Loja Off-Road norteamericana oferece atendimento especial para Brasileiros

Loja Off-Road norteamericana oferece atendimento especial para Brasileiros   Por Regis Beckhauser   Olá amigos da 4×4 Digital, tudo bem? Quando comecei a visitar as lojas de equipamentos e preparação de 4×4 aqui em Miami, a ROCO 4×4 foi uma das primeiras que conheci. E até então, eu ainda não estava compartilhando essas experiências com vocês da revista. Lembro que quando cheguei na ROCO 4×4 a primeira vez, fui recebido pela Rebecca, sócia proprietária da loja. Me apresentei como um residente da Florida, em busca de oportunidade em uma área que tenho conhecimento. Naquele momento, todo o quadro de funcionários da empresa estava completo, mas mantivemos contato e nos reencontramos no Jeepbeach, local onde foi feita a minha estréia na 4×4 Digital. A algumas semanas atrás, fui visitá-los novamente e sugeri de realizarmos uma postagem sobre a loja e obviamente a Rebecca não pensou duas vezes. Claro que para fotografar tive que esperar um pouco, tendo em vista que para as mulheres as arrumações nunca estão perfeitas e cá pra nós a loja está sempre arrumada, limpa e principalmente, receptiva.     Aliás, para minha surpresa, no balcão da recepção tinham algumas revistas do setor off-road e adivinhem, lá estava um exemplar da 4×4 & Cia e aí a nostalgia tomou conta.     A Rebecca tem atendido muitos brasileiros que passam por aqui e ela conhece mesmo muita gente ligada ao mercado off-road brasileiro. Eles conhecem os produtos do Brasil, inclusive tem vendido componentes para Troller e Hilux. Um time de ponta sempre pronto para atender o público off-road ao redor do planeta. Além do idioma inglês, eles falam espanhol e entendem bem nossa língua portuguesa.       Além da loja, o cliente aqui tem a sua disposição uma oficina especializada e preparada para a montagem e a realização do sonho de ter um 4×4 equipado e pronto para qualquer aventura.     Dentro de sua área operacional, encontram-se peças, pneus e diversos equipamentos para deixar qualquer veiculo apto a enfrentar os mais difíceis terrenos, obstáculos e até mesmo as provas off-road existentes nos EUA     Com um time de mecânicos e preparadores treinados e capacitados, a ROCO 4X4 oferece nesses seus 10 anos de empresa, além da venda dos equipamentos, a instalação dos mesmos sem perda de garantias pois ela é uma empresa autorizada pelas montadoras a executar serviços técnicos mantendo as garantias de fábrica dos veículos e dos equipamentos instalados.     E para demonstrar isso, nada melhor do que um Wrangler JK, contendo tudo do bom o de melhor. A Roco 4×4 preparou esse “show car” para exposições e ser um dos carros que farão parte de um evento único, do qual contarei no fim da matéria.   Olhem o tamanho do brinquedo! Esse Wrangler está equipado com o que há de melhor no mercado e mais abaixo segue o descritivo técnico do “monstrinho”…               O motor é um caso a parte. Dotado de um sistema de compressor, ele entrega uma potencia de mais de 250 HP. E está sendo preparado agora com uma nova calibragem através de uma empresa especializada.     Além de toda a preparação de performance do carro, é claro que não se pode esquecer da segurança. O carro ganhou uma gaiola de proteção e será equipado em breve com bancos tipo concha e cintos de 5 pontos.       Reparem nos para-choque dianteiros e traseiros além do estribo reforçado.           Aqui vai a listinha de componentes que equipam esse “Blue Thunderstorm”!   Eixo dianteiro: Front JK Rubicon D44 housing Custom trussed, 35 spline Air Locker and ARB diff cover with 4.88 Nitro Gear Ring and Pinion RCV Performance 35 Spline Axle kit Eixo traseiro: Rear Currie F9 Ford 9″, 35 spline axles and ARB Air Locker 4.88 NItro Gear Ring and Pinion Sistema de ar comprimido: ARB CKMTA12 on board twin air compressor, with 1 gallon aluminum ARB air tank and manifold kit Pneus: 42×13.50r20 Pitbull Rocker Tires Rodas: 20×9 Klutch Wheels KT02  – custom powdercoating Suspensão: Evo Manufacuring Double D Pro Suspension with Front and Rear King Coilovers Sistema de direção: West Texas OffRoad Hydraulic Steering JKS Flex Connect Sway Bar links Preparação do motor: Magnuson Supercharger for 3.6 Pentastar Diablosport T1000 Trinity Programmer SprintBooster AEV Heat Reduction Hood Proteção da carroceria: Gen Right Stubby Stinger Aluminum Front Bumper Gen Right 4” Flare Tube Fender Aluminum Front and Rear Gen Right Aluminum Rear Bumper Gen Right Full Roll Cage Kit Gen Right RockRails Gen Right Rear Steel Corner with MaxBiltLED Tailights Gen Right Tire Carrier Farois de milha: VisionX 7” LED Headlights Guincho Milemarker ES9 Gator Waterproof winch with Factor 55 Proteção interna Fully Line-X Interior Capota Bestop Trektop Softop   Durante o nosso bate-papo, a Rebecca me apresentou um evento que a ROCO 4×4 está organizando para promover a loja e começar a reunir seus clientes e atrair cada vez mais o publico off-road que irá ocorrer nos dias 24 a 28 de Agosto de 2016.   Trata-se do RAW 2016 (leia-se: ROCO ADVENTURE WEEKEND 2016) onde durante 5 dias, os participantes irão percorrer trilhas na região de Ocala, que está mais ao norte do estado da Florida e em uma das noites, será realizado um acampamento na trilha e para minha alegria, se tudo der certo, estarei presente nesse evento fazendo a cobertura onde tentarei levar um pouco dessa experiência para vocês.   Abaixo, uma previa de como será o evento.     Além desse evento, a ROCO 4X4 quer promover entre os meses de novembro e dezembro de 2016 um evento voltado exclusivamente para o off-roader brasileiro que estiver em Miami nesse período. A ideia é disponibilizar os carros da e oferecer ao publico exclusivamente de brasileiros, para pilotarem em uma pista in-door os seus carros e conhecer de perto os equipamentos, suas capacidades e a qualidades dos serviços e atendimento da equipe. Para o contato envie um email para sales@roco4x4.com e colocar no assunto: BRAZIL RAW 2016

