A natureza selvagem da Ilha do Marajó 9ª Expedição Marajó 4×4 Por Djalma Alencar, Nazareno Batista e Felipe Batista Fotos Leandro Santana A Confraria Amigos do Jipe promoveu, durante o feriado de carnaval, a 9ª edição da expedição “Marajó 4×4”, que contou com a presença de membros do Jeep Clube de Bragança e Jeep Clube do Norte. Partindo de Soure rumo à cidade de Ponta de Pedras, os aventureiros seguiram em rotas tomadas por atoleiros, tanto pelo litoral quanto pelo interior, revezando por terrenos ora de areia fina, ora de piçarra, ora de alagados, mas que, simultaneamente, revelava uma paisagem rica de uma fauna e flora exuberantes. A viagem iniciou-se após desembarque do ferry-boat na Vila de Camará, onde o comboio de 11 veículos começou seu deslocamento pelo asfalto até a cidade de Salvaterra, na qual uma segunda balsa os levaria até Soure, local do primeiro pernoite. Na manhã seguinte, 06/02/2016, seguiram em busca de aventura pela Zona Rural de Soure. Em meio a Fazenda Eva Bufaiade, já fora de estrada, o grupo percorreu rotas cobertas por águas profundas, o que tornava difícil o controle dos carros, assim, era certo a ocorrência de atolamento, pois o trecho escondia grandes perigos, tendo em vista que naquela rota só avançavam animais de tração. Logo tornou-se obrigatório recorrer a ajuda de guia para orientar a passagem nesse trecho, que exigia perícia e conhecimento do terreno para que fosse possível escolher o percurso certo, ou seja, que desviasse dos imensos buracos escondidos sorrateiramente entre águas calmas e que engoliam um carro por inteiro. Nessa situação, o uso do 4×4 era obrigatório até mesmo para quem usava pneus especiais para trilha, tanto que nesse trecho o Troller com pneus ALL Terrain precisou contar com ajuda de correntes para que pudesse dar conta do desafio. Assim, nesse primeiro desafio, o Willys do Alencar, que abria a trilha, precisou ser puxado pela Bandeirante, e, mais tarde, essa mesma Bandeirante viu-se diante de outra grande tarefa: arrastar, pelo resto do dia, o Willys do Vira-Lata, que teve seu jeep quebrado devido a entupimento das mangueiras de combustível. A grande profundidade do trecho a ser superado, bem como a quebra do alternador da L-200 Savana e o entupimento do sistema de combustível do Willys do Vira-Lata, impossibilitaram a travessia de um trecho de mais de 5.000 km com água com mais de 1m de profundidade em um terreno traiçoeiro. Dessa forma, o Comando indicava o Plano B, que seria levar o comboio até a cidade de Ponta de Pedras através de rotas no Sudeste da Ilha de Marajó, a partir da cidade de Cachoeira do Arari. Ao final de sábado, os aventureiros seguiam para pernoite no litoral de Soure, Ali, mais surpresas os aguardavam. Três carros precisaram ficar acampados na praia do Caju-una devido o Willys do Vira-Lata, que encontrava-se com avarias, enquanto o restante do comboio seguiu para a praia do Céu, no entanto, no translado em meio a dunas e cercado por facões, o Troller atolou até os diferenciais serem tomados pelas areias, sendo que nas tentativas de arrastá-lo para área segura, o Willys do Alencar atolou e teve uma roda-livre partida devido o esforço. Nesse momento, com os dois carros atolados, a equipe precisou investir no trabalho com enxada, prancha e guincho. Assim, com uso do guincho do Troller e com o auxílio de pranchas de desatolagem, o Willys, é puxado para trás e fica fora do atoleiro, e, em seguida, resgata o Troller. Ainda nessa áera, a L-200 do Hass teve as homocinéticas quebradas, dificultando ainda mais a situação do comboio, pois a maré subia ameaçando consumir os carros que encontravam-se entre águas e dunas. Já na manhã do terceiro dia, 07/02/2016, o comboio retornou para a cidade de Salvaterra em busca de apoio para os três veículos avariados no dia anterior. Sem sucesso nas buscas e após embarque e desembarque em mais duas balsas, teve início, ao final da manhã, o cumprimento do segundo trecho rumo a cidade de Ponta de Pedras através de rotas pelo meio da mata virgem, na zona rural de Salvaterra e Cachoeira do Arari, onde a quinta balsa esperava o comboio. Nesse