Jeep comemora 75 anos com versões especiais do Renegade, Wrangler e Grand Cherokee Por James Garcia Fotos Expedição James Garcia Jeep Série 75 anos Marcos Camargo Entre 2 e 4 de Agosto, 4×4 Digital participou de uma mini expedição organizada pela Jeep, para comemorar os 75 anos da marca. O evento realizado para um seleto grupo de jornalistas, percorreu algumas trilhas e caminhos de estradas vicinais da Chapada dos Guimarães, um dos lugares mais bonitos do Brasil. Denominado “Jeep Experience”, a marca quer tornar essa atividade, que ocorre anualmente nos Estados Unidos, também uma tradição por aqui. Aficionados pela marca e terreno propício para essas atividades, sem dúvida, não faltam nessas terras. Nesta edição, a aventura foi realizada a bordo de modelos Renegade Diesel – Sport, Longitude e o topo de linha e também o mais off-road, a versão Trailhawk. Segundo o fabricante, as versões diesel (é bom lembrar, são os que possuem tração 4×4 nesse modelo), representam 25% das vendas do modelo. É uma notícia excelente, se levarmos em consideração que o Renegade é um automóvel, com aptidões fora de estrada. E é incorreto compará-lo com jipes de construção clássica, com chassi, eixo rígido, câmbio e caixa de transferência mecânicos. O Renegade é um SUV, que pode fazer muita coisa no off-road. Para atividades off-road mais exigentes, a marca tem o Wrangler, que é bom lembrar, é referência absoluta no mercado 4×4. Ele é o descendente direto dos Jeep militares, que nasceram bem no meio da segunda guerra mundial. Esse é um tema recorrente, mas que é bom ser lembrado sempre. Em minhas experiências profissionais no universo 4×4, ainda lido muito com informação errada e preconceito, devido ao fato do Renegade ser um modelo mais urbano. E ele é mesmo, só que, convenhamos, que veículo urbano temos a disposição no mercado nacional, com opção de tração 4×4 e uma excelente motorização diesel? Nenhum, não é? Ter um Jeep (ainda virão mais modelos…) fabricado no Brasil é coisa para se comemorar. O Brasil é um País Jeepeiro, está tudo escrito na nossa história. Como mote da comemoração dos 75 anos a Jeep está disponibilizando algumas versões especiais comemorativas. Aqui cabe mais um esclarecimento: a Jeep começa a contar a idade do 4×4 a partir de 1941, quando o mítico veículo começou a ser fabricado em massa pela Willys e Ford. Mas antes disso a história já vinha sendo contada pela pioneiríssima Bantam, a verdadeira primeira marca a construir o Jeep. O primeiro dessa série comemorativa é o Renegade, seguido pelos importados Wrangler Unlimited e Grand Cherokee. A série comemorativa terá 2.000 unidades do Renegade 75 Anos, 30 do Wrangler Unlimited e 10 do Grand Cherokee – este, a partir de outubro. Jeep Renegade 75 Anos Disponível com os motores 1.8 Flex (com câmbio automático de 6 marchas) e 2.0 Diesel (automático de 9 marchas), a edição limitada 75 Anos é baseada na versão Sport, com o acréscimo de equipamentos de versões superiores, casos dos racks de teto e das rodas de 17 polegadas, além de uma série de diferenciais estéticos. A principal mudança em relação às opções de linha do Renegade é o acabamento em bronze nas sete aletas da grade dianteira, e também nas molduras do para-choque, nas rodas, nos racks de teto e nos logotipos da Jeep e do Renegade (este com contorno em laranja). O mesmo tom está no emblema alusivo ao aniversário da marca aplicado nas portas dianteiras, que exibe a silhueta do Jeep Willys MB, de 1941. O teto é sempre pintado de preto, exceto quando a carroceria é na cor Preto Carbon. As outras opções são Branco Ambiente e a exclusiva Verde Recon. Por dentro, o revestimento dos bancos também é único, com detalhes em preto e costura dupla, nas cores branco e laranja. Os preços são de R$ 88.890 com motor 1.8 Flex e R$ 116.890 com propulsor 2.0 Diesel. A lista de itens de série inclui assistente de partida em rampa (Hill Start Assist), controles de estabilidade (ESC) e de velocidade de cruzeiro (Cruise Control), faróis e luz traseira de neblina, freio de estacionamento eletrônico, tela multifuncional configurável no quadro de instrumentos e sistema de áudio Uconnect com 6 alto-falantes, Bluetooth e USB. Liderança de vendas em julho “Além de celebrar essa data tão importante na trajetória da marca, a série 75 Anos chega num momento muito especial para a Jeep no Brasil, no qual ela se consolidou como fabricante nacional, como uma das maiores redes de concessionárias e como uma das campeãs de vendas não só no segmento de SUVs, mas do mercado em geral”, afirma Sérgio Ferreira, diretor-geral da Jeep para América Latina, referindo-se à 9º colocação que a Jeep ocupa no ranking de emplacamentos em 2016. “E tudo isso em pouco mais de um ano do lançamento do Jeep Renegade”, completa. Falando em resultados, o Jeep Renegade produzido em Pernambuco retomou em julho o topo do ranking de SUVs mais vendidos do país, com 4.745 emplacamentos – posição que já havia ocupado entre outubro e janeiro. Entre os automóveis em geral, o Renegade foi o 9º mais vendido em julho, com 2,7% de participação. Neste ano já são 30.445 unidades emplacadas, o que totaliza 69.635 desde seu lançamento em abril de 2015. O sucesso de vendas do Renegade vem se repetindo em outros países. Na Europa e nos Estados Unidos, ele vem sendo crucial para que a Jeep supere recordes históricos de vendas a cada mês. Exclusividades do Renegade Não bastasse ser o único SUV compacto no Brasil com opção de motor turbo diesel, e o primeiro veículo nacional com câmbio automático de 9 marchas, o Renegade oferece níveis de acabamento, de equipamentos e de segurança inigualáveis em sua categoria. E continua sendo o único que não deriva de nenhum carro de passeio, o que proporciona posição elevada ao volante, robustez
Toyota lança nova geração da Hilux com motor Flex