Um Jeep feito trator

Um Jeep feito trator     Off-roader do Vale do Paraíba, SP, constrói um jipe para qualquer tipo de trilhas. Forte, alto e com imenso curso de suspensão, esse Jeep parece mais um trator mesmo Por James Garcia – Fotos Arquivo Pessoal William Perrenoud     William Perrenoud, 36 anos, natural de Pindamonhangaba, SP é daqueles que tiveram contato com off-road, trilhas e veículos desde cedo. “Desde pequeno estou no mundo 4×4. Já viajei de camionete para o Deserto do Jalapão, Pantanal, Deserto do Atacama e conheci a Bahia”, comentou.   Uma grande escola foi a participação, durante 2 anos, como apoio para uma equipe no Rally Internacional dos Sertões, versões 2005 e 2007, além de acompanhar o Rally Dakar EM 2010.   Já fez algumas trilhas conhecidas em São Paulo, como as trilhas do Cachorro Louco, Trilha do Verde e Pinheirinho. Mas ressaltou há ótimas opções de caminhos off-road, na região em que vive: “Aqui na nossa região do Vale do Paraíba, existem várias trilhas boas. Com muita erosão, atoleiros, enfim, tudo que um verdadeiro amante do off-road gosta.   Para o ano que vem, William junto de outros amigos off-roaders, está organizando um plano para fazer a Estrada Transamazônica. Na época certa é realmente uma aventura inesquecível.   Para fazer off-road nas trilhas da região, William construiu esse 4×4 híbrido, robusto, com imenso curso de suspensão e o visual da carroceria mantendo a “alma” de um CJ5 Willys Overland de 1967.   William comentou que demorou 5 anos, trabalhando no Jeep, até chegar onde está hoje. Valeu a pena, hein?     Ficha Técnica – Jeep 1967 Tractor     Motor 4.1 injetado da Silverado Cambio da F-4000 Reduzida- Willys (engrenagens reforçadas)   Eixos – F-75 com semi-eixo reforçado da HD4x4 Dianteira com homocinética Toyota e roda livre High Performance Traseiro reforçado da HD4x4 com eixo flutuante     Bloqueio Dianteiro – ARB 100% (Air Locker) Bloqueio traseiro – Kaiser 100% Suspenção – Four-Link com tubos de 2″ e 6 milímetros. Amortecedores FOX 16″ pressurizados Guincho Mecânico Biselli Pneus MAX 37″ Roda 17×9”   Beadlock nas rodas Direção hidráulica da GM S-10 Gaiola reforçada Tanque GM D20 de 80 litros   Ano do Jeep – 1967 Barra de direção reforçada de 5 milímetros com terminais rotulares M19 Distância entre eixos alongada em 40 centímetros, para ampliação do ângulo de entrada e saída. Bloqueio 100% Dianteiro e Traseiro.

Jeep comemora 75 anos com versões especiais do Renegade, Wrangler e Grand Cherokee

Jeep comemora 75 anos com versões especiais do Renegade, Wrangler e Grand Cherokee Por James Garcia Fotos Expedição James Garcia Jeep Série 75 anos Marcos Camargo     Entre 2 e 4 de Agosto, 4×4 Digital participou de uma mini expedição organizada pela Jeep, para comemorar os 75 anos da marca. O evento realizado para um seleto grupo de jornalistas, percorreu algumas trilhas e caminhos de estradas vicinais da Chapada dos Guimarães, um dos lugares mais bonitos do Brasil.     Denominado “Jeep Experience”, a marca quer tornar essa atividade, que ocorre anualmente nos Estados Unidos, também uma tradição por aqui. Aficionados pela marca e terreno propício para essas atividades, sem dúvida, não faltam nessas terras.     Nesta edição, a aventura foi realizada a bordo de modelos Renegade Diesel – Sport, Longitude e o topo de linha e também o mais off-road, a versão Trailhawk.     Segundo o fabricante, as versões diesel (é bom lembrar, são os que possuem tração 4×4 nesse modelo), representam 25% das vendas do modelo. É uma notícia excelente, se levarmos em consideração que o Renegade é um automóvel, com aptidões fora de estrada. E é incorreto compará-lo com jipes de construção clássica, com chassi, eixo rígido, câmbio e caixa de transferência mecânicos. O Renegade é um SUV, que pode fazer muita coisa no off-road. Para atividades off-road mais exigentes, a marca tem o Wrangler, que é bom lembrar, é referência absoluta no mercado 4×4. Ele é o descendente direto dos Jeep militares, que nasceram bem no meio da segunda guerra mundial. Esse é um tema recorrente, mas que é bom ser lembrado sempre. Em minhas experiências profissionais no universo 4×4, ainda lido muito com informação errada e preconceito, devido ao fato do Renegade ser um modelo mais urbano.     E ele é mesmo, só que, convenhamos, que veículo urbano temos a disposição no mercado nacional, com opção de tração 4×4 e uma excelente motorização diesel? Nenhum, não é? Ter um Jeep (ainda virão mais modelos…) fabricado no Brasil é coisa para se comemorar. O Brasil é um País Jeepeiro, está tudo escrito na nossa história.     Como mote da comemoração dos 75 anos a Jeep está disponibilizando algumas versões especiais comemorativas. Aqui cabe mais um esclarecimento: a Jeep começa a contar a idade do 4×4 a partir de 1941, quando o mítico veículo começou a ser fabricado em massa pela Willys e Ford. Mas antes disso a história já vinha sendo contada pela pioneiríssima Bantam, a verdadeira primeira marca a construir o Jeep.     O primeiro dessa série comemorativa é o Renegade, seguido pelos importados Wrangler Unlimited e Grand Cherokee. A série comemorativa terá 2.000 unidades do Renegade 75 Anos, 30 do Wrangler Unlimited e 10 do Grand Cherokee – este, a partir de outubro.     Jeep Renegade 75 Anos Disponível com os motores 1.8 Flex (com câmbio automático de 6 marchas) e 2.0 Diesel (automático de 9 marchas), a edição limitada 75 Anos é baseada na versão Sport, com o acréscimo de equipamentos de versões superiores, casos dos racks de teto e das rodas de 17 polegadas, além de uma série de diferenciais estéticos.       A principal mudança em relação às opções de linha do Renegade é o acabamento em bronze nas sete aletas da grade dianteira, e também nas molduras do para-choque, nas rodas, nos racks de teto e nos logotipos da Jeep e do Renegade (este com contorno em laranja). O mesmo tom está no emblema alusivo ao aniversário da marca aplicado nas portas dianteiras, que exibe a silhueta do Jeep Willys MB, de 1941.       O teto é sempre pintado de preto, exceto quando a carroceria é na cor Preto Carbon. As outras opções são Branco Ambiente e a exclusiva Verde Recon. Por dentro, o revestimento dos bancos também é único, com detalhes em preto e costura dupla, nas cores branco e laranja. Os preços são de R$ 88.890 com motor 1.8 Flex e R$ 116.890 com propulsor 2.0 Diesel.     A lista de itens de série inclui assistente de partida em rampa (Hill Start Assist), controles de estabilidade (ESC) e de velocidade de cruzeiro (Cruise Control), faróis e luz traseira de neblina, freio de estacionamento eletrônico, tela multifuncional configurável no quadro de instrumentos e sistema de áudio Uconnect com 6 alto-falantes, Bluetooth e USB. Liderança de vendas em julho “Além de celebrar essa data tão importante na trajetória da marca, a série 75 Anos chega num momento muito especial para a Jeep no Brasil, no qual ela se consolidou como fabricante nacional, como uma das maiores redes de concessionárias e como uma das campeãs de vendas não só no segmento de SUVs, mas do mercado em geral”, afirma Sérgio Ferreira, diretor-geral da Jeep para América Latina, referindo-se à 9º colocação que a Jeep ocupa no ranking de emplacamentos em 2016. “E tudo isso em pouco mais de um ano do lançamento do Jeep Renegade”, completa.     Falando em resultados, o Jeep Renegade produzido em Pernambuco retomou em julho o topo do ranking de SUVs mais vendidos do país, com 4.745 emplacamentos – posição que já havia ocupado entre outubro e janeiro. Entre os automóveis em geral, o Renegade foi o 9º mais vendido em julho, com 2,7% de participação.     Neste ano já são 30.445 unidades emplacadas, o que totaliza 69.635 desde seu lançamento em abril de 2015. O sucesso de vendas do Renegade vem se repetindo em outros países. Na Europa e nos Estados Unidos, ele vem sendo crucial para que a Jeep supere recordes históricos de vendas a cada mês.     Exclusividades do Renegade Não bastasse ser o único SUV compacto no Brasil com opção de motor turbo diesel, e o primeiro veículo nacional com câmbio automático de 9 marchas, o Renegade oferece níveis de acabamento, de equipamentos e de segurança inigualáveis em sua categoria. E continua sendo o único que não deriva de nenhum carro de passeio, o que proporciona posição elevada ao volante, robustez

