Jeep Wrangler com direção na mão direita?

Jeep Wrangler com direção na mão direita?  Por *Regis Beckhauser   A foto abaixo não é montagem e sim feita em uma área externa de uma loja que visitei. Conseguem achar a diferença entre os dois Jeep Wrangler?       Está dificil? Então vamos separar então as fotos…       Quem notou a diferença de posicionamentos dos braços dos limpadores, está de parabéns. Visitando uma grande loja de peças, acessórios e preparação de veículos off-road aqui em Miami Gardens, tive a oportunidade de encontrar um  Jeep Wrangler JK RHD (Right Hand Drive), ou seja, com posicionamento de volante na mão direita. Eu tinha conhecimento de que os antigos CJ3/5 tinham essa versão e, até então, eu nunca tinha visto um carro zero milhagem ou zero quilômetro nessa configuração. Segundo o Mark, o atendente que me recebeu, esse carro foi encomendado por um cliente da China, diretamente para a Jeep e eles estão preparando o carro para enviar ao seu comprador oriental.         Esse Jeep Wrangler JK RHD está recebendo um banho de loja com lift de suspensão, rodas e pneus fora de estrada, para-choques, guincho, novo suporte de estepe dentre outros itens.     Ainda segundo Mark, a Jeep ainda tem essa linha especial para também fornecer ao USPS (United States Postal Service) ou os Correios dos Estados Unidos, veículos para entregas de correspondências em zonas rurais e de difícil acesso.     O que chama muito a atenção é que o acabamento é o mesmo de um JK com direção no lado esquerdo. Não perde em nada.         Segundo algumas pesquisas que realizei, essa configuração é conhecida como Dispatcher Jeep ou DJ e nas primeiras versões eram disponibilizadas com tração 4×2, mas tendo sua plataforma principal o CJ. Para facilitar a vida dos entregadores, em 1955 a Willys atendeu a solicitação da USPS e disponibilizou o DJ3 Dispatcher, inaugurando assim a geração de veículos de entrega de correspondência com o volante do lado direito.     Isso facilitou muito as entregas, pois o motorista-entregador não tinha a necessidade de sair do veiculo para colocar as cartas no Mail-box que são instaladas em frente das casas. O resultado foi tão bom que nas décadas seguintes desenvolveu-se uma linha de montagem exclusiva para esse veículo tão característico daqui dos EUA.         *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na região da Serra da Canastra – MG. Atualmente, reside em Miami e acompanha de perto os eventos realizados por lá, desde os 4×4, hot roads, clássicos e carros de corrida das mais diversas categorias. É colaborador exclusivo de 4×4 Digital nos Estados Unidos.  

Disputas arrepiantes, lama, aventura e show de competidores marcam a 23ª Fenajeep

