Suzuki lança o S-Cross

Fotos Divulgação A Suzuki apresentou na semana passado o Suzuki S-Cross, um crossover leve, com 1.125kg, e motor 1.6 de 120 cv e 16 kgfm de torque, que promete desempenho aliado a consumo reduzido de combustível e baixa emissão de poluentes. Segundo dados do Inmetro o modelo faz 11,9 km/l – Cidade e 13,2 km/l, no Ciclo Rodoviário Dados INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia de consumo de combustível no PBEV – Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular: 11,9 km/l – Ciclo Urbano 13,2 km/l – Ciclo Rodoviário Na categoria SUV compacto o novo S-Cross está classificado com nota A. O novo S-Cross também ganhou o selo CONPET pelo seu desempenho tanto na sua categoria como na geral. TECNOLOGIA ALL GRIP Novo sistema de tração nas quatro rodas, selecionáveis para melhor dirigibilidade em diferentes condições de terreno e performance, garantindo mais aderência, estabilidade e segurança ativa. O sistema All Grip interpreta o movimento do motorista ao volante combinado com o micro escorregamento dos pneus no solo e modula a distribuição de torque entre as rodas e o esforço do volante. Se necessário, o sistema ainda aplica frenagem de forma individual em qualquer uma das rodas para garantir aderência e tração. A tecnologia de aderência total AllGrip incorpora um inovador padrão de segurança ativa embarcado no Suzuki S-Cross. Controla não só a transmissão de força às rodas do eixo traseiro, como também atua em conjunto com os sistemas de motor, transmissão, TCS (controle de tração) e ESP (controle de estabilidade) e direção. São quatro diferentes modos de tração: – AUTO: proporciona maior economia de combustível em condições normais de uso e automaticamente muda de 2WD para 4WD, de acordo com as necessidades do terreno; – SPORT: Otimiza as trocas de marchas e as características de torque do motor, pois com menor aceleração, mantem a rotação alta o suficiente para uma resposta imediata. O sistema ainda transfere torque para o eixo traseiro para promover melhor desempenho em curvas, privilegiando uma direção mais esportiva. – SNOW / MUD: otimiza o desempenho em pisos de baixa aderência como neve, lama ou outras superfícies escorregadias. O uso do modo SNOW / MUD também controla a tendência ao sobre esterço e sub esterço, tornando a condução o mais estável possível mesmo nos pisos mais escorregadios. – LOCK (4WD): para uso off-road em piso de baixa aderência, auxilia a saída do veículo quando atolado em lama, areia, neve, etc. Isto é possível através de um torque elevado e constante que é enviado a todas as rodas (quase 50/50). SEGURANÇA • TECT – Tecnologia de Controle Efetivo Total Suzuki. A carroceria do novo S-Cross incorpora a tecnologia de controle efetivo total da Suzuki (TECT) para absorção de impacto e proteção dos ocupantes. Para isso, a carroceria incorpora o uso de aços de alta resistência para os principais componentes estruturais, tornando a carroceria leve e excepcionalmente resistente em caso de acidentes. Como exemplo, a coluna B utiliza aço de ultra resistência à tração de 1 500 MPa feita através do processo de conformação a quente que a torna rígida e muito leve. O capô, para-choques e partes da carroceria têm estruturas de absorção de impacto que atenuam a extensão dos ferimentos em caso de atropelamento. Como consequência o novo S-Cross conquistou a classificação de cinco estrelas (a maior disponível) para ocupantes (adultos e crianças) e pedestres no (Euro NCAP). • Suspensão dianteira A suspensão dianteira tipo MacPherson está integrada a um sub chassi de alta rigidez, que combinados com amortecedores pressurizados, molas progressivas e barra estabilizadora, permitem o controle de rolagem da carroceria nas curvas garantindo o equilíbrio e a robustez ao S-Cross em qualquer tipo de terreno, seco ou molhado. • Suspensão traseira O conjunto da suspensão traseira foi especialmente projetado para proporcionar grande estabilidade em curvas e melhor dirigibilidade. Conta com eixo de torção, tubular e de geometria de efeito direcional, que além de leve e funcional ainda dispensa a barra estabilizadora e somadas às molas helicoidais, garantem melhor performance em curvas. • ESP (Electronic Stability Program) ou Programa Eletrônico de Estabilidade atua diretamente nos freios e evita que o motorista perca o controle direcional em curvas ou desvios de trajetória, garantindo assim maior segurança. O dispositivo analisa a rotação de cada uma das rodas em relação à velocidade do veículo e também o ângulo de esterço do volante, identificando rapidamente a roda que está perdendo aderência. Neste momento, aciona o freio da roda que melhor ajudará a corrigir a trajetória do veículo, evitando que o mesmo rode ou tangencie a curva. • TCS (Traction Control System) Sistema eletrônico que previne o escorregamento de uma ou mais rodas de tração do veículo. Em pisos molhados, neve ou trechos de lama, o TCS reduz o torque na roda que está perdendo tração, ajudando o motorista a não perder o controle do veículo ou a sair de situações difíceis. • Freios – ABS / EBD / BAS / BOS Além do sistema ESP e TCS o novo S-Cross incorpora freios ABS (Antilock Brake System – sistema antibloqueio) de nona geração; EBD (Eletronic Brake Distribuition), que distribui a força de frenagem em função do numero de ocupantes e bagagem); BAS (Brake Assist), garante força máxima de frenagem, auxiliando o motorista durante as frenagens de emergência; e o BOS (Brake Override System) que inibe o movimento do veículo em caso de aplicação simultânea de freio e acelerador. Freio a disco ventilados na dianteira e solido na traseira. Pinças de freio traseiras em alumínio para redução de peso e melhor dissipação de calor. • Conjunto ótico: Com design tridimensional incorpora faróis de xenon (HID) nos focos alto e baixo, projetor head lights, lanternas em LED e ajuste de altura e lavagem automaticos. • Airbags Seis airbags com SDM (Sensing Diagnostic Module – caixa preta de memória perpetua). • Isofix Sistema Isofix de fixação de cadeirinhas de criança no banco traseiro com dupla posição. • Cinto de segurança De três pontos para todos os usuários e com pré-tensionador – com