trecho, buracos tomados por lama não seguravam as viaturas, mas, exigiam o acelerador no fundo, motor e pneu de banda de rodagem para que fosse possível passar sem atolar. Ao encontrarem-se próximos da Vila de Gurupá (Cachoeira do Arari), iniciaram uma trilha noturna em uma mata conhecida na região como “ninho das Jararacas”, um verdadeiro labirinto de 7km que se estendia uma mata rasteira e enxarcada, até que às 22h o comboio chegou às margens do Rio Gurupá, onde pernoitaram. Ao alvorecer da segunda-feira, 08/02/2016, o grupo seguiu para a Vila do Arrozal, de onde embarcaram na quinta balsa rumo a cidade de Ponta de Pedras, contudo, após uma hora de translado pelo Rio Arari, a balsa na qual o comboio encontrava-se encalhou por duas vezes, sendo que na segunda vez consumiu mais de 4h, fazendo com que os aventureiros desembarcassem em Ponta de Pedras somente no fim da noite. Ao chegarem à cidade, partiram rumo à fazenda Fazendinha, da Prefeita Consuelo Castro, para que pudessem pernoitar. Na terça-feira, 09/02/2016, o grupo seguiu para mais uma trilha fechada até chegar à praia da Mangabeira, onde foram recepcionados com um saboroso almoço ofertado pelo Coronel Verdelho. Finda a confraternização, os aventureiros embarcaram, na madrugada de quarta-feira, na sexta balsa rumo à cidade de Barcarena para que pudessem embarcar na sétima e última balsa rumo à Belém. Após desembarque em Barcarena, durante o deslocamento para o local onde a balsa os aguardava, uma triste surpresa: uma coalisão entre o Willys vermelho do Clauber e o Troller. Um acidente que, apesar de não provocar grandes problemas aos seus tripulantes, exigiu que a Bandeirante fosse mais uma vez acionada para rebocar o Willys até a cidade de Belém. Assim, mesmo com essa triste surpresa ao final da aventura, a turma da Confraria Amigos do Jipe e seus convidados, comungando
O Jeep CJ-5 no Brasil
O Jeep CJ-5 no Brasil Por James Garcia Consultoria técnica e ilustrações Angelo Meliani Na primeira metade da década de 40, eram tempos dos bondinhos, calhambeques e jardineiras. Estradas, avenidas, asfalto, todos esses “luxos” eram realidade em apenas alguns lugares das grandes capitais. Foi nessa época que o Jeep começou a aportar por aqui, e sem exagero, pode-se dizer que o carismático 4×4 norte-americano – um dos grandes mitos do automobilismo mundial -, foi um dos responsáveis pela grande transformação que mudou a face do nosso País. A 2ª Guerra Mundial ainda fazia suas vítimas, quando os primeiros Jeep Willys e Ford começaram a chegar ao Brasil. Sua missão era equipar o nosso exército, que fazia parte do bloco dos países aliados. Naquele tempo, os jipes militares eram trazidos da Itália, mas a partir de 1946 chegavam diretamente dos Estados Unidos. Após o término do conflito todos os Jeep vinham parcialmente desmontados da América do Norte. Foi assim com todos os CJ-2A (1945/1949), CJ-3A (1948/1953), CJ-3B (1952/1964) e CJ-5 (1954/1969), até o ano de 1957. Um fato curioso é que no porto de Santos – local de desembarque dos carros importados -, os Jeep tinham seus pára-brisas pintados de preto. Nunca se soube o motivo certo dessa medida, mas consta que isso só aconteceu em nosso país. O restante do carro era mantido original. Em 1951, a Willys começa a fabricar o Jeep no Brasil e em 26 de abril de 1952 é fundada a Willys Overland do Brasil é fundada em 26/04/1952, empresa que deu continuidade, e ampliou, o processo iniciado no ano anterior. Em agosto de 1957, a Willys apresenta o Jeep Universal modelo nacional, com 65% de seus componentes nacionalizados. No final de 1958 para 1959, começam a ser fabricados os primeiros CJ-5 totalmente brasileiros. É de se notar o fato de que os primeiros CJ-5 possuíam o desenho da caixa de rodas traseira em formato redondo, idêntico ao dos Jeep norte-americanos. Ao contrário do que muitos pensam, nem todo CJ-5 do final dos anos 50, dotado de caixa de rodas redonda, é importado. Nessa mesma época, os motores 6 cilindros BF-161 passam a substituir os antigos “Hurricane” de 4 cilindros. Nesses já distantes anos 50, fabricar um carro inteiramente nacional era um grande