Família de picapes Mitsubishi L200 Triton estreia quatro modelos

Família de picapes Mitsubishi L200 Triton estreia quatro modelos Câmbio automático na L200 Triton Savana é uma das novidades, além das três novas versões que voltam a receber a assinatura “Outdoor”   A linha de picapes da Mitsubishi Motors acaba de receber quatro novos modelos: L200 Triton Savana Automática, L200 Triton Outdoor Automática, L200 Triton Outdoor Manual e a L200 Triton Outdoor 2.4 Flex 4×2. As competições off-road são o laboratório da Mitsubishi Motors para o desenvolvimento dos veículos. Prova disso são os três títulos consecutivos conquistados pela L200 Triton no Rally dos Sertões, a mais importante prova off-road do B. Além disso, a L200 Triton brilha na Mitsubishi Cup, mais tradicional campeonato de rali do Brasil, que completa 17 anos. Este é um dos testes que exigem muito dos veículos e resultam em aprendizado e desenvolvimento, já que passam por situações extremas. O tanque de combustível tem capacidade para 90 litros, dando muito mais autonomia para percorrer grandes distâncias. Externamente, a L200 Triton é projetada para um melhor aproveitamento aerodinâmico e o coeficiente de penetração aerodinâmica é de apenas 0,47, o que resulta em mais performance, economia de combustível e menor ruído dentro do veículo. Para facilitar o uso em todas as situações, o raio de giro é excelente, com 5,9 metros. Os veículos da linha L200 Triton são produzidos no Brasil na fábrica da Mitsubishi Motors em Catalão, interior de Goiás. Nova L200 Triton Savana AT A L200 Triton Savana ganha a versão automática de 5 velocidades com Sports Mode. A picape chega à linha 2017 equipada com novas rodas de liga leve 16″. Em comemoração, serão produzidas 200 unidades com a exclusiva cor Azul Atlântico. Em ambas as versões, automática ou manual, a carroceria é reforçada em seis pontos e garante ainda mais segurança e versatilidade. O veículo conta com snorkel, que permite atravessar trechos alagados com até 800mm de profundidade, rack de teto, ideal para o transporte de grandes objetos sobre a cabine, prancha, que auxilia em situações extremas de baixa aderência, e duas caixas para acessórios na caçamba. Para enfrentar o barro e a lama, vem com pneus Scorpion MTR 255/70 R16, que reforçam o visual off-road dessa picape. Externamente, detalhes em duas cores conferem ao veículo uma aparência ainda mais moderna. Agressivo por fora e confortável por dentro. A L200 Triton Savana transporta até cinco passageiros e vem equipada com sistema multimídia Power Touch, ar-condicionado automático, vidros, retrovisores e travas elétricas. Os bancos recebem uma capa em neoprene e o tapete de borracha deixa o interior ainda mais elaborado, versátil e funcional.   Novas L200 Triton Outdoor São três novos modelos que recebem a assinatura “Outdoor”, cada uma com identidade visual própria e características externas de personalização, que transmitem espírito aventureiro e esportivo. O design com peças pintadas em cinza Stone Gray reforçam o estilo de vida 4×4. “Durante anos, a assinatura “Outdoor” se tornou referência para as picapes Mitsubishi e sinônimo de força e resistência para encarar os mais variados terrenos. Na linha 2017, estamos lançando novos modelos e trazendo de volta o nome que se tornou símbolo de conquistas e robustez”, afirma Muratori. A L200 Triton Outdoor AT é equipada com a grade em “Full Stone Gray” e faróis de dupla parábola com mascara negra. Para reforçar o aspecto robusto desta picape, vários elementos ganharam o acabamento Stone Gray, como a moldura do farol de neblina, wheel flare, para-choque traseiro e o de impulsão, que é novidade nesta versão. As novas rodas são de 16″ com pneus ATR 265/70 R16 – 50% on-road, 50% off-road. No interior, o veículo vem com comandos de áudio e piloto automático incorporados ao volante e ar-condicionado automático.   A L200 Triton Outdoor MT também está recheada de elementos em Stone Gray, como o whare flare, grade com frisos, para-choque traseiro e de impulsão, moldura do farol de neblina e as rodas 16″. O skid plate é feito em aço carbono e os retrovisores são em material black. Além disso, o veículo vem equipado com a caçamba mais longa, que facilita no trabalho, já que é possível levar objetos com dimensões maiores. Os veículos são equipados com motor diesel 3.2L com 180 cv e 38 kgf.m, fazendo com que essa picape tenha uma ótima relação peso/potência, com apenas 10,8 kg/CV. Graças à tração 4×4 com reduzida, oferece 15 combinações de marcha. Para quem quer um veículo robusto, mas não faz uso da tração 4×4, a L200 Triton Outdoor Flex chega como a solução ideal para o dia a dia. Com o mesmo DNA da linha L200 Triton, tem motor 2.4 Flex, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, SOHC, injeção eletrônica multiponto sequencial que desenvolve uma potência de 142cv a 5000 rpm e torque de 22 kgf.m a 4000 rpm (etanol). A moldura do farol de neblina, wheel flare, rodas de 16″ e frisos laterais são em Stone Gray. Já o skid plate é em aço carbono e os retrovisores e maçanetas em material black. Os pneus são ATR 265/70 R16. Conforto com o SDS e Full Displacement A linha L200 Triton está equipada com o exclusivo sistema SDS (Sport Dynamic Suspension) , que reduz o movimento da carroceria e deixa o veículo ainda mais estável, tanto no asfalto como no uso off-road, que proporciona o mesmo nível de conforto e segurança com o carro vazio ou carregado com mais de uma tonelada, até em pisos irregulares. Os exclusivos amortecedores Full Displacement permitem uma resposta dinâmica rápida, sem hesitações, proporcionando estabilidade e agilidade, e aumentando o conforto em todas as situações. O conjunto de rodas/pneus não tende a se projetar com velocidade em buracos e depressões. O resultado é conforto e segurança ainda maiores para o motorista e passageiros, sem contar com a facilidade para vencer obstáculos ou mesmo trafegar nas mais severas condições. Mais novidades A versão top de linha HPE também chega com novidades na versão 2017. O veículo vem com nova grade, luz DRL em Led ao lado do farol de neblina, skid plate na cor prata no

