Ford mostra a nova Ranger em trilhas da Malásia e prepara o lançamento na América Latina Fotos Divulgação A Ford Malásia apresentou a Nova Ranger para a imprensa daquele país numa programação que incluiu o teste do veículo na famosa região turística de Kota Kinabalu e no parque de Kinabalu, patrimônio mundial da Unesco, no Sudeste Asiático. O objetivo foi mostrar a capacidade de rodagem fora de estrada da nova picape, que é a linha mais vendida da marca no mercado malaio. Como parte do programa global, a Ford agora prepara o lançamento da Nova Ranger 2017 na América Latina. O local escolhido para a apresentação à mídia, incluindo a brasileira, é a cidade de Puerto Iguazu, na província de Misiones, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu. Situada na divisa com o Brasil, essa região também se destaca pela diversidade de terrenos, topografia e área florestal. O roteiro de demonstração mundial da Nova Ranger inclui sempre regiões turísticas com vias regulares e trilhas, desde trechos na selva a travessias de rios, que permitem testar as tecnologias inteligentes e o desempenho da picape em diferentes condições de uso. Assim como em outros mercados, o novo modelo tem como diferenciais a maior potência, capacidade de carga e de submersão em áreas alagadas da categoria. Oferece também o conjunto mais completo de itens de segurança ativa e passiva e traz tecnologias inéditas de assistência ao motorista.
Suzuki Veículos anuncia agenda de eventos na pista e off-road
Suzuki Veículos anuncia agenda de eventos na pista e off-road Fotos Murilo Matos São cinco competições diferentes, cada uma com sua própria característica. “Queremos abranger o maior número possível de pessoas”, garante Fernando Julianelli, diretor comercial e de marketing da Suzuki Veículos. “Mais do que competições, os eventos tem como objetivo reunir famílias e amigos para um dia divertido, em meio à natureza. E, porque não, tirando todo o proveito do conforto e tecnologia do seu Suzuki”, afirma. As provas são realizadas com o próprio carro e, na maioria delas, não é necessário qualquer tipo de preparação ou conhecimento. Todas as informações, dicas e instruções são passadas aos participantes, para que possam aproveitar e se divertir. Para participar, não há taxa de inscrição. Cada carro faz uma doação, que pode ser de alimentos, produtos de higiene, roupas etc. Na abertura das inscrições será informado qual será o tipo do produto, que pode variar de acordo com as necessidades de cada região onde a etapa é realizada. As inscrições são abertas sempre quatro semanas antes de cada etapa pelo site www.suzukiveiculos.com.br Confira a descrição, datas e cidades onde as provas serão realizadas: Suzuki Off-Road Rali de regularidade para veículos Suzuki 4×4 (Grand Vitara, Vitara, Jimny, Samurai e Sidekick). Não há divisão de categorias e a premiação é do 1º ao 5º colocado. Podem ir até quatro pessoas por carro, sendo que o navegador tem que ter a partir de 16 anos e os acompanhantes com, pelo menos, 10 anos. Datas 10/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 22/05 – Tiradentes (MG) 03/07 – Curitiba (PR) 03/09 – Goiânia (GO) 18/09 – Fortaleza (CE) 19/11 – A definir Suzuki Extreme Um rali mais radical para os suzukeiros que têm experiência em práticas off-road. Além das provas dentro do veículo, os participantes também são desafiados em atividades físicas variadas e radicais. Esta prova é destinada a proprietários dos modelos Jimny, Samurai e Vitara (1° e 2° gerações) e é recomendável que o carro seja preparado com pneus off-road e tenha guincho. Podem ir até quatro pessoas por carro, com o navegador tendo mais de 16 anos e os acompanhantes mais de 10 anos. Datas: 10/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 03/07 – Curitiba (PR) 19/11 – A definir Suzuki Day É um passeio divertido para toda a família, exclusivo para proprietários de veículos Suzuki, de qualquer modelo 4×4. Não se trata de uma competição e não tem planilha de navegação. É ideal para conhecer novos lugares e curtir um fim de semana outdoor com a família e amigos. Podem estar até quatro pessoas no carro. Datas: 22/05 – Tiradentes (MG) 03/07 – Curitiba (PR) 18/09 – Fortaleza (CE) 19/11 – A definir Suzuki Cross Day É um rally de estratégia e tarefas criado para proprietários de veículos Suzuki 4X4. São diversas