Jeep Willys CJ3B 1954 ou, melhor, o famoso “Cara de Cavalo”!

Um “Cara de Cavalo” imbatível     O Jeep Willys CJ3B 1954 dessa reportagem apresenta um nível tão alto de qualidade em sua restauração, que já recebeu três importantes prêmios em eventos de antigomobilismo. Conheça a história desse “cara-de-cavalo” e seu proprietário, Fernando Cury   Texto e Fotos James Garcia     O verde é uma das cores mais usadas nos Jeep, mas ainda bem quem há quem curta outros tons. O empresário paulistano do ramo alimentício Fernando Cury, 50 anos, é um deles. Cury não é praticante de off-road, mas sim um amante de utilitários da linha Ford/Willys, da qual tem uma Rural Luxo 4×2 1972. “Retirei junto com meu pai ‘zero km’ na concessionária, quando tinha sete anos”, lembrou. Hoje a Rural, que passou pelas talas largas, rádios Tojo e outras modas dos anos 80, está como veio ao mundo e ganhou placa preta. O dono também possui um Jeep Willys 1965. “Queria ter um carro fabricado no ano que nasci”, afirmou.   O CJ3B fazia parte dos planos de Cury. Ele tem uma amiga cujo falecido marido tinha esse carro. “Ele teve filhas mulheres que não se interessaram, mas os sentimentos pela paixão do marido para com o 4×4 dificultaram o desapego ao Jeep”, comentou. Até que, em novembro de 2010, Cury se encontrou com ela e disse que estava comprando um Jeep. Ela disse: “Você tem tanto carinho pelo Jeep quanto meu marido, fica com ele também?”, contou. Cury negociou o valor e acabou comprando no mesmo dia os dois Jeep, um CJ5 1965 e esse CJ3B 1954.   O Willys estava parado há oito anos num galpão. Ele mandou dar uma geral; trocou o tanque, as bombas, velas, a limpeza de carburador, revisão de freio e pouco depois saiu com ele curtindo, até que em janeiro de 2011, resolveu restaurá-lo. A decisão veio após ver uma edição da 4×4&Cia, onde há dois Jeep CJ3A (amarelo e o vermelho), feitos na oficina Max4.   Cury disse que seu o sonho era montar um carro completo e começou pela restauração do chassi. Ele descobriu uma empresa especializada em construir estruturas e carrocerias para Jeep antigos para que avaliassem as condições do chassi. Como a peça estava cheia de soldas e remendos resolveu repará-la e construir uma lataria nova, mantendo a grade dianteira, o quadro do para-brisa e a tampa traseira. As demais partes de lataria são novas, até os bancos.   O Jeep foi para a Max4. Após a reforma do chassi, restauração das partes e confecção da cabine, a carroceria foi alinhada, montada sob o chassi e pintada. A escolha da cor foi inusitada. Inicialmente a cor seria verde. “Pedi a opinião da minha esposa e filha, que disseram: ‘outro carro verde? Você já tem dois nessa cor!’, falou. “Um dia encontrei com a filha do ex dono e contei a ela o dilema. Daí veio a surpresa. Ela disse que o pai se arrependeu de ter pintado de verde, pois ele era vermelho!”.     Pronto, ele voltaria a ter a cor original. O dono foi atrás de catálogos de época e viu que o tal vermelho era um vinho. “Naquele tempo só havia seis cores disponíveis: Gale Gray Poly, Beryl Green, Bristol Red (a cor do Jeep), Artic White, Coronado Sand e Kaven Black. Aí começaria a novela para elaborar a tinta e chegar ao padrão exato. Foram cinco amostras e diversas opiniões e palpites. Mas a escolha não poderia ter sido melhor.     Toda a parte mecânica, como diferenciais, câmbio, motor, molas, juntas, rolamentos, bomba de água, radiador, foram restaurados com peças adquiridas na Jipebras ou importadas dos Estados Unidos. Cury ia até Mauá, SP, onde fica a MX4, pelo menos duas vezes por mês, apreciando e tirando fotos de todas as fases. “Falava para o Adilson que não tinha muita graça, pois não podia reclamar, dar palpites e ajudar em nada, pois tudo estava ficando melhor do que eu imaginava”, falou Cury, que apontou sua ansiedade como a parte mais difícil de todo o processo.   O Willys que você vê nas fotos foi finalizado em janeiro de 2013 e Cury ficou feliz com o resultado. O CJ3B é usado para passeios e lazer. “Utilizo meus carros antigos nos dias de rodízio, citou. Fernando agradece à esposa Denise e a filha Camila, pelo respeito à sua paixão, além do apoio da família. “Meu irmão e minha mãe, me deram um belo presente de aniversário: um jogo de pneus 600×16” militares”. E citou a equipe Max4, que achou excelente. Troque informações e dicas com Fernando Cury, pelo e-mail: fernando@rosima.com.br             Um 54 premiado   O Jeep Willys CJ3B 1954 de Fernando Cury conquistou o sonhado troféu de destaque no III Encontro Brasileiro de Autos Antigos em Águas de Lindoia, que aconteceu em Abril/2016. Já está em seu currículo a premiação no XX Encontro Paulista de Autos Antigos em Campos do Jordão (Abril/2015) e também no XVI Encontro Nacional de Pick-ups, Trucks e Carros Antigos em Águas de São Pedro (Set/2014). Estes 3 prêmios de destaque eram o sonho do proprietário.     O ultimo troféu teve uma característica especial, pois foi entregue para Fernando, por um mito do automobilismo, o Wilsinho Fittipaldi e também elogiado pelo presidente da FIVA (The Federation Internationale des Vehicules Anciens) Sr. Patrick Rollet, que entregou um adesivo para prestigiar o Jeep. Com 99,99% de originalidade, o Jeep conseguiu o reconhecimento e destaque.     Prova do gosto de Fernando por carros mais acessíveis e utilitário, é que em sua garage ainda encontra uma Rural Luxo 1972, que foi buscar “zero” na concessionaria junto com seu falecido pai e também um Jeep CJ5 – 1965 que tem a mesma idade dele. Hoje, Fernando tem até dó de andar com o Jeep, para não sujar e utiliza somente para ir a passeios e encontros, permanecendo em sua garagem, devidamente coberto.         Motor Hurricane, dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha Combustível: gasolina Potência: 73,97 cavalos a