Toyota lança nova geração da Hilux com motor Flex Fotos Malagrine Toyota lança no mercado brasileiro a linha Flex da picape Hilux e do utilitário esportivo SW4, equipados com a nova motorização Dual VVT-i Flex 2.7L 16V DOHC, especialmente desenvolvida para o nosso mercado. Serão incorporadas três versões com este propulsor ao portfólio da picape Hilux, nas configurações SR 4×2, SRV 4×2 e 4×4, todas com transmissão automática de seis velocidades. Para o utilitário SW4, foram adotadas outras três opções em versão única – SR de cinco e sete assentos com câmbio automático e uma de cinco lugares com câmbio manual, voltada apenas a vendas diretas, todas com tração 4×2. A introdução do motor 2.7L Dual VVT-i Flex complementa a linha diesel da nova Hilux, lançada em novembro de 2015, e do novo SW4, apresentado em fevereiro deste ano. Com a adição da tecnologia de duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i), os veículos obtiveram performance superior em relação à geração anterior de motor flex. A linha Flex 2017 da Hilux estará disponível na rede de concessionárias da marca em todo o Brasil a partir de 04 de agosto, a preços que variam de R$ 111.700,00 a R$ 131.200,00, para a Hilux. VERSÕES E PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS A nova picape Hilux Flex 2017 será ofertada em três versões cabine dupla: SRV com tração 4×4, SRV 4×2 e SR de tração 4×2. Todas são equipadas com transmissão automática de seis velocidades sequencial, o que torna a Hilux a única opção no segmento de picapes Flex disponível com câmbio automático. A versão de entrada SR 4×2 Flex traz, como principais itens: ar-condicionado manual, banco do motorista com ajuste de distância, inclinação e altura, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, chave tipo canivete, computador de bordo monocromático, controle de velocidade de cruzeiro, direção hidráulica progressiva, farol alto de halogênio com nivelamento manual, faróis de neblina dianteiros, modos de condução ECO e Power, protetor de caçamba, retrovisor externo na cor preta com regulagem elétrica e indicador de direção, rodas de liga leve aro 17”, Sistema Multimídia Toyota Play com tela de 7” touchscreencom sistema de navegação (GPS) integrado, sistema de entretenimento de vídeo integrado ao painel com TV Digital e leitor de DVD, rádio com CD Player/MP3, câmera de ré, Bluetooth®, conexão USB e AUX, quatro alto-falantes, volante com comandos integrados, airbags frontais, airbag de joelho (para motorista), freios ABS com EBD, sistema de alarme perimétrico e sistema universal para cadeira de criança ISOFIX. As versões SRV 4×4 e SRV 4×2 incorporam todos os itens relacionados no modelo SR, mais ar-condicionado automático/digital com saída de ar central para os bancos traseiros, banco do motorista com ajuste elétrico de distância, inclinação e altura, computador de bordo com tela de 4,2” de TFT, estribos laterais na cor preta, retrovisor externo cromado, revestimentos dos bancos de couro e material sintético, seis alto-falantes, Assistente de Reboque (TSC), Assistente de Subida (HAC), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), Controle Eletrônico de Tração (A-TRC) e sistema de alarme volumétrico. NOVOS MOTORES E PERFORMANCE A nova motorização Dual VVT-i Flex 2.7L 16V DOHC, comum nas versões flex de Hilux e SW4, foi especialmente projetada para o mercado brasileiro. O destaque é a adoção da tecnologia de duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i), que atua no gerenciamento dos sistemas de admissão e escape da câmara de combustão, otimizando a queima do combustível, além da adição do sistema de partida a frio, eliminando a necessidade do subtanque auxiliar, refletindo em melhor desempenho. Outro aprimoramento é o ganho de 7% em eficiência de consumo. As versões flex da picape média apresentam 163 cv de potência a 5.000 rpm, quando abastecidos com etanol, e 159 cv, também a 5.000 giros, com gasolina. O torque máximo é de 25 kgfm (com álcool e gasolina), sempre a 4.000 rpm. O propulsor, que exibe a combinação perfeita entre desempenho e durabilidade, obteve melhorias que visam a entrega de um conjunto harmonioso, proporcionando mais torque em qualquer faixa de rotação, maior economia de combustível e menor emissão de poluentes. Para tanto, houve redução no peso de balancins, retentores e molas, além de uma reestruturação nos formatos da câmara de combustão e da entrada de combustível. TRANSMISSÃO As versões Flex dispõem de nova transmissão automática sequencial de seis velocidades, com controle eletrônico (Super ECT). Esta transmissão foi desenvolvida para aproveitar todo o potencial do motor. O alcance de relações é mais amplo e atinge melhor aceleração em primeira marcha, além de reduzir o consumo de combustível na sexta, diminuindo a velocidade do motor. O sistema é capaz de adequar o desempenho do veículo ao estilo de condução, inclinação do terreno e nível de carga, atingindo, simultaneamente, desempenho e durabilidade. Sobre a tecnologia aplicada à performance, possui os modos de direção ECO, para uma condução mais suave, com consumo de combustível eficiente, e POWER, que garante uma direção mais emocionante e esportiva. Relação de marchas: Transmissão A/T 1ª 3.600 2ª 2.090 3ª 1.488 4ª 1.000 5ª 0.687 6ª 0.580 Ré 3.732 Relação final da transmissão 4.555 DESIGN EXTERNO Hilux Seguindo a linha da renovação introduzida em suas versões diesel, com um design forte e emocional, a nova Hilux Flex combina a força e a funcionalidade necessárias, com beleza e elegância desejadas, para o uso diário. A dianteira mostra contraste entre o robusto para-choque e a grade frontal estreita cromada, que passam a sensação de estarem fundidos aos faróis, formando uma só peça. Os para-lamas largos, responsáveis por transmitir o aspecto forte à imagem do carro, agora fazem parte do corpo da carroceria, formando um movimento expressivo nas laterais da grade superior, que descem pela entrada de ar inferior, criando um desenho trapezoidal. As versões bicombustível SR e SRV contam com a maçaneta de abertura das portas na cor da carroceria. No capô, a peça recebeu vincos bem marcados e está mais afilada, formando uma junção perfeita com a grade frontal e com o conjunto ótico dianteiro. O design traseiro completa
