Jeep Beach 2016 foi marcado pela diversidade de marcas

Jeep Beach 2016 foi marcado pela diversidade de marcas     De 28 a 30 de outubro, a Praia dos Garcez, no município de Jaguaripe, no litoral baiano, foi palco novamente do Jeep Beach, evento anual que reúne adeptos do estilo de vida off road em lugares paradisíacos. A novidade dessa terceira edição foi a abertura do evento para as mais variadas marcas de 4×4.     O evento contou com 70 carros e cerca de 180 pessoas. “Foi um final de semana inesquecível. O evento conseguiu reunir diversão para a turma do off road e toda a família” – Comemora Matheus Sofrência, um dos organizadores do evento.     Na sexta, dia 28 a movimentação no hotel já dava sinais de que o evento prometia. A piscina se tornou ponto de encontro dos participantes que foram recebidos com música, tira gosto e muita festa. Na chegada o participante tinha a opção de visitar a lojinha do evento para retirar o kit ou mesmo adquirir souvenirs do evento.     No final da tarde a turma já começou a descer pra praia, onde foi montado um lindo cenário com fogueira, tochas, bandeiras e os 4×4 espalhados na areia. A festa rolou até tarde em clima de confraternização entre os grupos, que vale registrar a presença forte da turma de Vitória da Conquista e do Sertão Off Road, de Feira de Santana.     Ainda a noite o Clube baiano Coligação 4×4 fez uma homenagem a Afrânio Freire, o Peppa, presidente do Clube do Wrangler, pelos 3 anos do Jeep Beach. “Foi emocionante ser lembrado dessa maneira, ainda mais vindo de caras que sou fã desde quando iniciei no off road há 5 anos. O Coligação é um clube que sempre admirei e respeitei. Me sinto lisonjeado pela homenagem” – Declarou Pepa no evento.     No sábado pela manhã o sol forte sinalizava que o dia seria especial. Foram 56 jipes na trilha comandada por Bocca, Sofrência e com o apoio de Robinho e a turma do Coligação. O passeio contou com muita praia, parada para fotos, lanches e no final, ainda teve muita diversão 4×4 nas fazendas. Foi uma festa e tanto. O passeio terminou cerca de 15 horas na piscina do hotel.     Domingo foi dia de descansar e se preparar para volta, levando na bagagem mais amigos, emoções, momentos e lembranças especiais. Agora é se preparar para o evento do ano que vem, que tudo indica que se transformará em 2 eventos. Um com um perfil aberto para todas as marcas e o outro se mantendo dentro do calendário do Clube do Wrangler.     O Jeep Beach foi uma promoção da Fácil Eventos em parceria com Clube do Wrangler.

Conhece Aldo Meliani, o grande restaurador de veículos militares?

