Com 13 etapas em diferentes cidades, rali Mitsubishi Motorsports começa a temporada dia 19 de março A turística Joinville (SC) receberá a abertura do Mitsubishi MotorSports; provas ainda passarão pelo Nordeste, Sudeste e Centro-oeste do País Fotos Divulgação Pelas praias e dunas do nordeste, desbravando o calor do cerrado ou enfrentando chuva e a lama do Sul, as emoções da temporada 2016 do rali de regularidade MitsubishiMotorsports começa no dia 19 de março. O cenário escolhido para abrir o ano são as belas paisagens de Joinville (SC), repletas de montanhas e cenários de tirar o fôlego. “Estamos muito entusiasmados com o início da 22ª temporada do Mitsubishi Motorsports. Tradicionalmente iniciamos a prova no interior de São Paulo, mas o Sul do País nos recebe tão bem, e o relevo é tão propício para as provas off-road que optamos por começar em Joinville”, destaca Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors. “Serão 13 etapas do rali de regularidade e seis etapas do Mitsubishi Outdoor, o rali de aventura e tarefas, passando por diversas cidades e belíssimos cenários. Os participantes podem esperar por trilhas inéditas e repleta de desafios 4×4 em todos os lugares”, completa. O rali de regularidade Mitsubishi Motorsports é o mais tradicional do Brasil. Serão nove etapas no campeonato Sudeste e outras quatro no Nordeste. Não é necessário experiência, nem carros preparados. O objetivo é manter-se dentro do tempo e do percurso estipulados pela organização. As etapas passarão pelas cidades de Joinville (SC), Mogi Guaçu (SP), Tiradentes (MG), São José do Rio Preto (SP), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Campos do Jordão (SP) e Ribeirão Preto (SP), além das nordestinas Gravatá (PE), Natal (RN), Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB). Uma das novidades será a etapa no Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo. A pista, que é homologada pela FIA e CBA, já se tornou referência no automobilismo brasileiro. O local tem toda a estrutura para receber os competidores, além de ótimas trilhas nas proximidades. Outro destaque é a mineira Tiradentes, com sua história presente em todos os cantos da cidade. No Nordeste, a prova retorna para Gravatá, com trilhas em meio às montanhas de Pernambuco, contrastando com as dunas e o sol de Natal, as praias de Fortaleza e as impressionantes falésias de João Pessoa. “Será uma temporada muito competitiva e com muitas variações de relevo e trilhas para os verdadeiros 4×4 da Mitsubishi“, garante Julianelli. Podem participar os veículos das linhas 4×4 da L200 e Pajero, além do ASX Outdoor 4×4, lançado no fim do ano passado. Aventura é no Mitsubishi Outdoor Para quem gosta de enfrentar as trilhas 4×4 e ainda se aventurar fora do carro, o raliMitsubishi Outdoor tem a receita certa. Na 12ª temporada, a prova reúne atividades culturais com práticas esportivas. As equipes são formadas por até 10 integrantes, desde crianças até os vovôs e vovós. O objetivo é encontrar o maior número de PCs e realizar as provas que vão desde escalada e bike, até tirar fotos de monumentos ou degustar de especiarias da região. “Essa é uma prova que envolve toda a família e os amigos. Não é preciso ser um expert em atividades esportivas para participar, basta ter disposição e muito espírito de aventura”, afirma Julianelli. Em ambas as competições, não é preciso ter nenhum tipo de experiência, nem carros preparados. A prova é realizada com o próprio veículo e a organização dá uma aula explicativa na noite anterior a cada etapa, para que todos possam entender e se divertir ao máximo. Serão seis etapas do Mitsubishi Outdoor, que acompanham o calendário do MitsubishiMotorsports: Joinville (SC), Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP), Curitiba (PR), Campos do Jordão (SP), Ribeirão Preto (SP) e uma cidade que ainda está sendo mantida em segredo e será revelada em breve. Podem participar do Mitsubishi Outdoor os veículos 4×4 das linhas L200, Pajero, ASX e Outlander. Como participar As inscrições são abertas sempre 12 dias antes da competição. Os interessados devem acessar o site www.mitsubishimotors.com.br e preencher o cadastro. As vagas são limitadas. Na sexta-feira véspera da competição, os participantes se encontram para entregar os alimentos, confirmar a inscrição e adesivar os carros. À noite, há um briefing sobre as trilhas e aula de navegação. No sábado, a