Lama na veia em Canguçu, RS

Lama na veia em Canguçu, RS Texto e fotos: Eduardo Neves Nos dias 26 e 27 de junho foi realizada, na cidade de Canguçu, a XI Trilha organizada pelo Jeep Clube Canguçu. Os jipeiros foram recepcionados na noite de sexta, 26/06 pelos componentes do Jeep Clube, com um saboroso “salchipão” e muita confraternização. O evento contou com a presença de vários amantes do OFF ROAD 4×4, vindos principalmente da região metropolitana, centro e sul do estado do RS. A XI Trilha de Canguçu teve como atrações vários pontos com as mais diversas dificuldades, entre eles, dois PCs de tempo, onde cada participante pode testar ao extremo suas habilidades e equipamentos. Canguçu se firmou como uma das melhores trilhas do sul do estado, com uma organização de muito empenho para melhor atender os jipeiros que prestigiaram o evento. Após percorrer nove atoleiros, os aventureiros foram recepcionados pelo tradicional jantar de confraternização na sede do Sindicato Rural da cidade. O grande vencedor da trilha foi o Jipeiro da cidade de Butiá, Sandro Souza Vieira com o primeiro lugar conquistando os melhores resultados nos PCs de tempo. O Jeep Clube Canguçu agradece a presença de todos e já está preparando a próxima.

Dois Brusquenses no berço do off-road

RAW 2015 ‘’Roco4x4 Adventure Week’ – Florida USA – 23 à 26 Julho 2015 Dois Brusquenses no berço do off-road Por Ivo Bittencourt Junior Os Brusquenses Ivo Bittencourt Junior ‘’Juninho’’ e seu pai Ivo Bittencourt, proprietários da loja WB4X4 de Brusque, SC, foram convidados para participar do RAW 2015, ou ‘’Roco4x4 Adventure Week’’. Trata-se de um evento que cruza grande parte do estado da Flórida por trechos off-road, partindo de Miami, na sede da empresa Roco 4×4, a organizadora, e com roteiro e ponto de chegada surpresa. Só ficamos sabendo no momento da largada qual seria os trechos e os desafios que iríamos enfrentar’’ conta Ivo. O evento envolve um comboio formados por veículos 4×4 com alto nível de preparação, mas ao mesmo tempo o carro tem que ser legalizado para deslocamentos na rua e a equipe tem que ser auto-suficientes para qualquer imprevisto (material de camping, comida, ferramentas, peças reposição, etc), ou seja, tem que ter um equilíbrio entre carro, pessoas e equipamentos. 1 Dia – 23 de Julho Bem cedo fomos para a concentração e de lá largou o comboio com destino a Pompano Beach,FL. Nesta cidade visitamos a fabrica da Mile Marker (Guinchos Elétricos). Em seguida fomos para Delray Beach,FL onde visitamos a sede da Diablo Sport (Repromagradores). Seguimos com destino final para a cidade de Titusville FL, onde finalizamos o dia com um jantar próximo do hotel e neste ponto uniu ao comboio mais dois veículos, uma Nissan Frontier monstruosa e um Hummer H3. 2 Dia – 24 de Julho Onde começou o offroad de verdade. Largamos do hotel em Titusville, FL a 8:00 da manha e nosso primeiro trecho foi uma trilha com misto de areia, barro e algumas erosões. Os primeiros danos nos carros ocorreram logo no primeiro trecho técnico. Vários carros sofreram danos estéticos nos pára-lamas, portas e laterais. Seguíamos a trilha ate que uma das viaturas, a Toyota Land Cruiser teve o diferencial traseiro quebrado, o que nos fez perdemos cerca de 4 horas, ao terminar a trilha seguimos um longo deslocamento do comboio ate chegarmos a cidade de Silver Springs, FL já no entardecer. Esse pernoite foi acampado num parque chamado Juniper Springs, uma área de camping muito bonita e bem estruturada, e habitada por ursos. 