Aldo Meliani – Um fantástico legado       No dia 10 desse mês, perdemos um amante nato do Jeep original; de seu conceito e sua utilização. Referente o que se refere à história, preservação e restauração de veículos militares antigos, com menção ultra especial aos mágicos Jeep Willys e Ford, o paulistano Aldo Meliani era um dos maiores conhecedores do tema. Vamos lembrar que ele estava lá, na linha de produção, quando a Willys Overland fabricava seus primeiros modelos nessas terras. Uma paixão consumada e continuada em uma história tão bonita, quanto rara. Na matéria a seguir, vamos lembrar a matéria que Juliana Santos fez com o “seu Aldo”, em 2002.       Página da História* Preservar a história através do automobilismo é a função de Aldo Meliani, restaurador de carros 4×4 antigos e militares. O mecânico conta com experiência de quase meio século, representada pela passagem como funcionário na Willys Overland do Brasil Texto Juliana Santos fotos Donizetti Castilho e Juliana Santos Arquivo Pessoal         As mãos habilidosas de Aldo Meliani desempenham um papel inédito e muito importante para conservar a história. Elas mantém viva o passado através da restauração de jipes antigos e veículos militares, alguns deles usados na Segunda Guerra Mundial. O simpático senhor de 64 anos, mecânico e restaurador, é uma fonte viva de informação sobre qualquer modelo, marca ou ano destes carros, pelos quais se apaixonou há quase 50. “ O povo brasileiro é curto de memória. Se há presente, houve passado e haverá futuro. São três tempos diferentes, mas um depende do outro”.       Desde os sete anos de idade, Meliani já observava, em sua rua, um Jeep 42 acompanhado de um caminhão GMC, que fazia um trabalho muito interessante. Eles vinham buscar pombos-correio que o vizinho criava para o exército. Vendo constantemente aquela cena, Meliani estabeleceu um ideal: o primeiro carro de sua vida seria um Jeep 42. E realmente foi, o qual possuí até hoje. Apesar do pai ser marceneiro, Meliani já sabia desde cedo – 15 anos de idade – que queria ser mecânico. Certo da escolha, procurou uma oficina próxima a sua casa e lá teve os primeiros contatos com o ofício.     O fascínio que os veículos exerciam no (até então) aprendiz de mecânico era tanto, que ele começou a guardar todos os jornais e revistas da época sobre o assunto. Além dos recortes, Meliani foi comprando vários manuais em concessionárias e recolhendo sobras nos quartéis. Hoje, o acervo tem quase 2 mil unidades consultadas por gente de todo Brasil. Aos 20 anos, o mecânico trabalhou na extinta Willys Overland do Brasil – no sentido literal da palavra, a “fábrica de sonhos” de qualquer off-roader. O contato diário com verdadeiro Jeep aumentou ainda mais o gosto e a vontade de possuir uma daquelas máquinas, quase inacessível no tempo em que ainda havia muitas carroças nas ruas.     Na Willys, Meliani ficou somente dois meses – maio a julho 1958 –, atuando na linha de produção, onde saíam 90 motores por dia. E o trabalho não foi fácil. “Se tivesse de ir ao banheiro tinha de apertar um botão e uma pessoa vinha no lugar”. Como o única tarefa que realizava era “apertar parafusos”, ele decidiu sair da Willys e buscar novos horizontes. “Eu queria aprender a fazer reforma geral. Queria trabalhar em um lugar onde pudesse mexer em tudo”, contou.       E o local que definitivamente deu oportunidade a Meliani “destrinchar” as viaturas foi a Prefeitura de São Paulo. Lá, o mecânico passou por várias seções, fazendo manutenção de caminhões, picapes, ambulâncias e, é claro, jipes.     Segundo o restaurador, naquela época, a Prefeitura tinha duas frotas de jipes – 200 carros aproximadamente –, uma da Secretaria de Finanças e outra do Departamento Jurídico. Havia necessidade dos 4×4 nestes setores porque as Finanças, para fazer levantamento dos impostos, tinha de ir para todos os lugares da cidade, inclusive os mais difíceis. E o Jurídico, conseqüentemente entregava intimações em São Paulo inteira, quando necessário. “Senti saudades de algumas pessoas especiais, e também do serviço, que eu gostava muito”.         Na Prefeitura, onde permaneceu 33 anos, Meliani trabalhava 12 horas por dia, dia sim outro não, e naqueles intervalos, atuava em uma oficina de militares, cujos donos eram um capitão e  um sargento do exército. Por intermédio deles, realizou seu sonho: comprou seu Jeep 42, no ano de 1967.           Depois do exército, Meliani foi o primeiro e único dono do Jeep, adquirido no Parque Regional de Motomecanização da Segunda Região Militar/Ministério da Guerra. O Jeep, que levou 20 anos em uma reforma ficou totalmente original, é invejado por muitos. “Meu Jeep eu não vendo. Inclusive, um camarada fez um cheque em branco e disse ‘põe o preço’”.         Já aposentado, o experiente mecânico não parou de trabalhar. Abriu uma oficina de restauração – uma das poucas que executam este serviço no Brasil – e trabalha artesanalmente na recuperação destas raridades, detalhe por detalhe.     A paixão de Meliani se extendeu ao filho, Ângelo, companheiro de trilhas e trabalho. Observando a arte do pai, Ângelo repetiu a história: recortava tudo sobre 4×4 e militares e catalogava. Ainda menino, lia uma publicação sobre mecânica e ficava impressionado como os restauradores transformavam “aquele monte de ferro jogado” em um calhambeque. “Eu olhava as ferramentas, os recortes e comecei a entender que lendo o manual você consegue montar direito um carro”, explica Ângelo, que assim como o pai, também teve um Jeep como primeiro carro de sua vida. Hoje, seu entusiasmo supera o do pai, que diz: “o Ângelo é mais sonhador que eu”.   Matéria originalmente publicada na Revista 4×4&Cia, edição 104, de 2002.