desafio para as montadoras que ensaiavam seus primeiros passos no Brasil. O raro quadro abaixo, ilustra perfeitamente o processo de nacionalização do Jeep, que durou dois anos, de julho de 1958 até julho de 1960. Novos tempos 1960, ao que parece, é realmente o grande ano da Willys, que inaugura a primeira fábrica de motores do Brasil, a Willys Overland Motores, localizada em Taubaté/SP. Eram tempos de revitalização da indústria nacional, do progresso, do nascimento de Brasília. O ufania nacional era geral. E a Willys Overland era a grande vedete do automobilismo nacional. Para um país sem tradição automobilística, a produção da Willys foi considerável. De 1957, início da fabricação dos Jeep no Brasil, foram produzidos 122620 veículos, o que dá uma média anual superior a 24 mil veículos. Mais especificamente, em 1957, quando o carro não era 100% nacional: 9.291 carros. Em 1958, chegou-se a 14.322 carros; em 1959, 18.178; em 1960, 19.514; e finalmente, em 1961, 61.305 unidades. A média de produção era excelente, mas havia a necessidade de se atender com mais agilidade ao ávido mercado de utilitários. Por esse motivo que a Willys Overland montou uma fábrica em Jaboatão, em Pernambuco, inaugurada em 14 de julho de 1965. O Jeep que sai das instalações de Pernambuco, tem as portas confeccionadas em madeira e recebe o carinhoso apelido de chapéu de coco. O ano da virada Em 1967 o Brasil conhecia os primeiros sintomas da globalização que hoje domina as manchetes da indústria automobilística: em uma manobra jogada ágil e inteligente, a Ford compra a Willys, e exibe interesses em galgar posições mercadológicas. Naquela época, a Renault francesa era sócia da Willys brasileira junto com a Kaiser Corporation, que também havia comprado a marca Jeep nos Estados Unidos. Após varias negociações, a Renault acabou ficando com a IKA “Industria Kaiser de Argentina”, comercializando a Willys brasileira com a Ford, que adquiriu 48% das ações da Willys. O negócio foi fechado em 15 de outubro de 1967. A Ford sabia o que estava fazendo: além de continuar fabricando toda a família Jeep – CJ-5, CJ-6, Rural e F-75 -, ficaria com o domínio do ambicioso “projeto E”, conhecido pouco tempo depois como Corcel. Em 27 de outubro de 1969, a união das duas empresas culmina no nome Ford/Willys do Brasil. Em 18 de março de 1971, a Ford transfere a produção da F-75 e da Rural, para suas instalações no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Em 30 de maio de 1972, a Ford muda o nome de Ford/Willys do Brasil, para Ford do Brasil. A produção segue sem maiores alterações, até que em 11 de julho de 1975 é introduzido o motor Ford Georgia OHC de 4 cilindros nos utilitários Rural e F-75, que em conjunto com o câmbio de 4 marchas sincronizado, utilizado desde o fim dos anos 60, torna os utilitários mais leves e econômicos. Em 15 de outubro de 1975, o Jeep também começa a ser equipado com esse motor. Em 22 de outubro de 1975 a Ford alcança a marca de 500.000 utilitários produzidos – contando obviamente com a produção da Willys, com uma Rural 4 cilindros e tração 4×4. Em 25/04/1978, o Jeep atinge o número de 200.000 unidades produzidas. O Final Em toda sua história brasileira, o CJ-5 recebeu três tipos de motores. O “Hurricane” americano, de 4 cilindros, 2.198 cm3 e 70 hp até 1959; o 6 cilindros BF-161, de 90 hp a 4.000 rpm e 2.600 cm3 de 1959 até 1975 e, a partir de 1975, os motores Ford OHC 2.300 de 83 hp
Nova diretoria assume Brusque Jeep Clube
Nova diretoria assume Brusque Jeep Clube 2016 começou acelerado e com muitas mudanças no Brusque Jeep Clube. Uma das mais relevantes, foi a troca da diretoria. Empossada final de janeiro, a equipe já iniciou os trabalhos e os preparativos para fazer mais uma grande FENAJEEP. Um dos fundadores, Vilmar Walendowsky, assumiu o cargo de presidente pela terceira vez. “Percebi uma grande animação dentro do Jeep Clube com a nova diretoria. Os sócios querem o retorno das atividades que realizávamos anteriormente, como passeios, celebrações de datas comemorativas em família e ações beneficentes. Vamos resgatar as nossas origens e cultivar a paixão