Amortecedores Rancho melhoram a suspensão do 4×4?

Amortecedores Rancho melhoram a suspensão do 4×4? Por James Garcia Fotos Divulgação     Amortecedores Rancho melhoram a qualidade da suspensão do seu 4×4? A resposta é afirmativa e no texto a seguir, você saberá as impressões do off-roader paulistano Elcio Barlotti, que instalou os acessórios em uma Toyota Hilux 2009, equipada para longas viagens e expedições.     Barlotti realmente usa seu carro, roda milhares de quilômetros, sempre com o veículo carregado, com equipamento de camping completo e uma barraca de teto, instalada na caçamba. Ou seja, é um carro que encara o fora-de-estrada. Ele inclusive tem um canal no site de vídeos youtube, onde registra suas viagens e aventuras, chamado HILUX EXPEDITION.     Os amortecedores Rancho, construídos pela empresa norteamericana Monroe (com distribuição oficial aqui no Brasil), é um clássico entre os acessórios para veículos 4×4 e ficou conhecido por aqui, entre a década de 1990 e o início dos anos 2000. E agora a Monroe brasileira aponta novamente o foco para esses acessórios, tão uteis para quem tem um veículo 4×4 e quer, além de melhorar a performance de seu veículo, ter níveis inéditos de firmeza ou maciez.     Essa é a grande vantagem do amortecedor Rancho: oferecer 9 níveis de regulagens de carga, acessáveis através de uma pequena chave localizada no corpo de um robusto amortecedor (há também a possibilidade de mudança dos níveis de amortecimento através de um comutador elétrico, instalado no painel, mas esse acessório, no momento, não está disponível para importação oficial no País).     Rancho RS9000 XL     A série ajustável Rancho® RS9000 ™ XL é indicada para ajustar o desempenho da suspensão em jipes, Suv´s e picapes em geral. São equipamentos conhecidos em todo mundo para uso on e off-road, reboque e muito mais. A variação na regulagem permite ao motorista alterar até 400% de mudança no controle do veículo. A robustez é garantida por tubos maiores, que permitem desempenho mais consistente, mesmo sob as condições mais exigentes.     Características e enefícios Tubo externo de 70mm de diâmetro Aumento da capacidade de fluido para o amortecedor operar em temperaturas baixas Haste de 18 mm de diâmetro com tratamento Nitro-Carb Aumenta a resistência ao desgaste e a proteção contra corrosão Tecnologia de regulagem de carga em 9 posições diferentes Permite um desempenho ideal e personalizado em qualquer situação Botão de ajuste de 9 posições Assegura o nível de regulagem selecionado através da percepção Pressurização interna com a injeção de gás nitrogênio Minimiza a aeração – mistura de ar e fluído • Pistão revestido com banda externa de TPFE grafitada Proporciona movimentos mais suaves e maior capacidade de resposta do pistão Pistão de aço sinterizado de 31,75mm de diâmetro Oferece maior conformidade estrutural do material • Sistema limitador anti-choque Ajuda a controlar o movimento da haste durante condições de rodagem severas         Retentor auto lubrificante de baixa fricção Fornece uma camada extra de proteção contra sujeira e detritos • Pintura líquida com acabamento metálico Proporciona maior resistência contra corrosão e choques Coifas de proteção reforçadas Proteção adicional contra a entrada de sujeira e detritos • Suportes de fixação de solda dupla Oferece força e durabilidade A válvula de regulagem controla o fluxo interno do fluído.       A instalação é rigorosamente a mesma de amortecedores comuns, sendo necessário o posterior alinhamento de direção.         Impressões pós instalação   Elcio Barlotti, off-roader  “Os Rancho realmente entregam o que prometem, em qualidade e ampliação das características de absorção do veículo. Passando de original (macio) para um carro mas esportivo (rígido e firme), acaba aquela sensação da cabine deitar nas curvas (efeito pêndulo), conferindo muito mais segurança na pilotagem. Acaba também a sensação de veículo pesado e carregado por ficar, quando se usa a suspensão mais rígida e firme.     E tudo isso com um simples ajuste de carga em um botão selecionável, que você pode optar pelo nível que mais te agrada a cada tipo de pista, estrada, off-road ou estilo de viagem. Traz muito mais segurança na direção da lendária Hilux, que tanta fama ruim em testes conhecidos de estabilidade. Um amortecedor abre e fecha 4.000 vezes por km em uma condição normal, em uma caixa condição off-road, esse número fica entre 6000 a 8000 vezes!”       Assista o vídeo que Elcio fez e disponibilizou no canal HILUX EXPEDITION:       Luis Fernando Vons Ramos, proprietário de uma Toyota Hilux 2014, em depoimento no facebook “Uso em uma Hilux 2014, com 30.000 km e eles fazem uma grande diferença, o carro pula bem menos. Uso geralmente na posição 3, no amortecedor mesmo Meu carro está com suspensão original, ficou mais macio e, ao mesmo tempo, pula menos. Aquele “quique” que a Hilux tem depois de alguma imperfeição/ondulação da estrada reduziu bem. Fiz uma expedição pela praia e uma para o Peru com esses amortecedores já e percebi isso. A picape ‘entra’ melhor em curvas e não ‘mergulha’ tanto quando freio”.       Aplicações disponíveis do Rancho Dodge Dakota, Dodge Ram, Ford Explorer, Ford F 250, Ford F 1000, Ford Ranger, GM Blazer, GM D 20, GM Silverado, GM S 10, Jeep 4WD TJ Wrangler, Jeep Cherokee, Jeep Grand Cherokee, Jeep Militar, Mitsubishi L200, Mitsubishi Pajero, Nissan Pathfinder, Suzuki Samurai, Suzuki Vitara, Toyota Hilux, Toyota Runner e Troller (Ford)     O telefone do SAC da Monroe é 0800-166-004. Os consultores podem indicar o local mais próximo ou o passo a passo para a sua compra. Os amortecedores Rancho são um upgrade e tanto para um 4×4. Se você tem dúvidas ou quer deixar comentários, esse é o seu espaço.        

