Emoção em Encruzilhada do Sul Por Eduardo Neves Fotos Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama Nos dias 4, 5 e 6 de setembro a cidade de Encruzilhada do Sul – RS sediou a XII Trilha e X Jeep Cross, organizado pelo Encruzilhada Jeep Clube. O evento teve participação de várias cidades do estado que foram recepcionadas com cerveja gelada liberada, petiscos e muita confraternização. Já na sexta os jipeiros puderam fazer suas inscrições para a trilha e receberam seus brindes oferecidos pelo Jeep Clube organizador. No sábado os aventureiros seguiram fazendo suas inscrições, aproveitaram um excelente café da manhã e por volta das 9h deram a largada para o percurso com 7 PCs, entre eles, passadores de água, atoleiros pesados com muito barro e o tradicional PC de tempo de desempate. A trilha foi finalizada por volta das 18h com um sentimento de dever cumprido por parte da organização, representado pelo presidente Everton Freitas (Maninho). As 20h todos puderam saborear um super jantar a cargo do Restaurante do Clube do Comércio, do integrante do Jeep Clube Luciano Souza (Babu), onde conheceram os vencedores da XII Trilha. A premiação da trilha foi dividida em duas categorias, acima de 90 cm com Pedro Cardoso de Rosário do Sul – RS como campeão e até 90 cm, tendo como vencedor Luiz Antonio (Toninho) de São Gabriel – RS. No domingo foi a vez do Jeep Cross onde os jipeiros que andaram na trilha puderam fazer suas inscrições gratuitamente e aproveitar uma pista altamente técnica, com curvas fechadas e retas para pisar fundo, excelente para quem gosta de muita adrenalina. Os campeões do Jeep Cross foram Júlio Farias de São Gabriel – RS e na categoria feminina, Cláudia Rossi da cidade de Butiá – RS. O evento finalizou com um maravilhoso almoço na sede do Encruzilhada Jeep Clube, com entrega dos troféus.
Estreia do Off-Road na Virada Esportiva Paulista valoriza a comunidade 4×4
Estreia do Off-Road na Virada Esportiva Paulista valoriza a comunidade 4×4 Nos próximos dias 24 e 25 de Outubro acontece a Virada Esportiva de São Paulo, evento que segue os moldes da Virada Cultural, com a realização de dezenas de modalidades esportivas por todos os cantos da cidade de São Paulo. Esse ano a novidade é a estreia da modalidade Off-Road no evento, que terá a realização de um espaço especialmente dedicado aos 4×4 e aos off-roaders e será montado ao lado do Parque da Luz – estação da luz, região central de SP – belíssima e histórica região que vem sendo revitalizada. O evento contará com a pista de obstáculos Challenge Track, especialmente montada para a ocasião; um comboio de 100 veículos 4×4 que irão fazer um giro histórico por Sampa e, no local do evento, palco com rock ao vivo para dar aquele tempero ao encontro. No local também haverá apresentação de veículos rádio controlados escala 1/10 4×4 Fun e ações de conscientização ecológica. Anote em sua agenda e não deixe de participar da Virada Esportiva. A entrada do Off-Road no evento é uma grande notícia para toda a comunidade fora de estrada de São Paulo. Comemoremos! Acompanhe aqui as novidades sobre esse super evento, que valoriza e unifica o fora de estrada paulistano e já conta com a adesão e trabalho conjunto do Jeep Clube do Brasil, Comando Oeste, Jipeiros da Serra, Núcleo ABC, Amigos de Trilhas e Churras e outros grandes nomes de grupos paulistas. É para comemorar!