Belas trilhas de Apucarana (PR) foram palco de prova do Rally Paraná

Belas trilhas de Apucarana (PR) foram palco de prova do Rally Paraná Clima perfeito garantiu muita diversão para os competidores, famílias e amigos que participaram da quinta etapa do campeonato Por Silvana Grezzana Santos Fotos Lucas Antonio     A 5ª Etapa e penúltima do Rally Paraná foi com sol, calor e temperaturas agradáveis no último sábado, 15 de outubro, realizada na cidade de Apucarana (PR). A disputa foi ponto a ponto em todas as quatro categorias (Master, Graduados, Turismo e Light), mostrando o ótimo nível de competidores inscritos no evento que conta pontos para o Campeonato Paranaense de Regularidade 4×4. “A prova foi sensacional”, disse Vanderlei Hirt, diretor e organizador do Rally Paraná. A chuva que precedeu a etapa trouxe bastante trabalho para a organização. “De última hora foi necessário mudar o local de recepção, largada e almoço de premiação para o Barracão Off Road, pois as chuvas atrapalharam obras que estavam sendo realizadas no JCA – Jeep Clube de Apucarana”, contou.     Os competidores enfrentaram três etapas em 120 quilômetros de percurso na sua maioria em plantações de cana-de-açúcar de muita diversão, nos balaios e trilhas preparadas para a disputa. “Nesta sexta-feira e sábado não choveu, por isso acabou secando grande parte do percurso planejado.     Na categoria Master, os vencedores foram Leandro Moor e Weidner Moreira, que competiram pela primeira vez juntos. Leandro foi campeão da primeira edição do Rally Paraná em 2013 e retornou para mais uma conquista. “A etapa estava bem rápida e com bastante navegação, onde tivemos que ficar bem concentrados. Como piloto a prova esteve no ponto ideal, com várias mudanças de média e muitas pegadinhas. O meu navegador estava de passeio na cidade e formamos dupla para essa prova e deu tudo certo”, comemora o piloto. Durante e após a etapa, piloto e navegadores elogiaram bastante o trajeto, medidas, médias e balaios que foram cuidadosamente preparados para o dia de disputas, assim como o almoço do Ferra Mula e a receptividade do Jeep Clube de Apucarana. “Então estou com a sensação de missão cumprida!”, destacou o organizador.   O Rally Paraná, que está em sua 4ª edição, tem patrocínio de Ouro Trilha Eurocar, Zenz Bonés, Dispauto, Barracão do Jeep, Mamute Off Road, Fábrica das Cópias, Palácio das Cópias e, apoio local, do Jeep Clube de Apucarana, Barracão Off Road, Fusca Clube Apucarana. A supervisão é da Federação Paranaense de Automobilismo. Apuração da Totem. Resultado da quinta etapa Master 1º) #11 Leandro Moor/ Weidner Moreira, Apucarana/PR e Juiz de Fora/MG, Pajero Full, 65 pontos 2º) #10 Hamilton Medeiros / Marcos Maia Panstein Melado, Curitiba/PR, Troller, 60 3º) #2 Roberto Ardigo / Jhonatan Ardigo, Apucarana/PR, Troller, 57 4º) #6 Andre Pereira de Queiroz / Willian Santos, Curitiba/PR, Troller, 49 5º) #8 Victor Pudell / Caio Boscolo, Toledo/PR, Troller, 37 Graduados 1º 109 Mauri Glir Junior / Henrique Glir, Curitiba/PR, Troller, 54 pontos 2º 104 Irineu Pedroso / Arthur Scotton, Cascavel/PR, Troller, 49 3º 101 Marcelo Sapateiro / Rafael Pinto Curitiba/PR, Troller, 49 4º 107 João da Ranger / Bryan Hirt Marques Apucarana/PR, Troller, 46 5º 110 Agnaldo Reis / Andre Reis Apucarana/PR, Troller, 45 Turismo 1º) 204 Leonardo Borges Menarim / Adriana Micheli, Castro/PR, Troller, 70 pontos 2º) 212 José Maluf / Hugo Boscolo Toledo/PR, Troller, 59 3º) 202 Dirceu Salla / Leonardo José de Farias, Curitiba/PR, Troller T4, 48 4º) 203 Marcos Latorama / André Latorama, Umuarama/PR, Troller, 45 5º) 201 Deonilson Salla (polaco) / Emerson Coleti, Curitiba/PR, Troller T4, 43 Mais informações: Site:www.rallyparana.webnode.com Facebook: RallyParanaPR Calendário Campeonato Paranaense de Rally 4×4 Etapa 1 – 27 de fevereiro – Cascavel Etapa 2 – 07 de maio – Castro Etapa 3 – 09 de julho – Apucarana Etapa 4 – 27 de agosto – Rally do Cachorro Louco – Curitiba Etapa 5 – 15 de outubro – Apucarana Etapa 6 – 10 de dezembro – Rally da Meia Noite – Curitiba