Disputas arrepiantes, lama, aventura e show de competidores marcam a 23ª Fenajeep Por Caroline de Souza   O arriamento da Bandeira Nacional no final da tarde, indicava que mais uma FENAJEEP chegava ao fim. Mas, nem a chuva que caiu no domingo, em Brusque/SC, tirou o brilho das disputas nas finais indoor, da maior festa Off-Road da América Latina. Afinal, os pilotos mostraram suas habilidades e fizeram mais uma vez o público ir à loucura assistindo corridas eletrizantes no Jeep Indoor e Gaiola Cross, Os campeões da edição histórica do evento receberam por volta das 18h, o troféu mais almejado do país, em cada categoria. Na categoria Jeep Aspirado, Renato Simon Bouwman, de Palmeira/PR, ficou com a primeira colocação. Ele agradeceu a torcida e completou lembrando que cada FENAJEEP é uma sensação diferente. Já Fabiano Antoniazzi comemorou o penta campeonato, na categoria Turbinado nesta edição. Ele que é de Flores da Cunha/RS, vem todos os anos lutar pelo título. “Mesmo nos preparando tanto, a gente não espera, porque são muitos pilotos de alto nível. É uma competição boa, por isso tanta alegria por vencer”, completa. E quem levantou o troféu de primeiro colocado na categoria Gaiola Aspirada sentiu ainda mais emoção. Foi o brusquense Lucas Lang, de 16 anos. “Não tenho palavras para descrever o que é vencer é uma competição dessas, na minha cidade”, falou. Mais de 80 pilotos competiram divididos entre as categorias “Aspirado e Turbo”, encarando a pista que a cada ano é montada de um jeito diferente, para surpreender os competidores.     Convidado na última hora pelos amigos para participar da FENAJEEP, o primeiro colocado na categoria Stock, do Desafio Extreme Trophy, Jonatas Migliorini, veio pela primeira vez de Passo Fundo/RS, “Nós capotamos o carro e ainda conseguimos dar a melhor volta, foi uma experiência inesquecível”, disse realizado com a conquista inédita. Realizado pelo terceiro ano no evento, o “Desafio Extreme Trophy Brasil” exigiu concentração, técnica e superação dos motoristas. Após o sucesso do ano passado, em 2016 o número de participantes triplicou. Cerca de 40 competidores disputaram a prova, divididos em três categorias, num percurso elaborado com 10 obstáculos como: manilhas, curvas, pedras e atoleiros. E teve até um cadeirante encarando o Super Desafio. Thiago Henrique de Oliveira, de Minas Gerais, demonstrou que a maior dificuldade era superar os obstáculos da pista. “Meus amigos da equipe Inimigos do Asfalto me incentivaram a vir pela primeira vez a Brusque e participar do Extreme. O que me impulsiona é a adrenalina de sair do cotidiano e fazer o inusitado”, afirma. Além das provas tradicionais do indoor, a festa contou com as trilhas externas em três provas ou passeios realizados no sábado. Paisagens naturais e uma dose de adrenalina fizeram parte da programação do Expedition, que contou com cerca de 150 veículos 4×4 participantes. De acordo com o diretor da atração, Eleno Abromovicz, aproximadamente 50 quilômetros foram percorridos pelas cidades de Brusque, Nova Trento e Canelinha.       Mais emoção teve também no Rally de Regularidade/Trilha SC, onde pilotos mostraram suas habilidades em meio a muitos buracos e estradas de chão, passando por uma área de reflorestamento. Os melhores das categorias Novatos com Equipamento, Novatos sem Equipamentos, Turismo, Graduados, Master e FENAJEEP subiram ao pódio poucas horas depois do retorno da prova.         Já no Passeio Radical os inscritos precisaram encarar várias subidas íngremes, com erosões que dificultaram o caminho dos veículos. Também foi preciso segurar o freio nas descidas e ter força e rapidez no volante para não cair em buracos. Muita gente precisou do guincho para conseguir completar o Passeio e os primeiros carros só chegaram ao local do almoço, por volta das 14h. João Gabriel Porfirio veio de Pitanga/PR com os pais e o irmão.”A trilha está muito boa, a chuva ajudou bastante e deixou o caminho ótimo, com muitos enroscos e mais alegria para nós”, disse o rapaz. A trilha foi dividida em duas partes. A primeira exigiu mais técnica e foi concluída com sucesso pela maioria dos participantes. Já a segunda etapa prometia ser muito mais difícil e poucos jipeiros decidiram seguir em frente.     Porém, a FENAJEEP não é sucesso só dentro da pista. A palavra também foi a que definiu mais um ano de negócios fechados no Salão Off-Road. Um espaço repleto de novidades e milhares de opções para equipar e personalizar veículos 4X4. Os visitantes puderam conferir no espaço, mais de 50 expositores com produtos que variavam de R$ 15 (quinze) como uma camiseta da festa, até um Troller, zero quilômetro e completamente equipado, por até R$ 220 (duzentos e vinte) mil reais. De São Paulo, a empresa Gama 4X4, garante há 13 anos, um dos maiores espaços dentro do Salão para expor mais de 3 mil itens. Júnior Gama, proprietário da marca, lembra que não tem como ficar fora da maior feira do setor. “Por ser uma oportunidade diferenciada, ela se tornou um ponto de encontro, onde posso manter contato com clientes de todo país. Além de representar faturamento futuro, nós nos impressionamos com os resultados desse ano, já que superou nossas vendas de 2015”, disse. O Salão foi aberto na noite de quarta-feira após o cerimonial acompanhado por autoridades civis e militares, apoiadores, patrocinadores, expositores, sócios do Brusque Jeep Clube, competidores, visitantes e imprensa.     O Secretário de Desenvolvimento Regional, Evaldo Ristow Filho ressaltou que Brusque sempre foi uma cidade pioneira e a importância do evento para o município.“Tivemos o primeiro clube de Futebol de Santa Catarina, o primeiro Clube de Caça e Tiro, a FENAJEEP… e além do incentivo ao esporte, a festa é muito importante não só pelo movimento no Setor Turístico, mas em toda a economia. Rede hoteleira, restaurantes, nossos shoppings atacadistas, comércio… todos são beneficiados por este grande evento”, concluiu. Apesar de imprevistos como o acidente ocorrido durante o Passeio Radical,  o sentimento de toda a equipe organizadora e em especial do presidente do Brusque Jeep Clube, Vilmar Walendowsky, foi o de dever cumprido após receber novamente milhares de

Um passeio de tirar o fôlego: Expedition Fenajeep

Um passeio de tirar o fôlego: Expedition Fenajeep     Por Olga Luísa dos Santos Fotos Vagner dos Santos Enfileirados em busca de algo em comum, mais de 150 veículos 4X4 saíram na manhã deste sábado (28), à procura de paisagens naturais e uma dose de adrenalina.E os participantes do Passeio Expedition garantiram, que esta 23ª edição da Fenajeep, fosse histórica. De acordo com o diretor da atração, Eleno Abromovicz, aproximadamente 50 quilômetros foram percorridos entre trilhas que atravessam as cidades de Brusque, Nova Trento e Canelinha. Eleno destaca que desde fevereiro, a equipe de organização planejava o trajeto, selecionando os melhores espaços por dentro de áreas de reflorestamento. “Nos lugares que selecionamos, buscamos trazer um contato direto com a natureza, sem perder a essência aventureira”, diz.     Atraída pelas atividades promovidas na festa, Tatiane Bruscato veio junto com a família pela primeira vez, de Pomerode, participar do Expedition. “Viemos com nosso filho de 6 anos, que estava muito empolgado e incentivando a realizarmos o passeio”. Infelizmente, por problemas no veículo, eles não puderam completar o percurso, mas curtiram os momentos vividos na trilha, deixando um gostinho de quero mais.   Também impulsionados pelo desejo do filho de 11 anos, Rafael e Priscilla vieram pela primeira vez de Cascavel, no Paraná, especialmente para o Passeio mais familiar do evento. “Ele pesquisou tudo na internet e de um ano para cá nos programamos, porque ele realmente adora o Off Road”, frisa o pai de João Pedro, Rafael Santos.Pelo quinto ano com seu Jeep Willys, quatro portas, de 1963, mais conhecido como “Bernardão”, Hélio dos Santos participa da trilha por ser apaixonado por esse estilo de vida e, principalmente, por ser um passeio que reúne pessoas quem busca se divertir de uma forma saudável. “É um espírito muito familiar e de companheirismo, é muito bom ver as crianças e os adultos curtirem todos os momentos”, conta.   Segundo a equipe organizadora, 15 carros e dois quadriciclos de apoio foram dispostos em meio ao percurso para garantir a segurança e o amparo aos participantes. O passeio terminou por volta das 15h30, no Pavilhão de Eventos, e contou com a presença de jipeiros do Chile, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. “Esperamos que tenha sido especial e divertido para todos. Fica agora nossa saudade e expectativa para a próxima edição”, conclui o diretor do Passeio Expedition, Eleno Abromovicz.   Mais fotos em: Galeria de fotos e facebook/curtafenajeep

Hotchkiss M-201 – O inacreditável “Jeep 42” Francês, no Brasil!

