E o Jeep Renegade vai crescendo…

E o Jeep Renegade vai crescendo… Por *Régis Beckhauser Jeep Renegade  com Lift de suspensão de 1.5″  Suspension 1.5” (3,81 cm) Amigos da 4×4 Digital, tudo bem? No evento que estive da 4Wheel Parts, no ultimo dia 4 de junho de 2016, um carro em particular me chamou a atenção. Dentre o reinado do Wrangler JK, destacou-se um Jeep Renegade com um lift de suspensão de 1.5” o que deixou esse mais novo produto da Jeep com um visual muito interessante.   Esse kit foi desenvolvido e é fabricado pela empresa Daystar, cuja numeração é KJ09168BK Renegade 1.5 Lift Kit. Segundo o fabricante, esse kit é de fácil instalação e está disponível para a linha 2015 e 2016 do Renegade, para os modelos Sport, Latitude, Limited e Trailhawk e, inclusive, pode ser instalado nas versões 4×2.     Ainda segundo a Daystar essa modificação não altera a geometria de direção mantendo a digiribilidade e estabilidade de fábrica. Além disso, é possível com a instalação desse kit a montagem de pneus um pouco maiores do que os originais de fábrica.     O kit possui espaçadores de molas, novas bieletas das barras estabilizadoras, barras controladores do braço de suspensão traseira e todos os parafusos e buchas necessários para elevar a suspensão do carro em 1.5” sem que aja a necessidade de troca das molas e amortecedores.             A 4Wheel parts vende o kit completo a U$ 340.99 sem custo de instalação.     No site da 4Wheel parts existe um link que contém um arquivo em pdf  para baixar o manual de intalação do kit com muitas ilustrações e explicações do passo-a-passo. http://www.4wheelparts.com/aux_incl/pdf.ashx?pdf=KJ09168BK.pdf&line=DAY     Fiz questão de registrar esse carro pois sei que ele é um sucesso de vendas no Brasil e que por aqui o pessoal está começando a pegar gosto por esse simpático Jeep. Grande abraço a todos e até mais.     *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na região da Serra da Canastra – MG. Atualmente, reside em Miami e acompanha de perto os eventos realizados por lá, desde os 4×4, hot roads, clássicos e carros de corrida das mais diversas categorias. É colaborador exclusivo de 4×4 Digital nos Estados Unidos.

Mitsubishi apresenta nova versão da Pajero Outdoor

Mitsubishi apresenta nova versão da Pajero Outdoor   Fotos Murilo Mattos     SUV da Mitsubishi Motors ganha novos elementos e traz câmbio automático com Sports Mode, novas rodas, motor diesel de 3,2L e sistema de tração Super Select 4WD.   O Mitsubishi Pajero acaba de ganhar uma nova versão, com visual mais esportivo e aventureiro.  O SUV tem para-choque exclusivo na cor do veículo e faróis de máscara negra. Além disso, diversos itens são pintados em cinza grafite, como os frisos das portas, grade do radiador, maçanetas, moldura da caixa de roda dianteiro e traseiro e o para-choque de impulsão. O rack de teto é na cor preta e o aerofólio vem integrado à tampa traseira.       Na parte interna, os bancos têm revestimento Premium e as maçanetas são cromadas. O volante vem com comando do piloto automático, além de ajuste de altura. O veículo tem rádio AM/FM, CD Player com MP3 e Bluetooth, entrada USB e auxiliar frontal.     As novas rodas contam com design exclusivo em liga leve aro 17″, na cor grafite, com pneus 265/65 R17. Na traseira, as lanternas são em Cristal Sharp Design e a moldura superior da placa é na cor grafite. Tecnologia e praticidade estão presentes nos detalhes do Pajero Outdoor. Além de todo o conforto, o veículo é ideal para as longas viagens, já que é equipado com tanque de combustível de 90 litros, proporcionando muito mais autonomia. A capacidade do porta-malas pode chegar a 1.805 litros.       Com um raio de giro de 5,6 metros, o Pajero Outdoor é versátil em qualquer situação, permitindo curvas e manobras com facilidade. Para o conforto ainda maior do motorista e passageiros, o veículo tem 24 porta-objetos distribuídos pelo veículo, duas tomadas 12V e 12 luzes de cortesia que garantem melhor visibilidade no interior. O Pajero Outdoor é equipado com motor diesel de quatro cilindros em linha, com 3,2 litros e 16 válvulas, injeção eletrônica direta common-rail, turbocompressor e intercooler, desenvolvendo potência de 180 cv a 3.500 rpm e torque de 38 kgf.m a 2.000 rpm.       A caixa de transmissão permite até 20 combinações de marcha, facilitando o uso nas grandes cidades e nos diversos tipos de terreno. O câmbio automático tem cinco velocidades e é equipado com Sports Mode eINVECS-II (Intelligent & Innovative Vehicles Electronic Control System), que reúne as informações do modo de dirigir do motorista, incluindo a forma de acelerar e frear, e se adapta automaticamente, tornando ainda mais agradável a condução do veículo em qualquer situação. O motorista pode optar pelo modo sequencial Sports Mode, onde a troca de marchas é feita de forma manual, através da alavanca. Esse Pajero é equipado com moderno sistema de tração Super Select 4WD com quatro modos distintos de seleção: 4×2 (2H), 4×4 (4H), 4×4 bloqueado (4HLc) e 4×4 bloqueado com reduzida (4LLc).     No modo 2H, o SUV opera somente com a tração traseira, sendo recomendado para uso urbano e em rodovias, privilegiando a economia de combustível. O modo 4H faz com que o veículo distribua a força de tração nas quatro rodas, ideal para estradas e pisos molhados com baixa aderência. Já no modo 4HLc, a tração estará atuando o tempo todo nas quatro rodas com o diferencial central bloqueado e é recomendado para situações off-road. O modo 4LLctambém terá a tração nas quatro rodas com o diferencial central bloqueado e reduzido, onde se faz necessária força total, como a transposição de obstáculos.       Para o tamanho do veículo, as medidas são ótimas. O ângulo de entrada é de 36º, de saída de 25º, além de capacidade máxima de subida de 35º. São 215 mm de altura livre do solo. O Pajero Outdoor tem 4.745 mm de comprimento, 1.815 mm de largura, 1.840 mm de altura com rack, entre-eixos de 2.800 mm.         O Mitsubishi Pajero Outdoor é construído no conceito cab on chassi, e tem 20 pontos reforçados em sua estrutura, resultando em viagens mais prazerosas, tranquilas e confortáveis. O chassi é constituído por longarinas do tipo box type com alta resistência a torção e flexão, capaz de enfrentar os maiores desafios off-road. A suspensão ryde dynamics é resistente e confortável. O Pajero é equipado com o que há de mais moderno em segurança. A cabine conta com o sistema RISE de deformação programada. A coluna de direção, pedal e o espelho retrovisor interno são colapsáveis e este SUV conta ainda com barras de proteção lateral.     O sistema de freios tem a tecnologia 4-ABS com EBD e BAS, que distribui eletronicamente a força de frenagem em cada roda, mantendo o veículo em uma trajetória correta e segura mesmo em situações limites de utilização dos freios. O sistema keyless facilita o travamento e destravamento das portas. O modelo possui conjunto óptico integrado ao para-choque com luzes de neblina com moldura na cor grafite. As molduras nas caixas de rodas dianteiras e traseiras preservam a carroceria e a pintura em situações extremas. Com dois amortecedores a gás, a abertura da tampa traseira é feita sem dificuldades. Os espelhos retrovisores são rebatíveis eletronicamente e as maçanetas das portas recebem acabamento cromado. Estribos facilitam o acesso ao veículo.         Pajero HPE A versão HPE também ganhou novidades na versão 2017. A frente Frontside tem desenho arrojado e harmônico, grade Off-Road Efficient integrada ao conjunto óptico que recebe faróis de xênon HID com regulagem automática de altura e lavador. Além disso, o Pajero HPE é equipado com o moderno DRL com LED, que deixam o visual ainda mais arrojado e garantem a segurança para rodar durante o dia. Os faróis de neblina estão integrados ao para-choque e as rodas Power Design são de liga leve de 17″. Os retrovisores têm rebatimento elétrico com capa cromada e luz de seta em LED. Este SUV leva confortavelmente toda a família com espaço de sobra para até sete ocupantes e está disponível em versões com motor flex ou diesel.     O Pajero HPE é