partir das 8h, os competidores se reúnem para a largada. Mitsubishi Pró-Brasil – Ação Social A Nação 4×4 da Mitsubishi também está envolvida no espírito de solidariedade e cidadania com a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. Desde 1994, foram arrecadadas mais de 1.060 toneladas de alimentos, em doações através das inscrições. Para participar das provas, os competidores fazem a doação, por carro, de 30 kg de alimentos não perecíveis e seis produtos de higiene, que serão destinados a associações da cidade. Acompanhe as novidades dos ralis Mitsubishi através das redes sociais: Twitter.com/nacaomitsubishi, Facebook.com/Mundomit e Instagram @MundoMit. Para mais informações, vídeos, fotos e inscrições, acesse: www.mitsubishimotors.com.br. Calendário 2016* Mitsubishi Motorsports Sudeste 19/03 – Joinville (SC) 09/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 21/04 – Tiradentes (MG) 11/06 – São José do Rio Preto (SP) 02/07 – Curitiba (PR) 20/08 – A definir 03/09 – Goiânia (GO) 08/10 – Campos do Jordão (SP) 26/11 – Ribeirão Preto (SP) Mitsubishi Motorsports Nordeste 30/04 – Gravatá (PE) 06/08 – Natal (RN) 17/09 – Fortaleza (CE) 05/11 – João Pessoa (PB) Mitsubishi Outdoor 19/03 – Joinville (SC) 09/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 02/07 – Curitiba (PR) 20/08 – A definir 08/10 – Campos do Jordão (SP) 26/11 – Ribeirão Preto (SP) * Datas e locais sujeitos a alterações.
Com o ASX Racing, Equipe Mitsubishi Petrobras completa o Rally Dakar 2016
Com o ASX Racing, Equipe Mitsubishi Petrobras completa o Rally Dakar 2016 João Franciosi e Gustavo Gugelmin superaram todas as dificuldades dos mais de 9.000 km para comemorar na rampa de chegada em Rosario, na Argentina Depois de 9.583 km entre a Argentina e Bolívia, terminou hoje em Rosario (ARG) o Rally Dakar, a maior e mais difícil prova off-road do mundo. A bordo do ASX Racing da Equipe Mitsubishi Petrobras, a dupla João Franciosi e Gustavo Gugelmin cruzou a linha de chegada e comemorou por ter conseguido concluir um desafio tão grande. “É um sonho que se realizada a cada dia. Tudo o que fizemos se resume a essa chegada”, vibra Franciosi. “Foi o meu primeiro e já conseguimos completar. É uma satisfação muito grande. Estou muito feliz por ter chegado, um sonho que se tornou realidade”, disse ele com a voz embargada pela emoção. A dupla superou as mais diversas dificuldades em 14 dias de competição. Foram condições inóspitas percorrendo desertos, estradas, montanhas e serras. Na Bolívia, enfrentaram a neve e até chuva de pedra. Pelo interior da Argentina, muita poeira, montanhas e temperaturas que beiraram os 50ºC, tornando a prova ainda mais desgastante e chegando ao limite do corpo e dos equipamentos. Só de cruzar a linha de chegada já é o maior troféu para a carreira de qualquer piloto. João Franciosi fez sua estreia na competição e já conseguiu concluir a prova e o navegador Gustavo Gugelmin, apesar de ter participado da edição de 2014, não teve o gostinho de terminar o Rally Dakar. “Mesmo com os problemas que foram aparecendo, a gente se motivada cada vez mais. Desistir jamais. Sempre que chegávamos a noite ao acampamento a equipe estava feliz, animada por termos concluído mais um dia. Foi dessa maneira que conseguimos chegar até o final. As dificuldades foram nos dando ainda mais motivação. Fazer as dunas a noite foi uma loucura, atolamos várias vezes e achamos que não íamos conseguir. Mas o espírito do rali é isso. Ninguém vem para um Dakar para não encontrar dificuldades. E hoje, ao cruzar a linha de chegada, foi muito bom, todos se abraçando, comemorando”, vibra o piloto. “Em 2014 realizei o sonho de ir ao Dakar e hoje estou completando a prova. Foi duríssimo. Estou muito feliz e, ao mesmo tempo, cansado, desgastado. Nos últimos dias chegamos ao limite do corpo”, comenta Gustavo. “Mas, com certeza, além do sonho de todos que correm o rali, que é fazer o Dakar, estou realizando e chegando ao final dele. Terminar essa prova é algo pra levar pra vida toda. Superação, força, dedicação e profissionalismo”, completa o navegador. Carreiras João Franciosi tem 51 anos e é natural de Casca (RS), mas reside há mais de três décadas em Luis Eduardo Magalhães (BA), onde atua no setor de agronegócio. Graças a seu talento, João Franciosi fez uma rápida ascensão no rali. Sua carreira começou no Auto Cross, onde correu por 11 anos e foi 10 vezes campeão