O Jeep CJ-5 no Brasil

O Jeep CJ-5 no Brasil         Por James Garcia Consultoria técnica e ilustrações Angelo Meliani     Na primeira metade da década de 40, eram tempos dos bondinhos, calhambeques e jardineiras. Estradas, avenidas, asfalto, todos esses “luxos” eram realidade em apenas alguns lugares das grandes capitais. Foi nessa época que o Jeep começou a aportar por aqui, e sem exagero, pode-se dizer que o carismático 4×4 norte-americano – um dos grandes mitos do automobilismo mundial -, foi um dos responsáveis pela grande transformação que mudou a face do nosso País.   A 2ª Guerra Mundial ainda fazia suas vítimas, quando os primeiros Jeep Willys e Ford começaram a chegar ao Brasil. Sua missão era equipar o nosso exército, que fazia parte do bloco dos países aliados. Naquele tempo, os jipes militares eram trazidos da Itália, mas a partir de 1946 chegavam diretamente dos Estados Unidos. Após o término do conflito todos os Jeep vinham parcialmente desmontados da América do Norte.     Foi assim com todos os CJ-2A (1945/1949), CJ-3A (1948/1953), CJ-3B (1952/1964) e CJ-5 (1954/1969), até o ano de 1957. Um fato curioso é que no porto de Santos – local de desembarque dos carros importados -, os Jeep tinham seus pára-brisas pintados de preto. Nunca se soube o motivo certo dessa medida, mas consta que isso só aconteceu em nosso país. O restante do carro era mantido original.       Em 1951, a Willys começa a fabricar o Jeep no Brasil e em 26 de abril de 1952 é fundada a Willys Overland do Brasil é fundada em 26/04/1952, empresa que deu continuidade, e ampliou, o processo iniciado no ano anterior. Em agosto de 1957, a Willys apresenta o Jeep Universal modelo nacional, com 65% de seus componentes nacionalizados. No final de 1958 para 1959, começam a ser fabricados os primeiros CJ-5 totalmente brasileiros. É de se notar o fato de que os primeiros CJ-5 possuíam o desenho da caixa de rodas traseira em formato redondo, idêntico ao dos Jeep norte-americanos.     Ao contrário do que muitos pensam, nem todo CJ-5 do final dos anos 50, dotado de caixa de rodas redonda, é importado. Nessa mesma época, os motores 6 cilindros BF-161 passam a substituir os antigos “Hurricane” de 4 cilindros. Nesses já distantes anos 50, fabricar um carro inteiramente nacional era um grande desafio para as montadoras que ensaiavam seus primeiros passos no Brasil. O raro quadro abaixo, ilustra perfeitamente o processo de nacionalização do Jeep, que durou dois anos, de julho de 1958 até julho de 1960.   Novos tempos   1960, ao que parece, é realmente o grande ano da Willys, que inaugura a primeira fábrica de motores do Brasil, a Willys Overland Motores, localizada em Taubaté/SP. Eram tempos de revitalização da indústria nacional, do progresso, do nascimento de Brasília. O ufania nacional era geral. E a Willys Overland era a grande vedete do automobilismo nacional.   Para um país sem tradição automobilística, a produção da Willys foi considerável. De 1957, início da fabricação dos Jeep no Brasil, foram produzidos 122620 veículos, o que dá uma média anual superior a 24 mil veículos. Mais especificamente,  em 1957,  quando o carro não era 100% nacional: 9.291 carros. Em 1958, chegou-se a  14.322 carros; em 1959, 18.178; em 1960, 19.514; e finalmente, em  1961, 61.305 unidades.     A média de produção era excelente, mas havia a necessidade de se atender com mais agilidade ao ávido mercado de utilitários. Por esse motivo que a Willys Overland montou uma fábrica em Jaboatão, em Pernambuco, inaugurada em 14 de julho de 1965. O Jeep que sai das instalações de Pernambuco, tem as portas confeccionadas em madeira e recebe o carinhoso apelido de chapéu de coco.     O ano da virada   Em 1967 o Brasil conhecia os primeiros sintomas da globalização que hoje domina as manchetes da indústria automobilística: em uma manobra jogada ágil e inteligente, a Ford compra a Willys, e exibe interesses em galgar posições mercadológicas. Naquela época, a Renault francesa era sócia da Willys brasileira junto com a Kaiser Corporation, que também havia comprado a marca Jeep nos Estados Unidos. Após varias negociações, a Renault acabou ficando com a IKA “Industria Kaiser de Argentina”, comercializando a Willys brasileira com a Ford, que adquiriu 48% das ações da Willys. O negócio foi fechado em 15 de outubro de 1967.   A Ford sabia o que estava fazendo: além de continuar fabricando toda a família Jeep – CJ-5, CJ-6, Rural e F-75 -, ficaria com o domínio do ambicioso “projeto E”, conhecido pouco tempo depois como Corcel. Em 27 de outubro de 1969, a união das duas empresas culmina no nome Ford/Willys do Brasil.     Em 18 de março de 1971, a Ford transfere a produção da F-75 e da Rural, para suas instalações no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Em 30 de maio de 1972, a Ford muda o nome de Ford/Willys do Brasil, para Ford do Brasil. A produção segue sem maiores alterações, até que em 11 de julho de 1975 é introduzido o motor Ford Georgia OHC de 4 cilindros nos utilitários Rural e F-75, que em conjunto com o câmbio de 4 marchas sincronizado, utilizado desde o fim dos anos 60, torna os utilitários mais leves e econômicos. Em 15 de outubro de 1975, o Jeep também começa a ser equipado com esse motor.   Em 22 de outubro de 1975 a Ford alcança a marca de 500.000 utilitários produzidos – contando obviamente com a produção da Willys, com uma Rural 4 cilindros e tração 4×4. Em 25/04/1978, o Jeep atinge o número de 200.000 unidades produzidas.     O Final   Em toda sua história brasileira, o CJ-5 recebeu três tipos de motores. O “Hurricane” americano, de 4 cilindros, 2.198 cm3 e 70 hp até 1959; o 6 cilindros BF-161, de 90 hp a 4.000 rpm e 2.600 cm3 de 1959 até 1975 e, a partir de 1975, os motores Ford OHC 2.300 de 83 hp

