Vem aí a Fenajeep, a maior festa jipeira do Brasil – 3 a 7 de Junho – Brusque, SC

Vem aí a Fenajeep, a maior festa jipeira do Brasil – 3 a 7 de Junho – Brusque, SC! Participe desse grande evento! A maior festa off-road da América Latina está chegando, e a arrancada foi dada na noite desta segunda-feira, 04 de maio. A FENAJEEP 2015 acontecerá de 03 a 07 de junho, em Brusque – Santa Catarina, e como já é tradição, cerca de um mês antes, convidados e imprensa prestigiaram o evento do Lançamento oficial da festa. Para recebê-los no Pavilhão da Fenarreco, algumas surpresas foram preparadas na grande noite, mostrando o que vem por aí, na 22ª edição da Festa Nacional do Jeep. “Para fazer desta a maior e melhor FENAJEEP, teremos pela primeira vez um veículo da marca Jeep, exposto no evento. O Renegade vai estar na FENAJEEP e para nós, isso é motivo de muito orgulho”, conta o vice-presidente do Brusque Jeep Clube, Roberto Wilke, cuja diretoria é responsável pela organização da festa. A novidade trazida pela Jeep do Brasil no lançamento, estará junto de outros nomes de peso como a marca Troller no Salão Off-road, e outros oitenta expositores. As “máquinas” atraíram todos os olhares do público presente, comprovando que a FENAJEEP não é feita apenas de emocionantes provas. Os negócios são outro ponto alto e o público que prestigiar o evento este ano, vai se surpreender. Além da diretoria do Brusque Jeep Clube e Comissão organizadora, participaram da solenidade autoridades municipais, estaduais, civis e militares, além de representantes de diversos clubes jipeiros da região e patrocinadores. Entre eles, o Deputado estadual, Jean Kuhlmann, Jean Pirola, presidente do Legislativo brusquense, e o vice-prefeito de Guabiruba, Valmir Zirke, que enfatizaram a importância do Jeep Clube para os municípios, atuando em momentos de catástrofes, auxiliando sempre que possível a população. Representando a administração municipal, o Secretário Municipal de Turismo, José Luiz Cunha, falou a importância do evento para o turismo de Brusque e do estado. Além de cumprimentar a comissão organizadora por ter uma grande participação de mulheres, num evento deste porte. Já o presidente do Brusque Jeep Clube, Carlos Cane, ressaltou que além de impulsionar a econômica, o que prevalece no evento é o espírito esportivo e a oportunidade de fazer novas amizades “O importante é buscar a vitória, superando os próprios limites e respeitando sempre o adversário. Sabendo que não importa se venceu ou se foi derrotado. O que vale realmente é a confraternização”, concluiu. Durante os cinco dias de festa, a expectativa dos organizadores (Brusque Jeep Clube) é de que cerca de 150 mil pessoas passem pelo evento. Mais de 650 veículos devem participar das provas que farão o público delirar com o ronco dos motores. Na arena onde acontecem as provas indoor, saltos e capotas estão garantidos com o jeep e gaiola cross, além da novidade deste ano, a disputa de quadriciclos. Já a Trilha Radical, o Passeio Expedition e o Rally de regularidade garantem belas paisagens e momentos eletrizantes. Além disso, a tradicional jipeata (passeio pela cidade) e um desafio especial serão realizados. “Fazemos tudo isso, porque é algo realmente gratificante”, fala o presidente do Brusque Jeep Clube, Carlos Cane. Atrações Rally de regularidade: Prova em que os pilotos percorrem pistas mistas (estradas e trilhas) pela região, obedecendo uma planilha e apreciando belíssimas paisagens. Vence quem perder menos pontos. Disputas Indoor: Provas de desafio contra o relógio. As habilidades dos pilotos e resistência dos veículos em gaiolas, jeeps e quadriciclos são testadas em uma pista com aproximadamente 750 metros, montada especialmente para o evento. Desafio Extreme: Prova especial para superação de obstáculos de grau leve, médio e pesado. Ganha quem fizer o percurso em menor tempo, com menos pontos perdidos. Salão Off-road: Um dos mais importantes salões do setor, expõe novidades e artigos das principais empresas 4×4 do mundo. Além disso, o espaço vai contar com exposição de veículos militares e/ou preparados para o off-road. Passeio Radical: Passeio para veículos 4×4 preparados para trilha pesada. No caminho, os participantes vão encontrar muitos “atoleiros”, erosões e subidas íngremes. É para quem gosta de lama e adrenalina. Passeio Expedition: Passeio por estradas secundárias e trilhas leves. Pode participar qualquer veículo 4×4, com pneu apropriado. Sem os radicalismos de uma trilha pesada, é indicado para toda família, inclusive crianças. Um espetáculo ótimo para apreciar a natureza. Como tudo começou Aventura, lama e adrenalina no sangue. Foi esta receita, que em abril de 1991 levou um grupo de amigos (admiradores da natureza) a bordo do seu melhor companheiro, para um passeio até o “Faxinal do Bepe”. Uma trilha encantadora de 110 km, no interior de Santa Catarina. Mas, o que era para ser algo rotineiro foi repleto de tantas emoções, que esta oportunidade única originou algo muito maior. Após o passeio, o grupo decidiu fundar um clube. Pouco tempo depois, no dia 4 de agosto, Vilmar Walendowsky, Humberto Rezini, Udo Cerpa, Alberto Granville, Sílvio Vargas, Altair Lauritzen e José de Oliveira, tiraram a ideia do papel e criaram oficialmente o “Brusque Jeep Clube”. Mais de duas décadas se passaram desde que esta chama foi acesa, mas até hoje a essência continua a mesma. Com mais de 50 titulares e aproximadamente 200 (duzentos) participantes, entre familiares e amigos, a filosofia ainda é a união, o companheirismo e o respeito à natureza. A entidade é familiar… “temos equipes formadas de filhos, esposa, netos e até mesmos avôs. E o clube foi montado para fazer passeios, na realidade era apenas um grupo”, relembra um dos integrantes Ivo Heinig Júnior. A FENAJEEP começou com apenas dois dias de festa, com o Raid acontecendo no sábado e depois os mesmos jeeps que participavam da prova, faziam a corrida em um pista, sem estrutura alguma. Mas, quem visita a festa não imagina a preparação que existe por trás de um evento deste porte. “Quando termina uma edição, fizemos a avaliação, os balanços e já começamos a esquematizar e verificar tudo aquilo que não estava a contento, para mudar, para que a próxima seja ainda melhor. Em outubro, novembro já

