Range Rover Evoque conversível terá pré-vendas no Salão do Automóvel de São Paulo Fotos Divulgação O estande da Jaguar Land Rover durante a próxima edição do Salão do Automóvel de São Paulo terá mais uma atração. A marca confirma a presença do Range Rover Evoque Conversível como uma de suas principais novidades, junto com o novo Discovery e o Range Rover SVAutobiography Dynamic. O evento marca também o início das pré-vendas do modelo no mercado brasileiro, cujas entregas se darão em março de 2017. Derivado da versão HSE Dynamic, a topo de linha do modelo, o Evoque Conversível chega ao mercado brasileiro em uma edição limitada a apenas 45 unidades, com preço a partir de R$ 292.500. Sob o capô, o modelo traz motor de 2.0 litros Turbo de 240 cv de potência, aliado ao sistema de transmissão ZF9HP automático de nove marchas, com opção para trocas sequenciais no volante. O Range Rover Evoque Conversível é o único SUV premium do gênero no mundo e combina o design e o refinamento do Range Rover Evoque, um sofisticado teto dobrável e todas as tecnologias off road da Land Rover para criar um conversível exclusivo, preparado para todas as estações do ano. Seu design exterior é originado por uma capota de tecido sofisticada, que cria uma silhueta bem definida que permanece fiel ao projeto original. Seu mecanismo Z-fold permite que ela seja nivelada com a lataria traseira para uma aparência elegante e minimalista quando abaixada. Sua capota de tecido é a mais ampla dentre todos os modelos conversíveis à venda atualmente. Gerry McGovern, diretor de Design da Land Rover, declarou: “O Range Rover Evoque Conversível é um veículo para todas as estações. Seu design único e uma engenharia de primeira classe adicionam outra dimensão para a família Range Rover, aumentando ainda mais seu apelo e tornando-o mais desejável”. O teto totalmente automatizado se abre em 18 segundos, e pode ser levantado em 21 segundos, com velocidades de até 30 mph. Quando fechado, oferece elevados padrões de requinte, com uma camada de isolamento acústico que garante o máximo de conforto interior. Além disso, a posição do teto não afeta o espaço de carga, que tem generosos 251 litros de capacidade, garantindo uma praticidade inigualável para um conversível. O Range Rover Evoque Conversível também conta com as mais avançadas tecnologias da Land Rover para todos os terrenos, utilizando as mesmas tecnologias de seu original Evoque. A combinação do sistema Terrain Response, o Wade Sensing e o All Terrain Progress Control com o sistema de tração nas quatro rodas e a transmissão automática de nove velocidades garantem que ele conserve as características de um autêntico SUV.
Conhece Aldo Meliani, o grande restaurador de veículos militares?
Aldo Meliani – Um fantástico legado No dia 10 desse mês, perdemos um amante nato do Jeep original; de seu conceito e sua utilização. Referente o que se refere à história, preservação e restauração de veículos militares antigos, com menção ultra especial aos mágicos Jeep Willys e Ford, o paulistano Aldo Meliani era um dos maiores conhecedores do tema. Vamos lembrar que ele estava lá, na linha de produção, quando a Willys Overland fabricava seus primeiros modelos nessas terras. Uma paixão consumada e continuada em uma história tão bonita, quanto rara. Na matéria a seguir, vamos lembrar a matéria que Juliana Santos fez com o “seu Aldo”, em 2002. Página da História* Preservar a história através do automobilismo é a função de Aldo Meliani, restaurador de carros 4×4 antigos e militares. O mecânico conta com experiência de quase meio século, representada pela passagem como funcionário na Willys Overland do Brasil Texto Juliana Santos fotos Donizetti Castilho e Juliana Santos Arquivo Pessoal As mãos habilidosas de Aldo Meliani desempenham um papel inédito e muito importante para conservar a história. Elas mantém viva o passado através da restauração de jipes antigos e veículos militares, alguns deles usados na Segunda Guerra Mundial. O simpático senhor de 64 anos, mecânico e restaurador, é uma fonte viva de informação sobre qualquer modelo, marca ou ano destes carros, pelos quais se apaixonou há quase 50. “ O povo brasileiro