Ford Ranger Raptor é apresentada na Ásia Fotos Divulgação A Ford apresentou a Ranger Raptor, nova versão off-road de performance da picape inspirada na F-150 Raptor, que será produzida na Tailândia para os mercados da Ásia-Pacífico. Além de estilo robusto, marcado pela grade dianteira com o nome Ford em letras grandes e porte elevado, o veículo tem chassi, motor, suspensão e freios desenvolvidos pela Ford Performance para oferecer máximo desempenho em todo tipo de terreno – veja o vídeo: Projetada para oferecer alto desempenho e suportar as exigências da rodagem off-road em velocidade, a Ranger Raptor tem sob o capô um motor 2.0 diesel de duplo turbo e quatro cilindros, com potência de 213 cv e torque de 51 kgfm. Sua transmissão automática de 10 velocidades, robusta e avançada, é a mesma usada na F-150 Raptor. A Ranger Raptor impressiona pelo porte maior em todos os ângulos, com 5,40 m de comprimento, 2,10 m de largura e 1,87 m de altura. Sua capacidade fora de estrada é reforçada também pela excepcional altura livre do solo 28,3 cm e pelos ângulos de entrada e saída de 32,5º e 24º, respectivamente. As rodas são de 17 polegadas com pneus todo-terreno 285/70 R17. O chassi da picape é feito com ligas de aço de alta resistência e geometria especial para acomodar a suspensão reforçada, com amortecedores Fox exclusivos. Os freios poderosos têm pistões duplos na dianteira, com discos ventilados de 332 x 32 mm, e discos ventilados de 332 x 24 mm com booster na traseira. Os para-choques feitos de compósito incorporam ganchos duplos para reboque com capacidade de 4,5 t na dianteira e de 3,8 t na traseira. O assoalho é protegido por uma chapa de aço de alta resistência com 2,3 mm de espessura. O sistema de gerenciamento de terreno da Ranger Raptor oferece seis modos de direção, sendo dois para estrada e quatro para fora de estrada, selecionados por comandos no volante. Os modos de estrada incluem a opção Normal, para conforto e economia, e Sport, com trocas rápidas. Os modos off-road incluem: neve/grama/cascalho; lama/areia; pedra; e baja, que reduz a atuação do sistema de estabilidade e aumenta a resposta do acelerador para off-road em alta velocidade.
Ford lança Ecosport Storm, com tração 4×4, transmissão automática e motor flex
Ford lança Ecosport Storm, com tração 4×4, transmissão automática e motor flex A Ford apresentou o EcoSport Storm, nova versão do utilitário esportivo com tração 4WD inteligente e transmissão automática, que amplia a oferta da linha com uma configuração inédita na categoria. Desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro, o novo modelo chega ao mercado este mês com um posicionamento de preço que cria uma opção nova dentro do segmento. O EcoSport Storm chama a atenção pelo design. Externamente, é marcado pela nova grade com o nome Storm em relevo, faróis de xênon com máscara negra, capa de estepe rígida na traseira, rodas de 17 polegadas, grafismos e outros detalhes, incluindo a cor de lançamento marrom Trancoso. O interior apresenta painel “soft”, bancos de couro e teto escuros, criando um contraste com os frisos em laranja acetinado na cabine. O SUV é equipado com motor 2.0 Direct Flex de 176 cv – o mais potente da categoria –, e nova transmissão automática de seis velocidades com conversor de torque. Seu sistema de tração inteligente 4WD funciona sem a necessidade de intervenção do motorista, distribuindo o torque entre as rodas para garantir uma rodagem mais eficiente e segura sempre que necessário, em pisos irregulares e de baixo atrito como lama, areia, rampas e chuva. A suspensão reforçada e a direção elétrica com novo ajuste acentuam o conforto e a dirigibilidade. A lista de equipamentos inclui sete airbags, sistema multimídia SYNC 3 com tela capacitiva de 8 polegadas – a maior da categoria –, controle de estabilidade com sistema anticapotamento, monitoramento de pressão dos pneus e teto solar elétrico. Traz também faróis com luz diurna de LED e acendimento automático, acesso ao veículo sem chave com reconhecimento capacitivo, partida por botão, ar-condicionado automático digital, computador de bordo com tela de 4,2” no painel, câmera de ré, sensor de chuva, som premium da Sony com nove alto-falantes e porta-malas com sistema inteligente de bagagem. Com preço de lançamento de R$99.990, ele cria uma opção diferenciada dentro do segmento e reúne atributos para competir tanto com modelos 4×2 como 4×4. “Até agora, o consumidor só tinha acesso a um veículo com tração nas quatro rodas e esse nível de equipamentos numa categoria superior, de SUVs médios, por um preço bem maior”, explica Mauricio Greco, gerente geral de Marketing da Ford. “O EcoSport Storm custa o equivalente aos SUVs 4×2 topo de linha, mas com a vantagem da tração 4WD e do estilo único.” Estilo ousado e robusto O EcoSport Storm segue a proposta do conceito de mesmo nome exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2016, com grade dianteira e outros elementos inspirados na picape off-road F-150 Raptor. A carroceria oferece quatro opções de cores, incluindo a nova marrom Trancoso, além do branco Ártico, prata Dublin e preto Bristol. Faixas escuras aplicadas no capô e nas laterais dão um toque de esportividade, junto com os espelhos retrovisores, maçanetas, rack e barras de teto na cor cinza Dark London. O EcoSport Storm parece mais encorpado e realmente é maior que os outros modelos da linha: tem 88 mm a mais no comprimento (4.357 mm) e é 20 mm mais largo sem os espelhos (1.785 mm). As rodas de 17 polegadas com acabamento em prata Magnetic posicionadas mais para fora da carroceria contribuem para aumentar a musculatura do veículo. Na cabine, o volante e os bancos de couro com pespontos em laranja são destaques. A central multimídia SYNC 3 conta com tela capacitiva de 8 polegadas. Além de conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, inclui comandos de voz para áudio, telefone e navegação com mapas do Brasil. Potência, conforto e estabilidade Ao volante, o EcoSport Storm mostra um excelente compromisso de conforto e estabilidade. Seu sistema de tração 4WD tem um controle inteligente que transfere automaticamente o torque entre as rodas dianteiras e traseiras para otimizar a tração em condições fora de estrada, sem que o motorista precise acionar qualquer comando. Uma tela no painel mostra a distribuição de torque instantânea feita no veículo. O motor 2.0 Direct Flex conta com sistema de injeção direta que permite uma pressão mais alta de injeção e melhor controle da queima, resultando em aumento da eficiência e do torque em torno de 15%. A suspensão traseira com sistema independente Multilink e molas de rigidez progressiva melhora consideravelmente tanto o nível de vibração como a capacidade de absorção de impactos. A transmissão automática de seis velocidades se caracteriza pela suavidade e bom escalanamento das marchas, com a opção de trocas por comandos no volante (Paddle Shift) para uma direção mais esportiva. Baixo custo de posse Somado ao preço atraente, o EcoSport Storm tem o melhor custo de propriedade do segmento. O seu seguro, cotado em 3,31% do valor do veículo, com base numa média nacional de acordo com o CEP de residência, chega a ser próximo da metade do cobrado por alguns competidores. As suas três revisões anuais durante os 36 meses de garantia somam R$1.616, pelo sistema de preço fixo da Ford que garante transparência e tranquilidade. A maior diferença em favor do SUV da Ford é vista nas peças de manutenção não programada e de colisão. O custo desses itens chega a ser a metade, no primeiro caso, e quase cinco vezes menor neste último, quando comparado aos concorrentes mais caros.