baiano. Mas mais de 10 anos se dedica ao cross-country. Apenas em sua segunda participação no Rally dos Sertões, foi campeão geral da prova com uma Mitsubishi L200 inscrita na categoria Production (carro de produção, com poucas modificações). É o único piloto na história a conseguir esse feito. Em 2015, completou 11 participações na maior prova off-road do Brasil e tem em seu currículo um feito único: das 104 etapas disputadas, só não completou uma, em 2009. O navegador Gustavo Gugelmin ingressou no kart aos 8 anos influenciado por seu pai, Sergio Gugelmin, também piloto e campeão em várias modalidades. Passando por ralis de regularidade e velocidade, conquistou diversos títulos, em dupla com seu pai, associando habilidade, rapidez e precisão, juntamente com amplo conhecimento em mecânica, tanto para pilotar quanto para navegar. Entre suas principais conquistas estão o Rally dos Sertões na geral e categoria T2, Mitsubishi Cup e, em 2012, o Campeonato Mundial na categoria T2 como navegador. “Foi a empreitada mais difícil que tive na minha vida. O sonho de fazer um Dakar e chegar ao final aconteceu. Sempre vou estar pronto para desafios”, revela Franciosi.
Rally Dakar chega à reta final e Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta quase 1.000 km
Rally Dakar chega à reta final e Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta quase 1.000 km Dupla João Franciosi e Gustavo Gugelmin passa por dias de muita superação e desafios na maior prova off-road do mundo Na reta final, o Rally Dakar ficou ainda mais difícil e imprevisível. A dupla da Equipe Mitsubishi Petrobras, João Franciosi e Gustavo Gugelmin, vem se superando a cada dia com o objetivo de levar as cores do Brasil para a rampa de chegada neste sábado (16) em Rosario, na Argentina. As areias da região de Fiambalá trouxeram muitos desafios para a dupla. Mas é nesta sexta-feira (15), penúltimo dia de prova, que a organização preparou o dia mais longo. Serão 931 quilômetros, com 481 km de especiais por terrenos montanhosos e com muita vegetação. “A prova de ontem foi muito difícil”, explica o piloto João Franciosi. Depois de passar em um trecho complicado, a dupla bateu em uma pedra e foi inevitável parar para fazer a troca de algumas peças da suspensão e desentortar outras. Em condições inóspitas, no meio da especial, a dupla demorou muito para conseguir finalizar os reparos e seguir na prova. “Tivemos que optar por deixar a tração em apenas três rodas, tornando nosso ritmo um pouco mais lento para conseguirmos completar”, explica Franciosi. “Mas mal sabíamos que a pior parte ainda estava por vir. Pegamos um trecho de areia muita fofa. Estávamos no rastro dos caminhões, que abrem grandes valas, e o carro ficou com as rodas no ar, apoiado só por baixo. Cavamos muito para poder sair dali. Depois escureceu e fica ainda mais complicado seguir no trecho e achar as referências. Foi cansativo, mas chegamos. Hoje vai ser ainda mais longo”, destaca o piloto. A etapa da última quinta-feira teve diversos tipos de areia, como a fesh-fesh, uma espécie de talco que deixa o trecho muito difícil e repleto de poeira. “Não foi nada fácil”, afirma Gustavo. “Já vínhamos cansados dos outros dias e a especial de ontem foi muito dura, difícil e longa. Mas deu para recuperar e agora é largar novamente”, conclui o navegador. Etapa 11 – 14 de janeiro San Juan – Villa Carlos Paz(ARG) Deslocamento: 450 km Especial: 481 km Total: 931 km
Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta forte calor e dunas gigantes na décima etapa do Dakar
Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta forte calor e dunas gigantes na décima etapa do Dakar João Franciosi e Gustavo Gugelmin enfrentam quase 10 horas de prova num dos dias mais difíceis da história da prova “Antes da prova, todos falavam que Dakar em dois países seria fácil. Então colocaram o dia de hoje para mostrar que não seria. Foi muito difícil, absurdo”, descreveu o piloto João Franciosi assim que cruzou a linha de chegada, quase 10 horas depois de ter largado para a 10ª etapa do Rally Dakar. A dura especial, entre Belén e La Rioja, na Argentina, teve 278 km, cruzando as dunas de Fiambalá, conhecidas pelas inúmeras dificuldades. As dunas grandes de areia fofa formam um cenário muito parecido, o que dificulta ainda mais a navegação. “Parecia uma plantação de veículos atolados. Por todo lugar tinha gente desatolando. Nós