa de câmbio e o conjunto mecânico concentrados na parte da frente do carro, é possível diminuir o peso, melhorar a eficiência de combustível e liberar espaço na cabine para os passageiros e bagagem. O peso do motor sobre as rodas tratoras também ajuda a aumentar a aderência dos pneus na pista. Nos esportivos e carros com motores superpotentes, como o Mustang, o ideal é usar a tração traseira. Nesse caso, a potência é enviada às rodas traseiras e permite que as dianteiras atuem somente na direção. Isso traz uma sensação de condução mais ágil e esportiva, especialmente em modelos de alto desempenho. Alguns esportivos trazem o motor no meio, ou mesmo na parte de trás do chassi, mas a maioria dos carros desse tipo tem motor na dianteira e transmite a força para as rodas traseiras por um eixo que atravessa o automóvel, o cardã, o que melhora o equilíbrio e a estabilidade.

Ford Lança o Kuga e novos modelos Vignale no Salão de Genebra

Ford Lança o Kuga e novos modelos Vignale no Salão de Genebra       A Ford exibe no Salão de Genebra, o novo modelo Kuga e o Edge, veículos que fazem parte da expansão da linha de utilitários esportivos da marca, junto com o EcoSport. A expectativa da Ford é, em 2016, ultrapassar pela primeira vez a venda de 200.000 SUVs no mercado europeu. O novo Kuga tem um motor diesel 1.5 TDCi de 120 cv mais econômico, tração integral inteligente e sistema de conectividade SYNC 3 com tela de 8 polegadas. Traz também interior ergonômico e tecnologias inovadoras de assistência ao motorista, como estacionamento automático perpendicular, um novo sistema autônomo de frenagem na cidade, faróis adaptativos e controle vetorial de torque em curvas.   A grife Vignale de produtos e serviços de luxo da Ford na Europa é representada pelos modelos Edge Vignale – primeiro SUV de luxo da marca na Europa –, S-MAX Vignale, Mondeo Vignale de cinco portas, que estará à venda em 2017, e o conceito Kuga Vignale. Seu objetivo é oferecer produtos e serviços personalizados para os clientes, incluindo sala VIP em eventos como o Grande Prêmio de Mônaco de F1 e o Festival de Cannes. A rede FordStores, que comercializa a linha Vignale, já conta com 300 lojas e deve chegar a 500 no início do próximo ano. “Nossos clientes têm altas aspirações e querem mais da Ford. Em alguns veículos, os modelos topo de linha Titanium respondem por 70% das vendas”, diz Jim Farley, presidente da Ford Europa. “Com a linha Vignale, podemos oferecer a eles o melhor da Ford em termos de luxo e serviço personalizado.”