Amortecedores Rancho melhoram a suspensão do 4×4?
Amortecedores Rancho melhoram a suspensão do 4×4? Por James Garcia Fotos Divulgação Amortecedores Rancho melhoram a qualidade da suspensão do seu 4×4? A resposta é afirmativa e no texto a seguir, você saberá as impressões do off-roader paulistano Elcio Barlotti, que instalou os acessórios em uma Toyota Hilux 2009, equipada para longas viagens e expedições. Barlotti realmente usa seu carro, roda milhares de quilômetros, sempre com o veículo carregado, com equipamento de camping completo e uma barraca de teto, instalada na caçamba. Ou seja, é um carro que encara o fora-de-estrada. Ele inclusive tem um canal no site de vídeos youtube, onde registra suas viagens e aventuras, chamado HILUX EXPEDITION. Os amortecedores Rancho, construídos pela empresa norteamericana Monroe (com distribuição oficial aqui no Brasil), é um clássico entre os acessórios para veículos 4×4 e ficou conhecido por aqui, entre a década de 1990 e o início dos anos 2000. E agora a Monroe brasileira aponta novamente o foco para esses acessórios, tão uteis para quem tem um veículo 4×4 e quer, além de melhorar a performance de seu veículo, ter níveis inéditos de firmeza ou maciez. Essa é a grande vantagem do amortecedor Rancho: oferecer 9 níveis de regulagens de carga, acessáveis através de uma pequena chave localizada no corpo de um robusto amortecedor (há também a possibilidade de mudança dos níveis de amortecimento através de um comutador elétrico, instalado no painel, mas esse acessório, no momento, não está disponível para importação oficial no País). Rancho RS9000 XL A série ajustável Rancho® RS9000 ™ XL é indicada para ajustar o desempenho da suspensão em jipes, Suv´s e picapes em geral. São equipamentos conhecidos em todo mundo para uso on e off-road, reboque e muito mais. A variação na regulagem permite ao motorista alterar até 400% de mudança no controle do veículo. A robustez é garantida por tubos maiores, que permitem desempenho mais consistente, mesmo sob as condições mais exigentes. Características e enefícios Tubo externo de 70mm de diâmetro Aumento da capacidade de fluido para o amortecedor operar em temperaturas baixas Haste de 18 mm de diâmetro com tratamento Nitro-Carb Aumenta a resistência ao desgaste e a proteção contra corrosão Tecnologia de regulagem de carga em 9 posições diferentes Permite um desempenho ideal e personalizado em qualquer situação Botão de ajuste de 9 posições Assegura o nível de regulagem selecionado através da percepção Pressurização interna com a injeção de gás nitrogênio Minimiza a aeração – mistura de ar e fluído • Pistão revestido com banda externa de TPFE grafitada Proporciona movimentos mais suaves e maior capacidade de resposta do pistão Pistão de aço sinterizado de 31,75mm de diâmetro Oferece maior conformidade estrutural do material • Sistema limitador anti-choque Ajuda a controlar o movimento da haste durante condições de rodagem severas Retentor auto lubrificante de baixa fricção Fornece uma camada extra de proteção contra sujeira e detritos • Pintura líquida com acabamento metálico Proporciona maior resistência contra corrosão e choques Coifas de proteção reforçadas Proteção adicional contra a entrada de sujeira e detritos • Suportes de fixação de solda dupla Oferece força e durabilidade A válvula de regulagem controla o fluxo interno do fluído. A instalação é rigorosamente a mesma de amortecedores comuns, sendo necessário o posterior alinhamento de direção. Impressões pós instalação Elcio Barlotti, off-roader “Os Rancho realmente entregam o que prometem, em qualidade e ampliação das características de absorção do veículo. Passando de original (macio) para um carro mas esportivo (rígido e firme), acaba aquela sensação da cabine deitar nas curvas (efeito pêndulo), conferindo muito mais segurança na pilotagem. Acaba também a sensação de veículo pesado e carregado por ficar, quando se usa a suspensão mais rígida e firme. E tudo isso com um simples ajuste de carga em um botão selecionável, que você pode optar pelo nível que mais te agrada a cada tipo de pista, estrada, off-road ou estilo de viagem. Traz muito mais segurança na direção da lendária Hilux, que tanta fama ruim em testes conhecidos de estabilidade. Um amortecedor abre e fecha 4.000 vezes por km em uma condição normal, em uma caixa condição off-road, esse número fica entre 6000 a 8000 vezes!” Assista o vídeo que Elcio fez e disponibilizou no canal HILUX EXPEDITION: Luis Fernando Vons Ramos, proprietário de uma Toyota Hilux 2014, em depoimento no facebook “Uso em uma Hilux 2014, com 30.000 km e eles fazem uma grande diferença, o carro pula bem menos. Uso geralmente na posição 3, no amortecedor mesmo Meu carro está com suspensão original, ficou mais macio e, ao mesmo tempo, pula menos. Aquele “quique” que a Hilux tem depois de alguma imperfeição/ondulação da estrada reduziu bem. Fiz uma expedição pela praia e uma para o Peru com esses amortecedores já e percebi isso. A picape ‘entra’ melhor em curvas e não ‘mergulha’ tanto quando freio”. Aplicações disponíveis do Rancho Dodge Dakota, Dodge Ram, Ford Explorer, Ford F 250, Ford F 1000, Ford Ranger, GM Blazer, GM D 20, GM Silverado, GM S 10, Jeep 4WD TJ Wrangler, Jeep Cherokee, Jeep Grand Cherokee, Jeep Militar, Mitsubishi L200, Mitsubishi Pajero, Nissan Pathfinder, Suzuki Samurai, Suzuki Vitara, Toyota Hilux, Toyota Runner e Troller (Ford) O telefone do SAC da Monroe é 0800-166-004. Os consultores podem indicar o local mais próximo ou o passo a passo para a sua compra. Os amortecedores Rancho são um upgrade e tanto para um 4×4. Se você tem dúvidas ou quer deixar comentários, esse é o seu espaço.
