AgitaPira mescla voo livre, slackline e prova Indoor 4×4 No próximo final de semana (22 e 23 de Agosto), acontece o AgitaPira – Um Final de Semana Radical -, evento que mescla atividades de voo livre, slackline e prova indoor O Jeep Clube Comando Oeste, sediado em Osasco, irá participar do evento com seus 4×4 e stand de bebidas e churrasco. Não perca! Endereço: Estrada dos Romeiros, KM 52,5 Pirapora do Bom Jesus – Entrada Franca
Tradição off-road na XXIII Trilha e Jeep Cross de Dom Feliciano, RS
Por Eduardo Neves – Fotos: Eduardo Neves e Leonardo Neves A cidade de Dom Feliciano-RS realizou nos dias 17, 18 e 19 de julho a XXIII Trilha e Jeep Cross de Dom Feliciano, sendo prestigiada por jipeiros de várias regiões do estado. O evento contou com uma organização de primeira, a cargo do Jeep Clube Dom Feliciano, que se empenhou para agradar a todos nos mínimos detalhes. Na sexta-feira os participantes foram no centro da cidade, com muita descontração, regada a cerveja gelada e um bom papo. Logo após finalizaram a noite com um super baile de confraternização. No sábado foram abertas as inscrições com um saboroso café da manhã e logo após os jipeiros saíram em comboio para 7 PCs (Ponto de Controle), dos mais variados níveis de dificuldade, entre elas, atoleiros recheados com muito barro, subidas escorregadias, passagens de água e terrenos desnivelados, tudo o que o apaixonado por 4×4 espera em um evento de alto nível. Logo após a trilha todos foram recepcionados com um excelente jantar onde foram conhecidos os 10 primeiros colocados. O grande campeão da trilha foi o jipeiro Luiz Antonio Farias da cidade de São Gabriel. No domingo dia 19 foi a vez do Jeep Cross em uma pista muito técnica e um traçado de curvas com muita emoção entre outros pontos recheados de adrenalina. O campeão do Jeep Cross foi Fabiano Valnier, mais conhecido como He-Man com o tempo de 39.90.
Lama na veia em Canguçu, RS
Lama na veia em Canguçu, RS Texto e fotos: Eduardo Neves Nos dias 26 e 27 de junho foi realizada, na cidade de Canguçu, a XI Trilha organizada pelo Jeep Clube Canguçu. Os jipeiros foram recepcionados na noite de sexta, 26/06 pelos componentes do Jeep Clube, com um saboroso “salchipão” e muita confraternização. O evento contou com a presença de vários amantes do OFF ROAD 4×4, vindos principalmente da região metropolitana, centro e sul do estado do RS. A XI Trilha de Canguçu teve como atrações vários pontos com as mais diversas dificuldades, entre eles, dois PCs de tempo, onde cada participante pode testar ao extremo suas habilidades e equipamentos. Canguçu se firmou como uma das melhores trilhas do sul do estado, com uma organização de muito empenho para melhor atender os jipeiros que prestigiaram o evento. Após percorrer nove atoleiros, os aventureiros foram recepcionados pelo tradicional jantar de confraternização na sede do Sindicato Rural da cidade. O grande vencedor da trilha foi o Jipeiro da cidade de Butiá, Sandro Souza Vieira com o primeiro lugar conquistando os melhores resultados nos PCs de tempo. O Jeep Clube Canguçu agradece a presença de todos e já está preparando a próxima.