Hotchkiss M-201 – O Jeep Francês, aqui no Brasil   Na cobertura dessa 23º edição da Festa Nacional do Jeep, realizada em Brusque, Santa Catarina, conhecemos a mais “nova” viatura 4×4 do “Negão”, maneira carinhosa como é conhecido Vilmar Walendowsky, o eterno presidente do Brusque Jeep Clube e um dos maiores fomentadores do universo 4×4 do País. “Negão” nos mostrou seu Hotchkiss 1952, que trouxe da Guiana Francesa, em uma operação que levou seis anos para ser concretizada. Veja só que beleza…                                 Em breve traremos uma matéria completa sobre o Hotchkiss, essa interessante e versátil versão do modelo 4×4 mais famoso de todos os tempos. De quebra, vamos contar um pouco da saga de Vilmar Walendowsky ao trazer esse raro 4×4 da Guiana Francesa até Brusque, SC. Aventura e História no off-road brasileiro. Não perca!  

Fenajeep – Brusque é destino dos apaixonados por 4×4

Fenajeep – Brusque é destino dos apaixonados por 4×4       Por Caroline de Souza     Até domingo, os amantes dooff-road tem um encontro marcado na 23ª edição da Festa Nacional do Jeep   A abertura do maior evento do gênero na América Latina aconteceu no final da tarde desta quarta-feira. Sob o comando do Tiro de Guerra de Brusque, o hasteamento da bandeira do Brasil foi acompanhado pela banda do Ensino Fundamental da Escola do Paquetá, que executou o hino nacional.   Em seguida, autoridades civis e militares, apoiadores, patrocinadores, expositores, sócios do Brusque Jeep Clube, competidores, visitantes e imprensa, prestigiaram o Cerimonial de abertura da festa, no Pavilhão da Fenarreco.   Vilmar Walendowsky, presidente do Brusque Jeep Clube foi o primeiro a discursar. “Negão” disse que ainda durante o hasteamento da bandeira, foi difícil segurar a emoção. “Quando essa bandeira sobe, o coração dispara. Lembro que começamos, há mais de vinte anos, a FENAJEEP aqui numa brincadeira, e hoje recebemos visitantes de países vizinhos, além do público de todo Brasil. Nos orgulhamos muito de sediar a maior festa off-road da América Latina. Hoje, as pessoas esperam o ano inteiro pela FENAJEEP para desfrutar desse espírito de aventura e companheirismo. E isso prova que o nosso objetivo foi alcançado”. Depois, foi a vez do Secretário de Desenvolvimento Regional, Evaldo Ristow Filho ressaltar que Brusque é uma cidade pioneira. “Tivemos o primeiro clube de Futebol de Santa Catarina, o primeiro Clube de Caça e Tiro, a FENAJEEP… e além do incentivo ao esporte, a festa é muito importante não só pelo movimento no Setor Turístico, mas em toda a economia. Rede hoteleira, restaurantes, nossos shoppings atacadistas, comércio… todos são beneficiados por este grande evento”, concluiu. Já o prefeito interino de Brusque, Roberto Pedro Prudêncio Neto, destacou que o Brusque Jeep Clube leva o nome da cidade para todo o país através da FENAJEEP, e até para o exterior. “Não é qualquer entidade que consegue organizar um evento desta magnitude, nem chegar a 23ª edição de um evento. Por isso, o Brusque Jeep Clube tem toda a admiração da Administração Municipal. Merece o nosso reconhecimento e cumprimentos”, disse.   Antes de abrir o Salão ao lado do prefeito, o presidente Vilmar Walendowsky fez questão de agradecer o trabalho da Comissão Organizadora, que está há meses empenhada para realizar mais uma edição do evento. Na sequência, convidados e o público presente puderam conferir as novidades do Salão off-road. Com as mais variadas opções em veículos, peças, equipamentos do mundo 4 X 4, o visitante do espaço pode conferir nos mais de 50 stands, o que há de mais moderno e inovador das marcas nacionais e importadas . Até este domingo (29), além de movimentar os negócios, as empresas especializadas nesse nicho de mercado têm na FENAJEEP uma excelente oportunidade para realizar estratégias de marketing e divulgar seus produtos.   Pela primeira vez exibindo seus serviços na festa, o empresário Theo Pinheiro, da Reiko Power Expert, de Florianópolis, destaca que apesar da contenção de gastos, os jipeiros permanecem praticamente indiferentes à crise financeira, que outros setores da economia enfrentam no momento. “Apesar de nesse momento focarmos na revenda e propagação institucional, nós apostamos em apresentar nosso trabalho de reprogramação de injeção eletrônica, pois sabemos que é uma paixão que impulsiona o jipeiro a querer sempre melhorar o seu carro”, explica. Já para o curitibano Moacir Nelson Frankiewicz, proprietário do Meu Jipe.com, especializada em peças Troller, a Fenajeep auxilia os compradores a conhecerem as opções atualmente dispostas online e na loja física, localizada em Curitiba. “Esta é a quinta edição que estamos como expositores. Todos os anos temos um retorno positivo com as vendas e a própria divulgação da marca”, conta. A família de Alessandro Samuelsson, de Taquaras, Rio Grande do Sul, veio pela primeira vez a Brusque conhecer as inovações do mundo Off Road e aproveitou o feriado para participar da festa. Alessandro pode conferir as novas tecnologias e inteirou-se sobre os investimentos, que poderá fazer para equipar seu veículo. Os interessados em aprimorar seus jipes ou gaiolas podem investir de R$ 50 a R$ 200 mil reais dentro do Salão.     Loja Fenajeep Ainda no Salão Off Road, os visitantes podem adquirir todos os produtos oficiais da 23ª Fenajeep. Dentre os artigos disponíveis estão camisas polo, camisetas de malha, bonés, bolsas e jaquetas unissex e infantil. Neste ano, a Loja Fenajeep dispõe também de lixeiras personalizadas para veículos, bonés de sarjas, DVD com as competições de 2015 e para as crianças, kit para colorir. Do Rio de Janeiro, Viviane Nunes, participa pela primeira vez da festa e decidiu levar algumas lembranças dos momentos compartilhados com os aficionados por jeep de todo Brasil. “Estamos visitando os stands e nos preparando para as competições. Já no primeiro dia estamos adorando, até domingo sei que meu espírito jipeiro estará ainda mais aflorado”, diz ela.     MAIS DE 80 PILOTOS ACELERAM NA GAIOLA CROSS As primeiras aceleradas das competições de Gaiola Cross foram dadas às 14h30, dessa quinta-feira (26). Mais de 80 pilotos competem até domingo, em busca do título mais aguardado do ano, o de campeão da FENAJEEP. Divididos entre as categorias: “Aspirado e Turbo”, os participantes correm contra o tempo na pista do evento. O diretor do Indoor, Ivo Heinig Júnior, destaca que nessa competição se destacam aqueles que completam o circuito montado na pista, em menos segundos. “Além do tempo, o piloto precisa ter controle total do veículo”. Ivo lembra que todos os anos, a pista é preparada de forma diferente para surpreender os competidores. “Planejamos a pista pensando em segurança, desafio e muita adrenalina”.   Pela terceira vez competindo na FENAJEEP, o brusquense Lucas Tiago Mistura, de 20 anos, conta que foi como expectador,  que teve sua paixão despertada. “Por 12 anos acompanhei a festa da arquibancada. Agora já faz três anos que vivencio na pele a emoção da pista”. Ele frisa que apesar de buscar um título, a prova é bem conceituada por trazer pilotos de todo Brasil. Também na categoria Aspirado,