Lembra da Picape Ford Série F? Sucesso a transforma em selo nos USA
Picape Ford Série F é homenageada em edição de selos postais nos EUA A Ford Série F, ícone do automobilismo e picape mais vendida do mundo há 36 anos consecutivos, agora será eternizada também em selos. O Serviço Postal dos EUA lançou uma série especial em homenagem aos utilitários que há quase um século ajudam as pessoas a realizar o transporte de trabalho e lazer. Duas picapes estampam a nova série: a Ford F-1 1948, primeiro modelo da Série F, e a Ford F-100 1965, que introduziu a tecnologia inovadora de suspensão “twin I-beam”, com um novo padrão de conforto. Os selos foram criados por Antonio Alcalá, diretor de arte do Serviço Postal dos EUA, a partir de desenhos originais de Chris Lyons, seguindo a tradição da instituição de homenagear os símbolos culturais do país. Primeiro produto lançado pela Ford no pós-guerra, a picape F-1 deu início à linha que desde então já vendeu mais de 35 milhões de unidades. Na América do Norte, a Ford Série F lidera o segmento de picapes há 39 anos e também é o veículo mais vendido entre todos os segmentos, há mais de 30 anos consecutivos. Atualmente na 13ª geração, a linha passou por sucessivas transformações e introduziu diversas inovações estéticas e mecânicas. Os motores, cada vez mais potentes, hoje avançam também na economia de combustível com a incorporação da família turbo EcoBoost, carroceria de alumínio de nível militar e novas tecnologias de assistência e segurança. Com o lançamento da pioneira F-100, em 1957, a Série F tornou-se um ícone também no Brasil, marcando o início da produção nacional da Ford. Hoje a linha é representada pelos modelos F-350 e F-4000, que estão entre os mais tradicionais do País e são usados em diferentes aplicações comerciais
Jaguar Land Rover demonstra tecnologia para futuro carro autônomo
Jaguar Land Rover demonstra tecnologia para futuro carro autônomo A Jaguar Land Rover demonstrou pesquisas sobre tecnologias que permitem que um futuro carro autônomo seja apto para dirigir sobre qualquer tipo de terreno. Chamado de Direção Autônoma em Todos os Terrenos, o projeto pretende tornar viável que um carro de direção autônoma percorra as mais amplas situações da vida real, dentro e fora da estrada, mesmo nas mais adversas condições meteorológicas. Tony Harper, diretor de Pesquisa da Jaguar Land Rover, disse: “Nossos estudos sobre veículos autônomos capazes de transpor todos os tipos de terreno não são apenas sobre o fato de os carros poderem ser dirigidos sem a necessidade de um motorista em uma autoestrada ou em situações que incluem off-road extremo. Trata-se, principalmente, de ajudar um veículo autônomo a percorrer o seu caminho com total segurança por de qualquer terreno ou situação”. “Não queremos limitar apenas ao asfalto essas futuras tecnologias totalmente autônomas. Quando o motorista encontra outro tipo de terreno, nós queremos também continuar proporcionando a mesma assistência. Nós estamos trabalhando para que, no futuro, nós também consigamos garantir que você possa ter toda essa tecnologia em absolutamente qualquer situação, como em uma complexa pista de cascalho, por exemplo”, completou. Para tornar possível esse nível de tecnologia autônoma em todos os tipos de terreno, os pesquisadores da Jaguar Land Rover estão desenvolvendo sistemas de detecção de última geração que serão os olhos do carro autônomo do futuro. Sensores sempre ativos poderão ver melhor do que o motorista e proporcionarão ao veículo altos níveis de inteligência artificial, necessários para que ele atue sem a interferência do condutor, planejando a rota que deve tomar em qualquer superfície. “Então, seja em uma estrada em obras com cones e um contra fluxo, ou uma estrada coberta de neve nas montanhas ou até mesmo uma faixa de floresta enlameada, esta capacidade avançada estaria disponível para o motorista e o carro autônomo, com o motorista capaz de deixar o carro assumir o controle se eles julgarem que esta seria a melhor forma de lidar com um obstáculo ou perigo à frente. Nós já somos líderes mundiais em tecnologias para o tráfego em todos os tipos de terreno: estes projetos irão ampliar ainda mais essa vantagem”, complementou Harper. IDENTIFICAÇÃO DE SUPERFÍCIE E “PATH 3D SENSING” combina sensores ultrassônicos de câmera, sensores LIDAR que medem a distância até um obstáculo com o uso de raios-laser, além de radares, que dão ao veículo uma visão 360° do mundo à sua volta. Este sistema é tão complexo e avançado que pode determinar as características da superfície e considerar a largura dos pneus para a melhor maneira de se trafegar em situação de chuva intensa ou neve, sempre planejando a melhor rota. Tony Harper disse: “O fator-chave para a condução autônoma em qualquer tipo de terreno é dar ao carro a capacidade de sentir e prever o caminho a ser percorrido em três dimensões. Isso significa que o veículo deve ser capaz de digitalizar e analisar tanto a superfície por onde se trafega como quaisquer perigos que podem incidir sobre ela como barreiras, raízes de árvores e pedras ou galhos”. Esses sensores ultrassônicos são capazes de identificar as condições de piso cinco metros à frente do veículo. Isso possibilita ao sistema Terrain Response mudar automaticamente seu modo de asfalto para areia, por exemplo, antes de o veículo sair de um piso para outro. Isso irá otimizar o desempenho off-road, sem perda de impulso ou controle. Mais do que o