pelo 4×4”, afirma Vilmar. Hoje, o Brusque Jeep Clube conta com cerca de 50 sócios e mais de 250 participantes. A expectativa para a vigésima terceira edição do maior evento off-road da América Latina também é grande. “Nunca imaginei que aos 64 anos estaria numa função como essa, contribuindo para organizar um evento deste porte. Me sinto muito feliz e cheio de saúde por estar ativo e com disposição para assumir mais essa missão, à frente da comissão”, diz o presidente. A comissão organizadora já está definindo a programação do evento, que em breve, será divulgada. Diretoria Brusque Jeep Clube Presidente : Vilmar Walendowsky Vice presidente : Marcus Vinicios Camargo 1º Secretária : Gisele Shork 2º Secretária : Bianca H. Rezini 1º Tesoureiro: Vilson Dalcegio 2º Tesoureiro: Airton Sabatini Diretora Social : Carolina S Ulrich Diretor de Passeio : Luiz Eduardo Rezini
Off-Road em Paranapiacapa, SP
Off-Road em Paranapiacapa, SP Fotos Vitor Fischer Valente Aventura realizada no dia 13 de fevereiro teve roteiro e trilhas do Bar do Lula e Sabonete, realizada na região de Paranapiacaba-SP. No total foram 7 jipes, e a intenção era levar integrantes do Jeep Clube de Ribeirão Pires para uma trilha de nível médio e visual, de relaxar a vista, mas devido a inexperiência do pessoal do Jeep Clube, a trilha foi percorrida com o dobro do tempo do que seria normal. A primeira baixa já foi logo no inicio da trilha quando um Jeep CJ5 que teve a bobina queimada, após o reparo feito pelo Sr. Fernandes da By Fernandes Restaurações o mesmo abandonou trilha. João SHOW com um Jeep 63 desde zero da família também deu trabalho a turma após beber água da poça de lama, mas com alguns chacoalhões da turma o Willys seguiu em frente. A trilha teve inicio as 9 horas da manhã e finalizada as 17:00 horas, Vitor Fischer Valente com o famoso Bernardão , Valério Valente com sua nova Pick-Up Willys e Sr. Fernandes junto com seu filho Márcio com Jeep 83 militar impecável colocaram em prática os mais de 35 anos de trilha para que a trilha terminasse bem.
Diferença define a picape Fiat Toro
Diferença define a picape Fiat Toro Por James Garcia – Fotos Divulgação A Fiat fez um belo de trabalho de pesquisa ao desenvolver a Toro, provavelmente o grande lançamento automotivo nacional desse semestre. Com o jargão “infinitas possibilidades”, a marca coloca no mercado um produto inédito, (muito) diferente e com um amplo leque de utilizações. Ou seja, a Toro poderá ser vista na cidade realizando os mais diversos trabalho, bem como em estradas de terra, viagens e, certamente, por trilhas desse nosso Brasil. Num primeiro instante pode-se imaginar que ela vai brigar principalmente com a Oroch, mas ela deve incomodar veículos de outros segmentos, marcas e até mesmo pode deixar dúvida na “própria casa”. A picape tem estofo, personalidade e recursos para incomodar até o Renegade, com quem divide o motor turbo diesel, a transmissão automática de 9 marchas e o sistema de tração 4×4 inteligente. Na apresentação do veículo realizado em 15 e 16 de fevereiro, em Campinas, SP, o Toro foi apresentado como “um veículo plural, que une qualidades de SUV, de picape e de automóvel”. E eles acertaram. Traz versões com motores flexível ou diesel, com câmbio automático de 6 ou 9 marchas, ou ainda, manual de 6 marchas. Para uso urbano ou fora de estrada, com trações 4×2 ou 4×4. A “diferença” da Toro começa pelo belo visual e pelo tamanho; ela é maior que as picapes compactas e menor que as médias, com 4.915 mm de comprimento. O entre-eixos é surpreendente: 2.099 mm. A Fiat até inventou um termo para tentar definir melhor seu lançamento: SUP Sport Utility Pick-up (SUP). A ideia é ter o porte, a altura e a ergonomia de um SUV; a robustez de um fora de estrada com o conforto de um automóvel; e a praticidade e espaço de uma picape cabine dupla de quatro portas, capacidade para acomodar até cinco pessoas com requinte e segurança e levando até uma tonelada. A Toro é uma picape monobloco com alta resistência e baixa torção de carroceria. Foi aplicada tecnologia de ponta, tanto em conforto e desempenho, como em conectividade e