Nitroglicerina pura na final do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross

Nitroglicerina pura na final do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross Por Eduardo Neves – Fotos Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama       Nos dias 24, 25 e 26 de novembro de 2017 Forquetinha sediou a Etapa Final do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross, na sua 19ª edição.     O evento contou com pilotos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e até da Argentina.     As provas foram divididas nas seguintes categorias: Gaiola Turbo, Gaiola Aspirada, Jeep Turbo e Jeep Aspirado.     O evento que tinha como molde tomadas de tempo no sábado e domingo pela manhã, e finais no domingo a tarde acabou sendo modificado pela grande quantidade de chuva que caiu durante todo o dia de sábado (25).     As tomadas de tempo foram feitas no domingo pela manhã até as 16h e a partir daí tivemos as voltas para decidir os campeões da etapa e do Brasileiro.     A pista de Forquetinha é reconhecidamente uma das melhores do circuíto, o que proporcionou um espetáculo de pilotagem e habilidade por parte dos pilotos.     A etapa final da 19 edição do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross teve capotagens, pegas alucinantes, escapadas de pista e muita adrenalina por parte de quem correu bem como aqueles que estavam assistindo.     O evento também contou com sorteio de vários brindes, sendo o principal uma moto zero KM.     O domingo ao invés do sábado foi agraciado com um lindo dia de sol, o que fez com que o público comparecesse em massa na sede do Jeep Clube Forquetinha.     Classificação Final    JEEP TURBO 1º Diego Maia – Itapeva-SP 2º Maurício Allgayer – Forquetinha-RS 3º Adilson Kloss – Araucária-PR       JEEP ASPIRADO 1º Clóvis Silva – Guabiruba-SC 2º Renato Bouwmann – Palmeira-PR 3º Rodinei Bottega – Caxias do Sul-RS   GAIOLA TURBO 1º Rene Heberle – São José-SC 2º Valério Neto – Guabiruba-SC 3 Lucas Lang – Brusque-SC     GAIOLA ASPIRADO 1º Lucas Lang – Brusque-SC 2º Oberdan Kohler – Guabiruba-SC 3º Lucas Tomasi – Brusque-SC   CAMPEÃO BRASILEIRO JEEP TURBO Maurício Allgayer – Forquetinha-RS       CAMPEÃO BRASILEIRO JEEP ASPIRADO Rodinei Bottega – Caxias do Sul-RS   CAMPEÃO BRASILEIRO GAIOLA TURBO Rene Heberle – São José-SC     CAMPEÃO BRASILEIRO GAIOLA ASPIRADO Lucas Lang – Brusque-SC  