tipo de terreno em que se trafega, essa tecnologia tembém deve identificar possíveis obstáculos como galhos pendurados ou qualquer tipo de barreira que se pode encontrar. Para isso, o modelo é capaz de usar tecnologia de câmeras para digitalizar antecipadamente o ambiente e determinar se existe algum tipo de obstrução à frente. O motorista é capaz de programar a altura de seu veículo, que poderá mudar caso ele carrege no bagageiro uma bicicleta, por exemplo, e o carro vai alertar o condutor com uma mensagem simples na tela touchscreen do painel de instrumentos se existir espaço insuficiente. Os mesmos sensores também poderão ser utilizados para verificar qualquer irregularidade na pista que ainda será percorrida e ajustar automaticamente a velocidade do veículo. O sistema Terrain-Based Speed Adaption (TBSA) usa câmeras para identificar um terreno acidentado, incluindo superfícies irregulares e onduladas, piso escorregadio, buracos e até mesmo água parada. Em seguida, ele é inteligente o suficiente para prever o impacto potencial dessas superfícies no trajeto do veículo e ajustar automaticamente sua velocidade, de forma a manter os passageiros confortáveis. Outro elemento-chave para o sucesso de um sistema de condução autônoma é a capacidade de comunicação entre diferentes veículos, especialmente se eles estão em algum ponto cego como em uma curva ou em lados opostos de um obstáculo fora de estrada. Em uma demonstração de condução off-road de última geração, a Jaguar Land Rover conectou dois modelos Range Rover Sport por meio da inovadora tecnologia Dedicated Short Range Communications (DSRC), criando o “Off-road Connected Convoy”. Esse sistema de comunicação sem fio de veículo-para-veículo (V2V) compartilha informações em tempo real entre os dois modelos que incluem: suas respectivas localizações, se alguma das rodas está sem aderência, alterações de altura da suspensão e articulação de cada roda, o uso do controle de progresso All-Terrain (ATPC) e qual é o modo Terrain Response atual. Tony Harper também comentou: “Este sistema de comunicação V2V pode facilmente conectar um comboio de veículos em qualquer ambiente off-road. Se um veículo estiver parado, outros veículos do comboio serão alertados — se as rodas caírem em um buraco, ou talvez deslizarem sobre uma rocha difícil, essa informação é transmitida para todos os outros carros. No futuro, um grupo de veículos autônomos poderia usar essa informação para ajustar automaticamente as configurações ou até mesmo mudar sua rota para ajudá-los a lidar com um obstáculo. Em uma experiência de safári, os carros seguiriam
Lexus lança nova geração do RX 350 no mercado nacional
Lexus lança nova geração do RX 350 no mercado nacional Fotos Malagrine A Lexus lança no Brasil o novo RX 350, o primeiro SUV premium a ser comercializado em escala no mundo. Disponível nas versões RX 350 e RX 350 F-Sport, o modelo marca uma fase de consolidação da Lexus no Brasil. Desde o lançamento da primeira geração, em 1998, o Lexus RX conquistou fama entre os consumidores que procuram a flexibilidade de um SUV combinada ao conforto de um sedã de luxo. Tudo embalado em pacote elegante e atrativo. A quarta geração do RX 350 possui desenho renovado, caracterizado por vincos e curvas expressivas. O SUV conta com motorização V6 de 3.5L a gasolina, com sistema de injeção direta D-4S, rendendo 305 cv de potência. O consumo de combustível tem média combinada de 8,5 km/l. O novo Lexus RX 350 chega ao mercado em 06 de julho, por R$ 337.350.00, na versão RX 350, e R$ 352.950.00, na versão RX 350 F-Sport. Design As linhas do RX sugerem uma carroceria esculpida a partir de única peça de metal, remetendo à aparência de diamante. A grade frontal tipo Spindle está mais encorpada, com borda cromada, e ressalta as linhas agressivas que percorrem toda a carroceria. As laterais conferem um visual musculoso, com vincos prolongados até a traseira, em formato multidimensional. Os conjuntos ópticos dianteiros contam com três projetores de lâmpadas em formato de L, com a tecnologia Full-LED. Além de maior eficiência energética, o uso do Full-LED proporciona iluminação constante, em angulação de alta visibilidade. Os piscas seguem o formato em L e são formados por 18 luzes de LED, que circundam os faróis, funcionando como luzes indicadoras de direção. Os faróis de neblina, também em LED, integrados ao para-choque, contribuem para uma excelente visibilidade, tanto à noite quanto em condições de pouca luz. As portas possuem maçanetas com design meticuloso, garantindo abertura segura e suave, e contam com sistema SmartAccess. Luzes em Full-LED se acendem automaticamente quando o motorista se aproxima do veículo. A inspiração para o design da grade frontal do RX segue na traseira. As lanternas de LED em forma de L envolvem a tampa do porta-malas, resultando em uma sensação de robustez e requinte. As colunas traseiras na cor preta, proporcionam um efeito de teto flutuante, exclusivo em um modelo da marca. O Lexus RX 350 2016 também tem rodas de liga leve de 20 polegadas e antena em estilo barbatana de tubarão (shark fin). O RX 350 possui pintura especial resistente a arranhões, devido à utilização de um polímero macromolecular de alto desempenho. A pintura apresenta um alto grau de retenção de brilho, contribuindo para a preservação da cor original por um período mais longo. O novo Lexus RX 350 também teve suas dimensões alteradas, e agora possui 4.890 mm de comprimento (+120 mm), 1.895 mm de largura (-10 mm) e 2.790 mm de distância entre-eixos (+50 mm). O interior do novo RX resulta do impecável equilíbrio entre funcionalidade, sofisticação e acabamento rico em detalhes. O aprimoramento do veículo reflete a fineza do trabalho meticuloso proveniente da experiência dos Takumis e é a mais perfeita tradução do Omotenashi, palavra japonesa que significa