Direto da Fonte – Como é ser off-roader nos Estados Unidos

Direto da Fonte – Como é ser off-roader nos Estados Unidos Texto e fotos Regis Beckhauser*   Quem acompanha as matérias da 4×4 Digital, deve ter visto a cobertura realizada pelo amigo e correspondente Regis Beckhauser, que a partir de agora é nosso correspondente oficial nos Estados Unidos, País onde nasceu o off-road e fora de estrada, seja ele militar ou recreativo. Na coluna Direto da Fonte, Regis irá dividir conosco suas experiências e mostrar como é que funciona o universo 4×4 por lá, direto da fonte. Boa leitura!     Mudar o curso de vida, mesmo quando ela está em uma região confortável, nunca é uma tarefa fácil e se essa mudança envolve mudar de país, com certeza vai se transformar em um grande desafio. Mas desafio é algo que todo apaixonado pelo mundo 4×4 come no café da manhã certo? E foi com esse entusiasmo que o empresário Gustavo Valensuela, 39 anos, natural de Lins, interior paulista e sua esposa resolveram encarar o desafio de sair do Brasil e vir morar em Parkland, um bairro relativamente novo na região do condado de Broward vizinha de Miami-Dade.     Com o planejamento preparado, hora de colocar tudo em ação, obviamente pra quem viveu ou vive essa mudança, mesmo planejando, a saudades dos amigos e familiares não entra em nenhuma planilha. Esse sim é um obstáculo muito difícil de ser superado. Em sua nova jornada nos EUA, Gustavo não queria se afastar totalmente de sua paixão sobre rodas e logo adquiriu um Wrangler Sport 4 portas.   Não contente com o visual simples que o carro vem de fábrica, ele adquiriu um kit de suspensão da AEV Conversions, rodas da Trail Gear e pneus da 35″ x 12.50″ da marca Nitto.       Mas como estamos na Florida, andar com um jeep sem capota conversível é uma tarefa bem triste e sendo assim, uma nova capota de lona conversível equipou seu novo 4×4.     Diferente do que acontece no Brasil, os EUA oferecem uma gama incrível de equipamentos, ferramentas e acessórios para você montar sua garagem dos sonhos e, com essa facilidade nas mãos, novamente Gustavo pôs a mão na massa e não poupou tempo e recursos para deixar sua garagem “quase” dos sonhos. Lá, a cultura do “do it yourself” é muito difundida, tanto por questões de variedade e qualidade de materiais, como pelo alto custo das oficinas especializadas. Ou seja, botar a mão na massa é o caminho.   Compressores, ferramentas pneumáticas, jogos de chaves, macacos e suportes começaram a chegar e tomar conta do local onde mais tarde ele mesmo sem a ajuda de ninguém, instalou todo o novo kit de suspensão no carro. Mas antes alguns comentários a respeito de um sistema muito interessante. A capota rígida original do Jeep precisava ser retirada do carro para dar lugar a capota conversível e essa tarefa teria que ser realizada somente por uma pessoa. Portanto, existe um kit de içamento próprio para essa tarefa, onde há a necessidade de instalar no teto da garagem os suportes das roldanas que auxiliam no processo de retirada da capota.     Antes de fixar as roldanas é muito importante observar de o teto tem capacidade de suportar o peso da capota e é sempre recomendado fazer um reforço para não exceder a capacidade e colocar em risco que passa por baixo da mesma. Roldanas no lugar, capota suspensa, hora de trabalhar na suspensão do carro. Esse kit da Harken Hoister Diretc é relativamente simples, mas o ideal que a tarefa seja realizada por duas pessoas, porém, essa não era a alternativa do Gustavo que começou as tarefas colocando o Jeep sob os robustos cavaletes. Carro elevado, hora de começar a desmontagem dos eixos. Um detalhe importante é que esse kit eleva a suspensão em 2,5” sem trocar o braço da suspensão, oferecendo assim a mesma geometria de suspensão, algo muito importante a ser considerado quando se trata de modificações na suspensão. Dotado de regulagem especiais, esse kit é todo aparafusado nos locais da antiga suspensão facilitando muito o trabalho e garantindo sempre que as peças permaneçam em seus devidos lugares. Nada de soldas ou adaptações duvidosas. Não há espaço para “gambiarras”. Levando em consideração o trabalho solitário e somente os finais de semana para trabalhar no carro, levou-se um tempo para que o Wrangler voltasse a pisar no chão. Até porque, a modificação da suspensão envolvia a troca das molas e amortecedores. Instalar os amortecedores não foi o complicado, mas as molas, foi outra historia. Quem tem Jeep sabe bem como é querer modificar o carro a todo custo e as vezes cometemos pequenos enganos e aqui  não foi muito diferente. Para a instalação das molas havia a necessidade de um encolhedor de molas, não era muita coisa e portanto o Gustavo teve que usar de algumas artimanhas para colocar as molas em seu devido lugar. A preocupação com os detalhes é incrível, exemplo do suporte para a tubulação de freio que permaneceu intacta sem sofrer nenhuma alteração em seu comprimento, apenas um novo posicionamento com o uso do novo suporte.     Outro item não menos importante é a troca da bieleta do estabilizador dianteiro que precisou ser trocado mantendo a estabilidade do carro. Segundo o Gustavo, esse kit oferece um conforto melhor do que a suspensão original quando o carro está no asfalto, algo que ele pode comprovar em uma viagem de 1200 milhas entre a Florida e Washington DC e depois para uma cidade próxima onde ele pode testar a suspensão para chegar a uma pista de esqui.     Não perca em 4×4 Digital, a coluna Direto da Fonte, com matérias exclusivas sobre o off-road norteamericano. Até a próxima!         *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na