14ª Trilha dos Arrozais – Cachoeira do Sul, RS

14ª Trilha dos Arrozais – Cachoeira do Sul, RS Por Eduardo Neves Fotos Leonardo Neves Cachoeira do Sul, RS, sediou no dia 11 de junho a 14ª Trilha dos Arrozais, considerada pelos participantes como a melhor de todas as edições do evento. Esse ano o Cachoeira Jeep Clube fez uma trilha com pouco deslocamento até o inicio do trajeto e depois da chegada foi basicamente só barro. Na sexta a noite os jipeiros foram recebidos com a tradicional recepção no Parque da Fenarroz, onde se deliciaram com um salsichão com pão e bebidas geladas em uma noite agradável de muita risada, bom papo, confraternização e boa música até a entrada da madrugada. Ainda na sexta os jipeiros também puderam antecipar suas inscrições. No sábado bem cedo, foram reabertas as inscrições e todos puderam saborear um fantástico café da manhã. Por volta das 9:00 todos saíram em comboio do Parque da Fenarroz em direção à trilha que ficava a cerca de 3 quilômetros de distância. Como o próprio nome do evento já diz, a Trilha dos Arrozais teve como atração principal um percurso de 20 km de lavoura de arroz, onde todos puderam acelerar as máquinas e se divertir a vontade. O evento contou também com uma equipe muito bem alinhada, que fez de tudo para atender a todos. A trilha teve seu encerramento no parque da Fenarroz, onde todos recuperaram um pouco da energia com um excelente jantar. Destaque para o material fotográfico utilizado matéria, que foi produzido por Leonardo Neves, fotógrafo que vem se destacando nas trilhas gaúchas por sua precocidade nos cliques. Com apenas 14 anos e sem curso de fotografia, ele consegue explorar ao máximo o que sua máquina lhe proporciona. Leonardo é filho de Eduardo Neves, proprietário da Equipe Photo Lama e maior incentivador do trabalho do filho.

8º Transcatarina termina com edição totalmente diferente

8º Transcatarina mostra o outro lado da moeda Por Isis Moretti e Thais de Beraldini   De um jeito ou de outro, o Transcatarina sempre surpreende. Terminou neste sábado, a oitava edição deste evento, que registrou três dias de disputas alucinantes entre a serra e o litoral catarinense     E de fato a chuva não deu o ar da graça no 8º Transcatarina! A festa da chegada foi celebrada com Sol e céu azul, e termômetro na marca de 20 graus. Pela primeira vez, a cidade litorânea de Itajaí, SC, recebeu o evento que reuniu um grid com mais de 250 carros, divididos nas categorias Máster, Graduados, Turismo, Jeep, Adventure (s), Passeio e Passeio Radical. Foram percorridos 834 quilômetros entre Fraiburgo e Itajaí, SC, com pernoites em Canoinhas e Rio Negrinho. Mais do que uma competição, o evento proporciona uma imersão pela cultura catarinense, que nesta edição de 2016, apresentou bastante das influências italianas, alemãs e portuguesas trazidas pelos imigrantes no século passado. Ok, a chuva faltou! Mas a emoção sobrou… Mesmo em terreno seco, foram diversos os obstáculos enfrentados nestes três dias de provas.     Poeira, pedras, cascalhos, buracos, lombas, curvas fechadas, piso de areia, os laços e pegadinhas… Mas nenhum deles foi mais difícil que encarar a pressão psicológica que se estabeleceu entre os participantes pela alta competitividade. Na reta final do Transcatarina, o ranking acumulado apresentava uma diferença extremamente pequena entre os participantes… Todos tinham chance de vitória. Por isso, na etapa derradeira, fez-se necessário uma pilotagem na “ponta dos dedos” e uma navegação impecável.   Até Itajaí tudo pode acontecer Durante o percurso de 294 quilômetros entre Rio Negrinho e Itajaí, os participantes enfrentaram, talvez, a prova mais difícil desta edição. Ao que tudo indica, o melhor da festa foi deixado para o final. O roteiro passou pela Fazenda Katzer e Mineração Veiga, com balaios e pegadinhas curtos, referências próximas e médias de velocidade justas, impondo à disputa um ritmo bem eletrizante. O terreno mesclou chão batido (seco) e arenoso.   Para aumentar o suspense quanto aos possíveis campeões do Transcatarina 2016, a dupla Marnes Alexandre Floriani e Cristian Mueller venceu o terceiro dia e deixou a matemática da classificação ainda mais apertada, principalmente, porque logo em seguida vieram Acyr Hideki Rodrigues da Silva e Renan Medeiros. Em terceiro lugar, ficaram Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky. Na Graduados, pai e filho, Marcio Ruckl e Marcio Ruckl Júnior foram os melhores do dia, garantindo assim, uma possibilidade de pódio na final. Na segunda posição, vieram Denis Lutke e Marcio Pedro Pilz, com Eloi Petry e Naor Petry, em terceiro.   Pela Turismo, os mais regulares foram André Diniz Pereira e Marcelo Antonio Detoni, com Adilson Gonze e João Paulo Salfer Gonze, e Leonardo Borges Menarim e Adriana Micheli, nas segunda e terceira colocações, respectivamente. E na Jeep, Kassiano Kerber e Michael da Silveira Masson faturaram mais um pódio. Logo atrás vieram Franco Caesar Gommersbach e Lucas Albert Gommersbach, em segundo lugar, e Adevilson Cesar Barbosa Prates e Rafael Martin Benavides, em terceiro.   Essa vitória é para comemorar… Mas para comemorar, muito O ingrediente principal para esta edição de 2016 foi: foco. Diversos competidores estão acostumados com um solo úmido, escorregadio e com lama, porém, pela primeira vez em oito anos, o Transcatarina não aconteceu desta forma, e isso fez com que muitas duplas precisassem se adaptar a um “outro Transcatarina”… O que tornou esse certame, fantástico! Um dia é diferente do outro, e os protagonistas do pódio também foram! Graças às provas diversificadas desta edição, o clima de suspense só foi desfeito no momento da premiação. Ouvidos atentos a cada nome proclamado pelo locutor no anúncio da classificação.     E a dupla que levantou os braços e gritou é campeão pela categoria Máster, foi Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky, que se sagrou tricampeã do Rally Transcatarina (2009 / 2014 / 2016).“Esse título carrega um peso e uma expressão muito forte, pois a nata do rali nacional está presente neste certame. Mas, o que nos deixa ainda mais satisfeitos, é pertencer a um esporte onde as pessoas se tornam uma família. Agora, é aguardar 2017, para um novo amanhã”, Kath. Na Graduados, quem comemorou o título de 2016 foram Marcio Ruckl e Marcio Ruckl Júnior. “Faz um bom tempo que eu e meu filho competimos juntos, e dessa vez, saímos de casa com uma forte necessidade deste pódio. Estivemos concentrados, fomos precisos e o resultado é esse aí. Vamos comemorar”, declarou o piloto.   O piloto André Diniz Pereira e o navegador Marcelo Antonio Detoni subiram no topo mais alto do pódio. “O Transcatarina é hoje o rali mais respeitado e esperado do calendário nacional, e depois de três tentativas finalmente atingimos nosso maior objetivo. No ano que vem iremos para a Graduados, portanto, deveremos aprimorar mais as nossas técnicas”, salientou Pereira. Com 100% de aproveitamento, Kassiano Kerber e Michael da Silveira Masson foram os grandes vencedores. “Quem assiste essa vitória, não imagina o que nós passamos durante a disputa. E a palavra que nos vem a mente é: superação. E independente do resultado, valorizamos mais a nossa participação, onde rodamos mais de 800 quilômetros com o Jeep Willys 54”, destacou Kerber.   Julho se finda… E com ele o Transcatarina! Os apaixonados pelo evento deixaram o Centro de Eventos de Itajaí felizes, porém, impacientes, pois se inicia agora, um período de 366 dias de espera até o 9º Transcatarina. Resultado terceiro dia – 8º Rally Transcatarina Categoria Máster 1º Marnes Alexandre Floriani e Cristian Mueller, 36 pontos 2º Acyr Hideki Rodrigues da Silva e Renan Medeiros, 34 pontos 3º Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky, 33 pontos 4º Victor Pudell e Caio Boscolo, 33 pontos 5º Daniel Maffi e Enedir Silva Júnior, 32 pontos Categoria Graduados 1º Marcio Ruckl e Marcio Ruckl Júnior, 51 pontos 2º Denis Lutke e Marcio Pedro Pilz, 29 pontos 3º Eloi Petry e Naor Petry, 28 pontos 4º Marcos Gustavo Francio e Bruno Rozalen Tesser,