é curto de memória. Se há presente, houve passado e haverá futuro. São três tempos diferentes, mas um depende do outro”. Desde os sete anos de idade, Meliani já observava, em sua rua, um Jeep 42 acompanhado de um caminhão GMC, que fazia um trabalho muito interessante. Eles vinham buscar pombos-correio que o vizinho criava para o exército. Vendo constantemente aquela cena, Meliani estabeleceu um ideal: o primeiro carro de sua vida seria um Jeep 42. E realmente foi, o qual possuí até hoje. Apesar do pai ser marceneiro, Meliani já sabia desde cedo – 15 anos de idade – que queria ser mecânico. Certo da escolha, procurou uma oficina próxima a sua casa e lá teve os primeiros contatos com o ofício. O fascínio que os veículos exerciam no (até então) aprendiz de mecânico era tanto, que ele começou a guardar todos os jornais e revistas da época sobre o assunto. Além dos recortes, Meliani foi comprando vários manuais em concessionárias e recolhendo sobras nos quartéis. Hoje, o acervo tem quase 2 mil unidades consultadas por gente de todo Brasil. Aos 20 anos, o mecânico trabalhou na extinta Willys Overland do Brasil – no sentido literal da palavra, a “fábrica de sonhos” de qualquer off-roader. O contato diário com verdadeiro Jeep aumentou ainda mais o gosto e a vontade de possuir uma daquelas máquinas, quase inacessível no tempo em que ainda havia muitas carroças nas ruas. Na Willys, Meliani ficou somente dois meses – maio a julho 1958 –, atuando na linha de produção, onde saíam 90 motores por dia. E o trabalho não foi fácil. “Se tivesse de ir ao banheiro tinha de apertar um botão e uma pessoa vinha no lugar”. Como o única tarefa que realizava era “apertar parafusos”, ele decidiu sair da Willys e buscar novos horizontes. “Eu queria aprender a fazer reforma geral. Queria trabalhar em um lugar onde pudesse mexer em tudo”, contou. E o local que definitivamente deu oportunidade a Meliani “destrinchar” as viaturas foi a Prefeitura de São Paulo. Lá, o mecânico passou por várias seções, fazendo manutenção de caminhões, picapes, ambulâncias e, é claro, jipes. Segundo o restaurador, naquela época, a Prefeitura tinha duas frotas de jipes – 200 carros aproximadamente –, uma da Secretaria de Finanças e outra do Departamento Jurídico. Havia necessidade dos 4×4 nestes setores porque as Finanças, para fazer levantamento dos impostos, tinha de ir para todos os lugares da cidade, inclusive os mais difíceis. E o Jurídico, conseqüentemente entregava intimações em São Paulo inteira, quando necessário. “Senti saudades de algumas pessoas especiais, e também do serviço, que eu gostava muito”. Na Prefeitura, onde permaneceu 33 anos, Meliani trabalhava 12 horas por dia, dia sim outro não, e naqueles intervalos, atuava em uma oficina de militares, cujos donos eram um capitão e um sargento do exército. Por intermédio deles, realizou seu sonho: comprou seu Jeep 42, no ano de 1967. Depois do exército, Meliani foi o primeiro e único dono do Jeep, adquirido no Parque Regional de Motomecanização da Segunda Região Militar/Ministério da Guerra. O Jeep, que levou 20 anos em uma reforma ficou totalmente original, é invejado por muitos. “Meu Jeep eu não vendo. Inclusive, um camarada fez um cheque em branco e disse ‘põe o preço’”. Já aposentado, o experiente mecânico não parou de trabalhar. Abriu uma oficina de restauração – uma das poucas que executam este serviço no Brasil – e trabalha artesanalmente na recuperação destas raridades, detalhe por detalhe. A paixão de Meliani se extendeu ao filho, Ângelo, companheiro de trilhas e trabalho. Observando a arte do pai, Ângelo repetiu a história: recortava tudo sobre 4×4 e militares e catalogava. Ainda menino, lia uma publicação sobre mecânica e ficava impressionado como os restauradores transformavam “aquele monte de ferro jogado” em um calhambeque. “Eu olhava as ferramentas, os recortes e comecei a entender que lendo o manual você consegue montar direito um carro”, explica Ângelo, que assim como o pai, também teve um Jeep como primeiro carro de sua vida. Hoje, seu entusiasmo supera o do pai, que diz: “o Ângelo é mais sonhador que eu”. Matéria originalmente publicada na Revista 4×4&Cia, edição 104, de 2002.