Copa Troller esquenta as geladas trilhas de Curitiba com mais de 120 equipes

Copa Troller esquenta as geladas trilhas de Curitiba com mais de 120 equipes Fotos Doni Castilho       A Copa Troller segue neste sábado (14/05) para Curitiba, no Paraná, na prova que vai reunir cerca de 120 jipes T4 na segunda etapa do campeonato brasileiro da categoria. A previsão de chuva e a chegada de uma frente fria neste outono criam mais emoção para o rali nas trilhas e montanhas da região de Itaperuçu e Campo Magro, uma área perfeita para os apaixonados pelo off-road. A nova fórmula de disputa da Copa Troller prevê provas somente no circuito Sul-Sudeste do País e elevou o nível técnico das disputas, que este ano são marcadas pelo equilíbrio de forças das equipes nas modalidades de Turismo, Graduados e Master. Ao mesmo tempo, permitiu aumentar o número de principiantes nas categorias Passeio e Expedition, onde o foco é a diversão percorrendo belas trilhas com amigos e familiares.     A tradição paranaense no automobilismo fora de estrada também esquentará a prova exclusiva para utilitários Troller T4. A prova terá largada a partir das 8h00 no Parque Barigui, na capital do estado, com previsão de chegada do primeiro carro no mesmo local às 13h30.     “A corrida no Paraná sempre é muito desafiadora para os participantes e principalmente para a equipe de organização da prova. Sempre buscamos o constante aprimoramento para atender às expectativas dos pilotos e navegadores, com um roteiro que combina técnica, habilidade e muita emoção”, explica Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller. Promovida pela Troller, marca do grupo Ford, a competição completa 14 anos de realização em 2016. Uma de suas principais características é permitir a participação de pilotos com diferentes níveis de habilidade. A temporada foi aberta em São Paulo e, depois do Paraná, seguirá para Santa Catarina e Espírito Santo. A grande final nacional será também em São Paulo.  

Ford apresenta a nova F-150 como picape de polícia para operações especiais

Ford apresenta a nova F-150 como picape de polícia para operações especiais A picape de grande porte mais atual da Ford ganha uma personalização para uso como veículo policial em operações onde são muito necessários potência, resistência e recursos de proteção e conectividade para as forças de segurança. Líder mundial em vendas, a F-150 trouxe uma concepção inovadora ao mercado, incluindo carroceria em alumínio de nível militar, que torna a picape mais leve, eficiente e com menores níveis de emissões. Chamada Veículo Especial de Serviço, a versão policial oferece uma série de configurações para se adaptar às necessidades das corporações públicas e frotas de segurança privada. É equipada com cabine estendida ou dupla, tração 4×2 ou 4×4 e motor V8 5.0 ou EcoBoost 3.5 de alto torque.   Para facilitar a limpeza, os carpetes são substituídos por piso de vinil, material usado também no revestimento do banco traseiro. O console central é removido, abrindo espaço para equipamentos de comunicação e outros itens customizados. O modelo tem ainda um alternador de alto rendimento, de 240 A, para repor a energia da bateria mesmo com o veículo muito tempo parado.   “A F-150 especial garante o espaço amplo que os policiais precisam para exercer uma extensa rotina de trabalho”, diz Stephen Tyler, gerente de marketing da Ford. “Pode-se lotar a caçamba com equipamentos e ainda levar até cinco pessoas na cabine. Há ainda uma configuração preparada para transportar cães treinados para as operações. Ou seja, a sua versatilidade é imbatível”.   As forças policiais respondem por grande parte das vendas de veículos especiais da Ford. A F-150 se junta à linha de modelos oferecidos pela marca para essa aplicação, formada por: Police Interceptor Sedan, Police Interceptor Utility, Expedition Special Service Vehicle, Special Service Police Sedan e Transit Prisoner Transport Vehicle.  