O Jeep Renegade em ação

Finalmente andamos no Jeep Renegade e as impressões são as melhores possíveis. Sem dúvida o Renegade é um legítimo Jeep! Por James Garcia Fotos Marcos Camargo/Divulgação e James Garcia Num super evento realizado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 23 e 25 de Janeiro, foi lançado oficialmente o Renegade, o Jeep brasileiro fabricado pela FCA – Fiat Crysler Automobiles, em Goiana, Pernambuco. Com valor inicial de R$ 69.900 (haverá uma versão de entrada por 66.900, que não teve a lista de itens de série divulgada e que chega ao mercado em três meses), o modelo Sport 1.8 Flex estará nas lojas no dia 10 de abril e traz ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas, sistema de som com Bluetooth, freio de estacionamento elétrico, faróis auxiliares de neblina, controle de estabilidade e rodas de liga aro 16″ como itens de série. O motor é o 1.8 16V E.TorQ com 132 cavalos e 18,9 kgfm de torque a 3.500 giros, a tração é 4×2 dianteira com câmbio manual de cinco marchas. Como opcional, a Jeep oferece a transmissão automática de seis velocidades. São essas versões que irão bater de frente com a concorrência – Ford Ecosport, em especial. Mas o que interessa a nós, fãs dos 4×4, são os Jeep equipados com o motor 2.0 Multijet diesel de 170 cavalos a 3.750 rpm e torque de 35,6 kgfm a 1.750 rpm e que custam a partir de R$ 99.900. No test drive pudemos testar todas as versões, nas ruas do Rio de Janeiro e Niterói. A partir de Niterói, em estradas de acesso montanhoso na bela região de Maricá, pudemos enfim testar as capacidades off-road do primeiro suv compacto brasileiro. E ele se saiu muito bem! Além do visual muito particular (não há nada similar no mercado, mesmo que alguns teimem em falar que se parece com o Uno; uma brincadeira que faz alusão à marca italiana Fiat, que é dona da Jeep), é notável o nível e a qualidade do acabamento do Jeep. Todos os materiais oferecem toque agradável e suave, não há nada que lembre plástico duro ou imperfeição. Coisa fina mesmo. O volante, além de bonito, tem excepcional pegada, é revestido em couro, com detalhes em metal e é completo em equipamentos. É um veículo que “abraça” o condutor; você se sente realmente confortável e seguro dentro dele. Com o motor acionado e o carro em movimento, os níveis de ruído e vibração são mínimos. Difícil perceber que se trata de um propulsor diesel. O Jeep é confortável, silencioso e firme, sobretudo na versão Trailhawk que tem uma suspensão 2,5 cm mais alta e é obviamente mais firme e segura que as outras versões 4×4. O motor diesel “enche” rápido e propicia um rodar gostoso e ligeiro. A suspensão independente absorve muito bem as irregularidades e os “finais de curso” quase não são sentidos. Na terra, ajuda muito saber que toda a parte inferior tem protetores de metal, que protegem as partes mais sensíveis do Power train. Na subida de um morro bem inclinado, roteiro escolhido a dedo pelo amigo e colaborador Luis Fernando Carqueijo da Trailway Off-Road, é que o Jeep mostrou seu vigor. Inclinada, sinuosa, cheia de erosões e pedras grandes, foi um teste e tanto para um veículo equipado com itens de série (nada de pneus especiais, guinchos etc) e se chovesse a encrenca triplicaria de tamanho. Muito bom! O Renegade não é o Wrangler, mas para um veículo que está sendo apresentando com SUV compacto urbano, suas aptidões off-road são muito eficientes e funcionais, sobretudo os modos Lock e Low do sistema Terrain Response. O modo Low é uma reduzida que atua em primeira marcha e é tão forte, que vai resolver a maioria das encrencas que o dono de um Renegade irá se enfiar. E ele vai sair numa boa. Como qualquer 4×4, a condução pede mais bom senso do que pé de chumbo, sensatez ao invés de coragem e inteligência no lugar da sensação de ser indestrutível. Com técnica e visão, é possível fazer quase tudo com ele. Fiquei particularmente impressionado com a força e torque do motor 2.0, a eficiência da tração e o excepcional trabalho da suspensão. Quem procura um 4×4 diferente, estiloso, confortável de verdade e que encara um off-road de verdade, o Renegade está aí para mostrar serviço. Customização é próximo passo Como todos os outros modelos da família Jeep, o Renegade (que também está presente no mercado norteamericano) irá ganhar uma extensa lista de acessórios, que vai chegar aos poucos por aqui, já que o carro é uma novidade global. Para ilustrar isso, a Jeep preparou um Renegade com pneus lameiros, guinchos dianteiro e traseiro, estribos, bagageiro, entre outros acessórios, para dar uma idéia de como fica um Renegade mais guerreiro. Que tal esse visual? Confira o que há em cada versão Renegade Sport 1.8 Flex: Ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos nas quatro portas, retrovisores elétricos, sistema de áudio premium com seis alto-falantes, Bluetooth, USB e MP3, rodas de liga-leve aro 16″ com pneus 215/85, volante com ajustes de altura, profundidade e comandos dos sistemas de áudio e telefone, faróis de neblina, freio de estacionamento elétrico, maçanetas e retrovisores externos pretos, piloto automático com limitador de velocidade, sensor de estacionamento traseiro, apoio de braço frontal com porta-objetos, branco traseiro com encosto bipartido 60/40, airbags frontais, freios ABS, EBD, BAS, sistema anti-capotamento (ERM), controle eletrônico de estabilidade (ESC), auxílio de partida em rampas (HSA), ISOFIX, sistema de alerta de frenagem de emergência (RAB), chave telecomando com alarme, cinto traseiro central de três pontos e terceiro apoio de cabeça traseiro. Renegade Sport Diesel: todos os itens da Sport + primeira marcha reduzida (4WD Low), tração 4×4 permanente (4WD Lock), sistema Selec-Terrain com quatro ajustes de terreno e Hill Descent Control (HDC). Opcionais: Kit Áudio (tela multimídia de cinco polegadas sensível ao toque, Bluetooth, USB, comandos por voz, GPS, câmera traseira de ré, volante revestido de couro com comandos do som e telefone, sistema