3 Dia – 25 de Julho Acordamos as 6 da manha para levantar acampamento e começamos a alinhar as viaturas na entrada do camping, Largamos o comboio as 8 da manha e seguimos deslocamento ate chegar a primeira trilha, novamente com muitas areia, alguns fogos e mata bem fechada, estávamos dentro da Floresta Nacional da Florida, em Okala FL com uma área de 1.740 km2 repleta de muitas trilhas, é literalmente um labirinto. Voltamos ao asfalto e nos deslocamos poucas milhas ate chegar num vilarejo fantasma chamada Kerr City, FL na região de Marion County, FL, uma cidade fundada em 1884, cena de filme, tudo abandonado, casas, farmácia serviço postal, posto de gasolina (o primeiro posto Texado da Florida de 1925), e um píer a beira de um lago, com uma vista de tirar o fôlego. Seguimos para mais uma trilha dentro do parque ecológico de Okala, FL, e começamos a margear uma área militar da US NAVY (Marinha Americana). Seguimos novamente em deslocamento ate chegar a cidade de Wildwood, neste local chegamos ate um local chamada de ‘’The Park At Willwood’’, um parque offroad muito bem estruturado, os jiperios locais fizeram uma recepção para o RAW 2015, haviam cerca de 80 Jeeps aguardando nossa chegada, quase que na totalidade Jeeps Wranglers YJ, TJ e JK. Entramos na trilha dentro do parque as 8:30 da noite, um trecho técnico envolvendo rock crawling (pedras), tanques de lama, subidas e decidas íngreme. pudemos ver o potencial do offroad americano, o que estamos acostumados a ver pela internet, os carros levantando do chão em cima de pedras e erosões, rotação alta nos motores V8, bloqueios ligados e pneus grandes, os 4×4 literalmente saltavam sobre os obstáculos noite a dentro. Enquanto a maioria usava os abortos, o RAW e os carros mais preparados seguiam pelos desafios, ate que a Iguana (X-Terra) do Ricardo Roco4x4 literalmente mergulhou a frente inteira dentro de uma lagoa o ocorreu um calço hidráulico no motor e tivemos que tirar a X-terra ‘’Iguana’’ de dentro da trilha puxando com o ‘’nosso’’ Wrangler JKU. Chegamos no hotel já na madrugada e fomos descansar algumas horas 4 Dia – 26 de Julho Após dormir pouco menos de 3 horas, levantamos as 6 da manhã para tomar café, fizemos check-out no hotel e seguimos para reabastecimento, e iniciamos um deslocamento para mais um parque offroad, desta vez era o ‘’Hard Rock Offroad Park’’ em Ocala, FL, mais um local repleto de trilhas. Seguimos no parque no Wrangler TJ do amigo Sergio de Fort Laudardale, FL, o TJ parecia uma aranha, não parava em lugar nenhum. Após muito ‘’trilhar’’ dentro o parque, iniciamos um longo deslocamento de 6 horas ate Miami, ponto de chegada do RAW, chegamos próximo da 01:00 da manhã e contabilizamos mais de 1.000 milhas rodadas (1.600 Km) É incrível notar como os ‘’princípios jipeiros’’ não são perdidos mesmo num evento internacional como este, onde envolveu culturas de 9 países, o espírito de companheirismo, descontração, brincadeiras foi predominante. Alguns números da viajem: • Quilometragem percorrida: 1.600 aproximadamente (Trilhas e Deslocamentos) • Nacionalidade dos Participantes: 9, sendo Austrália, Argentina, Brasil, Colômbia, Estados Unidos, Honduras, Peru, Porto Rico e Venezuela) • Numero de Veículos: 17 • Quebras Mecânicas : 4 (apenas 1 não foi possível solucionar e teve que abandonar)