Dois Brusquenses no berço do off-road
RAW 2015 ‘’Roco4x4 Adventure Week’ – Florida USA – 23 à 26 Julho 2015 Dois Brusquenses no berço do off-road Por Ivo Bittencourt Junior Os Brusquenses Ivo Bittencourt Junior ‘’Juninho’’ e seu pai Ivo Bittencourt, proprietários da loja WB4X4 de Brusque, SC, foram convidados para participar do RAW 2015, ou ‘’Roco4x4 Adventure Week’’. Trata-se de um evento que cruza grande parte do estado da Flórida por trechos off-road, partindo de Miami, na sede da empresa Roco 4×4, a organizadora, e com roteiro e ponto de chegada surpresa. Só ficamos sabendo no momento da largada qual seria os trechos e os desafios que iríamos enfrentar’’ conta Ivo. O evento envolve um comboio formados por veículos 4×4 com alto nível de preparação, mas ao mesmo tempo o carro tem que ser legalizado para deslocamentos na rua e a equipe tem que ser auto-suficientes para qualquer imprevisto (material de camping, comida, ferramentas, peças reposição, etc), ou seja, tem que ter um equilíbrio entre carro, pessoas e equipamentos. 1 Dia – 23 de Julho Bem cedo fomos para a concentração e de lá largou o comboio com destino a Pompano Beach,FL. Nesta cidade visitamos a fabrica da Mile Marker (Guinchos Elétricos). Em seguida fomos para Delray Beach,FL onde visitamos a sede da Diablo Sport (Repromagradores). Seguimos com destino final para a cidade de Titusville FL, onde finalizamos o dia com um jantar próximo do hotel e neste ponto uniu ao comboio mais dois veículos, uma Nissan Frontier monstruosa e um Hummer H3. 2 Dia – 24 de Julho Onde começou o offroad de verdade. Largamos do hotel em Titusville, FL a 8:00 da manha e nosso primeiro trecho foi uma trilha com misto de areia, barro e algumas erosões. Os primeiros danos nos carros ocorreram logo no primeiro trecho técnico. Vários carros sofreram danos estéticos nos pára-lamas, portas e laterais. Seguíamos a trilha ate que uma das viaturas, a Toyota Land Cruiser teve o diferencial traseiro quebrado, o que nos fez perdemos cerca de 4 horas, ao terminar a trilha seguimos um longo deslocamento do comboio ate chegarmos a cidade de Silver Springs, FL já no entardecer. Esse pernoite foi acampado num parque chamado Juniper Springs, uma área de camping muito bonita e bem estruturada, e habitada por ursos. 3 Dia – 25 de Julho Acordamos as 6 da manha para levantar acampamento e começamos a alinhar as viaturas na entrada do camping, Largamos o comboio as 8 da manha e seguimos deslocamento ate chegar a primeira trilha, novamente com muitas areia, alguns fogos e mata bem fechada, estávamos dentro da Floresta Nacional da Florida, em Okala FL com uma área de 1.740 km2 repleta de muitas trilhas, é literalmente um labirinto. Voltamos ao asfalto e nos deslocamos poucas milhas ate chegar num vilarejo fantasma chamada Kerr City, FL na região de Marion County, FL, uma cidade fundada em 1884, cena de filme, tudo abandonado, casas, farmácia serviço postal, posto de gasolina (o primeiro posto Texado da Florida de 1925), e um píer a beira de um lago, com uma vista de tirar o fôlego. Seguimos para mais uma trilha dentro do parque ecológico de Okala, FL, e começamos a margear uma área militar da US NAVY (Marinha Americana). Seguimos novamente em deslocamento ate chegar a cidade de Wildwood, neste local chegamos ate um local chamada de ‘’The Park At Willwood’’, um parque offroad muito bem estruturado, os jiperios locais fizeram uma recepção para o RAW 2015, haviam cerca de 80 Jeeps aguardando nossa chegada, quase