Encruzilhada do Sul é tradição no off-road gaúcho

Encruzilhada do Sul é tradição no off-road gaúcho Por Eduardo Neves – Fotos: Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama     Nos dias 2, 3 e 4 de setembro o Jeep Clube Encruzilhada do Sul realizou sua XIII Trilha e XI Jeep Cross, uma das trilhas de maior tradição e organização no estilo pontuada, do estado do Rio Grande do Sul.     Na sexta os participantes foram recepcionados pelo Jeep Clube com um excelente jantar, cerveja gelada, música ao vivo e muita descontração. Ainda na sexta os jipeiros puderam fazer suas inscrições para garantir seu lugar na largada de sábado.     A animação ficou a cargo do músico Eurico Silva da cidade de Cachoeira do Sul, onde animou a galera com um repertório de tirar o chapéu, mesclando estilos do passado e atuais.   No sábado pela manhã deu-se início as inscrições onde todos puderam saborear um café da manhã servido junto a recepção. Após preenchimento das inscrições todos partiram em comboio para a Fazenda Pedroso, local da trilha.     Uma propriedade particular onde os jipeiros fizeram um percurso de 6 PCs, sendo um deles de tempo. O evento contou com chuva durante o dia todo, o que transformou o trajeto em uma trilha pesada com bastante dificuldade e ao mesmo tempo emoção de sobra.   A trilha chegou ao seu final por volta das 18h, abaixo de chuva, assim como começou e todos conheceram os campeões no jantar de entrega da premiação, juntamente com um saboroso jantar e novamente ao som de Eurico Silva que animou a noite de sábado até altas horas.   Os campeões da XIII Trilha de Encruzilhada do Sul foram Ricardo Caczmareki na categoria Pneu até 90cm e Edegar Marques na categoria acima de 90 cm, ambos da cidade de Dom Feliciano.   No domingo foi a vez do XI Jeep Cross onde vários participantes da trilha puderam testar suas máquinas e também habilidade em uma pista altamente técnica e veloz, o que deu ainda mais emoção a disputa. O Jeep Cross proporcionou uma manhã repleta de emoção aos participantes e também ao público que apesar da chuva que persistiu, não arredaram o pé.   O evento teve encerramento com o também tradicional almoço de premiação e despedidas dos amigos. Os troféus do Jeep Cross ficaram com Alison Silva de Sapucaia do Sul, na categoria Masculino e Júlia Brandt de Dom Feliciano, com o primeiro lugar feminino. Como já era previsto por todos a XIII Trilha e XI Jeep Cross de Encruzilhada do Sul foi sucesso total com 100% de satisfação de quem participou e a sensação de dever cumprido do Jeep Clube Encruzilhada do Sul.