Troller lança nova grife e loja online
Troller lança nova grife e loja online A Troller lança para venda na internet sua nova grife de produtos. Criada para atender os fãs de off-road, a coleção da Troller Store On-line inclui camisetas, bonés, calçados e roupas infantis, além de outros produtos licenciados como pen-drives e kit de montagem da miniatura do utilitário T4. Os artigos seguem o visual esportivo e aventureiro que caracteriza a marca. Eles podem ser encontrados no site www.trollerstore.4takes.com.br, com pagamento por cartão de crédito ou boleto bancário, e remetidos via Correios. Marca brasileira pertencente ao Grupo Ford, a Troller tem muitos aficionados que participam de várias atividades no mundo off-road como a Copa Troller, que reúne profissionais e amadores em um campeonato nacional de rali de regularidade. Nestes eventos, realizados em diversas regiões do País, sempre há uma grande procura do público por produtos da grife Troller. “Com o crescimento do comércio eletrônico, podemos atender um número maior de interessados nos produtos exclusivos da marca Troller. Assim, vimos a necessidade de ampliar o alcance da nossa grife, ao mesmo tempo em que aumentamos a exposição da marca e disponibilizamos mais um canal de vendas. Anteriormente, esses produtos só podiam ser adquiridos na rede de distribuidores da marca”, afirma Carla Freire, supervisora de Marketing e Vendas da Troller. Na Troller Store On-line, os clientes podem adquirir diretamente no site os produtos da coleção 2016. Os preços apresentados são os mesmos dos praticados nas lojas dos distribuidores, com o acréscimo do valor do frete da região.
Encruzilhada do Sul é tradição no off-road gaúcho
Encruzilhada do Sul é tradição no off-road gaúcho Por Eduardo Neves – Fotos: Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama Nos dias 2, 3 e 4 de setembro o Jeep Clube Encruzilhada do Sul realizou sua XIII Trilha e XI Jeep Cross, uma das trilhas de maior tradição e organização no estilo pontuada, do estado do Rio Grande do Sul. Na sexta os participantes foram recepcionados pelo Jeep Clube com um excelente jantar, cerveja gelada, música ao vivo e muita descontração. Ainda na sexta os jipeiros puderam fazer suas inscrições para garantir seu lugar na largada de sábado. A animação ficou a cargo do músico Eurico Silva da cidade de Cachoeira do Sul, onde animou a galera com um repertório de tirar o chapéu, mesclando estilos do passado e atuais. No sábado pela manhã deu-se início as inscrições onde todos puderam saborear um café da manhã servido junto a recepção. Após preenchimento das inscrições todos partiram em comboio para a Fazenda Pedroso, local da trilha. Uma propriedade particular onde os jipeiros fizeram um percurso de 6 PCs, sendo um deles de tempo. O evento contou com chuva durante o dia todo, o que transformou o trajeto em uma trilha pesada com bastante dificuldade e ao mesmo tempo emoção de sobra. A trilha chegou ao seu final por volta das 18h, abaixo de chuva, assim como começou e todos conheceram os campeões no jantar de entrega da premiação, juntamente com um saboroso jantar e novamente ao som de Eurico Silva que animou a noite de sábado até altas horas. Os campeões da XIII Trilha de Encruzilhada do Sul foram Ricardo Caczmareki na categoria Pneu até 90cm e Edegar Marques na categoria acima de 90 cm, ambos da cidade de Dom Feliciano. No domingo foi a vez do XI Jeep Cross onde vários participantes da trilha puderam testar suas máquinas e também habilidade em uma pista altamente técnica e veloz, o que deu ainda mais emoção a disputa. O Jeep Cross proporcionou uma manhã repleta de emoção aos participantes e também ao público que apesar da chuva que persistiu, não arredaram o pé. O evento teve encerramento com o também tradicional almoço de premiação e despedidas dos amigos. Os troféus do Jeep Cross ficaram com Alison Silva de Sapucaia do Sul, na categoria Masculino e Júlia Brandt de Dom Feliciano, com o primeiro lugar feminino. Como já era previsto por todos a XIII Trilha e XI Jeep Cross de Encruzilhada do Sul foi sucesso total com 100% de satisfação de quem participou e a sensação de dever cumprido do Jeep Clube Encruzilhada do Sul.
Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 tem inscrições abertas para final em Osório
Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 tem inscrições abertas para final em Osório Por Aline Ben da Costa Chegou a hora da decisão no Campeonato Gaúcho de Rally Regularidade 4×4 em 2016. A cidade de Osório recebe novamente uma prova da competição, sediando desta vez a grande final do campeonato, que acontece nos próximos dias 23 e 24 de setembro. As inscrições para a etapa estão abertas e podem ser realizadas através do site www.americasul4x4.com.br. Neste ano, a competição conta com as categorias Graduados, Turismo e Novatos, além do tradicional Passeio, onde os carros não competem, mas percorrem um circuito especial para quem gosta do esporte. A estrutura da final do campeonato será montada em frente ao prédio da Prefeitura de Osório, no centro do município. Os carros começam a movimentar o a cidade na sexta-feira, dia 23, onde acontece o tour noturno a partir das 20h. A largada promocional leva os veículos da competição para circularem pelas principais ruas do município. No sábado, dia 24, o primeiro carro larga às 10h01min, com retorno previsto para as 16h. O trajeto a ser percorrido inclui estradas vicinais, abandonadas e privadas de Osório e de municípios vizinhos. A prova tem aproximadamente 150 quilômetros de extensão, com duração aproximada de cinco horas. Neste ano a competição conta com cinco provas no total e já passou pelos municípios de Santa Cruz do Sul, Porto Alegre, Mostardas e Eldorado do Sul. O Campeonato Gaúcho de Rally 4×4 de Regularidade tem realização da América Sul Off-Road, organização do Rally Clube do Rio Grande do Sul e supervisão da Federação Gaúcha de Automobilismo.