Trilha Anual do Belchior Jeep Clube supera expectativas e reúne 160 4×4
Trilha Anual do Belchior Jeep Clube supera expectativas e reúne 160 4×4 Por Andressa Scaburri Evento que chegou à sua 15ª edição teve participantes de mais de 20 cidades que precisaram de muita técnica para encarar todos os desafios O que não faltou para os participantes da Trilha Anual 2015 do Belchior Jeep Clube (BJC) foi lama. Nenhum dos 160 veículos inscritos saiu limpo do percurso, que foi regado a muita chuva e teve adrenalina de sobra. A 15ª edição do evento foi realizada no último sábado, 26 de setembro, na cidade de Gaspar (SC) e contou com a participação de trilheiros de mais de 20 cidades da região Sul do Brasil, superando as expectativas de toda a organização. A preparação para a Trilha Anual começou na sexta-feira, dia 25, quando o BJC promoveu um evento de recepção para todos os inscritos. Os portões da sede do clube foram abertos às 15h e os primeiros a chegar foram trilheiros da cidade de Itaiópolis (SC), em um comboio que teve, ao todo, 11 veículos. Outros que chegaram cedo foram jipeiros de Brusque, que aproveitaram o espaço para acampar. Também estiveram na sede trilheiros de municípios como Blumenau, Indaial, Antônio Carlos e Rodeio. Todos tiveram direito a um jantar de boas-vindas com carreteiro e música ao vivo. Já no sábado, a primeira largada foi às 7h e reuniu os 50 primeiros veículos inscritos. Outras três largadas ocorreram às 7h45, 8h30 e 9h15. No percurso, os participantes precisaram encarar atoleiros, subidas pesadas e descidas extremamente íngremes, desafios que ficaram ainda mais difíceis por causa da chuva. Também no meio do trajeto os participantes receberam cachorro quente e água e, na chegada, puderam se deliciar com um churrasco. Enquanto os jipeiros inscritos aproveitavam a trilha, quem foi à sede para prestigiar o evento se divertiu com a pista 4×4. O espaço, que teve até um circuito, foi liberado para fazer a alegria de quem gosta de manobras radicais. Além dos jipeiros, vários gaioleiros e também motociclistas participaram e até mesmo quem foi apenas para olhar acabou sujo de lama. Ao todo, a estimativa da organização da Trilha Anual 2015 é de que aproximadamente 700 pessoas tenham participado do evento. A edição de 2016 já está marcada e ocorrerá no dia 24 de setembro.
Agrale lança a nova geração do Jipe Marruá
Diversão e emoção na 7ª Pavelama Off-Road
Diversão e emoção na 7ª Pavelama Off-Road Por Eduardo Neves Fotos Eduardo Neves e Leonardo Neves No dia 22 de agosto a cidade de Paverama foi sede da 7ª Trilha Pavelama Off-Road. Na sexta-feira, os jipeiros foram recepcionados com um super jantar com música ao vivo, cerveja gelada e muita diversão, onde puderam confraternizar entre si com um bom papo, muita risada e dança. No sábado, por volta das 9h, mais de 250 jipeiros saíram em comboio para uma trilha repleta de obstáculos dos mais variados níveis de dificuldades, entre eles, passagens de atoleiros pesados, subidas íngrimes, passagens de água e muito mais. A 7ª Trilha de Paverama foi um evento para todos os tipos de gostos e reuniu participantes da serra gaúcha, centro do estado, região metropolitana entre outras regiões do Rio Grande do Sul. Os participantes chegaram ao final da trilha por volta das 18h e o evento foi fechado com chave de ouro, com uma chuva que lavou a alma e um pouco das viaturas dos jipeiros.
De jipe na Rota dos Quadris, em Igarapé-Açu, PA