Jeep Willys CJ3B 1954 ou, melhor, o famoso “Cara de Cavalo”!

Um “Cara de Cavalo” imbatível     O Jeep Willys CJ3B 1954 dessa reportagem apresenta um nível tão alto de qualidade em sua restauração, que já recebeu três importantes prêmios em eventos de antigomobilismo. Conheça a história desse “cara-de-cavalo” e seu proprietário, Fernando Cury   Texto e Fotos James Garcia     O verde é uma das cores mais usadas nos Jeep, mas ainda bem quem há quem curta outros tons. O empresário paulistano do ramo alimentício Fernando Cury, 50 anos, é um deles. Cury não é praticante de off-road, mas sim um amante de utilitários da linha Ford/Willys, da qual tem uma Rural Luxo 4×2 1972. “Retirei junto com meu pai ‘zero km’ na concessionária, quando tinha sete anos”, lembrou. Hoje a Rural, que passou pelas talas largas, rádios Tojo e outras modas dos anos 80, está como veio ao mundo e ganhou placa preta. O dono também possui um Jeep Willys 1965. “Queria ter um carro fabricado no ano que nasci”, afirmou.   O CJ3B fazia parte dos planos de Cury. Ele tem uma amiga cujo falecido marido tinha esse carro. “Ele teve filhas mulheres que não se interessaram, mas os sentimentos pela paixão do marido para com o 4×4 dificultaram o desapego ao Jeep”, comentou. Até que, em novembro de 2010, Cury se encontrou com ela e disse que estava comprando um Jeep. Ela disse: “Você tem tanto carinho pelo Jeep quanto meu marido, fica com ele também?”, contou. Cury negociou o valor e acabou comprando no mesmo dia os dois Jeep, um CJ5 1965 e esse CJ3B 1954.   O Willys estava parado há oito anos num galpão. Ele mandou dar uma geral; trocou o tanque, as bombas, velas, a limpeza de carburador, revisão de freio e pouco depois saiu com ele curtindo, até que em janeiro de 2011, resolveu restaurá-lo. A decisão veio após ver uma edição da 4×4&Cia, onde há dois Jeep CJ3A (amarelo e o vermelho), feitos na oficina Max4.   Cury disse que seu o sonho era montar um carro completo e começou pela restauração do chassi. Ele descobriu uma empresa especializada em construir estruturas e carrocerias para Jeep antigos para que avaliassem as condições do chassi. Como a peça estava cheia de soldas e remendos resolveu repará-la e construir uma lataria nova, mantendo a grade dianteira, o quadro do para-brisa e a tampa traseira. As demais partes de lataria são novas, até os bancos.   O Jeep foi para a Max4. Após a reforma do chassi, restauração das partes e confecção da cabine, a carroceria foi alinhada, montada sob o chassi e pintada. A escolha da cor foi inusitada. Inicialmente a cor seria verde. “Pedi a opinião da minha esposa e filha, que disseram: ‘outro carro verde? Você já tem dois nessa cor!’, falou. “Um dia encontrei com a filha do ex dono e contei a ela o dilema. Daí veio a surpresa. Ela disse que o pai se arrependeu de ter pintado de verde, pois ele era vermelho!”.     Pronto, ele voltaria a ter a cor original. O dono foi atrás de catálogos de época e viu que o tal vermelho era um vinho. “Naquele tempo só havia seis cores disponíveis: Gale Gray Poly, Beryl Green, Bristol Red (a cor do Jeep), Artic White, Coronado Sand e Kaven Black. Aí começaria a novela para elaborar a tinta e chegar ao padrão exato. Foram cinco amostras e diversas opiniões e palpites. Mas a escolha não poderia ter sido melhor.     Toda a parte mecânica, como diferenciais, câmbio, motor, molas, juntas, rolamentos, bomba de água, radiador, foram restaurados com peças adquiridas na Jipebras ou importadas dos Estados Unidos. Cury ia até Mauá, SP, onde fica a MX4, pelo menos duas vezes por mês, apreciando e tirando fotos de todas as fases. “Falava para o Adilson que não tinha muita graça, pois não podia reclamar, dar palpites e ajudar em nada, pois tudo estava ficando melhor do que eu imaginava”, falou Cury, que apontou sua ansiedade como a parte mais difícil de todo o processo.   O Willys que você vê nas fotos foi finalizado em janeiro de 2013 e Cury ficou feliz com o resultado. O CJ3B é usado para passeios e lazer. “Utilizo meus carros antigos nos dias de rodízio, citou. Fernando agradece à esposa Denise e a filha Camila, pelo respeito à sua paixão, além do apoio da família. “Meu irmão e minha mãe, me deram um belo presente de aniversário: um jogo de pneus 600×16” militares”. E citou a equipe Max4, que achou excelente. Troque informações e dicas com Fernando Cury, pelo e-mail: fernando@rosima.com.br             Um 54 premiado   O Jeep Willys CJ3B 1954 de Fernando Cury conquistou o sonhado troféu de destaque no III Encontro Brasileiro de Autos Antigos em Águas de Lindoia, que aconteceu em Abril/2016. Já está em seu currículo a premiação no XX Encontro Paulista de Autos Antigos em Campos do Jordão (Abril/2015) e também no XVI Encontro Nacional de Pick-ups, Trucks e Carros Antigos em Águas de São Pedro (Set/2014). Estes 3 prêmios de destaque eram o sonho do proprietário.     O ultimo troféu teve uma característica especial, pois foi entregue para Fernando, por um mito do automobilismo, o Wilsinho Fittipaldi e também elogiado pelo presidente da FIVA (The Federation Internationale des Vehicules Anciens) Sr. Patrick Rollet, que entregou um adesivo para prestigiar o Jeep. Com 99,99% de originalidade, o Jeep conseguiu o reconhecimento e destaque.     Prova do gosto de Fernando por carros mais acessíveis e utilitário, é que em sua garage ainda encontra uma Rural Luxo 1972, que foi buscar “zero” na concessionaria junto com seu falecido pai e também um Jeep CJ5 – 1965 que tem a mesma idade dele. Hoje, Fernando tem até dó de andar com o Jeep, para não sujar e utiliza somente para ir a passeios e encontros, permanecendo em sua garagem, devidamente coberto.         Motor Hurricane, dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha Combustível: gasolina Potência: 73,97 cavalos a