Jaguar apresenta F-Pace, o seu primeiro SUV

Jaguar apresenta F-Pace, o seu primeiro SUV Fotos Divulgação     O Jaguar F-PACE primeiro SUV a ser produzido em toda a história da marca britânica de veículos de luxo tem data certa para chegar ao mercado brasileiro. O modelo estará disponível a partir de setembro nas 33 concessionárias da marca localizadas em todas as regiões do País. As pré-vendas começam hoje. Totalmente focado em desempenho e criado para oferecer agilidade, capacidade de resposta e refinamento, o F-PACE será oferecido em três diferentes versões e valores: Prestige (R$ 309.300), R-Sport (R$ 360.500) e S (R$ 405.900). Além delas, a Jaguar também trará ao país 19 unidades da série limitada First Edition pelo preço de R$ 416.400. O modelo chegará ao Brasil para se tornar uma excelente opção dentro do segmento de SUVs médios. A versão de entrada, Prestige é equipada com o novíssimo motor Ingenium de 2.0 litros a diesel com 180 cv e foca naqueles que buscam ampla autonomia e maior conforto em viagens. Já a versão intermediária, R-Sport traz motor V6 a gasolina de 3.0 litros e 340 cv de potência, perfeito para um bom desempenho na estrada e na cidade.   A versão S, a topo de linha, é completamente focada em desempenho ao disponibilizar motor V6 a gasolina de 3.0 litros e 380 cv de potência, mesmo motor que também equipa a série limitada First Edition, que terá apenas 19 modelos disponíveis para venda no mercado brasileiro. Todas elas trazem de série o sistema de transmissão automático ZF de oito velocidades, com opções para trocas por meio de borboletas dispostas atrás do volante. A relação de marchas oferece amplo conforto em velocidade de cruzeiro e um excelente desempenho em retomadas.         Além da transmissão, o F-PACE traz, de série uma grande gama de itens como tração integral, faróis de neblina, bancos com ajustes elétricos, sensores de estacionamento traseiro e dianteiro além de painel, portas, bancos e volante revestidos em couro de alta qualidade. Com influências do F-TYPE – entre elas os dois motores V6 a gasolina – o Jaguar F-PACE o foi desenvolvido com uma arquitetura predominantemente em alumínio. Seu design arrojado combina linhas puras, proporção, uma traseira marcante, saídas de ar e faróis característicos. A parte dianteira do modelo conta com três entradas de ar bastante largas com grades em preto que reforçam sua aparência esportiva. A assinatura dos faróis em LED e os vincos do capô ressaltam o aspecto moderno e agressivo do modelo.     O novo F-PACE transporta até cinco ocupantes adultos em absoluto conforto. O seu interior é uma mistura perfeita de materiais premium e acabamentos impecáveis. Dependendo da versão, o modelo oferece tecnologias como o novo sistema de entretenimento InControl Touch Pro e o painel do volante em HD com tela de 12,3”, garantem uma experiência única a todos os ocupantes. “Ao permanecer absolutamente fiel aos nossos princípios de design, o novo F-PACE é imediatamente reconhecível como um Jaguar. Ele oferece um excelente espaço interior – e muito mais – mas, por causa de nossa abordagem para superfícies, proporções e pureza de linhas, nós projetamos o que eu considero ser o veículo mais atraente e mais equilibrado de sua classe”, reforça Ian Callum, diretor de Design da Jaguar. A estrutura de alumínio foi o ponto de partida para as equipes de design e engenharia da Jaguar Land Rover criarem um chassi que permite o posicionamento correto do veículo sobre as rodas, de forma a entregar proporção, dinâmica e praticidade essenciais para um SUV focado em desempenho.     Seus 2.874 milímetros de distância entre-eixos não se comparam a nenhum outro veículo Jaguar. Seu comprimento de 4.731 milímetros faz do novo F-PACE um veículo que oferece um espaço interior excepcional. O espaço traseiro para as pernas é o maior do segmento e o porta-malas abriga um volume de 508 litros. A estrutura leve e rígida traz em sua composição 80% de alumínio o que do F-PACE o único de seu segmento com essa característica. Concebido para ser extremamente leve, além do alumínio, o modelo traz peças projetadas para reduzir ao máximo seu peso total. Exemplo disso é seu eixo traseiro. O SUV foi projetado com foco total em desempenho. Por isso, os engenheiros da Jaguar Land Rover disponibilizaram, entre outras opções, o motor 3.0 V6 Supercharged a gasolina, o mesmo que equipa o superesportivo F-TYPE. O propulsor desenvolve 380 cv de potência e leva o F-PACE da imobilidade aos 100 km/h em apenas 5,5 segundos.     