Um Land Rover Series I 1951 atualizado

Um Land Rover Series I 1951 atualizado Land Rover clássico ganha reforma que o torna viável para o uso atual, mas mantém intacto o seu visual incrível Texto e Fotos James Garcia     Quem já se envolveu em uma restauração de veículos antigos sabe que são necessários alguns fatores determinantes, como envolvimento, tempo, conhecimento técnico e investimento. Mesmo com tudo isso é uma atividade para quem está realmente interessado. Trocando em miúdos: tem que querer de verdade ver o carro da forma que ele foi concebido, décadas atrás.     Pela natureza do processo, muita gente para no meio do caminho, só quem tem realmente vontade vai até o fim. O Series I que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da loja especializada em artigos, peças e acessórios para off-road Gama 4×4. Quando o adquiriu, Junior tinha a intenção de restaurar e deixar o jipe o mais original quanto possível e assim foi feito, num trabalho que levou três anos. Porém, como usa todos os seus 4×4 como vitrines para sua loja, o dono percebeu que, original, seria impossível tornar o carro prático para o uso. “Com motor e freios originais, por exemplo, era insuportável rodar com o carro. Mesmo restaurando todo o sistema de freios (tambor nas quatro rodas), parar esse jipe numa descida era perigoso, tinha que começar a frear centenas de metros antes”, comentou.     Como queria de qualquer forma ter o Series I em ordem, Junior começou outro trabalho, o de atualizar a mecânica do clássico, mantendo o visual clássico original. Dessa forma, os eixos originais deram lugar a eixos do Jeep CJ5, o sistema de freios ganhou discos nas quatro rodas e pneus 700 x 16 foram adicionados.     O powertrain original foto retirado para dar lugar a um motor VW AP 1.8 gasolina, conectado a um câmbio Clark de cinco marchas, acoplada a uma caixa de transferência Willys Overland. Depois de pronto, o clássico revisto da Gama 4×4 pôde, enfim, ir para encontros e eventos, como a última Adventure Sports Fair, onde ele foi um dos destaques do local.       Um pouco de história     O Land Rover Series I foi o veículo que iniciou a trajetória da marca britânica com veículos fora-de-estrada, em 1948, especificamente no Salão do Automóvel de Amsterdã. É notório que a Rover Company utilizou os Jeep Willys do período da II Guerra para produzir os seus carros. Assim como os 4×4 norteamericanos que os inspiraram, os Series eram construídos no esquema carroceria fixada sobre o chassi, tinham eixos rígidos e suspensão composta por feixes de molas e jumelos.     Os jipes podiam também ser ligados com uma manivela na dianteira e contavam com uma saída mecânica atrás, onde era possível conectar acessórios e implementos agrícolas. Desde o início, a carroceria dos jipes ingleses era feita em alumínio (por motivos de custo e grande disponibilidade dessa matéria prima na Inglaterra).     De 1948 a 1951 só havia uma oferta única para o jipe, que apresentava uma distância entre eixos de 80″ polegadas ou 2.000 mm e um motor 1.6 a gasolina, com parcos 50 cavalos. A transmissão era constituída por uma caixa de quatro velocidades, que vinha com uma caixa de transferência de duas velocidades acoplada. Isso incorporou um sistema incomum de quatro rodas motrizes, com uma unidade de roda livre. Isso possibilitava o desengate do eixo dianteiro da transmissão manual, permitindo uma forma de tração 4WD permanente. Era um veículo básico: janelas de lona para as portas e um teto que poderia ser também de lona ou metal, esses opcionais.     Em 1950, os faróis foram movidos para uma posição atrás da grelha. O sistema 4WD semi-permanente incomum foi substituído por uma configuração mais convencional, com a unidade para o eixo dianteiro sendo tomada através de uma embreagem simples. Desde o início, percebeu-se que alguns compradores queriam as qualidades de um Land Rover com um pouco mais de conforto. Em 1949, a Land Rover lançou a série “Station Wagon”, equipada com um corpo construído pelo fabricante Tickford, um construtor de carrocerias famoso por seu trabalho com a Rolls-Royce.     Em 1952 e 1953, instalou-se um motor a gasolina de 2,0 litros.  O ano modelo de 1954 trouxe grandes mudanças. O modelo de distância entre eixos de 80 polegadas (2.000 mm) foi substituído por um modelo de distância entre eixos de 2.200 mm (86 polegadas) e uma versão “Pick Up” de 107 polegadas (2.700 mm) foi introduzida. A distância entre eixos extra foi adicionada atrás da área da cabine para fornecer espaço de carga adicional. A Station Wagon gerou a primeira expansão da linha Land Rover. Os veículos foram equipados com um “Safari Roof”, que consistiu em uma segunda cobertura no topo do veículo, que servia para manter o interior fresco em clima quente e reduzir a condensação por tempo frio.     Em meados de 1956, as distâncias entre eixos foram estendidas por 2 polegadas (51 mm) a 88 polegadas (2.200 mm) e 109 polegadas (2.800 mm), e a fixação do chassi dianteiro foi movido uma polegada para a frente, para acomodar o novo motor a diesel, para ser uma opção no ano seguinte. Essa mudança foi feita para todos os modelos, com exceção do 107 Station Wagon, que nunca seria equipado com um motor a diesel e, eventualmente, seria a última série I na produção. Essas dimensões deveriam ser usadas em todos os Land Rovers nos próximos 25 anos.     Em 1957, introduziu-se um novo motor diesel de 2.0 litros que, apesar da capacidade similar, não estava relacionado aos motores a gasolina utilizados. Este motor diesel foi um dos primeiros diesel de alta velocidade desenvolvidos para uso rodoviário, produzindo 52 cavalos a 4.000 rpm. O sucessor da Série I bem sucedida foi a Série II, que teve uma produção de 1958 a 1961, mas essa já é outra história.  