Jeep Compass, um 4×4 do Brasil para o Mundo

Jeep Compass, um 4×4 do Brasil para o Mundo       Quem diria que depois de um intervalo de 33 anos, a Jeep não só voltaria para o Brasil, como lançaria um 4×4 para todo o mundo, mas com estreia aqui? Definitivamente o Brasil é um país Jeep.   Por James Garcia – Fotos Divulgação   O absolutamente clássico Jeep CJ5, que começou a ser fabricado pela Willys Overland norteamericana em 1954, encerrou sua longa carreira aqui no Brasil, exatamente em Abril de 1983, quando a Ford finalizou as atividades da Jeep por essas terras. 33 anos depois, sob o comando consolidado da FCA – Fiat Chrysler Automobiles, detentora de marcas fortes como Dodge, Ram, Ferrari, Maserati, Alfa Romeo, Lancia, a Jeep volta com tudo, dando sequência ao sucesso iniciado com o Renegade, há um ano e meio atrás. O Brasil ganhou uma fábrica ultra moderna, dotada de altíssimas tecnologia e capacidade de produção, erguida em Goiana, uma pequena cidade localizada na divisa entre Pernambuco e a Paraíba.     O projeto 551 ou “Baby Gran”, apelido que o novo 4×4 ganhou no meio jornalístico, já vinha atiçando a curiosidade há tempos. Produzido em Goiana, Pernambuco e, posteriormente, em Mirafiori, na Itália, em Toluca, no México e na Índia, o Jeep Compass vai dar uma grande “mexida” no mercado de suv´s mundo afora e, não só, vai atrair para a marca, clientes até de sedãs. Com um design que já estava rodando pela internet e imprensa automotiva em geral, o novo Compass chegou bem perto do que eram as projeções.     Mas, apesar de remeter totalmente ao desenho do Gran Cherokee, o novo Compass entrega personalidade própria, principalmente por suas dimensões, que preenchem o “espaço” entre o Renegade e o Cherokee. O Compass tem 4,42 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,65 m de altura, uma distância entre eixos de 2,64 m e pesa 1751 quilos.     O porta-malas tem capacidade para comportar 410 l de bagagem na maioria das versões e 388 l na Trailhawk, pelo uso de um estepe do tamanho dos outros pneus. Falando em visual, o mesmo é atraente e forte e em nada lembra o antigo Compass, de quem herdou apenas o nome.     O novo Jeep Compass irá brigar no mercado com veículos como Mitsubishi ASX, Kia Sportage, Hyundai ix35, Audi Q3, BMW X1 e Mercedes-Benz GLA.     Ao abrir a porta não há como não notar a semelhança com seu irmão Renegade, só que com ainda mais qualidade. As unidades disponibilizadas para o teste (Longitude e Trailhawk) estavam com os assentos revestidos em couro, teto solar (ambos opcionais); além do volante com pegada mais esportiva e o painel e acabamentos de portas, que misturam plásticos e borrachas de qualidade, com acabamento detalhado, sem rebarbas de soldas ou pontas aparentes.     O assento do motorista tem regulagens elétricas do motorista e o espaço interno é suficiente para acomodar cinco passageiros adultos com conforto e ergonomia.         Ao ligar o carro, acionando um botão, chama atenção o fato de que tanto o som como a vibração do motor diesel, não são notados. Ou melhor, você não diz que está dentro de um carro diesel. Trabalho de isolamento acústico muito bem feito.     O Jeep Compass é produzido com dois conjuntos mecânicos distintos, começando pelas versões Sport, Longitude e Limited 4×2 e a série especial de lançamento Opening Edition (versão baseada na Longitude, mas com mais equipamentos de série) que são equipadas com o motor mexicano 2.0 16V Tiger Shark bicombustível, que gera 166 cavalos e 20,5 kgfm de torque. A transmissão, para esses modelos, é automática de seis marchas, com tração 4×2 dianteira.     No lançamento realizado entre 26 e 28 de setembro, em Recife, a marca optou por mostrar aos jornalistas e dealers convidados, as versões 4×4 diesel. Ótimo! Com 170 cavalos e torque de 35,7 kgfm disponível já a partir de 1.750 giros, o Compass responde bem ao acelerador Minha primeira volta no Compass aconteceu dentro da pista Camp Jeep, localizada ao lado da fábrica. Feita seguindo os padrões da matriz norteamericana, a pista apresenta obstáculos de pedra e terra que simulam as mais variadas condições (subidas, descidas, inclinações, kings, caixas de ovos, passagem de água etc) e a primeira coisa a chamar a atenção é o alto poder de absorção e flexibilidade da suspensão, independente nas quatro rodas.     O motor empurra o Jeep sem dificuldades e foi um prazer testar o sistema Jeep Active Drive Low 4WD, junto ao modo Rock. Numa grande descida foi possível testar o HDC – Hill Descent Control – quando a tração, comandada por sensores que trabalham junto aos sistemas de freios ABS, simplesmente se encarregam de reduzir toda a transmissão, praticamente levando o carro sozinho ao pé da rampa, com toda a segurança. A suspensão dianteira e a traseira são independentes, do tipo McPherson, sendo que na traseira foi empregada uma derivação denominada suspensão Chapman. De fato ela possibilita curso mais longo no off-road, mas garante ótimo comportamento  no asfalto.         Embora mire um público ainda mais urbano que o Renegade, a versão Trailhawk do Compass é um 4×4 que pode e deve ser usado em lugares mais “encardidos”. Basta o motorista conhecer o que tem em mãos e ter disposição para tal. Quem protagoniza ótima dupla como o motor é a transmissão automática de 9 marchas, dotada de tração 4×4 com o famoso Select Terrain, onde o condutor opta pelos modos de condução Automático, Lama, Areia e Neve. O Trailhawk conta também com o modo Rock (mais redução e torque), que o deixa apto para aventuras mais exigentes. Além disso, ele é dois centímetros mais alto e tem os para choques mais estreitos e inclinados, evidenciando melhores cursos de entrada e saída. O maior vão livre foi obtido principalmente por diferenças de mola, mas os pneus todo-terreno também ajudam na conta.     Completam o conjunto dois ganchos dianteiros e um traseiro, para possíveis operações de ancoragem e