First Edition O mercado brasileiro também receberá apenas 19 unidades da edição especial First Edition, criada especialmente para celebrar o lançamento do novo F-PACE. A série limitada e numerada terá produção restrita apenas ao primeiro ano do veículo. Equipado com o motor V6 superchaged de 380 cv de potência, o F-PACE First Edition se diferencia por duas pinturas metálicas únicas – Azul Caesium e Halcyon Gold, claras referências ao inovador conceito C-X17, revelado em 2013 nos salões de Frankfurt (Alemanha) e Guangzhou (China). Os clientes ainda têm as opções de cores Rhodium Silver e Ultimate Black. A série também conta com rodas de aro 20 Venon de 5 raios com acabamento em preto, Adaptive Dynamics, faróis de LED, entradas de ar com acabamento na cor preta e teto elétrico panorâmico. Por dentro, o acabamento dos bancos, portas, painel e volante é em couro Premium Windsor na cor Light Oyster, com costura dupla e padrão quadriculado em relevo. Além disso, o modelo pode ser equipado com sistema iluminação interna configurável com uma gama de 10 cores diferentes, sistema de entretenimento InControl Touch Pro e o painel de intrumentos de 12,3” em HD. Opções de motores Para atender aos mais distintos perfis de clientes, a Jaguar colocou à disposição opções de motores a diesel e a gasolina para equipar o novo F-PACE. Na versão Prestige o modelo é equipado com o novíssimo motor Ingenium Diesel de 2.0 litros e 180 cv de potência. O propulsor é ideal para aqueles que prezam pela ampla

Jeep Wrangler com direção na mão direita?

Jeep Wrangler com direção na mão direita?  Por *Regis Beckhauser   A foto abaixo não é montagem e sim feita em uma área externa de uma loja que visitei. Conseguem achar a diferença entre os dois Jeep Wrangler?       Está dificil? Então vamos separar então as fotos…       Quem notou a diferença de posicionamentos dos braços dos limpadores, está de parabéns. Visitando uma grande loja de peças, acessórios e preparação de veículos off-road aqui em Miami Gardens, tive a oportunidade de encontrar um  Jeep Wrangler JK RHD (Right Hand Drive), ou seja, com posicionamento de volante na mão direita. Eu tinha conhecimento de que os antigos CJ3/5 tinham essa versão e, até então, eu nunca tinha visto um carro zero milhagem ou zero quilômetro nessa configuração. Segundo o Mark, o atendente que me recebeu, esse carro foi encomendado por um cliente da China, diretamente para a Jeep e eles estão preparando o carro para enviar ao seu comprador oriental.         Esse Jeep Wrangler JK RHD está recebendo um banho de loja com lift de suspensão, rodas e pneus fora de estrada, para-choques, guincho, novo suporte de estepe dentre outros itens.     Ainda segundo Mark, a Jeep ainda tem essa linha especial para também fornecer ao USPS (United States Postal Service) ou os Correios dos Estados Unidos, veículos para entregas de correspondências em zonas rurais e de difícil acesso.     O que chama muito a atenção é que o acabamento é o mesmo de um JK com direção no lado esquerdo. Não perde em nada.         Segundo algumas pesquisas que realizei, essa configuração é conhecida como Dispatcher Jeep ou DJ e nas primeiras versões eram disponibilizadas com tração 4×2, mas tendo sua plataforma principal o CJ. Para facilitar a vida dos entregadores, em 1955 a Willys atendeu a solicitação da USPS e disponibilizou o DJ3 Dispatcher, inaugurando assim a geração de veículos de entrega de correspondência com o volante do lado direito.     Isso facilitou muito as entregas, pois o motorista-entregador não tinha a necessidade de sair do veiculo para colocar as cartas no Mail-box que são instaladas em frente das casas. O resultado foi tão bom que nas décadas seguintes desenvolveu-se uma linha de montagem exclusiva para esse veículo tão característico daqui dos EUA.         *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na região da Serra da Canastra – MG. Atualmente, reside em Miami e acompanha de perto os eventos realizados por lá, desde os 4×4, hot roads, clássicos e carros de corrida das mais diversas categorias. É colaborador exclusivo de 4×4 Digital nos Estados Unidos.  