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama Fotos Denis Lang       No final de semana de 25 e 26 de Novembro aconteceu, em Nova Prata, RS, a etapa final do campeonato Extreme RS, organizada pelo Maragatos Jeep Clube.     No sábado, mesmo com muita chuva, o evento foi prestigiado por vários espectadores que aproveitaram o show dos jipes  e gaiolas no arrancadão na lama e das máquinas fazendo as voltas livres na pista do Extreme.     No domingo foi o dia das máquinas roncarem na pista com as voltas cronometradas, muita perícia, velocidade e adrenalina marcaram a prova, com saltos, capotagens e lama para todo lado.     O público aproveitou o dia ensolarado e participou, em peso, curtindo os melhores pilotos e veículos 4×4 do Rio Grande do Sul.     O ano de 2018 promete um campeonato mais acirrado com veículos mais fortes e pilotos de outros estados.     Esta foi a sexta e última etapa deste campeonato que tem como organizadores além do Maragatos o Bassano Jeep Clube, Serafina Jeep Clube, Pampa Jeep Clube, Renegados Off-Road Road e Cruzeta Jeep Clube. Todos estes clubes sediaram uma etapa e suas cidades.       Os vencedores desta etapa foram Categoria Monster 1º Alison Cicconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master   1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo   Categoria PRO 1º André Mazzotti de Nova Bassano 2º Junior Ferreira de Passo Fundo 3º Bruno Soares de Flores da Cunha     Classificação final do Campeonato   Categoria Monster 1º Alison Ciconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo     Categoria PRO 1º Andrè Mazzotti de Nova Bassano 2º Bruno soares de Flores da Cunha 3º Flavio Sangali de Vila Flores    

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama Fotos Denis Lang       No final de semana de 25 e 26 de Novembro aconteceu, em Nova Prata, RS, a etapa final do campeonato Extreme RS, organizada pelo Maragatos Jeep Clube.     No sábado, mesmo com muita chuva, o evento foi prestigiado por vários espectadores que aproveitaram o show dos jipes  e gaiolas no arrancadão na lama e das máquinas fazendo as voltas livres na pista do Extreme.     No domingo foi o dia das máquinas roncarem na pista com as voltas cronometradas, muita perícia, velocidade e adrenalina marcaram a prova, com saltos, capotagens e lama para todo lado.     O público aproveitou o dia ensolarado e participou, em peso, curtindo os melhores pilotos e veículos 4×4 do Rio Grande do Sul.     O ano de 2018 promete um campeonato mais acirrado com veículos mais fortes e pilotos de outros estados.     Esta foi a sexta e última etapa deste campeonato que tem como organizadores além do Maragatos o Bassano Jeep Clube, Serafina Jeep Clube, Pampa Jeep Clube, Renegados Off-Road Road e Cruzeta Jeep Clube. Todos estes clubes sediaram uma etapa e suas cidades.       Os vencedores desta etapa foram Categoria Monster 1º Alison Cicconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master   1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo   Categoria PRO 1º André Mazzotti de Nova Bassano 2º Junior Ferreira de Passo Fundo 3º Bruno Soares de Flores da Cunha     Classificação final do Campeonato   Categoria Monster 1º Alison Ciconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo     Categoria PRO 1º Andrè Mazzotti de Nova Bassano 2º Bruno soares de Flores da Cunha 3º Flavio Sangali de Vila Flores    

Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro

Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro     Pequeno no tamanho, mas gigante na valentia, robustez e versatilidade, o Suzuki Jimny segue como um dos melhores jipes para a prática do fora de estrada Texto e Fotos James Garcia         Ainda lembro com perfeição, das primeiras impressões e das voltas iniciais que dei no Suzuki Samurai, na primeira metade dos anos 90. Off-roaders mais “casca grossa” e os incrédulos em geral não demoram a apelidar o pequeno 4×4 de jipe da Barbie, carrinho de playmobil entre outros nomes jocosos e cheios de preconceito. Não podiam estar mais errados, pois o Samurai, que já se chamava Jimny no Japão – seu país de origem –, era e continua sendo um dos jipes mais bem acertados e já construídos. Há quem diga que se retirassem a carroceria de um Jimny mais antigo e fosse instalada uma do Jeep CJ3A, o encaixe seria perfeito, já que o off-road japonês haveria sido influenciado pelo mítico Willys. Eu não duvidaria disso…     Com mais de 46 anos de história, o Jimny é feito no Brasil desde novembro de 2012 e continua sendo uma presença constante em quase 200 países e já soma mais de 2.5 milhões de carros vendidos. Mesmo que o chamem de SUV por aí, o termo correto para um veículo dotado de carroceria sobre chassi + caixa de transferência (normal e reduzida), é jipe. E ponto! O 4×4 mais barato construído no Brasil, na cidade de Catalão, GO, onde também está a fábrica da Mitsubishi, disponibiliza quatro versões: 4ALL (cidade), 4SUN (praia),  4SPORT (off-road) e o 4WORK, para trabalho e que tem preço sob consulta e é variável de acordo com a lista de acessórios.         O visual é harmônico, tem na frente o maior volume, scoop no capô e desenhos do para-choque, para-lama e grade dianteira com perfil mais robusto. As rodas de liga leve aro 15” tem aplicação da cor grafite. O som inclui rádio AM/FM, CD player e MP3, WMA, USB e Bluetooth. Os bancos possuem diversas configurações, sendo os traseiros bipartidos e rebatíveis com cinco posições.     O motor é feito de alumínio, 1.3 litros, à gasolina (DOHC), com 16 válvulas, 85 cavalos de potência a 6.000 rpm e torque de 11 kgfm a 4.100 rpm. A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox oferecem maior rendimento. O comando variável de válvulas otimiza o torque para todas as faixas de rotação. Em conjunto com a injeção eletrônica multpoint sequencial, o sistema melhora o consumo e as emissões de poluentes. Junto ao motor está um câmbio manual de cinco marchas e uma caixa de transferência com tração 4×4 e reduzida, gerenciada eletrônicamente, e um sistema de roda livre pneumática. Para ligar a tração, basta selecionar no controle do painel.       Opta-se pelos modos 2WD (tração traseira), 4WD (tração nas quatro rodas) e 4WD-L que dobra o torque e garante a saída das encrencas maiores. É possível mudar entre os modos 2WD e 4WD em até 100 km/h. A suspensão é independente Trilink, com eixo rígido e molas helicoidais. O conjunto mecânico do Jimny é resistente, flexível e leve (pesa só 1.060 quilos!). O carro tem barras de proteção laterais, coluna de direção retrátil e encostos de cabeça ajustáveis em todos os bancos. Os freios a disco na frente têm as pinças mais elevadas, o que facilita a passagem em alagados, escoam bem a água e evitam retenção de terra. O freio a tambor traseiro tem válvula sensível a carga (LSVB).     A direção hidráulica progressiva é leve nas manobras e firme à medida que a velocidade aumenta. O raio de giro de apenas 4,9 metros é surpreendente é o melhor no segmento, fácil.         Como a maioria dos jipes, o Jimny em altura livre do solo de 200 mm, tem capacidade de inclinação lateral de 42º e pode (e deve!) ser equipado com pneus MUD (opcionais) e engates traseiro e dianteiro para facilitar a manobra de carretas. As virtudes do pequeno guerreiro são justamente a soma de sua pequena dimensão (entre eixos curto é uma maravilha no off-road), leveza, confiabilidade mecânica e facilidade em aceitar upgrades. Um ótimo jipe, como já disse e, curiosamente, que não tem concorrentes diretos no mercado nacional. Se você pensou no Troller, esqueça, pois o mesmo é bem maior e tem motor diesel, o que muda tudo. Ou seja, no mercado dos jipes, ainda não tem para ninguém.     Se o interessado quer opções na hora de escolher, além de cada versão, são seis cores básicas: prata, preto, branco, vermelho, verde Amazônia e verde tropical e seis especiais: amarelo solar, roxo ipê, laranja fun, rosa croma e azul pacífico. Em maio de 2015, foi lançada a versão Sport, a que mais interessa a quem gosta de off-road.     A versão vem com air bag duplo e ABS, traz novos para-choques dianteiro e traseiro. Formados por peças modulares com fixações externas, o projeto foi desenvolvido para facilitar a manutenção, lembrando que o Jimny é único 4×4 que traz de fábrica o engate dianteiro que, por possibilitar visualização frontal, facilita qualquer manobra de carretas rurais ou de Jet Ski, por exemplo.     Outra novidade é o side step (apoio para o pé) integrado às laterais, à frente das rodas traseiras, que facilita o acesso ao teto para instalação de bagageiros, transportar bikes, pranchas de surf e outros equipamentos. Os frisos laterais, snorkel e flares ganham novo desenho e completam o design do 4×4.   Suzuki Jimny 2013 Customizado Gama 4×4 O Suzuki que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da Gama 4×4, loja de peças, acessórios e artigos off-road e universo 4×4 em geral. O veículo foi comprado para ser utilizado como modelo de exposição da última Adventure Sports Fair, e junto a um Land Rover Series I 1951 e um Jeep Willys CJ5, fizeram enorme sucesso no evento. Esse Jimny é uma