Um Jeep que abraça três gerações off-road

Um Jeep que abraça três gerações off-road     Por James Garcia Fotos Arquivo Pessoal   O Wrangler “monstro” aí das fotos pertence a Ivo Bittencourt Junior, mais conhecido como Junior, o diretor da WB4x4, loja e acessórios off-road localizada em Brusque, Santa Catarina. Para entender a história desse carro, vamos voltar os ponteiros em alguns anos e entender a história do 4×4 na família Bittencourt.     Junior foi “contaminado” pelo vírus do 4×4 desde a tenra idade, já que seu pai, Ivo Bittencourt, sempre curtiu jipes e trilhas. “Meu pai, quando jovem, no início dos anos 1980, tinha um Jeep Willys CJ2A 1949. Ele acabou por vender o carro na época, por preço de banana.     Ele o havia desmontado para reformar, desistiu da empreitada por falta de dinheiro e passou o carro para um senhor em Brusque”, contou Junior. Há alguns anos eles tentaram encontrar o Jeep, sem sucesso. Depois disso também tiveram uma Rural, Gurgel, etc.     Quando estava próximo de completar 11 anos de idade (este ano Junior completa 29), o seu pai comprou o um Jeep CJ3B 1954, no qual passaram os melhores momentos off-road juntos. Mesmo tendo outros jipes, modelos como o CJ5, Feroza, Engesa, etc, o CJ3B está na família até hoje, reformado e em estado impecável. “O valor desse carro é inestimável. Estava com ele até no momento em que conheci a minha esposa, Isabela”, disse.     E esse envolvimento profundo com o 4×4 já vai para a 3ª geração.  “Meu filho Cauã já o herdou, inclusive com o nome bordado nos bancos”, comentou orgulhoso. Com 2 anos recém completados, antes de ter falado qualquer outra palavra, o pequenino Cauã já sabia imitar o barulho de motor de carro! O pai coruja garante que não é lorota!     Até 2011 Junior sempre foi muito ativo no esporte por hobby, até que em 2012 percebeu a possibilidade de transformar a paixão em negócio, dada a expansão do fora de estrada em sua região, que é berço de grandes eventos, de renome nacional, caso da Fenajeep.     Mas, ao mesmo tempo, era carente na disponibilidade local de acessórios e equipamentos off-road. Existia uma demanda, sem oferta. Até então não existia uma loja especializada, até a inauguração da loja WB4x4, que atualmente conta com show-room, estoque e em breve será inaugurado um novo espaço, duplicando o tamanho da loja.     Agora voltamos ao Wrangler JK 2010, o Jeep foi comprado dia 31 de outubro de 2014 numa concessionaria de Blumenau, SC. “É o carro de um único dono, com 38 mil quilômetros, todo original, equipado apenas com pneus 35×12,5 R17”, informou.   Chegando em casa já começaram os upgrades, pois Junior já tinha o projeto em mente, inclusive várias peças já compradas e estocadas há mais de 1 ano, aguardando a chegada de um JK. Com o Wrangler já pronto, veio a grande prova de fogo. De 27 à 30 de Julho, a WB4x4 participou do 8º Rali Transcatarina, na categoria Adventure 1.     Junior e Heitor Vargas participaram da prova com seu Jeep Wrangler equipado com o motor V6 3.8 de 200 cavalos, pneus de 37’’, rodas com anéis beadlock, bloqueio 100% nos dois diferenciais, diferenciais reforçados, barras de Led etc.     Na categoria Adventure do Transcatarina os produtos que a WB4x4 comercializa foram colocados à prova. “É um campo de testes, e nele as quebras são inevitáveis, vale nesta hora o companheirismo jipeiro para ajudar os amigos”, lembrou.     Sua equipe conseguiu a premiação máxima da categoria, que é o “destaque na Trilha’’, por terem feito duas duras etapas, dois grandes atoleiros, sem o uso de guincho. Dentro da categoria foram a única dupla a conseguir tal feito. Como consequência acabaram se empolgando e quebraram o eixo cardan traseiro, além do carro sofrer pane elétrica por ter ficado submerso em um atoleiro enorme. “Por sorte foi na última etapa, e com o apoio dos amigos, conseguimos cruzar a linha de chegada com muita felicidade”, finalizou.     Prova de que para Junior e os Bittencourt, off-road é, além de coisa séria, uma prova de vida.       Ficha Técnica – Jeep Wrangler JK 2010     Relações 5.13:1 Yukon • Bloqueios ARB nos dois eixos • RCV Homocineticas e semi-eixos dianterios• Estribos Power offroad • Parachoques Power Offroad • Estepe delete Power Offroad • Suspensão Rubicon Express 3.5’’ • Amortecedores Skyjacker 6’’ Control arms traseiros reguláveis WB4x4 • Kit amortecedor duplo direção WB4X4 Dois jogos de pneus/rodas: Pneus 40×13.5 R17 Challenger – Uso na rua e trilhas com pedras Rodas 17×9 US Wheels Crawler Pneus 37×12.5 R17 Insano Mamute offroad – Trilha com Lama • Rodas 17×9 Beadlock WB4X4 Espaçadores roda Enfer 28mm• kit de Paralamas Transformer WB4x4 , modo on e offroad• Guincho WB4X4 15.000 lbs cabo sintético     Capas Bancos Neopreme Smittybilt • Tapetes borracha WB4X4 • Difusor Escapamento • Pega mão gaiola WB4X4• Envelopamento transparente• Barra Led 52” no teto • Suporte Barra Led by WB4X4 • Barra Led 12” no parachoque • Radiador de cambio B&M • Snorkel XDM Modular Rugged Ridge • BullyDog GT JEEP 40440 • Infinidade de perfumarias e acabamentos.  