Rally Transcatarina se reafirma como maior rali de regularidade do País

Rally Transcatarina se reafirma como maior rali de regularidade do País Com mais de 190 equipes participantes, a edição 2015 do Rally Transcatarina, que aconteceu entre 15 e 18 de julho, assumiu de vez o posto de maior rali de regularidade do Brasil Por Priscila Ferreira A neve tão aguardada não veio, na verdade, nem o frio costumeiro do Sul do País esteve tão presente. Mas, para compensar, a chuva deu as caras e presenteou as 190 duplas inscritas no Rally Transcatarina com lama… Muita lama. Com recorde de público e satisfação, a prova organizada pela SC Racing, surpreendeu aos participantes nos quatro dias de disputas, que iniciou em Fraiburgo, SC, no dia 15 de julho e terminou em Jaraguá do Sul, SC, no dia 18. Pilotos e navegadores de mais de 70 cidades e dez estados brasileiros estiveram presentes neste certame; eles estavam divididos nas categorias Máster, Graduado, Turismo, Jeep, Passeio e Adventure. Todos reunidos em prol de um único objetivo: aventura e adrenalina. Foram percorridos 730 quilômetros, entre trechos cronometrados e deslocamentos, com paradas nas cidades de Timbó Grande, Canoinhas, Major Vieira, Rio Negrinho e Corupá. O prólogo – tomada de tempo que definiu a ordem de largada para a primeira etapa – deu início a disputa do Rally Transcatarina. Foram 10 quilômetros dentro de um pomar de maçãs, com direito a muitos laços e pegadinhas, que ficaram ainda mais difíceis com chuva e lama. “Apesar de ter sido mais curto do que estamos acostumados, o prólogo foi desafiador. O piso estava liso, e as curvas mais fechadas faziam com que o carro ameaçasse sair do caminho, e aí veio o primeiro teste: o de força nos braços. Quem conseguiu tirar de letra esses momentos, certamente foram os que se deram melhor nos dias seguintes”, falou o piloto da categoria Graduado, Dorivaldo Muller que competiu com a filha Bianca Muller. Na quinta-feira, 16, foi dada a largada para o Rally Transcatarina. E a chuva continuou… Foram 250 quilômetros ‘deslizando’ até Canoinhas, com uma breve parada de almoço em Timbó Grande. Se o chão estava liso? Sabão era a melhor definição. Pilotos tiveram que ter força nos braços para segurar firme o volante e manter o carro, que teimava em escorregar para todos os lados. Com isso a atenção do navegador teve de ser redobrada, pois o menor erro poderia lhes causar perda de tempo. Dificuldades a parte, a grande atração do dia foi a travessia de rio, que lavou os veículos. “Competimos juntos há muito tempo, e sem dúvida nosso entrosamento foi fundamental para encarar o primeiro dia do Transcatarina, (que foi difícil e exigiu muito de nós), mas que ao mesmo tempo nos preparou para as próximas etapas”, disse Everton Gratt que competiu ao lado de Wesley Sari. “Foi sensacional. Vários laços, terreno liso e algumas áreas descampadas. Já somos campeões pelo simples fato de participarmos”, assim definiu o segundo dia de Rally Transcatarina, o piloto Luciano Muller. Foram 300 quilômetros de competição, que fez parada em Major Vieira e seguiu até Rio Negrinho. Além do piso deslizante, trechos de trilhas mais firmes e cascalhadas facilitaram na hora de pisar fundo e recuperar o prejuízo. As médias de velocidade impostas pela organização estavam bem justas e fizeram com que a disputa ficasse ainda mais acirrada. E mais uma vez o resultado foi uma questão de ‘quem errou menos’. E finalmente o sábado, 18; o dia que definiu os campeões. A largada aconteceu às 7h30, em Rio Negrinho. Expressões de alegria, tensão e concentração predominavam nos rostos dos off-roaders. Para os que brigavam pelo título, aquelas últimas sete horas de prova eram essenciais, os momentos finais para recuperar pontos. O tempo colaborou, sem chuva e céu parcialmente aberto (até mesmo o Sol apareceu), foram 180 quilômetros até o pórtico de chegada, na Arena Jaraguá, em Jaraguá do Sul. Plantações de eucaliptos, pinus e bananais foram os cenários do dia. Estradões que variavam de piso cascalhado, mais seco, a terreno liso e travessias de rios. E no fim… No final, o sentimento de superação e felicidade estava nítido nos olhos de cada dupla. Para muitos, terminar o Rally Transcatarina foi a melhor experiência de todas. Mas vencer tem um sabor ainda mais especial. Os campeões na categoria Máster foram Rone Branco e Enedir Silva, seguidos por Flávio Kath e Rafain Walendowsky, em segundo lugar, e Acyr Hideki e Renan Medeiros em terceiro. Na Graduado, os vencedores foram Júlio César Bonotto e Deividi Nardi, com Victor Pudell e Caio Boscollo, na segunda colocação, e Denis Lutke e Márcio Pilz na terceira posição. Pela Turismo, os que deram um ‘baile’ nas trilhas e ocuparam os mais altos lugares do pódio foram Orli Katzer e Gustavo Katzer em primeiro, Alan Gratt e Michael Masson em segundo, e Renato de Almeida e André Lenger em terceiro. Para encerrar, na categoria Jeep, Kassiano Kerber e Francisco Sette roubaram a cena e foram os vencedores, Aroldo Nery e Fábio Zagonel obtiveram o segundo lugar e Guilherme Melere e Felipe Fuentefria ficaram na terceira posição. Classificação Geral do 7º Rally Transcatarina Resultado completo em www.transcatarina.com.br Categoria Máster 1° Rone Branco e Enedir Silva Júnior, 175 pontos 2° Flávio Kath e Rafain Walendowski, 175 pontos 3° Acyr Hideki e Renan Medeiros, 155 pontos 4° Oscar Schmidt e Gustavo Schmidt, 155 pontos 5° Elvis Bonatti e Carlos Brandenburgo, 147 pontos Categoria Graduado 1° Júlio César Bonotto e Deividi Nardi, 161 pontos 2° Victor Pudell e Caio Boscollo, 151 pontos 3° Denis Lutke e Márcio Pilz, 143 pontos 4° Ednilso Borguezani e Joel Kravtchenko, 133 pontos 5° Raniero Laghi e Volnei da Silva, 131 pontos Categoria Turismo 1° Orli Katzer e Gustavo Katzer, 154 pontos 2° Alan Gratt e Michael Masson, 154 pontos 3° Renato de Almeida e André Lenger, 145 pontos 4° Luís Redlich e Marco Redlich, 140 pontos 5° Sérgio Ricci e Augusto Zimmerman, 137 pontos Categoria Jeep 1° Kassiano Kerber e Francisco Sette, 183 pontos 2° Aroldo Nery e Fábio Zagonel, 183 pontos 3° Guilherme