segurança. Como se trata de uma plataforma modular e flexível, ela foi ampliada para gerar uma carroceria maior, com caçamba, formando uma reforçada estrutura monobloco. Ela utiliza mais de 85% de materiais nobres, como o aço de alta resistência avançado. E apresenta elevada rigidez torcional e durabilidade, além de excelente capacidade de absorver impactos em caso de acidentes, graças às linhas de deformação programadas. O Fiat Toro traz uma carroceria forte, segura, durável e inteligente, apoiada sobre suspensão independente nas quatro rodas, feita para encarar qualquer obstáculo, sempre mantendo o conforto e o silêncio a bordo. A tampa da caçamba bipartida, patenteada pela FCA, é outra novidade. Ela tem duas portas que se abrem lateralmente, com a possibilidade de abertura de somente uma delas. A caçamba (820 litros) pode ganhar opcionalmente ainda mais 405 litros com seu extensor, aumentando o comprimento da caçamba e permitindo maior praticidade. Na frente, o design começa com os “olhos do touro” ― Split Lightning ― o grupo ótico dividido em dois conjuntos. O grupo ótico superior tem um formato ousado e muito atraente. Ele traz as luzes de posição (iluminadas por LEDs) e de indicador de direção. Ele também pode contar com a luz DRL (Daytime Running Lamp), com iluminação a LEDs de alta intensidade, que garantem segurança mesmo durante o dia. Já o segundo grupo ótico é responsável pelas funções de iluminação de profundidade. Ele oferece ótima visibilidade em distância e em curvas e fica integrado à grade principal, que traz barras tridimensionais. No interior, os detalhes internos ― como elementos em cromo acetinado, composições de cores e revestimento em couro nos volantes ― tem como objetivo trazer a combinação entre força e o conforto. O painel do Fiat Toro apresenta desenho moderno, que combina com as linhas ousadas da carroceria, assim como o quadro de instrumentos em TFT 7” colorido, que permite grande integração com o motorista; o volante multifuncional com borboletas para as trocas de marcha; e a Central Multimídia Uconnect Touch NAV 5”. Tudo com muita interatividade e personalização. Uma de minhas maiores curiosidades em ralação ao modelo, era sentir a capacidade de seu inovador sistema de suspensão, mas no teste realizado apenas em afalto (pequenos trechos de cidade e rodovia), isso não foi possível, embora já tenha sido suficiente para saber que se trata de uma picape firme, mas confortável, grande mas na mão e que a suspensão lê muito bem as imperfeições, mas não as transmite para quem dirige. Boa parte desta sensação vem da suspensão totalmente independente na dianteira e traseira. A dianteira traz o sistema McPherson e a traseira é uma multilink. Os sistemas são fixados na carroceria por apoios de elementos elásticos especiais, que garantem total isolamento e silêncio para os ocupantes, mesmo em pisos esburacados. Além disso, esta suspensão independente e resistente garante melhor dirigibilidade, estabilidade e agilidade em qualquer tipo de terreno ou desvio de trajetória, mesmo carregando uma tonelada de carga. O conjunto motor/câmbio (1.8 Flex 16V com câmbio automático de 6 marchas e 2.0 Turbodiesel 16V com câmbio manual de 6 marchas ou automático de 9 marchas) também ganhou um sistema reforçado de fixação, com coxins hidráulicos, para isolar o interior do Toro de ruídos e vibrações. A direção possui assistência elétrica O Fiat Toro traz o melhor da segurança ativa, com excelente estabilidade, dirigibilidade e capacidade de frenagem. Exemplos disso são os controles de estabilidade e de tração. Ele também chega com ótimos sistemas de segurança passiva, como as linhas de deformação pré-programadas de várias áreas da carroceria (com diferentes tipos de aço), ou volante EAS (Energy Absorbing System), que também retém energia em acidentes. O modelo pode contar com até sete air bags: vem de série a proteção para motorista e acompanhante, que podem ser complementados pelos laterais (side bags), de janelas (window bags) e também os de joelhos (knee bags). Toda a tecnologia do modelo já pode ser percebida
Vamos conhecer a picape Fiat Toro?