que na totalidade Jeeps Wranglers YJ, TJ e JK. Entramos na trilha dentro do parque as 8:30 da noite, um trecho técnico envolvendo rock crawling (pedras), tanques de lama, subidas e decidas íngreme. pudemos ver o potencial do offroad americano, o que estamos acostumados a ver pela internet, os carros levantando do chão em cima de pedras e erosões, rotação alta nos motores V8, bloqueios ligados e pneus grandes, os 4×4 literalmente saltavam sobre os obstáculos noite a dentro. Enquanto a maioria usava os abortos, o RAW e os carros mais preparados seguiam pelos desafios, ate que a Iguana (X-Terra) do Ricardo Roco4x4 literalmente mergulhou a frente inteira dentro de uma lagoa o ocorreu um calço hidráulico no motor e tivemos que tirar a X-terra ‘’Iguana’’ de dentro da trilha puxando com o ‘’nosso’’ Wrangler JKU. Chegamos no hotel já na madrugada e fomos descansar algumas horas 4 Dia – 26 de Julho Após dormir pouco menos de 3 horas, levantamos as 6 da manhã para tomar café, fizemos check-out no hotel e seguimos para reabastecimento, e iniciamos um deslocamento para mais um parque offroad, desta vez era o ‘’Hard Rock Offroad Park’’ em Ocala, FL, mais um local repleto de trilhas. Seguimos no parque no Wrangler TJ do amigo Sergio de Fort Laudardale, FL, o TJ parecia uma aranha, não parava em lugar nenhum. Após muito ‘’trilhar’’ dentro o parque, iniciamos um longo deslocamento de 6 horas ate Miami, ponto de chegada do RAW, chegamos próximo da 01:00 da manhã e contabilizamos mais de 1.000 milhas rodadas (1.600 Km) É incrível notar como os ‘’princípios jipeiros’’ não são perdidos mesmo num evento internacional como este, onde envolveu culturas de 9 países, o espírito de companheirismo, descontração, brincadeiras foi predominante. Alguns números da viajem: • Quilometragem percorrida: 1.600 aproximadamente (Trilhas e Deslocamentos) • Nacionalidade dos Participantes: 9, sendo Austrália, Argentina, Brasil, Colômbia, Estados Unidos, Honduras, Peru, Porto Rico e Venezuela) • Numero de Veículos: 17 • Quebras Mecânicas : 4 (apenas 1 não foi possível solucionar e teve que abandonar)
Rally Transcatarina se reafirma como maior rali de regularidade do País
Rally Transcatarina se reafirma como maior rali de regularidade do País Com mais de 190 equipes participantes, a edição 2015 do Rally Transcatarina, que aconteceu entre 15 e 18 de julho, assumiu de vez o posto de maior rali de regularidade do Brasil Por Priscila Ferreira A neve tão aguardada não veio, na verdade, nem o frio costumeiro do Sul do País esteve tão presente. Mas, para compensar, a chuva deu as caras e presenteou as 190 duplas inscritas no Rally Transcatarina com lama… Muita lama. Com recorde de público e satisfação, a prova organizada pela SC Racing, surpreendeu aos participantes nos quatro dias de disputas, que iniciou em Fraiburgo, SC, no dia 15 de julho e terminou em Jaraguá do Sul, SC, no dia 18. Pilotos e navegadores de mais de 70 cidades e dez estados brasileiros estiveram presentes neste certame; eles estavam divididos nas categorias Máster, Graduado, Turismo, Jeep, Passeio e Adventure. Todos reunidos em prol de um único objetivo: aventura e adrenalina. Foram percorridos 730 quilômetros, entre trechos cronometrados e deslocamentos, com paradas nas cidades de Timbó Grande, Canoinhas, Major Vieira, Rio Negrinho e Corupá. O prólogo – tomada de tempo que definiu a ordem de largada para a primeira etapa – deu início a disputa do Rally Transcatarina. Foram 10 quilômetros