Rally Rota SC: equipes começam as disputas neste sábado em Lages

Rally Rota SC: equipes começam as disputas neste sábado em Lages     Atividades começaram nesta sexta-feira no parque de apoio junto ao Lages Garden Shopping, às margens da BR 282 Km no KM 216. Neste sábado (30) acontece a primeira largada será às 9 horas. Já no domingo (31) os competidores largam às 8 horas O Rally Rota SC, que acontece neste final de semana (19 a 31 de julho), na cidade catarinense de Lages e, serão dois dias de muita adrenalina e emoção. A competição que completa sua quinta edição será uma boa oportunidade das 100 equipes inscritas, sendo 31 UTVs, 44 motos/quadriciclos e 25 carros, de marcarem pontos importantes para o Campeonato Brasileiro de Rally Baja e Cross Country. O trecho compreende aproximadamente 440 quilômetros entre especiais e deslocamentos.     O representante de Tubarão (SC), Guilherme Cascaes, inscrito na categoria Motos/Cross Country fez questão de vir prestigiar a prova a bordo de sua KTM. “O objetivo é de fazer uma boa prova, visando também o Rally dos Sertões em setembro”, comenta o piloto. Nos carros, o piloto Thiago Rizzo, da categoria Super Production espera uma bonita apresentação para manter a liderança e tentar garantir o título da prova. “Pela característica de piso de Santa Catarina bem apropriado para um bom teste preparatório para o Rally dos Sertões, principalmente para verificar o que fizemos de adaptações e modificações com amortecedores.     A estratégia também com pneus para piso seco da Pirelli, o qual temos tido um bom desempenho e tem dado certo para essa configuração do carro”, declarou o piloto da equipe Top Rally Team, que estará a bordo do Mitsubishi L200 Triton ER.   Nadimir Kayser de Oliveira, de Brasília (DF), também utilizará a etapa como treino para os dois Mitsubishi TR4 da equipe. já “Tirando o frio, a expectativa está muito boa para a prova, são duas provas com traçados diferentes, por isso é bastante desafiador. O roteiro é novo para a equipe, ninguém correu na região”, disse piloto da equipe Mainha Racing na categoria Production T-2.   “O André Alcântara está de parabéns pelo esforço dele e por toda a preparação da prova. A área de box é excelente com estrutura ótima junto ao Lages Garden Shopping. Vamos tentar um belo espetáculo”, declarou o piloto Aristides Mafra, de Brusque/SC, da categoria UTV. A navegadora Minae Miyauti, que terá como piloto Glauber Fontoura (Mitsubishi L200 Triton/Pro Brasil), utilizará a prova do sábado para retomar o entrosamento da dupla e com o carro. “Depois da última etapa disputada do campeonato trocamos o motor e ficamos seis meses sem competir. Assim, na primeira especial cronometrada vamos precisar de alguns bons quilômetros para sincronizar piloto, navegador e carro”, mencionou a paulista. “Amanhã será um treino para o domingo”, brincou.   Nesta sexta-feira acontece a Largada Promocional na rampa de acesso ao Lages Garden Shopping às 20h30. No sábado e domingo o evento terá largada e chegada no Lages Garden Shopping, localizado às margens da BR 282 Km no KM 216, onde também ficará a área para manutenção dos veículos. A população poderá visitar gratuitamente a área de concentração dos pilotos e conferir de perto as máquinas do rali.   A 5ª edição do Rally Rota Santa Catarina é uma realização da Mr Bits Eventos Esportivos e conta com o patrocínio do Lages Garden Shopping, Tenco Shopping Centers, Construpema e Tecmin – Importação e Acessórios 4×4, ATF Embreagens, Ipiranga, Posto Peruzzo, Zanoello – Medalhas e Troféus, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Lages, Município de Painel. Além do apoio do Jeep Clube Independentes, CDL de Lages, Serra Catarina Festival de Inverno, Polícia Militar de Santa Catarina.   A supervisão é da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo, da CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo, da FAUESC – Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e F.C.M – Federação Catarinense de Motociclismo.   Programação do Rally Rota SC Lages/SC – 29 a 31 de Julho de 2016 29/07 – Sexta-feira 08h – 20h – Vistoria Administrativa 13h – 15h – Apresentação para a vistoria técnica CBA – todas as categorias 17h30 – Apresentação para a 2ª vistoria técnica CBA – com multa 13h – 18h – Apresentação para vistoria técnica CBM – todas as categorias 18h – 19h – Segunda vistoria técnica CBM com multa 19h30 – Briefing e entrega do livro de bordo 30/07 – Sábado 09h – Largada da 1ª moto na Prova Especial 11h30 – Largada do 1° carro na Prova Especial 20h – Briefing 31/07 – Domingo 08h – Largada da 1ª moto na Prova Especial 10h30 – Largada do 1° carro na Prova Especial 15h30 – Cerimonial de premiação FICHA TÉCNICA DI – 34,10 km SS – 154,47 km DF – 33,98 km Total primeiro dia de prova – 222,55 km DI – 52,71 km SS – 132,30 km DF – 33,98 km Total segundo dia de prova – 218,98 km TOTAL (dois dias de provas) – 441,53 km