Um rolê no Jeep Beach 2016

Um rolê no Jeep Beach 2016 Texto e fotos *Regis Beckhauser       “No ultimo dia 23 de Abril de 2016 tive o prazer imenso de conhecer um dos maiores e mais exclusivos eventos voltados para o nosso querido e inigualável Jeep, o Jeep Beach em Daytona Beach, cidade litorânea localizada na Flórida.   O evento mais uma vez foi realizado no espetacular e histórico Daytona International Speedway,  um autódromo onde provas como a Nascar, entre outras, ocorrem todos os anos. E é em seu canteiro central que é montado o palco para que a estrel principal nesse universo 4×4 brilhe. Após 4 horas de estrada, de Miami, onde resido, até Daytona, cheguei ao estacionamento principal no momento de abertura dos portões. Todos os visitantes pagam uma quantia simbólica para visitação no valor de U$10.00. Para o acesso ao interior do evento os visitantes contavam com veículos preparados para o transporte do pessoal, onde uma narrativa nos dava as boas vindas. A exposição estava dividida em três setores: Expositores, Pista de obstáculos e Estacionamento dos Participantes do Desfile.   O Jeep Beach é uma celebração para os apaixonados e proprietários de Jeep exclusivamente e sendo assim, os fornecedores de componentes, acessórios e empresas de preparação, levam tudo que existe de mais atual no mercado. Ali é possível conhecer desde os grandes fornecedores aos menores, mas não menos importantes.       Em quase todos os estandes, os visitantes contavam com profissionais treinados e capacitados a explicar e demostrar seus produtos onde o resultado era possível ver nos incríveis Jeep expostos.       Após percorrer todos os estandes, fui ver de perto os 4×4 participantes que desfilaram dentro do autódromo no final do dia. Ali pude conferir de perto carros novos, modelos clássicos, como CJ3, CJ5, CJ7, Comanche, Jeepster e uma infinidade de modelos Wrangler.       Haviam carros preparados por oficinas especializadas, mas pude conferir veículos construídos pelos seus donos onde a personalidade estava bem exposta.     Mas os Jeep não estavam ali só para a exposição, um pequeno circuito com obstáculos fora montado para que os participantes pudessem usufruir dos seus veículos e alegrar os olhos dos que estavam do lado de fora da pista. Pra quase todos que estavam ali, quem mais impressionava na pista, não eram os carros mais bem equipados, mas a velha guarda!   Um carro que me chamou muito a atenção foi um CJ3 militar todo original e comandado por um senhor que demostrou uma habilidade incrível ao levar o seu carro em um dos trechos mais complicados do percurso. Além disso, foi o único carro que percorreu o circuito puxando um pequeno reboque.     Ali pude ver que o conhecimento do seu carro muitas vezes é muito mais importante do que sua preparação, pois seu carro não dispunha de recursos modernos e nem por isso ele deixou de vencer os obstáculos.               Um ponto muito importante desse evento é que grande parte dos valores arrecadados com as inscrições dos participantes e dos visitantes fora destinado a instituições de caridade.           