atividades esportivas e culturais que estimulam o convívio e diversão para famílias e amigos. Nas prova de aventura, os participantes irão encarar escalada, canoagem, trekking, além de oficinas de artesanato, fotografia e até culinária. As equipes podem ter até dez participantes, divididos em até dois carros. Podem participar crianças a partir de 10 anos. Etapa única 10 de abril – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) Suzuki Track Day É uma grande oportunidade para os proprietários de Swift Sport, S-Cross e SX4 guiarem o carro em um autódromo. Não é preciso ter habilidades, nem ser piloto, já que o objetivo é manter-se em uma velocidade e tempo estipulados, de acordo com a planilha de navegação. Os participantes terão um dia cheio de atividades como briefing, volta de reconhecimento da pista e duas baterias. Podem participar até quatro pessoas por carro, todas acima de 18 anos. Datas: 10/04 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 05/06 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 06/08 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP) 19/11 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP)
Ford apresenta novos sistemas de tração 4×4 eletrônica para Ranger e Edge 2017
Ford apresenta novos sistemas de tração 4×4 eletrônica para Ranger e Edge 2017 A Ford anunciou os lançamentos neste primeiro semestre da Ranger e do Edge na sua linha 2017 de veículos utilitários para o mercado brasileiro. Esses novos modelos acompanham a tendência mundial com recursos avançados de eletrônica, entre os quais se incluem a disponibilidade de sistemas de transmissão 4×4 e AWD de última geração. No Brasil, a nova Ranger e o novo Edge foram exaustivamente testados no Campo de Provas de Tatuí e em várias regiões do País. Mas como funcionam os diferentes tipos de tração? A Ford preparou um guia para mostrar os sistemas de tração dianteira, traseira, 4×4 e AWD (All Wheel Drive), sua aplicação e vantagens em cada situação de rodagem. O objetivo é dar uma visão geral sobre esse atributo que, embora de grande importância para o desempenho na pista, não é tão conhecido pelos motoristas. Tração 4×4 Na tração 4×4, a potência do motor é distribuída nas quatro rodas. Ela é usada em picapes e veículos off-road, como a Ford Ranger, que não por acaso tem 65% do seu volume de vendas representado pelos modelos com motor diesel e tração integral. Os principais avanços desse sistema se devem à inclusão de recursos eletrônicos. O controle eletrônico da caixa de transferência da nova Ranger permite mudar a tração de 4×2 para 4×4 por um botão no painel com o veículo a até 120 km/h. Tem também a opção reduzida (“Low”), que aumenta a força em terreno pesado. Tração AWD Conhecida como tração integral inteligente, a AWD conta com sensores que monitoram as condições do veículo a cada 16 milissegundos para distribuir a energia somente onde ela é necessária, seja nas rodas dianteiras, nas traseiras ou em todas. Disponível no crossover Edge (e em outros modelos como o EcoSport e Fusion), ela oferece um desempenho equilibrado, combinando condução suave, silenciosa e econômica na estrada com capacidade todo-terreno em situações de baixa aderência, fora de estrada ou reboque. Tração 4×2 Dianteira e Traseira Na tração dianteira – hoje a mais usada em carros de uso misto, como Ka, New Fiesta, Focus e parte da linha EcoSport – a força do motor é enviada às rodas dianteiras. Com o motor, a caixa de câmbio e o conjunto mecânico concentrados na parte da frente do carro, é possível diminuir o peso, melhorar a eficiência de combustível e liberar espaço na cabine para os passageiros e bagagem. O peso do motor sobre as rodas tratoras também ajuda a aumentar a aderência dos pneus na pista. Nos esportivos e carros com motores superpotentes, como o Mustang, o ideal é usar a tração traseira. Nesse caso, a potência é enviada às rodas traseiras e permite que as dianteiras atuem somente na direção. Isso traz uma sensação de condução mais ágil e esportiva, especialmente em modelos de alto desempenho. Alguns esportivos trazem o motor no meio, ou mesmo na parte de trás do chassi, mas a maioria dos carros desse tipo tem motor na dianteira e transmite a força para as rodas traseiras por um eixo que atravessa o automóvel, o cardã, o que melhora o equilíbrio e a estabilidade.