Copa Troller 2015 começa com 130 Jipes

A Troller dá início à temporada do Campeonato Sudeste com 130 equipes inscritas no rali de regularidade mais empolgante do País. A Copa Troller começa o ano com força total na região de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, em São Paulo. É grande a expectativa nas cinco categorias da prova: Master, Graduados, Turismo, Expedition e Passeio, esta última destinada a iniciantes sem pontuação. O grande número de inscritos vai proporcionar um grid espetacular, pouco visto em competições nacionais. O rali é exclusivo para utilitários Troller e a prova terá quatro horas de duração num percurso especialmente desenhado para explorar as características off-road do modelo. Escolhida pela terceira vez para sediar a competição, a cidade de Guaratinguetá conta com belos cenários para proporcionar muitas emoções. Para os competidores das categorias Master, Graduados e Turismo foi preparado um circuito off-road fechado com alto nível de competitividade. A Expedition também tem um grande nível de dificuldade e os pilotos e navegadores precisarão de muita habilidade para enfrentar trechos de serra e diversos tipos de piso e obstáculos. A Passeio levará os competidores a trilhar belíssimas estradas na região de Lorena, Cunha e da cidade histórica de São Luiz do Paraitinga, conhecida por seu tradicional centro de estilo colonial, tombado como patrimônio cultural nacional. “Este ano a Copa Troller será muito especial e vamos começar com uma prova surpreendente no Vale do Paraíba. Teremos excelentes trilhas fora de estrada e conseguimos criar um percurso muito radical para todas as categorias. Também preparamos modificações na categoria Expedition, a pedido dos participantes, elevando o grau de dificuldade e competitividade. Temos certeza que vai agradar a todos os participantes deste rali”, diz Weidner Moreira, diretor das provas. As informações sobre o percurso e as planilhas de navegação serão apresentadas hoje (10/04) no Hotel e Golf 500, localizado na Rodovia Presidente Dutra, nº 760, na altura do km 60, a partir das 20h00. A largada será em frente ao hotel, no sábado, às 8h00, e a festa de premiação no mesmo local, a partir das 13h45. As inscrições para a prova ainda estão abertas e podem ser feitas no site www.troller.com.br.