Direto da Fonte – Como é ser off-roader nos Estados Unidos

Direto da Fonte – Como é ser off-roader nos Estados Unidos Texto e fotos Regis Beckhauser*   Quem acompanha as matérias da 4×4 Digital, deve ter visto a cobertura realizada pelo amigo e correspondente Regis Beckhauser, que a partir de agora é nosso correspondente oficial nos Estados Unidos, País onde nasceu o off-road e fora de estrada, seja ele militar ou recreativo. Na coluna Direto da Fonte, Regis irá dividir conosco suas experiências e mostrar como é que funciona o universo 4×4 por lá, direto da fonte. Boa leitura!     Mudar o curso de vida, mesmo quando ela está em uma região confortável, nunca é uma tarefa fácil e se essa mudança envolve mudar de país, com certeza vai se transformar em um grande desafio. Mas desafio é algo que todo apaixonado pelo mundo 4×4 come no café da manhã certo? E foi com esse entusiasmo que o empresário Gustavo Valensuela, 39 anos, natural de Lins, interior paulista e sua esposa resolveram encarar o desafio de sair do Brasil e vir morar em Parkland, um bairro relativamente novo na região do condado de Broward vizinha de Miami-Dade.     Com o planejamento preparado, hora de colocar tudo em ação, obviamente pra quem viveu ou vive essa mudança, mesmo planejando, a saudades dos amigos e familiares não entra em nenhuma planilha. Esse sim é um obstáculo muito difícil de ser superado. Em sua nova jornada nos EUA, Gustavo não queria se afastar totalmente de sua paixão sobre rodas e logo adquiriu um Wrangler Sport 4 portas.   Não contente com o visual simples que o carro vem de fábrica, ele adquiriu um kit de suspensão da AEV Conversions, rodas da Trail Gear e pneus da 35″ x 12.50″ da marca Nitto.       Mas como estamos na Florida, andar com um jeep sem capota conversível é uma tarefa bem triste e sendo assim, uma nova capota de lona conversível equipou seu novo 4×4.     Diferente do que acontece no Brasil, os EUA oferecem uma gama incrível de equipamentos, ferramentas e acessórios para você montar sua garagem dos sonhos e, com essa facilidade nas mãos, novamente Gustavo pôs a mão na massa e não poupou tempo e recursos para deixar sua garagem “quase” dos sonhos. Lá, a cultura do “do it yourself” é muito difundida, tanto por questões de variedade e qualidade de materiais, como pelo alto custo das oficinas especializadas. Ou seja, botar a mão na massa é o caminho.   Compressores, ferramentas pneumáticas, jogos de chaves, macacos e suportes começaram a chegar e tomar conta do local onde mais tarde ele mesmo sem a ajuda de ninguém, instalou todo o novo kit de suspensão no carro. Mas antes alguns comentários a respeito de um sistema muito interessante. A capota rígida original do Jeep precisava ser retirada do carro para dar lugar a capota conversível e essa tarefa teria que ser realizada somente por uma pessoa. Portanto, existe um kit de içamento próprio para essa tarefa, onde há a necessidade de instalar no teto da garagem os suportes das roldanas que auxiliam no processo de retirada da capota.     Antes de fixar as roldanas é muito importante observar de o teto tem capacidade de suportar o peso da capota e é sempre recomendado fazer um reforço para não exceder a capacidade e colocar em risco que passa por baixo da mesma. Roldanas no lugar, capota suspensa, hora de trabalhar na suspensão do carro. Esse kit da Harken Hoister Diretc é relativamente simples, mas o ideal que a tarefa seja realizada por duas pessoas, porém, essa não era a alternativa do Gustavo que começou as tarefas colocando o Jeep sob os robustos cavaletes. Carro elevado, hora de começar a desmontagem dos eixos. Um detalhe importante é que esse kit eleva a suspensão em 2,5” sem trocar o braço da suspensão, oferecendo assim a mesma geometria de suspensão, algo muito importante a ser considerado quando se trata de modificações na suspensão. Dotado de regulagem especiais, esse kit é todo aparafusado nos locais da antiga suspensão facilitando muito o trabalho e garantindo sempre que as peças permaneçam em seus devidos lugares. Nada de soldas ou adaptações duvidosas. Não há espaço para “gambiarras”. Levando em consideração o trabalho solitário e somente os finais de semana para trabalhar no carro, levou-se um tempo para que o Wrangler voltasse a pisar no chão. Até porque, a modificação da suspensão envolvia a troca das molas e amortecedores. Instalar os amortecedores não foi o complicado, mas as molas, foi outra historia. Quem tem Jeep sabe bem como é querer modificar o carro a todo custo e as vezes cometemos pequenos enganos e aqui  não foi muito diferente. Para a instalação das molas havia a necessidade de um encolhedor de molas, não era muita coisa e portanto o Gustavo teve que usar de algumas artimanhas para colocar as molas em seu devido lugar. A preocupação com os detalhes é incrível, exemplo do suporte para a tubulação de freio que permaneceu intacta sem sofrer nenhuma alteração em seu comprimento, apenas um novo posicionamento com o uso do novo suporte.     Outro item não menos importante é a troca da bieleta do estabilizador dianteiro que precisou ser trocado mantendo a estabilidade do carro. Segundo o Gustavo, esse kit oferece um conforto melhor do que a suspensão original quando o carro está no asfalto, algo que ele pode comprovar em uma viagem de 1200 milhas entre a Florida e Washington DC e depois para uma cidade próxima onde ele pode testar a suspensão para chegar a uma pista de esqui.     Não perca em 4×4 Digital, a coluna Direto da Fonte, com matérias exclusivas sobre o off-road norteamericano. Até a próxima!         *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na

