Fotos e texto: Eduardo Neves – Equipe Photo Lama Nos dias 21 e 22 de junho a cidade de Candelária, RS realizou sua 22ª trilha off road 4×4. Candelária é uma cidade da região central do RS, localizada a aproximadamente 180 km da capital Porto Alegre. Na sexta, dia 21 os jipeiros foram recepcionados com muita cuca com linguiça, música ao vivo, bom papo e muita risada. Ainda na sexta os participantes fizeram suas inscrições para a trilha. O sábado amanheceu com um dia de sol, perfeito para uma trilha em família. Logo cedo foram retomadas as inscrições e logo após tomaram um café da manhã reforçado para poder enfrentar o trajeto que veio pela frente. Por volta das 9 horas da manhã foi dada a largada para uma trilha de lavouras de arroz, recheadas com muito barro, um trajeto por morro, de muitos pontos de dificuldades diversas e finalizou com mais lavouras de arroz. Barro não faltou na 22ª Trilha de Candelária e a trilha foi com certeza aprovada por todos os jipeiros que participaram do evento. O evento teve seu encerramento por volta das 17h com o tradicional churrasco gaúcho regado com muita cerveja e risada. A cobertura ficou a cargo pelo 3º ano da equipe Photo Lama. Até 2020.
Uma picape Toyota Bandeirante cabine alongada, quase sem querer…
Conheça o projeto de uma picape Toyota Bandeirante, de concepção e robustez renovadas
Exposição de Jeep Willys é uma das atrações da XXVI Fenajeep
Fenajeep acontece de 19 a 23 de junho em Brusque (SC) e preservadores dos veículos antigos podem participar
Fenajeep é homenageada como ‘Amiga da Força Expedicionária Brasileira’
Fenajeep é homenageada
Muita aventura na 5ª Trilha da Barra do Ribeiro
Por Eduardo Neves Fotos Leonardo Neves e Eduardo Neves – Photo Lama Trilha Nos dias 29, 30 e 31 de março de 2019 a cidade da Barra do Ribeiro, RS, foi palco da 5ª Trilha e Jeep Cross. Esse evento é um dos mais tradicionais do estado do Rio Grande do Sul, dentro do calendário das trilhas pontuadas. Na sexta-feira, dia 29, os jipeiros foram recepcionados pela organização com um saboroso galeto e mais de 400 litros de chopp, para a galera que fez a inscrição antecipada. A recepção superou a expectativa dos organizadores em número de participantes que vieram de várias cidades do estado como Canela, Gramado, Cachoeira do Sul, Butiá, Dom Feliciano, Encruzilhada do Sul, entre outras. Os participantes ainda contaram também com música ao vivo garantindo a animação até a madrugada. No sábado, dia 30, logo cedo os jipeiros já se movimentavam para continuar as inscrições e repor energias com um reforçado café da manhã. Por volta das 9 horas saíram em comboio rumo aos 6 atoleiros repletos dos mais variados níveis de dificuldades, entre elas, muito barro, água e passagens que exigiam muita técnica de quem participou. A trilha, por ser pontuada, contou com 5 atoleiros de pontuação e um de tomada de tempo, para eventual desempate. O roteiro terminou por volta das 18h e, logo após o encerramento, todos se dirigiram ao tradicional jantar para premiar os vencedores. Jeep Cross O domingo, dia 31 foi dia de Jeep Cross. A organização apresentou nessa edição uma pista nova para o Jeep Cross da Barra do Ribeiro, onde todos os pilotos que participaram aprovaram pelos desafios técnicos que a mesma ofereceu. O ponto alto do evento do domingo foi a homenagem que o Jeep Clube Barra do Ribeiro fez a APAE da cidade, convidando duas crianças especiais como zequinhas, onde puderam sentir a emoção de dar uma volta de reconhecimento e uma volta valendo, parabéns ao Jeep Clube por ter proporcionado a felicidade estampada nos rostos delas. O Jeep Cross teve capotagem, pegas sensacionais e muita disputa por parte de quem andou. Também contou com o Jeep Cross feminino, onde uma das pilotos inclusive andou grávida, levando outra futura pilotinha na barriga. Logo após as provas os pilotos participaram juntamente com suas famílias do tradicional almoço de premiação do Jeep Cross. Colocação da Trilha1º- Neka – Tramandaí2º- Barnabe – Tramandaí3º- Dodo – Dom FelicianoColocação Jeep Cross1º- Alison – Sapucaia do Sul2º- André – Tramandaí3º- He-Man – TramandaíColocação Cross Feminino1ª- Adahiana – Encruzilhada do Sul2ª- Ana Cristina – Tramandaí 3ª- Gabi – Encruzilhada do Sul
Um mix de jipe e crocodilo de aço, senhoras e senhores!