Surpresa geral no 8º Transcatarina

Surpresa geral no 8º Transcatarina Por Isis Moretti e Thais de Beraldini     Até ontem ao final da prova foram percorridos aproximadamente 540 quilômetros… Mas ainda faltam 294 quilômetros até Itajaí, destino final do Transcatarina. O evento termina neste sábado, e ainda reserva muitas emoções em uma edição atípica e que marcará a história deste evento No segundo dia de certame, o frio poupou um pouco os participantes. A largada em Canoinhas aconteceu sob 10 graus de temperatura (bem melhor que os 2 graus do dia anterior). Às 7h30, as duplas foram autorizadas para mais uma disputa do Rally Transcatarina.     A etapa teve um total de 254,25 quilômetros, que passou por propriedades particulares: a Renova e a Ituporanga. Por entre pinus e araucárias, os competidores enfrentaram diversos laços e pegadinhas, em terreno que deu sinais de umidade nos trechos de mata fechada. Subidas, descidas, lombas, pedras, curvas fechadas, cascalhos e ribanceiras foram alguns dos desafios enfrentados neste dia. Pense em um título disputado Esse Transcatarina está deixando muita gente de cabeça quente! Não só pela mudança de característica técnica que o clima trouxe, mas pela competitividade apresentada nestes dois dias de rali. O tipo de prova desta oitava edição tem levado as equipes ao limite de seus esforços práticos que, durante o trecho cronometrado, tem mostrado um nível de concentração jamais visto. Ao apurar os resultados, percebe-se o quanto esses off-roaders desejam o título do Transcatarina… A diferença é ínfima.   Na Máster, novos personagens figuraram no pódio do segundo dia, e com isso, deixou a decisão do evento ainda mais emocionante (e embolada). Com uma diferença de seis pontos (38), os vencedores foram Vinicius Lustosa Polati e Marcos Fernando Evangelista. Na segunda posição, vieram Eduardo Moser e Idali Bosse seguido por Oscar José Schmidt e Gustavo Schmidt. “A palavra de hoje foi ‘foco’, pois ontem ficamos em último lugar. Então, nós conversamos e alinhamos a estratégia para alcançar um bom resultado. Não imaginávamos que seria tão bom, assim, focaremos o triplo do objetivo para a etapa final”, salientou Evangelista.   Entre os participantes da Graduados, Everton Gratt e Wesley Sari buscaram o primeiro lugar que eles bateram na trave ontem. Mas a vantagem deles foi de apenas quatro pontos para Aurélio Bilhalva e Tiago Poisl, que fizeram 34 pontos, dois a frente dos terceiros colocados Igor Ditzel Kritski e Robson Schuinka. “Esses trechos foram bem apertados e justos, principalmente por não estarmos acostumados a acelerar no piso seco. Esse resultado nos surpreendeu e agora estamos empolgados para buscar ficar entre os cinco melhores da nossa categoria nesta edição do rali”, afirmou Gratt.   Pela Turismo, Denilson Bonfanti e Luis Henrique Redlich não aceitaram o oitavo lugar do primeiro dia e provaram que eles podem mais, e hoje, com 42 pontos, subiram ao topo do pódio. Eles foram seguidos por Patrick Adriano Celeski e Felipe Pachewsky, e Guilherme Barbosa e Lisiane Homem, em segundo e terceiro lugares, respectivamente. “Essa prova exigiu muita técnica, porém, fomos mais fortes e ganhamos, o que de certa forma nos deixou surpresos”,declarou Bonfanti.   A dupla Kassiano Kerber e Michael da Silveira Masson foi a mais regular novamente e, com isso, abre uma importante vantagem na Jeep. Na segunda posição ficaram Adevilson Cesar Barbosa Prates e Rafael Martin Benavides, e Franco Caesar Gommersbach e Lucas Albert Gommersbach, em terceiro. “Apesar de ser a primeira vez que competimos juntos, eu e meu navegador estamos bem entrosados, e seguimos obtendo um bom desempenho. Esperamos confirmar esse título em Itajaí. Vamos manter o foco”, falou Kerber.   Nesta sábado, acontece a tão aguardada decisão do Transcatarina 2016. Com o placar desta sexta-feira, o ranking geral fica embolado e apontar um possível campeão é uma tarefa impossível. Olhos atentos, tensos, apreensivos… Por ninguém possuir vantagem e todos terem condições de vitória, esse Rally Transcatarina está mais surpreende que todos!   De Rio Negrinho até Itajaí, serão os 294 quilômetros (talvez os mais longos da vida desses competidores). O roteiro passará pela Fazenda Katzer e Mineração Veiga. De acordo com o diretor de prova, Weidner Moreira, o ritmo será alucinante, com balaios curtos, em chão arenoso. “Acredito que as etapas 8 e 9 definirão o Rally Transcatarina”,apontou ele. Resultado segundo dia – 8º Rally Transcatarina Categoria Máster 1º Vinicius Lustosa Polati e Marcos Fernando Evangelista, 38 pontos 2º Eduardo Moser e Idali Bosse, 32 pontos 3º Oscar José Schmidt e Gustavo Schmidt, 31 pontos 4º Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky,31 pontos 5º Acyr Hideki Rodrigues da Silva e Renan Medeiros, 30 pontos Categoria Graduados 1º Everton Gratt e Wesley Sari, 38 pontos 2º Aurélio Bilhalva e Tiago Poisl, 34 pontos 3º Igor Ditzel Kritski e Robson Schuinka, 32 pontos 4º Roberto Bontempo e Leonardo José Martins, 31 pontos 5º Marcos Gustavo Francio e Bruno Rozalen Tesser, 30 pontos Categoria Turismo 1º Denilson Bonfanti e Luis Henrique Redlich, 42 pontos 2º Patrick Adriano Celeski e Felipe Pachewsky, 39 pontos 3º Guilherme Barbosa e Lisiane Homem, 35 pontos 4º Igor Quirrenbach de Carvalho e Maurício Alcantara Gonçalves, 33 pontos 5º Sergio Ricci e Augusto Kehrwald e Zimmermann, 28 pontos Categoria Jeep 1º Kassiano Kerber e Michael da Silveira Masson, 51 pontos 2º Adevilson Cesar Barbosa Prates e Rafael Martin Benavides, 45 pontos 3º Franco Caesar Gommersbach e Lucas Albert Gommersbach, 26 pontos Programação – 8º Rally Transcatarina 30 de julho – sábado Rio Negrinho – Araquari – Itajaí A noite – Premiação no Centro de Eventos da Marejada em Itajaí