Veja a cabine da nova Ranger em testes de “tortura”
Ford exibe imagens do interior da nova Ranger 2017
Ford exibe imagens do interior da nova Ranger 2017 Fotos Divulgação A Ford prepara o lançamento da Ranger 2017 nos países da América do Sul neste primeiro semestre do ano. Depois de divulgar as fotos do design externo do modelo Titanium, mostra agora detalhes do novo interior, além de realizar uma exibição estática da picape num dos principais festivais de verão da região, na cidade de Pinamar, na Argentina. O painel de linhas horizontais marcantes avança por toda a largura da cabine e favorece a amplitude. No centro, destaca-se a tela sensível ao toque de 8 polegadas. Atrás do volante, o painel de instrumentos com duas telas digitais coloridas traz informações de fácil leitura para o motorista, além de detalhes dos controles de entretenimento, navegação e ar-condicionado. Os bancos têm um desenho especial voltado à ergonomia. Os materiais de acabamento foram selecionados para oferecer um padrão de refinamento comparável ao de carros de luxo, mas ao mesmo tempo são resistentes e duráveis para atender as exigências de um utilitário profissional. O uso de materiais avançados de isolamento acústico também coloca o seu interior entre os mais silenciosos e confortáveis da categoria. Outros detalhes do veículo serão divulgados mais próximo do seu lançamento. Na sua primeira mostra, a Nova Ranger fez uma aparição no festival de verão (Summer Attraction) no estande Ford Kinetic da empresa nas cidades de Pinamar e Cariló, na região de Buenos Aires. Esse evento atrai anualmente milhares de turistas de toda a América do Sul.
Ford Ranger é o único veículo de série usado na Antártica
Ford ranger é o único veículo de série usado na antártica Fotos Divulgação A Ford Ranger é o único veículo não militar a ser usado no Continente da Antártica. Escolhida pelo Exército Argentino, a picape foi levada para a Base de Esperanza, onde as temperaturas são extremas de até 38º centígrados negativos e os ventos chegam a 220 km/h. A estação científica vai utilizar a Ranger para abastecer as bases argentinas permanentes e temporárias no território sul do continente. Ela estará na segunda etapa da Campanha Antártica, que ocorre entre os meses de dezembro e fevereiro, promovida pelo governo argentino. Condições extremas Para operar no território gelado, a Ranger foi equipada para enfrentar condições mais extremas. Foram instalados vidros blindados devido aos ventos fortes. Mas, basicamente, será um veículo de série com o seu motor turbodiesel de cinco cilindros. A Ranger tem freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, airbags dianteiros, laterais e de cortina, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle de carga adaptativo, controle de estabilidade de reboque, luz de frenagem de emergência e controle eletrônico de descida acentuada. Missões especiais Na Antártica, entre outras missões, vai ser usada para distribuir suprimentos nas várias instalações, transportar estudantes quando as condições climáticas não são favoráveis, chegar ao lago que abastece a base de água potável e à futura pista de pouso, além de realizar pesquisas científicas nas geleiras, quando as condições da neve permitem. A Base Esperanza Antarctica (BAE) é uma estação científica da Argentina localizada em Punta Foca, sobre o Estreito Antártico na Península Antártica (ou Tierra de San Martin). Além da chilena Villa Las Estrellas, é a única instalação nessa região que conta com civis servindo temporariamente em funções militares, científicas e de serviços com suas famílias.