Jipeiros invadem Chapada Diamantina na Semana Santa

Expedição organizada pelo Bahia Expedition vai passar por cidades como Lençois, Andaraí, Mucugê e Igatu Texto e Fotos: Marcelo Barros A Semana Santa vai ser agitada, repleta de aventuras, contato com a natureza e muita tração nas quatro rodas para um grupo de 23 jipeiros que saem de Salvador com destino à Chapada Diamantina. A expedição de três dias, organizada pelo grupo Bahia Expedition, uma verdadeira família off road fundada em 2010 e composta atualmente por cerca de 130 associados, começa na próxima Sexta-Feira Santa (03), na famosa Trilha do Roncador, um trecho de aproximadamente 30 quilômetros entre os municípios de Andarái e Lençóis formado por belas cachoeiras, rios, trechos arenosos e muita pedra. O evento também vai comemorar o Dia do Jipeiro, celebrado no sábado (04). A trilha só pode ser feita por veículos 4×4. Dois comboios vão sair de Salvador em dias alternados: o primeiro já nesta quinta-feira (02) e o segundo na sexta-feira (03), sempre às 6h. Vão participar jipeiros que possuem diferentes modelos de veículos, a exemplo de Trollers, TR4s, Trackers, Jimmys e camionetes. Além da Trilha do Roncador, a aventura vai passar por cenários paradisíacos em Mucugê e Igatu. A primeira expedição à Chapada organizada pelo Bahia Expedition aconteceu em 2013. O grupo também já promoveu diversos outros passeios por cenários belíssimos como Itacaré, Barra de Sirinhaém, toda a Linha Verde e até mesmo fora da Bahia, a exemplo da Serra de Itabaiana e Praia do Saco, em Sergipe, além do trecho litorâneo de Alagoas. “Qualquer pessoa que tenha um veículo 4×4 e que respeite a vida e a natureza pode participar do grupo e de nossas aventuras, mesmo quem esteja começando agora no esporte. Nosso espírito é sempre o da solidariedade e da união”, afirmou o presidente do Bahia Expedition, Marcelo Barros. Ele frisou que uma das regras é dirigir com segurança e preservando o meio ambiente. “Quem pratica o 4×4 precisa, além dos itens normais de segurança e dirigir sempre sóbrio, de equipamentos básicos, como cintas, manilhas e kit de primeiros socorros. Também orientamos nossos membros a preservarem a natureza, nunca desmatando para fazer trilha ou jogando lixo em locais impróprios”. O Bahia Expedition possui uma página na internet, que está em desenvolvimento, no endereço www.bahiaexpedition4x4.com.br. Há ainda uma comunidade no Faceboook. Além disso, as trilhas e passeios são agendados via grupo de Whatsapp. O grupo também desenvolve trabalhos sociais. Na Chapada Diamantina, por exemplo, serão distribuídos brinquedos e roupas a comunidades carentes.

