Com chuva, lama e neblina, rali Mitsubishi Motorsports abre temporada 2015

Foto Adriano Carrapato Campos do Jordão (SP), 21 de março – A chuva, a lama e o piso liso marcaram a primeira etapa do rali de regularidade Mitsubishi Motorsports neste sábado. A bordo dos veículos da marca dos três diamantes, a Nação 4×4 encarou diversos desafios e pode voltar das trilhas com muitas histórias para contar. Largando do centro de Campos do Jordão, mais de 250 carros seguiram sentido São Bento do Sapucaí e cruzaram a divisa de Minas Gerais, chegando a Marmelópolis, Delfim Moreira, Brazópolis, Piranguçu e Wenceslau Braz. No caminho, muita adrenalina: curvas com piso escorregadio, bastante lama, além da neblina e uma garoa constante. Usando a tração 4×4 dos legítimos Mitsubishi, os competidores superaram os obstáculos e foram recebidos para o almoço e festa de premiação. Foto David Santos Jr Além das trilhas, amigos, famílias e casais veem em busca de diversão e um fim de semana diferente. “A gente começou em 2010 e meu marido corria ao lado de um amigo, que, em uma etapa do ano passado, não pode ir. Eu fui e, agora que estamos aposentados, pretendemos correr todas”, conta Leila Pimentel de Souza. Do Rio de Janeiro, eles competem a bordo de uma L200 Triton e são casados há 39 anos. “O principal objetivo é o espírito esportivo, é competir. Dá para se divertir”, conta o marido Sinésio Neves de Souza. Foto Adriano Carrapato Os estreantes Marcio Roberto Torres e Carolina Merisse trouxeram o filho Marcio, de 10 anos, para acompanhá-los na categoria Turismo Light. “Eu sempre tive vontade. Soube pela internet e nos inscrevi”, conta o piloto de uma L200. O mais animado da equipe era o ‘zequinha’: “Eu ajudo e tiro as fotos!” Já o casal de Goiânia (GO) Ariel e Pamela Bueno da Fonseca aproveita os ralis para reviver a lua de mel. “Fugimos da rotina. Estamos há cinco anos juntos e deixamos nossa filhinha com os avós neste fim de semana”, conta o navegador, a bordo de um Pajero TR4. “Cada metro percorrido vale a pena. A estrutura que a Mitsubishi monta a gente não encontra em lugar nenhum. E as amizades não tem preço!” Eles levaram o troféu de melhor dupla mista na categoria Turismo, para quem tem experiência intermediária. Foto Adriano Carrapato Campeões da etapa Na categoria Graduados, para duplas experientes, vitória dos irmãos Alfredo e Camilo Turcatto, de São Paulo (SP), a bordo de um Pajero Full. “A gente corre há mais de dez anos, mas tínhamos dado um tempo. Agora voltamos e o resultado foi muito legal”, conta o navegador. “Viemos focados, para competir. Começar o ano assim aumenta a nossa confiança”, completa o piloto. Já na categoria Turismo, para intermediários, quem levou a melhor foi o casal Luiz Renato Rezende Lopes e Debora Avila de Carvalho, de Pouso Alegre (MG), a bordo de uma L200 Triton. “Começamos a correr rali para fazer programas junto com nossos filhos adolescentes. Hoje, quando entramos no carro, dá para esquecer um pouco o papel de marido e mulher. Viramos piloto e navegador”, conta Debora. “É um desafio, são novos amigos e há a possibilidade de ter contato com a natureza. Ganhar dá muito gás e uma responsabilidade ainda maior.” Na categoria para iniciantes, Turismo Light, Leandro de Mendonça Thurler e Rodrigo Justen Vieira, de Rio das Ostras (RJ), venceram a bordo de um Pajero Dakar. “É uma emoção enorme. É nossa quinta etapa e agora conseguimos chegar ao primeiro lugar. Vale muito a pena. Quando chegamos das trilhas, senti que estávamos bem, mas não tínhamos a noção que daria para ganhar”, comemora o navegador. “Quero ir em todas as etapas desse ano!” Foto David Santos Jr Prêmios da temporada 2015 O piloto campeão da temporada na categoria Graduados levará uma viagem com acompanhante para o Hotel Nevados de Chillan, no Chile. Já o melhor navegador do campeonato ganhará uma viagem para duas pessoas para o chileno Hotel Valle Corralco. A dupla vencedora na categoria Turismo receberá como prêmio uma viagem para o Zorah Beach, em Trairí, no Ceará. Calendário 2015 Mitsubishi Motorsports Sudeste* 09/05 – Tiradentes (MG) 30/05 – São José do Rio Preto (SP) 20/06 – Goiânia (GO) 04/07 – Curitiba (PR) 08/08 – Penedo (RJ) 22/08 – Vitória (ES) 07/11 – Joinville (SC) 28/11 – Ribeirão Preto (SP) *Datas e locais sujeitos a alterações. Mitsubishi Pró-Brasil – Ação Social A Mitsubishi Motors, mais uma vez, realizou a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. Nesta etapa, foram arrecadadas 12 toneladas de alimentos, entregues ao Fundo Social de Solidariedade de Campos do Jordão. Também foram arrecadados cobertores, destinados à Campanha do Agasalho. MM Outdoor Foto William Costa Na largada, realizada no Centro de Eventos, as equipes receberam um mapa com mais de 800km² e uma lista de atividades. Coube aos times traçar a melhor estratégia e navegar usando bússolas e GPS – apenas para entrar na prova havia três opções de caminho. “O Mitsubishi Outdoor é muito divertido. Você faz amizades, conhece novos lugares… tem que ter espírito de aventura”, conta Eduardo Lopes, da equipe Promed, que corre há oito anos. Cada equipe, formada por dois Mitsubishi e até dez pessoas, testou seus carros nas trilhas off-road que estavam molhadas e com muito barro. Os participantes ainda fizeram provas esportivas como mountain bike numa antiga linha de trem, rapel na cachoeira de São Sebastião e trekking em parte do caminho da fé, que leva à cidade de Aparecida, entre outras. Foto Tom Papp O desafio surpresa do dia foi a confecção de uma bússola usando rolha e agulha. Bem mais tecnológica, a prova “pau de selfie” pediu aos competidores que, com um longo bambu, fizessem uma foto da equipe – todos os integrantes e os dois carros deveriam aparecer! Essa atividade só valia quando postassem a imagem no Instagram usando a hashtag #MitRalis. Campeões da etapa Na categoria Fun, a equipe Coragem, a bordo de uma L200 Outdoor e um Pajero Full, subiu ao lugar mais alto do pódio. Com 10 pessoas, sendo seis mulheres e duas crianças –