Algo comum aqui nos EUA onde quase todos os eventos parte dos valores são destinados a ajudar as instituições que oferecem melhores condições de vida para as pessoas necessitadas sejam elas por questões de saúde ou financeira.       Despedi-me do evento embaixo dos escaldantes 32º C antes do desfile final, que pela contagem, bateu o recorde de maior encontro de Jeep em um só lugar novamente. Para conferir maiores informações sobre a pagina http://jeepbeach.com/     *Regis Beckhauser é jipeiro oficial desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na região da Serra da Canastra – MG. Atualmente, reside em Miami e tenho acompanhado de perto os eventos por aqui realizados, desde os 4×4, hot roads, clássicos e carros de corrida das mais diversas categorias.  

120 jipes na abertura da Copa Troller em Águas de Lindóia

120 jipes na abertura da Copa Troller em Águas de Lindóia A Troller mostrou como será a concorrida temporada do rali de regularidade da marca na prova de abertura do campeonato realizada em Águas de Lindóia. Nas trilhas de montanha desse famoso destino turístico paulista, nada menos que 120 equipes participaram da etapa da Copa Troller, competindo com os utilitários T4 da marca. Começando com muita força e competitividade, o maior rali monomarca do País contou com muitos desafios off-road para os participantes, que enfrentaram estradas e trilhas na região de Monte Sião, Itapira e Mogi Guaçu, além de Águas de Lindóia.     “A prova de abertura foi excelente e tivemos um alto nível de competitividade. Vamos para a próxima etapa num percurso ainda mais forte”, diz Rogério Almeida, diretor de prova da Copa Troller. O próximo rali será realizado em Santa Catarina, dia 14 de maio, e as inscrições podem ser feitas no site www.troller.com.br.   Os vencedores Disputada em um dia de céu aberto e com muito sol, a prova em Águas de Lindóia foi muito elogiada pelos participantes. Na categoria Master, os campeões foram: 1º) Leandro Pereira Moor e Cláudio Roberto Flores, de Apucarana, PR; 2º) Otávio Marreco e Jhonatan Ardigo, de Apucarana, PR; e 3º) Acyr Hideki da Silva e Renan Medeiros, de Corupá, SC. Na Graduados, venceram: 1º) Gustavo Schmidt e Fernando Koerich, de São José, SC; 2º) Aurélio Bilhalva e Tiago Poisl, de Pelotas, RS; e 3º) José Eduardo Guerra e Márcia Guerra, de Uberlândia, MG.     Na Turismo, os campeões foram: 1º) Pedro de Oliveira e Alessandro da Silva, de Belo Horizonte, MG; 2º) Rui Schmitz e Jonas Schmitz, de Gaspar, SC; e 3º) Eduardo Farhat e Andreia Regina Farhat, de Bragança Paulista, SP. Na Expedition, o pódio foi formado por: 1º) Antonio Carlos Mazaro e Isabela Mazaro, de Sorocaba, SP; 2º) Rodrigo Mardegan e Rodrigo Lima, de Amparo, SP; e 3º) Fábio Machado e Pedro Machado, de Boituva, SP. “Ficamos muito satisfeitos com a prova em Águas de Lindóia, com grid cheio em todas as categorias e uma bela trilha. Tudo isso somado ao espírito de amizade e união característico da Copa Troller, reunindo duplas de várias cidades. Vamos continuar trabalhando para fazer da temporada 2016 a mais especial de todas”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller. Para conhecer todos os resultados da prova acesse o site www.troller.com.br.  