Suzuki Jimny volta ao pódio em sua segunda participação no Rally dos Sertões
Suzuki Jimny volta ao pódio em sua segunda participação no Rally dos Sertões O objetivo era usar a prova como laboratório para desenvolvimento de uma nova versão do 4×4 para uso esportivo off-road. A equipe Suzuki ficou em 5º. Para participantes e marca, o Jimny ficou mais rápido, confiável e fácil de guiar A Equipe Suzuki encerrou sua segunda participação no Rally dos Sertões com resultados positivos. A meta de usar um dos maiores desafios off-road do mundo como laboratório de testes para aprimorar uma versão do Jimny para uso esportivo off-road foi superada. A equipe ainda conquistou um pódio, com a dupla Luiz Razia/Luis Felipe Eckel, 5º. lugar na categoria Super Prodution, que conta com carros mais preparados e potentes, e 16ª. posição na geral, entre os 40 carros que largaram de Goiânia. A outra dupla, Marcelo Mendes/Breno Rezende chegou logo atrás, com a 6ª. posição. Essa foi a segunda participação do Jimny na prova, encerrada sábado, com a chegada em Foz do Iguaçu (PR), após 2.917 km de desafios. Ano passado o Jimny fez sua estreia na prova, na categoria Prodution, que conta com carros praticamente originais e também foi ao pódio, com o 5º. lugar. Esse ano, os carros foram com uma configuração diferente. A suspensão evoluiu, permitindo maiores regulagens, que deixaram o carro mais fácil de guiar e melhor de chão (estabilidade). O Jimny também ganhou barra estabilizadora regulável na traseira, freio a disco nas quatro rodas com balança reguladora de pressão dianteira / traseira. Essas modificações foram testadas durante o percurso de 2.917 km do Rally dos Sertões e a constatação é que o Jimny tornou-se mais rápido, fácil de pilotar e com mais confiabilidade em pisos acidentados, como pedras, buracos, grandes saltos. “Esperávamos bons resultados em função dos treinos que realizamos antes da prova, mas não tínhamos o comparativo com outros concorrentes. Por isso, o Rally dos Sertões funcionou como laboratório. Fazendo um balanço, sinceramente nos surpreendeu o quanto o carro melhorou em vários aspectos. O resultado foi mais do que esperávamos, pois nosso foco não era a competição, inclusive estávamos numa categoria de carros muito mais fortes, com motorização de até 350 cv e mais preparados, enquanto o Jimny conta com motorização de 89 cv. As quebras também foram poucas, ocasionadas por acidentes normais de rali”, analisa Rogerio Palmegiano, chefe de equipe. A Equipe Suzuki também aproveitou a prova para testar novos compostos de pneus, em parceria com a Pirelli e gostou do resultado. “Os testes com os novos pneus Pirelli ATR foram muito produtivos. Usamos esse composto em quatro especiais, de cerca de 150 a 260 km, e eles se comportaram super bem, com pouco desgaste e muita durabilidade em pisos acidentados. O nosso índice de pneus furados foi zero”, destaca Palmegiano. Outro ponto a ser destacado foi a curiosidade que o Jimny despertou. Antes mesmo da largada, no Autódromo de Goiânia, onde ficou concentrada a base do Sertões, os Jimnys já chamavam a atenção, que se intensificou após o prologo, que definiu a ordem de largada. Pela primeira vez os carros classificaram num circuito de asfalto, numa disputa dois a dois. E as duplas da Suzuki fizeram uma disputa sensacional, cruzando a linha de chegada lado a lado, levantando o publico da arquibancada e cujo resultado teve de ser confirmado pela fotocélula. “Em Goiânia algumas pessoas vinham conhecer o carro, que chama a atenção por ser bem colorido. Depois do prólogo então, varias pessoas vieram no nosso boxe, faziam perguntas, queriam ver de perto. E no decorrer do rally, os outros competidores se interessavam em saber sobre as modificações feitas, comentavam como os Jimnys estão andando bem”, conta Vinicius Oliveira, chefe de logística da equipe. O time A equipe contou com 11 pessoas, a maioria com grande experiência em competições off-road. Das duplas que conduziram os Jimnys, a grande surpresa foi o baiano Luiz Razia, 26 anos, piloto que veio das pistas, com