Copa Troller divulga calendário da temporada 2015

Foto Donizeti Castilho A Troller divulgou o calendário de seu campeonato de regularidade para a temporada 2015, com novidades destinadas a tornar o evento mais atraente para os participantes. Este ano, a Copa Troller terá um total de oito etapas, sendo cinco provas no Sudeste e três no Nordeste. Outra atração é o Novo T4 como veículo oficial do evento. O novo modelo já pode ser visto em importantes competições off-road, como o Campeonato Brasileiro de Rally, no qual venceu a etapa de abertura em Barretos, no interior de São Paulo. A temporada 2015 da Copa Troller dará a largada em Guaratinguetá, interior de São Paulo, no dia 11 de abril, com a primeira prova do Campeonato Sudeste. Depois o evento segue para: Paraná, em 16 de maio; Santa Catarina, em 27 de junho; Espírito Santo, em 19 de setembro; e terá a grande final em Minas Gerais, em 17 de outubro. O Campeonato Nordeste começa em Alagoas, em 13 de junho, segue para Natal, em 15 de agosto, e fará a final no Ceará, terra natal do Troller, no dia 3 de outubro. Foto Donizeti Castilho “Estamos muito felizes em anunciar mais um ano da Copa Troller, uma das competições off-road mais conhecidas e importantes de todo o País. Nela reunimos famílias e pilotos profissionais em um ambiente com muita adrenalina e diversão e esperamos que em 2015, com a chegada do Novo Troller T4, a competição ganhe ainda mais prestígio entre os amantes dos ralis”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller. A Copa Troller vai comemorar em 2015 o 13º ano consecutivo da competição off-road no País. No ano passado, o evento percorreu mais de 1.300 quilômetros pelas trilhas mais belas do Brasil em suas dez etapas no Sudeste e no Nordeste. Foto Ney Evangelista