também tivemos que parar algumas vezes e perdemos bastante tempo. Os pontos de waypoints, que são obrigatórios passarmos, estavam em lugares muito difíceis de chegar. Mesmo depois que escureceu, continuamos e conseguimos encontrar por todos. Nossa missão era completar mais um dia. E conseguimos”, festeja Franciosi. O piloto, que está em seu primeiro Rally Dakar, vem se superando a cada etapa ao lado do navegador Gustavo Gugelmin. Mesmo enfrentando temperaturas altíssimas, trechos inóspitos e muitos quilômetros por estradas e dunas, eles não desistem e querem cruzar a linha de chegada em Rosario, que é o maior troféu que podem ter após mais de 9.000 quilômetros de percurso. “Foi um dia duro, típico de Dakar. Muita areia, dunas difíceis, mas deu tudo certo. Seguimos com o plano de chegar com o carro até o final. O cansaço, que está grande, a gente deixa pra depois”, comenta Gugelmin. Etapa 11 – 14 de janeiro La Rioja – San Juan (ARG) Deslocamento: 281 km Especial: 431 km Total: 712 km As dificuldades do Rally Dakar continuam nesta quinta-feira. A especial, de 431 quilômetros, terá areia em todas suas formas, especialmente fesh-fesh, o tipo mais volátil e pesado, que demanda tanto destreza quanto paciência. Mas a velocidade também será uma vantagem em outros trechos lineares, com cascalho e pedregulhos.
No Dakar, Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta a altitude e a neve para chegar à Bolívia
No Dakar, Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta a altitude e a neve para chegar à Bolívia Já não fossem suficientes as dificuldades naturais de um rali, o Dakar sempre tem ingredientes que surpreendem os competidores a cada quilômetro. Na etapa de ontem, a primeira na Bolívia, a Equipe Mitsubishi Petrobras enfrentou a altitude de 4.600 metros, o frio e até a neve, que deixaram o trecho muito liso e cheio de dificuldades. João Franciosi e Gustavo Gugelmin completaram os 327 km do trecho cronometrado em 4h11min15, na 31ª posição. “Foi uma especial muito dura, completa, teve de tudo. Começamos por um rio seco, que não estava seco e tinha muita pedra. Ficavamos escolhendo um lugar pra passar. Depois vieram os abismos e a chuva. Depois choveu pedra, nevou e voltou a chover bastante”, descreve Franciosi, que participa de seu primeiro Rally Dakar. “O bom foi chegar em Uyuni com uma grande recepção do público”, afirma. O Rally Dakar saiu da Argentina e entrou na Bolívia. O dia teve um total de 642 km com os primeiros trechos fora de estrada, que exigiram muita atenção na navegação. “Foi uma especial diferente, com muitas condições climáticas em um só dia: neve, chuva, sol, altitude”, comenta Gustavo Gugelmin. “Mas os dois dias da maratona estão cumpridos. Agora os mecânicos vão dar um trato no ASX Racing para os próximos dias de prova”, completa o navegador Devido ao gelo e neve na especial, Carlos Sousa e Paulo Fiuza escaparam em uma curva e caíram em um barranco. O carro ficou preso e não conseguiram mais continuar na prova, sendo obrigados a abandonar a competição. “Tínhamos ultrapassado vários carros e seguíamos em um bom ritmo na especial. Só que, de repente, começou a chover intensamente, depois veio o granizo e o vidro embaçou totalmente, deixando-nos quase sem visibilidade. Diminui o ritmo para o Paulo Fiuza poder liimpá-lo, só que, em menos de dois segundos, estávamos com o carro fora de pista, junto a um precipício e pendurados em duas pedras. O Franciosi ainda tentou nos ajudar, só que na posição em que o carro ficou, não tinha como nos tirar de lá”, disse Carlos Sousa. “Com zero grau e a 4.000 metros de altitude, começamos a passar um pouco mal. Foi então que os médicos da prova chegaram e insistiram para abandonássemos o local, porque não nos deixariam passar a noite ali. Fomos de helicóptero até ao acampamento, tristes e desolados pelo desfecho. Mas realmente, este não era mesmo o nosso Dakar”, lamentou o piloto. Etapa 6 – 07 de janeiro Uyuni – Uyuni (BOL) Deslocamento: 181 km Especial: 542 km Total: 723 km O dia será duro para a Equipe Mitsubishi Petrobras na sexta etapa do Rally Dakar, com uma especial longa, de 542 quilômetros. A prova entre 3.500 e 4.200 metros de altitude. O ritmo e o terreno mudam constantemente, alternando-se entre areia e pedras, o que pode ser um dificultador, especialmente em caso de chuva. O destaque fica para o Salar de Uyuni que, além da beleza, terá altas velocidades.