passagens pela F-1 e F-Indy Lights, que fez sua estreia no Rally dos Sertões em grande estilo, ao lado do experiente navegador Luis Felipe Eckel, natural de São Bento do Sul (SC). Na primeira participação já subiu ao pódio, com o 5º. lugar na categoria e 16º. na geral. A dupla realizou uma prova limpa, sem nenhuma penalização. Das 40 duplas que largaram, apenas três passaram sem penalizações. Razia, que adorou a “aventura”, conta um pouco como foi sua experiência. “Para mim, como já tinha andado na terra quando comecei no automobilismo, não estranhei muito a mudança de asfalto para terra. Mas andar com um navegador realmente foi muito novo. O Eckel é um super navegador, me deu todas as instruções, chamava minha atenção para vários detalhes visando preservar o carro. Foi muito diferente. É como se tivesse alguém me julgando ali do lado e apontando meus próprios erros o tempo todo. Mas eu fui um piloto bem comportado e com o passar dos dias entramos em uma sintonia muito legal. Essa também foi a primeira vez que andei mesmo com um 4×4 e acho que peguei a mão fácil. É melhor o 4×4 do que o 4×2, porque consigo controlar muito mais o carro em situações de emergência. Os saltos foram novidades bacanas, não tinha tido essa experiência de ficar saltando com o carro”. Sobre o Jimny , Razia opinou: “O carro evoluiu bastante em freios, suspensão, principalmente nos saltos. Andamos rápido e tivemos poucas quebras. Vale ressaltar que subimos de categoria, com carros bem mais fortes do que o nosso e ainda assim conseguimos um pódio. Isso foi fundamental para mostrar a real evolução do Jimny. Houve muito interesse de varias pessoas que estavam lá. Para mim foi um prazer estar representando a Suzuki e ter superado o objetivo que nos propomos. Essa experiência toda foi muito prazerosa”. Seu navegador, o experiente Luis Felipe Eckel, 24 anos, seis participações no Sertões (2010, 2011, 2012, 2013 e 2014, 2015) e duas vitórias: 2011 na categoria Production-T2 e 2013 na categoria Pró-Brasil, falou da experiência em conduzir
Polaris lança Ranger 570 – utilitário com versatilidade para trabalhos de campo
Fotos Divulgação A Polaris anuncia o lançamento do novo Ranger 570. O modelo 2015 chega para substituir o Ranger 500 EFI e conta com design totalmente repaginado, nova motorização, novidades na suspensão, mais espaço no interior da cabine, além do aumento de conforto para motorista e passageiros. “A chegada do Ranger 570 traz versatilidade, tecnologia e conforto aliado a um bom custo benefício. Além da sua função básica de transportar pessoas e cargas, por ser compacto permite acesso fácil e rápido a todo tipo de localidade na área a ser trabalhada, mesmo as de acessos mais difíceis. Quando adaptado com implementos, leva ainda a capacidade de trabalho para essas regiões, dificilmente acessadas por um veículo comum”, afirma Rodrigo Lourenço, diretor da Polaris na América do Sul. Diferenciais O destaque da versão 2015 é a presença do motor ProStar 570 EFI, desenvolvido para otimizar o consumo e a potência do veículo, sem perda da performance. Além deste diferencial, a motorização vem equipada com o novo sistema de gestão eletrônica (EMS), que apresenta 44 cv de potência e maior facilidade de acesso para manutenção. O novo Ranger 570 conta com um curso de 9’’ (22,9 cm) na suspensão dianteira, que é especialmente equipada com o sistema MacPherson. Já a traseira, é independente e também apresenta ampliação do curso, agora com 10’’ (25,4 cm) de suspensão. Em razão desta inovação, o veículo proporciona grande conforto e uma melhora na capacidade de transposição de obstáculos. As novidades estão presentes, ainda, no nível da eficiência do reboque, que também registra melhorias neste modelo, aumentando 20% em relação ao seu antecessor, passando de 567 kg para 680,4 kg. A altura do entre eixos está inclusa nas novidades, agora com 185,4 cm. Já a elevação livre ao solo se manteve em 25,4 cm. O veículo, planejado para oferecer conforto, segurança e modernidade aos ocupantes, conta com faróis de 55 W de potência, que