A Rural para o trânsito em São Paulo

A Rural para o trânsito em São Paulo Informações e colaboração: Marta Helaehil –  Fotos Trajano Fkeller     Sábado, dia 7 de maio, foi dia de nostalgia em São Paulo. Sob a organização de Regis Rodrigues, aficionado e proprietário de uma Rural 1975, ocorreu o 1º encontro “Tá na Tampa, Tá pro rolo!” com o intuito de reunir proprietários, colecionadores e apaixonados por Rural/F75/F85, bem como para a troca de peças e acessórios. A Rural, fabricada nas décadas de 50, 60 e 70, pela Willys e posteriormente pela Ford no Brasil, teve versões com tração 4X4 e 4X2, com motores a gasolina de seis cilindros em linha e cilindrada de 2.6 ou 3.0 litros.     Aos poucos o cenário foi se tornando colorido e a área frontal do Estádio do Pacaembu se transformou em um túnel do tempo. Foram muitas as Rurais vindas de vários locais para prestigiar e enaltecer o encontro. Como de praxe, a Rural mais conhecida do meio off- road estava presente, com o nosso grande amigo Cid dos adesivos. Famílias se aglomeraram para conhecer e conferir o detalhe de cada viatura.       Próximo ao meio dia, iniciou-se o passeio em comboio, com apoio dos membros do Jeep Clube Comando Oeste, Claudio Poka,( ex-proprietário de uma Rural ) guiando o trajeto e Júlio, dando o suporte para o fotógrafo Trajano F. Keller, que registrou os melhores momentos do passeio.       São Paulo voltou para os velhos tempos, com a Rural chamando atenção dos que passavam pela Avenida Paulista, com a beleza multicolorida e o “buzinaço” das viaturas, acenando e sorrindo emocionando os ruralistas. Próximo do término da Paulista, um dos veículos teve problemas mecânicos, mas foi prontamente reparada pelo amigo Poka (O Anjo da turma, segundo alguns participantes).         O comboio seguiu então até o Parque do Ibirapuera onde, após mais registros fotográficos, foi finalizado o evento. Para quem perdeu, não faltarão oportunidades, em breve os organizadores já planejam um encontro com festa Julina, quadrilha e até um casamento entre uma F75 (Barão) e uma Rural (Antonieta), que acontecerá provavelmente no interior de São Paulo (próximo a Campos de Jordão) no mês de Julho.       Regis Rodrigues teve essa ideia após perceber que em dois anos de restauração de sua Rural 1975, sobraram peças que não utilizaria em sua viatura. Além disso, a vontade sempre foi grande de reunir “Ruralistas”, pois visivelmente percebe-se que não se trata apenas de um carro para os amantes da Rural. “Rural é História, Rural é Amor! E esse sentimento tornou-se claro no encontro que ocorreu, famílias reunidas, histórias e muita alegria que pretendemos levar adiante!”, afirmou o organizador.   Regis possui um modelo 1975 equipado com um raro motor BF 3000. “Não encontrei ainda no Brasil alguém que tenha a Rural com esse motor”, informou. Esse edição especial foi lançada no segundo semestre de 1975, com melhorias do motor BF161 e BF 2600 com relação à taxa de compressão e relação do diferencial excelente (relação de coroa e pinhão mais longa) para desenvolver melhor performance na estrada. É uma Rural para atingir 120km/h 4×2, enquanto a maioria das Rural atingem de 90 a 100 km /h na estrada. Essa Rural possui sistema original de suspensão independente na dianteira e está com placa preta.   Outro grande fã e proprietário da Rural, que marcou presença no evento foi Fernando Cury. “Este primeiro encontro foi simplesmente o máximo. Como minha vida inteira eu fui um ruralista assíduo e participante, foi ótimo poder estar muito envolvido na organização e ajudando de perto o Regis. Isso provocou muita emoção e gratidão. Com certeza, vamos organizar outros, pois ganhei muitos amigos e me senti realizado”, disse Fernando, numa mostra de como foi o clima do encontro.     Fernando possui um Rural Ford Luxo 4×2 1972, comprada zero km pelo pai. “Lembro perfeitamente quando em 1972 fui com meu pai na concessionária Ford Santo Amaro da Av. Rio Branco, buscar o carro da família, novinho e zero km. Quando tinha 17 anos foi meu único carro até 21 anos, passei bons momentos de diversão, lazer, problemas etc. Efetuei varias mudanças contra o gosto do meu pai, loucuras como instalar teto solar, retirada dos bancos dianteiros e substituição por dois bancos individuais, alterei para choques, suporte de camburão, mudei a pintura, com adição de uma faixa, pintei detalhes diversos no motor, substitui volante original por esportivo, e fiz muitos estragos. Mas ela ficou guardada no sítio e o desgaste do tempo e a pouca utilização foram tornando necessários alguns reparos de funilaria”, contou o dono.     Em abril de 2008, teve início uma reforma geral, com um ótimo profissional. Este desafio seria uma homenagem ao seu pai. Fernando passou por muitos ferros velhos, internet, restauradores, feiras, amigos, lojas e oficinas, e foi obtendo as peças que precisava. Depois de pronta (ficou lindíssima!), ela foi certificada pelo Clube do Fordinho, recebendo homologação para a Placa Preta. “Em março de 2010, após quase 2 anos, fui ao Detran providenciar a colocação da placa, quando considerei concretizada a homenagem ao meu Pai. A cor da Rural é Azul Colonial e Branco Nevasca. Hoje a clássica viatura é usada somente nos dias de rodízio ou em passeios aos domingos, isso se não estiver chovendo. “E sou muito ciumento com ela, ninguém dirige e quando preciso entregar a manobrista, me recuso e chego até a mudar de lugar, desde que posso eu mesmo estacionar”, finalizou. É ou não coisa de fã incondicional?      