Um Land Rover Series I 1951 atualizado
Um Land Rover Series I 1951 atualizado Land Rover clássico ganha reforma que o torna viável para o uso atual, mas mantém intacto o seu visual incrível Texto e Fotos James Garcia Quem já se envolveu em uma restauração de veículos antigos sabe que são necessários alguns fatores determinantes, como envolvimento, tempo, conhecimento técnico e investimento. Mesmo com tudo isso é uma atividade para quem está realmente interessado. Trocando em miúdos: tem que querer de verdade ver o carro da forma que ele foi concebido, décadas atrás. Pela natureza do processo, muita gente para no meio do caminho, só quem tem realmente vontade vai até o fim. O Series I que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da loja especializada em artigos, peças e acessórios para off-road Gama 4×4. Quando o adquiriu, Junior tinha a intenção de restaurar e deixar o jipe o mais original quanto possível e assim foi feito, num trabalho que levou três anos. Porém, como usa todos os seus 4×4 como vitrines para sua loja, o dono percebeu que, original, seria impossível tornar o carro prático para o uso. “Com motor e freios originais, por exemplo, era insuportável rodar com o carro. Mesmo restaurando todo o sistema de freios (tambor nas quatro rodas), parar esse jipe numa descida era perigoso, tinha que começar a frear centenas de metros antes”, comentou. Como queria de qualquer forma ter o Series I em ordem, Junior começou outro trabalho, o de atualizar a mecânica do clássico, mantendo o visual clássico original. Dessa forma, os eixos originais deram lugar a eixos do Jeep CJ5, o sistema de freios ganhou discos nas quatro rodas e pneus 700 x 16 foram adicionados. O powertrain original foto retirado para dar lugar a um motor VW AP 1.8 gasolina, conectado a um câmbio Clark de cinco marchas, acoplada a uma caixa de transferência Willys Overland. Depois de pronto, o clássico revisto da Gama 4×4 pôde, enfim, ir para encontros e eventos, como a última Adventure Sports Fair, onde ele foi um dos destaques do local. Um pouco de história O Land Rover Series I foi o veículo que iniciou a trajetória da marca britânica com veículos fora-de-estrada, em 1948, especificamente no Salão do Automóvel de Amsterdã. É notório que a Rover Company utilizou os Jeep Willys do período da II Guerra para produzir os seus carros. Assim como os 4×4 norteamericanos que os inspiraram, os Series eram construídos no esquema carroceria fixada sobre o chassi, tinham eixos rígidos e suspensão composta por feixes de molas e jumelos. Os jipes podiam também ser ligados com uma manivela na dianteira e contavam com uma saída mecânica atrás, onde era possível conectar acessórios e implementos agrícolas. Desde o início, a carroceria dos jipes ingleses era feita em alumínio (por motivos de custo e grande disponibilidade dessa matéria prima na Inglaterra). De 1948 a 1951 só havia uma oferta única para o jipe, que apresentava uma distância entre eixos de 80″ polegadas ou 2.000 mm e um motor 1.6 a gasolina, com parcos 50 cavalos. A transmissão era constituída por uma caixa de quatro velocidades, que vinha com uma caixa de transferência de duas velocidades acoplada. Isso incorporou um sistema incomum de quatro rodas motrizes, com uma unidade de roda livre. Isso possibilitava o desengate do eixo dianteiro da transmissão manual, permitindo uma forma de tração 4WD permanente. Era um veículo básico: janelas de lona para as portas e um teto que poderia ser também de lona ou metal, esses opcionais. Em 1950, os faróis foram movidos para uma posição atrás da grelha. O sistema 4WD semi-permanente incomum foi substituído por uma configuração mais convencional, com a unidade para o eixo dianteiro sendo tomada através de uma embreagem simples. Desde o início, percebeu-se que alguns compradores queriam as qualidades de um Land Rover com um pouco mais de conforto. Em 1949, a Land Rover lançou a série “Station Wagon”, equipada com um corpo construído pelo fabricante Tickford, um construtor de carrocerias famoso por seu trabalho com a Rolls-Royce. Em 1952 e 1953, instalou-se um motor a gasolina de 2,0 litros. O ano modelo de 1954 trouxe grandes mudanças. O modelo de distância entre eixos de 80 polegadas (2.000 mm) foi substituído por um modelo de distância entre eixos de 2.200 mm (86 polegadas) e uma versão “Pick Up” de 107 polegadas (2.700 mm) foi introduzida. A distância entre eixos extra foi adicionada atrás da área da cabine para fornecer espaço de carga adicional. A Station Wagon gerou a primeira expansão da linha Land Rover. Os veículos foram equipados com um “Safari Roof”, que consistiu em uma segunda cobertura no topo do veículo, que servia para manter o interior fresco em clima quente e reduzir a condensação por tempo frio. Em meados de 1956, as distâncias entre eixos foram estendidas por 2 polegadas (51 mm) a 88 polegadas (2.200 mm) e 109 polegadas (2.800 mm), e a fixação do chassi dianteiro foi movido uma polegada para a frente, para acomodar o novo motor a diesel, para ser uma opção no ano seguinte. Essa mudança foi feita para todos os modelos, com exceção do 107 Station Wagon, que nunca seria equipado com um motor a diesel e, eventualmente, seria a última série I na produção. Essas dimensões deveriam ser usadas em todos os Land Rovers nos próximos 25 anos. Em 1957, introduziu-se um novo motor diesel de 2.0 litros que, apesar da capacidade similar, não estava relacionado aos motores a gasolina utilizados. Este motor diesel foi um dos primeiros diesel de alta velocidade desenvolvidos para uso rodoviário, produzindo 52 cavalos a 4.000 rpm. O sucessor da Série I bem sucedida foi a Série II, que teve uma produção de 1958 a 1961, mas essa já é outra história.
Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro
Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro Pequeno no tamanho, mas gigante na valentia, robustez e versatilidade, o Suzuki Jimny segue como um dos melhores jipes para a prática do fora de estrada Texto e Fotos James Garcia Ainda lembro com perfeição, das primeiras impressões e das voltas iniciais que dei no Suzuki Samurai, na primeira metade dos anos 90. Off-roaders mais “casca grossa” e os incrédulos em geral não demoram a apelidar o pequeno 4×4 de jipe da Barbie, carrinho de playmobil entre outros nomes jocosos e cheios de preconceito. Não podiam estar mais errados, pois o Samurai, que já se chamava Jimny no Japão – seu país de origem –, era e continua sendo um dos jipes mais bem acertados e já construídos. Há quem diga que se retirassem a carroceria de um Jimny mais antigo e fosse instalada uma do Jeep CJ3A, o encaixe seria perfeito, já que o off-road japonês haveria sido influenciado pelo mítico Willys. Eu não duvidaria disso… Com mais de 46 anos de história, o Jimny é feito no Brasil desde novembro de 2012 e continua sendo uma presença constante em quase 200 países e já soma mais de 2.5 milhões de carros vendidos. Mesmo que o chamem de SUV por aí, o termo correto para um veículo dotado de carroceria sobre chassi + caixa de transferência (normal e reduzida), é jipe. E ponto! O 4×4 mais barato construído no Brasil, na cidade de Catalão, GO, onde também está a fábrica da Mitsubishi, disponibiliza quatro versões: 4ALL (cidade), 4SUN (praia), 4SPORT (off-road) e o 4WORK, para trabalho e que tem preço sob consulta e é variável de acordo com a lista de acessórios. O visual é harmônico, tem na frente o maior volume, scoop no capô e desenhos do para-choque, para-lama e grade dianteira com perfil mais robusto. As rodas de liga leve aro 15” tem aplicação da cor grafite. O som inclui rádio AM/FM, CD player e MP3, WMA, USB e Bluetooth. Os bancos possuem diversas configurações, sendo os traseiros bipartidos e rebatíveis com cinco posições. O motor é feito de alumínio, 1.3 litros, à gasolina (DOHC), com 16 válvulas, 85 cavalos de potência a 6.000 rpm e torque de 11 kgfm a 4.100 rpm. A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox oferecem maior rendimento. O comando variável de válvulas otimiza o torque para todas as faixas de rotação. Em conjunto com a injeção eletrônica multpoint sequencial, o sistema melhora o consumo e as emissões de poluentes. Junto ao motor está um câmbio manual de cinco marchas e uma caixa de transferência com tração 4×4 e reduzida, gerenciada eletrônicamente, e um sistema de roda livre pneumática. Para ligar a tração, basta selecionar no controle do painel. Opta-se pelos modos 2WD (tração traseira), 4WD (tração nas quatro rodas) e 4WD-L que dobra o torque e garante a saída das encrencas maiores. É possível mudar entre os modos 2WD e 4WD em até 100 km/h. A suspensão é independente Trilink, com eixo rígido e molas helicoidais. O conjunto mecânico do Jimny é resistente, flexível e leve (pesa só 1.060 quilos!). O carro tem barras de proteção laterais, coluna de direção retrátil e encostos de cabeça ajustáveis em todos os bancos. Os freios a disco na frente têm as pinças mais elevadas, o que facilita a passagem em alagados, escoam bem a água e evitam retenção de terra. O freio a tambor traseiro tem válvula sensível a carga (LSVB). A direção hidráulica progressiva é leve nas manobras e firme à medida que a velocidade aumenta. O raio de giro de apenas 4,9 metros é surpreendente é o melhor no segmento, fácil. Como a maioria dos jipes, o Jimny em altura livre do solo de 200 mm, tem capacidade de inclinação lateral de 42º e pode (e deve!) ser equipado com pneus MUD (opcionais) e engates traseiro e dianteiro para facilitar a manobra de carretas. As virtudes do pequeno guerreiro são justamente a soma de sua pequena dimensão (entre eixos curto é uma maravilha no off-road), leveza, confiabilidade mecânica e facilidade em aceitar upgrades. Um ótimo jipe, como já disse e, curiosamente, que não tem concorrentes diretos no mercado nacional. Se você pensou no Troller, esqueça, pois o mesmo é bem maior e tem motor diesel, o que muda tudo. Ou seja, no mercado dos jipes, ainda não tem para ninguém. Se o interessado quer opções na hora de escolher, além de cada versão, são seis cores básicas: prata, preto, branco, vermelho, verde Amazônia e verde tropical e seis especiais: amarelo solar, roxo ipê, laranja fun, rosa croma e azul pacífico. Em maio de 2015, foi lançada a versão Sport, a que mais interessa a quem gosta de off-road. A versão vem com air bag duplo e ABS, traz novos para-choques dianteiro e traseiro. Formados por peças modulares com fixações externas, o projeto foi desenvolvido para facilitar a manutenção, lembrando que o Jimny é único 4×4 que traz de fábrica o engate dianteiro que, por possibilitar visualização frontal, facilita qualquer manobra de carretas rurais ou de Jet Ski, por exemplo. Outra novidade é o side step (apoio para o pé) integrado às laterais, à frente das rodas traseiras, que facilita o acesso ao teto para instalação de bagageiros, transportar bikes, pranchas de surf e outros equipamentos. Os frisos laterais, snorkel e flares ganham novo desenho e completam o design do 4×4. Suzuki Jimny 2013 Customizado Gama 4×4 O Suzuki que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da Gama 4×4, loja de peças, acessórios e artigos off-road e universo 4×4 em geral. O veículo foi comprado para ser utilizado como modelo de exposição da última Adventure Sports Fair, e junto a um Land Rover Series I 1951 e um Jeep Willys CJ5, fizeram enorme sucesso no evento. Esse Jimny é uma