Chega ao mercado a nova geração Toyota SW4

Chega ao mercado a nova geração Toyota SW4 Fotos Divulgação Toyota/Malagrine   A Toyota apresentou a versão 2016 da SW4. O design externo e interno foram reestilizados e o veículo ganhou mais conforto, equipamentos, motor e transmissão inéditos. A capacidade off-road foi aprimorada. O modelo, produzido na planta de Zárate, Argentina, chega à rede de distribuidores em todo o Brasil a partir de 18 de fevereiro. Renovação total e identidade própria Ao desenvolver a nova geração da SW4, a Toyota buscou mudar a imagem de um SUV derivado de uma picape (Hilux). Isso significa que a SW4 passa a ter sua própria identidade, de acordo com sua história e reputação. Este foi o compromisso assumido pela equipe de engenharia, e que orientou a direção de todo o programa de desenvolvimento da SW4 2016. O primeiro passo do novo projeto foi compreender o uso real do veículo. Para isso, a equipe de engenharia da Toyota viajou por mais de 100 países ao redor do mundo, a fim de testemunhar como o utilitário esportivo é utilizado efetivamente. Em paralelo, o aumento da demanda por esse tipo de veículo e a consequente maior oferta de concorrentes fizeram com que a nova SW4 recebesse grande destaque em seu design exterior e interior, sem negligenciar os atributos-chave ligados ao desempenho e capacidade off-road, que sempre a caracterizaram. Versões A nova geração da SW4 será oferecida ao mercado brasileiro, a princípio, apenas na versão SRX, com transmissão automática e capacidade para cinco e sete lugares. Além disso, duas motorizações estarão disponíveis: o motor diesel Toyota 1GD, de 2.8 litros, de 177 cv de potência e 45,9 kgfm, o mesmo que equipa a nova Hilux, e o propulsor a gasolina V6 de 4.0 litros, 238 cv de potência e 38,3 kgfm de torque (esta última, disponível somente na configuração de sete lugares). O câmbio automático de seis velocidades acompanha borboletas atrás do volante para a troca de marcha. Design externo O design externo pretende incorporar identidade própria, fundindo sofisticação com DNA Toyota de Qualidade, Durabilidade e Confiabilidade. Em relação à geração atual, a SW4 2016 é 9 cm mais longa (comprimento total de 4.795 mm), 1,5 cm mais larga (largura total de 1.855 mm) e 1,5 cm mais baixa (altura de 1.835 mm), encurtando em 0,5 cm a distância entre-eixos (2.745 mm).     Na dianteira, a grade cromada adota uma base contínua ao longo dos faróis bi-LED com projetor, luzes de circulação diurna (DRL) de LED e sistema “Follow me Home”, proporcionando ao veículo uma imagem moderna. O para-choque adota uma forma tridimensional bem definida com molduras cromadas, conferindo profundidade aos faróis de neblina. A visão lateral distingue o novo ícone da SW4 2016, representado por três linhas claras marcadas no contorno do teto. A cintura é enfatizada por um friso cromado até as partes inferiores da porta. As superfícies esculpidas dos para-choques dianteiro e traseiro são destacadas por um eixo que se conecta a toda a lateral do SUV, de onde também se sobressaem as rodas de liga leve de 18” e pneus de medida 265/60 R18. As soleiras laterais, os espelhos retrovisores com rebatimento elétrico, luzes de boas-vindas, luz no exterior, com objetivo de facilitar o acesso ao veículo em situações de baixa iluminação, completam o conjunto. Pelo ângulo traseiro, os faróis de LED traçam uma linha contínua pelo bagageiro, complementando-se com a moldura cromada que integra a câmera de ré. Os faróis de neblina da traseira e os sensores de estacionamento foram incorporados ao para-choque, reforçando a segurança, com um toque estético refinado. O spoiler traseiro, os trilhos do teto e a antena, em estilo barbatana de tubarão (shark fin), concedem ao carro um sofisticado senso de esportividade, ao proporcionar melhor performance aerodinâmica. Design interno Destaque para o rebaixamento do painel central, sustentado por colunas feitas de materiais suaves ao tato, que oferecem suporte para as pernas do condutor e passageiro. Além disso, garantem uma nova distribuição de equipamentos, visando uma melhor experiência de condução. O toque refinado dos materiais de acabamento, com detalhes metálicos e padrão madeira, está por toda a parte, inclusive no revestimento dos dois porta-luvas do painel da frente, sendo que um deles tem a função de refrigerar, culminando em um interior luxuoso e durável. A nova SW4 traz um interior unificado com iluminação azul e lista de equipamentos completa, na qual se destacam o volante multifunções com detalhes de padrão madeira, sistema de áudio com tela touchscreen de 7”, navegador por satélite (GPS), TV digital, DVD, MP3, Bluetooth® e seis alto-falantes. Também compõe o rol, o display multifuncional colorido de 4.2”, envolvido por duas colunas de luzes azuis que formam o painel de informações, sobre consumo de combustível, velocidade máxima, autonomia de condução, áudio, navegação, temperatura exterior, além da avaliação do modo de condução, sugerindo uma direção mais econômica e agradável.   Os bancos dianteiros contam com design esportivo e são reforçados pelo estofado de couro natural e ecológico.     Em relação aos bancos traseiros, a segunda fila de assentos vem com apoio de braços 60/40 na posição central, com porta-copos duplo e inclinação do encosto com ajuste de posição longitudinal. Para facilitar a entrada nos bancos da última fila, a segunda fileira tem um novo sistema de rebatimento one touch, que diminui o esforço do usuário.     Na terceira fileira (também com sistema one touch), os encostos foram mantidos na vertical, para aumentar a capacidade de carga total do veículo e melhorar, ainda mais, a sua funcionalidade. Desta forma, a distribuição em três filas de assentos permite que sete pessoas se acomodem adequadamente no veículo.   Conforto Equiparado ao mais elevado padrão de SUV’s, o conforto da nova SW4 é baseado em cinco pilares: Isolamento acústico da cabine, diminuindo o ruído típico de motores a diesel, nas versões equipadas com esse propulsor, e também o barulho externo. Redução de vibrações transferidas por qualquer tipo de terreno, permitindo uma direção mais confortável e segura, em virtude da nova configuração nos braços da suspensão traseira, otimizada por quatro