Rally Cuesta Off Road teve 300 km e exigiu o máximo

Rally Cuesta Off Road teve 300 km e exigiu o máximo       Prova reuniu 89 veículos, entre Motos, Quadriciclos, Carros e UTVs em dois dias de disputas válidos para o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja   Foram duas etapas disputadas, e chegou ao fim neste domingo, a 10ª edição Rally Cuesta Off Road. As equipes inscritas na prova percorreram aproximadamente 300 quilômetros com passagem pela serra do Cuesta e mais um ano coroado pelo sucesso. A competição cumpriu seu propósito e levou os competidores a doarem tudo de si na arte de pilotar e navegar em dois dias com mesmo roteiro, mas com condições climáticas diferentes que deixou mais desafiador. Estiveram no evento 89 inscritos divididos nas categorias motos, quadriciclos, UTVs e carros. A alegria, a comemoração entre as equipes e competidores, além da satisfação e orgulho, era o sentimento vibrante que contaminava os presentes na cerimônia de premiação, de um dos ralis mais tradicionais do país. Novamente, a Rally Cuesta Off Road superou as expectativas.     Para Gabriel Varela ganhar a prova na geral à frente das motos é um fato bastante satisfatório. “A especial estava mais seca, diferente com relação a prova de ontem que choveu muito. Foi um dia bem rápido, o UTV Can-Am foi super bem, esteve competitivo. Para que isso acontecesse conseguimos um excelente acerto de suspensão, equipamento bem preparado e tivemos um conjunto bom para a vitória do rali”, comemorou o piloto de Barueri/SP.     O piloto Reinaldo Varela (pai de Gabriel) e o navegador Gustavo Gugelmin venceram nos carros. “Como estava o trilho sequinho, prova gostosa e muito rápida, aceleramos administrando os concorrentes. Da metade da prova pra frente já sabíamos os tempos, andamos bem forte, mas conscientes com a meta de conquistar a etapa e o rali no acumulado. Deu tudo certo, o carro T-Rex correspondeu bem e agora vamos nos preparar para o Rally Rota SC”, destacou o piloto.     Nas motos, Ramon Sacilotti (Kawasaki KX 450F/ Super Produtcion) carimbou mais uma vez o seu nome como campeão do Rally Cuesta. O piloto participou de todas as edições e é o maior vencedor “Uma especial deliciosa de acelerar, principalmente por não ter a chuva deu para enxergar melhor o caminho e poder procurar onde estava com menos lama. Consegui impor um ritmo bem forte, pois sabia que precisaria tirar a diferença do Elias que largou na minha frente e venceu o primeiro dia e, ainda, abrir vantagem para garantir a vitória”, disse o piloto de São José dos Campos.   Na especial deste domingo, Jérémy Dubois conseguiu melhorar o desempenho e venceu a etapa, mas não foi o suficiente para superar Richard Amaral na classificação final do Rally Cuesta. “A trajeto da prova foi difícil tanto quanto ontem. O piso como já tinha conhecimento o que iria encontrar pela frente, então acelerarei um pouco mais e utilizei de cautela para garantir o título da prova”, contou o piloto Richard Amaral, de Suzano (SP). “Na especial deste domingo fui bem melhor, consegui a vitória no dia. A prova foi muito boa, bastante técnica, cansativa e bem sinalizada nas áreas de perigos. Mas o principal objetivo foi cumprido que era marcar pontos para manter a liderança no campeonato”, ressalta Jèrèmy Dubois. A 10ª edição do Rally Cuesta Off-Road é uma realização da Prefeitura Municipal de Botucatu e organização da Arena Promoções e Eventos. Tem patrocínio de Can-Am, Penna Off-road e Primar Hotel. Supervisão da CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo, da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo e da FASP – Federação Paulista de Automobilismo. Classificação acumulada do Rally Cuesta Off Road: MOTOS 1) 2 Ramon Sacilotti, SPR/1, 4h03min52 2) 25 Elias Campideli Folly, PDA/1, 4h04min11 3) 3 Luiz Fernando Menuzzo, PDA/2, 4h14min12 4) 17 Josemar Ferro, MAR/1, 4h18min17 5) 12 Daniel Crema, MAR/2, 4h22min46 QUADRICICLOS 1) 39 Richard Amaral, 2h15min12 2) 35 Jèrèmy Dubois, 2h16min43 3) 37 Geison Belmont, 2h18min11 UTVs 1) 105 Gabriel Varela, UTUR/1, 3h59min35 2) 125 André Hort, USPD/2, 4h06min01 3) 111 Erick Donato, UPRO/1, 4h06min55 4) 137 Wilker Campos, UTUR/2, 4h07min47 5) 148 Dimas de MelloPimenta III, UPRO/2, 4h08min51 CARROS 1) 308 Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin, PROT- T1/1, 4h05min16 2) 322 Michel Terpins/Beco Andreotti, PROT-T1/2, 4h06min47 3) 301 Marcos Moraes/Fábio Pedroso, PRO BR/1, 4h08min04 4) 310 Luiz Facco/Humberto Ribeiro, PRO BR/2, 4h30min45 5) 339 Nadimir Kayser de Oliveira/Ricardo Amorim, PR-T2/1, 4h34min34 Calendário do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2016: 1ª e 2ª etapas – 06/03 – Rally de Barretos 3ª e 4ª etapas – 20/03 – Rally da Ilha 5ª e 6ª etapas – 22/05 – Rally Cuesta Off Road 7ª etapa – 02/07 – Rally Baja Jalapão 8ª e 9ª etapas – 30 e 31/07 – Rally Rota SC 10ª e 11ª etapas – 06/11 – Rally Rota Sudeste 12ª e 13ª etapas – 10/12 – Rally dos Amigos Calendário do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country Etapa 1 e 2 – 5 e 6/3 – Rally de Barretos Etapa 3 e 4 – 21 a 24/4 – Rally RN 1500 Etapa 5 e 6 – 21 e 22/5 – Rally Cuesta Off Road Etapa 7 e 8 – 30 e 31/07 – Rally Rota SC Etapa 8 e 9 – 3 a 10/9 – Rally dos Sertões Etapa 10 e 11 – 5 e 6/11 – Rally Rota Sudeste Etapa 12 – 10/12 – Rally dos Amigos