hospitalidade, que faz o convidado se sentir em sua própria casa. Com espaço para cinco passageiros, o assoalho traseiro rebaixado proporciona posição de assento comparável ao do sedã de luxo LS da Lexus. O novo RX dispõe de amplo espaço de carga no porta-malas, com 521 litros, um dos maiores da categoria. O modelo conta com comando elétrico para abertura e fechamento do porta-malas, com acionamento interno ou remoto por meio de botão instalado próximo à abertura da tampa. A disposição do console central do RX 350 foi um dos principais pontos de atenção no projeto dos designers e engenheiros da Lexus, para que o condutor se concentre apenas na direção. Com isso, melhorias na utilização e acessibilidade dos botões de comando e dos porta-copos e porta-objetos foram introduzidas. O painel de instrumentos foi redesenhado, e oferece ao motorista informações instantâneas e de fácil leitura em todos os mostradores. Motorização e desempenho A versatilidade e a potência do Lexus RX 350 foram aprimoradas, originadas de ajustes no motor V6 de 3.5 litros de ciclo Atkinson e injeção direta a gasolina, que entra em sintonia fina com a nova transmissão automática de oito velocidades. O motor 2GR-FKS V6 proporciona desempenho expressivo, eficiência no consumo e baixíssimo nível de emissão, sem deixar de entregar potência e dirigibilidade suave e refinada no uso urbano diário. Para melhorar a eficiência no consumo de combustível, o RX 350 utiliza o avançado sistema D-4S, que permite a injeção direta do combustível sob alta pressão nos cilindros, além dos injetores convencionais nas câmaras de admissão. O sistema atua em conformidade com a velocidade do motor, ajustando-se de acordo com a necessidade de injeção ou desligando-se de forma automática. Como resultado da combinação única do D-4S com a tecnologia de motorização do RX, o modelo ganhou cerca de 10% de potência, rendendo 305 cv a 6.300 rpm e 38 kgfm de torque a 4.700 rpm. A taxa de compressão subiu de 10,8:1 para 11,8:1. A quarta geração do RX vem equipada com transmissão automática de oito velocidades, de trocas rápidas e suaves, cuja curta relação de marchas foi ajustada para oferecer excelente desempenho na arrancada e intenso poder de ultrapassagem, aliada à economia de combustível. Para maximizar o torque ao longo de toda a faixa de rotação, o veículo recebeu a inovadora tecnologia VVT-iW (Variable Valve Timing with Intelligence Wide) na admissão, enquanto mantém a tecnologia VVT-i no sistema de exaustão. A inclusão do VVT-iW oferece ângulos de abertura expandidos da válvula, resultando em maior eficiência de combustível, sem sacrificar a performance do motor em baixas temperaturas e mesmo em aceleração plena. Isso permitiu a adoção do ciclo de Atkinson, melhorando o consumo. Outra novidade é o Controle de Torque Dinâmico AWD, que processa as informações de uma série de sensores, incluindo os de velocidade
4×4 Digital na Autobruder Fest
4×4 Digital na Autobruder Fest Por Regis Beckhauser Olá amigos da 4×4 Digital. No último sábado dia 4 de Junho de 2016, marcamos presença no Autobruder Fest. Essa loja de equipamentos e acessórios off-road realizou sua primeira festa para clientes. A disposição dos visitantes, haviam tendas com exposição de produtos e técnicos explicando suas funções, vantagens e benefícios. A Autobruder é gerenciada pelo Jonathan Remien, que junto de sua equipe, oferece um atendimento personalizado e de muito conhecimento. Além de kits de suspensão, guinchos, parachoques, amortecedores, cabos de Kevlar, cintas, haviam produtos voltados para grandes viagens como barracas de teto, geladeiras, bags, chuveiros portáteis e sistemas de navegação fora de estrada. Vários off-roaders levaram seus carros somente para a esposição. Carros dos mais variados modelos e anos ofereciam ao publico a oportunidade de trocar idéias sobre as modificações feitas, viagens e trilhas realizadas e tudo isso em um ambiente muito contagiante. Logo na entrada da loja duas belas recepcionistas estavam entregando brindes para quem estava seguindo a loja pelo Instagram. O kit continha uma camiseta, catálogos e alguns adesivos, algo que todo off-roader adora! O Jonathan me apresentou um grande amigo dele o Orlando e tivemos um papo agradável. Esse dois se conhecem há mais de 20 anos e quando começaram as suas aventuras na Venezuela, não imaginavam que um dia eles poderiam ter uma loja de equipamentos off-road. Segundo o Orlando, quando eles montaram seu primeiro 4×4, um Mitsubishi Pajero da 1ª geração eles não tinham muitos recursos financeiros e assim dá pra imaginar as dificuldades de enfrentar as trilhas da região de mata tropical da Venezuela. O Orlando ainda me contou uma historia que ratificou minha tese: Jipeiro é uma espécie distinta ao redor do mundo! Na foto acima, o Orlando e o Jonathan queriam ir para um lugar um pouco mais distante, mas não queriam ir sozinhos. Ligaram para um amigo e perguntaram: “O que você vai fazer no final de semana? Estamos planejando de fazer uma trilha, super leve e rápida…” Algum coitado caiu na conversa e, resumindo, ficaram mais de 4 dias “guardados” na selva. Confesso que também já cai nessa e já chamei amigos pra trilhas “leves” e garanto que foram as melhores! Esse papo foi muito agradável e pude me sentir praticamente em casa! Uma rampa com 30º de inclinação estava a disposição de quem queria mostrar o curso de suspensão. A Autobruder está planejando, para o próximo ano, montar a sua oficina. Um passo importante para quem começou com uma pequena loja em Miami e hoje possui uma filial em Houston – Texas. Me despedi dos novos amigos com a impressão que já os conhecia há tempos. E é um grande prazer compartilhar um pouco dessa experiência com todos vocês leitores da 4×4 Digital. Grande abraço a todos. Assista ao vídeo com a cobertura da 4×4 Digital na Auto Bruder Fest!