permitem uma iluminação abrangente e eficaz, maior espaço para a entrada dos pés, além de um painel inovador, equipado com regulagem de altura do volante e display centralizado e um novo porta-objetos central, que apresenta 20% a mais de capacidade e um total de 46 L de armazenagem de objetos (somando o porta-luvas e embaixo do assento). Equipado com o inovador sistema PRO-FIT de integração de acessórios de cabine com fácil instalação e acabamento de alta qualidade, o Ranger 570 permite a montagem e desmontagem de acessórios com rapidez e simplicidade, que funciona juntamente com o novo desenho de perfil da estrutura de chassis. Com este diferencial, a variedade de acessórios disponíveis é imensa. O sistema de tração AWD sob demanda e transmissão automática PVT, também estão presentes nesta versão. As primeiras unidades do novo Ranger 570 já estão disponíveis em todas as concessionárias Polaris do país, com preço sugerido de R$ 44.990,00 Cor disponível: Verde (Sage Green)
Mutação Contínua
Jeep Ford CJ5 1979 Por James Garcia Fotos David Santos Jr. Esse é o Jeep Ford CJ5 1979, do personal training paulistano Ricardo Marchina Maia, que é dono dessa máquina mutante há quase duas décadas. A história de Maia começa há mais de 20 anos, quando comprou seu primeiro Jeep, um Willys 1962 em sociedade com um colega, fato que obviamente não deu certo, pois há certos bens que não se dividem e carro é um deles. “Vendi minha parte e fui atrás do meu próprio Jeep, um Ford 1976”, comentou. Posteriormente houve um Ford 1983 para depois chegar a esse belo exemplar 1979, que já atormentava os pensamentos de Maia. O negócio foi feito em 1996 e o Jeep já era um “arraso”, estava em perfeitas condições de uso, inclusive possuía a carroceria de fibra – uma das primeiras do País –, afinal o Reinaldo é perfeccionista. Maia está com o Jeep há 15 anos e, concomitante a isso, teve uma Toyota Bandeirante que lhe proporcionou uma incrível viagem off-road: a Transpantaneira e a Transamazônica, em 2002, em 28 dias e 11 mil quilômetros de aventuras. Mas o assunto aqui é o Ford. “Adoro o Jeep e na época que o comprei poderia ter ficado com um Engesa pelo mesmo valor. Gosto é do Jeep!”, enfatizou o rapaz. Mesmo estando impecável, o 4×4 já passou por mudanças desde então. Primeiro ele foi pintado novamente, quando o pai de Maia e Reinaldo eram sócios em uma oficina de funilaria e pintura. Naquele período, um amigo mostrou um motor V6 da Ford Ranger e perguntou se não gostaria de instalar no Jeep. “Fiz a besteira de perguntar ao Reinaldo se ficaria bom”, e o resultado está aí. O motor 4.0 litros dianteiro, com 162 cavalos e 31,1 kgfm de torque caiu como uma luva. “Falaram que seria uma loucura, que daria problema, encrencaria na trilha etc”, comentou. Maia e Reinaldo seguiram em frente e aí está. Hoje se vêem muitos Jeep com motores injetados. O aspecto mais complicado na restauração foi ter que fazer um novo chicote elétrico do propulsor, pois o dono só tinha o módulo. Outro ponto difícil foi construir a flange com a capa seca entre o câmbio Clark e o motor Ford, mas ficou tudo pronto em 30 dias. O dono utiliza seu Jeep no dia-a-dia, vai ao trabalho e, claro, incontáveis trilhas, viagens e exposições de que já participou. Segundo Maia, os méritos são todos do amigo Reinaldo Bontempo, que idealizou e construiu esse Jeep há 19 anos. “Ele já fazia modificações que simplesmente não existiam, como a adição da porta do modelo do Wrangler, a ampliação do quadro de para brisa com os limpadores localizados na parte inferior, direção hidráulica, freio a disco nas rodas dianteiras, sem contar na suspensão constituída por barras e molas helicoidais baseadas no jipe Engesa, outro upgrade que na época nem sequer era imaginado para jipes”, falou Maia, que também lembrou com carinho dos pais, pela paciência de ter a garagem deles (que é só para um carro), ter virado uma oficina, às vezes de mecânica, outras de funilaria e pintura. O interior básico e sem firulas Nosso personagem lembrou um fato curioso: certa vez estava na Trilha do