O clima vai subindo no Transcatarina 2018

O clima vai subindo no Transcatarina 2018 O Sol esquentou o frio de Santa Catarina, mas nada comparado com o calor das disputas do rali de regularidade, e nas emoções das categorias de passeio e aventura. Evento montou acampamento em Rio Negrinho     O segundo dia do Transcatarina 2018 começou bem cedo. Às 7h, desta sexta-feira (13) foi dada a largada para o segundo dia de competições… Com temperatura de 4 graus, as duplas se despediram de Fraiburgo e seguiram para a cidade de Rio Negrinho – que recebe o evento pela sexta vez consecutiva (o pórtico foi levantado atrás do Pavilhão dos Imigrantes – Ginásio de Esportes). O Transcatarina terminará neste sábado (14), em Blumenau, com chegada dos 230 veículos na Vila Germânica.         Para as categorias de competição (Máster, Graduado, Turismo e Turismo Light), ao longo de aproximadamente 70 quilômetros de trechos navegados, o clima foi esquentando – no termômetro e na disputa. Este segundo dia de Transcatarina foi determinante para quem sonha com o título do certame e seguir para a etapa final com reais chances de pódio. (Porém, tudo pode acontecer até a passagem final do último veículo).     “O segundo dia do Transcatarina foi excepcional. Tivemos muitas mudanças de média de velocidade… Sobe 60/km, baixa para 27 km/h por 30 metros, sobe para 42 km/h, e assim foi durante toda a disputa. Um desafio para o piloto e carro, pois foi um constante acelera e freia para se manter a média de velocidade exigida em planilha”, contou o navegador Igor Quirrenbach, que compete ao lado do piloto Marcelo de Freitas Gouveia. “Além disso, estava bem difícil de identificar os caminhos a serem seguidos, pois as entradas estavam pouco marcadas (escondidas pelas folhas das árvores), por isso, foi preciso confiar no navegador que cantava as referências na metragem”.     O roteiro passou por propriedades particulares destinadas ao plantio de pinus e, ainda, com direito a passagem pelo Rio dos Patos (o famoso rio da primeira edição do Transcatarina, em 2009). Uma antiga igreja ucraniana, erguida em 1914 na localidade de Moema também chamou a atenção dos off-roaders.     Entre freadas e aceleradas  Foi preciso muita concentração e esforço para manter o tempo cravado no zero e passar pelos pontos de controle sem perder pontuação. Encarar os obstáculos naturais, fazer curvas e aplicar técnicas sem perder um único segundo, é lição que poucos saem com nota máxima. Em um Transcatarina, cada segundo faz toda a diferença. E quem deu uma aula de rali de regularidade na categoria Máster foram Leandro Pereira Moor e Claudio Roberto Flores. “O desafio do rali de regularidade é que nem todos os dias é possível ir bem, e ontem foi um desses dias… Hoje, entramos focados na prova, com a ‘faca nos dentes’. Nossa dupla tem quatro anos de formação, e a medida que o tempo passa, só melhoramos, e esse aperfeiçoamento envolve o entrosamento da equipe, que é fundamental”, declarou Moor. Em segundo lugar ficaram Leandro Rodrigo Riffel e Roberto Luiz Spessatto, com Fábio de Lima Carvalho e José Aristoteles Fiuza Neto em terceiro. Pela categoria Graduados, ganharam Marcelo de Freitas Gouveia e Igor Quirrenbach de Carvalho. Eles foram seguidos por Orli Ademir Katzer e Gustavo Henrique Katzer, e Sandra Dias e Minae Miyauti, em segundo e terceiro lugares respectivamente. “A expectativa só aumenta. Como nosso resultado foi ruim ontem, sabíamos que hoje nada poderia dar errado, se não, perderíamos as nossas chances de sermos campeões do Transcatarina. Neste sábado, será tudo ou nada”, comemorou Gouveia.          A disputa pelo pódio na Turismo foi bem apertada, mas lutando ferrenhamente pelo título da categoria está a dupla Wivalde Jonas Liel e Adimar Diego Mühlbaeur, vitoriosa nesta etapa de sexta-feira. Na segunda posição ficaram Marcos Giannoni e Benedito Lopes, e em terceiro, Dirceu Araújo Salla e Robson Josué Osório. “A etapa final terá bastante laço e será um teste de fogo para o navegador. A concentração será primordial para obtermos o resultado tão sonhado”, falou Mühlbaeur. Com uma disputa extremamente acirrada e pontuações bastante próximas, na Turismo Light o primeiro lugar ficou com pai e filho, José Andrade Júnior e Bernardo Schafer Andrade. “Emoção nota dez. Tomara que consigamos continuar com esse desempenho”, declarou o piloto. Em segundo lugar ficaram João Carlos Afonso Estanqueiro e Lucia Cardoso Estanqueiro, com Osvaldo Prezotto e Nathalia Graciano na terceira posição.     Assim, o Transcatarina 2018 caminha para a fase final… A grande decisão! Quais serão as melhores duplas desta edição histórica dos dez anos de um dos maiores eventos off-road do País? Com os resultados de hoje, a classificação acumulada ficou bem apertada e são muitos os competidores com chances reais de pódio. Adrenalina a pico elevado para o terceiro e último dia de rali, uma vez que será a etapa mais técnica desta edição do Transcatarina. De acordo com a organização – a SC Racing –, o percurso começa muito travado, com diversas pegadinhas na Expoama e o Autódromo do Moto Clube de São Bento. Para finalizar, a disputa segue para as localidades de Guaramirim e Corupá, com bananal, palmeiras e uma pista para encerrar a décima edição.     Quanto pior, melhor A turma dos trilhões da Adventure 3 segue em busca dos “piores caminhos”. Nesta sexta-feira, eles passaram o dia aventurando-se em várias trilhas dentro de uma propriedade particular na cidade de Itaiópolis. “Foi diversão garantida, com bastante lama, buraco e fojo. Do jeito que gostamos”, comentou o líder da Adventure 3, Alessandro Anacleto da Silva. Depois um dia produtivo, de muita interação e diversão, os aventureiros da Adventure 3 juntaram-se aos participantes da Passeio Radical e das categorias de competição. A festa de premiação e confraternização ficou ainda mais animada em Rio Negrinho.   10º Transcatarina – Dia 2  Categoria Máster 1º Leandro Pereira Moor / Claudio Roberto Flores, 41 pontos 2º Leandro Rodrigo Riffel / Roberto Luiz Spessatto, 38 pontos 3º Fábio de Lima Carvalho / José Aristoteles Fiuza Neto, 31 pontos 4º Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowsky, 29 pontos 5º

“Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura” chega às livrarias

“Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura” chega às livrarias e retrata a saga de três amigos que resolveram cruzar as Américas a bordo de um jipe nos anos 50      O ano é 1955 e de uma reunião entre os amigos Hugo Vidal, Charles Downey e Jan Stekly, à época com apenas 19 anos, nasce a ideia de participar do oitavo Jamboree Mundial (evento máximo do Movimento Escoteiro que ocorre a cada quatro anos) que seria realizado pela primeira vez no continente americano. O que faria toda a diferença na vida desses três jovens foi como decidiram chegar até o evento no Canadá, seguindo pelo Alasca e depois retornando ao Brasil: nada de avião ou navio, mas sim por terra, num jipe standard modelo Willys. Isso numa época sem internet, GPS e quando a telefonia ainda dava seus primeiros passos.     Sem dinheiro para a empreitada e como forma de conseguir patrocínio para a aventura, tiveram a ideia de modificar o jipe com peças produzidas por 25 fabricantes nacionais, numa forma de conseguir recursos e ainda ajudar a promover a indústria automobilística brasileira (pois naquela época ninguém acreditava que o país pudesse fabricar veículos aqui).     O fato, curioso e difícil de acreditar e que revela as dificuldades enfrentadas pelos inexperientes viajantes, serviu para dar nome ao livro que chega às livrarias em junho e que conta a viagem desses três jovens aventureiros e sonhadores que durou 1 ano e 12 dias e percorreu quase 73 mil quilômetros, passando por 19 países: “Operação Abacaxi – Flashes de uma aventura”. Editado pela Overlander e narrado por Hugo Vidal, um dos viajantes originais, hoje com 85 anos, o livro é muito mais que o retrato de uma aventura quase impossível para a época, mas sim uma obra repleta de curiosidades, belas imagens e uma história de inspiração que valoriza a importância do companheirismo, de se batalhar pelo que realmente quer e até de se encontrar uma vocação profissional, o que acabou acontecendo também para Hugo, que foi, por décadas, produtor nacional licenciado de uma tecnologia para carros 4×4, graças à realização da viagem.   SOBRE O LIVRO   Título: Flashes de uma aventura – Operação Abacaxi / Flashes of an adventure –  Operation Pineapple Autor: Hugo J. Vidal Idioma: Bilíngue (Português/Inglês) Editora: Overlander Ano: 2018 Onde comprar: http://overlanderbrasil.com/op Preço: R$ 95,00  

A nova geração do Suzuki Jimny ganha apresentação oficial na Europa

A nova geração do Suzuki Jimny ganha apresentação oficial na Europa     O veterano jipe japonês ganha motor 1.5 de 102 cavalos e desenho que remete às gerações iniciais Imagens Suzuki Japão     Finalmente a Suzuki apresentou imagens, vídeo e especificações técnicas do novo Jimny, que será apresentado por aqui no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro.     O valente ganhou um motor 1.5 que, segundo a montadora, produz mais torque em todas a faixas de rotação, principalmente em baixos giros, aumentando muito o desempenho do 4×4 no off-road.     Mesmo mais potente, o propulsor de quatro cilindros é 15% mais leve que o 1.3 que conhecemos por aqui. Ele tem injeção multiponto de 102 cv a 6.000 rpm, com torque de 13,2 kgfm a 4.000 rpm.     A transmissão é manual de 5 marchas e a tração, denominada Allgrip Pro AWD, será 4×2 traseira (2H), com opção para 4×4 dianteira (4H) + reduzida (4L), tudo fornecido por uma caixa de transferência mecânica. A mudança de tração é feita por alavanca.     O jipe conta com um controle de tração que atua nos freios, reduzindo a velocidade da roda que está girando em falso quando necessário, como vemos na maioria dos modernos 4×4.     Haverá também opção de uma transmissão automática de 4 marchas.     O Jimny permanece com a construção do tipo carroceria sobre chassi, que recebeu melhorias e agora tem ângulos de entrada de 37° e 49° de ângulo de saída.     Aguardamos ansiosos para testar o novo 4×4 no Brasil, que será importado e será comercializado junto com a geração atual, que continua sendo produzida em Catalão (GO).