De jipe na Rota dos Quadris, em Igarapé-Açu, PA Por Felipe de Avis Batista Fotos Júnior Mendes A Turma do Jeep Clube de Bragança somou esforços com o recém-criado Grupo Off-Road de Igarapé-Açú, no nordeste do estado do Pará, e realizou no última dia 23 de Agosto numa baita aventura pela mata fechada localizada na zona rural da região. Puxado por uma fera nas trilhas quadri, o Jairo Araújo do Grupo Off-road de Igarapé-açú, os quatro participantes, divididos em um Jeep Ford CJ5 1976 e uma Toyota Bandeirante 1985, foram tomados pela expectativa, já que, a rota de quadri é famosa por ter derrotado dois jipes Troller T4 no mês anterior. Após deslocamento pelo asfalto, seguimos em busca de aventura. Já fora de estrada, rotas de areia fofa tornavam difícil o controle dos 4×4; onde o freio, quando acionado, empurrava o carro para onde o “nariz” apontasse. Nas vicinais usadas por máquinas agrícolas, haviam buracos que exigiram motor e pneu. O desafio seria cumprir percurso numa vasta área de plantação de dendê, que se transformou num grande labirinto. Passado o sufoco, voltávamos à floresta densa. E, os obstáculos ficavam por conta de erosões que chegavam a 1 mt, em um piso traiçoeiro. No ponto mais difícil, seguíamos por um córrego raso que reservava um buraco com profundidade acima dos joelhos e vinha acompanhado de uma curva fechada a direita, seguido de uma subida de mais de 1,5 m junto de uma curva à esquerda. A equipe investiu mais de duas horas de trabalho com enxada, prancha e guincho. O “cotovelo” deu trabalho, mesmo estando em terreno sem muita água. Manobrar sem bloqueio de diferencial é problemático, os facões não permitem. Pra completar, com uma subida lisa e cheia de erosões, não dava para transpor o “fosso” sem guincho. O Willys enterrava três de seus pneus na lama encoberta pela mata rasteira. As tentativas que embalo para garantir a subida do barranco fracassavam por falta de espaço para qualquer manobra. Combinavam-se pranchas e guincho para arrancar o jeep do enrosco. Contudo, se tornou tarefa complicada achar um ponto de ancoragem. Mais acima, o Willys passou ileso, já a Band sofria com o esbarramento, forçando a turma no trabalho manual para desobstruir um “túnel” de 20 m de cumprimento, que lançava muitos galhos de árvores e impediam a passagem segura até mesmo de um quadriciclo. Poucos metros a frente e uma sequência de buracos e grandes erosões se revelaram como um grande desafio que levou ao limite a suspensão. Na porção de cima, a Band seguia pela esquerda e se dava bem, enquanto o Willys cruzava o trecho em “zig-zag” à frente e saia de um buraco para cair em dois. Não deu para aliviar o pé. Trecho superado e mais um enrosco se apresentava ao grupo: inúmeras erosões com água, encobertas pela vegetação numa área de quase 100 m. A tração e a suspensão trabalhavam no limite, enquanto o receio de tombamento era constante. Dali em diante vieram áreas tomadas por grandes valões cheios de lama E assim finalizou-se a trilha de mais de seis horas, onde os off-roaders adquiriram mais experiência nas difíceis trilhas do Pará.
Jipeiros baianos farão maratona na Chapada Diamantina no feriadão
Jipeiros baianos farão maratona na Chapada Diamantina no feriadão Por Alexandre Reis A região da Chapada Diamantina, na Bahia, é um dos destinos preferidos dos jipeiros de todo o país. Ainda mais em época de feriadão. Entre a próxima sexta-feira, dia 04, e a segunda-feira, dia 7, um grupo de 12 jipeiros de Salvador irão fazer uma maratona de trilhas nesse belíssimo destino. Eles, que integram diversos grupos off road (Expedição 4×4, Bahia Expedition, Frenéticos, Clube do Tracker e TR4-Bahia) ficarão entre as cidades de Mucugê e Rio de Contas, e farão, no total, quatro trilhas consideradas moderadas. Destas, a que tem um maior grau de dificuldade será feita na sexta-feira, em Mucugê: é a Trilha da Sibéria. O desafio são as ladeiras repletas de pedras escorregadias de diversos tamanhos e formatos, principalmente nas subidas. No final, a recompensa: o banho no rio entre os paredões. No sábado, o grupo segue para Rio de Contas por uma trilha panorâmica pela região montanhosa e repleta de paisagens inesquecíveis. No mesmo dia, o passeio vai ser pelas comunidades quilombolas do mesmo município, onde o grupo fará uma ação social. No domingo, para encerrar a aventura na Chapada, organizada pelo jornalista Alexandre Reis, os fora de estrada farão a Trilha da Água Suja, também em Rio de Contas, com erosões e trechos com areia fofa.