dentro de um pomar de maçãs, com direito a muitos laços e pegadinhas, que ficaram ainda mais difíceis com chuva e lama. “Apesar de ter sido mais curto do que estamos acostumados, o prólogo foi desafiador. O piso estava liso, e as curvas mais fechadas faziam com que o carro ameaçasse sair do caminho, e aí veio o primeiro teste: o de força nos braços. Quem conseguiu tirar de letra esses momentos, certamente foram os que se deram melhor nos dias seguintes”, falou o piloto da categoria Graduado, Dorivaldo Muller que competiu com a filha Bianca Muller. Na quinta-feira, 16, foi dada a largada para o Rally Transcatarina. E a chuva continuou… Foram 250 quilômetros ‘deslizando’ até Canoinhas, com uma breve parada de almoço em Timbó Grande. Se o chão estava liso? Sabão era a melhor definição. Pilotos tiveram que ter força nos braços para segurar firme o volante e manter o carro, que teimava em escorregar para todos os lados. Com isso a atenção do navegador teve de ser redobrada, pois o menor erro poderia lhes causar perda de tempo. Dificuldades a parte, a grande atração do dia foi a travessia de rio, que lavou os veículos. “Competimos juntos há muito tempo, e sem dúvida nosso entrosamento foi fundamental para encarar o primeiro dia do Transcatarina, (que foi difícil e exigiu muito de nós), mas que ao mesmo tempo nos preparou para as próximas etapas”, disse Everton Gratt que competiu ao lado de Wesley Sari. “Foi sensacional. Vários laços, terreno liso e algumas áreas descampadas. Já somos campeões pelo simples fato de participarmos”, assim definiu o segundo dia de Rally Transcatarina, o piloto Luciano Muller. Foram 300 quilômetros de competição, que fez parada em Major Vieira e seguiu até Rio Negrinho. Além do piso deslizante, trechos de trilhas mais firmes e cascalhadas facilitaram na hora de pisar fundo e recuperar o prejuízo. As médias de velocidade impostas pela organização estavam bem justas e fizeram com que a disputa ficasse ainda mais acirrada. E mais uma vez o resultado foi uma questão de ‘quem errou menos’. E finalmente o sábado, 18; o dia que definiu os campeões. A largada aconteceu às 7h30, em Rio Negrinho. Expressões de alegria, tensão e concentração predominavam nos rostos dos off-roaders. Para os que brigavam pelo título, aquelas últimas sete horas de prova eram essenciais, os momentos finais para recuperar pontos. O tempo colaborou, sem chuva e céu parcialmente aberto (até mesmo o Sol apareceu), foram 180 quilômetros até o pórtico de chegada, na Arena Jaraguá, em Jaraguá do Sul. Plantações de eucaliptos, pinus e bananais foram os cenários do dia. Estradões que variavam de piso cascalhado, mais seco, a terreno liso e travessias de rios. E no fim… No final, o sentimento de superação e felicidade estava nítido nos olhos de cada dupla. Para muitos, terminar o Rally Transcatarina foi a melhor experiência de todas. Mas vencer tem um sabor ainda mais especial. Os campeões na categoria Máster foram Rone Branco e Enedir Silva, seguidos por Flávio Kath e Rafain Walendowsky, em segundo lugar, e Acyr Hideki e Renan Medeiros em terceiro. Na Graduado, os vencedores foram Júlio César Bonotto e Deividi Nardi, com Victor Pudell e Caio Boscollo, na segunda colocação, e Denis Lutke e Márcio Pilz na terceira posição. Pela Turismo, os que deram um ‘baile’ nas trilhas e ocuparam os mais altos lugares do pódio foram Orli Katzer e Gustavo Katzer em primeiro, Alan Gratt e Michael Masson em segundo, e Renato de Almeida e André Lenger em