Pinheirinho, na Serra da Cantareira (zona norte da cidade de São Paulo) e quebraram os cinco parafusos prisioneiros de uma das rodas traseiras. A namorada Egle humphreys – hoje esposa – estava junto e os amigos implicaram, dizendo que ela iria reclamar pela demora e porque estavam no meio do mato e lama. Eles não a conheciam. Egle esticou uma lona sob a sombra de uma árvore, pegou o livro e ficou entretida até que Maia finalizasse o reparo, o que surpreendeu a todos. “As esposas deles é que já estariam reclamando; finalizou com bom humor, complementando que com isso ela ganhou vários pontos e hoje é sua mulher. “O ex-dono tinha uma oficina de 4×4 próximo de casa, e eu não saía de lá. Sempre falava que um dia o Jeep seria meu e de fato isso aconteceu” – Ricardo Marchina Maia Fale com Ricardo Marchina pelo e-mail troffroad@ig.com.br Ficha Técnica – Jeep Ford CJ5 1979 Carroceria: Fibra de vidro Chassi: original Motor: Ford Ranger V6, 4.0, dianteiro, longitudinal Potência máxima líquida: 162 cavalos a 4.800 rpm Torque: 31,1 kgfm a 2.750 rpm Combustível: gasolina Cilindrada: 4.011 cm3 Taxa de compressão: 9,0:1 Refrigeração: água Transmissão: câmbio Clark de quatro marchas mais Ré Tração: 4×4 e 4×4 com reduzida através de caixa de transferência Bloqueio de diferencial ARB dianteiro e traseiro Suspensão: Eixos rígidos, braços móveis e molas helicoidais, amortecedores com regulagem interna Direção: Sistema Hidráulico Ford Landau Freios: sistema de discos nas quatro rodas, dianteira Ford Landau e traseira da VW Brasília Rodas: Mangels 15 x 8” Pneus: Mud terrain 35” x 12,5” x 15” Comprimento: 3.517 Largura carroceria: original Largura total com retrovisores e estribo: 1,850 Altura total: 2,060 Altura com para-brisa rebatido: 1.750 Vão livre: 400 Passagem em água: 750 Bitola: 1.250 Entre-eixos: 2.057 Peso: 1350 quilos Capacidade de carga: 500 quilos Velocidade máxima: 150 km/h Tanque de combustível: 55 litros Consumo Cidade: 6,5 km/l Estrada: 7,5 km/l Mais imagens…
Com quase 200 competidores, Rally dos Sertões inicia sua 22ª edição neste sábado em Goiânia
A maior prova off-road do país terá várias novidades e grandes feras do rali nacional e internacional nas categorias carros, caminhões, motos, quadriciclos e UTVs. Prova termina no dia 30 em Belo Horizonte O Rally dos Sertões inicia neste sábado, dia 23, em Goiânia (GO), sua 22ª edição. A disputa começa com o prólogo, que definirá a ordem de largada para a 1ª etapa no domingo (24). Serão sete etapas e mais de 2,6 mil quilômetros (1,572 mil de especiais) rumo a Belo Horizonte (MG), palco da chegada no dia 30. A lista de inscritos extraoficial já conta com 126 equipes e 198 competidores divididos nas categorias carros (86 competidores), motos (39), quadriciclos (17), UTVs (42) e caminhões (14), reunindo grandes feras do rali nacional e internacional. Além do Brasil, mais nove países terão representantes na competição: África do Sul, Argentina, Chile, Espanha, França, Polônia, Portugal, Reino Unido e Uruguai. Nas categorias motos e quads, o Sertões também será válido pelo Mundial de Rally Cross Country da FIM (Federação Internacional de Motociclismo). Sob o comando da Dunas Race, o Rally dos Sertões é um dos maiores eventos esportivos do país, movimentando as economias das cidades por onde passa, deixando um legado social e ambiental. Entre competidores, imprensa, equipes de apoio, organização, produção e logística, mobiliza uma caravana de aproximadamente duas mil pessoas. Um evento 100% nacional, mas destacado por sua qualidade internacional nas partes técnica, esportiva e organizacional. “São 22 anos e é sempre uma emoção muito grande a chegada de mais um Rally dos Sertões. Teremos mais uma edição especial, com mudanças que visam tornar o evento mais acessível para todos e um formato mais agradável para os competidores e patrocinadores, largando e chegando em finais de semana, o que também é melhor para o público”, comenta Marcos Moraes, da Dunas Race. “Teremos um percurso inédito, com todas as dificuldades de uma prova de rali, mas também trechos