Veículos e acessórios automotivos para aventura marcam presença na Adventure Sports Fair 2017
Veículos e acessórios automotivos para aventura marcam presença na Adventure Sports Fair 2017 Fundamentais para ajudar os aventureiros a trilharem seus caminhos, veículos e equipamentos off road ganharão destaque na 18ª edição da Adventure Sports Fair, maior evento da América Latina de esportes e turismo de aventura. Marcas automotivas como Mitsubishi, Suzuki, BMW, Hyundai, Bardahl, Gama 4×4 e muitas outras estarão expostas aos visitantes de 27 a 29 de outubro, no São Paulo Expo. Há 62 anos no Brasil, a Bardahl, indústria de aditivos e lubrificantes para motores, traz para a Adventure Sports Fair sua linha completa de produtos além de atrações interativas para os visitantes se divertirem no estande da marca. Além de assistirem à final da Copa 4×4 FunBardahl, uma competição de carrinhos de rádio controle, o público poderá pilotar quatro carrinhos em duas pistas disponibilizadas para a diversão dos visitantes, que também poderão trazer seus próprios veículos de radio controle para aproveitar o espaço. Haverá uma pista de test-drive para aprender como controlar os mini-veículos, além da pista de 120 metros, disponível para ser usada por todos após a competição. Os fãs também terão a chance de conhecer atletas do automobilismo patrocinados pela Bardahl, como Sérgio Jimenez, Guga Lima, Betinho Gresse, Pedro Aizza, Flávio Andrade e as equipes de ciclismo, automobilismo virtual e Adranalama. Já a Mitsubishi e a Suzuki, referências em veículos off-road, levam toda a potência de seus 4×4 para o pavilhão da Adventure Sports Fair. Quem for ao evento poderá conferir toda linha de picapes, SUVs e crossovers das marcas, além de alguns veículos equipados para chegarem aos locais mais remotos. “Além dos estandes, organizamos a chegada do nosso passeio Off-Road Mitsubishi Experience 4×4 no sábado (28) e no domingo (29), levando para a Adventure Sports Fair mais de 100 pessoas em cada um desses dias. No sábado, também acontece a final do rali Suzuki Off-Road: após enfrentar as trilhas, os veículos irão até o evento, onde os participantes receberão as premiações. Sem dúvida, será um fim de semana intenso, repleto de atividades” conta Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors, responsável pelas duas marcas no Brasil. No estande da Mitsubishi estarão o novo ASX Flex e a picape L200 Triton Sport: uma preparada pela ADX e recheada de acessórios para enfrentar todos os tipos de aventura e outra da Bio2, que realiza uma grande expedição pelo Brasil. Na Suzuki, os principais modelos da marca estarão em exposição, como o conceito JimnyCanvas, o Jimny Extreme, equipado para as grandes aventuras, além do Vitara e do S-Cross. A TAC Motors apresenta na Adventure Sports Fair seu grande lançamento: o robusto e bem equipado TAC Stark 4×4 2018. O veículo é 100% brasileiro e o único da categoria com suspensão independente de alto curso em todas as rodas, que proporciona conforto nas aventuras e no asfalto. Além disso, o Stark tem chassi tubular de alta resistência, e é o mais leve da categoria com apenas 1635 kg. O veículo tem motor a diesel 16V e possui 127 cv de potência a 3.600 rpm. Economia também é um conceito presente no Stark, que faz 11 km por litro de combustível na cidade, e até 13 km por litro na estrada. Os visitantes da Adventure Sports Fair também encontrarão no pavilhão do São Paulo Expo a Gama 4×4, loja física e online especialista nos mais diversos produtos para veículos off-road, esportes e aventura. A marca, que já soma mais de 250 mil clientes, traz para a feira 150 produtos que vão de trajes esportivos a geladeiras automotivas, passando por tudo que um aventureiro pode precisar para botar o pé na estrada. Nesta edição da Adventure Sports Fair, a Gama 4×4 estará lado a lado com sua parceira Thule, maior fabricante mundial de racks, bagageiros, suportes para bikes, pranchas e outros acessórios, que têm 10 anos de garantia. Durante todo o evento, a marca sorteará óculos, bonés e mochilas para os visitantes. Para ressaltar as experiências Off-Road, a revista Overlander, que é parceira da Adventure Sports Fair desde 2014, traz para a feira um espaço dedicado às experiências dos overlanders, pessoas apaixonadas por viajar, explorar e vivenciar jornadas a bordo de seus veículos. No Espaço Overlander haverá uma exposição fotográfica contemplando diversos viajantes e/ou aventuras pelo Brasil e pelo Mundo. “Teremos 4 veículos, e histórias, de viajantes e Overlanders com muita experiência: dentre eles ChallengingYourDreams, DayTrippers e Montanha para Todos”, revela Grace Downey, diretora da Overlander. Além disso, estará presente o “Verde-Amarelo” – um Jeep (restaurado) que realizou a “OperationPineapple” em 1955: uma viagem do Brasil ao Alasca realizada por três jovens escoteiros. Quem