Jeep Willys CJ3B 1954 ou, melhor, o famoso “Cara de Cavalo”!

Um “Cara de Cavalo” imbatível     O Jeep Willys CJ3B 1954 dessa reportagem apresenta um nível tão alto de qualidade em sua restauração, que já recebeu três importantes prêmios em eventos de antigomobilismo. Conheça a história desse “cara-de-cavalo” e seu proprietário, Fernando Cury   Texto e Fotos James Garcia     O verde é uma das cores mais usadas nos Jeep, mas ainda bem quem há quem curta outros tons. O empresário paulistano do ramo alimentício Fernando Cury, 50 anos, é um deles. Cury não é praticante de off-road, mas sim um amante de utilitários da linha Ford/Willys, da qual tem uma Rural Luxo 4×2 1972. “Retirei junto com meu pai ‘zero km’ na concessionária, quando tinha sete anos”, lembrou. Hoje a Rural, que passou pelas talas largas, rádios Tojo e outras modas dos anos 80, está como veio ao mundo e ganhou placa preta. O dono também possui um Jeep Willys 1965. “Queria ter um carro fabricado no ano que nasci”, afirmou.   O CJ3B fazia parte dos planos de Cury. Ele tem uma amiga cujo falecido marido tinha esse carro. “Ele teve filhas mulheres que não se interessaram, mas os sentimentos pela paixão do marido para com o 4×4 dificultaram o desapego ao Jeep”, comentou. Até que, em novembro de 2010, Cury se encontrou com ela e disse que estava comprando um Jeep. Ela disse: “Você tem tanto carinho pelo Jeep quanto meu marido, fica com ele também?”, contou. Cury negociou o valor e acabou comprando no mesmo dia os dois Jeep, um CJ5 1965 e esse CJ3B 1954.   O Willys estava parado há oito anos num galpão. Ele mandou dar uma geral; trocou o tanque, as bombas, velas, a limpeza de carburador, revisão de freio e pouco depois saiu com ele curtindo, até que em janeiro de 2011, resolveu restaurá-lo. A decisão veio após ver uma edição da 4×4&Cia, onde há dois Jeep CJ3A (amarelo e o vermelho), feitos na oficina Max4.   Cury disse que seu o sonho era montar um carro completo e começou pela restauração do chassi. Ele descobriu uma empresa especializada em construir estruturas e carrocerias para Jeep antigos para que avaliassem as condições do chassi. Como a peça estava cheia de soldas e remendos resolveu repará-la e construir uma lataria nova, mantendo a grade dianteira, o quadro do para-brisa e a tampa traseira. As demais partes de lataria são novas, até os bancos.   O Jeep foi para a Max4. Após a reforma do chassi, restauração das partes e confecção da cabine, a carroceria foi alinhada, montada sob o chassi e pintada. A escolha da cor foi inusitada. Inicialmente a cor seria verde. “Pedi a opinião da minha esposa e filha, que disseram: ‘outro carro verde? Você já tem dois nessa cor!’, falou. “Um dia encontrei com a filha do ex dono e contei a ela o dilema. Daí veio a surpresa. Ela disse que o pai se arrependeu de ter pintado de verde, pois ele era vermelho!”.     Pronto, ele voltaria a ter a cor original. O dono foi atrás de catálogos de época e viu que o tal vermelho era um vinho. “Naquele tempo só havia seis cores disponíveis: Gale Gray Poly, Beryl Green, Bristol Red (a cor do Jeep), Artic White, Coronado Sand e Kaven Black. Aí começaria a novela para elaborar a tinta e chegar ao padrão exato. Foram cinco amostras e diversas opiniões e palpites. Mas a escolha não poderia ter sido melhor.     Toda a parte mecânica, como diferenciais, câmbio, motor, molas, juntas, rolamentos, bomba de água, radiador, foram restaurados com peças adquiridas na Jipebras ou importadas dos Estados Unidos. Cury ia até Mauá, SP, onde fica a MX4, pelo menos duas vezes por mês, apreciando e tirando fotos de todas as fases. “Falava para o Adilson que não tinha muita graça, pois não podia reclamar, dar palpites e ajudar em nada, pois tudo estava ficando melhor do que eu imaginava”, falou Cury, que apontou sua ansiedade como a parte mais difícil de todo o processo.   O Willys que você vê nas fotos foi finalizado em janeiro de 2013 e Cury ficou feliz com o resultado. O CJ3B é usado para passeios e lazer. “Utilizo meus carros antigos nos dias de rodízio, citou. Fernando agradece à esposa Denise e a filha Camila, pelo respeito à sua paixão, além do apoio da família. “Meu irmão e minha mãe, me deram um belo presente de aniversário: um jogo de pneus 600×16” militares”. E citou a equipe Max4, que achou excelente. Troque informações e dicas com Fernando Cury, pelo e-mail: fernando@rosima.com.br             Um 54 premiado   O Jeep Willys CJ3B 1954 de Fernando Cury conquistou o sonhado troféu de destaque no III Encontro Brasileiro de Autos Antigos em Águas de Lindoia, que aconteceu em Abril/2016. Já está em seu currículo a premiação no XX Encontro Paulista de Autos Antigos em Campos do Jordão (Abril/2015) e também no XVI Encontro Nacional de Pick-ups, Trucks e Carros Antigos em Águas de São Pedro (Set/2014). Estes 3 prêmios de destaque eram o sonho do proprietário.     O ultimo troféu teve uma característica especial, pois foi entregue para Fernando, por um mito do automobilismo, o Wilsinho Fittipaldi e também elogiado pelo presidente da FIVA (The Federation Internationale des Vehicules Anciens) Sr. Patrick Rollet, que entregou um adesivo para prestigiar o Jeep. Com 99,99% de originalidade, o Jeep conseguiu o reconhecimento e destaque.     Prova do gosto de Fernando por carros mais acessíveis e utilitário, é que em sua garage ainda encontra uma Rural Luxo 1972, que foi buscar “zero” na concessionaria junto com seu falecido pai e também um Jeep CJ5 – 1965 que tem a mesma idade dele. Hoje, Fernando tem até dó de andar com o Jeep, para não sujar e utiliza somente para ir a passeios e encontros, permanecendo em sua garagem, devidamente coberto.         Motor Hurricane, dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha Combustível: gasolina Potência: 73,97 cavalos a