Únicos brasileiros na maior corrida off-road dos EUA aprovam desafio pelo deserto

Fotos Arquivo Pessoal Luiz Facco e Humberto Ribeiro estrearam, no sábado (14), na tradicional corrida que acontece desde 1967, em Las Vegas, que contou com mais de 330 equipes de vários países Aventura, ousadia, adrenalina, paixão por off-road, máquinas potentes, muita poeira, pedras, em meio ao deserto de Nevada, nos Estados Unidos. Foi esse o cenário da The Mint 400, a maior e mais tradicional corrida off-road americana que aconteceu no sábado (14), nos arredores de Las Vegas. Mais de 330 equipes participaram do evento que se realiza há 48 anos e, entre eles, estavam Luiz Facco e Humberto Ribeiro, dupla da Equipe Acelera Siriema, os únicos brasileiros no grid. A diversão foi garantida, mas não foi tarefa fácil. A equipe tetracampeã brasileira de Rally Cross Country e bicampeã do Rally dos Sertões (maior prova off-road do país e segundo maior rali do mundo) relata que apesar da experiência, nunca havia participado de uma “batalha” como esta. Segundo a dupla do carro #1891, o terreno é realmente de Cross Country, com muitas pedras e lombas gigantes, areias, facões enormes e qualquer erro poderia ser fatal. “Agora podemos dizer que participamos da Mint 400, uma prova muito doida e diferente do que estamos acostumados a fazer. A luta constante é contra o pó, que é uma poeira que cega 100% como se estivéssemos pilotando de olhos fechados. Ás vezes não tínhamos noção para que lado estávamos indo, é uma verdadeira batalha”, descreve Facco que competiu pela categoria 1800. Há duas corridas dentro da The Mint 400 que conta com mais de 20 categorias. Uma com pilotos menos experientes que fazem duas voltas no deserto, e outra, com os mais profissionais que realizam três voltas e completam as 400 milhas (640 quilômetros) de percurso em um único dia, com direito a paradas – duas ou três – no pit stop para manutenção e abastecimento. Diferentemente do regulamento no Rally Cross Country no Brasil, não há controle de largada, o rádio não é utilizado para ultrapassagem e encontrar caminho livre para acelerar, muitas vezes, é complicado. “Largamos de dois em dois, com intervalo de 30 segundos. Enquanto no Brasil são três carros a cada seis minutos, nesta corrida em seis minutos nos deparamos com 24 carros. Por isto, é difícil conseguir sair do pó do outro carro. Sem falar que para ultrapassar precisamos “dar um totó”, ou seja, literalmente dar uma batida no carro da frente. Como éramos mais rápidos que alguns carros, a gente tinha de ultrapassar a todo o momento. Imagine a loucura?”, conta o navegador Ribeiro. A dupla brigou e acelerou o que pode, mas devido a um problema com o motor, não pode completar o percurso. Facco explica como foi. “Perdemos um pneu pouco antes do primeiro pit. A equipe trocou mas não colocou outro sobressalente, andamos 10 quilômetros e perdemos o segundo pneu, daí aguardamos cerca de 40 minutos por outro e voltamos para prova. Tínhamos o terreno livre finalmente para andar como gostamos e aceleramos no máximo por uns 50 quilômetros, foi quando o motor explodiu e era o final de prova para nós.” Para os brasileiros, a estreia na corrida pelo deserto foi uma experiência única. “Uma prova muito legal, organizada e desafiante, com outras regras mas que proporciona uma adrenalina enorme”, diz o navegador. O piloto também aprovou o desafio: “Sem dúvida foi uma grande experiência que vivenciamos aqui, uma prova bem diferente. Mas acima de tudo valeu o aprendizado, ainda mais porque andamos com um 4×2 com 280cv, curso de suspensão de 500mm, de uma categoria de base, bem diferente do nosso carro no Brasil. Que venha a próxima”, finaliza Facco. O campeão da edição 2015 foi o piloto Justin Lofton, seguido de Robby Gordon e, em terceiro, Rob MacCachren. Mais informações sobre prova e resultados race-dezert.com ou themint400.com