Mudanças para melhorar – Mitsubihi L200 Triton Customizada

Mudanças para melhorar – Mitsubihi L200 Triton Customizada Off-roader carioca elege Mitsubishi L200 Triton como veículo ideal para incursões off-road. E faz diversos upgrades para melhorar as aptidões do modelo para a aventura Por James Garcia Foto Arquivo Pessoal       O carioca, Marco Antonio Gonçalves, 50 anos, é o proprietário dessa picape Mitsubishi L200 Triton Savana 2015. “Sempre gostei de 4×4 e sempre tive vontade de ter um, comprei meu primeiro 4×4 há quatro anos, era um jipe Troller. Seguindo o curso natural, Marco ingressou no Jeep Clube de Maricá http://www.jcm4x4.com.br/ onde hoje faz parte da diretoria, como membro conselheiro.     Marco começou a fazer trilhas e correr em alguns rallys, como o Campeonato Carioca Off Road e a Copa Troller, nas categorias Turismo Light e Expedition. “Em 2015, eu e meu filho mais velho, que é meu navegador, fomos campeões da Categoria turismo Light do Carioca Off Road”, comentou com indisfarçável orgulho.     Depois do Troller, Marco migou para a Mitsubishi Savana pois queria, além de poder participar do Mitsubishi MotorSports, ter um pouco mais de espaço para os seus equipamentos para viagens e para as trilhas. “Para mim os pontos fortes da Savana são o conforto, espaço e o desempenho na areia e a agilidade nas manobras no trânsito, principalmente. Até agora só vi um ponto fraco em relação ao Troller, que são os ângulos de entrada e de saída”, explicou a respeito da mudança de marca e modelo de veículo.       Antes de comprar a Savana, o off-roader pesquisou muito a cerca de preparações do carro para o off road. “Percebi que a ADX era a empresa mais adequada para o meu projeto, por possuir bastante experiência em Mitsubishi e ser reconhecida pelo próprio fabricante”, concluiu.     “O Leo da ADX, além de me fornecer todos os equipamentos necessários, foi o grande consultor na montagem desse carro, me ajudou com todas as dicas para a preparação da Savana, além de profundo conhecedor da Mitsubishi, é o fabricante de todas as peças da ADX”.     O proprietário listou as principais mudanças e upgrades realizados nesse modelo. – Todas as proteções da ADX – proteções inferiores, rock slider lateral, rock slider para proteção da caçamba, kit de suspiro dos diferenciais para a travessia de alagados, base de guincho, Overbumper (Desenvolvido para trazer robustez e dar o correto acabamento a instalação do Guincho Elétrico nos veículos.) para embutir o guincho, etc     – Suspensão especial – Para melhorar a performance no fora de estrada e principalmente nos rallys, aumentar a altura da suspensão do carro para viabilizar o uso dos pneus maiores – Pneus MUD 285x75x16 – Melhoraram a performance no off road e aumentaram o vão livre do solo     – Reprogramação do motor para 265 HP – melhora a performance do carro em todas as situações, aumentando a potência e acabando com o delay do acelerador – Guincho elétrico de 12.000 libras com cabo de Kevlar – PY – Console de teto customizado – Faróis de milha de LED     – Sensor bluetooth Totem – Computador de bordo off-road – Trip Piloto – Macaco HiLIft – Engate de reboque traseiro com manilha     – Filtro esportivo – Faróis principais de led – Toda a iluminação interna, portas e marcha ré em led – Pranchas de desatolagem originais Mitsubishi     – Pá – Difusor de teto ADX ADX – Fornecedor da Suspensão, proteções, base de guincho, etc.     “Para os fãs da Mitsubishi eu poderia dizer que além de uma grande marca, quando você entra no Mundo Mit, além de estar adquirindo um novo carro, você está mudando seu estilo de vida. Após conhecer o mundo das trilhas e rallys, sua vida jamais será a mesma, dê adeus a monotonia e seja feliz, conheça lugares fantásticos que jamais teria a oportunidade de conhecer sem um 4×4 e faça muito, mas muitos amigos mesmo no mundo off road”, finalizou com uma boa dose se experiência e sabedoria.      