Diferença define a picape Fiat Toro

Diferença define a picape Fiat Toro     Por James Garcia – Fotos Divulgação   A Fiat fez um belo de trabalho de pesquisa ao desenvolver a Toro, provavelmente o grande lançamento automotivo nacional desse semestre. Com o jargão “infinitas possibilidades”, a marca coloca no mercado um produto inédito, (muito) diferente e com um amplo leque de utilizações. Ou seja, a Toro poderá ser vista na cidade realizando os mais diversos trabalho, bem como em estradas de terra, viagens e, certamente, por trilhas desse nosso Brasil.     Num primeiro instante pode-se imaginar que ela vai brigar principalmente com a Oroch, mas ela deve incomodar veículos de outros segmentos, marcas e até mesmo pode deixar dúvida na “própria casa”. A picape tem estofo, personalidade e recursos para incomodar até o Renegade, com quem divide o motor turbo diesel, a transmissão automática de 9 marchas e o sistema de tração 4×4 inteligente.     Na apresentação do veículo realizado em 15 e 16 de fevereiro, em Campinas, SP, o Toro foi apresentado como “um veículo plural, que une qualidades de SUV, de picape e de automóvel”. E eles acertaram. Traz versões com motores flexível ou diesel, com câmbio automático de 6 ou 9 marchas, ou ainda, manual de 6 marchas. Para uso urbano ou fora de estrada, com trações 4×2 ou 4×4. A “diferença” da Toro começa pelo belo visual e pelo tamanho; ela é maior que as picapes compactas e menor que as médias, com 4.915 mm de comprimento. O entre-eixos é surpreendente: 2.099 mm. A Fiat até inventou um termo para tentar definir melhor seu lançamento: SUP Sport Utility Pick-up (SUP). A ideia é ter o porte, a altura e a ergonomia de um SUV; a robustez de um fora de estrada com o conforto de um automóvel; e a praticidade e espaço de uma picape cabine dupla de quatro portas, capacidade para acomodar até cinco pessoas com requinte e segurança e levando até uma tonelada. A Toro é uma picape monobloco com alta resistência e baixa torção de carroceria. Foi aplicada tecnologia de ponta, tanto em conforto e desempenho, como em conectividade e segurança.   Como se trata de uma plataforma modular e flexível, ela foi ampliada para gerar uma carroceria maior, com caçamba, formando uma reforçada estrutura monobloco. Ela utiliza mais de 85% de materiais nobres, como o aço de alta resistência avançado. E apresenta elevada rigidez torcional e durabilidade, além de excelente capacidade de absorver impactos em caso de acidentes, graças às linhas de deformação programadas. O Fiat Toro traz uma carroceria forte, segura, durável e inteligente, apoiada sobre suspensão independente nas quatro rodas, feita para encarar qualquer obstáculo, sempre mantendo o conforto e o silêncio a bordo. A tampa da caçamba bipartida, patenteada pela FCA, é outra novidade. Ela tem duas portas que se abrem lateralmente, com a possibilidade de abertura de somente uma delas. A caçamba (820 litros) pode ganhar opcionalmente ainda mais 405 litros com seu extensor, aumentando o comprimento da caçamba e permitindo maior praticidade.       Na frente, o design começa com os “olhos do touro” ― Split Lightning ― o grupo ótico dividido em dois conjuntos. O grupo ótico superior tem um formato ousado e muito atraente. Ele traz as luzes de posição (iluminadas por LEDs) e de indicador de direção. Ele também pode contar com a luz DRL (Daytime Running Lamp), com iluminação a LEDs de alta intensidade, que garantem segurança mesmo durante o dia. Já o segundo grupo ótico é responsável pelas funções de iluminação de profundidade. Ele oferece ótima visibilidade em distância e em curvas e fica integrado à grade principal, que traz barras tridimensionais.     No interior, os detalhes internos ― como elementos em cromo acetinado, composições de cores e revestimento em couro nos volantes ­ ― tem como objetivo trazer a combinação entre força e o conforto. O painel do Fiat Toro apresenta desenho moderno, que combina com as linhas ousadas da carroceria, assim como o quadro de instrumentos em TFT 7” colorido, que permite grande integração com o motorista; o volante multifuncional com borboletas para as trocas de marcha; e a Central Multimídia Uconnect Touch NAV 5”. Tudo com muita interatividade e personalização.   Uma de minhas maiores curiosidades em ralação ao modelo, era sentir a capacidade de seu inovador sistema de suspensão, mas no teste realizado apenas em afalto (pequenos trechos de cidade e rodovia), isso não foi possível, embora já tenha sido suficiente para saber que se trata de uma picape firme, mas confortável, grande mas na mão e que a suspensão lê muito bem as imperfeições, mas não as transmite para quem dirige. Boa parte desta sensação vem da suspensão totalmente independente na dianteira e traseira. A dianteira traz o sistema McPherson e a traseira é uma multilink. Os sistemas são fixados na carroceria por apoios de elementos elásticos especiais, que garantem total isolamento e silêncio para os ocupantes, mesmo em pisos esburacados. Além disso, esta suspensão independente e resistente garante melhor dirigibilidade, estabilidade e agilidade em qualquer tipo de terreno ou desvio de trajetória, mesmo carregando uma tonelada de carga.   O conjunto motor/câmbio  (1.8 Flex 16V com câmbio automático de 6 marchas e 2.0 Turbodiesel 16V com câmbio manual de 6 marchas ou automático de 9 marchas) também ganhou um sistema reforçado de fixação, com coxins hidráulicos, para isolar o interior do Toro de ruídos e vibrações. A direção possui assistência elétrica O Fiat Toro traz o melhor da segurança ativa, com excelente estabilidade, dirigibilidade e capacidade de frenagem. Exemplos disso são os controles de estabilidade e de tração. Ele também chega com ótimos sistemas de segurança passiva, como as linhas de deformação pré-programadas de várias áreas da carroceria (com diferentes tipos de aço), ou volante EAS (Energy Absorbing System), que também retém energia em acidentes. O modelo pode contar com até sete air bags: vem de série a proteção para motorista e acompanhante, que podem ser complementados pelos laterais (side bags), de janelas (window bags) e também os de joelhos (knee bags).   Toda a tecnologia do modelo já pode ser percebida