Brasileiros na maior corrida off-road dos EUA

Fotos Divulgação Até o momento são os únicos brasileiros inscritos na tradicional corrida que acontece há 48 anos. O evento acontece neste sábado (14), em Las Vegas Acelerar 640 quilômetros ou 400 milhas pelo deserto de Nevada, nos Estados Unidos, em um único dia, será o desafio de aproximadamente 330 equipes de todo o mundo, que participarão neste sábado, 14, da The Mint 400, a maior e mais tradicional corrida off-road americana que é sediada na cidade de Las Vegas. Para encarar esta batalha estará no grid a dupla Luiz Facco e Humberto Ribeiro, da Equipe Acelera Siriema, que até esta quinta-feira eram os únicos brasileiros inscritos no evento, que completou 48 anos. “Neste sábado vamos ter a oportunidade de participar, pela primeira vez, da prova mais tradicional do off-road americano e será incrível. Teremos apenas uma Especial (trecho cronometrado) de 640 quilômetros pelo deserto e nosso objetivo será completar a prova”, afirma o piloto paulista Luiz Facco, que tem no currículo quatro títulos de Campeão Brasileiro de Rally Cross Country, é bicampeão do Rally dos Sertões (categoria Pró Brasil), entre outros. Facco vai pilotar um carro bem diferente do que está acostumado a acelerar nas provas de Rally Cross Country no Brasil. “Nosso carro é um 4×2 e faz parte da categoria de entrada da prova. Tem 280cv, tração traseira com curso de suspensão de 500mm. Para se ter uma ideia, os carros tops chegam a 1.000cv de potência e 800mm. O mais importante para nós será competir e completar o percurso, que consiste em dar três voltas de cerca de 133 milhas pelo deserto, nos arredores de Las Vegas, para completar as 400 milhas”, explica o piloto. Nestes quatro dias de evento, a cidade mundialmente conhecida pelos cassinos e shows, é invadida pelos roncos dos motores e máquinas de todos os modelos, marcas e potência. Nesta quinta-feira, a dupla participou dos primeiros testes com o carro. E na quarta-feira, participaram de uma grande parada que aconteceu pela principal avenida de Las Vegas, a Freemont Street. De acordo com os organizadores são 330 equipes inscritas e cerca de 70 estão na lista de espera. “Por enquanto, somos os únicos brasileiros a competir nesta edição e tenho certeza que será uma experiência inesquecível. É um evento grandioso que praticamente para Las Vegas nestes quatro dias, devido a multidão de apaixonados por off-road que invadem a cidade”, diz o navegador Humberto Ribeiro, que é de Teresina, no Piauí. Estima-se que aproximadamente 40 mil pessoas entre competidores, fãs e entusiastas do off-road compareçam ao evento. Tanto que neste ano, os organizadores aumentaram a área do espectador para acomodar melhor a multidão. Nesta sexta-feira (13), as equipes fazem o segundo dia de testes para fazer os últimos acertos nos veículos. No sábado, a programação da corrida começa a partir das 6 horas e, vale lembrar, que são quatro horas de atraso em relação ao Brasil. A corrida pelo deserto – Conhecida como “The Mint 400 – The Great American Off-Road Race”, a corrida pelo deserto de Nevada se tornou uma batalha épica entre pilotos de vários partes do mundo que competem em mais de 20 categorias. A cidade de Las Vegas, no estado de Nevada, sedia desde a primeira edição da prova em 1967. O desafio é percorrer em um dia 400 milhas pelo deserto ou 640 quilômetros, contra o relógio. A corrida é tão tradicional e prestigiada que atrai pilotos e celebridades do automobilismo de vários países. Terá transmissão ao vivo pela TV durante 4h30 de prova. Duas horas de corrida serão transmitidas pelo canal NBC, mas pela internet será possível acompanhar esta aventura, ao vivo, no race-dezert.com Para acompanhar a aventura da Equipe Acelera Siriema no The Mint 400 acesse a página no Facebook: http://migre.me/jaI3x. Mais informações sobre a corrida no deserto no www.themint400.com

Vem aí o Novo Agrale Marruá

Um leitor da 4×4 Digital nos enviou algumas imagens, feitas em um posto de combustível na cidade de Caxias do Sul. Provavelmente são as primeiras imagens da nova geração do Marruá, jipe lançado pela Agrale em 2004 e que, por sua vez, era uma evolução do mítico Jipe Engesa, lançado em meados da década de 1980. Na mensagem, o leitor cita que “visualmente o carro ficou mais atrativo, percebi que alguns componentes da carroceria foram produzidos através de estamparia, com destaque para as portas, tampa da caçamba e capô do motor”. Nas fotos é perceptível a melhoria feita em cima do sistema de dobra e corte, com cantos quadrados, usados no 4×4. Também foram colocados protetores de para-lamas (plásticos ou de borracha) e grafismos/estampas mais modernos. Ainda segundo o leitor, “o Carro ficou mais bonito sem perder a robustez, ficou com uma cara de malvado. Aparenta estar maior do que a primeira geração do veículo, inclusive a caçamba. Parece mais imponente e lembra muito o Hummer H2, principalmente a dianteira”. Nosso colaborador também percebeu que a suspensão, que sempre foi um dos pontos fortes do Marruá, está ainda mais elevada, o que deverá proporcionar um maior potencial off-road. “Gostei muito do que vi, estou muito curioso para ver este touro bravo na trilha”. Nós também! Já estamos em contato com a Agrale e em breve teremos mais notícias sobre a nova geração do Marruá. E você, leitor, o que achou?