Jipes Troller Racing chamam atenção em Tatuí, SP

Jipes Troller Racing chamam atenção em Tatuí, SP Fotos Divulgação Os moradores de Tatuí (SP) e região que passaram pela cidade no último final de semana, conheceram de perto as máquinas da Equipe Troller Racing/Território Motorsport que disputarão o Rally dos Sertões, a partir do dia 1º de agosto. Os Trollers T4 das duplas Edu Piano/Solon Mendes e Rafael Cassol/Lélio Jr ficaram expostos na Praça da Matriz, no Centro da cidade. “Já realizamos essa ação em anos anteriores, em parceria com a Prefeitura Municipal de Tatuí, e foi um sucesso. É interessante ver a reação das pessoas ao conhecer pela primeira vez um carro de rali, todos querem saber detalhes, tirar fotos e nos desejar sorte. E esta troca com o público é muito bem-vinda para a equipe, ainda mais que estamos a poucos dias da prova”, explica Edu Piano, morador da cidade e piloto heptacampeão (seis títulos nos Caminhões e um na geral nos Carros) do Rally dos Sertões, que segue para a 20ª participação consecutiva. Piano e parte da equipe receberam o público na praça que é considerada um dos pontos turísticos da cidade e tem mais de 100 anos de construção. Como são de outros estados e devido à proximidade da largada, os demais competidores não puderam participar da ação, uma vez que o navegador Solon Mendes é de Fortaleza (CE), o piloto Rafael Cassol de Rio Verde (GO) e o navegador Lélio Jr de Goiânia (GO). A equipe tatuiana, que é o time oficial da Troller, foi campeã da maior prova off-road do país, em 2012, pela categoria Production T2, e nesta edição terá essa formação inédita com Piano/Mendes e a dupla goiana Cassol/Lélio. Os veteranos Piano e Mendes conquistaram seis títulos nos Caminhões em 2007, 2008, 2009, 2011, 2013 e 2014, mas como a categoria foi extinta neste ano, eles voltam para os Carros, a bordo do novo Troller T4. Rally dos Sertões 2015 – A 23ª edição começa no dia 1º de agosto com o Prólogo (que define a ordem de largada para prova) no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO) e termina pela primeira vez, na Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR). A primeira etapa terá como destino a cidade de Rio Verde (GO), depois Itumbiara (GO), São Simão (GO), Três Lagoas (MS), Euclides da Cunha Paulista (SP) e Umuarama (PR) até terminar em Foz do Iguaçu, no dia 8. O percurso total será de 2.917 quilômetros, dos quais 1.487 quilômetros de Especiais (trechos cronometrados). Participaram da prova as categorias Motos, Quadriciclos, UTV´s e Carros.

Suzuki promove ação voltada para cães

Suzuki promove ação voltada para cães Fotos Divulgação No dia 18 de julho, a Suzuki vai participar do Festival de Inverno de Campos do Jordão, com passeios pelas trilhas da região. O evento promoverá ainda ações voltadas para a adoção de cães e arrecadação de ração, em parceria com o Move Institute. Pelo terceiro ano consecutivo, a Suzuki Veículos do Brasil marca presença no tradicional Festival de Inverno de Campos do Jordão (SP), que está na 46ª edição. Além de um espaço montado na Vila Capivari, a marca japonesa preparou um Jimny Day Especial, passeio off-road exclusivo para os proprietários do modelo Jimny, no dia 18/07. Dessa vez a taxa de inscrição será diferente: além de dois cobertores novos, os participantes doarão 1 kg de ração canina, que será entregue ao Move Institute, entidade voltada para a proteção animal. A festa de encerramento terá apresentação de uma banda de rock e food trucks. “Fizemos essa parceria com o Move Institute porque achamos que nossos clientes iriam se identificar. Muitos deles têm cachorros e inclusive os levam para as provas. Assim que conhecemos o projeto do Move, que realiza um trabalho sério e profissional, logo abraçamos a causa. Para chamar a atenção e ajudar na divulgação, faremos distribuição de adesivos ‘Adote não compre’ e teremos um inflável de cachorro no lounge”, conta Vanessa Massaro, gerente de marketing da Suzuki. Outra novidade é que o Jimny Day Especial será dividido em dois grupos, que farão duas trilhas diferentes: uma seguirá para o Pico do Itapeva, com 29 km, passando por estradas de terra, trilhas fechadas, subida de montanha, zigue-zagues em descidas estreitas, até a chegada ao neutro, em um pesqueiro. Grande parte do percurso será em 4×4 reduzida, com muita diversão e paisagens belíssimas. A outra turma seguirá rumo a Pedra do Baú e percorrerá 38 km, passando por fazendas, mata fechada, subidas íngremes e muita erosão. E para os mais radicais, haverá a opção de um trecho Extreme. O Jimny Day é a opção perfeita para quem gosta de passeios outdoor, de apreciar a natureza e conhecer novos lugares ao lado da família e amigos, desfrutando de todos os recursos que o jipe oferece. Sobre o Move Institute O Move Institute é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2009 com o objetivo de atuar em diversas questões relacionadas à causa animal e em especial problemas do convívio entre humanos e animais, tais como: venda, maus tratos, abandono, confinamento e exploração. O trabalho é focado na disseminação de informação, formação de opinião e pensamento crítico, e na transformação de hábitos. “Acreditamos que a parceria com a Suzuki é muito importante para podermos ampliar a discussão sobre temas relacionados a causa animal. É urgente que o empresariado apoie iniciativas promovidas pelo terceiro setor voltado aos animais. O evento será uma ótima oportunidade de difundirmos a importância da adoção de animais e ainda arrecadarmos ração, que será distribuída entre abrigos que apoiamos. Vale ressaltar que hoje o Brasil possui mais de 30 milhões de animais abandonados, muitos passam suas vidas nas ruas à espera de um lar”, destaca Adriana Pierin, Presidente do Move Institute (www.moveinstitute.org). Calendário 2015 Jimny Day 07/03/15 – Guararema (SP) 13/06/15 – Minas Gerais 18/07/15 – Campos do Jordão (SP) 31/10/15 – Região Nordeste 21/11/15 – São Paulo