Um dos melhores Jeep Wrangler do Brasil
Um dos melhores Jeep Wrangler do Brasil Off-roader carioca aplica conhecimento, técnica e expertise na montagem de um super Jeep! Fotos Arquivo Pessoal Fabio Paiva, 41 anos, é casado, nascido no Rio de Janeiro e trabalha como corretor de seguros. Fabio serviu ao Exército por 4 anos, no quartel de Cavalaria Mecanizada. “Lá aprendi a mexer e gostar de Jeep, caminhões e outros veículos todo terreno. Logo de cara descobri como os pequenos Jeep eram valentes. Uma vez, fazendo reconhecimento em Itaguaí, RJ, ficamos rodando pela região um dia inteiro sob fortes chuvas e quando retornamos para o quartel, já tarde da noite, descobrimos que a cidade estava toda ilhada e haviam decretado estado de emergência. Estávamos somente em 1 veículo e passamos em diversos alagados, ruas que viraram rios e tudo mais, sempre achando tudo divertido e emocionante”, dissertou Fabio sobre começou essa história de Jeep em sua vida. Fabio comprou seu primeiro Jeep, um Willys CJ todo desmontado, em 1997, logo que saiu do Exército. Era o que dava para comprar na época. Foram necessários 2 anos para montá-lo e começar a fazer trilhas. “Logo que comecei a usar, já comecei à fazer os “upgrades” para usar o maior pneu que eu conseguia comprar na época, um Goodyear Wrangler 35”. Era um espetáculo! “, lembrou. Mas esse Jeep andou pouco, pois numa prova em Macaé, um Trial de Superação, Fabio capotou com ele e, apesar de passar mais 1 ano reformando o carro, acabou por vender antes de ficar pronto. Paralelo ao primeiro Jeep, Fabio teve uma Nissan Frontier com pneus 33” e Body Lift de 3”, que usava para viagens e trilhas mais leves. Depois teve uma picape Ford Ranger Limited, com a mesma configuração. Fabio comentou que o sempre teve o Jeep como um segundo veículo. Sobre a escolha do Wrangler, Fábio foi objetivo: “O Wrangler é o neto do meu primeiro Jeep, o CJ. Desde quando eu tinha meu primeiro Jeep, já ficava de olho nos Wrangler, vulgo TJ, que apresentam muito mais possibilidades de preparação e configuração. As grandes evoluções do Wrangler são o fato deles possuírem molas helicoidais e caixa automática. Muita gente não gosta, mas a caixa automática permite um controle muito superior em trilhas e obstáculos mais extremos e radicais”. Realmente essa observação de Fabio é alinhada com o gosto do publico norte americano, que, em sua maioria, usa o Jeep com câmbio automático. Versões manuais são raras de ver. Fortalecendo um clássico Nosso personagem se casou no dia 05 de novembro de 2010. E exatamente 1 mês depois, dia 5 de dezembro, comprou o “Ninho”. “Esse apelido surgiu porque ele é branco e eu gastava com ele mais do que com o Leite Ninho dos meus filhos, além de também ser “Enriquecido com Ferro”, afirmou, com bom humor. Na época, Fabio estava procurando uma Pajero Sport usada, que seria um carro apenas para fazer trilhas, viagens e para o dia-a-dia. Mas numa festa com amigos, lhe deram a ideia de voltar a ter um autêntico Jeep, mas a sugestão foi comprar uma Cherokee Sport, vulgo XJ, e um carro de passeio como um Gol, Sandero ou algo assim. “Essa dica me fez pensar e pesquisar muito e optei pelo Wrangler, apesar de ser geralmente o dobro do valor de uma Cherokee e um Sandero. A opção pelo Wrangler tinha 2 grandes vantagens sobre a XJ: ter chassis e ser conversível”, comentou. Fabio fez muitas pesquisas nos fóruns americanos e nas lojas e sites, que duraram meses. E com isso o off-roader foi montando um “Grande Projeto Geral”. Como na época era impossível avaliar, Fábio estabeleceu algumas fases para o “Ninho” alcançar. Em todas elas, Fabio foi comprando os itens necessários e parava o mínimo possível para fazer toda a transformação de uma vez. Fábio Paiva nos passou, resumidamente, as fases já efetuadas: Fase 1 – Bloqueios ARB nos 2 eixos originais, pneus 35”, rodas Beadlocks aro 15”, Guincho Warn 9000, Suspensão Rubicon Express 3,5”; Fase 2 – Suspensão Long Arms Clayton Off Road, Eixo dianteiro Dana 44 com Axle Truss e Semieixos+Homocinéticas RCV, Eixo traseiro Dana 60, Pneus Trepador Competition 40”, bloqueios ARB nos 2 eixos, Paralamas MetalCloak, Guincho Warn M8274, Amortecedores de 14” de curso; Fase 3 – Motor V8 5.9L Mopar 360 Magnum e caixa automática 4 marchas; Fases 4, 5 e 6 – já definida, mas aguardando o dollar baixar… É por essas e outras que o Wrangler de Fabio Paiva é considerado por fãs e amantes do modelo Wrangler, como sendo uma das unidades mais bem preparadas do país.