Chuva traz ainda mais adrenalina na abertura do Suzuki Off Road 2015

Foto Murilo Mattos A chuva e a lama foram ingredientes extras para dar ainda mais emoção na abertura da temporada 2015. Com recorde de participantes, a cidade de Guararema (SP) foi o palco do campeonato de rali destinado aos proprietários de veículos da marca, que recebeu 300 carros em clima de muita descontração. A chuva caiu na véspera e serviu de ingrediente para dar ainda mais emoção ao Suzuki Off Road e Jimny Day, eventos que agitaram a bucólica cidade de Guararema (SP), situada na belíssima região do Vale do Paraíba, neste sábado, na abertura da temporada 2015 do rali de regularidade destinado aos clientes da marca. E o começo foi em grande estilo: mais de 300 carros participantes, recorde absoluto desde a criação do evento, que completa cinco anos. Para a Suzuki Veículos o mais importante não foi bater um novo recorde, mas sim poder surpreender os clientes com qualidade e atenção, como destaca o presidente da Suzuki, Luiz Rosenfeld. “Eu não tenho fobia pelo crescimento, mas sou obcecado pela qualidade no atendimento aos clientes. Estamos tentando implantar uma maneira diferente de pensar em todas as pessoas que trabalham com a Suzuki e a rede. Quem tem o poder de construir uma marca são os clientes e tudo o que podemos e devemos fazer é dar o exemplo: ter um bom produto, um preço justo e atender bem. O cliente que vem aqui, você fideliza, ele reverbera, é orgânico”, destaca Rosenfeld. Confirmando o estilo fun, o Jimny Day – passeio off road para os proprietários do Jimny, – contou com 116 veículos. É uma categoria voltada exclusivamente para aqueles que querem mesmo se divertir, conhecer belos lugares, em trilhas especiais para poder usar tudo o que o SUV compacto da marca pode oferecer de diversão. Foto Murilo Mattos O casal Rosana e Pedro Passaia, de São Paulo, comprou o Jimny há um ano. “Foi no final de 2013, compramos para minha mãe. Só que ela veio a falecer em seguida e eu herdei o carro, já que meu pai não dirige. Sempre tivemos jipe”, conta Rosana. O casal participa de sua segunda prova. “Optamos pelo Jimny porque ele mantém a alma off road e a Suzuki conseguiu manter o espírito aventureiro e a simplicidade do jipeiro. Na estrada, com o Jimny, um cumprimenta o outro”, destaca Pedro. “Gostamos de fazer amizades, nosso negócio é curtir e no Jimny Day podemos fazer tudo isso e ainda interagir com a natureza, parar para bater fotos”, destaca Rosana. “E no dia a dia o Jimny chama muita atenção, desperta curiosidade, muita gente pára para ver. E o melhor, ele estaciona em qualquer vaga, é fácil de guiar, tem boa visibilidade e é forte, apesar de pequeno e leve”, completa Pedro. EXTREME: Só para os radicais Na Extreme, categoria criada para os mais radicais, a trilha ficou do jeito que os suzukeiros gostam. Muita lama e desafios. A vitória ficou com a dupla de Juiz de Fora (MG) Lionardo Almada/Cristiano Serpa, que foi muito comemorada. Foto Cadu Rolim “Com essa categoria a Suzuki conseguiu trazer o prazer dos jipeiros em competir na trilha, coisa que não tinha mais. Ela desenvolveu um produto que é impar, que está pegando, estou apaixonado. Essa é a segunda prova que disputo aqui e minha primeira vitória. Já o meu amigo e piloto Lionardo é figura carimbada aqui. Estamos muito felizes”, comemorou. E as vésperas do Dia Internacional da Mulher, quem surpreendeu na Extreme foi a dupla Fabiana Martins/Taissa Miranda, únicas mulheres na categoria e com um carro para jipeiro nenhum botar defeito. O Jimny da dupla tem bloqueio de diferencial 100%, suspensão especial, caixa de redução, guincho e pneus 37. “Sou jipeira há 15 anos, sempre fui fã do Suzuki. Gostamos de trilhas bem pesadas e internacionais”, conta Fabiana. A dupla esteve recentemente competindo na Malásia e está indo para a China participar do Rain Forest Challenge. “Aqui temos oportunidade de treinar juntas, é um evento super bem organizado, desafiador, com trilhas de perfis variados. Somos viciadas, aficionadas em Suzuki e queremos estimular as mulheres a virem para a Extreme”, destaca Taissa. E o homens como as recebem ? “Primeiro ficam com inveja do nosso carro (rsrs). Na trilha ficam falando: ‘Calma aí, vocês vão mesmo ?’ Acham que não vamos dar conta, mas mostramos como se faz”, cutuca Fabiana. Foto Wladimir Togumi Suzuki Off Road Na disputa da categoria Graduados, a vitória ficou com a dupla campeã de 2014, Paulo Roberto Goes/Jhonatan Ardigo, respectivamente de SC e PR. “Estamos afinados, bem entrosados, andamos a prova toda sabendo o que devemos fazer. Esse é o meu segundo ano com o Roberto e depois de levar o título a responsabilidade aumenta. A prova conta com uma excelente parte técnica, não tem erro de planilha, de medição, estamos muito felizes”, disse Jhonatan. Na categoria Turismo, vitória da dupla paulista Fabio Rímoli/Maurício Mei, ao volante de um Grand Vitara 4×4. “Esse é nosso segundo ano no evento. Só que esse ano trocamos de banco” conta Mei que ano passado era o piloto e esse ano virou navegador. Fabio explica: “É que temos exatamente o mesmo carro, da mesma cor e tudo. Ano passado competimos com o carro do Maurício, então esse ano foi a vez de ir com o meu carro”. Maurício começou a competir no Suzuki Off Road há dois anos. “Adoramos esse evento, o bichinho da Suzuki picou a gente. É um campeonato bem organizado e principalmente com um ambiente muito amigável. Fizemos muitos amigos aqui, parece que estamos em família”, completa Mei. Foto Wladimir Togumi Resultado Categoria Graduados: 1.Paulo Roberto Goes/Jhonatan Ardigo (Vitara) 2.Caio Junqueira/Rodrigo Paternelli (Jimny) 3.Waldir Barbosa/Maria Eveli (Vitara) 4.Paulo Dias Filho/Marcelo Bortoluz (Vitara) 5.José Eduardo Guerra/Marcia Guerra (Vitara) Resultado Categoria Turismo 1.Fabio Rimoli/Maurício Mei (Grand Vitara) 2.Willian Kamada/Naira Hirakawa (Grand Vitara) 3.Richard Vaders/Cezar (Grand Vitara) 4.Marcelo Roberto/Brain de Freitas (Grand Vitara) 5.Rogerio Campera/Vera Lucia Rivas Veja (Jimny) Resultado Turismo Light 1.Frederik Hendrik Jonker (Vitara) 2.Rodrigo Justen Vieira/Leandro (Jimny) 3.Victor Amaro/Alexandre (Jimny) 4.Clericson Prado/Jean