Javali, o jipe que nasceu de um trator…

Texto e fotos: James Garcia O Var (Veículo para Aplicação Rural) Javali, foi projetado e construído pela CBT – Companhia Brasileira de Tratores, uma empresa de São Carlos (interior paulista) que já vinha fabricando tratores há mais de 25 anos, quando deu início ao projeto de seu jipe. Percebendo a grande demanda no segmento rural – o mesmo que já se utilizava dos tratores e implementos agrícolas a CBT resolve fabricar o seu próprio utilitário, que viria a ser uma espécie de complemento auxiliar ao trabalho dos tratores. Nasce então o Javali, sob o signo da simplicidade e versatilidade. Segundo entrevista dada à revista 4×4 & Pick-Up na época do lançamento do veículo, o engenheiro Ove Schirm – responsável pelo desenvolvimento do projeto idealizado por Mário Pereira Lopes, presidente da empresa “o Javali tem como diretriz de projeto, o máximo possível de simplicidade. Procuramos sempre mantê-lo dentro dos conceitos originais de um autêntico jipe. É um utilitário de volta às origens, sem nenhuma sofisticação”. A maior meta da CBT em relação ao Javali, era oferecer um carro de trabalho, simples e muito barato. Os cálculos do fabricante apontavam um preço similar ao de um Chevette, o carro mais barato do Brasil na época. Nascimento oportuno O nascimento do Javali , em 1988 aconteceu em um momento oportuno, pois há cinco anos a Ford havia encerrado a produção do CJ-5. Com isso o Javali passou a disputar o mercado junto com o Engesa E-4 e o Toyota Bandeirante O projeto surgiu no final de setembro de 1985, e o primeiro protótipo surge em janeiro de 1986. A partir do primeiro carro, são construídos outros dez carros, até que a CBT chegasse a finalização do modelo no final de 1988, quando o Javali foi lançado no Salão do Automóvel de São Paulo. A impressão de quem vê pela primeira vez a carroceria do Javali, feita em chapa de aço com desenho “quadradão”, estepe pendurado na lateral e grande e fraca grade dianteira nem sempre é das melhores. Mas a idéia da CBT não era privilegiar o design e sim a funcionalidade. O estepe foi instalado na parte lateral, para que a porta traseira não fosse comprometida, embora esse problema pudesse ter sido resolvido também com a instalação de um suporte de estepe na porta traseira. Já o interior do jipe apresenta bom espaço para os ocupantes, melhor que a maioria dos concorrentes. A armação da capota e o Santo Antonio foram bem projetados, privilegiando o espaço interno e eliminando o barulhos das ferragens da capota, comum em qualquer jipe. Sob a carroceria, quase todas as soluções mecânicas foram inspiradas nos antigos Willys. O chassi, o sistema de suspensão com eixos rígidos e molas semi-elípticas e a transmissão são idênticos aos do Willys. A suspensão traseira é do tipo progressiva, com algumas lâminas do feixe funcionando só quando o carro está carregado. No assoalho, ficam as três alavancas, câmbio, tração e reduzida. No painel, os principais instrumentos para fora-de-estrada e asfalto. O carro vinha, de série com velocímetro, conta-giros, medidor de combustível, temperatura da água e do motor, voltímetro, pressão do óleoe do turbo, quando equipado com motor turbinado. Motor feito em casa O Javali foi todo construído pela CBT ou por empresas coligadas. Até mesmo o motor. Duas versões foram testadas, uma de três cilindros e 60 cavalos e outra de quatro cilindros e 72 cavalos, ambas movidas a diesel. O mais usado foi o três cilindros, que ganhou um sistema de turbo-compressor, ainda na fase de testes. O grande problema do motor de três cilindros é que ele vibrava muito além do ruído transmitido para dentro da cabine. A colocação do turbo, além de aumentar a potência em 25 cv diminuiu tanto a vibração quanto o ruído A vantagem do motor CBT no fora de estrada era o alto torque em baixas rotações, apresentando 17 kgf.m a 1.500 rpm na versão de três cilindros e 24,4 kgf.m a 2.600 rpm na versão 4 cilindros. Por trabalhar com essa relação de torque, a performance no asfalto é bastante prejudicada principalmente em ultrapassagens e aceleração O câmbio tem quatro marchas mais a ré, bem escalonadas e até macias para um jipe. As alavancas do câmbio e caixa de transferência, são dispostas como as do Jeep Willys e Ford, porém a da reduzida é maior do que a tração. Placas indicativas não deixam o condutor se confundir na hora do engate. O primeiro protótipo apresentava um vão-livre pequeno, apenas 14 cm, prejudicado pelas travessas de câmbio, muito baixas e que se tornavam um empecilho na hora de vencer obstáculos mais pesados. Isso foi melhorado, com uma recalibrada na suspensão e a adição de calços mais altos, fazendo com que o carro ficasse 10 cm mais alto em todos os seus pontos, incluíndo o vão-livre, que subiu para 24 cm. O projeto inicial previa que o carro pesasse 1300 quilos, mas depois de montado ele acabou somando 400 kg a mais. É muit difícil fazer um utilitário diesel que não seja pesado. Por ter eixos compridos, o Javali tem boa estabilidade e apresenta bom índice de inclinação lateral. Com características técnicas tão similares as do Jeep Willys – um sucesso já garantido -, o Javali tinha tudo para ser um suscesso. Mas a realidade se mostrou O javali foi comercilaizado oficialmente até meados de 1992, e até 1994, na versão 4 cilindros, apenas para atender pedidos especiais e para o uso interno da CBT. A empresa nem trator fabrica mais. Fechou as portas. Há que diga que o grande erro da CBT foi fabricar todas as peças do Javali, até os parafusos, trazendo para si altos custos com maquinário, treinamento etc. Ficha Técnica Modelo: CBT Javali Motor: Dianteiro, longitudinal, três cilindros em linha com turbo ou quatro cilindros em linha simples, refrigerados à água, alimentação direta com bomba injetora CBT de sistema rotativo, a diesel. Cilindrada : 2.940 cm3 (3 cil)/ 3.922 cm3 (4 cil) Taxa de compressão: 16,1:1 (3 cil)/ 16,5:1(4 cil) Potência