Únicos brasileiros na maior corrida off-road dos EUA aprovam desafio pelo deserto

Fotos Arquivo Pessoal Luiz Facco e Humberto Ribeiro estrearam, no sábado (14), na tradicional corrida que acontece desde 1967, em Las Vegas, que contou com mais de 330 equipes de vários países Aventura, ousadia, adrenalina, paixão por off-road, máquinas potentes, muita poeira, pedras, em meio ao deserto de Nevada, nos Estados Unidos. Foi esse o cenário da The Mint 400, a maior e mais tradicional corrida off-road americana que aconteceu no sábado (14), nos arredores de Las Vegas. Mais de 330 equipes participaram do evento que se realiza há 48 anos e, entre eles, estavam Luiz Facco e Humberto Ribeiro, dupla da Equipe Acelera Siriema, os únicos brasileiros no grid. A diversão foi garantida, mas não foi tarefa fácil. A equipe tetracampeã brasileira de Rally Cross Country e bicampeã do Rally dos Sertões (maior prova off-road do país e segundo maior rali do mundo) relata que apesar da experiência, nunca havia participado de uma “batalha” como esta. Segundo a dupla do carro #1891, o terreno é realmente de Cross Country, com muitas pedras e lombas gigantes, areias, facões enormes e qualquer erro poderia ser fatal. “Agora podemos dizer que participamos da Mint 400, uma prova muito doida e diferente do que estamos acostumados a fazer. A luta constante é contra o pó, que é uma poeira que cega 100% como se estivéssemos pilotando de olhos fechados. Ás vezes não tínhamos noção para que lado estávamos indo, é uma verdadeira batalha”, descreve Facco que competiu pela categoria 1800. Há duas corridas dentro da The Mint 400 que conta com mais de 20 categorias. Uma com pilotos menos experientes que fazem duas voltas no deserto, e outra, com os mais profissionais que realizam três voltas e completam as 400 milhas (640 quilômetros) de percurso em um único dia, com direito a paradas – duas ou três – no pit stop para manutenção e abastecimento. Diferentemente do regulamento no Rally Cross Country no Brasil, não há controle de largada, o rádio não é utilizado para ultrapassagem e encontrar caminho livre para acelerar, muitas vezes, é complicado. “Largamos de dois em dois, com intervalo de 30 segundos. Enquanto no Brasil são três carros a cada seis minutos, nesta corrida em seis minutos nos deparamos com 24 carros. Por isto, é difícil conseguir sair do pó do outro carro. Sem falar que para ultrapassar precisamos “dar um totó”, ou seja, literalmente dar uma batida no carro da frente. Como éramos mais rápidos que alguns carros, a gente tinha de ultrapassar a todo o momento. Imagine a loucura?”, conta o navegador Ribeiro. A dupla brigou e acelerou o que pode, mas devido a um problema com o motor, não pode completar o percurso. Facco explica como foi. “Perdemos um pneu pouco antes do primeiro pit. A equipe trocou mas não colocou outro sobressalente, andamos 10 quilômetros e perdemos o segundo pneu, daí aguardamos cerca de 40 minutos por outro e voltamos para prova. Tínhamos o terreno livre finalmente para andar como gostamos e aceleramos no máximo por uns 50 quilômetros, foi quando o motor explodiu e era o final de prova para nós.” Para os brasileiros, a estreia na corrida pelo deserto foi uma experiência única. “Uma prova muito legal, organizada e desafiante, com outras regras mas que proporciona uma adrenalina enorme”, diz o navegador. O piloto também aprovou o desafio: “Sem dúvida foi uma grande experiência que vivenciamos aqui, uma prova bem diferente. Mas acima de tudo valeu o aprendizado, ainda mais porque andamos com um 4×2 com 280cv, curso de suspensão de 500mm, de uma categoria de base, bem diferente do nosso carro no Brasil. Que venha a próxima”, finaliza Facco. O campeão da edição 2015 foi o piloto Justin Lofton, seguido de Robby Gordon e, em terceiro, Rob MacCachren. Mais informações sobre prova e resultados race-dezert.com ou themint400.com