Visitando Ted Vernon
Visitando Ted Vernon Por *Régis Beckauser Olá amigos da 4×4 Digital, como vão? Tenho enorme paixão pelos veículos off-road, mas, na verdade, meu coração é dividido entre outra paixão, os carros antigos. Creio que grande parte de todos que estão nos acompanhando gostam e admiram as raridades sobre rodas e sabemos que eles foram os principais laboratórios para o desenvolvimento crescente da indústria automotiva. A evolução do carro está muito ligada as condições por onde ele iria trafegar e é sabido que as vias pavimentadas não surgiram da noite para o dia exigindo que no passado, as empresas que se propuseram a desenvolver veículos motorizados encontrassem soluções para andar nas vias comuns da época que hoje chamamos de fora-de-estrada. As exigências impostas pelas forças armadas ao redor de todo mundo, também pressionaram as empresas a encontrarem soluções eficazes a fim de que seus produtos pudessem vencer grande parte dos obstáculos encontrados nos campos de batalha. Desde que aterrissei em Miami, eu queria visitar a loja do Ted Vernon, dono da South Beach Classic, um camarada que ficou conhecido pelo seu programa que era ou é ainda, transmitido por um dos canais pagos no Brasil. Nesse enorme local, encontram-se a venda, mais de 300 veículos, de vários anos, modelos, cores e condições. Digo condições pois muitos carros após serem adquiridos, terão que passar por mãos especializadas para voltarem a brilhar. Curiosamente, alguns 4×4 estavam por ali, alguns originais, outros nem tanto, mas veículos que fazem parte da historia automotiva e que para nós da comunidade fora de estrada fizeram e ainda fazem parte de nossas trilhas e de nossas histórias. Verdadeiros companheiros inseparáveis. Alguns modelos que tive a oportunidade de ver, creio que são bastante raros no Brasil onde até então nunca tinha visto como é o caso desse modelo Land Cruiser com a cabine estendida e que se encontrava em muito boas condições de preservação. No Brasil, o carro equivalente a essa Land Cruiser é a Toyota Bandeirante, porém com a distancia de entre-eixos maior diminuindo o ângulo de saída e o balanço traseiro. Outra diferença grande é que a grande maioria das Land Cruiser em solo americano rodam com motores a gasolina. Outra característica interessante desse veiculo, são as duas portas traseira novamente diferenciado do modelo do Brasil onde somente uma porta era instalada na traseira Se alguém me perguntar, o que esse miolo de chave faz ao lado do emblema minha resposta é: não sei! Esse detalhe só pude perceber quando vi a foto com mais calma e gostaria de deixar duas perguntas no ar: Esse miolo é original? E caso seja original, qual a sua função? Logo a frente, um pouco escondida, estava uma outra Land Cruiser com capota de lona e diferente da anterior, sua mecânica era a Diesel. Infelizmente, não pude conferir se o motor era o mesmo utilizado pelo valente Bandeirante que utilizou em grande parte de sua trajetória a motorização da Mercedes Benz. Esse carro também se encontra em boas condições em sua aparência tendo em vista que a maioria dos carros não era possível ligar pois estavam sem bateria. Um dos carros que eu particularmente nunca tinha visto de perto, foi um International Scout SSII (Super Scout II) ano 1976. Um 4×4 do porte das antigas Chevrolet Bonanza. Mesmo não sendo 100% original, esse REO transformado, teve uma caçamba de reboque militar instalado na traseira deixando-o com um visual bem diferente. Esse M151 MUTT (multi-purpose light vehicle) dentre algumas particularidades, destaca-se a suspensão independente, que para alguns, uma solução não muito prática no campo de batalha, mas de qualquer maneira, esse veiculo foi um dos destaques na historia da Jeep. Quem estiver passando por Miami, vale a pena programar uma passadinha pela loja do Ted Vernon. Tive o prazer de conhece-lo pessoalmente e fui muito bem recebido, onde inclusive expliquei que seus veículos 4×4 estarão sendo apresentados a vocês, querido publico da 4×4 Digital. Um grande abraço e até a próxima. *Regis Beckhauser é jipeiro desde 1998, realizou diversas trilhas pela região sudeste e trabalhou diretamente nos levantamentos oficiais dos Raids realizados pelo Jeep Clube do Brasil. Trabalhou como piloto de apoio no Rally dos Sertões. Aficionado por veículos militares, em 2001 montou um caminhão Engesa EE- 25 6×6 pra diversão dos turistas na região da Serra da Canastra – MG. Atualmente, reside em Miami e acompanha de perto os eventos realizados por lá, desde os 4×4, hot roads, clássicos e carros de corrida das mais diversas categorias. É colaborador exclusivo de 4×4 Digital nos Estados Unidos.