Picape Land Rover 109″ 1968: a missionária

Encontrada em um ferro velho, essa rara picape Land Rover 109” – Série IIA, foi totalmente restaurada e voltou a ser como nos tempos em que prestava serviços para missões religiosas em Porto Velho, RO, na década de 60 Por James Garcia Fotos Arquivo Pessoal Infelizmente o final da maioria dos veículos antigos é ser destroçado por machados ou maçaricos em algum ferro velho. Ainda bem que isso não aconteceu com essa rara picape Land Rover 109” – Série IIA – 1968 – equipada com motor seis cilindros a gasolina. Ela veio ao Brasil ainda nos anos 60 para ser usada em uma missão religiosa inglesa em Porto Velho. Depois de trabalhar muito – e provavelmente pela dificuldade em se conseguir peças para manutenção – a picape seguiu até São Paulo, onde foi encontrada 20 anos depois. Já bastante “detonada”, com a caçamba furada e o motor cansado, trabalhando com carburador de Opala, o carro chamou a atenção de um aficionado por veículos 4×4. Sem conseguir fechar negócio com o dono do ferro velho, ele só comprou a picape dois meses depois, quando a mesma estava exposta em uma agência de carros. Pelas fotos percebe-se o capricho e o conhecimento que foi aplicado neste Land, que levou um ano de trabalho árduo para ficar inteiro. Trabalhar com alumínio é um dos serviços mais ingratos que existem, pois, ao contrário do aço que é fixado através de soldas e parafusos, um Land Rover que possui carroceria de alumínio é quase todo preso por rebites. Com o tempo o alumínio tende a ficar poroso e com o desgaste chega até a expandir. Imagine a trabalheira! O cuidado foi tanto, que até a parte interna dos rebites – que contém ferro – recebeu fundo antioxidante. Detalhes como estes são determinantes no resultado final de uma restauração. Em 1988 as importações ainda não estavam liberadas, portanto conseguir rolamentos, retentores e a bomba elétrica de gasolina – o eterno calcanhar de Aquiles – dos antigos jipes ingleses era um martírio. Mesmo assim todas as peças foram encontradas. Por sorte, a parte mais complicada da restauração foi solucionada facilmente. Hacker encontrou um antigo automóvel Rover 1965, em perfeitas condições, equipado com o mesmo motor de sua picape. O serviço finalmente estava completo. Os Land Rover Série IIA sucederam a Série II em 1961 e foram produzidos até 1970. Com poucas modificações em relação ao seu antecessor, somente notadas por grandes conhecedores da marca, esta série foi mais uma etapa nos processos de modernização do clássico jipe, sem que, no entanto, houvesse nenhuma perda de sua fabulosa capacidade off-road. A mudança mais evidente foi a adoção do motor 2.286 cm3 a diesel e o lançamento do 109” com motorização de seis cilindros e 2.625 cm3, a partir de 1967 – o veículo desta matéria. Em 1969, os faróis foram instalados nos pára-lamas, inovação já adotada em alguns exemplares anteriores para viabilizar a exportação para os Estados Unidos. Ficha técnica – Land Rover Series II A 109″ 1968 Motor: Land Rover, dianteiro, longitudinal, seis cilindros em linha Potência máxima líquida: 95 cv a 4.500 rpm Cilindrada: 2.625 cm3 Relação de compressão: 7,8:1 Alimentação: carburador de corpo simples Combustível: gasolina Refrigeração: a ar Direção: mecânica (coroa e pinhão) Transmissão Tração 4×2 com opcional para 4×4, através de câmbio e caixa de transferência Land Rover Suspensão Dianteira e traseira: eixo rígido, molas semi-elípticas (feixe), amortecedores telescópicos de dupla ação Freios Dianteiros e traseiros: a disco Rodas: aro 16” Pneus: 700 x 16” Vão livre: 200 mm Travessia: 500 mm Velocidade de cruzeiro: 80 km/h Velocidade máxima: 120 km/h Consumo médio: 6 km/litro