Um Jeep que abraça três gerações off-road
Um Jeep que abraça três gerações off-road Por James Garcia Fotos Arquivo Pessoal O Wrangler “monstro” aí das fotos pertence a Ivo Bittencourt Junior, mais conhecido como Junior, o diretor da WB4x4, loja e acessórios off-road localizada em Brusque, Santa Catarina. Para entender a história desse carro, vamos voltar os ponteiros em alguns anos e entender a história do 4×4 na família Bittencourt. Junior foi “contaminado” pelo vírus do 4×4 desde a tenra idade, já que seu pai, Ivo Bittencourt, sempre curtiu jipes e trilhas. “Meu pai, quando jovem, no início dos anos 1980, tinha um Jeep Willys CJ2A 1949. Ele acabou por vender o carro na época, por preço de banana. Ele o havia desmontado para reformar, desistiu da empreitada por falta de dinheiro e passou o carro para um senhor em Brusque”, contou Junior. Há alguns anos eles tentaram encontrar o Jeep, sem sucesso. Depois disso também tiveram uma Rural, Gurgel, etc. Quando estava próximo de completar 11 anos de idade (este ano Junior completa 29), o seu pai comprou o um Jeep CJ3B 1954, no qual passaram os melhores momentos off-road juntos. Mesmo tendo outros jipes, modelos como o CJ5, Feroza, Engesa, etc, o CJ3B está na família até hoje, reformado e em estado impecável. “O valor desse carro é inestimável. Estava com ele até no momento em que conheci a minha esposa, Isabela”, disse. E esse envolvimento profundo com o 4×4 já vai para a 3ª geração. “Meu filho Cauã já o herdou, inclusive com o nome bordado nos bancos”, comentou orgulhoso. Com 2 anos recém completados, antes de ter falado qualquer outra palavra, o pequenino Cauã já sabia imitar o barulho de motor de carro! O pai coruja garante que não é lorota! Até 2011 Junior sempre foi muito ativo no esporte por hobby, até que em 2012 percebeu a possibilidade de transformar a paixão em negócio, dada a expansão do fora de estrada em sua região, que é berço de grandes eventos, de renome nacional, caso da Fenajeep. Mas, ao mesmo tempo, era carente na disponibilidade local de acessórios e equipamentos off-road. Existia uma demanda, sem oferta. Até então não existia uma loja especializada, até a inauguração da loja WB4x4, que atualmente conta com show-room, estoque e em breve será inaugurado um novo espaço, duplicando o tamanho da loja. Agora voltamos ao Wrangler JK 2010, o Jeep foi comprado dia 31 de outubro de 2014 numa concessionaria de Blumenau, SC. “É o carro de um único dono, com 38 mil quilômetros, todo original, equipado apenas com pneus 35×12,5 R17”, informou. Chegando em casa já começaram os upgrades, pois Junior já tinha o projeto em mente, inclusive várias peças já compradas e estocadas há mais de 1 ano, aguardando a chegada de um JK. Com o Wrangler já pronto, veio a grande prova de fogo. De 27 à 30 de Julho, a WB4x4 participou do 8º Rali Transcatarina, na categoria Adventure 1. Junior e Heitor Vargas participaram da prova com seu Jeep Wrangler equipado com o motor V6 3.8 de 200 cavalos, pneus de 37’’, rodas com anéis beadlock, bloqueio 100% nos dois diferenciais, diferenciais reforçados, barras de Led etc. Na categoria Adventure do Transcatarina os produtos que a WB4x4 comercializa foram colocados à prova. “É um campo de testes, e nele as quebras são inevitáveis, vale nesta hora o companheirismo jipeiro para ajudar os amigos”, lembrou. Sua equipe conseguiu a premiação máxima da categoria, que é o “destaque na Trilha’’, por terem feito duas duras etapas, dois grandes atoleiros, sem o uso de guincho. Dentro da categoria foram a única dupla a conseguir tal feito. Como consequência acabaram se empolgando e quebraram o eixo cardan traseiro, além do carro sofrer pane elétrica por ter ficado submerso em um atoleiro enorme. “Por sorte foi na última etapa, e com o apoio dos amigos, conseguimos cruzar a linha de chegada com muita felicidade”, finalizou. Prova de que para Junior e os Bittencourt, off-road é, além de coisa séria, uma prova de vida. Ficha Técnica – Jeep Wrangler JK 2010 Relações 5.13:1 Yukon • Bloqueios ARB nos dois eixos • RCV Homocineticas e semi-eixos dianterios• Estribos Power offroad • Parachoques Power Offroad • Estepe delete Power Offroad • Suspensão Rubicon Express 3.5’’ • Amortecedores Skyjacker 6’’ Control arms traseiros reguláveis WB4x4 • Kit amortecedor duplo direção WB4X4 Dois jogos de pneus/rodas: Pneus 40×13.5 R17 Challenger – Uso na rua e trilhas com pedras Rodas 17×9 US Wheels Crawler Pneus 37×12.5 R17 Insano Mamute offroad – Trilha com Lama • Rodas 17×9 Beadlock WB4X4 Espaçadores roda Enfer 28mm• kit de Paralamas Transformer WB4x4 , modo on e offroad• Guincho WB4X4 15.000 lbs cabo sintético Capas Bancos Neopreme Smittybilt • Tapetes borracha WB4X4 • Difusor Escapamento • Pega mão gaiola WB4X4• Envelopamento transparente• Barra Led 52” no teto • Suporte Barra Led by WB4X4 • Barra Led 12” no parachoque • Radiador de cambio B&M • Snorkel XDM Modular Rugged Ridge • BullyDog GT JEEP 40440 • Infinidade de perfumarias e acabamentos.