Agrale começa a mostrar o Novo Marruá

Fotos Julio Soares Veículo é muito utilizado em aplicações militares e agora busca mais espaço nos segmentos de serviço e de segurança pública Ainda no primeiro semestre deste ano, a Agrale deverá lançar no mercado a nova geração do utilitário 4X4 Agrale Marruá. Adotado principalmente na área de defesa pelas Forças Armadas Brasileiras e de diversos outros países, além dos segmentos de serviços e segurança, o veículo passou por significativas mudanças para ampliar as suas características de conforto e ergonomia, além das já consagradas, de robustez e desempenho off-road. A nova geração do Agrale Marruá está mais moderna, sem perder a identidade visual, a robustez e a versatilidade. O design tornou o veículo mais bonito e atraente, com novos capô e portas, que proporcionam maior resistência, qualidade no acabamento e facilitam o acesso à parte mecânica e de manutenção. O Agrale Marruá ganhou ainda nova tampa traseira removível da caçamba, que torna mais fáceis as operações de carregamento e descarregamento, lanternas de LED e novos retrovisores. Os protetores dos para-lamas e das laterais destacam o visual arrojado e agressivo e os apoios de pé das polainas ampliam a facilidade para acessar a caçamba. O veículo será equipado com os sistemas eletrônicos ABS e EBD, que permitem maior segurança e controle durante a condução, sobretudo em situações críticas e, dentre as inovações tecnológicas, destaca-se a opção de caixa com reduzida. Com todos estes avanços, o novo Agrale Marruá se confirma como uma oferta diferenciada do que existe no mercado nos segmentos que exigem veículos robustos, para aplicações severas, entre as quais, mineração, eletrificação rural, segurança pública.

1ª Etapa da Polaris Cup Agita Brotas (SP)

Fotos Divulgação A Polaris promoveu no último sábado, 14, em Brotas, interior de São Paulo, a 1ª etapa da Polaris Cup, campeonato exclusivo da marca. Adrenalina e chuva foram constantes na Polaris Cup A estreia da temporada, que foi marcada por muita adrenalina e chuva constante, desafiou os 22 pilotos inscritos a percorrerem as quatro baterias de 20 quilômetros de rota com piso escorregadio e muita lama. “A Polaris Cup tem sido um evento fundamental para a marca, estreitando o relacionamento com nossos clientes e atraindo novos participantes a cada etapa. Mesmo com a pista um pouco mais técnica devido à chuva, todos se divertiram muito. E esse é um dos grandes objetivos da Polaris Cup: proporcionar uma experiência off-road com muita diversão e segurança”, afirma Rodrigo Lourenço, diretor geral da Polaris na América do Sul. Resultados da 1ª etapa Entre os destaques da competição, o piloto Aristides Mafra Jr., vencedor da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja na categoria UTV, também conquistou expressivos resultados na Polaris Cup, encabeçando o pódio da categoria Super Production, com 42 pontos, além de garantir o melhor tempo da prova na última volta. O vice-campeão foi o estreante Bruno Varela, com 39, seguido por Paulo Rugna, com dez pontos de diferença. Rodrigo Faiad venceu na RZR 900, somando 45 pontos. A categoria RZR S 800 foi marcada por uma grande disputa. O piloto Diego Pizzo conquistou o lugar mais alto do pódio com apenas alguns segundos de diferença da dupla Edson Nole e Cláudio Ikeda, que empataram com 42 pontos no vice-campeonato. O terceiro lugar ficou com Paulo Piccini, com 26. A categoria feminina, criada na última etapa da temporada 2013, foi liderada pela experiente Helena Deyama, que competiu pela primeira vez nessa modalidade, alcançando 30 pontos. O segundo lugar foi conquistado pela atual campeã da Polaris Cup, Cintia Faiad, com 24, seguida por Roberlena Moraes, com 20. O regulamento utilizado foi o mesmo do Campeonato Brasileiro de Rally Baja e a prova supervisionada pela CBM. A próxima etapa será realizada em Inhaúma, MG, no dia 23 de maio. O calendário completo e fotos do campeonato estão disponíveis no site www.polariscup.com.br.

