Mahindra lança hotsite dedicado ao M.O.V. (Mahindra Off -Road Vehicle)

Fotos Divulgação A Mahindra acaba de lançar um Hotsite voltado ao M.O.V. (Mahindra Off -Road Vehicle) (http://mahindra.com.br/mov/ ) – moderno, interativo e fácil de navegar. O novo portal foi desenvolvido pela agência For Results e reflete proximidade, inovação, flexibilidade, dinamismo e comprometimento com seus clientes. O lançamento faz parte do processo de modernização pelo qual a empresa vem passando neste ano de 2014. Segundo o diretor comercial da marca, Alvaro Sandre, o conceito de trabalho e de marketing e, esse novo Hot Site com foco no M.O.V., determina a renovação de linguagem e uma ação ordenada com os concessionários. “A ideia é proporcionar uma ferramenta moderna e de controle de vendas. Além de facilitar o acesso dos clientes, a novidade visa a organização de todos os contatos com a marca e, desta forma, garante mais proximidade com o nosso público”, afirma. Motor mHawk diesel. 2.2 litros, 4 cilindros. faz de 0 a 60 km em 5,7 segundos Os veículos da Mahindra são montados pela Bramont, em Manaus, desde 2007. A empresa indiana, que hoje atinge USD 16,7 bilhões em vendas, está presente também em diversos setores, além do automotivo, como o da tecnologia da informação, infraestrutura, comércio e equipamentos agrícolas que no Brasil também atua fortemente no segmento de tratores.