Off-road pesado na 2ª Trilha Santa Lama – Santa Cruz do Sul

Off-road pesado na 2ª Trilha Santa Lama – Santa Cruz do Sul Por Eduardo Neves Foto Eduardo Neves e Leonardo Neves       Nos dias 8 e 9 de junho, o grupo Santa Lama realizou na cidade de Santa Cruz do Sul a segunda edição da Trilha Santa Lama.     Um evento que, apesar de ser novo no calendário das trilhas gaúchas, já se mostra como um dos mais esperados pelos jipeiros do RS.     Isso se dá por causa das inúmeras trilhas que a galera percorre em todas as regiões do estado e também pela enorme capacidade de fazer novas amizades.     Na sexta, dia 8, os participantes foram recebidos com chopp, petiscos e música ao vivo, o que fez com que a animação se estendesse até altas horas.     Ainda na sexta, os jipeiros também puderam fazer suas inscrições e garantir seu kit composto por almoço, café, brinde e uma linda camiseta.     No sábado, deram continuidade as inscrições logo bem cedo, onde puderam também tomar um reforçado café da manhã para garantir energias para a aventura.     Por volta das 9 horas saíram em comboio para um trajeto repleto de atoleiros das mais diversas dificuldades e tipos de terrenos.     O evento contou com passagens de lavouras, valas de água, atoleiros de lama e muito mais. No meio do percurso os trilheiros tiveram um ponto de lanche onde foi servido um salchipão.     A trilha chegou ao seu final por volta das 17h com um excelente almoço, com churrasco e pratos variados.     A 2ª Trilha Santa Lama terminou com sensação de dever cumprido por parte dos organizadores e promessas de retorno para 2019 por quem participou.    