Brasileiros na maior corrida off-road dos EUA

Fotos Divulgação Até o momento são os únicos brasileiros inscritos na tradicional corrida que acontece há 48 anos. O evento acontece neste sábado (14), em Las Vegas Acelerar 640 quilômetros ou 400 milhas pelo deserto de Nevada, nos Estados Unidos, em um único dia, será o desafio de aproximadamente 330 equipes de todo o mundo, que participarão neste sábado, 14, da The Mint 400, a maior e mais tradicional corrida off-road americana que é sediada na cidade de Las Vegas. Para encarar esta batalha estará no grid a dupla Luiz Facco e Humberto Ribeiro, da Equipe Acelera Siriema, que até esta quinta-feira eram os únicos brasileiros inscritos no evento, que completou 48 anos. “Neste sábado vamos ter a oportunidade de participar, pela primeira vez, da prova mais tradicional do off-road americano e será incrível. Teremos apenas uma Especial (trecho cronometrado) de 640 quilômetros pelo deserto e nosso objetivo será completar a prova”, afirma o piloto paulista Luiz Facco, que tem no currículo quatro títulos de Campeão Brasileiro de Rally Cross Country, é bicampeão do Rally dos Sertões (categoria Pró Brasil), entre outros. Facco vai pilotar um carro bem diferente do que está acostumado a acelerar nas provas de Rally Cross Country no Brasil. “Nosso carro é um 4×2 e faz parte da categoria de entrada da prova. Tem 280cv, tração traseira com curso de suspensão de 500mm. Para se ter uma ideia, os carros tops chegam a 1.000cv de potência e 800mm. O mais importante para nós será competir e completar o percurso, que consiste em dar três voltas de cerca de 133 milhas pelo deserto, nos arredores de Las Vegas, para completar as 400 milhas”, explica o piloto. Nestes quatro dias de evento, a cidade mundialmente conhecida pelos cassinos e shows, é invadida pelos roncos dos motores e máquinas de todos os modelos, marcas e potência. Nesta quinta-feira, a dupla participou dos primeiros testes com o carro. E na quarta-feira, participaram de uma grande parada que aconteceu pela principal avenida de Las Vegas, a Freemont Street. De acordo com os organizadores são 330 equipes inscritas e cerca de 70 estão na lista de espera. “Por enquanto, somos os únicos brasileiros a competir nesta edição e tenho certeza que será uma experiência inesquecível. É um evento grandioso que praticamente para Las Vegas nestes quatro dias, devido a multidão de apaixonados por off-road que invadem a cidade”, diz o navegador Humberto Ribeiro, que é de Teresina, no Piauí. Estima-se que aproximadamente 40 mil pessoas entre competidores, fãs e entusiastas do off-road compareçam ao evento. Tanto que neste ano, os organizadores aumentaram a área do espectador para acomodar melhor a multidão. Nesta sexta-feira (13), as equipes fazem o segundo dia de testes para fazer os últimos acertos nos veículos. No sábado, a programação da corrida começa a partir das 6 horas e, vale lembrar, que são quatro horas de atraso em relação ao Brasil. A corrida pelo deserto – Conhecida como “The Mint 400 – The Great American Off-Road Race”, a corrida pelo deserto de Nevada se tornou uma batalha épica entre pilotos de vários partes do mundo que competem em mais de 20 categorias. A cidade de Las Vegas, no estado de Nevada, sedia desde a primeira edição da prova em 1967. O desafio é percorrer em um dia 400 milhas pelo deserto ou 640 quilômetros, contra o relógio. A corrida é tão tradicional e prestigiada que atrai pilotos e celebridades do automobilismo de vários países. Terá transmissão ao vivo pela TV durante 4h30 de prova. Duas horas de corrida serão transmitidas pelo canal NBC, mas pela internet será possível acompanhar esta aventura, ao vivo, no race-dezert.com Para acompanhar a aventura da Equipe Acelera Siriema no The Mint 400 acesse a página no Facebook: http://migre.me/jaI3x. Mais informações sobre a corrida no deserto no www.themint400.com