Javali, o jipe que nasceu de um trator…

Texto e fotos: James Garcia O Var (Veículo para Aplicação Rural) Javali, foi projetado e construído pela CBT – Companhia Brasileira de Tratores, uma empresa de São Carlos (interior paulista) que já vinha fabricando tratores há mais de 25 anos, quando deu início ao projeto de seu jipe. Percebendo a grande demanda no segmento rural – o mesmo que já se utilizava dos tratores e implementos agrícolas a CBT resolve fabricar o seu próprio utilitário, que viria a ser uma espécie de complemento auxiliar ao trabalho dos tratores. Nasce então o Javali, sob o signo da simplicidade e versatilidade. Segundo entrevista dada à revista 4×4 & Pick-Up na época do lançamento do veículo, o engenheiro Ove Schirm – responsável pelo desenvolvimento do projeto idealizado por Mário Pereira Lopes, presidente da empresa “o Javali tem como diretriz de projeto, o máximo possível de simplicidade. Procuramos sempre mantê-lo dentro dos conceitos originais de um autêntico jipe. É um utilitário de volta às origens, sem nenhuma sofisticação”. A maior meta da CBT em relação ao Javali, era oferecer um carro de trabalho, simples e muito barato. Os cálculos do fabricante apontavam um preço similar ao de um Chevette, o carro mais barato do Brasil na época. Nascimento oportuno O nascimento do Javali , em 1988 aconteceu em um momento oportuno, pois há cinco anos a Ford havia encerrado a produção do CJ-5. Com isso o Javali passou a disputar o mercado junto com o Engesa E-4 e o Toyota Bandeirante O projeto surgiu no final de setembro de 1985, e o primeiro protótipo surge em janeiro de 1986. A partir do primeiro carro, são construídos outros dez carros, até que a CBT chegasse a finalização do modelo no final de 1988, quando o Javali foi lançado no Salão do Automóvel de São Paulo. A impressão de quem vê pela primeira vez a carroceria do Javali, feita em chapa de aço com desenho “quadradão”, estepe pendurado na lateral e grande e fraca grade dianteira nem sempre é das melhores. Mas a idéia da CBT não era privilegiar o design e sim a funcionalidade. O estepe foi instalado na parte lateral, para que a porta traseira não fosse comprometida, embora esse problema pudesse ter sido resolvido também com a instalação de um suporte de estepe na porta traseira. Já o interior do jipe apresenta bom espaço para os ocupantes, melhor que a maioria dos concorrentes. A armação da capota e o Santo Antonio foram bem projetados, privilegiando o espaço interno e eliminando o barulhos das ferragens da capota, comum em qualquer jipe. Sob a carroceria, quase todas as soluções mecânicas foram inspiradas nos antigos Willys. O chassi, o sistema de suspensão com eixos rígidos e molas semi-elípticas e a transmissão são idênticos aos do Willys. A suspensão traseira é do tipo progressiva, com algumas lâminas do feixe funcionando só quando o carro está carregado. No assoalho, ficam as três alavancas, câmbio, tração e reduzida. No painel, os principais instrumentos para fora-de-estrada e asfalto. O carro vinha, de série com velocímetro, conta-giros, medidor de combustível, temperatura da água e do motor, voltímetro, pressão do óleoe do turbo, quando equipado com motor turbinado. Motor feito em casa O Javali foi todo construído pela CBT ou por empresas coligadas. Até mesmo o motor. Duas versões foram testadas, uma de três cilindros e 60 cavalos e outra de quatro cilindros e 72 cavalos, ambas movidas a diesel. O mais usado foi o três cilindros, que ganhou um sistema de turbo-compressor, ainda na fase de testes. O grande problema do motor de três cilindros é que ele vibrava muito além do ruído transmitido para dentro da cabine. A colocação do turbo, além de aumentar a potência em 25 cv diminuiu tanto a vibração quanto o ruído A vantagem do motor CBT no fora de estrada era o alto torque em baixas rotações, apresentando 17 kgf.m a 1.500 rpm na versão de três cilindros e 24,4 kgf.m a 2.600 rpm na versão 4 cilindros. Por trabalhar com essa relação de torque, a performance no asfalto é bastante prejudicada principalmente em ultrapassagens e aceleração O câmbio tem quatro marchas mais a ré, bem escalonadas e até macias para um jipe. As alavancas do câmbio e caixa de transferência, são dispostas como as do Jeep Willys e Ford, porém a da reduzida é maior do que a tração. Placas indicativas não deixam o condutor se confundir na hora do engate. O primeiro protótipo apresentava um vão-livre pequeno, apenas 14 cm, prejudicado pelas travessas de câmbio, muito baixas e que se tornavam um empecilho na hora de vencer obstáculos mais pesados. Isso foi melhorado, com uma recalibrada na suspensão e a adição de calços mais altos, fazendo com que o carro ficasse 10 cm mais alto em todos os seus pontos, incluíndo o vão-livre, que subiu para 24 cm. O projeto inicial previa que o carro pesasse 1300 quilos, mas depois de montado ele acabou somando 400 kg a mais. É muit difícil fazer um utilitário diesel que não seja pesado. Por ter eixos compridos, o Javali tem boa estabilidade e apresenta bom índice de inclinação lateral. Com características técnicas tão similares as do Jeep Willys – um sucesso já garantido -, o Javali tinha tudo para ser um suscesso. Mas a realidade se mostrou O javali foi comercilaizado oficialmente até meados de 1992, e até 1994, na versão 4 cilindros, apenas para atender pedidos especiais e para o uso interno da CBT. A empresa nem trator fabrica mais. Fechou as portas. Há que diga que o grande erro da CBT foi fabricar todas as peças do Javali, até os parafusos, trazendo para si altos custos com maquinário, treinamento etc. Ficha Técnica Modelo: CBT Javali Motor: Dianteiro, longitudinal, três cilindros em linha com turbo ou quatro cilindros em linha simples, refrigerados à água, alimentação direta com bomba injetora CBT de sistema rotativo, a diesel. Cilindrada : 2.940 cm3 (3 cil)/ 3.922 cm3 (4 cil) Taxa de compressão: 16,1:1 (3 cil)/ 16,5:1(4 cil) Potência