Mudanças para melhorar – Mitsubihi L200 Triton Customizada
Mudanças para melhorar – Mitsubihi L200 Triton Customizada Off-roader carioca elege Mitsubishi L200 Triton como veículo ideal para incursões off-road. E faz diversos upgrades para melhorar as aptidões do modelo para a aventura Por James Garcia Foto Arquivo Pessoal O carioca, Marco Antonio Gonçalves, 50 anos, é o proprietário dessa picape Mitsubishi L200 Triton Savana 2015. “Sempre gostei de 4×4 e sempre tive vontade de ter um, comprei meu primeiro 4×4 há quatro anos, era um jipe Troller. Seguindo o curso natural, Marco ingressou no Jeep Clube de Maricá http://www.jcm4x4.com.br/ onde hoje faz parte da diretoria, como membro conselheiro. Marco começou a fazer trilhas e correr em alguns rallys, como o Campeonato Carioca Off Road e a Copa Troller, nas categorias Turismo Light e Expedition. “Em 2015, eu e meu filho mais velho, que é meu navegador, fomos campeões da Categoria turismo Light do Carioca Off Road”, comentou com indisfarçável orgulho. Depois do Troller, Marco migou para a Mitsubishi Savana pois queria, além de poder participar do Mitsubishi MotorSports, ter um pouco mais de espaço para os seus equipamentos para viagens e para as trilhas. “Para mim os pontos fortes da Savana são o conforto, espaço e o desempenho na areia e a agilidade nas manobras no trânsito, principalmente. Até agora só vi um ponto fraco em relação ao Troller, que são os ângulos de entrada e de saída”, explicou a respeito da mudança de marca e modelo de veículo. Antes de comprar a Savana, o off-roader pesquisou muito a cerca de preparações do carro para o off road. “Percebi que a ADX era a empresa mais adequada para o meu projeto, por possuir bastante experiência em Mitsubishi e ser reconhecida pelo próprio fabricante”, concluiu. “O Leo da ADX, além de me fornecer todos os equipamentos necessários, foi o grande consultor na montagem desse carro, me ajudou com todas as dicas para a preparação da Savana, além de profundo conhecedor da Mitsubishi, é o fabricante de todas as peças da ADX”. O proprietário listou as principais mudanças e upgrades realizados nesse modelo. – Todas as proteções da ADX – proteções inferiores, rock slider lateral, rock slider para proteção da caçamba, kit de suspiro dos diferenciais para a travessia de alagados, base de guincho, Overbumper (Desenvolvido para trazer robustez e dar o correto acabamento a instalação do Guincho Elétrico nos veículos.) para embutir o guincho, etc – Suspensão especial – Para melhorar a performance no fora de estrada e principalmente nos rallys, aumentar a altura da suspensão do carro para viabilizar o uso dos pneus maiores – Pneus MUD 285x75x16 – Melhoraram a performance no off road e aumentaram o vão livre do solo – Reprogramação do motor para 265 HP – melhora a performance do carro em todas as situações, aumentando a potência e acabando com o delay do acelerador – Guincho elétrico de 12.000 libras com cabo de Kevlar – PY – Console de teto customizado – Faróis de milha de LED – Sensor bluetooth Totem – Computador de bordo off-road – Trip Piloto – Macaco HiLIft – Engate de reboque traseiro com manilha – Filtro esportivo – Faróis principais de led – Toda a iluminação interna, portas e marcha ré em led – Pranchas de desatolagem originais Mitsubishi – Pá – Difusor de teto ADX ADX – Fornecedor da Suspensão, proteções, base de guincho, etc. “Para os fãs da Mitsubishi eu poderia dizer que além de uma grande marca, quando você entra no Mundo Mit, além de estar adquirindo um novo carro, você está mudando seu estilo de vida. Após conhecer o mundo das trilhas e rallys, sua vida jamais será a mesma, dê adeus a monotonia e seja feliz, conheça lugares fantásticos que jamais teria a oportunidade de conhecer sem um 4×4 e faça muito, mas muitos amigos mesmo no mundo off road”, finalizou com uma boa dose se experiência e sabedoria.