Vem aí o Novo Agrale Marruá

Um leitor da 4×4 Digital nos enviou algumas imagens, feitas em um posto de combustível na cidade de Caxias do Sul. Provavelmente são as primeiras imagens da nova geração do Marruá, jipe lançado pela Agrale em 2004 e que, por sua vez, era uma evolução do mítico Jipe Engesa, lançado em meados da década de 1980. Na mensagem, o leitor cita que “visualmente o carro ficou mais atrativo, percebi que alguns componentes da carroceria foram produzidos através de estamparia, com destaque para as portas, tampa da caçamba e capô do motor”. Nas fotos é perceptível a melhoria feita em cima do sistema de dobra e corte, com cantos quadrados, usados no 4×4. Também foram colocados protetores de para-lamas (plásticos ou de borracha) e grafismos/estampas mais modernos. Ainda segundo o leitor, “o Carro ficou mais bonito sem perder a robustez, ficou com uma cara de malvado. Aparenta estar maior do que a primeira geração do veículo, inclusive a caçamba. Parece mais imponente e lembra muito o Hummer H2, principalmente a dianteira”. Nosso colaborador também percebeu que a suspensão, que sempre foi um dos pontos fortes do Marruá, está ainda mais elevada, o que deverá proporcionar um maior potencial off-road. “Gostei muito do que vi, estou muito curioso para ver este touro bravo na trilha”. Nós também! Já estamos em contato com a Agrale e em breve teremos mais notícias sobre a nova geração do Marruá. E você, leitor, o que achou?