1ª Trilha do Dia do Jipeiro – Candelária, RS

1ª Trilha do Dia do Jipeiro – Candelária, RS Por Eduardo Neves Fotos Eduardo e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama Candelária, RS, recebeu no dia 2 de abril a 1ª Trilha do Dia do Jipeiro, evento em homenagem ao dia 4 de abril, conhecido por ser o dia do jipeiro (4×4).     O evento foi organizado pelo grupo Botucaraí Off Road e, por se tratar de uma trilha de confraternização, a apresentação do novo grupo aos amigos da região central do estado do Rio Grande do Sul, não foi cobrada inscrição.     A trilha contou com a presença de aproximadamente 50 apaixonados pelo 4×4, entre Gaiolas, Jeep e Quadriciclos e foi muito elogiada por quem participou, por se tratar de uma trilha com atoleiros dos mais variados tipos e dificuldades, onde todos puderam testar suas viaturas e dar muitas risadas.     Depois de um sucesso total na 1ª Trilha do Dia do Jipeiro, que apesar de caráter experimental foi uma trilha muito boa, com bastante apoio e lugares incríveis para andar, o Botucaraí Off Road já está se planejando para uma segunda edição, desta vez um evento oficial mas já com o carimbo respaldo de grandes eventos.  

Noite dos Jeep e Veículos Militares no Sambódromo do Anhembi

Noite dos Jeep e Veículos Militares no Sambódromo do Anhembi Fotos James Garcia e Viviane Bosio   A noite de terça-feira, 12 de abril, foi bem agitada no Sambódromo do Anhembi, com a realização da Noite dos Jeep e Veículos Militares, que aconteceu no Sambódromo do Anhembi.   Organizada pelo Auto Show Collection, com a parceria de entidades como o Jipe Clube do Brasil e Comando Oeste, o evento contou com a participação de diversas viaturas incríveis da capital paulista.     Marcaram presença colecionadores e seus modelos super originais, carros modificados, utilitários, todos convivendo em harmonia e proporcionando uma verdadeira aula de história ao público presente.   Léo Moreira, veterano membro do Jeep Clube do Brasil fez uma boa apresentação/introdução da história dos 4×4, enquanto o desfile rolava numa das pistas mais famosas do País.       Parabéns pela iniciativa e que venham muito mais encontros especiais como esse.  