terceiro. Para encerrar, na categoria Jeep, Kassiano Kerber e Francisco Sette roubaram a cena e foram os vencedores, Aroldo Nery e Fábio Zagonel obtiveram o segundo lugar e Guilherme Melere e Felipe Fuentefria ficaram na terceira posição. Classificação Geral do 7º Rally Transcatarina Resultado completo em www.transcatarina.com.br Categoria Máster 1° Rone Branco e Enedir Silva Júnior, 175 pontos 2° Flávio Kath e Rafain Walendowski, 175 pontos 3° Acyr Hideki e Renan Medeiros, 155 pontos 4° Oscar Schmidt e Gustavo Schmidt, 155 pontos 5° Elvis Bonatti e Carlos Brandenburgo, 147 pontos Categoria Graduado 1° Júlio César Bonotto e Deividi Nardi, 161 pontos 2° Victor Pudell e Caio Boscollo, 151 pontos 3° Denis Lutke e Márcio Pilz, 143 pontos 4° Ednilso Borguezani e Joel Kravtchenko, 133 pontos 5° Raniero Laghi e Volnei da Silva, 131 pontos Categoria Turismo 1° Orli Katzer e Gustavo Katzer, 154 pontos 2° Alan Gratt e Michael Masson, 154 pontos 3° Renato de Almeida e André Lenger, 145 pontos 4° Luís Redlich e Marco Redlich, 140 pontos 5° Sérgio Ricci e Augusto Zimmerman, 137 pontos Categoria Jeep 1° Kassiano Kerber e Francisco Sette, 183 pontos 2° Aroldo Nery e Fábio Zagonel, 183 pontos 3° Guilherme
Jeep Renegade é o carro mais seguro feito no Brasil
De Igaratá à São Bento de Sapucaí, SP entre amigos 4×4
Fotos Paula Scobar Aconteceu no final de semana de dias 4 e 5 de Julho mais um passeio entre amigos realizado pelo Poka Off-Road. O evento reuniu mais de 50 pessoas, em 20 veículos 4×4 que percorreram estradas vicinais e trilhas partindo de Igaratá, SP, em direção a São Francisco Xavier, SP, Monteiro Lobato, SP, Santo Antônio do Pinhal, SP finalizando em um sítio/pousada em São Bento do Sapucaí, SP. A parte inicial do trajeto de Igaratá a São Francisco Xavier estava muito tranquila, apesar de ter chovido na região. A tranquilidade do trajeto permitiu aos participantes apreciarem as belas paisagens locais. Após o almoço o comboio desceu até Monteiro Lobato por rodovia. Depois da passagem pela histórica cidade, era a hora de pegar um trecho mais desafiador. A ameaça de chuva era constante, o que acabou acontecendo numa parte bem íngreme da subida para Santo Antonio do Pinhal, SP, onde inclusive encontramos uma família num carro de passeio que estaria em maus lençóis, caso não tivesse recebido ajuda do grupo. Este trecho acabou dando bastante trabalho para ser vencido por alguns dos participantes. O carro de passeio subiu a serra toda sendo puxado pelo amigo Leandro Paschoal, em sua primeira participação em nossos passeios. Chegando à pousada, a trupe se acomodou e saíram à noite para jantar em Gonçalves. Alguns foram participar de uma festa julina na Pedra do Jair, famoso point de off-roaders da região, que merece um capítulo à parte devido as condições da estrada, que gerou muita adrenalina. O acesso ao sitio estava um lamaçal digno de nota, exigindo habilidade e esforço para ser vencido. Enfim, tudo que o pessoal queria. Alguns inclusive receberam a providencial ajuda de um trator (4×4, é claro!) que estava à disposição dos que tiveram mais dificuldades. Domingo de manhã era hora de seguir para Campos do Jordão, também por estradas de terra, o que proporciona mais uma dose de alegria e adrenalina aos participantes. Nessa fria cidade das montanhas o grupo almoçou e foi visitar o comércio da cidade. Uns aproveitaram e foram conhecer o stand da Jeep e realizar um test drive nos veículos da marca. Enfim, um final de semana completo.