E o Mutt, hein? Que baita jipe!!!

O maravilhoso Ford Mutt 151 1971 que você vê nessas fotos, pertence ao administrador Jorge Luiz dos Santos, morador de Jundiaí, SP. Jorge viu esse Mutt pela primeira vez em Pomerode, SC, numa exposição de carros antigos. “Ele me custou um Land Rover Defender 110 2001 e mais um carnê de pagamento”, comentou. A recuperação da lataria, substituição do motor original Ford L 142 pelo AP 2.0 e adição de direção hidráulica ficou a cargo do amigo e funileiro Moacir Pein. “O motor original funciona e está sobre um cavalete, para matar a curiosidade de alguns. Se quiser posso instalá-lo a qualquer momento”, comentou. Que luxo, não? Ficha Técnica – Ford Mutt 1971 Denominação: Caminhão ¼ de tonelada, utilitário, M151 Mutt – Veículo Militar Tático Utilitário Motor: AP 2.0, dianteiro, longitudinal, 4 cilindros em linha Potência: 116 cavalos a 4.250 rpm Torque: 22,3 kgfm a 3.000 rpm Taxa de compressão: 10:1 Alimentação: injeção eletrônica Combustível: gasolina Transmissão: quatro marchas à frente + ré. Tração 4×2 com opção para 4×4 através de caixa de transferência. Direção: hidráulica Freios Dianteiro e traseiro: a tambor, hidráulico Suspensão Dianteira e traseira: independente, molas helicoidais Rodas: 16” Pneus: 700/750 x 16” Dimensões (mm) Comprimento: 3.350 Largura: 1.580 Altura: 1.829 Entre-eixos: 2.150 Bitola: 1.340 Ângulo de entrada: 66º Ângulo de saída: 37º Peso líquido: 1.012 kg Capacidade de carga: 514 kg (estrada) e 362 kg (fora de estrada) Tanque de combustível: 56 litros

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