Veículos e acessórios automotivos para aventura marcam presença na Adventure Sports Fair 2017

Veículos e acessórios automotivos para aventura marcam presença na Adventure Sports Fair 2017   Fundamentais para ajudar os aventureiros a trilharem seus caminhos, veículos e equipamentos off road ganharão destaque na 18ª edição da Adventure Sports Fair, maior evento da América Latina de esportes e turismo de aventura. Marcas automotivas como Mitsubishi, Suzuki, BMW, Hyundai, Bardahl, Gama 4×4 e muitas outras estarão expostas aos visitantes de 27 a 29 de outubro, no São Paulo Expo.       Há 62 anos no Brasil, a Bardahl, indústria de aditivos e lubrificantes para motores, traz para a Adventure Sports Fair sua linha completa de produtos além de atrações interativas para os visitantes se divertirem no estande da marca.     Além de assistirem à final da Copa 4×4 FunBardahl, uma competição de carrinhos de rádio controle, o público poderá pilotar quatro carrinhos em duas pistas disponibilizadas para a diversão dos visitantes, que também poderão trazer seus próprios veículos de radio controle para aproveitar o espaço.           Haverá uma pista de test-drive para aprender como controlar os mini-veículos, além da pista de 120 metros, disponível para ser usada por todos após a competição.     Os fãs também terão a chance de conhecer atletas do automobilismo patrocinados pela Bardahl, como Sérgio Jimenez, Guga Lima, Betinho Gresse, Pedro Aizza, Flávio Andrade e as equipes de ciclismo, automobilismo virtual e Adranalama.       Já a Mitsubishi e a Suzuki, referências em veículos off-road, levam toda a potência de seus 4×4 para o pavilhão da Adventure Sports Fair. Quem for ao evento poderá conferir toda linha de picapes, SUVs e crossovers das marcas, além de alguns veículos equipados para chegarem aos locais mais remotos. “Além dos estandes, organizamos a chegada do nosso passeio Off-Road Mitsubishi Experience 4×4 no sábado (28) e no domingo (29), levando para a Adventure Sports Fair mais de 100 pessoas em cada um desses dias. No sábado, também acontece a final do rali Suzuki Off-Road: após enfrentar as trilhas, os veículos irão até o evento, onde os participantes receberão as premiações. Sem dúvida, será um fim de semana intenso, repleto de atividades” conta Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors, responsável pelas duas marcas no Brasil.       No estande da Mitsubishi estarão o novo ASX Flex e a picape L200 Triton Sport: uma preparada pela ADX e recheada de acessórios para enfrentar todos os tipos de aventura e outra da Bio2, que realiza uma grande expedição pelo Brasil. Na Suzuki, os principais modelos da marca estarão em exposição, como o conceito JimnyCanvas, o Jimny Extreme, equipado para as grandes aventuras, além do Vitara e do S-Cross.     A TAC Motors apresenta na Adventure Sports Fair seu grande lançamento: o robusto e bem equipado TAC Stark 4×4 2018. O veículo é 100% brasileiro e o único da categoria com suspensão independente de alto curso em todas as rodas, que proporciona conforto nas aventuras e no asfalto. Além disso, o Stark tem chassi tubular de alta resistência, e é o mais leve da categoria com apenas 1635 kg. O veículo tem motor a diesel 16V e possui 127 cv de potência a 3.600 rpm. Economia também é um conceito presente no Stark, que faz 11 km por litro de combustível na cidade, e até 13 km por litro na estrada.     Os visitantes da Adventure Sports Fair também encontrarão no pavilhão do São Paulo Expo a Gama 4×4, loja física e online especialista nos mais diversos produtos para veículos off-road, esportes e aventura. A marca, que já soma mais de 250 mil clientes, traz para a feira 150 produtos que vão de trajes esportivos a geladeiras automotivas, passando por tudo que um aventureiro pode precisar para botar o pé na estrada.     Nesta edição da Adventure Sports Fair, a Gama 4×4 estará lado a lado com sua parceira Thule, maior fabricante mundial de racks, bagageiros, suportes para bikes, pranchas e outros acessórios, que têm 10 anos de garantia. Durante todo o evento, a marca sorteará óculos, bonés e mochilas para os visitantes.     Para ressaltar as experiências Off-Road, a revista Overlander, que é parceira da Adventure Sports Fair desde 2014, traz para a feira um espaço dedicado às experiências dos overlanders, pessoas apaixonadas por viajar, explorar e vivenciar jornadas a bordo de seus veículos.     No Espaço Overlander haverá uma exposição fotográfica contemplando diversos viajantes e/ou aventuras pelo Brasil e pelo Mundo. “Teremos 4 veículos, e histórias, de viajantes e Overlanders com muita experiência: dentre eles ChallengingYourDreams, DayTrippers e Montanha para Todos”, revela Grace Downey, diretora da Overlander. Além disso, estará presente o “Verde-Amarelo” – um Jeep (restaurado) que realizou a “OperationPineapple” em 1955: uma viagem do Brasil ao Alasca realizada por três jovens escoteiros. Quem visitar o Espaço Overlander encontrará ainda uma loja exclusiva da revista. “Nosso principal objetivo na Adventure Sports Fair é fomentar, divulgar e compartilhar tudo que há de melhor no mundo Overland, e convidar as pessoas a conhecer nossa revista e o Hub de Comunicação que já é referência, em tão pouco tempo, no Brasil e América do Sul”, destaca Grace Downey. A Adventure Sports Fair é a oportunidade para o público de toda a América Latina conhecer o que há de mais inovador em produtos, destinos, atrações e conteúdos, em turismo e esportes de aventura. Serviço Quando: De 27 a 29 de Outubro de 2017 Horário: Sexta das 12 às 20hs | Sábado das 10 às 20hs | Domingo das 10 às 19hs   Ingressos: ·         3º lote: 30/09 até 26/10 – 30,00 ·         4º lote: 27, 28 e 29/10 (local do evento) – 35,00   Acesse o site da Adventure, clicando na imagem abaixo:     Venda online: www.adventurefair.com.br/ingressos   Pontos de venda: Sem cobrança da taxa de conveniência: •          FNAC – PAULISTA Taxa de conveniência de 10%: •          FNAC – MORUMBI •          FNAC – PINHEIROS •          TEATRO TUCA – PERDIZES •          THEATRO NET SP – VILA OLÍMPIA   IMPORTANTE: Menores de 12 anos, devidamente acompanhados dos responsáveis legais, podem entrar no