Direto da Fonte – Como é ser off-roader nos Estados Unidos

Direto da Fonte – Como é ser off-roader nos Estados Unidos Texto e fotos Regis Beckhauser*   Quem acompanha as matérias da 4×4 Digital, deve ter visto a cobertura realizada pelo amigo e correspondente Regis Beckhauser, que a partir de agora é nosso correspondente oficial nos Estados Unidos, País onde nasceu o off-road e fora de estrada, seja ele militar ou recreativo. Na coluna Direto da Fonte, Regis irá dividir conosco suas experiências e mostrar como é que funciona o universo 4×4 por lá, direto da fonte. Boa leitura!     Mudar o curso de vida, mesmo quando ela está em uma região confortável, nunca é uma tarefa fácil e se essa mudança envolve mudar de país, com certeza vai se transformar em um grande desafio. Mas desafio é algo que todo apaixonado pelo mundo 4×4 come no café da manhã certo? E foi com esse entusiasmo que o empresário Gustavo Valensuela, 39 anos, natural de Lins, interior paulista e sua esposa resolveram encarar o desafio de sair do Brasil e vir morar em Parkland, um bairro relativamente novo na região do condado de Broward vizinha de Miami-Dade.     Com o planejamento preparado, hora de colocar tudo em ação, obviamente pra quem viveu ou vive essa mudança, mesmo planejando, a saudades dos amigos e familiares não entra em nenhuma planilha. Esse sim é um obstáculo muito difícil de ser superado. Em sua nova jornada nos EUA, Gustavo não queria se afastar totalmente de sua paixão sobre rodas e logo adquiriu um Wrangler Sport 4 portas.   Não contente com o visual simples que o carro vem de fábrica, ele adquiriu um kit de suspensão da AEV Conversions, rodas da Trail Gear e pneus da 35″ x 12.50″ da marca Nitto.       Mas como estamos na Florida, andar com um jeep sem capota conversível é uma tarefa bem triste e sendo assim, uma nova capota de lona conversível equipou seu novo 4×4.     Diferente do que acontece no Brasil, os EUA oferecem uma gama incrível de equipamentos, ferramentas e acessórios para você montar sua garagem dos sonhos e, com essa facilidade nas mãos, novamente Gustavo pôs a mão na massa e não poupou tempo e recursos para deixar sua garagem “quase” dos sonhos. Lá, a cultura do “do it yourself” é muito difundida, tanto por questões de variedade e qualidade de materiais, como pelo alto custo das oficinas especializadas. Ou seja, botar a mão na massa é o caminho.   Compressores, ferramentas pneumáticas, jogos de chaves, macacos e suportes começaram a chegar e tomar conta do local onde mais tarde ele mesmo sem a ajuda de ninguém, instalou todo o novo kit de suspensão no carro. Mas antes alguns comentários a respeito de um sistema muito interessante. A capota rígida original do Jeep precisava ser retirada do carro para dar lugar a capota conversível e essa tarefa teria que ser realizada somente por uma pessoa. Portanto, existe um kit de içamento próprio para essa tarefa, onde há a necessidade de instalar no teto da garagem os suportes das roldanas que auxiliam no processo de retirada da capota.     Antes de fixar as roldanas é muito importante observar de o teto tem capacidade de suportar o peso da capota e é sempre recomendado fazer um reforço para não exceder a capacidade e colocar em risco que passa por baixo da mesma. Roldanas no lugar, capota suspensa, hora de trabalhar na suspensão do carro. Esse kit da Harken Hoister Diretc é relativamente simples, mas o ideal que a tarefa seja realizada por duas pessoas, porém, essa não era a alternativa do Gustavo que começou as tarefas colocando o Jeep sob os robustos cavaletes. Carro elevado, hora de começar a desmontagem dos eixos. Um detalhe importante é que esse kit eleva a suspensão em 2,5” sem trocar o braço da suspensão, oferecendo assim a mesma geometria de suspensão, algo muito importante a ser considerado quando se trata de modificações na suspensão. Dotado de regulagem especiais, esse kit é todo aparafusado nos locais da antiga suspensão facilitando muito o trabalho e garantindo sempre que as peças permaneçam em seus devidos lugares. Nada de soldas ou adaptações duvidosas. Não há espaço para “gambiarras”. Levando em consideração o trabalho solitário e somente os finais de semana para trabalhar no carro, levou-se um tempo para que o Wrangler voltasse a pisar no chão. Até porque, a modificação da suspensão envolvia a troca das molas e amortecedores. Instalar os amortecedores não foi o complicado, mas as molas, foi outra historia. Quem tem Jeep sabe bem como é querer modificar o carro a todo custo e as vezes cometemos pequenos enganos e aqui  não foi muito diferente. Para a instalação das molas havia a necessidade de um encolhedor de molas, não era muita coisa e portanto o Gustavo teve que usar de algumas artimanhas para colocar as molas em seu devido lugar. A preocupação com os detalhes é incrível, exemplo do suporte para a tubulação de freio que permaneceu intacta sem sofrer nenhuma alteração em seu comprimento, apenas um novo posicionamento com o uso do novo suporte.     Outro item não menos importante é a troca da bieleta do estabilizador dianteiro que precisou ser trocado mantendo a estabilidade do carro. Segundo o Gustavo, esse kit oferece um conforto melhor do que a suspensão original quando o carro está no asfalto, algo que ele pode comprovar em uma viagem de 1200 milhas entre a Florida e Washington DC e depois para uma cidade próxima onde ele pode testar a suspensão para chegar a uma pista de esqui.     Não perca em 4×4 Digital, a coluna Direto da Fonte, com matérias exclusivas sobre o off-road norteamericano. Até a próxima!         *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na