Copa Scherer 4×4 Carbon Free garante emoção e diversão na prova de Tangará

Copa Scherer 4×4 Carbon Free garante emoção e diversão na prova de Tangará No total, 30 carros foram desafiados em um percurso rápido, técnico e de terreno liso no oeste catarinense Texto e Fotos: Aline Ben da Costa/Comunicação 4×4     A segunda prova do ano da Copa Scherer 4×4 Carbon Free foi realizada em Tangará no último sábado, dia 23 de junho. No total, 30 carros participaram do evento disputando os pódios das categorias Master, Graduado, Turismo e Novato. Em uma prova técnica e rápida, que exigiu muito dos navegadores, a diversão foi garantida e os resultados já apontam favoritos para vencer o campeonato deste ano. A prova contou pela 3ª e a 4ª etapas da Copa Scherer 4×4 Carbon Free 2018 e pelo 9º Jeep Raid Cidade de Tangará. A organização ficou sob responsabilidade das equipes do Jeep Clube Vale do Vinho Off-Road e do Mais Rally. Durante quase quatro horas de prova, os competidores percorreram um total de 90 quilômetros. Apesar da falta de chuva durante a semana na região, o piso permaneceu liso em alguns trechos em meio aos reflorestamentos e garantiu mais emoção e diversão para os competidores. A prova ainda contou com passagens próximas a rios e encerrou em uma pista com médias justas, montada especialmente para fechar o evento com chave de ouro. De acordo com o diretor técnico, Kassiano Kerber, só faltou a chuva cair na região de Tangará na última semana para apimentar um pouco mais a prova.     Após a entrega da premiação e confraternização na Pousada Rancho Moinho Velho, o diretor geral do evento, Filipe Diogo Paganini, avaliou que os objetivos da organização foram até superados. “Nossa avaliação do evento é bem positiva. Contamos com um número de carros que superou as expectativas, considerando que um evento nacional de off-road estava acontecendo no mesmo final de semana no Estado. A prova foi bem aceita e bem considerada por todos que participaram, foi bastante técnica, exigindo muito do piloto e do navegador”, afirma Filipe.       Vitória e liderança na Master O piloto Leandro Rodrigo Riffel, de Piratuba-SC, e o navegador Michael da Silveira Masson, de Capinzal-SC, foram os grandes campeões da prova de Tangará pela categoria Master. Com o resultado, a dupla também assumiu a liderança na classificação geral da competição pela categoria destinada aos competidores mais experientes.     De acordo com Michael, a prova de Tangará foi bem técnica e elaborada, exigindo muito do conjunto carro, piloto e navegador. “A primeira etapa foi mais despachada, com estradas abertas, já a segunda foi mais travada, com muitos balaios e médias justas. Por estarmos bem entrosados conseguimos um desempenho de destaque, com dois primeiros lugares nas duas etapas. Uma das melhores provas da Copa Scherer que andei até hoje”, afirma o navegador da Master. Campeões de carro novo na Graduado A prova de Tangará também foi de estreia de carro novo para a dupla formada pelo piloto Everton Gratt, de Capinzal-SC, e pelo navegador Wesley Sari, de Ouro-SC. Com um Troller recém saindo da concessionária, a dupla catarinense venceu os problemas na instalação do sensor e garantiu o primeiro lugar pela Graduado. Além de vencer a prova de Tangará, a dupla também assumiu a liderança da classificação geral da competição pela categoria. De acordo com o navegador campeão só faltou a chuva para deixar a prova ainda mais emocionante. “Foi uma prova limpa, rápida, com pegadinhas bem desenhadas e médias justas. Tivemos problemas com o sensor, mas mesmo assim continuamos, tentando acertar o metro em cada referência. O meu piloto, centrado, levava o carro mais próximo do tempo estabelecido e nos trouxe a primeira colocação. Parabéns a todos os organizadores, espero que este espírito e vontade nunca falte aos mesmos”, comenta Wesley. Primeiro lugar na Jeep e na Turismo Pelas categorias Turismo e Jeep os vencedores vieram de São Bento do Sul-SC. O piloto Júlio César Bonoto e o navegador Leandro Machado competiram boa parte da prova com um convidado especial, o pequeno Vítor Iago, de apenas cinco anos. Vítor é filho do Júlio e participa de trilhas desde os dois anos de idade. Em Tangará, o amuleto deu sorte e a dupla subiu no primeiro lugar do pódio tanto na categoria Turismo como na subcategoria Jeep. Mesmo sem conseguir completar a prova de Tangará, o piloto Bruno Tesser e o navegador Wellinton Scotti, de Caçador-SC, estão liderando a classificação geral das categorias Turismo e Jeep. Em segundo lugar está a dupla formada por pai e filho de Piratuba, o piloto Ari Tondin e o navegador André Tondin. Na terceira colocação nas duas categorias está a dupla de Capinzal formada pelo piloto Guilherme Ody e pelo navegador Luiz Surdi, que mesmo quebrando a direção na prova de Tangará, consertaram o Jeep e concluíram a prova. “A cada ano a Copa Scherer vem melhorando e a prova de Tangará estava muito boa, muito bem planilhada. Acabamos quebrando, mas concluímos a prova e ainda conquistamos o quarto lugar”, aponta Luiz.     Dupla estreia em primeiro na Novato O piloto Paulo Lacowicz, de Fraiburgo-SC, estava sem navegador até dois dias antes da prova de Tangará. Foi então que a organização do evento indicou o navegador Fábio Augusto Conte, de Joaçaba-SC, e a dupla se formou. Da novidade da estreia até o primeiro lugar no pódio, a distância que separou os dois momentos foi de apenas os 90 quilômetros percorridos pelos competidores durante o sábado. Segundo Paulo o resultado foi uma surpresa. “O Fábio tem mais experiência, mas no meu caso esta foi somente a terceira prova que participei, mas tudo aconteceu certinho. A adrenalina foi alta em uma prova leve para os carros, mas se tivéssemos chuva isso mudaria um pouco. Estava tudo muito bem organizado, com certeza estarei presente nas próximas etapas”, afirma o piloto campeão da Novato. Já Fábio não competia como navegador desde 2016. “Ainda competi como piloto em 2017, mas uma cirurgia me tirou das provas. Agora estou conseguindo voltar como navegador, o que é