Puro off-road em Vespasiano Côrrea
Aventura e emoção em Vespasiano Corrêa Texto e Fotos Eduardo Neves Off-Road No dia 13 de junho a cidade de Vespasiano Corrêa foi palco da 2ª Trilha de Jeeps e Gaiolas AFUNDAVA OFF ROAD. O evento contou com a presença de mais de 110 participantes, que percorreram um trajeto recheado de aventura e emoção. Os off-roaders contaram com uma trilha com muito barro, atoleiros, subidas, passagens de água e outros diversos níveis de dificuldades. A organização contou com uma equipe de apoio de altíssimo nível para melhor atender aos trilheiros, prestando auxílio para os que precisaram. Vespasiano Corrêa é conhecida pelo Viaduto 13, o mais alto das Américas, com 143 metros de altura e 509 metros de extensão. A promessa da organização para a 3ª Trilha, no ano de 2016 é um trajeto que passe nas proximidades do ponto turístico mais famoso da cidade. A 2ª Trilha de Jeeps e gaiolas AFUNDAVA OFF ROAD finalizou ao entardecer recebendo vários elogios de quem participou. A cobertura completa ficou a cargo de Eduardo Neves Off Road com uma seleção de fotos de alta qualidade e DVD dos melhores momentos do evento. Quem andou na trilha pode adquirir o DVD pelo Face: Eduardo Neves Off Road.
Camp Jeep em clima de inverno
A Jeep levará ao público de Campos de Jordão, o mais famoso point de inverno dos paulistas, à experiência de andar nos seus famosos 4×4. Numa mini pista cobtando com inúmeros obstáculos que simulam situações que os off-roaders encontram nas trilhas, o Jeep Camp é uma otima pedida para experimentar as emoções que só um veículo 4×4 pode proporcionar. Grand Cherokee na pista de troncos Se você for para Campos de Jordão ou estiver na região, vá conhecer a Camp Jeep e ver como essas máquinas funcionam. Vale a pena!
Expedição Bragança – Transamazônica – Macapá
Texto e Fotos Felipe de Aviz Batista No extremo norte do Brasil, um pedaço da floresta amazônica na porção nordeste do Pará e sudoeste do Amapá se apresentou como terreno para mais um desafio à turma do Jeep Clube de Bragança. E, foi pra lá que seguimos embarcados em seis jipes fora de linha, entre os dias 1 e 12 de maio, num percurso por vias federais, estaduais e vicinais tomadas por buracos, erosões, atoleiros e facões, cumprindo mais de dois mil quilômetros para viver a mais longa expedição da Turma: “A Expedição Bragança-Transamazônica-Macapá”. Acompanhamos alguns dos momentos decisivos da transformação do cenário amazônico com a construção de hidroelétricas, estradas, além de conhecer a rotina de povos amazônicos, operários e militares naquela região. Com apoio da Rede de Postos Rodoterra em Bragança, jipes tomados por reservas de peças, parafusos e fluidos, além de pás, facas, cintas, cordas, hi-lift, engraxadeira, esteira, solda, esmerilhadeira, prancha, barraca de teto e de camping, reservatório de água; a turma partiu de Bragança-Pará e enveredou pela BR-308 até o km 100, em Santa Maria do Pará onde tomamos a BR-010 até chegar no município de Mãe-do-rio, lá tomamos rodovias estaduais até a cidade de Acará e mais tarde Baião. Dali seguimos por vicinais por entre a mata fechada até chegar em Breu Branco [2º dia]. Até aí a aventura ficava por conta dos buracos gigantescos que empossavam água revelando um dos primeiros desafios a nossa frente, que ainda se somava a um emaranhado de vicinais que exigiam atenção redobrada do comando do comboio para não deixar ninguém se perder. Ainda nessa etapa surgiam os primeiros problemas: a quebra do suporte do amortecedor do Bandeirante do Alexandre e a quebra do rolamento de centro do cardã da Hilux do amigo Gilberto. Problemas que precisaram de uma boa e velha gambiarra com uso de bambú, além de esperar até chegarmos em Breu Branco para execução de reparo. No translado enfadonho, entre bruracos e a exigência de reparos na bomba injetora da Hilux do amigo