O Jeep CJ-5 no Brasil

O Jeep CJ-5 no Brasil         Por James Garcia Consultoria técnica e ilustrações Angelo Meliani     Na primeira metade da década de 40, eram tempos dos bondinhos, calhambeques e jardineiras. Estradas, avenidas, asfalto, todos esses “luxos” eram realidade em apenas alguns lugares das grandes capitais. Foi nessa época que o Jeep começou a aportar por aqui, e sem exagero, pode-se dizer que o carismático 4×4 norte-americano – um dos grandes mitos do automobilismo mundial -, foi um dos responsáveis pela grande transformação que mudou a face do nosso País.   A 2ª Guerra Mundial ainda fazia suas vítimas, quando os primeiros Jeep Willys e Ford começaram a chegar ao Brasil. Sua missão era equipar o nosso exército, que fazia parte do bloco dos países aliados. Naquele tempo, os jipes militares eram trazidos da Itália, mas a partir de 1946 chegavam diretamente dos Estados Unidos. Após o término do conflito todos os Jeep vinham parcialmente desmontados da América do Norte.     Foi assim com todos os CJ-2A (1945/1949), CJ-3A (1948/1953), CJ-3B (1952/1964) e CJ-5 (1954/1969), até o ano de 1957. Um fato curioso é que no porto de Santos – local de desembarque dos carros importados -, os Jeep tinham seus pára-brisas pintados de preto. Nunca se soube o motivo certo dessa medida, mas consta que isso só aconteceu em nosso país. O restante do carro era mantido original.       Em 1951, a Willys começa a fabricar o Jeep no Brasil e em 26 de abril de 1952 é fundada a Willys Overland do Brasil é fundada em 26/04/1952, empresa que deu continuidade, e ampliou, o processo iniciado no ano anterior. Em agosto de 1957, a Willys apresenta o Jeep Universal modelo nacional, com 65% de seus componentes nacionalizados. No final de 1958 para 1959, começam a ser fabricados os primeiros CJ-5 totalmente brasileiros. É de se notar o fato de que os primeiros CJ-5 possuíam o desenho da caixa de rodas traseira em formato redondo, idêntico ao dos Jeep norte-americanos.     Ao contrário do que muitos pensam, nem todo CJ-5 do final dos anos 50, dotado de caixa de rodas redonda, é importado. Nessa mesma época, os motores 6 cilindros BF-161 passam a substituir os antigos “Hurricane” de 4 cilindros. Nesses já distantes anos 50, fabricar um carro inteiramente nacional era um grande desafio para as montadoras que ensaiavam seus primeiros passos no Brasil. O raro quadro abaixo, ilustra perfeitamente o processo de nacionalização do Jeep, que durou dois anos, de julho de 1958 até julho de 1960.   Novos tempos   1960, ao que parece, é realmente o grande ano da Willys, que inaugura a primeira fábrica de motores do Brasil, a Willys Overland Motores, localizada em Taubaté/SP. Eram tempos de revitalização da indústria nacional, do progresso, do nascimento de Brasília. O ufania nacional era geral. E a Willys Overland era a grande vedete do automobilismo nacional.   Para um país sem tradição automobilística, a produção da Willys foi considerável. De 1957, início da fabricação dos Jeep no Brasil, foram produzidos 122620 veículos, o que dá uma média anual superior a 24 mil veículos. Mais especificamente,  em 1957,  quando o carro não era 100% nacional: 9.291 carros. Em 1958, chegou-se a  14.322 carros; em 1959, 18.178; em 1960, 19.514; e finalmente, em  1961, 61.305 unidades.     A média de produção era excelente, mas havia a necessidade de se atender com mais agilidade ao ávido mercado de utilitários. Por esse motivo que a Willys Overland montou uma fábrica em Jaboatão, em Pernambuco, inaugurada em 14 de julho de 1965. O Jeep que sai das instalações de Pernambuco, tem as portas confeccionadas em madeira e recebe o carinhoso apelido de chapéu de coco.     O ano da virada   Em 1967 o Brasil conhecia os primeiros sintomas da globalização que hoje domina as manchetes da indústria automobilística: em uma manobra jogada ágil e inteligente, a Ford compra a Willys, e exibe interesses em galgar posições mercadológicas. Naquela época, a Renault francesa era sócia da Willys brasileira junto com a Kaiser Corporation, que também havia comprado a marca Jeep nos Estados Unidos. Após varias negociações, a Renault acabou ficando com a IKA “Industria Kaiser de Argentina”, comercializando a Willys brasileira com a Ford, que adquiriu 48% das ações da Willys. O negócio foi fechado em 15 de outubro de 1967.   A Ford sabia o que estava fazendo: além de continuar fabricando toda a família Jeep – CJ-5, CJ-6, Rural e F-75 -, ficaria com o domínio do ambicioso “projeto E”, conhecido pouco tempo depois como Corcel. Em 27 de outubro de 1969, a união das duas empresas culmina no nome Ford/Willys do Brasil.     Em 18 de março de 1971, a Ford transfere a produção da F-75 e da Rural, para suas instalações no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Em 30 de maio de 1972, a Ford muda o nome de Ford/Willys do Brasil, para Ford do Brasil. A produção segue sem maiores alterações, até que em 11 de julho de 1975 é introduzido o motor Ford Georgia OHC de 4 cilindros nos utilitários Rural e F-75, que em conjunto com o câmbio de 4 marchas sincronizado, utilizado desde o fim dos anos 60, torna os utilitários mais leves e econômicos. Em 15 de outubro de 1975, o Jeep também começa a ser equipado com esse motor.   Em 22 de outubro de 1975 a Ford alcança a marca de 500.000 utilitários produzidos – contando obviamente com a produção da Willys, com uma Rural 4 cilindros e tração 4×4. Em 25/04/1978, o Jeep atinge o número de 200.000 unidades produzidas.     O Final   Em toda sua história brasileira, o CJ-5 recebeu três tipos de motores. O “Hurricane” americano, de 4 cilindros, 2.198 cm3 e 70 hp até 1959; o 6 cilindros BF-161, de 90 hp a 4.000 rpm e 2.600 cm3 de 1959 até 1975 e, a partir de 1975, os motores Ford OHC 2.300 de 83 hp

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