XXV Fenajeep encerra com comemoração dos campeões

XXV Fenajeep encerra com comemoração dos campeões Cerca de 600 jipes participaram da edição especial que marcou o Jubileu de Prata da festa     Um pouco antes da 17h de domingo, 24 de junho, quando a gigante bandeira do Brasil foi arriada ao som do hino nacional, um dos grandes símbolos da Fenajeep sinalizava que a 25ª edição da festa começava a se despedir de seu público. O evento, que iniciou na quinta-feira, 21 de junho, em Brusque, marcou o Jubileu de Prata da maior festa off-road da América Latina e novamente registrou, em seus quatro dias de realização, muitos momentos emocionantes que entraram para a história da festa e dos amantes do mundo off-road.     Apesar de diversos contratempos que ocorreram, como a mudança de data da festa por conta da paralisação nacional dos caminhoneiros, a avaliação da Comissão Organizadora da XXV Fenajeep é melhor possível: de que o evento saiu da pista de competições para entrar na história. “Estamos muito felizes por termos feito a edição de 25 anos aqui em Brusque, que foi onde a festa nasceu. Nesses 25 anos o público acreditou na Fenajeep e, mais uma vez, veio para nos prestigiar. Com todas as dificuldades que tivemos a festa foi maravilhosa, tudo ocorreu dentro das nossas expectativas e só temos que agradecer ao público que nos prestigiou ao longo desses dias, que confiou no trabalho da Comissão Organizadora. Comissão essa feita por oito voluntários, que batalhou e acreditou que a festa teria toda a sua estrutura e com tudo o que o público poderia encontrar aqui”, destaca o presidente da Comissão Organizadora da XXV Fenajeep, Vilmar Walendowsky, o Negão.     Prestígio Ao todo, foram cerca de 600 jipes inscritos, entre provas de Jeep Indoor, Gaiola Cross e Desafio Fenajeep, bem como passeios Radical e Expedition realizados ao longo do evento. Além disso, o público também prestigiou o Salão Off-Road, que contou com mais de 50 expositores de peças, equipamentos e acessórios para veículos 4×4. “Os expositores em especial estavam muito preocupados por conta da situação econômica do país, mas não deixaram de vir no nosso evento. Apesar de muitos não atingirem a expectativa de vendas esperada, a maioria conseguiu os mesmo números do ano passado, o que foi muito positivo”, acrescenta o presidente do Brusque Jeep Clube.     Outro atrativo da XXV Fenajeep foi o 14ª Encontro Nacional de Preservadores de Viaturas Militares, que contou com exposição de viaturas militares antigas, exposição histórica de artefatos militares e venda de militaria e peças diversas, que foi um diferencial para o evento. “Em termos de público, o número foi inferior ao que veio no ano passado, até pelo evento não ter sido em um feriado. Mesmo assim, superou as nossas expectativas, já que tivemos cerca de 50 mil pessoas nos prestigiando”, completa Negão.     Assim como Negão, o diretor de pista, Bruno César Lang reforçou a satisfação transmitida pelo público e pelos pilotos das provas. “Todos elogiaram o percurso. No começo havia certa insegurança em abrir retas tão grandes na pista, mas quando os pilotos começaram a andar, viram que foi melhor e gostaram muito. Tivemos muitos elogios, sem contar no público, que lotou as arquibancadas, em especial no sábado e domingo, e torceu junto a cada volta dada na pista. Estamos muito felizes”, garante um dos diretores de prova.   Campeões na Pista No final da tarde de domingo, 24, a entrega dos troféus aos competidores marcou o encerramento da XXV Fenajeep. Subir no degrau mais alto do pódio, na maior festa off-road da América Latina, exatamente quando se comemora a 25ª edição do evento e ainda brindar a vitória com todos os familiares e amigos porque eles moram em Brusque. Um único piloto viveu essa combinação de experiências que vai ficar marcada para sempre na memória e no coração. O brusquense Lucas Henrique Lang, 18 anos, foi o campeão na categoria Gaiola Cross Aspirado. “A Fenajeep é a Fórmula 1 da Gaiola Cross no Brasil. Por isso, me preparei bastante e entrei na pista com o carro bem alinhado e com muita determinação para vencer”, diz o piloto, que já alcançou o primeiro lugar nesta mesma categoria em 2016.     No ano passado, no entanto, o grito pelo bicampeonato ficou engasgado logo nos primeiros dias do evento, quando seu carro quebrou. Já neste domingo, Lucas começou a prova na quinta colocação, distante apenas 200 milésimos de segundos do até então líder da prova. “Dei o melhor de mim, não tirei o pé do acelerador. Esse ano os pilotos vieram fortes, a briga foi acirrada e ganhei por apenas um segundo de diferença”, enfatiza Lang.     Na categoria Turbo, quem garantiu o melhor tempo, foi o piloto Reginaldo Machado Schunk, da cidade de Juquitiba (SP). “Essa vitória foi emocionante, porque o carro estava quebrando muito. Consegui me classificar em nono e então pensei que tinha que dar certo na final. Na última volta, passei pela fotocélula com o câmbio quebrado, mas deu pra terminar a prova e garantir o primeiro lugar. Participo há doze anos da Fenajeep porque é um evento muito bacana”, destaca Reginaldo, que dedicou a vitória ao piloto Gabriel de Moraes (Torinho), que faleceu num acidente há 45 dias. Gabriel também integrava a equipe Gaiolocos e competiu na Fenajeep por quatro anos.                     No Jeep Indoor, categoria Aspirado, a comemoração foi em dose dupla para Silvio Ambrosi, de Veranópolis (RS). Isso porque o piloto campeão celebrava também seu aniversário neste domingo, 24 de junho. “Estou muito feliz por ter vencido, ainda mais hoje. Foi um presente pra mim. É uma conquista muito especial. Participo há muitos anos da Fenajeep e já venci três vezes na categoria Turbo. E agora, foi a vez de levar o troféu na categoria Aspirado”, comenta Silvio, também conhecido por Tivy.                     O vencedor do Jeep Indoor Turbo, Fabiano Antoniazzi, de Flores da Cunha (RS), também já é conhecido pelo público da Fenajeep. No ano passado ele ganhou na categoria Aspirado e em 2018, garantiu a sexta vitória na Turbo. “É o décimo primeiro ano que estou competindo no evento. Trabalhei bastante