Clientes Estrelam campanha da nova linha de picapes Série F nos Estados Unidos

Clientes Estrelam campanha da nova linha de picapes Série F nos Estados Unidos    A Ford criou um programa inédito para o lançamento da nova Série F Super Duty, linha de picapes para serviço pesado que chega ao mercado norte-americano este ano. Em vez de atores ou dublês, a marca convidou cinco clientes reais para testar antecipadamente os veículos e contar a sua experiência numa série de vídeos. A linha formada pelos modelos F-250, F-350 e F-450 tem as opções dos motores V8 e V10 a gasolina, ou V8 diesel, e várias tecnologias avançadas. Entre elas, sete câmeras de alta resolução para visão 360 graus em torno do veículo, assistência de engate de reboque e piloto automático adaptativo. Com chassi de aço ultrarresistente, carroceria de alumínio de nível militar e suspensão reforçada, a nova Super Duty é ao mesmo tempo mais leve e resistente que a geração anterior, superando os 14.152 kg de capacidade máxima de reboque. Os consumidores convidados no programa da Ford – quatro homens e uma mulher – representam setores que têm a picape como ferramenta essencial de trabalho: serviços florestais; construção; manutenção de estradas; serviços em redes elétricas e saneamento; e extração de petróleo e gás. Além de visitar a fábrica, eles acompanharam os testes exaustivos a que os veículos são submetidos durante o seu desenvolvimento. Os resultados serão mostrados na série de seis vídeos que estreia no próximo mês. “Não há melhor maneira de mostrar a força e o desempenho da nova Super Duty do que colocá-la nas mãos dos nossos clientes mais exigentes”, diz Craig Schmatz, engenheiro chefe da Ford Série F Super Duty. “Diariamente essas pessoas trabalham duro, dependem das nossas picapes e sabem melhor do que ninguém o que é preciso para fazer o trabalho.”

Rally Dakar chega à reta final e Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta quase 1.000 km

Rally Dakar chega à reta final e Equipe Mitsubishi Petrobras enfrenta quase 1.000 km Dupla João Franciosi e Gustavo Gugelmin passa por dias de muita superação e desafios na maior prova off-road do mundo Na reta final, o Rally Dakar ficou ainda mais difícil e imprevisível. A dupla da Equipe Mitsubishi Petrobras, João Franciosi e Gustavo Gugelmin, vem se superando a cada dia com o objetivo de levar as cores do Brasil para a rampa de chegada neste sábado (16) em Rosario, na Argentina. As areias da região de Fiambalá trouxeram muitos desafios para a dupla. Mas é nesta sexta-feira (15), penúltimo dia de prova, que a organização preparou o dia mais longo. Serão 931 quilômetros, com 481 km de especiais por terrenos montanhosos e com muita vegetação. “A prova de ontem foi muito difícil”, explica o piloto João Franciosi. Depois de passar em um trecho complicado, a dupla bateu em uma pedra e foi inevitável parar para fazer a troca de algumas peças da suspensão e desentortar outras. Em condições inóspitas, no meio da especial, a dupla demorou muito para conseguir finalizar os reparos e seguir na prova. “Tivemos que optar por deixar a tração em apenas três rodas, tornando nosso ritmo um pouco mais lento para conseguirmos completar”, explica Franciosi. “Mas mal sabíamos que a pior parte ainda estava por vir. Pegamos um trecho de areia muita fofa. Estávamos no rastro dos caminhões, que abrem grandes valas, e o carro ficou com as rodas no ar, apoiado só por baixo. Cavamos muito para poder sair dali. Depois escureceu e fica ainda mais complicado seguir no trecho e achar as referências. Foi cansativo, mas chegamos. Hoje vai ser ainda mais longo”, destaca o piloto. A etapa da última quinta-feira teve diversos tipos de areia, como a fesh-fesh, uma espécie de talco que deixa o trecho muito difícil e repleto de poeira. “Não foi nada fácil”, afirma Gustavo. “Já vínhamos cansados dos outros dias e a especial de ontem foi muito dura, difícil e longa. Mas deu para recuperar e agora é largar novamente”, conclui o navegador.   Etapa 11 – 14 de janeiro San Juan – Villa Carlos Paz(ARG) Deslocamento: 450 km Especial: 481 km Total: 931 km