Supra sumo do off-road sulista na 20ª Trilha de Marau

Supra sumo do off-road sulista na 20ª Trilha de Marau Texto Eduardo Neves – Fotos Eduardo Neves/Leonardo Neves – Equipe Photo Lama     No dia 26 de agosto foi a vez do Jeep Clube Marau apresentar sua 20ª Trilha de Marau.     O Jeep Clube fundado em 1998, é um dos mais tradicionais do estado do Rio Grande do Sul e tem como presidente Cleder Bitu. A trilha de Marau é considerada por muitos uma das melhores trilhas da região norte e em 2017 provou porque muitos pensam assim.     Na sexta o Jeep Clube Marau recepcionou a todos com churrasco, muito chopp, muita risada e descontração, além da já conhecida hospitalidade. A festa entrou a madrugada onde muitos também aproveitaram pra garantir suas inscrições e kits pra trilha.     No ano de 2016 a trilha foi castigada por um dia chuvoso mas que não atrapalhou em nada o brilho do evento. Brilho esse que só veio a se confirmar em 2017.     No sábado logo cedo os jipeiros que chegavam já faziam suas inscrições e alinhavam as viaturas na frente da sede do Jeep Clube.     Por volta das 9h da manhã os participantes saíram em comboio para um trajeto com muito barro, obstáculos das mais variadas dificuldades e muita aventura. A trilha desse ano garantiu a alegria de todos os que participaram, não só pelo trajeto mas também com as lindas paisagens ao longo do dia.         A trilha foi dividida em duas partes, entre a primeira parte e a segunda, foi servido um excelente almoço com o tradicional churrasco gaúcho para recarregar as baterias. Logo após o almoço deu-se continuidade para o restante do trajeto onde se estendeu até o final do dia.     A 20ª edição da trilha de Marau foi um sucesso total, inclusive com aumento de participantes em relação ao ano anterior. A cobertura mais uma vez ficou com a Equipe Photo Lama da cidade de Cachoeira do Sul.    