XXV Fenajeep sedia 14º Encontro Nacional de Viaturas Militares

XXV Fenajeep sedia 14º Encontro Nacional de Viaturas Militares Entre os veículos está um tanque de guerra M3 Stuart fabricado em 1941 Fotos Juliane Ferreira/Ideia Comunicação     Ver um tanque de guerra de pertinho e conhecer as particularidades de jipes e caminhões que fizeram parte da frota de veículos do Exército Brasileiro, é uma das atrações desta 25ª Festa Nacional do Jeep – Fenajeep. O evento sedia durante toda a sua programação, o 14º Encontro Nacional dos Preservadores de Viaturas Militares, expostas no pátio do Pavilhão Maria Celina Vidotto Imhof e deve reunir até domingo, de 45 a 50 viaturas e aproximadamente 200 integrantes dos clubes de preservadores.       “É um encontro itinerante, realizado uma vez por ano e desde que recebemos o convite do Vilmar ‘Negão’ Walendowsky, por intermédio da Companhia Indestrutíveis há dois anos, decidimos trazê-lo para Brusque, nos 25 anos da Fenajeep”, comenta o Presidente da Associação Brasileira dos Preservadores de Viaturas Militares (ABPVM), Nelson Alberti.     As viaturas vieram da região Sul do Brasil, de três dos onze clubes que integram a ABPVM: Companhia Indestrutíveis (SC), Brigada Paranaense de Preservadores de Viaturas Militares (PR) e Museu Militar Brasileiro (RS). A maioria das viaturas chegou a Brusque em comboio, o que despertou muita curiosidade nos lugares por onde passou. O mesmo está sendo despertado no público da 25ª Fenajeep, que faz questão de fotografar e conhecer de perto as particularidades de cada veículo, principalmente da viatura blindada M3 Stuart, o famoso tanque de guerra, fabricado nos Estados Unidos em 1941.     De acordo com Alberti, as viaturas são todas de propriedade de colecionadores, adquiridas em leilões e restauradas. “O grande objetivo da Associação e dos clubes envolvidos, é a preservação das viaturas. Compramos em leilões, garimpamos peças, importamos peças de outros países, para manter o máximo possível de originalidade, afinal, é a preservação da história através das viaturas militares”, ressalta o presidente.     Alberti comenta ainda que a maioria dos colecionadores são civis, ou seja, não tem ou teve nenhum vínculo com a área militar, inclusive ele. Apesar disso, seguem uma postura de respeito sempre que transitam com as viaturas, numa verdadeira preservação da história que envolve a área militar. “O Exército é um grande apoiador da ABPVM, inclusive levamos as viaturas em eventos a convite deles. É uma relação de respeito e reconhecimento. O propósito é manter viva a história dessa moto-mecanização do Exército Brasileiro”, reforça.     Trajetória militar e paixão por preservar O secretário da Companhia Indestrutíveis, que tem sede em São José-SC, Dagoberto Simon Patricio, é oficial da Reserva do Exército Brasileiro e há dois anos se dedica ao clube, no trabalho de preservação das viaturas militares. “Participamos da Fenajeep há muitos anos e desde que recebemos o convite do Negão para trazermos o Encontro Nacional para cá, fãs como somos da festa, aceitamos na hora. Sempre gostei muito dessa parte de preservação e quando entrei para a Reserva, aliei meu espirito militar e a disponibilidade de tempo integral para me dedicar à Companhia Indestrutíveis. Passei 32 anos da minha vida dentro do Exército e agora tenho a oportunidade de mostrar aos jovens o que é a preservação e a história militar”, conta.     Além da exposição de viaturas, a maioria do Exército e alguns veículos da Marinha e do Corpo de Bombeiros, foi instalada uma estrutura completa de acampamento militar. Para isso, a Companhia contou com o apoio do 23º Batalhão de Infantaria de Blumenau, na montagem de três barracas canadenses, sendo duas delas destinadas a alojamento para um total de 24 pessoas e uma para ponto de banho.     Uma curiosidade das viaturas que estão sendo expostas no Encontro, é que muitas têm em sua placa o ano de fabricação, outras, têm uma inscrição na lateral da lataria em branco, contendo o modelo da viatura, o ano e as iniciais do proprietário. Vale a pena conferir!  