Mais tarde, começaremos de fato a conhecer a mais nova picape 4×4 nacional brasileira, a Fiat Toro. Com mesma mecânica do Jeep Renegade (motor, transmissão e tração), essa picape de tamanho médio tem tudo para revolucionar o mercado de utilitários 4×4 no País. Mais tarde postaremos mais novidades e detalhes, fique ligado!
Trilha do Bicho Feio 2016 – Jeep Clube Comando Oeste
Trilha do Bicho Feio 2016 – Jeep Clube Comando Oeste Texto e Fotos Paula Scobar O Jeep Clube Comando Oeste inicia o calendário oficial com a trilha mais aguardada por seus sócios e convidados: A Trilha do Bicho Feio, que este ano teve alto grau de dificuldade, exigindo carros preparados e pilotos dispostos a ultrapassar seus limites. A concentração foi na prefeitura de Osasco, SP, no Sábado às 13hs, com saída programada para as 15hs, com destino à região de Cajamar – Trilha das Águas, Raíz e Aranha. Os aventureiros passaram por atoleiros, erosões, grande área alagada e sempre contando com o apoio da organização para orientar caminhos, ajudar nos resgates com guincho, pequenos consertos nos carros, além de fazer a integração dos participantes. Madrugada adentro os jipeiros atravessaram a trilha finalizando com um café da manhã às 5:00 hs do Domingo. O Jeep Clube Comando Oeste agradece a todos os participantes, apoiadores e patrocinadores desse evento e conta com a presença de todos nas reuniões de quarta feira em Osasco e, claro, para as próximas trilhas. informações: www.jeepclubecomandooeste.com.br / www.facebook.com/jeepclube.comandooeste
Uma gestação ao estilo off-road
Uma gestação ao estilo off-road Texto e fotos: Eduardo Neves – Photo Lama Na tarde do dia 11 de janeiro vivenciei a experiência de fotografar Everton e Dani, casal integrante do Jeep Clube Encruzilhada do Sul, RS, que estão à espera do jipeirinho Nathan. Everton entregou o cargo de presidente no final de 2015 após uma ótima gestão. Uma experiência muito além do que já estava acostumado até hoje. Antes de começar no ramo de coberturas 4×4 fui fotógrafo de eventos sociais, fazendo muitos bailes de debutantes, books femininos, casamentos e até mesmo book gestante mas nunca as duas coisas misturadas, BOOK e 4X4. Foi algo indescritível registrar a mistura de sentimentos de amor de uma família entre si e ao mesmo tempo pelo Off Road 4×4. Por se tratar de um casal de amigos meus, a sessão fotográfica acabou se transformando em uma tarde com boas risadas e muita descontração. Apesar de uma gestação de 7 meses e de uma tarde bastante quente, correu tudo perfeito como podemos ver nas fotos. Espero que todos gostem do resultado e que o novo integrante do Jeep Clube Encruzilhada que está a caminho nasça com muita saúde e dê muitas alegrias aos pais.
Curta o vídeo do 4º Encontro Nacional Jeep Wrangler
1º Extreme Maragatos, Nova Prata, RS
1º Extreme Maragatos, Nova Prata, RS Texto e Fotos Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama No dia 7 de novembro o grupo Maragatos Jeep organizou o 2º Atoleiro Fest e o 1º Extreme Maragatos na cidade de Nova Prata – RS. O evento contou com a participação de jipeiros e gaioleiros de várias cidades da serra gaúcha. O Atoleiro Fest teve um espaço para zerinho e brincadeiras no barro onde os pilotos aceleraram a vontade suas máquinas garantindo um verdadeiro espetáculo para um público de em torno de 2 mil pessoas presentes. Na parte da tarde foi dada a largada para o 1º Extreme Maragatos, em uma pista recheada de obstáculos dos mais variados níveis de dificuldade, entre eles, uma rampa valo com água, paredão íngreme, tocos de madeira, entre outros. A prova foi muito disputada em 3 baterias de tirar o fôlego com muita habilidade e coragem por parte dos pilotos. O grande campeão do 1º Extreme Maragatos foi Alison Cicconeto, representando o Cruzeta Jeep da cidade de Veranópolis – RS. O local também contou com estacionamento e dois bares para atender da melhor maneira o público que foi prestigiar. O Maragatos Jeep agradece a presença de todos e desde avisa que em 2016 tem mais Off Road 4×4 em Nova Prata.