Subindo as montanhas argentinas, Equipe Mitsubishi Petrobras ganha posições no Dakar
Subindo as montanhas argentinas, Equipe Mitsubishi Petrobras ganha posições no Dakar Carlos Sousa / Paulo Fiuza e João Franciosi / Gustavo Gugelmin completam a primeira parte da etapa maratona e se preparam para entrar na Bolívia e chegar a 4.600 metros de altitude nesta quinta-feira O Rally Dakar é uma prova desafiadora que testa todos os limites das máquinas e dos corpos. A etapa de hoje, um laço nas imediações de San Salvador de Jujuy , na Argentina, foi entre montanhas e desfiladeiros. Além das belas paisagens, a altitude de 3.500 metros e o mais ar rarefeito, afeta não só as duplas, mas também as máquinas. Mesmo assim, Carlos Sousa e Paulo Fiuza conseguiram um desempenho ainda melhor, ganhando três posições e terminando o dia em 24o, com 4h03min38. “Esta especial foi difícil encontrar o ritmo certo. Conseguimos fazer algumas ultrapassagens, mas quando chegamos mais alto, o rendimento caiu devido à altitude. Mas chegamos bem classificados e está tudo certo para largarmos amanhã”, garantiu Carlos Sousa. “Amanhã o importante é levarmos os ASX Racing até a Bolívia em segurança para nosso apoio poder fazer a revisão nos dois carros”, garantiu Paulo. Já João Franciosi, que faz sua estreia no Dakar ao lado do navegador Gustavo Gugelmin, ganhou duas posições, completando o trecho de 429 quilômetros na 28a posição, com 4h05min56. “Foi uma especial difícil por causa da altitude. Dá dor de cabeça, falta de ar, mas a vontade de chegar era grande. E o bom é que chegamos bem com os dois carros. O ritmo foi bem complicado, quando encontrava a velocidade certa, não tinha motor para buscá-la novamente, já que com o ar rarefeito, os motores acabam perdendo potência”, explicou Franciosi. O trecho de hoje teve 429 quilômetros com constantes mudanças no ritmo devido à alternância entre terrenos arenosos e repletos de pedras. “Foi uma especial muito rápida, retas de até 25 quilômetros. A altitude pesa e muita dor de cabeça. Mas hoje foi dever cumprido”, completa Gugelmin. Etapa 5 – 07 de janeiro San Salvador de Jujuy (ARG) – Uyuni (BOL) Deslocamento: 315 km Especial: 327 km Total: 642 km Nesta quinta-feira, o Rally Dakar sai da Argentina e entra na Bolívia. Será uma mudança rápida de altitude, chegando a 4.600 metros, o ponto mais alto neste Dakar. Além de prejudicar o rendimento dos motores, fortes dores de cabeça e incômodo podem tirar a concentração das duplas. Também haverá uma mudança conceitual na prova e os pilotos terão pela frente os primeiros trechos “fora de estrada”, com navegação baseada em GPS, que irão exigir muita atenção e técnica dos navegadores.