Suzuki Track Day conta com presença de pilotos famosos

O sábado foi de muita diversão e adrenalina para os clientes da Suzuki que foram ao Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu, para terem experiências únicas com seus carros na pista. Além do Track Day – prova de regularidade – a segunda etapa do evento contou também com as presenças ilustres dos pilotos Luiz Razia – embaixador do Swift Sport no Brasil -, o tricampeão da Stock Car, Chico Serra e o ex-F-1 Wilson Fittipaldi Jr, que além de dar dicas de pilotagem levaram os clientes para volta rápida. A Suzuki também realizou o curso off-road para proprietários do Jimny, o SUV compacto da marca. O curso teve todas as vagas preenchidas na primeira semana de inscrição. O ex-F1, Wilson Fittipaldi Jr. adorou o retorno as pistas. A ultima vez que pilotou num autódromo foi há seis anos, na GT3. “Dei umas 20 voltas e foi muito bom, ativa a cabeça. A gente tem o arquivo no cérebro e de repente, tudo volta. É um super evento, o autódromo é fantástico e a impressão dos clientes foi magnifica. Acho o Track Day importante, pois consegue convencer da qualidade, desempenho do motor, estabilidade do carro”, elogiou. Chico Serra também aprovou a experiência. “Super legal, clima família. Essa competição do Track Day, por ser regularidade é bacana, pois não existe aquela disputa acirrada, é cada um na sua. O pessoal que levei para volta rápida adorou, acham uma experiência diferente, ficam impressionados como o carro faz curva. A Suzuki está de parabéns, a experiência foi ótima”. Luiz Razia, embaixador do Swift Sport no Brasil e que vem trabalhando para a marca em seus eventos falou da satisfação em ver as reações dos clientes. “O Swift Sport é sinônimo de esportividade e o Suzuki Track Day proporciona uma oportunidade única dos clientes pilotarem na pista. Para mim é muito prazeroso poder dar dicas e ver essa satisfação e emoção, o ambiente é muito bom e é para isso que estamos aqui para agradar a todos”, disse. Suzuki Track Day O Suzuki Track Day, prova de regularidade destinada aos proprietários de carros da marca, foi dividido em dois grupos. Um exclusivo para o Swift Sport e outro para os veículos Grand Vitara, SX4 e S-Cross. O vencedor do grupo Swift Sport foi Luiz Gustavo Segolin, de Atibaia (SP). “Tenho alguma experiência em Track Day, não de Swift Sport. Aqui foi a primeira vez, prova organizada, excelente qualidade. Curto velocidade, meu pai vem do meio automobilístico. Foi muito bom”, comemorou. Na outra categoria, a vitória foi da dupla Maurício Artacho/Bruno Artacho, pai e filho que correram com o S-Cross, mais novo lançamento da marca e único S-Cross da prova. “Participamos a primeira vez na primeira etapa, em março, apanhamos bastante na primeira bateria, mas na segunda melhoramos um pouco. Voltamos hoje sabendo um pouco mais. Nós e gostamos muito do evento, que nos proporcionou conhecer mais do carro. Por exemplo, não tinha experimentado o cambio borboleta e o modo esporte, e aqui na pista fizemos isso. É outro carro e a gente vai melhorando cada vez mais. Gostamos muito e vamos voltar”, disse. As provas são disputadas em duas baterias com duração de 20 minutos cada. Para vencer, é preciso percorrer cada trecho do circuito no tempo e velocidade mais próximos ao que for estipulado na planilha de navegação. A prova pode ser feita individualmente ou em dupla (piloto e navegador) e para a classificação é considerado o menor número de pontos perdidos na soma das cinco melhores voltas. Volta Rapida e Drive Test A volta rápida com os pilotos e drive test com os veículos da marca foi muito elogiada pelos clientes. O casal Luiz Schedel e Carla Fernandes de São Paulo, falou da experiência. “Sou irmã de um proprietário do Swift Sport R e ele me trouxe para conhecer o evento, pois estamos interessados em comprar um esportivo. Achamos fantástico, com um apoio excelente do pessoal da Suzuki. Na maioria das vezes compramos um carro e depois ficamos desamparados, mas aqui percebemos que a Suzuki tem uma preocupação com a gente. Sentimos suporte e carinho”, disse Carla “Esse negócio de testar o carro na pista é muito legal, pois nos permite explorar os recursos, ainda mais um esportivo, nada melhor do que andar num autódromo, numa situação critica, coisa que na rua não teríamos a noção exata do que o carro proporciona, como controle de tração, freios, segurança. Foi excelente, a marca nos conquistou”, completou Luiz. Fabio Lucato, que gosta de esportes radicais ” mas sem velocidade”, não resistiu e foi dar um volta rápida com Chico Serra. “Gosto de esportes radicais, Pratico escalada, surf e corro na categoria Extreme da Suzuki. Vim para fazer o curso off- road, pois tenho um Jimny, que comprei em 2013 e para mim está de bom tamanho, mas aproveitei que tinham esses pilotos famosos fazendo volta rápida para experimentar. Fui com o Chico Serra e adorei, pura adrenalina”. Curso Off Road A Suzuki realizou pela segunda vez o curso off-road, destinado a proprietários de Jimny. O curso, que compreende aula teórica e prática, teve lotação esgotada e foi ministrado por profissionais da Suzuki. Após a aula teórica, os alunos seguiram para uma pista com vários tipos de obstáculos para por em prática o que aprenderam na teoria. José Roberto Paschoa aprovou a iniciativa. “Tenho Jimny desde outubro e aproveito os eventos da Suzuki para aprender de forma segura com o pessoal da marca. O curso é muito bom e a trilhamelhor ainda, com características que permite ao usuário por em pratica todos os fundamentos dados na teoria. Me aposentei em 2013, me deu aquela sensação de liberdade e comprei um jipe para me sentir mais livre ainda. É um carro divertido e simpático. Eu e minha mulher já estamos com os filhos criados e adoramos viajar. Por isso, quis fazer o curso para me sentir mais seguro durante as viagens”, contou. Gustavo Vilar, também gosta de aventuras. “Comprei um Jimny em dezembro para sair para