Engesa EE-4, um mito brasileiro
Engesa EE-4, um mito brasileiro Fato inegável: restam poucas unidades do Jipe Engesa EE-4 mantidas como vieram ao mundo. O 4×4 que você aprecia nessa reportagem é um dos modelos mais bem mantidos que se tem notícias em todo o País Por James Garcia Fotos Angelo Meliani O engenheiro mecânico Amador Rodrigues, natural de São Paulo é fã declarado dos modelos Engesa e adquiriu o primeiro jipe há aproximadamente 20 anos, sendo que este é o terceiro veículo que já passou pela sua garagem, que já abrigou também dois Land Rover Defender e um Jeep Ford militar 1983. Peça publicitária do Engesa, de meados da década de 1980 O gosto por jipes e utilitários vem de longe. “Meu pai tinha um Gurgel que eu usava. Uma vez passeando com minha esposa na Serra do Mar, atolei a frente dele numa poça e a frente enterrou até o pisca. Já estava ‘escutando um monte’ e eis que horas depois surgiu um Engesa e o motorista, todo solícito, colocou uma cinta e pediu para a esposa dele nos tirar daquele sufoco. Não precisa falar que não demorou 10 segundos. Pude ver sorrisos de satisfação em todos os presentes. Ai eu disse para a minha mulher: este vai ser o nosso próximo 4×4 de verdade!”, lembrou Rodrigues com bom humor. Manual de manutenção do 4×4 Esse jipe foi adquirido pelo engenheiro mecânico em uma companhia telefônica de Rondonia, em 1991. “O carro estava inteiro e com a quilometragem baixa, mas a pintura estava opaca e todo o veículo estava sujo de terra vermelha. Fiz uma revisão de freios e buchas, troquei todos os lubrificantes e fui viajar para Monte Verde, MG”, relatou o off-roader. Outra peça publicitária, com o “outro” nome do Engesa: EE-12 Na volta dessa viagem, Amador desmontou o carro inteiro e como desejava ter um jipe perfeito e original, pintou com a mesma padrão de cor, além de substituir as lanternas traseiras e piscas dianteiros por peças iguais só que novas e também originais, as quais, hoje, são impossíveis de serem encontrados. Além disso o dono mandou instalar um guincho, faróis auxiliares, capota de lona e pneus novos e é dessa forma que o Engesa está até hoje. Como estava com a estrutura impecável, foram os detalhes mais demorados na finalização do upgrade. “O que mais me deu trabalho foi restaurar o temporizador do limpador de parabrisas. Os faróis, por exemplo, são fracos até hoje, por isso acho que a parte elétrica dos Engesa não é o seu ponto forte. Ou talvez não seja o meu ponto forte”, dissertou o dono. Parte e frontal com o desenho marcante que notabilizou o modelo E não pense que o carro ficou sem uso ou apenas guardado em uma garagem fechada por todo esse tempo. “Já viajei muito com esse jipe, atualmente ele fica em Ilhabela e é o meu meio de transporte por lá. As vezes faço trilhas até Castelhanos (famosa praia do local) junto com amigos”, informou Amador. Quando chove muito na região e ele ajuda alguém na trilha é fácil ver meia duzia de turistas fotografando e filmando o Engesa em ação. E todos com aquele sorriso, inicialmente de incredulidade, e depois de admiração. Isso dá muito orgulho ao proprietário, que nos disse que o Engesa é mesmo um sonho realizado. “Tive outros 4×4 e acabei vendendo por um ou outro motivo. Mas não existem mais Engesas originais. Este vai ficar na família pra sempre”, finalizou Rodrigues. Para mais informações e troca de ideias, fale com Amador Rodrigues pelo telefone (11) 99977-7889 ou através do e-mail: amador1@ig.com.br História de um 4×4 brasileiro Depois que a Ford encerrou a produção do Jeep em abril de 1983, a Engesa decidiu criar um produto para esse mercado, sempre almejando também o mercado externo.Nascia assim, em 1985 o EE-12 na versão militar e o Engesa 4 na versão civil. As diferenças entre eles são os equipamentos militares e o sistema elétrico, sendo 24 e 12 volts, respectivamente.Durante os primeiros testes, foi nomeado de EE-14 (alusiva a capacidade de carga de ¼ de tonelada), mas como possuía maior capacidade, a nomenclatura mudou para o número 12 (½ tonelada). Foi inteiramente desenvolvido pelo Grupo de Desenvolvimento e Engenharia Experimental da Engesa. Concebido para transportar cargas e pessoas em estradas acidentadas, lama, areia ou água, o Engesa ainda acumulava conforto para veículos de sua classe, em função do sistema de suspensão e amplo espaço da cabine. O carro saía de fábrica com estrutura toda em aço reforçado e com tratamento anticorrosivo. A carroceria, com chapas dobradas e não estampadas, teve por objetivo tornar a construção mais simples, aumentar a resistência e facilitar a manutenção e eventuais reparos.Internamente, um espaço razoável para quatro passageiros, com bancos dianteiros individuais e ajustáveis, e traseiro interiço e removível, todos confeccionados em vinil. O painel é