Uma Pajero raçuda e para a família
Uma Pajero raçuda e para a família Essa Mitsubishi Pajero Dakar 2009 recebeu uma customização fina na Oficina 4WG. Confira o estilo, as especificações e todo o vigor desse belo off-road! Texto e Fotos James Garcia Essa belíssima Pajero Dakar 2009 pertence a Fernando e Mônica Graton, casal paulistano que encontrou no off-road, muito mais que hobby; um estilo de vida. Desde que começaram a praticar fora de estrada, já se foram 10 anos, e nesse período a marca japonesa dos três diamantes sempre esteve presente em sua história. “Tive outros Mitsubishi e além da Dakar, tenho um Pajero GLX 97, preparado para trilhas”, comentou Fernando. “A Pajero nos dá tudo que precisamos: desempenho, conforto e espaço para 7 pessoas, pois levamos sempre nossos dois filhos ((Gabriel e Davi) e mais três sobrinhos”, lembrou Mônica. Muito bom notar o número cada vez maior de famílias que dividem e praticam uma atividade comum, comprovando que o off-road é sim, uma atividade que tem na confraternização pessoal, um de seus grandes apelos. Além da família de sangue, Fernando fez questão de lembrar do grupo que faz parte, segundo ele a sua família off-road; o “Bodes da Lama”. Fernando levou um ano até encontrar o carro exato: diesel, sete lugares e câmbio manual. “Sou da escola de que pilotagem real é feita com trocas de marchas manuais. Gosto de sentir o carro nas mãos”, comentou. Quando esteve na Colômbia há alguns anos, Fernando conheceu uma versão local da Dakar já preparada para uso mais radical e denominada Off-Road. Foi esse modelo em questão que inspirou o projeto do seu carro. Essa Dakar 2009 recebeu uma customização personalizada na oficina 4WG, de São Paulo e o resultado do trabalho é esse visto nas imagens da matéria. Para começar, o veículo ganhou lift de suspensão de 2.1/2”, fabricado pela 4WG e que trabalha em conjunto com amortecedores offshox. Nas rodas originais de 17” (pintadas de preto, com o logo da marca em vermelho no centro), foram instalados pneus Mud de 33” x 12,5 x 17”. Segundo Fernando (um conhecedor e praticamente de mecânica automotiva), com essas alterações, a Dakar subiu cerca de 13 centímetros em relação a versão de fábrica. Sem perder nada da estabilidade, segurança e dirigibilidade. O motor teve a injeção eletrônica remapeada com chip da Reiko, em nível 1, e foi de 165 para 245 cavalos (80 cavalos a mais!) e o torque foi elevado de 38,1 kgfm para 54,5 kgfm (16,4 kgfm extras!!). Depois desse super upgrade, o consumo médio em estrada, fica na casa dos 12 km/litro, a uma velocidade média de 110 km/h. Obviamente se o pedal for exigido, essa média vai cair na mesma proporção da velocidade atingida. O guincho elétrico de 12.000 libras, instalado de forma harmoniosa na dianteira, foi fixado em uma plataforma mais baixa e acondicionado em um bumper, ambas peças fabricadas pela empresa ADX, especializada em peças e acessórios Mitsubishi. “Colocamos o guincho dessa forma, mais embutido, para não termos problemas quando cruzarmos a fronteira do Brasil com outros países, onde ter um guincho exposto é proibido”, informou o proprietário. Para finalizar o projeto de customização, a Dakar ganhou um “envelopamento” de alta qualidade, seguindo o mesmo padrão de cor original do veículo, porém com um acabamento fosco, que em contraste com as rodas, pintadas de preto, e com os logos seguindo o padrão vermelho original, conferiram beleza, equilíbrio e identidade ao 4×4. Perguntado sobre quais seriam os próximos planos com a Dakar, o casal informou que já tem agendado para julho. Uma trip para Bonito, MS, Foz do Iguaçú, PR e Serra do Rio do Rastro, SC. Três lugares fabulosos escolhidos por Monica. Que ótima maneira de fazer a estreia dessa Pajero! Quer saber mais sobre esse e outros projetos especiais? www.4wg.com.br
Uma Amarok nervosa!
Uma Amarok nervosa! Por James Garcia Fotos James Garcia e arquivo MCustoms A MCustoms acaba de finalizar mais um projeto audacioso; um upgrade para tornar a picape Volkswagen Amarok mais “nervosa” e precisa, para uso off e on-road. Segundo Marcelo José Chibirca, diretor da MCutsoms, o proprietário dessa Amarok não fará uso específico no fora de estrada. “Ele gosta de esportes de aventura, precisa de um veículo para ir até os locais onde pratica seus esportes, ou seja, vai rodar por estradas de terra nas mais diversas condições e terrenos arenosos próximos ao litoral”. O modelo 2016 recebeu basicamente um lift de suspensão de 2” polegadas (5,08 centímetros) e adição de amortecedores Bilstein auto reguláveis. Esses amortecedores são geralmente usados em veículos que necessitam de altíssima performance e em competições de rally. A picape teve as rodas aro 19” substituídas por modelos off-road de 17” e ganhou pneus BF Goodrich KO2 de uso misto, medidas 265 70R 17”. O kit de suspensão de 2” MCustoms para a Amarok é composto por blocos traseiros com acerto de ângulo, que corrigem a geometria entre diferencial e eixo cardan, evitando vibrações e desgastes prematuros de todo o conjunto; jogo de grampos para feixe de mola; conjunto de anéis para reposicionamento do prato de molas dos amortecedores dianteiros; os já citados amortecedores monotubo da Bilstein com setting Motorsport, com válvulas auto ajustáveis proporcionando conforto, performance e segurança. Para melhorar ainda mais o desempenho da Amarok (que originalmente já é muito bom!), essa unidade foi equipada com Chip de Pedal GasChip, utilizado para eliminar o “atraso” do acelerador eletrônico. São 4 níveis de regulagem, proporcionando um ajuste fino na condução do veículo, melhorando o tempo de resposta em saídas e retomas, maior esportividade e segurança. E para ter ainda mais “fôlego” a picape ganhou chip de Potência GasChip: totalmente Plug and Play, que é instaldo sem danificar o chicote e sem mudar os parâmetros do módulo do veículo. Ele atua na linha do Rail, otimizando a injeção de combustível gerando um ganho de potência de até 35cv e 7 kg de torque, proporcionando performance e economia Para fechar o visual mais arrojado, o veículo recebeu para choque de impulsão com suporte para farol auxiliar e um engate de reboque traseiro. Além da melhora geral do desempenho de todo o conjunto, que visual incrível ficou essa Amarok! Saiba mais sobre o trabalho da MCustoms aqui: www.mcustoms.com.br