Mudança de clima no Rally Transcatarina

8º Transcatarina: grid cheio, mas com clima seco Por Isis Moretti e Thais de Beraldini   Entre Fraiburgo e Canoinhas, SC, os competidores ficaram surpresos com as condições que o Rally Transcatarina deste ano. Sem chuva, pilotos e navegadores precisam se adaptar a um terreno seco e poeira, em uma disputa decidida nos detalhes     Em Fraiburgo, SC, o termômetro marcava 2 graus quando foi autorizada a largada para o primeiro dia de prova do Rally Transcatarina 2016. A geada foi impiedosa, mas embelezava a grama… A neblina ainda se fazia presente e o frio judiava dos participantes. Mas, às 7h30, todas as duplas estavam alinhadas para dar início à competição que teve como destino a cidade de Canoinhas, SC. O roteiro teve 286 quilômetros de trilhas técnicas e médias justas de velocidades, mas sem obstáculos, devido a falta de chuva.   O roteiro – que também passou pelos municípios de Lebon Regis e Timbó Grande – adentrou propriedades particulares (as Fazendas Adami e Temasa), destinadas ao cultivo de maçã, grãos (milho e soja) e pinus. Para impor um ritmo forte de disputa, o diretor de prova Weidner Moreira, estabeleceu diversos laços e pegadinhas com várias mudanças de direção e referências próximas, ou seja, um rali bem rápido e dinâmico. Ainda, teve a tradicional travessia do Rio Caçador Grande, que embeleza a região e rende imagens magníficas ao evento.   “Havia muitas trilhas escondidas na mata, se descuidasse, perdia o caminho. Para o pessoal da Máster, o início da primeira etapa foi bem bonita, pois o orvalho cobria os pomares de maçã. Se podemos dizer que tivemos um trecho molhado, foi dentro da plantação de pinus, mas o terreno estava pouco liso. Desta forma, em chão seco, a ‘tocada’ fica na freada e acelerada para manter o tempo de prova, é uma briga constante com o carro e com o hodometro”, contou o navegador Jhonatan Ardigo.   Bons na chuva, melhores no seco Pela Máster, Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky mostraram que estão com toda a disposição para conquistar o terceiro título do Rally Transcatarina (2009 e 2014), e venceram o primeiro dia do certame. Entretanto, essa missão não será fácil, pois a diferença foi de apenas cinco pontos para os segundo colocados, Paulo Roberto de Goes e Jhonatan Ardigo. Na terceira posição, vieram Leandro Pereira Moor e Claudio Roberto Flores.     “Conquistamos o troféu hoje, pois mantivemos o foco do início ao fim. Porém ainda temos mais dois dias de rali, e tudo pode acontecer. A receita é manter a atenção, sem desviar um segundo sequer”, falou Kath. Para o navegador as três etapas do dia estavam bem difíceis. “Mas muito gostosas apesar de seco. A organização está de parabéns”. Na Graduados, as duplas Denis Lutke e Marcio Pedro Pilz, e Everton Gratt e Wesley Sari, empataram com 34 pontos, sendo a decisão no critério de desempate conforme manda o regulamento desportivo da modalidade. Assim, Lutke e Pilz levaram vantagem. Em terceiro lugar, ficaram Igor Ditzel Kritski e Robson Schuinka. “Essa vitória é muito importante, pois estamos desde novembro sem competir, e no trecho inicial, ainda estávamos retomando o entrosamento da dupla. A sensação de subir no primeiro lugar é inexplicável”, contou Pilz.   O piloto André Diniz Pereira e o navegador Marcelo Antonio Detoni foram os melhores da Turismo, com uma vantagem de dez pontos para Leonardo Borges Menarim e Adriana Micheli. Na terceira posição, ficaram Guilherme Barbosa e Lisiane Homem. “É uma emoção muito grande. Entramos para ganhar, concentrados e o resultado veio. Começar o Transcatarina desta forma faz toda a diferença”, comemorou Detoni. Os Jeep fizeram bonito em outra briga extremamente parelha. Somente dois pontos de diferença entre Kassiano Kerber e Michael da Silveira Masson, e Franco Caesar Gommersbach e Lucas Albert Gommersbach. Atrás dele, mantiveram-se Adevilson Cesar Barbosa Prates e Rafael Martin Benavides. “Tivemos um trajeto extremamente interessante para a nossa categoria, que exige terreno bom. Só faltou mesmo a ajuda de São Pedro”, disse Masson.   Nesta sexta-feira, 29, tem mais Rally Transcatarina que seguirá rumo a Rio Negrinho, SC. Serão disputadas mais três etapas em 254,25 quilômetros. A prova é rápida, em propriedades particulares (Renova e Ituporanga), com quadras mais longas e piso cascalhado.   Classificação – Primeiro dia – 8º Rally Transcatarina Fraiburgo a Canoinhas, SC Categoria Máster 1º Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky, 43 pontos 2º Paulo Roberto de Goes e Jhonatan Ardigo, 38 pontos 3º Leandro Pereira Moor e Claudio Roberto Flores, 35 pontos 4º Daniel Maffi e Enedir Silva Júnior, 33 pontos 5º Oscar José Schmidt e Gustavo Schmidt, 32 pontos Categoria Graduados 1º Denis Lutke e Marcio Pedro Pilz, 34 pontos 2º Everton Gratt e Wesley Sari, 34 pontos 3º Igor Ditzel Kritski e Rob son Schuinka, 32 pontos 4º Marcio Ruckl e Marcio Ruckl Júnior, 29 pontos 5º Eduardo Schvambach e Julio Cesar Maba Floriani, 25 pontos Categoria Turismo 1º André Diniz Pereira e Marcelo Antonio Detoni, 46 pontos 2º Leonardo Borges Menarim e Adriana Micheli, 36 pontos 3º Guilherme Barbosa e Lisiane Homem, 34 pontos 4º Lire Aparecida Rozalen Tesser e Caroline Tesser, 27 pontos 5º Dirceu Potrich e Leonardo Luiz Gonzaga da Silva, 26 pontos Categoria Jeep 1º Kassiano Kerber e Michael da Silveira Masson, 49 pontos 2º Franco Caesar Gommersbach e Lucas Albert Gommersbach, 47 pontos 3º Adevilson Cesar Barbosa Prates e Rafael Martin Benavides, 39 pontos Programação – 8º Rally Transcatarina 29 de julho – sexta-feira Canoinhas – Itaiópolis – Rio Negrinho 30 de julho – sábado Rio Negrinho – Araquari – Itajaí A noite – Premiação no Centro de Eventos da Marejada em Itajaí