Novo Troller em versão com potência e suspensão especiais

Novo Troller em versão com potência e suspensão especiais   O Troller é naturalmente um  4×4 com força e empenho suficientes para grande maioria das atividades as quais ele seja posto a prova. Nessa preparação, o 4×4 nacional cresceu no visual e, principalmente, no desempenho.         Um jipe Troller já é mezzo “invocado”, originalmente. Opiniões sobre o design a parte, há possibilidades de preparação (em diversos níveis) para ampliar o desempenho desse modelo, um autêntico 4×4 nacional “puro e duro”, ou, se preferir, jipe 4×4 de construção clássica. O modelo em questão pertence a Rogério Castanheda, experiente off-roader e diretor da 4 Wheel Garage ou 4WG, oficina especializada em preparações para veículos off-road.   Rogério adquiriu o modelo com apenas 2.000 km, praticamente novo e absolutamente original, com seus pneus  265/65 r17 e rodas de aro 17″. Mas o jipe seria para trilha, com muita força, mas mantendo o estilo original do carro intacto; “somente” o visual mais agressivo e maior altura. Literalmente esse jipe cresceu.       Dirigibilidade e estabilidade dessa unidade ficaram próximas das originais. Conjunto harmonioso. As alterações e melhorias contemplam em primeiro lugar, o remapeamento do sistema de injeção do motor. O chip foi reprogramado pela REIKO para geração de mais potência e torque.  O motor turbodiesel subiu de 3.2 litros, 200 cv a 3.500 rpm e já “animalescos” 48 kgfm a 1.700 a 2.500 rpm, para 270 cavalos e 65 kgfm. É um upgrade e tanto para quem gosta de mais força. A clássica sensação de ter o corpo colado no assento é nítida aqui. Para aguentar tamanha demanda de força, a embreagem original foi substituída por um conjunto cerâmico. Claro que antes  Rogério participou de uma prova de arrancadão na lama, no interior do estado, ficando em segundo lugar.     No entanto é um jipe muito confortável, interior tem um visual agradável com materiais de qualidade superior, que oferecem alta resistência e fácil limpeza para o uso em trilhas. As várias opções de regulagem do banco e os instrumentos à mão facilitam encontrar uma boa posição de dirigir. O off-roader conta com ar-condicionado digital “dual zone”, CD-MP3 player com entrada auxiliar, USB e Bluetooth, vidros e espelhos elétricos e teto solar duplo de vidro.     A suspensão ganhou um kit completo Iron Man de 2″, específico para o Novo Troller, com peças, detalhes, amortecedores e molas. Rodar com esse jipe nas ruas da cidade realmente mostra como o conforto, níveis de balanço e ruido foram bem mantidos. O jipe teve o sistema de escapamento trocado por um modelo “full”, feito em aço inox e equipado com down pipe. Mas o veículo não é barulhento. O que chama atenção é como o bicho acelera rápido e forte. O arsenal desse Troller aumentou com a adição de um bloqueio de diferencial dianteiro Eaton, controlado via comando elétrico interno. Como o eixo traseiro também possui um bloqueio automático (do tipo positraction, com pequenos discos), o jipe vira quase um trator. Como é um carro versátil, Rogério já realizou diversas viagens com o Troller, incluindo duas idas a Brusque, SC e Rio de Janeiro. “Tenho consciência que se trata de um 4×4 mais alto, mas faço curvas em altas, o jipe responde bem, acelera e as retomadas são ótimas. Dá para viajar muito bem”, afirmou o proprietário.   Muito bom notar que o mercado 4×4  possui atualmente peças, acessórios e profissionais aptos a realizarem modificações, das mais diversas, seguindo padrões de qualidade e acabamento. Para quem tem dúvida do que fazer com o Troller (a versão anterior fica demais também), eis uma bela de uma dica. Se informe!     A 4WG está localizada no Jardim da Saúde, próximo da Av. Ricardo Jafet. Clique no anúncio!      

Ford mostra a nova Ranger em trilhas da Malásia

Ford mostra a nova Ranger em trilhas da Malásia e prepara o lançamento na América Latina Fotos Divulgação   A Ford Malásia apresentou a Nova Ranger para a imprensa daquele país numa programação que incluiu o teste do veículo na famosa região turística de Kota Kinabalu e no parque de Kinabalu, patrimônio mundial da Unesco, no Sudeste Asiático. O objetivo foi mostrar a capacidade de rodagem fora de estrada da nova picape, que é a linha mais vendida da marca no mercado malaio.     Como parte do programa global, a Ford agora prepara o lançamento da Nova Ranger 2017 na América Latina. O local escolhido para a apresentação à mídia, incluindo a brasileira, é a cidade de Puerto Iguazu, na província de Misiones, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu. Situada na divisa com o Brasil, essa região também se destaca pela diversidade de terrenos, topografia e área florestal. O roteiro de demonstração mundial da Nova Ranger inclui sempre regiões turísticas com vias regulares e trilhas, desde trechos na selva a travessias de rios, que permitem testar as tecnologias inteligentes e o desempenho da picape em diferentes condições de uso. Assim como em outros mercados, o novo modelo tem como diferenciais a maior potência, capacidade de carga e de submersão em áreas alagadas da categoria. Oferece também o conjunto mais completo de itens de segurança ativa e passiva e traz tecnologias inéditas de assistência ao motorista.  

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