Rally Paraná aquece os motores para a segunda etapa em Castro

Rally Paraná aquece os motores para a segunda etapa em Castro Nos desafios off-road das categorias Master, Graduados, Turismo e Light, os competidores terão diversão garantida a bordo dos veículos 4×4, no dia 07 de maio Na próxima semana alguns dos melhores pilotos e navegadores do país irão participar doRally Paraná, válido pelo Campeonato Paranaense de Rally 4×4, prova exclusiva de regularidade, para as categorias: Master, Graduados, Turismo e Light. No dia 06 e 07 de maio, a cidade de Castro, situadas na Região Centro-Sul (Campos Gerais) do Paraná, distante 159 quilômetros da capital (Curitiba).   Para a segunda etapa o grid deve conter aproximadamente 60 veículos. “Já temos 54 inscritos”, disse Vander Hirt, diretor de prova do Rally Paraná. “A prova será quase que em sua totalidade dentro de fazenda de reflorestamento, com algumas surpresas que farão o diferencial entre os competidores. Pilotos e navegadores deverão estar atentos para evitar erros de trajeto, e as médias de velocidade darão um toque especial ao certame”, destacou o organizador.   As inscrições para a etapa de Castro continuam abertas e os interessados poderão confirmar presença no site oficial, www.rallyparana.webnode.com, onde também encontrarão todas as informações. O Rally Paraná tem patrocínio de Ouro Trilha Eurocar, Zenz Bonés, Dispauto , Barracão do Jeep, Mamute Off Road e patrocínio local do Jeep Clube de Castro, Equipe Castro Rally e Prefeitura Municipal de Castro. A supervisão é da Federação Paranaense de Automobilismo, locução de Marcelo Caiano e apuração da Totem. Programação: Sexta-feira, 06 de maio 18h00 às 22h00 – Secretaria de prova Local: Chácara Basílio no Tronco (Hoberson Henning) Sábado, 07 de maio 9h01 – Largada Local: Parque Lacustre – Percurso: Terra Nova, Conceição e Abapan; 14h00 – Início da chegada e cerimônia de premiação Local: Chácara Basílio no Tronco (Hoberson Henning) Almoço: Carneiro no Rolete Calendário Campeonato Paranaense de Rally 4×4 Etapa 1 – 27 de fevereiro – Cascavel Etapa 2 – 07 de maio – Castro Etapa 3 – 09 de julho – Umuarama Etapa 4 – 27 de agosto – Cachorro Louco – Curitiba Etapa 5 – 15 de outubro – Apucarana Etapa 6 – 10 de dezembro – Rally da Meia Noite – Curitiba *Sujeito a alteração