Challenge Track – testando todas as possibilidades do 4×4

Challenge Track – testando todas as possibilidades do 4×4 Fotos Divulgação   Montadoras, importadores de automóveis, redes de concessionárias, fabricantes de acessórios voltados ao universo 4×4 e outras empresas do setor, tem utilizado uma excelente e funcional ferramenta para realizarem eventos exclusivos para seus diversos públicos. O Challenge Track é uma estrutura de aço ampla, versátil e modular, composta por 10 obstáculos que recriam as condições extremas de um ambiente off-road, como atoleiros e subidas acentuadas. Ele pode ser montado rapidamente para atender diferentes tipos de eventos e situações como lançamentos de veículos, treinamentos e ações promocionais, entre muitas outras possibilidades. O circuito permite testar todos os atributos dos veículos 4×4, que dificilmente podem ser vivenciados no dia a dia das grandes cidades. Os aclives, declives, inclinações laterais e testes de suspensão do Challenge Track colocam à prova toda a robustez e tecnologia dos veículos deste segmento. As vantagens da pista Challenge Track para quem contrata esse tipo de serviço são várias: flexibilidade e facilidade para montagem e desmontagem; conveniência e praticidade de levar a atração até clientes em shoppings, hotéis, eventos, promoções e muito mais; otimização de recursos com construção de pista off-road em terrenos; associação da marca/produto com conceitos de inovação, tecnologia e exclusividade; alto impacto do público pela atração e grandiosidade da pista; experiência única ao cliente, por meio de test-drive off road limpo; durabilidade e baixo custo de manutenção e maior exploração técnica da funcionalidade off-road de acordo com cada veículo.   O Challenge Track conta com vários obstáculos que são organizados para melhor aproveitamento do Test-Drive.   Teste de suspensão ativa: degraus sucessivos e absorção de impactos                                      Torção em x: torção da carroceria, capacidade de tração e conforto do habitáculo     Inclinação lateral positiva e negativa: grau de inclinação e angulo de entrada e saída   King: torque, estabilidade, angulo de entrada e saída     Gangorra: angulo máximo de entrada, torque e absorção de impacto     Roletes simulação de atoleiro, tração reduzida e controle de tração         Teste em Viga I: trabalho de suspensão conjunta, hora eixo dianteiro, hora eixo traseiro   Suspensão unilateral: duas rodas do mesmo lado trabalham em conjunto     Caixa de ovos: exploração individual de rodas e suspensão   Assista o vídeo do Challenge Track em pleno uso        