Começa o Rally Transcatarina

Da chuva para a poeira… 8º Transcatarina começa respirando ares diferentes Por Isis Moretti e Thais de Beraldini     Pontualmente, às 14h, foi autorizada a largada promocional do 8º Transcatarina, cuja contagem regressiva foi feita pelo Prefeito de Fraiburgo, Ivo Biazzolo. Em comboio, os participantes partiram em um passeio pelas ruas da cidade para saudar a população que, há oito anos, recebe carinhosamente a caravana do Transcatarina. Na sequência, foi momento de definir a ordem de largada para a primeira etapa do Rally Transcatarina (que começa efetivamente nesta quinta-feira, 28, às 7h30 para as categorias Máster, Graduados, Turismo e Jeep). Enquanto isso, as categorias Passeio, Passeio Radical e os quatro grupos da Adventure já estavam na trilha se aventurando conforme a escolha do off-roader.   Em um belo encontro do fora-de-estrada, o Transcatarina toma uma proporção maior a cada ano; em 2016, o grid está composto por mais de 250 carros (que ainda receberá um reforço no sábado, quando vierem os participantes da categoria Amigos do Rally). O roteiro terá aproximadamente 800 quilômetros, com chegada inédita em Itajaí, no litoral catarinense. Mas antes disso, pernoites em Canoinhas e Rio Negrinho.   Acontecimentos inéditos Algo de estranho aconteceu no Transcatarina… A poeira estava no ar! Poeira? Sim, pela primeira vez em oito anos, o Transcatarina começou sem um terreno molhado. Tão embora a temperatura estivesse próxima dos 8 graus, o céu estava bem aberto e o tempo seco.   Mas as expectativas para essa disputa não pararam por aí… Com novo diretor de prova, Weidner Moreira, o rali recebeu uma inovação: a planilha de navegação foi entregue aos competidores poucos momentos antes da largada. E mais, estavam todos ansiosos para conhecer como seria (e será) o perfil das etapas. “Pela primeira vez em um rali, não tivemos tempo de estudar previamente o livro de bordo e analisar com profundidade as instruções de percurso. Isso rendeu uma emoção a mais e aumentou o desafio. Essa mudança é inovadora e positiva, pois gera mais competitividade, fazendo valer ainda mais o braço e talento das duplas”, avaliou o navegador Deividi Nardi.   Assim, com tantas novidades em um rali atípico e que deixou boas impressões, a dupla Paulo Roberto de Goes e Jhonatan Ardigo abre a competição da categoria Máster. Na sequência, vêm os tricampeões Oscar e Gustavo Schmidt (2010, 2011 e 2012), e os bicampeões Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky (2009 e 2014). Na Graduados, começou com o pé direito Ednilson Leonel Borguezani e Rafael Augusto Avelar e Pinto. Na segunda posição largam Milton Roberto Dresch e Alexandre Rech, e na terceira, Edson Pereira Schebeski e Alexandre William Dalssoto. O casal Guilherme Barbosa e Lisiane Homem já está aquecido e sai na frente pela Turismo. Eles serão seguidos por Igor Quirrenbach de Carvalho e Maurício Alcantara Gonçalves, e Denilson Bonfanti e Luis Henrique Redlich, e mais 20 concorrentes da categoria. E por fim, na Jeep, para manter a tradição dos velhos e guerreiros 4×4, os melhores do prólogo foram Franco Caesar Gommersbach e Lucas Albert Gommersbach. Logo atrás, Adevilson Cesar Barbosa Prates e Rafael Martin Benavides, e Kassiano Keber e Michael da Silveira Masson.   Nesta quinta-feira, 28, acontece o primeiro dia de disputa do Rally Transcatarina (com três etapas realizadas). O roteiro passará por Fraiburgo, Lebon Regis e Timbó Grande, adentrando propriedades particulares destinadas ao plantio de grãos e também de pinus, como a Adami e a Temasa, por exemplo. A largada está prevista para às 7h30 em frente ao Hotel Renar, em Fraiburgo. A chegada será em Canoinhas, aproximadamente às 16h, na Rua Fauri de Lima.   Resultado do prólogo – 8º Rally Transcatarina Categoria Máster 1º Paulo Roberto de Goes e Jhonatan Ardigo, 79 pontos perdidos 2º Oscar José Schmidt e Gustavo Schmidt, 88 pontos perdidos 3º Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky, 88 pontos perdidos 4º Daniel Maffi e Enedir Silva Júnior, 90 pontos perdidos 5º Vinicius Lustosa Polati e Marcos Fernando Evangelista, 93 pontos perdidos 6º Marnes Alexandre Floriani e Cristian Mueller, 101 pontos perdidos 7º Marcelo Felipe Rorig e Roberto Luiz Spessato, 105 pontos perdidos 8º Acyr Hidrki Rodrigues da Silva e Renan Medeiros, 108 pontos perdidos 9º Leandro Pereira Moor e Claudio Roberto Flores, 149 pontos perdidos 10º Olair Fagundes e Waldemberg Barros, 160 pontos perdidos Categoria Graduados 1º Ednilson Leonel Borguezani e Rafael Augusto Avelar e Pinto, 100 pontos perdidos 2º Milton Roberto Dresch e Alexandre Rech, 133 pontos perdidos 3º Edson Pereira Schebeski e Alexandre William Dalssoto, 159 pontos perdidos 4º Denis Lutke e Marcio Pedro Pilz, 177 pontos perdidos 5º Paula Breves e Vilma Rafael Quintaes, 225 pontos perdidos 6º Marcio Ruckl e Marcio Ruckl Júnior, 226 pontos perdidos 7º Eloi Petry e Naor Petry, 230 pontos perdidos 8º Edson Fonseca Júnior e Renal Fernandes Felix, 282 pontos perdidos 9º Aurélio Bilhalva e Tiago Poisl, 312 pontos perdidos 10º Dinael Chiodini e Carlos Brandenburg, 355 pontos perdidos Categoria Turismo 1º Guilherme Barbosa e Lisiane Homem, 127 pontos perdidos 2º Igor Quirrenbach de Carvalho e Maurício Alcantara Gonçalves, 131 pontos perdidos 3º Denilson Bonfanti e Luis Henrique Redlich, 231 pontos perdidos 4º Waldomiro Armindo Veiga e Luis Carlos Zonatti, 815 pontos perdidos 5º André Diniz Pereira e Marcelo Antonio Detoni, 826 pontos perdidos 6º Lenoir Paza e Maurício Ibrahim, 2.224 pontos perdidos 7º Leonardo Borges Menarim e Adriana Micheli, 3.364 pontos perdidos 8º Patrick Adriano Celeski e Felipe Pachewsky, 6.285 pontos perdidos 9º Edson Ziolkowski e Roberto Frey, 6.895 pontos perdidos 10º Adilson Gonze e João Paulo Salfer Gonze, 13.452 pontos perdidos Programação – 8º Rally Transcatarina 28 de julho – quinta-feira Fraiburgo – Timbó Grande – Canoinhas 29 de julho – sexta-feira Canoinhas – Itaiópolis – Rio Negrinho 30 de julho – sábado Rio Negrinho – Araquari – Itajaí A noite – Premiação no Centro de Eventos da Marejada em Itajaí

A trilha certa do adrenaLAMA!