Mitsubishi Outdoor desbrava trilhas em meio a belas paisagens na região de Vinhedo (SP)
Mitsubishi Outdoor desbrava trilhas em meio a belas paisagens na região de Vinhedo (SP) Rali de estratégia e tarefas levou a Nação 4×4 a redutos de natureza próximos a capital paulista em dia com muita diversão Pela primeira vez, a região de Vinhedo (SP) recebeu uma etapa do Mitsubishi Outdoor, rali de estratégia e tarefas da Mitsubishi Motors. Com belas paisagens, muita lama e tarefas esportivas e culturais, a estreia da cidade paulista garantiu muita diversão entre amigos e família. “Esse é um evento para toda a família. Os mais novos adoram as provas esportivas, enquanto os mais experientes se divertem traçando a estratégia da equipe. Cada vez mais amigos e pessoas da minha família vem participar conosco”, comenta Adalton Afonso, um dos líderes da equipe Sem Noção, da categoria Fun, destinada para iniciantes. Após a largada em Vinhedo, as equipes se deslocaram para Jundiaí, e percorreram várias estradas e trilhas da região de Pirapora do Bom Jesus, Itu e Cabreúva. Durante a prova, os participantes puderam conhecer redutos de natureza quase intocada bem próximos à capital paulista. As tarefas incluíram passeios de bike pela serra do Japi, um dos percursos mais tradicionais do esporte no Estado de São Paulo, passagem por cachoeiras, visita a um museu e até uma prova de conscientização ambiental, onde os participantes puderam ver de perto os efeitos da poluição no rio Tietê. Outro ingrediente que deixou a prova ainda mais divertida foi a grande quantidade de lama no percurso, um desafio que foi superado sem problemas pelos legítimos 4×4 daMitsubishi. “O rali é muito divertido e não causa nenhum dano ao carro. Na verdade, agora só preciso tirar a lama do meu Pajero para deixar ele novinho”, brinca Thiago Guedes, um dos capitães da Equiperigo, equipe da categoria Extreme, onde participam os mais experientes. Campeões No Mitsubishi Outdoor, as equipes são formadas por dois carros 4×4 e até 10 pessoas. Na categoria Extreme, a vitória foi da Tô na Rossa, formada por amigos que participam há três anos do rali. “Foi uma prova excepcional! O trajeto foi incrível e muito divertido para quem estava dirigindo. Demos sorte com nossa estratégia e conseguimos fazer muitos PCs e somar pontos importantes”, comemora Diego Brandão. Na categoria Fun, vitória foi da equipe Levantou Poeira, que participou da etapa com dois Pajeros. “Gostamos do evento inteiro, mas a tarefa de conscientização ambiental, que nos mostrou como o que a poluição faz com o rio Tietê ficará na memória. Nos fez repensar em como tratamos a natureza”, destaca Selma Aparecida Berlini. Próxima etapa A próxima etapa do Mitsubishi Outdoor será no interior de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto, no dia 8 de outubro. Mitsubishi Pró-Brasil – Ação Social A Mitsubishi Motors, mais uma vez, realizou a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. Nesta etapa foram arrecadadas mais de 300 cestas básicas, que foram destinadas a instituições de caridade de Vinhedo e região. Resultados – 4ª etapa – Vinhedo (SP) Categoria Fun 1) Levantou poeira 2) Taca lhe pau 3) Vaca atolada Categoria Extreme 1) Tô na Rossa 2) Promed 3) Absolut Lama
Um Jeep feito trator