Nissan Titan Warrior Concept é atração no Salão de Detroit 2016

Nissan Titan Warrior Concept é atração no Salão de Detroit 2016 Fotos Divulgação   Apenas um ano após da estreia mundial da versão de produção da nova picape TITAN XD, a Nissan apresenta uma novidade para o modelo: a TITAN Warrior Concept, carro-conceito revelado hoje no Salão de Detroit, nos Estados Unidos. Trata-se de estudo de design para demonstrar como o também novo motor Cummins V8 5.0 turbodiesel que equipa a picape pode ser adaptado para uso off-road e aventureiro, assim como para tarefas pesadas. A novidade traz tratamentos de design interior e exterior e uma suspensão off-road modificada. “Compradores de picapes têm apetite insaciável por mais conteúdo e novidades únicas”, declarou José Muñoz, vice-presidente executivo da Nissan para a América do Norte, enquanto revelava o TITAN Warrior Concept exatamente no mesmo palco no qual foi apresentada a versão de produção, em janeiro de 2015. “Ainda que a TITAN XD 2016 tenha acabado de chegar às concessionárias nos EUA no mês passado, já há um novo território explorado para o qual a TITAN pode ir futuramente.” Também fazendo sua primeira aparição na América do Norte, o carro autônomo Nissan IDS Concept é outro destaque do estande da Nissan. Na última semana, o CEO e Presidente Mundial da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, anunciou que as duas companhias lançarão mais de dez veículos com tecnologia de condução autônoma (projeto Autonomous Drive), até 2020. A tecnologia será instalada em veículos de massa a preços mais próximos da realidade do mercado. O Nissan IDS Concept incorpora a visão de futuro da marca japonesa sobre condução autônoma e veículos elétricos com zero emissões. Ao integrar avançado controle do veículo e tecnologias de segurança de altíssima inteligência artificial, a Nissan posiciona-se entre os líderes na aplicação prática para o mundo real desta tecnologia. Nissan TITAN Warrior Concept Os criadores da TITAN Warrior Concept tiveram uma base consistente para criar a versão concreta da visão da Nissan do que será o mercado de picapes grandes do futuro. O grupo formado por designers dos estados americanos do Tennessee, Michigan, Mississippi, Indiana, Arizona e Califórnia imaginou como o formato original da TITAN poderia se inspirar em guerreiros da mitologia grega e evoluir para níveis extremos de aventura.   Mantendo o comprimento e a distância entreeixos, a equipe deu à picape-conceito uma presença ainda mais poderosa do que a original. Trabalhando na segunda geração da Nissan TITAN com um estilo guerreiro, os designers amplificaram o visual do exterior. Designada para ter uma aparência de armadura moderna, com qualidade robótica e discreta, o estilo da TITAN de produção foi mantido, mas ganhou uma cara mais de “máquina”. O exterior apresenta fibras de carbono “musculosas”, aberturas funcionais, aberturas de capô funcionais, cabine em fibra de carbono, espóilers no bagageiro, um grande “peito de aço” que interliga no para-choque dianteiro e poderosas luzes de LED dianteiras e traseiras. A Nissan TITAN Warrior Concept traz pintura fosca em bronze personalizada, chamada “Thunder”, e acentuada na cor especial “Magma”, com destaques pretos. A Nissan TITAN Warrior Concept tem interior concebido para lidar com o uso off-road com conforto e estilo. Os assentos são cobertos com tecido de alta resistência na cor carbono. Superfícies interiores utilizam materiais como fibra de carbono, acabamentos em cromado polido, couro com costura laranja acentuada. Outros detalhes incluem recipientes interiores para bebidas quentes e frias integradas no console central. Interruptores auxiliares robustos são integrados no console central para acessórios de fora-de-estrada. Medidores auxiliares montados no painel são fornecidos para monitorar facilmente o desempenho. Como uma versão para aventura extrema, a Nissan TITAN Warrior Concept utiliza o novo motor Cummins turbodiesel de 5 litros e oito cilindros em V que trabalha em conjunto com uma transmissão automática de seis velocidades voltada para trabalhos pesados da Aisin. Novidade duplamente premiada A Nissan TITAN XD, que chegou às concessionárias dos Estados Unidos em dezembro, já inicia a vida com dois prêmios. A picape foi escolhida a “Melhor de 2016” pelos sites Cars.com ePickupTrucks.com. Os editores dos dois websites especializados consideram a picape “esperta e com muito torque” por conta do novo motor Cummins V8 5.0 turbodiesel, apelidada pelas publicações como “arma secreta”.

Mitsubishi ASX ganha versão Outdoor

Mitsubishi ASX ganha versão Outdoor O crossover ASX chega em versão mais aventureira. Com o novo visual, os para-choques dianteiros receberam acabamento em cinza grafite, destacando o aspecto fora de estrada. As rodas são em alumínio na cor cinza grafite com pneus ATR 16″, mais apropriado para 4×4. Os faróis com máscara negra reforçam o visual deste crossover. “Realizamos um grande trabalho de desenvolvimento para a recalibração de todo o sistema de suspensão, aperfeiçoando também os amortecedores e molas. Isso fez com o que o ASX Outdoor tenha uma vocação ainda mais off-road. O conjunto ficou mais completo com os pneus ATR de 16″, adequados para quem gosta de enfrentar as trilhas”, destaca Reinaldo Muratori, diretor de engenharia e planejamento da Mitsubishi Motors do Brasil. “Isso não significa que o veículo seja somente para o uso off-road. Tivemos o cuidado de deixá-lo adequado para todos os tipos de uso, seja no fora de estrada ou passeando com a família pelas cidades e rodovias”, completa. O ASX Outdoor traz é compacto, mas com entre-eixos longo, possui bom espaço interno, tem a posição de dirigir elevada, além da estrutura Ring Type de alta rigidez. O veículo recebe detalhes na cor cinza grafite, como a nova grade dianteira, moldura do farol de neblina, maçaneta das portas, acabamento dos retrovisores externos e o flare das rodas. A parte inferior central do para-choque dianteiro e traseiro são pintados na cor preta. Nas laterais, os extratores de ar também são em cinza grafite e recebem a luz indicadora de direção integrada. O rack de teto foi desenvolvido especialmente para essa versão. Na traseira, as lanternas são em led e têm acabamento com lentes fumê. Os para-choques em cinza grafite e recebem dois ganchos na cor do veículo, que podem auxiliar nas trilhas. Na parte interna, o ASX Outdoor vem com sistema multimídia, que tem moldura em Black Piano, e é equipado com DVD, MP3 Player, rádio AM/FM, bluetooth com áudio streaming, além de entrada USB e auxiliar. A parte central do painel de instrumento e detalhes do console são na cor cinza grafite. O motor, produzido no Brasil, é um 2.0L de 4 cilindros e 16 válvulas, com comando variável MIVEC, e 160 CV. Tem cabeçote e bloco feitos em alumínio ultraleve. A tração é 4×4 e o câmbio é manual de cinco marchas. O ASX Outdoor tem sistema eletrônico para acionamento da tração. Com um simples toque no botão localizado no console central, o motorista pode optar por conduzir o veículo em 2WD, para uso urbano e que proporciona mais conforto e economia de combustível; 4WD, para um uso mais esportivo, ideal para pistas sinuosas; e LOCK, que proporciona uma maior segurança em pisos com pouca aderência. O ASX Outdoor é equipado com controle de tração e estabilidade (ASC e TCL), que mantém o veículo na trajetória correta, evitando o escorregamento lateral e atuando em conjunto com o motor e sistema de freios. Cada item do ASX Outdoor foi pensado para tornar a vida do motorista e passageiros ainda mais prática, como o assistente de subidas, Hill Start Assist (HSA). O recurso impede que o veículo ande para trás ou para frente em partidas em rampa, freando automaticamente as rodas e facilitando as manobras. O amplo porta-malas tem piso rebaixado, que facilita na hora de colocar e retirar as bagagens. E ainda há um espaço abaixo do piso, que não fica visível, para armazenar pequenos objetos. Ao todo, são 605 litros de capacidade. O veículo tem ângulo de entrada de 23º, de saída de 35º e 215 mm de altura livre do solo. Os bancos traseiros têm apoios de cabeça individuais e podem ser rebatidos parcialmente ou totalmente. A parte central conta com apoio de braço e abertura pass through, com fácil acesso ao porta-malas para pegar pequenos objetos. Ao todo, nove luzes de cortesia estão distribuídas no interior do ASX, que tem ainda três porta-mapas e seis ganchos para carga. O veículo traz a tecnologia para proteção de pedestres, com para-lamas dianteiros em material plástico (Noryl) que ajuda reduzir o efeito de eventuais impactos. A estrutura é projetada sob o conceito RISE de deformação controlada e a coluna de direção e pedais de freio são colapsáveis. São dois airbags, cintos de segurança dianteiros com limitador de força e assentos e encosto de cabeça protegidos do efeito “chicote”. O ASX Outdoor é equipado com sistema de freios ABS com EBD (Electronic Brake-force Distribution), que garante distribuição de força de frenagem equilibrada entre as rodas dianteiras e traseiras, em todas as situações. Alinhado a este conjunto estão a suspensão dianteira independente McPherson, molas helicoidais, barras estabilizadoras e suspensão traseira multilink, que garantem ao condutor maior controle do veículo, além de uma condução suave em terrenos irregulares. Cores O ASX Outdoor tem três anos de garantia e a MitRevisão com preço fixo. Está disponível nas concessionárias de todo o Brasil em sete cores: Branco Alpino, Prata Cool, Prata Rhodium, Preto Ônix, Vermelho Mônaco, Laranja Sun Shine e Verde Floresta.   Preço ASX Outdoor 4×4 MT – R$ 97.990,00 Assista ao vídeo release do ASX Outdoor