visitar o Espaço Overlander encontrará ainda uma loja exclusiva da revista. “Nosso principal objetivo na Adventure Sports Fair é fomentar, divulgar e compartilhar tudo que há de melhor no mundo Overland, e convidar as pessoas a conhecer nossa revista e o Hub de Comunicação que já é referência, em tão pouco tempo, no Brasil e América do Sul”, destaca Grace Downey. A Adventure Sports Fair é a oportunidade para o público de toda a América Latina conhecer o que há de mais inovador em produtos, destinos, atrações e conteúdos, em turismo e esportes de aventura. Serviço Quando: De 27 a 29 de Outubro de 2017 Horário: Sexta das 12 às 20hs | Sábado das 10 às 20hs | Domingo das 10 às 19hs Ingressos: · 3º lote: 30/09 até 26/10 – 30,00 · 4º lote: 27, 28 e 29/10 (local do evento) – 35,00 Acesse o site da Adventure, clicando na imagem abaixo: Venda online: www.adventurefair.com.br/ingressos Pontos de venda: Sem cobrança da taxa de conveniência: • FNAC – PAULISTA Taxa de conveniência de 10%: • FNAC – MORUMBI • FNAC – PINHEIROS • TEATRO TUCA – PERDIZES • THEATRO NET SP – VILA OLÍMPIA IMPORTANTE: Menores de 12 anos, devidamente acompanhados dos responsáveis legais, podem entrar no
Suzuki Jimny ganha sistema multimídia com espelhamento, novo volante e painel com tela digital
Suzuki Jimny ganha sistema multimídia com espelhamento, novo volante e painel com tela digital Compacto para rodar na cidade e valente para o off-road, SUV mais barato do Brasil tem sistema 4×4 com acionamento por botão, chassi heavy duty, motor em alumínio, suspensão independente e nota A em consumo de combustível – Fotos Tom Papp Na versão 2018, o utilitário esportivo ganha alguns equipamentos para torná-lo pareado com o que há no mercado atual. A parte interna recebeu um sistema multimídia com tela de 7 polegadas que permite o espelhamento de celulares com sistemas Android e IOS, além de possibilitar a instalação de acessórios, como câmera de ré e tv digital. O novo volante de três raios agora tem novo desenho, que deixa o interior ainda mais bonito, além de proporcionar excelente empunhadura e um diâmetro ideal, trazendo conforto e praticidade para as manobras. Na versão 4Sport, o volante é revestido em couro. Outra novidade da linha 2018 é o painel de instrumentos totalmente reestilizado, com novo grafismo e elementos prateados. O cluster recebeu uma tela digital, dando ainda mais visibilidade e fácil acesso as informações, como relógio, odômetro parcial A e B, odômetro total, temperatura do fluído de arrefecimento e volume de combustível no tanque, tudo isso num visual moderno e agradável. O Suzuki Jimny é nota A quando o assunto é consumo de combustível. Seja na cidade, ou pelo interior do Brasil, o Jimny é para quem tem um estilo de vida próprio e adora encarar aventuras. O visual chama a atenção por onde passa, graças a tomada de ar no capô, snorkel e molduras em grafite nas caixas de roda e laterais do veículo que reforçam o aspecto robusto e off-road. As rodas são de liga leve, aro 15”, e completam o design do único 4×4 compacto do mercado brasileiro. O raio de giro é de apenas 4,9 metros, que auxilia nas manobras até nos lugares mais estreitos, seja em uma trilha em um região inóspita, ou mesmo em uma vaga de garagem. O veículo possui chassi heavy duty, motor em alumínio e suspensão independentecom eixo rígido, que tornam o Jimny valente para qualquer tipo de terreno. Como um legítimo SUV, traz maior visibilidade e segurança por deixar o motorista em uma posição alta para dirigir. O Suzuki Jimny é o 4×4 mais barato à venda no Brasil. A versão Jimny 4Work custa R$ 67.490,00 e traz, além da tração nas quatro rodas com a mudança através de botão, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, rádio AM/FM, CD player com MP3, WMA, USB e Bluetooth. Além dela, o Jimny conta com outras três versões, todas fabricadas no Brasil: Jimny 4All, Jimny 4Sport e Jimny 4Work Off Road. Preparado para enfrentar as mais difíceis situações, o Jimny tem excelente de altura livre do solo, com 200mm, ângulo de entrada de 35º e de saída 45º, uma versatilidade para todos os tipos de terreno. A versão 4Sport conta ainda com engate traseiro de série. O Jimny 4Sport vem equipado com snorkel, ideal para atravessar trechos alagados. Desempenho e potência O Suzuki Jimny é equipado com o moderno motor em alumínio 1.3L (DOHC) a gasolina, com 16 válvulas, 4 cilindros em linha, 85 cavalos de potência a 6.000 rpm com torque máximo de 11.2 kgf.m a 4.100 rpm, injeção multiponto sequencial e transmissão manual de cinco marchas. A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox garantem confiabilidade para toda a vida útil do veículo. Graças ao chassi heavy duty, que garante maior robustez e durabilidade, o Jimny tem apenas 1.060Kg. Com a tecnologia do comando variável de válvulas (VVT), otimiza o torque para todas as faixas de rotação e proporciona resposta rápida nas acelerações. Em conjunto com a injeção eletrônica multpoint sequencial, o sistema garante otimização do consumo de combustível e baixa emissão de poluentes. O sistema 4×4 tem roda livre pneumática com caixa de transferência sincronizada e gerenciamento eletrônico. Com isso, é possível fazer a mudança de tração com apenas um toque no botão, que fica localizado facilmente