Copa Troller realiza rali com 100 jipes em Santa Catarina

A Copa Troller, campeonato de rali regularidade promovido há 13 anos pela marca, realiza neste sábado (27/6) a terceira etapa Sudeste em Santa Catarina. Mais de 100 participantes já estão inscritos para a prova que será disputada na região de Brusque e Guabiraba, locais conhecidos por sua tradição em provas de rali. A categoria Passeio vai levar os participantes para a trilha da Cristalina e proporcionar um percurso com belos visuais e desafios off-road. “A região onde vamos realizar a Copa Troller é muito conhecida pelos apaixonados pelo off-road e terá muita lama devido as chuvas que vem caindo nos últimos dias. Também teremos uma equipe especializada para dar todas as dicas para o pessoal da categoria Passeio utilizar todos os recursos do veículo”, explica Ricardo Menezes, diretor de provas da modalidade. As inscrições para a prova ainda estão abertas e devem ser feitas no site www.troller.com.br. Os briefings com informações sobre a prova e a adesivagem dos veículos serão realizados no hotel Monthez, localizado na Rodovia Antônio Heil, 370, Km 29. A cobertura em tempo real da prova pode ser acompanhada no Facebook no endereço www.facebook.com.br/trollerbrasil.

Land Rover cria Defender para comemorar 2 milhões de modelos produzidos

Land Rover cria Defender para comemorar 2 milhões do modelo Fotos Divulgação A Land Rover anunciou a produção do Defender de número 2 milhões na fábrica de Solihull, no Reino Unido. Para celebrar essa marca histórica, um exemplar único do modelo está sendo produzido com a participação do aventureiro mundialmente renomado, Bear Grylls e de um time de pessoas que fazem parte da história do Defender. O Defender de número 2 milhões mostra todo o legado e a história de um dos grandes ícones da indústria automotiva mundial. O veículo é produzido na fábrica de Solihull desde 1948 e simboliza todo o DNA de aventura e capacidade em todos os tipos de terreno que a Land Rover traz até os dias de hoje. No próximo mês de dezembro, os colecionadores e fãs do Defender terão a oportunidade de comprar esse exemplar único do veículo e um pedaço importante da história da Land Rover, em um leilão que será promovido na mundialmente conhecida Casa Bonhams. Todo o valor arrecadado com a venda do Defender de número 2 milhões será doado para a Federação Internacional da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho e a Fundação Born Free, instituições de ajuda humanitária e ambiental que já são parceiras da Land Rover globalmente. No último mês de Maio, um time de fãs de longa data do Defender foi reunido na fábrica da Land Rover em Solihull, para auxiliar na produção do modelo de número 2 milhões. Liderado pelo aventureiro mundialmente famoso Bear Grylls, o time foi formado por nomes como Roger Crathorne, conhecido como “Mr. Land Rover”, engenheiro que participou do projeto do primeiro Land Rover Serie 1, modelo que deu origem ao atual Defender. A unidade de número 2 milhões do Defender será apresentada pela primeira vez ao público durante a edição 2015 do Festival de Velocidade de Goodwood, que começa na próxima quinta-feira, 25. O modelo também será exibido em uma série de outros eventos no decorrer de 2015, antes de ser leiloado em um evento que será promovido no dia 16 de Dezembro, na Casa Bonhams, em Londres.

Expedição Bragança – Transamazônica – Macapá

Texto e Fotos Felipe de Aviz Batista No extremo norte do Brasil, um pedaço da floresta amazônica na porção nordeste do Pará e sudoeste do Amapá se apresentou como terreno para mais um desafio à turma do Jeep Clube de Bragança. E, foi pra lá que seguimos embarcados em seis jipes fora de linha, entre os dias 1 e 12 de maio, num percurso por vias federais, estaduais e vicinais tomadas por buracos, erosões, atoleiros e facões, cumprindo mais de dois mil quilômetros para viver a mais longa expedição da Turma: “A Expedição Bragança-Transamazônica-Macapá”. Acompanhamos alguns dos momentos decisivos da transformação do cenário amazônico com a construção de hidroelétricas, estradas, além de conhecer a rotina de povos amazônicos, operários e militares naquela região. Com apoio da Rede de Postos Rodoterra em Bragança, jipes tomados por reservas de peças, parafusos e fluidos, além de pás, facas, cintas, cordas, hi-lift, engraxadeira, esteira, solda, esmerilhadeira, prancha, barraca de teto e de camping, reservatório de água; a turma partiu de Bragança-Pará e enveredou pela BR-308 até o km 100, em Santa Maria do Pará onde tomamos a BR-010 até chegar no município de Mãe-do-rio, lá tomamos rodovias estaduais até a cidade de Acará e mais