Land Rover celebra 45 anos de inovações em engenharia do Range Rover

Land Rover celebra 45 anos de inovações em engenharia do Range Rover      https://www.youtube.com/watch?v=ocKgxDrJzWY&feature=youtu.be   A Land Rover promoveu uma ação para comemorar os 45 anos de inovação tecnológica de seu mais luxuoso veículo, o Range Rover. Um exemplar do modelo atravessou uma ponte de cinco metros inteiramente produzida em papel, sem nenhuma cola ou parafuso como fixação. Feita à mão, a ponte demorou três dias para ser concluída e foi confeccionada em papel fornecido pela fabricante britânica James Crooper PLC. A ação se deu na antiga cidade de Suzhou, localizada a cerca de 100 quilômetros de Xangai. O local, famoso por suas pontes, é conhecido como a “Veneza do Oriente”. A ação representa mais uma inovação pioneira que envolve o Range Rover, famoso por sempre estar à frente em termos de engenharia, luxo e tecnologia. O modelo inaugurou o segmento de SUVs de luxo quando foi apresentado pela primeira vez ao público em 1970. Dois anos depois, ele foi o primeiro veículo do mundo a cruzar a inóspita região de Darien Gap na América Central, feito nunca antes realizado por um veículo de passeio. Mais tarde, em 1989, o Range Rover foi o primeiro SUV do mundo a ser equipado com sistema de freios ABS. Tecnologias como o controle eletrônico de tração e a suspensão pneumática também foram introduzidos pela primeira vez em um SUV no Range Rover, em 1992. Apresentada em 2012, a última versão do modelo foi a primeira no segmento de SUVs a ter carroceria inteiramente produzida em alumínio, o que representou uma economia de até 420 quilômetros em relação a um modelo com carroceria tradicional. Foi confiado ao instrutor chefe do Land Rover Experience, Chris Zhou, a tarefa de fazer com que um Range Rover atravesse a ponte e papel de forma a preservar o delicado tecido de sua estrutura. Para isso, o modelo conta com uma série de características inovadoras que se combinam para proporcionar inigualável capacidade em todos os tipos de terreno. A mais nova geração do sistema Terrain Response 2, que adapta automaticamente todas as configurações de tração, aceleração e suspensão do modelo de acordo com o tipo de terreno em que se trafega, com ou sem a ação do motorista. O sistema All-Terrain Progress Control (ATPC) permite ao motorista se concentrar exclusivamente na direção do veículo, uma vez que o sistema monitora toda a velocidade e aceleração, além de adaptar o modelo para trafegar em determinado tipo de piso automaticamente. Sem precisar ao menos efetuar nenhum comando de pedal, o motorista pode usufruir de uma tecnologia que melhora a capacidade para o tráfego todo terreno e que pode ser ativada a qualquer momento, tanto com o seu veículo parado, quanto em movimento. Pioneira do gênero na indústria, a tecnologia ajuda os motoristas a trafegar em qualquer tipo de piso, mesmo em terrenos como grama molhada, uma das mais difíceis condições off road até para os mais experientes motoristas.   Para Nick Rogers, diretor de engenharia da Jaguar Land Rover, “a China é um local extremamente importante para nossa empresa. Por isso mesmo, escolhemos escolhemos esse foi o local que escolhemos para comemorarmos os 45 anos do nosso mais emblemático SUV de luxo”. Para o artista e designer Steve Messam, responsável pela construção da ponte de papel, “nós já vimos estruturas de papel construídas para suportar o peso de pessoas. Mas uma capaz de suportar o peso de um SUV de grande porte nunca foi construída antes. Por isso mesmo, assim como sempre ocorreu com o Range Rover, essa ação está levando além os limites de engenharia. A facilidade e a capacidade que o modelo demonstrou em transpor esse arco de papel foi realmente muito empolgante”. Desde seu lançamento em 1970, o Range Rover é o veículo que inaugurou o segmento que hoje conhecemos como SUV, ao unir a capacidade dos veículos de trabalho rural da época com o luxo e sofisticação até então exclusivo dos sedãs e esportivos. Atualmente o modelo é uma referência em luxo, exclusividade e capacidade em todos os tipos de terreno.        