no painel. É possível realizar as mudanças entre os modos 2WD e 4WD em velocidades de até 100 km/h. As suspensões dianteira e traseira são independentes com eixo rígido e molas helicoidais, que garantem reduzido custo de manutenção e aumentam a longevidade do Jimny. Segurança e praticidade O Jimny possui barras de proteção lateral, para maior segurança dos passageiros, e o motorista ainda dispõe de coluna de direção retrátil em caso de colisão. Os cintos são de três pontos e encostos de cabeça ajustáveis para todos os ocupantes. Os freios a disco na dianteira possuem as pinças em posição mais elevada. Assim, facilitam a transposição em trechos alagados, ao trazer eficiência de frenagem com o escoamento de água, e evitam retenção de terra ou lama. Na traseira, o freio a tambor com válvula sensível a carga (LSVB) traz controle de frenagem e direção mais eficiente. No interior, o Jimny apresenta um projeto ergonômico com bancos que possuem diversas configurações, sendo os traseiros bipartidos e rebatíveis com cinco posições de inclinação. Proporcionam conforto e praticidade ao adequar as necessidades de bagagem em qualquer situação. A direção hidráulica progressiva é leve nas manobras e firme à medida que a velocidade aumenta. Garantia de direção confortável, estável e segura. O Jimny é fabricado no Brasil desde 2012, o que representa rápida reposição de peças nas concessionárias da marca. São três anos de garantia e o modelo tem revisão programada com preço fixo, o que garante a tranquilidade do proprietário com a manutenção do veículo. Valores Jimny 4All – R$ 68.890,00 Jimny 4Sport – R$ 76.690,00 Jimny 4Work – R$ 67.490,00 Jimny 4Work Off Road – R$ 75.290,00
Toyota Bandeirante, um ícone também entre os veículos militares
Toyota Bandeirante, um ícone também entre os veículos militares Xingu foi a denominação conferida pelo Exército Brasileiro aos jipes Toyota Bandeirante, modificados pela empresa Bernardini. Vamos conferir agora uma unidade recém restaurada pela Oficina Meliani QT Por James Garcia Fotos James Garcia e Angelo Meliani Difícil de acreditar que essa Toyota Bandeirante chegou na Oficina Meliane QT – especializada em veículos militares antigos – em péssimo estado, ou como disse Angelo Meliani, “só o caramelo”. O carro estava montado, mas “bem meia bomba”, necessitando de muitos cuidados, ajustes e, sendo bem objetivo, necessitava mesmo de uma completa restauração. Assim que chegou a sua vez na fila de espera, essa Toyota Bandeirante, que foi enviada por um cliente do Paraná até São Paulo, foi inteiramente desmontada, teve toda a pintura e acabamentos retirados, via jato de areia, e os componentes mecânicos, tais como câmbio de 4 marchas, caixa de transferência, diferenciais, coroa e pinhão, eixos e munhões, foram abertos e inteiramente revisados. O motor Mercedes Benz MB 608 recebeu uma retífica completa e o chassi foi totalmente jateado. A suspensão recebeu um conjunto novo de feixes de molas, com arqueamento maior, o que facilitou a inclusão dos grandes pneus militares medidas 900 x 16, da marca Petlas, importados da Turquia. Os feixes traseiros tiveram as molas de carga retiradas, para evitar o efeito “pula- pula” do jipe, principalmente por ele rodar quase sempre vazio. Meliani comentou algo curioso sobre o universo Toyota: “É simplesmente muito difícil encontrar peças para esses carros, ou você mantém o que tem em mãos ou, em muitos casos, terá de construir as peças”, informou. E assim foi feito, como os suportes do para brisa, que é basculante e recortado, pois essa unidade é um veículo canhoneiro. Outras peças, como o suporte e a grade dianteira, também tiveram de ser reconstruídas. Meliani e sua equipe – Rogério Costa Pereira e Renato Luiz Sousa – usaram livros, fotos e material de pesquisa como base para construir peças iguais e, em muitos casos, melhores até que as originais. Alguns componentes originais, como o sistema de direção, foram até aprimorados. “Para oferecer mais conforto ao dirigir, usamos um rolamento de agulhas no sistema de direção, algo não previsto no projeto original do carro”, comentou Meliani. Essa belíssima tonalidade de verde, que Meliani diz ser um segredo da casa, foi desenvolvida na oficina. “É um verde que lembra a cor usada nos jipes Humvee norteamericanos”, informou. A pintura de acabamento espartano e fosco, gera um efeito singular no visual forte desse jipe. O veículo recebeu ainda melhorias e transformações, como a adição de um poderoso guincho mecânico, um novo sistema de suporte do estepe (lembrando do novo diâmetro dos pneus), novo sistema de limpador de para brisas (mantendo o conjunto manual para o passageiro) e um chicote elétrico inteiramente novo, feito à mão por Rogério. Um trabalho e tanto! Um trabalho, que vale lembrar, teve muito da mão e inspiração do sr. Aldo Meliani, mestre maior na arte da restauração de viaturas militares. “De alguma forma ele esteve e sempre estará conosco”, lembrou com saudade e bom humor, Angelo. E depois de quase três anos (o trabalho não foi feito de modo ininterrupto, houveram hiatos no processo), o novo e maravilhoso Toyota Xingu 1988 (versão 2017!) finalmente foi colocado sobre um caminhão plataforma e enviado ao seu proprietário, no Paraná. Será que ele vai ficar contente?