tarde Baião. Dali seguimos por vicinais por entre a mata fechada até chegar em Breu Branco [2º dia]. Até aí a aventura ficava por conta dos buracos gigantescos que empossavam água revelando um dos primeiros desafios a nossa frente, que ainda se somava a um emaranhado de vicinais que exigiam atenção redobrada do comando do comboio para não deixar ninguém se perder. Ainda nessa etapa surgiam os primeiros problemas: a quebra do suporte do amortecedor do Bandeirante do Alexandre e a quebra do rolamento de centro do cardã da Hilux do amigo Gilberto. Problemas que precisaram de uma boa e velha gambiarra com uso de bambú, além de esperar até chegarmos em Breu Branco para execução de reparo. No translado enfadonho, entre bruracos e a exigência de reparos na bomba injetora da Hilux do amigo Gilberto [3º dia], o comboio seguiu comendo carne assada no cofre do motor, passando pelas cidades de Tucuruí, Novo Repartimento, Pacajá, Anapú, Altamira, Brasil Novo, Uruará, onde as boas impressões ficavam por conta das belas paisagens, a fauna exuberante às margens das estradas e a engenharia de transformação de morros e serras esculpidas pelo homem com uso de dinamites. Pela Transuruará [6º dia] a turma se aventurava tracionada em 4×4, em companhia de incrédulos, no trecho mais difícil de toda a expedição cumprindo mais de 200km de atoleiros, facões, erosões e alagados, que exigiram esforço do comboio nas tarefas de desatolamento dos jipes. Na chegada a cidade Santarém [7º dia] começava um pit-stop em companhia de valorosos amigos do Jeep Clube Tapajós, tanto para a manutenção de todos os jipes quanto para um tour pela cidade que abriga uma das mais exóticas e belas praias do mundo: Alter do Chão [8º dia]. Na retomada da expedição, dávamos início a uma travessia de balsa pelo rio amazonas para continuar o trajeto por vias de chão batido tomadas por buracos e áreas alagadas até a cidade de Monte Alegre [9º dia]. Em Prainha, à espera de mais uma balsa rumo a Laranjal do Jari, a turma se debruçava sobre uma grande tarefa: [10º dia] a troca de anéis de segmento do motor da Hilux do amigo Gilberto ainda na fila de embarque durante a madrugada. Já no Estado do Amapá, a caminho de Laranjal do Jari [11º dia], mais um problema era posto ao comboio: a quebra do semi-eixo traseiro do Bandeirante do amigo Alexandre. Dali, o jipe seguiu com apenas três rodas e um tronco de madeira no lugar da quarta roda por cerca de 10km. Por sorte, mesmo a noite ainda contamos com um caminhão plataforma que passava por ali; daí então, o jipe avariado chegava a cidade carregado. Lá a sorte mais uma vez se mantinha conosco, pois, pudemos contar com oficinas especializadas em reparos desse tipo de peça, permitindo a continuidade da expedição por vias de chão batido e estradas cheias de buracos sem mais problemas até chegarmos em Macapá no décimo segundo dia com recepção dos valorosos companheiros do Jeep Clube de Macapá. Anotações de viagem 1º dia – pernoite em baião 2º dia – começa a aventura por vias de chão batido, tomada por águas e buracos, num percurso entre baião e breu, e um emaranhado de vicinais que exigiam atenção redobrada do comando do comboio. Aqui surgia o primeiro problema, a quebra do suporte do amortecedor do bandeirante do Alexandre, que precisou esperar até chegarmos em breu para execução de reparo. visita ao lago de tucuruí em breu branco + tucuruí: ( O carro do Gilberto quebrou o rolamento de centro do cardan ainda na estrada que liga Baião ao Breu. O problema foi resolvido em Breu Branco.) e tarde visita a monumental hidroelétrica de tucuruí 3º dia – novo repartimento: reparo da bomba injetora na hilux do gilberto; no morro/ladeira/serra da moça a engenhearia de construção com uso de dinamite da estrada impressionava. Trechos q só 4×4 passava. Em medicilândia rompeu o amortecedor da band do xande; 0trecho enfadonho de breu branco até uruaŕa. Buraco e trânsito de veículos pesados. a fauna às margens da estrada exuberante umidade A presença da força nacional é constante A travessia do rio de 180m de profundidade perto de belo monte Fome: assamos carne no motor da band do werismar. Ficou mais de 100km enrrolada em papel aluminio 4º dia – passagem pelas obras de belo monte em altamira 6º dia – rumo a uruará os caminhos foram pela transuruará, num percurso aproximado de 240kma etapa mais difícil do percurso. Atoleiro, facões, erosões, . Branquinho atolou aqui. Todo o percurso foi feito 4×4 7º e 8º dia – santarém. Parada para manutenção das viaturas e passeio em alter do chão 9º dia – monte alegre. Travessia de balsa pelo rio amazonas 10º dia – prainha. À espera de mais uma balsa,