Um Jeep feito trator Off-roader do Vale do Paraíba, SP, constrói um jipe para qualquer tipo de trilhas. Forte, alto e com imenso curso de suspensão, esse Jeep parece mais um trator mesmo Por James Garcia – Fotos Arquivo Pessoal William Perrenoud William Perrenoud, 36 anos, natural de Pindamonhangaba, SP é daqueles que tiveram contato com off-road, trilhas e veículos desde cedo. “Desde pequeno estou no mundo 4×4. Já viajei de camionete para o Deserto do Jalapão, Pantanal, Deserto do Atacama e conheci a Bahia”, comentou. Uma grande escola foi a participação, durante 2 anos, como apoio para uma equipe no Rally Internacional dos Sertões, versões 2005 e 2007, além de acompanhar o Rally Dakar EM 2010. Já fez algumas trilhas conhecidas em São Paulo, como as trilhas do Cachorro Louco, Trilha do Verde e Pinheirinho. Mas ressaltou há ótimas opções de caminhos off-road, na região em que vive: “Aqui na nossa região do Vale do Paraíba, existem várias trilhas boas. Com muita erosão, atoleiros, enfim, tudo que um verdadeiro amante do off-road gosta. Para o ano que vem, William junto de outros amigos off-roaders, está organizando um plano para fazer a Estrada Transamazônica. Na época certa é realmente uma aventura inesquecível. Para fazer off-road nas trilhas da região, William construiu esse 4×4 híbrido, robusto, com imenso curso de suspensão e o visual da carroceria mantendo a “alma” de um CJ5 Willys Overland de 1967. William comentou que demorou 5 anos, trabalhando no Jeep, até chegar onde está hoje. Valeu a pena, hein? Ficha Técnica – Jeep 1967 Tractor Motor 4.1 injetado da Silverado Cambio da F-4000 Reduzida- Willys (engrenagens reforçadas) Eixos – F-75 com semi-eixo reforçado da HD4x4 Dianteira com homocinética Toyota e roda livre High Performance Traseiro reforçado da HD4x4 com eixo flutuante Bloqueio Dianteiro – ARB 100% (Air Locker) Bloqueio traseiro – Kaiser 100% Suspenção – Four-Link com tubos de 2″ e 6 milímetros. Amortecedores FOX 16″ pressurizados Guincho Mecânico Biselli Pneus MAX 37″ Roda 17×9” Beadlock nas rodas Direção hidráulica da GM S-10 Gaiola reforçada Tanque GM D20 de 80 litros Ano do Jeep – 1967 Barra de direção reforçada de 5 milímetros com terminais rotulares M19 Distância entre eixos alongada em 40 centímetros, para ampliação do ângulo de entrada e saída. Bloqueio 100% Dianteiro e Traseiro.
Jeep comemora 75 anos com versões especiais do Renegade, Wrangler e Grand Cherokee
Jeep comemora 75 anos com versões especiais do Renegade, Wrangler e Grand Cherokee Por James Garcia Fotos Expedição James Garcia Jeep Série 75 anos Marcos Camargo Entre 2 e 4 de Agosto, 4×4 Digital participou de uma mini expedição organizada pela Jeep, para comemorar os 75 anos da marca. O evento realizado para um seleto grupo de jornalistas, percorreu algumas trilhas e caminhos de estradas vicinais da Chapada dos Guimarães, um dos lugares mais bonitos do Brasil. Denominado “Jeep Experience”, a marca quer tornar essa atividade, que ocorre anualmente nos Estados Unidos, também uma tradição por aqui. Aficionados pela marca e terreno propício para essas atividades, sem dúvida, não faltam nessas terras. Nesta edição, a aventura foi realizada a bordo de modelos Renegade Diesel – Sport, Longitude e o topo de linha e também o mais off-road, a versão Trailhawk. Segundo o fabricante, as versões diesel (é bom lembrar, são os que possuem tração 4×4 nesse modelo), representam 25% das vendas do modelo. É uma notícia excelente, se levarmos em consideração que o Renegade é um automóvel, com aptidões fora de estrada. E é incorreto compará-lo com jipes de construção clássica, com chassi, eixo rígido, câmbio e caixa de transferência mecânicos. O Renegade é um SUV, que pode fazer muita coisa no off-road. Para atividades off-road mais exigentes, a marca tem o Wrangler, que é bom lembrar, é referência absoluta no mercado 4×4. Ele é o descendente direto dos Jeep militares, que nasceram bem no meio da segunda guerra mundial. Esse é um tema recorrente, mas que é bom ser lembrado sempre. Em minhas experiências profissionais no universo 4×4, ainda lido muito com informação errada e preconceito, devido ao fato do Renegade ser um modelo mais urbano. E ele é mesmo, só que, convenhamos, que veículo urbano temos a disposição no mercado nacional, com opção de tração 4×4 e uma excelente motorização diesel? Nenhum, não é? Ter um Jeep (ainda