Mitsubishi Cup terá nova categoria

Foto Murilo Mattos ASX R é uma das novidades do rali cross-country de velocidade mais tradicional do Brasil Depois de um ano com emoções até a última prova, a Mitsubishi Cup já está com tudo pronto para sua 16º temporada. Com a estreia de uma nova categoria e mudanças técnicas no regulamento, o rali cross-country de velocidade terá início no dia 28 de março, em Ribeirão Preto (SP). A grande novidade da temporada 2015 da Mitsubishi Cup é o ASX R, novo modelo de alta performance da marca dos três diamantes. Preparado pela Ralliart Brasil e baseado no modelo de rua do ASX, ele é exclusivo da competição, e se junta às categorias Pajero TR4 ER, Pajero TR4 ER Master, L200 Triton ER e L200 Triton RS. O ASX R tem transmissão manual de 5 marchas, sistema de tração “Electronic Control 4WD” e é equipado com motor 2.0 MIVEC, 16 válvulas, quatro cilindros em linha, injeção multipontos com controle eletrônico e potência de 172 cv e 23,1kgf.m, podendo atingir a velocidade máxima de 185 km/h. Foto Murilo Mattos “Será a primeira vez que teremos um crossover em nossos ralis. Além disso, com a estreia do ASX R, poderemos acompanhar três modelos no grid da Mitsubishi Cup, algo inédito até aqui”, ressalta Guilherme Spinelli, diretor da Ralliart Brasil. Os pilotos participarão da categoria pelo sistema de locação sit&drive, no qual toda a logística, desenvolvimento, preparação e manutenção ficam por conta da equipe de engenheiros e mecânicos da Ralliart Brasil. “O ASX R chamou a atenção de todos. Estamos ansiosos para ver mais esse carro levantando poeira nessa temporada”, brinca Fred Macedo, campeão da Pajero TR4 ER em 2014, que disputará a nova categoria em 2015. Novidades na L200 Triton ER Outra novidade para a temporada 2015 é a venda de L200 Triton ER para pilotos. Essa medida visa dar mais opções para as equipes privadas e pilotos proprietários. Esse formato permitirá que o piloto e a equipe possam usar o modelo da Mitsubishi Cup em outras provas de rali do Brasil, inclusive no Rally dos Sertões. “A L200 Triton ER coleciona ótimos resultados em várias competições. É um carro bicampeão invicto do Rally dos Sertões na categoria Super Production e um dos mais procurados da Mitsubishi Cup”, explica Spinelli. Para os novos proprietários, a Mitsubishi oferecerá um treinamento técnico para que os mecânicos conheçam todos os detalhes do veículo e saibam fazer a correta manutenção. Disputas na L200 Triton RS Com vários pilotos campeões e alguns estreantes na categoria, a L200 Triton RS, principal categoria da Mitsubishi Cup, promete disputas acirradas durante todo o ano. “A L200 Triton RS é a categoria máxima do rali brasileiro. Todas as duplas que se aventuram em provas off-road sonham em vencê-la”, comenta Kaique Bentivoglio, navegador campeão de 2014 ao lado do piloto Lucas Moraes. O modelo, alugado pelas duplas pelo sistema sit&drive, é o primeiro carro flex a vencer o Rally dos Sertões, e conta com um motor Mitsubishi V6 Flex e chassi de estrutura tubular, ideais para os mais variados tipos de competições off-road. Além disso, o protótipo também é munido de suspensão independente nas quatro rodas, tração 4×4 tempo integral com limitador de torque para o eixo dianteiro. Categorias Pajero TR4 ER e Pajero TR4 ER Master Além do lançamento do ASX R e do início da venda da L200 Triton ER, a Mitsubishi Cup continuará contando com as categorias com Pajero TR4 ER preparados para competição. “Essas categorias são muito importantes para a Mitsubishi Cup. Temos duplas que fazem um ótimo trabalho nos Pajero TR4 ER e conseguem constantemente resultados expressivos, inclusive fora de nossa competição, como o atual título da categoria Production T2 no Rally dos Sertões”, explica Guilherme Spinelli. Sistema de pontuação e zonas de espetáculo Assim como em 2014, duas, das sete etapas da temporada, terão somente duas provas, e não três. No entanto, cada uma terá aproximadamente 50 quilômetros de extensão nessas etapas, e não em torno de 30 como em todas as outras. “A ideia de exigir uma estratégia diferente das duplas foi bem vinda entre os participantes”, afirma Guiga. “Evidentemente que sempre o mais rápido ganhará, mas com provas com quase o dobro de tempo e de quilômetros, outras duplas têm a chance de se destacar”, completa. O sistema de pontuação continua o mesmo que foi adotado em 2014. As duplas poderão ter até quatro provas descartadas, com exceção da última etapa, que não será permitido o descarte, aumentando ainda mais a competitividade. Para deixar o público mais próximo de suas duplas preferidas, em algumas etapas do ano serão montadas zonas de espetáculo, uma grande área para as pessoas acompanharem de perto as disputas na pista, com saltos e curvas planejadas para que os participantes deem um show de pilotagem. Além disso, os vencedores terão uma pontuação extra no campeonato. Mais informações no site www.ralliartbrasil.com.br, pelo Facebook (www.facebook.com/ralliartbrasil) e pelo Twitter (@nacaomitsubishi). A Mitsubishi Cup tem patrocínio de Axalta, Itaú, Tranzero, Petrobras, Pirelli, Magneti Marelli, Unirios, Clarion, Sky, Italspeed, STP e Artfix. Mitsubishi Cup – Calendário 2015* 1ª Etapa – 28/mar Ribeirão Preto/SP 2ª Etapa – 09/mai Mafra/SC 3ª Etapa – 27/jun Jaguariúna/SP 4ª Etapa – 29/ago Minas Gerais 5ª Etapa – 19/set Indaiatuba/SP 6ª Etapa – 17/out Paraná 7ª Etapa – 14/nov Mogi Guaçu/SP * Calendário sujeito a alterações. Mais informações sobre vendas e locação de veículos: Telefone: (19) 3818-8888 Email: mitsubishicup@mmcb.com.br Site: www.mitsubishimotors.com.br Ficha técnica ASX R Motor 2.0 litros DOHC MIVEC Potência 172 cv Torque 23,1kgf.m Câmbio Mecânico de 5 marchas Tração Electronic Control 4WD Capô, portas, para choques, tampa traseira em fibra Gaiola de proteção homologada pela FIA Suspenção independente nas quatro rodas Sistema de freios hidráulico com reservatórios independentes Pneu 215/75-R15 Rodas SPEEDLINE (7X15)”

Na reta final do Dakar, Equipe Mitsubishi Petrobras ganha posições. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad estão fora.