Bahia Expedition 4×4 desvenda paraíso natural

Texto e fotos Divulgação O grupo OffRoad Bahia Expedition 4×4, que atua desde 2010 esse domingo (23/11/2014) organizou um passeio para Massarandupió, uma praia brasileira que possui cerca de dois quilômetros reservados para a prática do naturismo. Fica localizado no município baiano de Entre Rios, a 93 km de Salvador. Pode-se chegar até ela através do Km 88 da Linha Verde, sentido Salvador/Aracaju, rodando mais 10 km de estrada de terra e caminhando mais 20 minutos entre dunas e coqueirais. Durante o período do Império, o nobre português Garcia D’Ávila recebeu como concessão toda a faixa litorânea ao norte de Salvador, de Itapuã a Mangue Seco na divisa com o estado de Sergipe, para colonizar e desenvolver. A região, hoje denominada Área de Preservação Ambiental (APA) do Litoral Norte, dotada de rara beleza natural, fora habitada por índios de uma então já quase extinta tribo conhecida por Massarandupiós. Segundo registros encontrados no Instituto Histórico e Geográfico da Bahia, os Massarandupiós teriam tido sua principal taba na região onde hoje está o atual povoado de Massarandupió. Mas não é o que contam os mais antigos moradores do povoado, como Seu Cristóvão. Segundo estes, o local teria sido denominado em virtude de ali ter havido alguns pés de maçaranduba (do tupi masarã’duwa), árvore que produz um pequeno fruto bacáceo amarelo. Em algum tempo remoto, meninos que chupavam as bagas das árvores dali teriam considerado-as piores que as de algum outro local, passando a referir-se como ao lugar da maçaranduba pior, ou por corruptela aglutinada “Massarandupió”. A praia de Massarandupió é quase retilínea, de areia fofa e clara, mar calmo cujas tonalidades entre o verde e o azul são belíssimas, apresentando pequenas faixas de rochas na linha de preamar em alguns pontos. Toda a extensão da praia é emoldurada por uma alta fileira de dunas cobertas por vegetação rasteira e imponentes coqueiros. Por trás destas dunas há um vale de cerca de trezentos metros de largura até uma segunda linha de dunas ainda mais altas de areias muito brancas que limitam a vegetação mais densa de mata atlântica por trás destas. O vale entre as dunas do mar e da mata é cortado por um riacho de águas ferruginosas muito quentes à tarde, totalmente livres de qualquer poluição e que forma piscinas naturais em alguns pontos. Fonte: http://www.litoralnortebahia.com.br/entre-rios/massarandupio O próximo passeio do grupo será para Mangue Seco com saída dia 28/11 e retorno dia 30/11. Se você é da Bahia ou de qualquer outro local do Brasil e quer conhecer mais esse grupo acesse o site: www.bahiaexpedition4x4.com.br www.bahiaexpedition4x4.com.br

Copa Troller Nordeste premia os campeões de 2014

Foto João DiJorge A Troller realizou no sábado a etapa final do Campeonato Nordeste em Fortaleza, no Ceará, que definiu os campeões da temporada nas categorias Graduados, Turismo e Expedition. Mais de 60 duplas disputaram a prova em um dia ensolarado e repleto de desafios, com diferentes tipos de trilhas em áreas de caatinga, cascalho e lama, além das famosas dunas que foram cenário de lances empolgantes na competição exclusiva para utilitários Troller T4. Foto Doni Castilho “Escolhemos o Ceará para sediar a final da Copa Troller Nordeste pois é um lugar que reúne condições excelentes para um rali”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller. “Além de trilhas desafiadoras para os competidores experientes, tem visuais paradisíacos para os iniciantes. Sem contar as dunas, um dos lugares mais incríveis para se dirigir um Troller. Não por acaso, a marca nasceu e o produto continua a ser produzido no Ceará.” Os vencedores Na categoria Graduados, a dupla Omar Dantas e Wellington Rezende, de Natal, somou 150 pontos nas quatro etapas e foi a campeã. “Estamos muito felizes em conquistar o título em um ano em que o campeonato foi muito prazeroso e desafiador. Foram três anos buscando esse resultado e agora conseguimos manter a ponta e conquistar o título aqui Fortaleza”, comemorou o navegador Wellington. Foto João DiJorge Na Turismo, os cearenses Nestor Pinheiro e Leonardo Bezerra, que correm juntos há dois anos, ganharam o campeonato com 146 pontos. “A temporada 2014 da Copa Troller reuniu etapas muito desafiadoras, mas também muito divertidas. Conseguimos fazer uma excelente corrida aqui em Fortaleza e ficar em primeiro lugar nas três etapas”, disse o piloto Nestor. Na Expedition, os vencedores foram Victor Martins e Plácido Gonçalves, que superaram dezenas de competidores para levantar o troféu. Balanço 2014 Em seu décimo terceiro ano de realização, a Copa Troller reuniu centenas de participantes em suas provas pelo Brasil. A primeira etapa do calendário Nordeste aconteceu na cidade de Maceió, com recorde de participantes na categoria Passeio. As demais provas foram em Salvador, Natal e Fortaleza. Foto Doni Castilho “Tivemos uma excelente temporada em 2014, com um alto nível de pilotos e navegadores e provas que, além de muita emoção, permitiram muitas oportunidades de confraternização”, completa Carla Freire. “Durante as etapas, fizemos uma pesquisa de satisfação com os participantes para identificar os pontos em que podemos melhorar e já estamos trabalhando para que a temporada de 2015 seja ainda melhor.”