muito prazerosos e desafiadores. Aproveito mais uma vez para agradecer a todos os nossos patrocinadores e apoiadores, aos órgãos governamentais de Goiás e Minas Gerais e aos competidores pela confiança. Temos certeza que será um grande rali”, completa Moraes. A movimentação em Goiânia começa nesta quarta-feira (20), com a abertura de box, no autódromo Ayrton Senna. Na quinta (21) e sexta (22), serão realizadas as vistorias técnicas. No sábado (23), a partir das 9 horas, os competidores saem do autódromo para a disputa do prólogo, que terá 10 km. Às 19h30, também no autódromo, acontecerá a largada promocional, para que o público veja de perto as principais estrelas do rali e suas supermáquinas. A entrada será gratuita. Entre Goiânia e Belo Horizonte, o Sertões vai passar por mais cinco cidades. Três serão sede do rali pela primeira vez: a goiana Catalão e as mineiras Paracatu e São Francisco. Completam o percurso, Caldas Novas (GO) e Diamantina (MG), que já receberam o Sertões em outras edições. A chegada em Belo Horizonte acontecerá no dia 30 na Praça Geralda Damata Pimentel, em frente à Lagoa da Pampulha, a partir das 10 horas, com entrada gratuita. Será montada uma arena para o público acompanhar a chegada dos competidores, além de contar com um agradável ambiente com música e espaço gastronômico, coordenado pelo renomado chef Eduardo Maya, com as delícias da culinária mineira. Também será montado um camarote para 300 convidados. Confira como está a expectativa de alguns dos principais destaques da prova: Carros: Guilherme Spinelli (piloto, Brasil) – tetracampeão do Rally dos Sertões (2003, 2004, 2010 e 2011) / Equipe Mitsubishi Petrobras (Mitsubishi ASX Racing) – Navegador: Youssef Haddad Este ano teremos quase mil quilômetros a menos de especiais do que em 2013, então o ritmo do rali com certeza será mais forte. Esperamos também mais serras, estradas de terra e cascalho, com piso melhor – a média horária das especiais será mais alta. E vai ser muito bacana passar uma noite na cidade de Catalão, que é onde fica a fábrica da Mitsubishi – que chamamos de “berçário”. É muito bom estar em um rali com duplas que andam tão bem, que são competitivas. Isso eleva o nível da competição, que com certeza será emocionante. A categoria FIA vai ser muito disputada, dia a dia, quilômetro a quilômetro. E embora não venha nenhum piloto estrangeiro este ano, algumas equipes são e as duplas conhecem muito bem o Rally dos Sertões. Há vários pilotos com experiência no Rally Dakar e em etapas do mundial. Vamos focados e dispostos a encarar as dificuldades sempre em busca de bons resultados. Reinaldo Varela (piloto, Brasil) – campeão do Rally dos Sertões em 2000 ( já venceu seis vezes por categoria, inclusive em sua última participação, em 2012) Equipe Divino Fogão Rally Team / Overdrive (Toyota Hilux) – Navegador: Gustavo Gugelmin Estou muito feliz em voltar a participar do Sertões depois de um ano de ausência. O objetivo é disputar a ponta, como sempre. Para qualquer ralizeiro é um orgulho muito grande andar entre os primeiros na prova mais técnica e organizada do mundo, depois do Rally Dakar. Marcos Baumgart (piloto, Brasil) – vice-campeão do Rally dos Sertões na categoria Protótipos T1 em 2007 – Equipe X Rally Team / NWM (Ford Ranger) – Navegador: Kleber Cincea Para 2014 pensamos em um novo começo. Partimos praticamente do zero, entrando em uma categoria mais acima da nossa entre os carros, e trazendo um outro carro. Fizemos isso, claro, pensando em brigar pela vitória no geral, e é com esse objetivo que estamos no Sertões. Cristian Baumgart (piloto, Brasil) – campeão do Rally dos Sertões na categoria Protótipos T1 em 2004 – Equipe X Rally Team / NWM (Ford Ranger) – Navegador: Beco Andreotti O Sertões com sete dias de prova vai dar um quê de sprint no rali. Serão três dias a menos judiando do equipamento, então acho que alguns pilotos adotarão uma estratégia mais agressiva. De qualquer forma, sete dias exigem muito dos veículos e de todos os envolvidos. Estamos trazendo um carro novo, que estreou este