Equipe Mitsubishi Petrobras conquista 66 posições no Dakar
Equipe Mitsubishi Petrobras conquista 66 posições no Dakar Dupla fez corrida de recuperação e acelerou forte no terceiro dia de prova; João Franciosi e Gustavo Gugelmin fizeram ótima prova e conquistaram 38 colocações Uma etapa para não tirar da memória. Depois de largar em 93o, a dupla Carlos Sousa e Paulo Fiuza, da Equipe Mitsubishi Petrobras, fez uma etapa inesquecível e terminou o dia na 27ª posição . A dupla conquistou 66 posições e agora irá largar em uma melhor colocação. “Começamos e acabamos o trecho debaixo de chuva. Mas deu para desempenharmos um bom ritmo. O ASX Racing se comportou muito bem e nos ajudou a conquistar essa posição”, comentou Carlos. “As ultrapassagens foram relativamente fáceis hoje. Passamos muitos carros, mesmo com o piso escorregadio. O interessante é que durante toda a especial tinha muito público assistindo e isso dá ainda mais motivação”, completa. João Franciosi e Gustavo Gugelmin também fizeram uma prova inesquecível e ganharam 38 posições. “Largamos com muita chuva, até achei que fossem cancelar novamente ou atrasar a partida. Mas o João anda muito bem em piso escorregadio e isso foi determinante. No meio da prova estava seco, pegamos poeira e ficamos muito tempo atrás de outros competidores. No trecho final, voltamos a pegar piso escorregadio. Mas hoje deu para terminar com o pé direito e amanhã vamos largar em uma posição favorável. Com isso, podemos andar mais livres e tirar mais potência do ASX Racing”, explicou Gugelmin. Infelizmente, Guilherme Spinelli e Youssef Haddad abandonaram a prova. A dupla teve um problema durante o trecho cronometrado que os impediu de completar o dia. Eles receberam assistência da equipe de apoio para chegar ao acampamento em San Salvador de Jujuy. De acordo com o regulamento, não é permitido aos competidores receber auxílio externo e, por isso, tiveram que dizer adeus ao Dakar 2016. “As consequências de ter entrado água no motor naquele rio do prólogo foram maiores que imaginávamos. Hoje o motor superaqueceu água e óleo. Levamos administrando até onde deu, mas faltando 80 km para o fim não deu mais para seguir. Não tivemos como terminar a especial e por isso é fim de prova”, lamenta Spinelli. Etapa 4 – 06 de janeiro San Salvador de Jujuy – San Salvador de Jujuy (ARG) Deslocamento: 200 km Especial: 429 km Total: 629 km Nesta quarta-feira, começam os trechos em altitude no Rally Dakar. A prova será realizada a 3.500 metros, com constantes mudanças no ritmo devido à alternância entre terrenos arenosos e repletos de pedras. A etapa será um laço, com largada e chegada em San Salvador de Jujuy, na Argentina. Isso facilita muito para as equipes de apoio, que não terão que fazer deslocamentos.
Campeão Mundial de Surf, Adriano de Souza ganha o SUV Pajero HPE-S
Campeão Mundial de Surf, Adriano de Souza ganha o SUV Pajero HPE-S Atleta Mit, Mineirinho é o segundo brasileiro a conquistar o mais importante título do surf mundial Fotos Mitsubishi Divulgação Adriano de Souza, o Mineirinho, acaba de desembarcar no Brasil após a conquista do título mundial de surf. A Mitsubishi Motors, patrocinadora do atleta, deu de presente um Pajero HPE-S, com a placa Special Made for 2015 Surf World Champion, em comemoração à conquista. “Temos um time de Atletas Mit que representa o espírito 4×4 de superação, garra e conquistas. Estamos muito felizes com o título mundial do Mineirinho e o Pajero HPE-S é apenas uma maneira de comemorarmos essa vitória junto com ele. Nosso objetivo é continuar ajudando ele a alcançar muitas outras conquistas”, afirma Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors do Brasil. Nas viagens para surfar ao redor do mundo, o atleta já utiliza os veículos 4×4 da marca dos três diamantes, que o levam para lugares inóspitos, onde é necessário o uso de um carro robusto e confiável. O Pajero HPE-S tem detalhes em grafite espalhados em todo o veículo: maçanetas, retrovisores, rack de teto, skid plates e grade dianteira. As novas luzes de iluminação diurna (DRL) em led completam o visual e dão ainda mais segurança. Na parte interna, o conjunto de bancos na cor bright grey tem costura especial que realça o espaço interno e dá ainda mais requinte. É equipado com sistema multimídia, bancos com couro com regulagem elétrica nos dianteiros, direção hidráulica com Paddle Shifters em Titanium Style, sensor de chuva e acendimento automático dos faróis, ar condicionado automático, keyless para abertura e fechamento das portas, retrovisores com rebatimento elétrico, além do sistema Full Airbags, com oito airbags: dois frontais, dois laterais e quatro de cortina. Além disso, tem tanque de combustível de 90 litros, que dá muito mais autonomia para as viagens e o moderno sistema de tração 4×4 com reduzida. Adriano de Souza Mineirinho disputa a Liga Mundial de Surfe desde 2006, mantendo-se sempre entre os dez primeiros colocados na competição. Em 2011, tornou-se o primeiro surfista brasileiro a liderar o ranking mundial do esporte. Em 2013, venceu o Rip Curl Pro, em Bells Beach, na Austrália, marcando seu nome na história como o primeiro atleta do Brasil a conquistar a mais antiga etapa do mundial. E agora, em 2015, conquistou o título e ainda venceu duas etapas: a última etapa, em Pipeline, no Havaí, e Margaret River, na Austrália. Confira o vídeo do Atleta Mit: https://www.youtube.com/watch?v=rd3fZHptEbI https://www.youtube.com/watch?v=rd3fZHptEbI