Forças armadas da Namíbia adquirem viaturas Agrale Marruá

Foto Júlio Soares A Agrale fechou acordo para o fornecimento de 141 unidades da viatura Marruá para a Namibia Defense Force (NDF). As primeiras 60 unidades chegarão a Walvis Bay (principal porto na Namíbia) ainda neste mês e serão dos modelos AM 11 VTNE (Viaturas de Transporte não Especializado), AM 11 VTL REC (Viatura de Reconhecimento Leve), AM 21 VTNE e AM 23 VTNE ¾ Ton. Segundo Flávio Crosa, diretor de vendas da Agrale, a linha Agrale Marruá foi especialmente projetada para atender às necessidades de Forças Armadas. “Os veículos podem ter diversas configurações e diferentes equipamentos e ser utilizados em diferentes tipos de serviços e terrenos. O Marruá foi escolhido por suas características de robustez, durabilidade e capacidades técnicas. No ano passado já havíamos enviados algumas unidades para teste e demonstração. Nossos veículos são homologados pelas Forças Armadas Brasileiras e também utilizados pelos exércitos da Argentina e do Equador, entre outros países”, afirma o executivo. Além dos veículos, a Agrale também fornecerá um pacote tecnológico que inclui treinamento para mecânicos, entrega técnica e ainda peças para manutenção e reposição. “Preparamos uma estrutura completa para concretizar esse negócio. Ofereceremos treinamento, serviço de pós-vendas e acompanhamento no dia a dia para melhor utilização dos veículos e sua manutenção”, explica Crosa. Os utilitários 4×4 Agrale Marruá são ideais para utilização em qualquer tipo de terreno e foram desenvolvidos para transporte de tropas ou carga de 500 kg a 2.000 kg. Possuem amplo curso de suspensão, com ângulos de ataque de até 64º e de saída a partir de 30º, inclinação lateral de 30% e rampa máxima de 60%, que garantem melhor desempenho em terrenos acidentados. Fabricados de acordo com rigorosas especificações, destacam-se por sua versatilidade, robustez e capacidades técnicas. As viaturas Agrale Marruá são equipadas com motor diesel MWM Sprint de 140 cv de potência. São ideais para o deslocamento dos soldados no dia a dia de patrulhamento em vias de difícil acesso, inclusive para romper barricadas e desobstruir as ruas. Nos últimos anos, a Agrale tem se firmado como fornecedora de veículos militares na América Latina. Os modelos foram adquiridos pelo Exército do Equador, Força de Paz do Brasil em missão da ONU no Haiti, pelo Exército da Argentina e pelas Forças Armadas do Brasil.

XV Trilha de Vacaria, RS

Fotos Eduardo Photo Lama Aconteceu nos dias 7,8 e 9 de novembro de 2014 a XV Trilha de Vacaria, cidade conhecida como “Porteira do Rio Grande”, organizada pelo Serra Off-Road Vacaria. O evento contou com uma super recepção na sexta, dia 7, com um excelente jantar e música ao vivo. As inscrições continuaram no sábado, dia 8, juntamente com um café da manhã para todos os jipeiros. Por volta das 9:30 os participantes saíram para uma trilha cheia de aventura. Já de cara puderam cotar com uma passagem de muita lama, seguida de atoleiros com água, passagem em mata fechada e subidas com muito barro, onde os jipeiros testaram as habilidades na condução de suas máquinas. No meio da trilha os jipeiros tiveram o almoço para recarregar as baterias e também contaram com um jantar de confraternização ao final da trilha. A XV Trilha de Vacaria foi um espetáculo a parte, onde os aproximadamente 110 inscritos só fizeram elogios para com organização. Mais um evento do Off Road Gaúcho que pode contar com a seleção de belas imagens do Photo Lama.

A felicidade está no caminho…

Daniel Cortez e Monica Helena Teixeira da Silva são um casal paulistano que adora fazer viagens longas. Desde 2009 colocam em prática o plano de conhecer toda a América com sua picape Defender 130 preparada para viagens. Veja algumas das aventuras que eles já realizaram, na edição # 3. Boa leitura!

Comece a digitar sua pesquisa acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione ESC para cancelar.

De volta ao topo