Chuva traz ainda mais adrenalina na abertura do Suzuki Off Road 2015

Foto Murilo Mattos A chuva e a lama foram ingredientes extras para dar ainda mais emoção na abertura da temporada 2015. Com recorde de participantes, a cidade de Guararema (SP) foi o palco do campeonato de rali destinado aos proprietários de veículos da marca, que recebeu 300 carros em clima de muita descontração. A chuva caiu na véspera e serviu de ingrediente para dar ainda mais emoção ao Suzuki Off Road e Jimny Day, eventos que agitaram a bucólica cidade de Guararema (SP), situada na belíssima região do Vale do Paraíba, neste sábado, na abertura da temporada 2015 do rali de regularidade destinado aos clientes da marca. E o começo foi em grande estilo: mais de 300 carros participantes, recorde absoluto desde a criação do evento, que completa cinco anos. Para a Suzuki Veículos o mais importante não foi bater um novo recorde, mas sim poder surpreender os clientes com qualidade e atenção, como destaca o presidente da Suzuki, Luiz Rosenfeld. “Eu não tenho fobia pelo crescimento, mas sou obcecado pela qualidade no atendimento aos clientes. Estamos tentando implantar uma maneira diferente de pensar em todas as pessoas que trabalham com a Suzuki e a rede. Quem tem o poder de construir uma marca são os clientes e tudo o que podemos e devemos fazer é dar o exemplo: ter um bom produto, um preço justo e atender bem. O cliente que vem aqui, você fideliza, ele reverbera, é orgânico”, destaca Rosenfeld. Confirmando o estilo fun, o Jimny Day – passeio off road para os proprietários do Jimny, – contou com 116 veículos. É uma categoria voltada exclusivamente para aqueles que querem mesmo se divertir, conhecer belos lugares, em trilhas especiais para poder usar tudo o que o SUV compacto da marca pode oferecer de diversão. Foto Murilo Mattos O casal Rosana e Pedro Passaia, de São Paulo, comprou o Jimny há um ano. “Foi no final de 2013, compramos para minha mãe. Só que ela veio a falecer em seguida e eu herdei o carro, já que meu pai não dirige. Sempre tivemos jipe”, conta Rosana. O casal participa de sua segunda prova. “Optamos pelo Jimny porque ele mantém a alma off road e a Suzuki conseguiu manter o espírito aventureiro e a simplicidade do jipeiro. Na estrada, com o Jimny, um cumprimenta o outro”, destaca Pedro. “Gostamos de fazer amizades, nosso negócio é curtir e no Jimny Day podemos fazer tudo isso e ainda interagir com a natureza, parar para bater fotos”, destaca Rosana. “E no dia a dia o Jimny chama muita atenção, desperta curiosidade, muita gente pára para ver. E o melhor, ele estaciona em qualquer vaga, é fácil de guiar, tem boa visibilidade e é forte, apesar de pequeno e leve”, completa Pedro. EXTREME: Só para os radicais Na Extreme, categoria criada para os mais radicais, a trilha ficou do jeito que os suzukeiros gostam. Muita lama e desafios. A vitória ficou com a dupla de Juiz de Fora (MG) Lionardo Almada/Cristiano Serpa, que foi muito comemorada. Foto Cadu Rolim “Com essa categoria a Suzuki conseguiu trazer o prazer dos jipeiros em competir na trilha, coisa que não tinha mais. Ela desenvolveu um produto que é impar, que está pegando, estou apaixonado. Essa é a segunda prova que disputo aqui e minha primeira vitória. Já o meu amigo e piloto Lionardo é figura carimbada aqui. Estamos muito felizes”, comemorou. E as vésperas do Dia Internacional da Mulher, quem surpreendeu na Extreme foi a dupla Fabiana Martins/Taissa Miranda, únicas mulheres na categoria e com um carro para jipeiro nenhum botar defeito. O Jimny da dupla tem bloqueio de diferencial 100%, suspensão especial, caixa de redução, guincho e pneus 37. “Sou jipeira há 15 anos, sempre fui fã do Suzuki. Gostamos de trilhas bem pesadas e internacionais”, conta Fabiana. A dupla esteve recentemente competindo na Malásia e está indo para a China participar do Rain Forest Challenge. “Aqui temos oportunidade de treinar juntas, é um evento super bem organizado, desafiador, com trilhas de perfis variados. Somos viciadas, aficionadas em Suzuki e queremos estimular as mulheres a virem para a Extreme”, destaca Taissa. E o homens como as recebem ? “Primeiro ficam com inveja do nosso carro (rsrs). Na trilha ficam falando: ‘Calma aí, vocês vão mesmo ?’ Acham que não vamos dar conta, mas mostramos como se faz”, cutuca Fabiana. Foto Wladimir Togumi Suzuki Off Road Na disputa da categoria Graduados, a vitória ficou com a dupla campeã de 2014, Paulo Roberto Goes/Jhonatan Ardigo, respectivamente de SC e PR. “Estamos afinados, bem entrosados, andamos a prova toda sabendo o que devemos fazer. Esse é o meu segundo ano com o Roberto e depois de levar o título a responsabilidade aumenta. A prova conta com uma excelente parte técnica, não tem erro de planilha, de medição, estamos muito felizes”, disse Jhonatan. Na categoria Turismo, vitória da dupla paulista Fabio Rímoli/Maurício Mei, ao volante de um Grand Vitara 4×4. “Esse é nosso segundo ano no evento. Só que esse ano trocamos de banco” conta Mei que ano passado era o piloto e esse ano virou navegador. Fabio explica: “É que temos exatamente o mesmo carro, da mesma cor e tudo. Ano passado competimos com o carro do Maurício, então esse ano foi a vez de ir com o meu carro”. Maurício começou a competir no Suzuki Off Road há dois anos. “Adoramos esse evento, o bichinho da Suzuki picou a gente. É um campeonato bem organizado e principalmente com um ambiente muito amigável. Fizemos muitos amigos aqui, parece que estamos em família”, completa Mei. Foto Wladimir Togumi Resultado Categoria Graduados: 1.Paulo Roberto Goes/Jhonatan Ardigo (Vitara) 2.Caio Junqueira/Rodrigo Paternelli (Jimny) 3.Waldir Barbosa/Maria Eveli (Vitara) 4.Paulo Dias Filho/Marcelo Bortoluz (Vitara) 5.José Eduardo Guerra/Marcia Guerra (Vitara) Resultado Categoria Turismo 1.Fabio Rimoli/Maurício Mei (Grand Vitara) 2.Willian Kamada/Naira Hirakawa (Grand Vitara) 3.Richard Vaders/Cezar (Grand Vitara) 4.Marcelo Roberto/Brain de Freitas (Grand Vitara) 5.Rogerio Campera/Vera Lucia Rivas Veja (Jimny) Resultado Turismo Light 1.Frederik Hendrik Jonker (Vitara) 2.Rodrigo Justen Vieira/Leandro (Jimny) 3.Victor Amaro/Alexandre (Jimny) 4.Clericson Prado/Jean