A Rural para o trânsito em São Paulo

A Rural para o trânsito em São Paulo Informações e colaboração: Marta Helaehil –  Fotos Trajano Fkeller     Sábado, dia 7 de maio, foi dia de nostalgia em São Paulo. Sob a organização de Regis Rodrigues, aficionado e proprietário de uma Rural 1975, ocorreu o 1º encontro “Tá na Tampa, Tá pro rolo!” com o intuito de reunir proprietários, colecionadores e apaixonados por Rural/F75/F85, bem como para a troca de peças e acessórios. A Rural, fabricada nas décadas de 50, 60 e 70, pela Willys e posteriormente pela Ford no Brasil, teve versões com tração 4X4 e 4X2, com motores a gasolina de seis cilindros em linha e cilindrada de 2.6 ou 3.0 litros.     Aos poucos o cenário foi se tornando colorido e a área frontal do Estádio do Pacaembu se transformou em um túnel do tempo. Foram muitas as Rurais vindas de vários locais para prestigiar e enaltecer o encontro. Como de praxe, a Rural mais conhecida do meio off- road estava presente, com o nosso grande amigo Cid dos adesivos. Famílias se aglomeraram para conhecer e conferir o detalhe de cada viatura.       Próximo ao meio dia, iniciou-se o passeio em comboio, com apoio dos membros do Jeep Clube Comando Oeste, Claudio Poka,( ex-proprietário de uma Rural ) guiando o trajeto e Júlio, dando o suporte para o fotógrafo Trajano F. Keller, que registrou os melhores momentos do passeio.       São Paulo voltou para os velhos tempos, com a Rural chamando atenção dos que passavam pela Avenida Paulista, com a beleza multicolorida e o “buzinaço” das viaturas, acenando e sorrindo emocionando os ruralistas. Próximo do término da Paulista, um dos veículos teve problemas mecânicos, mas foi prontamente reparada pelo amigo Poka (O Anjo da turma, segundo alguns participantes).         O comboio seguiu então até o Parque do Ibirapuera onde, após mais registros fotográficos, foi finalizado o evento. Para quem perdeu, não faltarão oportunidades, em breve os organizadores já planejam um encontro com festa Julina, quadrilha e até um casamento entre uma F75 (Barão) e uma Rural (Antonieta), que acontecerá provavelmente no interior de São Paulo (próximo a Campos de Jordão) no mês de Julho.       Regis Rodrigues teve essa ideia após perceber que em dois anos de restauração de sua Rural 1975, sobraram peças que não utilizaria em sua viatura. Além disso, a vontade sempre foi grande de reunir “Ruralistas”, pois visivelmente percebe-se que não se trata apenas de um carro para os amantes da Rural. “Rural é História, Rural é Amor! E esse sentimento tornou-se claro no encontro que ocorreu, famílias reunidas, histórias e muita alegria que pretendemos levar adiante!”, afirmou o organizador.   Regis possui um modelo 1975 equipado com um raro motor BF 3000. “Não encontrei ainda no Brasil alguém que tenha a Rural com esse motor”, informou. Esse edição especial foi lançada no segundo semestre de 1975, com melhorias do motor BF161 e BF 2600 com relação à taxa de compressão e relação do diferencial excelente (relação de coroa e pinhão mais longa) para desenvolver melhor performance na estrada. É uma Rural para atingir 120km/h 4×2, enquanto a maioria das Rural atingem de 90 a 100 km /h na estrada. Essa Rural possui sistema original de suspensão independente na dianteira e está com placa preta.   Outro grande fã e proprietário da Rural, que marcou presença no evento foi Fernando Cury. “Este primeiro encontro foi simplesmente o máximo. Como minha vida inteira eu fui um ruralista assíduo e participante, foi ótimo poder estar muito envolvido na organização e ajudando de perto o Regis. Isso provocou muita emoção e gratidão. Com certeza, vamos organizar outros, pois ganhei muitos amigos e me senti realizado”, disse Fernando, numa mostra de como foi o clima do encontro.     Fernando possui um Rural Ford Luxo 4×2 1972, comprada zero km pelo pai. “Lembro perfeitamente quando em 1972 fui com meu pai na concessionária Ford Santo Amaro da Av. Rio Branco, buscar o carro da família, novinho e zero km. Quando tinha 17 anos foi meu único carro até 21 anos, passei bons momentos de diversão, lazer, problemas etc. Efetuei varias mudanças contra o gosto do meu pai, loucuras como instalar teto solar, retirada dos bancos dianteiros e substituição por dois bancos individuais, alterei para choques, suporte de camburão, mudei a pintura, com adição de uma faixa, pintei detalhes diversos no motor, substitui volante original por esportivo, e fiz muitos estragos. Mas ela ficou guardada no sítio e o desgaste do tempo e a pouca utilização foram tornando necessários alguns reparos de funilaria”, contou o dono.     Em abril de 2008, teve início uma reforma geral, com um ótimo profissional. Este desafio seria uma homenagem ao seu pai. Fernando passou por muitos ferros velhos, internet, restauradores, feiras, amigos, lojas e oficinas, e foi obtendo as peças que precisava. Depois de pronta (ficou lindíssima!), ela foi certificada pelo Clube do Fordinho, recebendo homologação para a Placa Preta. “Em março de 2010, após quase 2 anos, fui ao Detran providenciar a colocação da placa, quando considerei concretizada a homenagem ao meu Pai. A cor da Rural é Azul Colonial e Branco Nevasca. Hoje a clássica viatura é usada somente nos dias de rodízio ou em passeios aos domingos, isso se não estiver chovendo. “E sou muito ciumento com ela, ninguém dirige e quando preciso entregar a manobrista, me recuso e chego até a mudar de lugar, desde que posso eu mesmo estacionar”, finalizou. É ou não coisa de fã incondicional?      

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