Gilberto [3º dia], o comboio seguiu comendo carne assada no cofre do motor, passando pelas cidades de Tucuruí, Novo Repartimento, Pacajá, Anapú, Altamira, Brasil Novo, Uruará, onde as boas impressões ficavam por conta das belas paisagens, a fauna exuberante às margens das estradas e a engenharia de transformação de morros e serras esculpidas pelo homem com uso de dinamites. Pela Transuruará [6º dia] a turma se aventurava tracionada em 4×4, em companhia de incrédulos, no trecho mais difícil de toda a expedição cumprindo mais de 200km de atoleiros, facões, erosões e alagados, que exigiram esforço do comboio nas tarefas de desatolamento dos jipes. Na chegada a cidade Santarém [7º dia] começava um pit-stop em companhia de valorosos amigos do Jeep Clube Tapajós, tanto para a manutenção de todos os jipes quanto para um tour pela cidade que abriga uma das mais exóticas e belas praias do mundo: Alter do Chão [8º dia]. Na retomada da expedição, dávamos início a uma travessia de balsa pelo rio amazonas para continuar o trajeto por vias de chão batido tomadas por buracos e áreas alagadas até a cidade de Monte Alegre [9º dia]. Em Prainha, à espera de mais uma balsa rumo a Laranjal do Jari, a turma se debruçava sobre uma grande tarefa: [10º dia] a troca de anéis de segmento do motor da Hilux do amigo Gilberto ainda na fila de embarque durante a madrugada. Já no Estado do Amapá, a caminho de Laranjal do Jari [11º dia], mais um problema era posto ao comboio: a quebra do semi-eixo traseiro do Bandeirante do amigo Alexandre. Dali, o jipe seguiu com apenas três rodas e um tronco de madeira no lugar da quarta roda por cerca de 10km. Por sorte, mesmo a noite ainda contamos com um caminhão plataforma que passava por ali; daí então, o jipe avariado chegava a cidade carregado. Lá a sorte mais uma vez se mantinha conosco, pois, pudemos contar com oficinas especializadas em reparos desse tipo de peça, permitindo a continuidade da expedição por vias de chão batido e estradas cheias de buracos sem mais problemas até chegarmos em Macapá no décimo segundo dia com recepção dos valorosos companheiros do Jeep Clube de Macapá. Anotações de viagem 1º dia – pernoite em baião 2º dia – começa a aventura por vias de chão batido, tomada por águas e buracos, num percurso entre baião e breu, e um emaranhado de vicinais que exigiam atenção redobrada do comando do comboio. Aqui surgia o primeiro problema, a quebra do suporte do amortecedor do bandeirante do Alexandre, que precisou esperar até chegarmos em breu para execução de reparo. visita ao lago de tucuruí em breu branco + tucuruí: ( O carro do Gilberto quebrou o rolamento de centro do cardan ainda na estrada que liga Baião ao Breu. O problema foi resolvido em Breu Branco.) e tarde visita a monumental hidroelétrica de tucuruí 3º dia – novo repartimento: reparo da bomba injetora na hilux do gilberto; no morro/ladeira/serra da moça a engenhearia de construção com uso de dinamite da estrada impressionava. Trechos q só 4×4 passava. Em medicilândia rompeu o amortecedor da band do xande; 0trecho enfadonho de breu branco até uruaŕa. Buraco e trânsito de veículos pesados. a fauna às margens da estrada exuberante umidade A presença da força nacional é constante A travessia do rio de 180m de profundidade perto de belo monte Fome: assamos carne no motor da band do werismar. Ficou mais de 100km enrrolada em papel aluminio 4º dia – passagem pelas obras de belo monte em altamira 6º dia – rumo a uruará os caminhos foram pela transuruará, num percurso aproximado de 240kma etapa mais difícil do percurso. Atoleiro, facões, erosões, . Branquinho atolou aqui. Todo o percurso foi feito 4×4 7º e 8º dia – santarém. Parada para manutenção das viaturas e passeio em alter do chão 9º dia – monte alegre. Travessia de balsa pelo rio amazonas 10º dia – prainha. À espera de mais uma balsa,