Mitsubishi Motorsports encerra temporada 2015 com aventura e festa
Mitsubishi Motorsports encerra temporada 2015 com aventura e festa Depois de se aventurar por trilhas de 8 cidades do Brasil, a Nação 4×4 se reuniu em Ribeirão Preto (SP) para a final do MitsubishiMotorsports, o rali de regularidade mais tradicional do País. Mais de 260 duplas vieram para sujar de lama e poeira seus legítimos 4×4 da marca dos três diamantes. “Quando comprei meu carro, há menos de dois meses, me disseram que a marca organizava ralis de verdade para os proprietários. É a primeira vez que consigo participar e estou impressionado com o tamanho do evento. Ano que vem, com certeza irei a mais provas”, conta Eduardo Fernandez, que participou da categoria Turismo Light, destinada a quem está começando no rali. O Motorsports também conta com as categorias Turismo, para quem já tem experiência, e Graduados, para as duplas mais experientes. Na etapa de Ribeirão Preto, o trajeto passou em meio a fazendas de cana, áreas de reflorestamento, trechos de areia e trilhas com piso bastante escorregadio. Um verdadeiro desafio para os proprietários de veículos das linhas Pajero e L200. “A prova foi muito boa, técnica e rápida. Foi muito divertido participar, principalmente por voltar para a casa com a vitória”, comemora Bryan Hirt, navegador que, ao lado do piloto Mauricio Barkema foi o vencedor da categoria Turismo na etapa. Outra dupla que voltou para casa com o troféu de primeiro lugar foi Paulo Roberto Goes e Jhonatan Ardigo, da categoria Graduados. Os dois já haviam se consagrado campeões doMitsubishi Motorsports Nordeste em 2015. “Aqui em Ribeirão corremos contra alguns de nossos melhores amigos. É muito divertido vencer competindo ao lado de duplas tão qualificadas”, comenta Paulo. Já na Turismo Light, Leandro de Mendonça Thurler e Rodrigo Justen Vieira subiram no lugar mais alto do pódio. “Esse ano conseguimos três vitórias durante o campeonato. Em 2016 vamos competir na Turismo, contra duplas muito mais experientes. O desafio fica maior, mas continuaremos buscando a vitória”, brinca Leandro, que compete a bordo de um Pajero Dakar. Campeões foram premiados com viagens “4×4” Como forma de parabenizar as melhores duplas da temporada, a Mitsubishi Motors, em parceria com a Agaxtur Viagens e com o Circuito Elegante, premiou os campeões com viagens a locais com verdadeiro espírito 4×4. Na categoria Graduados, Otávio e Allan Enz conquistaram o bicampeonato em 2015. “Foi uma etapa cheia de altos e baixos, competindo contra duplas cada vez mais experientes e qualificadas. Mas conseguimos fechar um ano com mais esse título. É muito especial conseguir isso ao lado do meu pai”, emociona-se Allan. Como premiação pelo título da temporada, o piloto ganhou uma viagem ao hotel Nevados de Chillian ao lado de um acompanhante. Já o navegador foi premiado com uma viagem ao Hotel Valle Corralco, também no Chile, ao lado de um acompanhante. Já na Turismo, quem levou o troféu foi a dupla Carlos Bauer e Alexandro Silva. Eles ganharam uma viagem com acompanhantes para o Zorah Beach, em Trairí (CE). “O companheirismo que desenvolvemos durante o ano é nosso maior prêmio. A cada etapa nos apoiávamos mais um no outro e desenvolvíamos mais nosso entrosamento. O título é um resultado desse trabalho”, conta Alexandro. Por ter conquistado o título da categoria Turismo, a dupla passará a competir na Graduados em 2016. Entre as duplas mistas, destinadas a equipes formadas por um homem e uma mulher, os vendedores da categoria Graduados foram José Eduardo Guerra e Marcia Guerra. A dupla ganhou uma viagem exclusiva para o Hotel Rancho do Peixe, em Jericoacoara (CE). Já na Turismo, José Carlos Eymael e Claudia Eymael terminaram em primeiro lugar, e foram premiados com 5 noites na Fazenda Catuçaba, em São Paulo. Mitsubishi Pró-Brasil – Ação Social A Mitsubishi Motors, mais uma vez, realizou a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. Nesta etapa, foram arrecadadas 12 toneladas de alimentos, entregues às seguintes instituições da região: Casa do Vovô, Santa Casa de Misericórdia de São Simão, Rotary Club de São Simão e Cantinho do Céu – Hospital de Retaguarda.