Picape Land Rover 109″ 1968: a missionária

Encontrada em um ferro velho, essa rara picape Land Rover 109” – Série IIA, foi totalmente restaurada e voltou a ser como nos tempos em que prestava serviços para missões religiosas em Porto Velho, RO, na década de 60 Por James Garcia Fotos Arquivo Pessoal Infelizmente o final da maioria dos veículos antigos é ser destroçado por machados ou maçaricos em algum ferro velho. Ainda bem que isso não aconteceu com essa rara picape Land Rover 109” – Série IIA – 1968 – equipada com motor seis cilindros a gasolina. Ela veio ao Brasil ainda nos anos 60 para ser usada em uma missão religiosa inglesa em Porto Velho. Depois de trabalhar muito – e provavelmente pela dificuldade em se conseguir peças para manutenção – a picape seguiu até São Paulo, onde foi encontrada 20 anos depois. Já bastante “detonada”, com a caçamba furada e o motor cansado, trabalhando com carburador de Opala, o carro chamou a atenção de um aficionado por veículos 4×4. Sem conseguir fechar negócio com o dono do ferro velho, ele só comprou a picape dois meses depois, quando a mesma estava exposta em uma agência de carros. Pelas fotos percebe-se o capricho e o conhecimento que foi aplicado neste Land, que levou um ano de trabalho árduo para ficar inteiro. Trabalhar com alumínio é um dos serviços mais ingratos que existem, pois, ao contrário do aço que é fixado através de soldas e parafusos, um Land Rover que possui carroceria de alumínio é quase todo preso por rebites. Com o tempo o alumínio tende a ficar poroso e com o desgaste chega até a expandir. Imagine a trabalheira! O cuidado foi tanto, que até a parte interna dos rebites – que contém ferro – recebeu fundo antioxidante. Detalhes como estes são determinantes no resultado final de uma restauração. Em 1988 as importações ainda não estavam liberadas, portanto conseguir rolamentos, retentores e a bomba elétrica de gasolina – o eterno calcanhar de Aquiles – dos antigos jipes ingleses era um martírio. Mesmo assim todas as peças foram encontradas. Por sorte, a parte mais complicada da restauração foi solucionada facilmente. Hacker encontrou um antigo automóvel Rover 1965, em perfeitas condições, equipado com o mesmo motor de sua picape. O serviço finalmente estava completo. Os Land Rover Série IIA sucederam a Série II em 1961 e foram produzidos até 1970. Com poucas modificações em relação ao seu antecessor, somente notadas por grandes conhecedores da marca, esta série foi mais uma etapa nos processos de modernização do clássico jipe, sem que, no entanto, houvesse nenhuma perda de sua fabulosa capacidade off-road. A mudança mais evidente foi a adoção do motor 2.286 cm3 a diesel e o lançamento do 109” com motorização de seis cilindros e 2.625 cm3, a partir de 1967 – o veículo desta matéria. Em 1969, os faróis foram instalados nos pára-lamas, inovação já adotada em alguns exemplares anteriores para viabilizar a exportação para os Estados Unidos. Ficha técnica – Land Rover Series II A 109″ 1968 Motor: Land Rover, dianteiro, longitudinal, seis cilindros em linha Potência máxima líquida: 95 cv a 4.500 rpm Cilindrada: 2.625 cm3 Relação de compressão: 7,8:1 Alimentação: carburador de corpo simples Combustível: gasolina Refrigeração: a ar Direção: mecânica (coroa e pinhão) Transmissão Tração 4×2 com opcional para 4×4, através de câmbio e caixa de transferência Land Rover Suspensão Dianteira e traseira: eixo rígido, molas semi-elípticas (feixe), amortecedores telescópicos de dupla ação Freios Dianteiros e traseiros: a disco Rodas: aro 16” Pneus: 700 x 16” Vão livre: 200 mm Travessia: 500 mm Velocidade de cruzeiro: 80 km/h Velocidade máxima: 120 km/h Consumo médio: 6 km/litro

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