virão mais modelos…) fabricado no Brasil é coisa para se comemorar. O Brasil é um País Jeepeiro, está tudo escrito na nossa história. Como mote da comemoração dos 75 anos a Jeep está disponibilizando algumas versões especiais comemorativas. Aqui cabe mais um esclarecimento: a Jeep começa a contar a idade do 4×4 a partir de 1941, quando o mítico veículo começou a ser fabricado em massa pela Willys e Ford. Mas antes disso a história já vinha sendo contada pela pioneiríssima Bantam, a verdadeira primeira marca a construir o Jeep. O primeiro dessa série comemorativa é o Renegade, seguido pelos importados Wrangler Unlimited e Grand Cherokee. A série comemorativa terá 2.000 unidades do Renegade 75 Anos, 30 do Wrangler Unlimited e 10 do Grand Cherokee – este, a partir de outubro. Jeep Renegade 75 Anos Disponível com os motores 1.8 Flex (com câmbio automático de 6 marchas) e 2.0 Diesel (automático de 9 marchas), a edição limitada 75 Anos é baseada na versão Sport, com o acréscimo de equipamentos de versões superiores, casos dos racks de teto e das rodas de 17 polegadas, além de uma série de diferenciais estéticos. A principal mudança em relação às opções de linha do Renegade é o acabamento em bronze nas sete aletas da grade dianteira, e também nas molduras do para-choque, nas rodas, nos racks de teto e nos logotipos da Jeep e do Renegade (este com contorno em laranja). O mesmo tom está no emblema alusivo ao aniversário da marca aplicado nas portas dianteiras, que exibe a silhueta do Jeep Willys MB, de 1941. O teto é sempre pintado de preto, exceto quando a carroceria é na cor Preto Carbon. As outras opções são Branco Ambiente e a exclusiva Verde Recon. Por dentro, o revestimento dos bancos também é único, com detalhes em preto e costura dupla, nas cores branco e laranja. Os preços são de R$ 88.890 com motor 1.8 Flex e R$ 116.890 com propulsor 2.0 Diesel. A lista de itens de série inclui assistente de partida em rampa (Hill Start Assist), controles de estabilidade (ESC) e de velocidade de cruzeiro (Cruise Control), faróis e luz traseira de neblina, freio de estacionamento eletrônico, tela multifuncional configurável no quadro de instrumentos e sistema de áudio Uconnect com 6 alto-falantes, Bluetooth e USB. Liderança de vendas em julho “Além de celebrar essa data tão importante na trajetória da marca, a série 75 Anos chega num momento muito especial para a Jeep no Brasil, no qual ela se consolidou como fabricante nacional, como uma das maiores redes de concessionárias e como uma das campeãs de vendas não só no segmento de SUVs, mas do mercado em geral”, afirma Sérgio Ferreira, diretor-geral da Jeep para América Latina, referindo-se à 9º colocação que a Jeep ocupa no ranking de emplacamentos em 2016. “E tudo isso em pouco mais de um ano do lançamento do Jeep Renegade”, completa. Falando em resultados, o Jeep Renegade produzido em Pernambuco retomou em julho o topo do ranking de SUVs mais vendidos do país, com 4.745 emplacamentos – posição que já havia ocupado entre outubro e janeiro. Entre os automóveis em geral, o Renegade foi o 9º mais vendido em julho, com 2,7% de participação. Neste ano já são 30.445 unidades emplacadas, o que totaliza 69.635 desde seu lançamento em abril de 2015. O sucesso de vendas do Renegade vem se repetindo em outros países. Na Europa e nos Estados Unidos, ele vem sendo crucial para que a Jeep supere recordes históricos de vendas a cada mês. Exclusividades do Renegade Não bastasse ser o único SUV compacto no Brasil com opção de motor turbo diesel, e o primeiro veículo nacional com câmbio automático de 9 marchas, o Renegade oferece níveis de acabamento, de equipamentos e de segurança inigualáveis em sua categoria. E continua sendo o único que não deriva de nenhum carro de passeio, o que proporciona posição elevada ao volante, robustez