Última etapa do Mitsubishi Outdoor leva aventura a Ribeirão Preto (SP)
Última etapa do Mitsubishi Outdoor leva aventura a Ribeirão Preto (SP) Participantes exploraram trilhas nos arredores da cidade paulista, com direito a mergulho em cachoeira e visita ao Museu Casa Portinari Os aventureiros do Mitsubishi Outdoor se reuniram em Ribeirão Preto para a última etapa da temporada 2015. A prova de encerramento do rali de estratégia e tarefas foi realizada em uma região totalmente inédita, que guardou muitas surpresas para os competidores. “Foi uma experiência superbacana. A parte que mais gostei foi colocar o carro em uma trilha estreita e cheia de desafios no PC 4×4”, comenta Thiago Borin, que participou da categoria Extreme, destinada às equipes com mais experiência a bordo de veículos 4×4 da linha Pajero e L200. A prova foi realizada em um verdadeiro labirinto de cana de açúcar, em uma área de 1100 km², a maior da temporada. Por isso, uma boa estratégia foi essencial para que as equipes, formadas por dois veículos Mitsubishi 4×4, conseguissem encontrar as diversas tarefas escondidas pelas plantações. Entre elas estavam um mergulho em cachoeira, uma prova de rapel, um trekking e um circuito de bicicleta. “O carro dá toda a condição para participarmos de uma brincadeira off-road com o esta. O que mais gostamos é de curtir o visual, conhecer novos lugares e se divertir entre amigos “, conta Érico Campos, que veio de São Bernardo em seu Pajero Full para competir na categoria Fun, para iniciantes, onde podem participar também modelos ASX e Outlander nas versões 4×4. Aventureiros Campeões Em todas as etapas, as melhores equipes das categorias Fun e Extreme sobem ao pódio em uma grande festa de confraternização. Em Ribeirão Preto, a campeã da categoria Fun foi a equipe Secos e Molhados.”É nossa segunda participação e conseguimos a vitória! Nos demos bem com a divisão de tarefas e na estratégia”, comemora Ana Carolina Paes de Melo, uma das capitãs da equipe. Para ela, uma das tarefas foi muito marcante. “A visita ao Museu Casa Portinari com certeza foi especial. Tivemos que achar uma receita de polenta que estava escondida no museu. Aproveitamos e conhecemos um lugar muito bonito”, comenta. Já na categoria Extreme, a equipe Absolut Lama foi a grande campeã. “A prova estava recheada de tarefas legais, mas a que mais gostamos foi o rapel na cachoeira. Era um visual fantástico e uma prova bem divertida”, explica Marcelo Bernardi, que ficou responsável pela navegação da equipe. Atleta MIT convidado O Atleta MIT e surfista Everaldo Pato Teixeira, aceitou o desafio e participou do MitsubishiOutdoor com sua família. Além de escalar uma cachoeira, o atleta se aventurou nas trilhas de Ribeirão Preto a bordo de um ASX. “Com certeza a minha próxima aventura será participar de mais etapas no ano que vem”, garante o surfista. Mitsubishi Pró Brasil A Mitsubishi Motors, mais uma vez, realizou a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. Nesta etapa, foram arrecadadas 12 toneladas de alimentos, entregues às seguintes instituições da região: Casa do Vovô, Santa Casa de Misericórdia de São Simão, Rotary Club de São Simão e Cantinho do Céu – Hospital de Retaguarda.