Desafio Fenajeep marca segundo dia da XXV Festa Nacional do Jeep

Desafio Fenajeep marca segundo dia da XXV Festa Nacional do Jeep Prova de obstáculos empolgou o público nesta sexta-feira, 22 Para encarar as provas da XXV Fenajeep, não só carros potentes e fortes em sua estrutura são necessários, mas também muita habilidade, preparo, sintonia na equipe e concentração. Sem dúvida uma das provas que mais exige dos pilotos essa combinação é o Desafio Fenajeep, que iniciou nesta sexta-feira, 22 de junho, e vai até domingo, 24. A prova, que conta com 36 participantes este ano acontece em frente ao Pavilhão da Fenarreco, na pista das disputas, e trouxe para os competidores os obstáculos mais próximos, entretanto não menos difíceis. “Foi necessário, já que a pista ficou um pouco menor esse ano. Também em alguns obstáculos ‘pegamos mais leve’ por solicitação dos pilotos em relação aos outros anos, para evitar muitas quebras e máquinas na pista, e para a prova fluir mais. Apesar disso, temos os atoleiros, onde será necessário guinchar os veículos, além de outros obstáculos que irão exigir bastante das equipes”, esclarece o diretor do Desafio, Luiz Gustavo Ullrich. Segundo ele, sem dúvida o Desafio Fenajeep este ano será especial, na edição de 25 anos festa, onde o público poderá conferir muita adrenalina e emoção. “Temos saltos, atoleiro, muito trabalho para o Zequinha, enfim. Será muito bacana, queremos que os pilotos também se divirtam e esperamos que o público goste”, completa Ullrich. Entre os pilotos as expectativas da competição são as melhores e a opinião em relação à prova unânime: completar a disputa sem que o carro quebre. O empresário de Blumenau, Alfredo Fritzke participa há três anos do Desafio e a equipe, de 12 pessoas, nas duas últimas semanas intensificou os trabalhos em cima dos dois jipes que irão participar da disputa. “A pior parte do Desafio na pista são os dois troncos, que irá exigir muito dos pilotos, para acertar o pneu do carona, do lado contrário. E isso é bem difícil. Mas a gente sempre tenta. O sonho de todo o jipeiro é não quebrar”, conta. Fritzke desde os 11 anos participa das edições da Fenajeep, e sempre foi incentivado pelos pais, o que contribuiu para o seu envolvimento no mundo off-road. “Com o tempo só criamos mais amor e o jipe cresce junto com essa paixão, com os acessórios que vamos incrementando. Já fizemos trilhas nas mais variadas partes do país, mas na Fenajeep é diferente. Aqui é o melhor lugar para encontrarmos todos os amigos do Brasil”, comenta. Da mesma equipe de Blumenau, o mecânico Robson Deliz fala sobre o preparo e a dedicação feita aos veículos, com os melhores eixos, motores, turbinas, para garantir a chegada da equipe nas finais. “Apesar das mudanças na data da Festa conseguimos vir e estamos aí para competir. Deixamos alguns pontos mais fortes nos carros para enfrentar as quebras, assim como também trouxemos peças para substituir caso precise, e tentar chegar até o final”, acrescenta. Primeira experiência  Quem também se preparou nos últimos meses para a XXV Fenajeep foi empresário de Passo Fundo (RS) Fabrício Cunha. Ele, que já veio em anos anteriores como visitante, pela primeira vez encara o Desafio na Fenajeep como piloto, também na categoria Força Livre. “Nosso maior meta é completar a prova sem quebrar, o que sem dúvida já será uma grande conquista. A prova tem bons competidores, experientes na categoria, que concorrem há anos. Estamos indo com os pés no chão e vamos tentar completar”, comenta. Além disso, ele destaca que participar da XXV Fenajeep é sempre uma experiência muito positiva, sendo um grande encontro de amigos. “O clima da Fenajeep é algo que só tem aqui. A magnitude desse evento é demais. É muito bom estar participando e espero que seja a primeira de várias vezes, como piloto”, acrescenta Cunha, que há três começou a se envolver com o mundo off-road a partir do convite de amigos. Nesta sexta-feira, 22, a Fenajeep contou ainda com as provas de Gaiola Cross, disputadas a cada milésimo de segundo pelos pilotos. Programação A XXV Festa Nacional do Jeep – Fenajeep acontece até domingo, 24 de junho, no Pavilhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof (da Fenarreco) com a participação de pilotos, apaixonados pelo mundo off-road e famílias que buscam entretenimento, aventura, diversão e lama. Neste sábado, 23, além das competições do Jeep Indoor, Desafio Fenajeep e Gaiola Cross, também acontece o Passeio Radical com saída às 8h30, o Passeio Expedition, com saída às 9h. Já as Finais do Jeep Indoor, Gaiola Cross e Desafio Fenajeep, bem como as respectivas premiações acontecem no domingo, 24, a partir das 15h30. Além disso, ao longo de todos os dias do evento o público também poderá prestigiar o Salão Off-Road, que mais uma vez contará com diversos expositores de peças, equipamentos e acessórios para veículos 4×4, e também conferir o 14ª Encontro Nacional de Preservadores de Viaturas Militares, que será outro diferencial do evento. Interessados em participar dos Passeios Expedition  e Radical ainda podem se inscrever no site: www.fenajeep.com . A programação completa do evento, os horários das provas e a tabela de valores dos ingressos também estão disponíveis no site oficial da Fenajeep: www.fenajeep.com. Mais informações: (47) 3355-6196.