Um Jeep Wrangler para superar todos os obstáculos

Um Jeep Wrangler para superar todos os obstáculos O super Jeep da WB4x4 Que o Wrangler é um dos ícones máximos do off-road, já sabemos, mas potenciar sua performance pode transformar o clássico 4×4 em um dos mais poderosos off-road do planeta Por James Garcia Fotos Ney Evangelista       O Jeep Wrangler JK Unlimited que ilustra essa matéria pertence a ‘’Juninho’’,  Ivo Bittencourt Junior, 29 anos, empresário e proprietário da loja especializada em off-road, WB 4×4, localizada em Brusque, SC.     Para Juninho, a relação com o off-road vem desde a infância. “Meu pai, Ivo Bittencourt, já tinha Jeep, inclusive o usava como seu automóvel do dia-a-dia. Ainda na época que ele era jovem, quando completei 11 anos, compramos nosso primeiro Jeep, um Willys CJ-3B 1954, que está conosco até hoje”, comentou.     O envolvimento com o fora de estrada culminou na criação da WB4X4. “A loja nasceu em 2012 e sua concepção se deu a partir da percepção de quão carente era a disponibilidade de produtos para 4×4 no estado de Santa Catarina, em relação ao grande desenvolvimento do esporte na região, berço de grandes competições e eventos off-road de referência nacional, como a Fenajeep e o Transcatarina”, citou.     Atualmente a loja conta com um amplo show room, com diversos acessórios e equipamentos. Pensando também na cobertura a nível Brasil e internacional, a WB4x4 oferece atendimento através de sua loja online, com entrega em qualquer localidade, com segurança e facilidade. Para mais informações acesse: www.wb4x4.com.br     O projeto desse Wrangler nasceu de forma diferente. “Já tínhamos, guardados há alguns anos, um par de eixos da picape Dodge Ram, e a ideia de utilizá-lo em algum projeto sempre esteve presente. Já temos um Wrangler JK (2 portas) e a ideia seria partir para um JKU (4 portas). Encontramos um com preço atrativo, compramos e ai começaram as mudanças.     Antes de mais nada é preciso esclarecer que esse Wrangler foi projetado para uso exclusivo em trilhas, já que sua configuração inviabiliza o uso na estrada. Por incrível que pareça o 4×4 chega a 120 km/h, de forma dócil e similar à um SUV. “Todos ficamos surpresos com a qualidade de dirigibilidade, mesmo com pneus 42’’ recapados”, disse Juninho.     Foram dispensados os diferenciais originais e em seus lugares entraram os diferenciais de Dodge Ram 2500 Cummins Diesel, sendo o traseiro um modelo 14 Bolt da AAM 11.5 e o dianteiro AAM 9.25’’. Ambos diferenciais contam com Coroas e pinhões Yukon  relação 5.13:1 e bloqueio ARB pneumático.     Os eixos cardans também são novos e exclusivos. Foram usados terminais e cruzetas de caminhões, todo o restante do veículo é original: motor V6 3.6 de 285 cavalos e o câmbio automático de 5 marchas.     Na suspensão, as únicas alterações foram a adição de molas e amortecedores maiores.     O restante do veículo é todo equipado com acessórios comercializados pela WB4X4; para-choques, guincho, barras de led, consoles internos, etc, tudo isso pode ser visto no show room da loja.     As imagens dessa matéria foram produzidas no Rally Transcatarina. “Como sempre é algo inesquecível. Somando ao fato de estarmos fazendo o que mais gostamos, estamos sempre ao lado de pessoas especiais. As palavras que definem esse evento são ‘família’, ‘respeito’ e ’solidariedade’.  O entrosamento entre os participantes é exemplar para qualquer grupo. Em nossa categoria, Adventure 1, as trilhas foram dos níveis médio ao pesado. Os carros normalmente sofrem quebras, algumas possíveis de solucionar no local e outras não, mas este são meros detalhes do esporte, o importante é que sempre voltamos para casa, já esperando a abertura das inscrições para a edição do próximo ano (será minha 6º participação, de forma consecutiva)”, informou o rapaz.     Para Juninho, o universo off-road é focado em entrosamento entre família e amigos. “Os laços que envolvem o ‘’Jeep’’ sempre uniram minha família e meus amigos, é algo sadio e que consideramos indispensável para nosso bem estar”, finalizou.  

Copa Scherer 4×4 Carbon Free leva aventura para o meio oeste catarinense

Copa Scherer 4×4 Carbon Free leva aventura para o meio oeste catarinense Por Carla Dildey       A organização da copa Scherer 4×4 – Carbon Free Jeep Raid está a todo vapor. As provas estão passando por sete municípios do meio oeste catarinense, levando aventura e emoção.     Diferente da maioria das provas de automobilismo onde o vencedor é quem chega primeiro, na Copa Scherer 4×4 o que conta é a regularidade. Vence a dupla que melhor conseguir manter a média imposta pela organização. Por isso, a prova exige muita técnica e habilidade do navegador e do piloto.   As provas da Copa Scherer já passaram por Joaçaba, Capinzal, Videira e Luzerna.  Tangará, Concórdia e Piratuba são os próximos municípios a receber pilotos, navegadores e amantes do esporte. Todas as provas são abertas ao público em geral.  Acompanhe o calendário: 9ª e 10ª Etapas – 09 de setembro – Tangará 11ª e 12ª Etapas – 28 de outubro – Concórdia 13ª e 14ª Etapas – 18 de Novembro – Piratuba       Copa Scherer 4×4 Carbon Free O termo Carbon Free está ligado ao compromisso ambiental dos competidores e patrocinadores. Todo o carbono emitido pelos veículos é neutralizado por meio do plantio de árvores nativas, sendo que a cada 100 km percorridos por veículo, uma árvore é plantada.

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