absolutamente funcional, oferecendo fácil visualização dos instrumentos: velocímetro, medidor de combustível, indicador de temperatura do motor e luzes de advertência da bateria, óleo, freio de estacionamento, luz alta, setas de direção e do acionamento da tração 4×4. Várias peças eram advindas de automóveis comuns no mercado da época, principalmente modelos GM, como o Opala. Como itens de segurança, havia cintos de segurança subabdominais, quebra-sol, alça e estribo para embarque, espelhos retrovisores interno e externo (com opcional para o lado direito), limpador e lavador de pára-brisa, luz de cortesia, porta-luvas, cinzeiro e abertura para rádio. Sob o banco dianteiro localizava-se a caixa de ferramentas, com triângulo, chaves de roda e macaco.Logo no início da produção, foi apelidado de “rinoceronte”, devido ao design agressivo da grade dianteira e, como o animal, não tem medo de enfrentar os desafios. Boa parte graças à suspensão – um dos diferenciais na época de lançamento – inédita, até então, no Brasil na categoria. Na frente e atrás, os eixos rígidos eram dotados de barras oscilantes longitudinais e transversais, com molas heicoidais e amortecedores de dupla ação, que o fazia enfrentar qualquer obstáculo de terreno. O EE-12 foi criado com Fases I, II e
Tradição off-road na XXIII Trilha e Jeep Cross de Dom Feliciano, RS
Por Eduardo Neves – Fotos: Eduardo Neves e Leonardo Neves A cidade de Dom Feliciano-RS realizou nos dias 17, 18 e 19 de julho a XXIII Trilha e Jeep Cross de Dom Feliciano, sendo prestigiada por jipeiros de várias regiões do estado. O evento contou com uma organização de primeira, a cargo do Jeep Clube Dom Feliciano, que se empenhou para agradar a todos nos mínimos detalhes. Na sexta-feira os participantes foram no centro da cidade, com muita descontração, regada a cerveja gelada e um bom papo. Logo após finalizaram a noite com um super baile de confraternização. No sábado foram abertas as inscrições com um saboroso café da manhã e logo após os jipeiros saíram em comboio para 7 PCs (Ponto de Controle), dos mais variados níveis de dificuldade, entre elas, atoleiros recheados com muito barro, subidas escorregadias, passagens de água e terrenos desnivelados, tudo o que o apaixonado por 4×4 espera em um evento de alto nível. Logo após a trilha todos foram recepcionados com um excelente jantar onde foram conhecidos os 10 primeiros colocados. O grande campeão da trilha foi o jipeiro Luiz Antonio Farias da cidade de São Gabriel. No domingo dia 19 foi a vez do Jeep Cross em uma pista muito técnica e um traçado de curvas com muita emoção entre outros pontos recheados de adrenalina. O campeão do Jeep Cross foi Fabiano Valnier, mais conhecido como He-Man com o tempo de 39.90.
Mais de 100 jipes na Copa Troller em Natal
Mais de 100 jipes na Copa Troller em Natal A Copa Troller promove neste sábado (15 de agosto) a segunda etapa do Campeonato Nordeste, em Natal, no Rio Grande do Norte. Mais de 100 participantes já estão inscritos, formando um dos maiores grids já registrados na etapa, que irá reunir desafios off-road e belíssimas paisagens da região de Ceará Mirim e Extremoz. “Preparamos um percurso muito diversificado que vai agradar a todos os participantes. Teremos desafios em estradas de areia, travessias de rio e trilhas com belíssimos visuais de lagoas e praias. Já estamos com mais de 40 carros inscritos na categoria Passeio e tenho certeza que essa será uma das melhores etapas do ano”, diz Ricardo Menezes, diretor de provas da categoria. Na noite de sexta-feira (14) será feito o briefing da prova para os participantes no Hotel Imirá, com informações e orientações sobre o percurso. O programa inclui também uma aula de navegação para iniciantes na prática do rali de regularidade e uma aula de fotografia para aqueles que querem registrar os melhores ângulos da competição. A largada será realizada às 8h00, em frente ao Hotel Imirá, na Via Costeira, 4077 – Parque das Dunas, Natal. A cobertura da prova poderá ser acompanhada pela página da Troller no Facebook, no www.facebook.com/trollerbrasil. Copa Troller no Brasil Realizada há 13 anos consecutivos no País, a Copa Troller é um rali de regularidade exclusivo para veículos Troller. O evento é divivido em cinco categorias com diferentes graus de habilidade: Master, Graduados, Turismo, Expedition e Passeio, esta última realizada em comboio sem a necessidade de competição. No ano passado, o evento percorreu mais de 1.300 quilômetros pelas trilhas mais belas do Brasil. A marca também registrou um aumento significativo de popularidade nas mídias sociais, somando mais de 275 mil fãs em sua página oficial no Facebook. O evento reúne milhares de pessoas em todo o Brasil e é considerado um dos ralis de regularidade mais importantes do País.