A trilha certa do adrenaLAMA!     O programa adrenaLAMA muda de emissora, vê seu público aumentar e só quer fazer uma coisa: trabalhar integralmente pelo off-road Brasil, sempre com bom humor e companheirismo Por James Garcia | Fotos Adrenalama/Divulgação   A história da Adrenalama, uma “marca multimídia” que atua no universo fora-de-estrada e que tem como carro-chefe o programa seriado de TV, se confunde com o caminho profissional de Sergio Braganti, o Serginho, profissional da area de publicidade, que começou no ramo gráfico e de impressão. Serginho atua também como desenvolvedor de programas para mídias digitais e presta consultoria na área criação de sites, serviços fotográficos, produção eletrônica para ipad e editoração eletrônica em geral. E, claro, sempre curtiu aventuras fora-de-estrada desde garoto. Com 14 anos já fazia trilhas de moto, com o amigo de primeira hora Ricardo Mazeo, na época com apenas 12 anos. No começo dos anos 2000, Serginho estava atuando na área de equipamentos médicos, quando decidiu retornar novamente para a publicidade. “O Adrenalama praticamente surgiu na conclusão de um curso de flash player (reprodutor virtual de multimédia e aplicações) que eu fiz”, lembrou. O conceito básico do Adrenalama, que é completado pelo integrante, o também piloto e mecânico Gonzo F. Adriano, é reunir amigos que curtem a prática de off-road em trilhas desafiadoras, com técnica, objetivo e conhecimento, claro, sem nunca esquecer a diversão.     Em Julho o adrenaLAMA passou a ser exibido todos os domingos no programa Record News, às 9:30 da manhã. Fizemos uma entrevista com Sergio Braganti, ou, o Serginho AdrenaLAMA. É ele quem nos conta todas as novidades, em detalhes.   Quando começaram as negociações entre a Adrenalama e a Record News? Por conta da audiência que estávamos atingindo na emissora anterior (Rede Brasil de Televisão), algumas pessoas passaram a nos procurar desde o começo do ano. Efetivamente, em junho deste ano foi o mês que nosso diretor, o Flavio Titto, entrou em negociações com a Record News e a Bardahl, para que houvesse um maior investimento no projeto todo e assim conseguíssemos fazer este “UP” de emissora.       Quais as vantagens e melhorias que o público pode esperar com a mudança? Falando em específico do quadro AdrenaLAMA, hoje temos uma condição melhor para a produção das nossas aventuras, a equipe de produção aumentou (edição, roteirista, parte comercial), tudo está ficando cada vez mais profissional. Agora temos reuniões semanais, tanto a Record News como uma agência de publicidade está cuidando da parte comercial, o que é muito importante para trazer novos patrocinadores e fazer o projeto crescer. Isso irá garantir a produção de conteúdos mais elaborados com viagens, equipamentos nos veículos, quantidade de gravações e eventos que poderemos participar.     Fora das telas e dos personagens que vocês fazem, existe um papel definido para cada um?   Eu cuido da parte de marketing do adrenaLAMA e da marca (site, mídias sociais, comunicação em geral); participo de todas as reuniões para decidir que rumo seguiremos, faço contatos com patrocinadores etc. O Mazzeo é o responsável pelo departamento financeiro; tudo que faço no meu jipe, primeiro passa pela aprovação dele, que também é responsável pela logística quando temos eventos e de algumas trilhas. O Gonzo é o mecânico da trilha e faz as revisões pós e pré trilhas, consertando, quando necessário, possíveis danos feitos durante as gravações     Como qualquer outra convivência, as vezes podem surgir atritos, como vocês trabalham isso? Essa é uma parte legal da história, pois todos somos amigos há mais de 10 anos (no caso do Mazzeo, tenho amizade com ele há mais de 30 anos), lidamos muito bem com as nossas diferenças, por conhecermos os defeitos e qualidade de cada um e de fato, até hoje entre nós, o companheirismo prevalece. O Mazzeo sempre foi o mais chato (desde criança), o fato dele reclamar mais, ser mais exigente com algumas coisas e ter o humor um pouco mais tenso não chega a incomodar… Na verdade acaba virando motivo de chacota. O Gonzo é o bom humor em pessoa, mas acredite, as vezes ele tem “chiliques” homéricos, inclusive alguns eu tenho gravados, para depois tirar sarro da cara dele, quando isto ocorre atualmente não fazemos nada… Deixamos ele espernear até ficar mais leve. Em geral 20 minutos ele já desabafa, daí passamos uns dois dias imitando ele estressado. É claro que não perdemos a piada jamais.     Também tenho meus dias ruins, mas acho que boa parte da união do adrenaLAMA vem da minha paciência com meus dois amigos rsrsrs. Mas falo muito e, segundo meus companheiros, ronco muito alto (sempre dividimos o mesmo quarto nas viagens), mas tenho gravações “noturnicas” que contradizem esta calunia… Acho que por todas as dificuldades que já passamos, que vão desde situações críticas nas trilhas até financeiras no asfalto, formamos um trio de amigos mesmo, com suas qualidades e defeitos, convivemos muito mais que muitas famílias (lembrando que o Mazzeo e eu estamos na mesma família, pois minha esposa é irmã da esposa dele. Optamos em dividir a sogra a alguns anos atrás para facilitar a vida. Convivemos muito fora das trilhas e gravações, sempre estamos juntos nas festas, finais de semana… O Mazzeo e o Gonzo correm toda semana na USP (fazem parte de um grupo de assessoria esportiva). Difícil ficarmos uma semana sem estar juntos em algum momento, sem falar o WhatsApp onde temos um grupo chamado 3 patetas, que utilizamos para falar todo dia. Pense na quantidade de besteiras que falamos…         Existe uma mensagem maior, um grande objetivo por trás das brincadeiras e galhofas que vocês fazem? Qual é o grande mote do Adrenalama? Desde sempre o AdrenaLAMA teve foco no trabalho em equipe, na superação. De fato é o que eu mais gosto. Não curto competições, gosto do trabalho em grupo, de reunir amigos e curtir uma aventura. Quantas vezes, em situações radicais, confiamos até a vida na orientação de quem está fora do 4×4 nos guiando? Quantos acampamentos, chuvas, rios, calor intenso, quantas coisas vencemos com este trabalho em

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