Após o dia de descanso, Carlos Sousa e Paulo Fiuza sobem para a 8ª colocação da classificação geral Fotos Mitsubishi/Divulgação Mais um dia duro e difícil no Rally Dakar. Na última cidade chilena, o trecho cronometrado entre Iquique e Calama, no Chile, teve 451 quilômetros de areia, dunas, estradas com muitos solavancos, buracos, travessias bem e streitas e muita dificuldade na navegação. O ASX Racing #306 de Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminou o dia na 24ª colocação, subindo uma posição na classificação geral. “Foi uma etapa bastante complicada e dura, do começo até o fim. Começou com dunas, depois fesh fesh e bastante terreno ruim, muito acidentado. O ASX Racing estava muito bom, impecável e a suspensão funcionou bem. Saímos com a disposição de ganhar posições e foi isso que fizemos”, disse o piloto Carlos Sousa. Após se aproximar do carro que largou à frente, a dupla ficou por mais de 100 quilômetros sem conseguir a ultrapassagem. “Ele nos segurou por muito tempo até que conseguimos uma brecha para passar”, comentou Sousa. Muitos veículos de ponta se perderam durante a especial e ficaram dando voltas para localizar um dos waypoint, uma coordenada virtual obrigatória em que os competidores precisam passar. “Ficamos mais de 20 quilômetros perdidos em um leito de um rio seco. Nós e muitos outros competidores. Decidimos seguir para perder menos tempo, por conta disso recebemos uma punição. Agora temos que entender onde erramos e continuar em busca de melhores resultados”, explicou o navegador Paulo Fiuza. Faltam apenas quatro dias para o fim do Rally Dakar. “Etapas dura como as de hoje não teremos mais. Portanto, será mais difícil abrir grandes diferenças de tempo e será mais complicado ganhar posições. Hoje era um dia para se fazer a diferença. Mas estamos otimistas em melhorar nosso resultado”, completa Sousa. Por não ter passado pelo waypoint, a dupla levou uma penalização de 40 minutos, prevista em regulamento. Mesmo assim, subiram uma posição e estão agora em 8o na classificação geral. ASX Racing #324 “Quando estávamos próximos do quilômetro 15 da especial de hoje, o volante começou a endurecer. Seguimos por mais 20 km até que a direção travou. Verificamos que uma bomba específica do carro de competição, de um fornecedor americano, responsável pela direção hidráulica, havia parado de funcionar. Seria impossível continuar no trecho por mais 430 quilômetros e optamos por seguir ao encontro da nossa equipe de apoio. Infelizmente estamos fora dessa edição”, explica o piloto Guilherme Spinelli. “Agora é concentrar todos os esforços da equipe no Carlos e no Paulo, fazendo tudo o que pudermos. Eles estão bem na prova e queremos que a Equipe Mitsubishi Petrobras tenha um ótimo resultado nesse Dakar”, garante Guiga. Etapa 10 – 14 de janeiro Calama (CHL) / Salta (ARG) Deslocamento: 501 km Especial: 359 km Total: 860 km Na 10ª etapa, o Rally Dakar cruza novamente a Cordilheira dos Andes e retorna para a Argentina. O dia começa a mais de 3.600 metros de altitude em uma especial muito técnica. No deslocamento final, os pilotos chegarão a quase 5.000 metros de altitude

Equipe Mitsubishi Petrobras completa a etapa maratona no Top 10 do Rally Dakar

Prova teve muita lama e trechos alagados Fotos Mitsubishi/Divulgação Foram dois dias com 1.380 quilômetros sem o contato com a equipe e qualquer assistência. Mas a Equipe Mitsubishi Petrobras completou a etapa maratona e chegou à Iquique, no Chile, pronta para a segunda metade da prova. Carlos Sousa e Paulo Fiuza completaram o dia entre os 10 melhores da prova. “A sensação de chegar é muito boa. As especiais desses dois dias foram muito bonitas. Toda a população está muito animada com a passagem do Dakar. O objetivo está cumprido e, com o Guiga vindo atrás de nós, a segurança é muito grande”, comentou o piloto. A dupla completou a especial de hoje na 10ª colocação e estão em 9º na classificação geral. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad ganharam uma posição, ocupando agora o 15º lugar na classificação geral. “Ontem foi extremamente atípico, com muita chuva, lama e trechos alagados. Tivemos uma parte de piso bom, sinuoso, alternando com longas retas. Depois entramos em um piso ruim e fomos limitados pela nossa suspensão. No fim do dia, percebemos que um dos amortecedores havia quebrado, mas fizemos uma mudança na configuração da suspensão para compensar isso. Hoje viemos com muito cuidado e atrás do Carlos e do Paulo, que é nosso objetivo”, explica Guiga, que ficou com o 11º lugar nesta etapa. Trecho no salar foi de longa reta e alta velocidade A prova de hoje teve dois ingredientes marcantes na largada e na chegada. Logo no início da manhã, os veículos se posicionaram no Salar de Uyuni e largaram lado a lado, em grupos de cinco. Para fechar o dia, a descida pela maior duna urbana do mundo, com mais de um quilômetro de altura e quatro de extensão. “Nunca tinha feito esse tipo de largada em linha, além de termos visto o sol nascendo no Salar. São coisas como essa que marcam o Dakar. Em Iquique é essa chegada maravilhosa”, disse Paulo. “O Salar não tinha limite de largura”, contou Guiga. Foram mais de 100 quilômetros em linha reta por um campo aberto de sal branco em alta velocidade. “A grande dificuldades da maratona foi a chuva de ontem, que mudou a história desses dois dias. Nunca fiz uma etapa com tanta chuva e tanta dificuldade para navegar, não enxergava nada, o pneu destracionava e mudava o hodometro. E acabou complicando também a especial de hoje, já que era na mesma região”, comentou Youssef. “Na última duna, quem olha a partir do acampamento não tem noção de como é. Não é fácil. Pra descer, tivemos que seguir por muitas outras dunas, vamos ganhando altura”, completa. Guiga ainda explica: “É inacreditável. O ângulo é tão acentuado que a sensação é que estamos caindo, e vai ficando negativo e mais inclinado conforme vamos descendo. O visual é o mais impressionante. Do alto temos a visão do oceano e do acampamento.” Chegada foi pelas dunas de Iquique Nesta segunda-feira (12) é dia de descanso para os pilotos e muito trabalho para os engenheiros e mecânicos, que farão a manutenção completa dos dois ASX Racing. “O mais importante será conversarmos com a equipe e definir a estratégia para a reta final, se atacamos mais, se mantemos o que temos feito, se mudamos algo na condução. É um dia muito importante para isso também”, explica Carlos. Mas, claro, o repouso para encarar a metade final do Dakar será fundamental “Vamos descansar bastante e não pôr despertador para acordar”, brinca Youssef.

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