Fenajeep – Força que nenhuma crise derruba

Fenajeep – Força que nenhuma crise derruba     Fenajeep 2016 é lançada oficialmente em cerimônia realizada no Pavilhão da Fenarreco   Uma das vozes mais empolgantes da pista mais famosa da América Latina, Lee Andrade, esquentou a noite desta quarta-feira (27/04), na arrancada para o maior evento off-road da América Latina. Autoridades civis e militares, convidados e imprensa foram recepcionados pela Comissão Organizadora da Festa Nacional do Jeep e pelo presidente do Brusque Jeep Clube, Vilmar Walendowsky para o tradicional coquetel organizado cerca de um mês antes do evento. Veículos, jeeps, membros de outros clubes e vídeos que mostravam o lançamento do primeiro 4×4 contribuíram para criar o clima perfeito, e retratar aos presentes um pouco do que vem por aí na 23ª edição da festa.   De 25 a 29 de maio, mais de 500 veículos devem participar das provas da FENAJEEP: Rally, Passeio Radical, Expedition, Jeep Cross, Gaiola Cross e Desafio Extreme Trophy. Mais uma vez, grandes competidores e participantes apaixonados pelo off-road estarão aqui vivendo essa grande aventura, com muita adrenalina, acelerando a emoção de milhares de pessoas. “Se você é campeão na sua terra vem para a FENAJEEP, aqui só tem campeões”. A frase repetida diversas vezes na FENAJEEP foi a que marcou o discurso do presidente do Brusque Jeep Clube, Vilmar Walendowsky na cerimônia de lançamento. “Negão”, como é conhecido um dos fundadores do grupo e idealizadores da festa, destacou que o sonho de todo grande corredor é vencer aqui ou pelo menos, visitar o evento. Além disso, Walendowsky afirmou que mesmo em tempos de crise, a Comissão trabalha contra o tempo e empenha todos os esforços para fazer mais uma vez, uma grande festa. “Os stands do Pavilhão interno estão praticamente todos vendidos e isso mostra a consolidação do evento, que realiza há mais de duas décadas um trabalho sério em prol da diversão, do convívio com as famílias e do espírito off-road”, completou. Marcas grandes do ramo confirmaram a presença na feira, que também vai apresentar ao público as últimas novidades do setor, em veículos, peças e equipamentos. O Secretário Municipal de Turismo, Sr. Ademir José Pereira, lembrou que a festa também é um dos maiores eventos da cidade e por isso, muito importante para a economia de toda a região. “Comércio, hotéis e restaurantes…todos ganham com a FENAJEEP e para nós, Brusque sediar um evento deste porte é motivo de muito orgulho”, disse. Durante os cinco dias, a expectativa da organização é atrair um público de cerca de 100 mil pessoas para o município. Em seu discurso, o Prefeito interino de Brusque, Roberto Prudêncio Neto, também destacou a relevância do evento. “A FENAJEEP leva o nome de Brusque não só para o país, mas para o mundo. Uma festa como essa vem para dar ânimo em um momento difícil como o que vivemos, e para nós isso é uma grande alegria”, encerrou.   Ao final da cerimônia foi apresentado ainda aos convidados, o modelo do troféu FENAJEEP confeccionado especialmente para os campeões, que sairão daqui em 2016. O material foi produzido artesanalmente com pedras ametistas, muito usadas para ornamentos.     Provas e Inscrições Atrações como o Extreme Trophy Brasil, que levantou a arquibancada no último ano, estão de volta e prometem trazer mais carros e veículos mais preparados. Vence o desafio quem completar o circuito de obstáculos especiais em menos tempo. Nas provas indoor, a segunda etapa do Campeonato Brasileiro e a segunda etapa do Campeonato Catarinense de Gaiola Cross vão promover disputas eletrizantes.  Os competidores já estão na expectativa para fazer bonito nas pistas. E para isso, o investimento nas máquinas é grande. O competidor de jeep cross, José Henrique Ramos, de Gravataí/RS, é um dos que está preparando o carro para fazer bonito nesta FENAJEEP. Ele conta que o motor do carro será o mesmo do ano passado, Motor GM V6, com potência 320 HP, mas os investimentos estão sendo realizados em itens essenciais como suspensão e a segurança do jeep. A expectativa do piloto que já foi tri-campeão Sul Brasileiro é das melhores. “Na FENAJEEP eu não tenho muita sorte. Nunca consegui ser campeão. Minhas melhores colocações foram o terceiro e segundo lugar. Mas, é como correr na Fórmula 1. Só participam os melhores e não tem comparação. Já estou há muitos anos, conheço praticamente todos os competidores e o companheirismo no box é a melhor parte da festa. Vou sempre com a minha família e este ano estaremos lá novamente com nosso motor-home”, conclui o famoso “ALEMÃO”, participante do evento desde 2002.   E nos tradicionais passeios externos, que acontecem no sábado, não será diferente. Erosões, lama e muitos obstáculos farão parte do Passeio Radical que vai passar por caminhos nos municípios de Guabiruba e Botuverá. Segundo o diretor de prova, Beto Rezini, dependendo das condições da estrada, a previsão é de que os corajosos “pilotos” entrem na trilha de manhã e saiam apenas no final da tarde. “Como maio é um mês chuvoso, se chover bastante, os motoristas vão ter um trabalhinho para concluir o passeio. A prova é de dificuldade média, por isso os carros devem estar preparados e equipados. É só para quem já tem experiência nesse tipo de competição. Queremos fazer uma bagunça organizada. É uma prova mais pesada, mais muito bacana”, completa Beto. A expectativa é de reunir até 150 veículos durante quase 40 quilômetros do trajeto. Os motoristas que participarem da Trilha Expedition também podem se preparar para encarar momentos de tirar o fôlego. De acordo com o diretor da prova, Eleno Abromovicz, serão cerca de 80km para os participantes desfrutarem de belas paisagens com áreas de reflorestamento, riachos e estradões.  O objetivo do passeio é reunir familiares e amigos com paixão pelo jeep em um momento de pura descontração e diversão. Saindo de Brusque, a trilha deve seguir pela Claraíba, em Nova Trento, atravessar a região do “Moura”, em Canelinha, e ter parada de uma hora para almoço. Após o descanso, os participantes seguem para o terceiro trecho, que passa pela Limeira, em

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