Toyota lança nova Hilux

Fotos Divulgação A Toyota apresenta a 8ª geração da Hilux, com design totalmente renovado, mais equipamentos e novos conjuntos de motor, transmissão e chassi. Depois de testar as condições de uso da nova Hilux em cenários extremamente exigentes em todo o mundo, o principal objetivo da equipe de engenharia da Toyota foi torná-la superior à anterior, em todos os aspectos. Mais do que isto, enaltecer a sua principal característica: a força. Como explicado por Hiroki Nakajima, o engenheiro-chefe responsável pela nova Hilux: “Todo o nosso conceito de desenvolvimento foi centrado na ‘redefinição de força’. O objetivo era fazer uma nova Hilux ‘ainda mais forte’, com base em uma interpretação muito mais ampla da palavra”. Há seis diferentes versões da nova Hilux, são elas: Chassi-cabine 4×4 e câmbio manual; Standard 4×4, nas configurações com cabine simples ou dupla, também com transmissão manual de seis velocidades; SR; SRV; e a nova top de linha SRX. As três últimas são equipadas com tração 4×4 e transmissão automática de seis velocidades. Comparada à geração anterior, a nova Hilux é 7 cm maior (5,330 mm), 2 cm mais larga (1,855 mm) e 4,5 cm mais baixa (1,815 mm). O entreeixos permanece com excelentes 3,085 mm. Design A dianteira mostra contraste entre o grande para-choque e a grade frontal estreita, que parece se fundir aos faróis, formando uma só peça. O aspecto de força é transmitido pelos para-lamas largos, que agora fazem parte do corpo da carroceria, e no movimento expresso pelas laterais da grade superior, que descem pela entrada de ar inferior, criando um desenho trapezoidal. Para garantir uma aparência mais limpa, a localização dos limpadores e do lavador do para-brisa foi aprimorada, enquanto o intercooler foi deslocado para a frente do motor. Na prática, a entrada de ar do intercooler, antes localizada em cima do capô, foi eliminada. O capô recebeu vincos bem marcados e está mais afilado, se juntando com a grade frontal e com o conjunto ótico dianteiro. A versão SRX é equipada com faróis de LED, com projetor e ajuste automático de altura, além de luzes diurnas de LED. As demais versões estão equipadas com faróis de halogêneo. As versões SRV e SRX também contam com faróis de neblina. O design lateral apresenta  um corte transversal, realçado na parte superior das portas. O objetivo é o desencadeamento de uma linha dinâmica que vai da parte frontal para a traseira, integrando a caçamba ao restante do veículo. A versão SRX é equipada com novas rodas de liga leve de 18 polegadas e com pneus 265/60R18, enquanto as versões SRV e SR trazem rodas de liga leve de 17 polegadas e pneus 265/65R17. As outras possuem rodas de ferro de 17 polegadas, com pneus 225/70R17. Na treseira, destaque para o novo grafismo das lanternas verticais. As versões SR, SRV e SRX contam com a maçaneta de abertura da tampa cromada, onde também está localizada a câmera de ré, proporcionando uma aparência mais fluida. O para-choque foi projetado para melhorar a acessibilidade à caçamba, e é cromado nas versões SR, SRV e SRX. O formato do teto da nova Hilux possui dois vincos que ajudam a direcionar a passagem de ar para fora da área da caçamba, tornando o veículo mais estável. Comparado à geração anterior, o compartimento de carga nas versões cabine dupla está 0,5 cm maior (1,525 mm), 2,5 cm mais largo (1,540 mm) e 3 cm mais alto (480 mm). Da mesma forma, a fim de fornecer aos clientes maior durabilidade e resistência, o apoio da tampa da caçamba está equipado com placas de aço, em vez de fios. Interior   Nas versões SRX e SRV, um friso metálico horizontal cruza o painel de instrumentos de ponta a ponta, integrando as zonas de informação (painel de instrumentos) e operação — controles do ar-condicionado e do sistema de som e navegação. O novo volante ficou mais espesso e tem acesso aos controles de volume ou do telefone, presentes nas versões a partir da SR. Referente aos equipamentos, desde a versão de entrada, a nova Hilux conta com direção hidráulica progressiva, ar-condicionado, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, medidor de economia de combustível, aviso sonoro de chave na ignição e luzes acesas, limpador do para-brisa com temporizador e nivelador dos faróis. Vidros com dispositivo antiesmagamento, travas e retrovisores elétricos estão disponíveis a partir da versão SR, sendo que nas SR e SRV, os vidros possuem função um toque para subida e descida. A SRX oferece esta mesma funcionalidade para os vidros das quatro portas, e se destaca pelo Smart Entry System, que permite, por meio de uma chave inteligente, desbloquear as portas com a simples pressão do botão na maçaneta. Também foi adicionado o botão Push Start, facilitando a operação de ligar e desligar o veículo. Nas versões SR, SRV e SRX, o volante traz as funções do áudio, telefone e comandos de voz, para que o motorista possa realizar todas as operações sem tirar as mãos dele. Somado a esta comodidade, as versões SRV e SRX possuem controle de velocidade de cruzeiro. Outra novidade é o display colorido de 4,2”, localizado no meio do painel de instrumentos, entre o velocímetro e o conta-giros, que equipa as versões SRV e SRX.  Dentre as funções disponíveis, destacam-se as informações de fácil leitura do áudio, do sistema de navegação ou da performance de pilotagem. Por exemplo, o indicador “ECO” é uma função que avalia o desempenho da condução e ajuda a reduzir o consumo de combustível. A versão SR também conta com um display de múltiplas funções, porém um pouco menor e em tela preto e branco. As versões SR, SRV e SRX possuem um dispositivo de áudio ligado à uma tela touchscreen de 7”, com funções de DVD, MP3, entrada auxiliar de vídeo e seis alto-falantes, e que fornece informações de consumo de combustível e da câmera de ré, para facilitar manobras de estacionamento. As novas Hilux SRV e SRX também contam com navegador GPS e TV digital. Nas versões SRV e SRX, a Hilux vem com sistema de ar-condicionado automático digital de design renovado, que inclui saídas de ar para os bancos traseiros. Na nova Hilux SR e Standard cabine dupla, o ar-condicionado é analógico, já as versões SR, SRV e SRX possuem porta-luvas refrigerado e uma tomada de 220 v, que pode ser usada para carregar celulares, computadores portáteis, câmeras fotográficas e de vídeo, entre outros

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