General Tire Vegas to Reno – A maior corrida off road nos Estados Unidos
General Tire Vegas to Reno – A maior corrida off road nos Estados Unidos Fotos André Ciasca O administrador paulistano André Ciasca, 46 – , que reside entre o Brasil e Estados Unidos, onde vende peças, carros e serviços. Curioso a respeito da maior corrida off-road norteamericana, André foi até o deserto conferir a aventura e acompanhou 80% do percurso. Segundo ele os principais obstáculos são a falta de sinal de celular, devido às imensas distâncias e, claro, o calor do deserto aumenta o desgaste. Com recorde de inscritos, a competição contou com 306 competidores , “A mais longa corrida fora de estrada nos Estados Unidos” aconteceu entre 12 e 15 de Agosto, começando em Las Vegas e finalizando em Reno, Nevada. Depois de 550 milhas (885km), Jason Voss foi o primeiro a chegar na linha de chegada em Dayton, NV e levou para casa o troféu de campeão. Largando em terceiro, assumindo a liderança na metade da prova, manteve-se até o final, terminando com um tempo de 09:02:27. O General Tire Vegas to Reno – Best in the Desert, apresentado pela Fox Racing Shox, é a maior corrida off road nos Estados Unidos. Considerada uma das mais difíceis. Apenas chegar à linha de chegada é uma realização. Ganhar a corrida? Bem, essa é uma história diferente. Esta corrida é uma das etapas do Best in Desert, que organiza provas pela região sudoeste dos Estados Unidos. A manhã de quinta-feira foi o primeiro evento do fim de semana: tecnologia e inspeção técnica. Se você está procurando uma infinidade de produtos fora de estrada, aqui você encontra tudo em um só lugar. A corrida começou na manhã de sexta-feira. A melhor parte sobre este trecho, em particular, é que geralmente acontece paralelo à rodovia principal, possibilitando a visualização de seus pilotos favoritos. Depois que as motos largam, os quads e os UTV se dirigirem para a bandeira verde. Quads tem diminuído em números ao longo dos anos, mas ainda são um segmento muito competitivo nas corridas do deserto. Trucks Os últimos foram os 70 veículos de classe ilimitada que deixaram a linha de partida por volta das 10:15 da manhã. Estes são os carros Trick Trucks e Class-1500, que o público local mais adora assistir, por causa do enorme curso de suspensão, motores com muita cavalaria e pneus enormes, alguns usam até 41 polegadas. E lá estavam todos os melhores pilotos do deserto do mundo, incluindo Robby Gordon e Bryce Menzies. Os veículos de classe ilimitada apresentam chassis de cromo molibdênio e produzem cerca de 1000 cavalos de potência! Vegas para Reno provou ser uma corrida distintiva para um dos pilotos. O nome dele é Jason Voss, e ele está rapidamente se tornando o cara a vencer na série Best in the Desert. Os 3 primeiros colocados 1. Jason Voss #1 Veículo: Ford V8 automatico Entre eixos de 125″ Largura: 92″ Curso da suspensão Dianteira: 26″ Traseira: 32″ Amortecedores Dianteiro: 4.o” Traseiro: 4.4″ Pneus: 39″ com rodas aro 17″ 2. Luke McMillin #83 Ford 3. BJ Baldwin #97 Chevrolet
General Tire Vegas to Reno – A maior corrida off road nos Estados Unidos
General Tire Vegas to Reno – A maior corrida off road nos Estados Unidos Fotos André Ciasca O administrador paulistano André Ciasca, 46 – , que reside entre o Brasil e Estados Unidos, onde vende peças, carros e serviços. Curioso a respeito da maior corrida off-road norteamericana, André foi até o deserto conferir a aventura e acompanhou 80% do percurso. Segundo ele os principais obstáculos são a falta de sinal de celular, devido às imensas distâncias e, claro, o calor do deserto aumenta o desgaste. Com recorde de inscritos, a competição contou com 306 competidores , “A mais longa corrida fora de estrada nos Estados Unidos” aconteceu entre 12 e 15 de Agosto, começando em Las Vegas e finalizando em Reno, Nevada. Depois de 550 milhas (885km), Jason Voss foi o primeiro a chegar na linha de chegada em Dayton, NV e levou para casa o troféu de campeão. Largando em terceiro, assumindo a liderança na metade da prova, manteve-se até o final, terminando com um tempo de 09:02:27. O General Tire Vegas to Reno – Best in the Desert, apresentado pela Fox Racing Shox, é a maior corrida off road nos Estados Unidos. Considerada uma das mais difíceis. Apenas chegar à linha de chegada é uma realização. Ganhar a corrida? Bem, essa é uma história diferente. Esta corrida é uma das etapas do Best in Desert, que organiza provas pela região sudoeste dos Estados Unidos. A manhã de quinta-feira foi o primeiro evento do fim de semana: tecnologia e inspeção técnica. Se você está procurando uma infinidade de produtos fora de estrada, aqui você encontra tudo em um só lugar. A corrida começou na manhã de sexta-feira. A melhor parte sobre este trecho, em particular, é que geralmente acontece paralelo à rodovia principal, possibilitando a visualização de seus pilotos favoritos. Depois que as motos largam, os quads e os UTV se dirigirem para a bandeira verde. Quads tem diminuído em números ao longo dos anos, mas ainda são um segmento muito competitivo nas corridas do deserto. Trucks Os últimos foram os 70 veículos de classe ilimitada que deixaram a linha de partida por volta das 10:15 da manhã. Estes são os carros Trick Trucks e Class-1500, que o público local mais adora assistir, por causa do enorme curso de suspensão, motores com muita cavalaria e pneus enormes, alguns usam até 41 polegadas. E lá estavam todos os melhores pilotos do deserto do mundo, incluindo Robby Gordon e Bryce Menzies. Os veículos de classe ilimitada apresentam chassis de cromo molibdênio e produzem cerca de 1000 cavalos de potência! Vegas para Reno provou ser uma corrida distintiva para um dos pilotos. O nome dele é Jason Voss, e ele está rapidamente se tornando o cara a vencer na série Best in the Desert. Os 3 primeiros colocados 1. Jason Voss #1 Veículo: Ford V8 automatico Entre eixos de 125″ Largura: 92″ Curso da suspensão Dianteira: 26″ Traseira: 32″ Amortecedores Dianteiro: 4.o” Traseiro: 4.4″ Pneus: 39″ com rodas aro 17″ 2. Luke McMillin #83 Ford 3. BJ Baldwin #97 Chevrolet