XXV Fenajeep inicia nesta quinta-feira, 21 de junho

XXV Fenajeep inicia nesta quinta-feira, 21 de junho Maior evento off-road da América Latina acontece em Brusque e celebra seus 25 anos em 2018       A partir de quinta-feira, 21 de junho, a cidade de Brusque (SC) será novamente o palco do maior evento off-road da América Latina, com a realização da XXV  Festa Nacional do Jeep – Fenajeep. A festa, que acontece até domingo, 24 de junho, será realizada no Pavilhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof (da Fenarreco) e deve atrair pilotos, apaixonados pelo mundo off-road e famílias que buscam entretenimento, aventura, diversão e lama. Em 2018 a edição do evento é ainda mais especial, já que a Fenajeep celebra seu jubileu de prata: são 25 anos de realização do evento, muitas histórias, memórias e conquistas no coração de quem o organizou e também participou das edições.     Segundo o presidente do Brusque Jeep Clube e da Comissão Organizadora da festa, Vilmar Walendosky (Negão), apesar da mudança na data do evento, por conta da paralisação dos caminhoneiros no país, a Fenaejeep terá as mesmas atrações e competições, que devem marcar os 25 anos do evento. “Algumas pessoas, entre expositores do Salão Off-Road e pilotos não puderam vir, mas outros já confirmaram presença e tudo que ocorreu deu certo. Assim, será a festa de 25 anos que tanto esperamos. Estamos com uma expectativa muito boa, não só por nós  da Organização, mas também por quem estará competindo ou prestigiando esse evento tão especial”, comenta Negão.     Somente no sábado, 23, já estão confirmados cerca de 600 jipes que irão participar das provas e dos passeios Radical e Expedition. Outro atrativo será o 14ª Encontro Nacional dos Preservadores de Veículos Militares, que terá diversos carros diferenciados, usados pelo exército na Segunda Guerra Mundial. “Teremos um motor de oito cilindros, de um avião usado na Guerra semelhante ao que temos no Parque Leopoldo Moritz, que será um atrativo à parte, além da homenagem ao Francisco Carlos de Araújo Brusque. Então esperamos as famílias de Brusque, região, do estado e de todo o país nesse evento que será tão especial”, ressalta Negão.       Mudança no trânsito A Organização da XXV Fenajeep também alerta para as alterações do trânsito relacionadas com a festa. O acesso ao evento, em todos os dias de sua realização, será apenas pela Beira Rio (avenida Bepe Roza). O acesso à festa pela Antônio Heil, assim como os anos anteriores não será permitido ao público.   Programação A XXV Fenajeep inicia na quinta-feira, 21 de junho, com o hasteamento da bandeira nacional, às 17h, seguindo da cerimônia de abertura da 25ª edição e do Salão Off-Road. As competições de Gaiola Cross também iniciam na quinta, após a cerimônia, a partir das 18h.     Já na sexta-feira, 22, a Fenajeep contará com as disputas de Gaiola Cross e o início do Desafio Fenajeep. No sábado, 23, além das competições do Jeep Indoor, Desafio Fenajeep e Gaiola Cross, também acontece o Passeio Radical com saída às 8h30, o Passeio Expedition, com saída às 9h. Já as Finais do Jeep Indoor, Gaiola Cross e Desafio Fenajeep, bem como as respectivas premiações acontecem no domingo, 24, a partir das 15h30.     Além disso, ao longo de todos os dias do evento o público também poderá prestigiar o Salão Off-Road, que mais uma vez contará com diversos expositores de peças, equipamentos e acessórios para veículos 4×4, e também conferir o 14ª Encontro Nacional de Preservadores de Viaturas Militares, que será outro diferencial do evento.     Saiba mais Interessados em participar das disputas de Jeep Indoor, Desafio Fenajeep e Passeio Expedition também podem se inscrever no site: www.fenajeep.com . A programação completa do evento, os horários das provas e a tabela de valores dos ingressos também estão disponíveis no site oficial da Fenajeep: www.fenajeep.com. Mais informações: (47) 3355-6196.

Tradição 4×4 na 29ª Trilha do Chucrute de Estrela

Tradição 4×4 na 29ª Trilha do Chucrute de Estrela Por Eduardo Neves Fotos Eduardo Neves / Leonardo Neves – Equipe Photo Lama   No dia 12 de maio de 2018 a cidade de Estrela foi palco da 29ª Trilha do Chucrute, um dos eventos mais tradicionais do Rio Grande do Sul.     O evento organizado pelo Jeep Clube Estrela.   A festa teve inicio por volta das 7h da manhã, onde os jipeiros se reuniram no salão de uma das comunidades do município, onde também foi servido um café da manhã para dar uma base antes da largada.                     Por volta das 9 horas da manhã foi dada a largada para uma trilha muito desafiadora, com atoleiros muito parecidos com as tradicionais trilhas pontuadas.     Foi um trajeto de dificuldade de média para pesada onde em decorrência disso trancou um  pouco a trilha.     A trilha andou sempre andando em comboio na medida do possível com algumas paradas por atoleiros pesados ou para os lanches, mas no geral foi uma trilha excelente.     O evento encerrou por volta das 18h com um saboroso galeto. Pelo terceiro ano consecutivo tivemos a equipe Photo Lama na captura dos melhores momentos do evento.        

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