III Copa Trancos & Barrancos de Rally Regularidade 4×4 tem final em Jaquirana dias 27 e 28 de agosto

III Copa Trancos & Barrancos de Rally Regularidade 4×4 tem final em Jaquirana dias 27 e 28 de agosto Por Aline Ben Prova coloca em disputa mais de 70 troféus nas categorias Graduado, Turismo e Novato     Cerca de 180 quilômetros de percurso por entre reflorestamentos definirão os campeões da III Copa Trancos & Barrancos de Rally Regularidade 4×4 nos dias 27 e 28 de agosto. O palco da festa é a cidade de Jaquirana, na região dos Campos de Cima da Serra Gaúcha, que recebe pela terceira vez uma etapa da prova. Serão mais de 70 troféus em disputa nas categorias Graduado, Turismo e Novato. Quem tem um 4×4, mas é iniciante, pode competir na categoria Novato ou ainda participar do Passeio, que percorrerá diversos pontos turísticos da região. As inscrições ainda estão abertas e podem ser realizadas através do site www.copatb.com. Criada através da Equipe Trancos & Barrancos, a competição existe desde 2014 com o objetivo de reunir amantes da adrenalina, de aventura e do mundo 4×4. Em 2016, a Copa abriu a temporada de ralis no Rio Grande do Sul em Xangri-lá, junto ao 42º Rallye das Praias. A segunda prova da temporada foi realizada em São Francisco de Paula, nos Campos de Cima da Serra Gaúcha. Agora, o campeonato volta à região para fechar o ano definindo os grandes vencedores de 2016.     De acordo com o diretor da prova, Alexandre Rech, serão cinco etapas da competição a serem cumpridas em Jaquirana e o campeonato está completamente em aberto. “Mesmo quem está atrás na classificação ainda tem chances. Os competidores receberão três livros de bordo, são quase 200 páginas no total. Teremos um rally intenso em Jaquirana para quem curte acelerar e que exigirá bastante concentração dos navegadores”, explicou Alexandre. Entre os competidores confirmados, uma história especial. O casal Renan e Maiara Baumgartner, de Santa Rosa, se conheceu e se apaixonou através do mundo off-road. O casamento não poderia ser diferente. Com o tema inspirado em jeep, eles trocaram alianças no ano passado. “Amamos muito jeep, barro e adrenalina, e por isso resolvemos participar da III Copa Trancos & Barrancos. Também ouvimos depoimentos empolgantes de quem participou”, conta Renan.     A prova de Jaquirana será o primeiro rally do casal e por isso eles estreiam na categoria Novato. A preparação de Renan como piloto e de Maiara na navegação já acontece há meses. “Nossa expectativa está muito grande, pois vimos que Jaquirana tem um cenário de paisagens lindas e não queremos fazer feio na nossa primeira participação na Copa Trancos & Barrancos”, afirma o piloto da Novato.     A competição começa no sábado, dia 27, com três etapas a serem cumpridas em um trajeto de mais de 100 quilômetros dentro de uma única fazenda e atravessando o Passo da Ilha, no Rio Tainhas. No final da tarde, os competidores serão recebidos com uma janta no Salão Paroquial de Jaquirana. Domingo pela manhã, novas fazendas entram no roteiro e os competidores enfrentam mais duas etapas da prova. Para fechar com chave de outro, no final do segundo dia os competidores cruzarão o Passo do S, em outra passagem pelo Rio Tainhas. A chegada está prevista para o meio-dia, com almoço e entrega da premiação.     Com supervisão da Federação Gaúcha de Automobilismo (FGA) e da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), a Copa Trancos & Barrancos é promovida pelo Clube Porto Alegre de Rallye (CPR).

Os 75 anos da Jeep celebrados com belíssimas imagens na Chapada dos Guimarães

Os 75 anos da Jeep celebrados com belíssimas imagens na Chapada dos Guimarães     Show de imagens marca a comeroção dos 75 anos da Jeep Por James Garcia Fotos Marcos Camargo   Entre 2 e 4 de Agosto, 4×4 Digital participou de uma mini expedição organizada pela Jeep, para comemorar os 75 anos da marca. O evento realizado para um seleto grupo de jornalistas, percorreu algumas trilhas e caminhos de estradas vicinais da Chapada dos Guimarães, um dos lugares mais bonitos do Brasil.     Denominado “Jeep Experience”, a marca quer tornar essa atividade, que ocorre anualmente nos Estados Unidos, também uma tradição por aqui. Aficionados pela marca e terreno propício para essas atividades, sem dúvida, não faltam nessas terras.     Nesta edição, a aventura foi realizada a bordo de modelos Renegade Diesel – Sport, Longitude e o topo de linha e também o mais off-road, a versão Trailhawk.       Sobre a viagem e os lançamentos das versões especiais de 75 anos, fizemos essa matéria aqui: https://winhost.com.br/site/jeep-comemora-75-anos-com-versoes-especiais-do-renegade-wrangler-e-grand-cherokee/     Agora é momento de curtir as imagens arrasadoras do evento, feitas por Marcos Camargo e equipe. É só curtir e sonhar…                                          

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