90 jipes na Copa Troller em Curitiba

A Troller realizou no último final de semana a segunda etapa do calendário Sudeste, em Curitiba, no Paraná. O rali reuniu 90 carros em uma competição com muita disputa e desafios para os participantes profissionais e amadores que participam do mais democrático torneio de automobilismo no País. A prova foi realizada nas regiões de Campo Largo, Campo Magro e Almirante de Tamandaré, próximo a Curitiba, área marca por travessias de rios, com muito atoleiros e trechos alagados, mesmo num dia de sol no sábado passado. Além do rali, as equipes, subdividas entre profissionais ou simplesmente duplas amadoras em busca de diversão, tiveram um atrativo a mais: um concurso para os participantes nas mídias sociais para destacar as fotos mais curtidas feitas durante a prova de Curitiba. “Esta segunda etapa da Copa Sudeste foi muito competitiva, onde as situações off-road criaram um clima muito especial. Os participantes autônomos e pilotos profissionais elogiaram as trilhas e promoveram uma grande festa que é a Copa Troller”, diz Carla Freire, da área de Marketing da Troller. Vitoriosos Na categoria Master, a dupla Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowky, de Blumenau, foi a vencedora. Na modalidade Turismo, Reginaldo Cardoso e Maurício Barros, de Sorocaba, foram os vitoriosos. Na categoria Expedition, Marcos Giannoni e Renata Oliveira ficaram com a vitória. Nas demais categorias, Turismo e Passeio, não são computados pontos. As fotos e toda a cobertura da etapa Curitiba estão disponíveis na página da Troller no Facebook, no endereço www.facebook.com/trollerbrasil ou acessando o site www.troller.com.br. A próxima etapa da Copa Troller Sudeste será na cidade de Brusque, em Santa Catarina, no dia 27 de junho.

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