Conheça esse Super Jeep CJ8 artesanal, construído em Roraima Esse imenso Jeep com carroceria feita de aço antiderrapante é o cartão de visitas de uma oficina mecânica de Boa Vista, em Roraima. Paixão herdada de pai para filho, se tornou um dos destaques do off-road em seu estado Por James Garcia Fotos JPavani Em setembro de 2011, esse mesmo jornalista publicava, como destaque da seção Jipe do Leitor da Revista 4×4 &Cia, a história desse baita 4×4, que vem do extremo norte do Brasil, especificamente de Boa Vista, em Roraima, uma das principais capitais da região Amazônica. O micro empresário Elmer Alves de Brito, 39 anos, natural da cidade e tem contato com automóveis desde sempre. “Meus pais, Pedro e Neide, sempre gostaram de viajar e tiveram motos estradeiras, utilitários Gurgel X10, Jeep CJ5, F75 e Toyota Bandeirante”, falou. Assim como o pai, que possuia uma retífica, Elmer atua no ramo de reparação automotiva. “Desde criança eu gostava de ir para a oficina quando saía da escola e aprendi a dirigir em um Jeep, com nove anos, quando íamos para algum lugar seguro e sempre com 4×4 e reduzida acionados”, contou. Uma das maiores alegrias do menino era levar o CJ5 da garagem até o portão da oficina, ao final do expediente. Quando completou 18 anos, Elmer ganhou um CJ5 com motor VW diesel da Kombi, o qual equipou com pneus militares 900×16”. “Quebrei alguns semi-eixos e o motor fundiu de vez. Depois fizemos uma reforma geral e instalamos a mecânica da Toyota 14B”, disse. Foi a primeira experiência com adaptações, sempre com a orientação do “Mestre Pedro” – como o pai é conhecido na cidade. Mas a configuração de terreno de Roraima fez com que Elmer quisesse mudar de carro. Suapí e Serra do Sol são algumas trilhas que fazem parte das atividades do Roraima 4×4 Jipe Clube, do qual Elmer é associado . Tais trilhas ficam em região montanhosa e de difícil acesso, onde os CJ5 e os Troller empinam com facilidade, então para transpor essas trilhas com mais segurança, ele optou por um 4×4 com uma distância entre-eixos maior. “Escolhi o CJ6 pelo maior tamanho (101 polegadas) e, conseqüente, espaço interno”, comentou. A ideia inicial era usar pneus de 38 polegadas e ter em um conjunto mais equilibrado para encarar montanhas, rochas e erosões.Em 2005, o pai comprou um chassi de CJ6 por R$ 150,00 e o projeto começou. A estrutura do “Bernardão” foi enviada para jateamento e recebeu reforços e suportes para novos feixes de mola do Toyota Bandeirante. “Eu não tinha carroceria e não queria de fibra. Meu pai sugeriu a construção de uma em chapa antiderrapante de 1.9 mm”, explicou Elmer. Os desenhos das laterais, assoalho, parede de fogo, capô e para-lamas foram construídos na oficina. O design seria algo próximo do CJ6, mas com portas maiores. “Adquiri uma grade nova de CJ5 e um quadro de para brisa militar, já os para lamas e o capô foram concebidos no estilo do CJ3”, explicou. Para formar o conjunto motriz, Elmer negociou um motor MWM Sprint de seis cilindros, diesel, com turbo e intercooler, retirado de uma Ford F250, veículo que cedeu também câmbio, caixa de transferência e outras peças. O chassi do CJ6 já estava pronto com a suspensão e diferenciais da Toyota Bandeirante, mas quando seu pai viu o propulsor, resolveu abandonar o chassi original e partiu para uma estrutura mais adequada ao tamanho do novo powertrain. “Tinhamos um chassi de caminhão VW 790 ¾, do qual aproveitamos as vigas e as travessas. Peguei o croqui de um chassi do Jeep CJ8 e um designer ajustou as medidas no computador, explicou. Para completar o conjunto estrutural, foi feita uma gaiola com tubos de 2” e parede de 4,5 mm. O intercooler da F250 foi conectado a um radiador feito sob medida à partir da colméia do caminhão Mercedes-Benz MB 1113, trabalho que exigiu uma “cirurgia” na parte interna dos pára-lamas. O radiador e o intercooler foram montados no chassi através de duas torres verticais, calçadas com três coxins de 1”. O sistema de direção hidráulica é da GM S10. Os eixos diferenciais de Toyota instalados inicialmente deram lugar aos da picape F250, e isso acabou por atrasar o andamento do serviço. Para adaptar o eixo traseiro foram removidos os suportes dos amortecedores, além da adição de uma cinta limitadora e uma barra de tração regulável. O eixo dianteiro deu mais trabalho, pois as F250 4×4 começaram a ser feitas em 2006, então era raro achar peças. “Encontrei um diferencial dianteiro completo de um modelo 2007 sinistrado”, contou. Elmer fez uso do sistema high steer (peças acopladas aos munhões dianteiros e à barra de direção, que possibilitam que a última seja posicionada por cima do eixo, com peças(terminais de direção) do caminhão MB 1113. O câmbio e a caixa de transferência foram instalados e receberam acionamento através de alavanca. O cardan traseiro é o da F250 encurtado e o dianteiro é do (caminhão) Ford F4000, pois com o motor seis cilindros a saída frontal da caixa de transferência ficou mais distante que na F250. A chegar nessa configuração mecânica, Elmer quis usar pneus de 42” com rodas de 17×9”. Outro detalhe importante foi “casar” as relações de coroa e pinhão, pois o diferencial dianteiro tem relação de 3,54:1 e o traseiro tem 4,10:1. Assim, para movimentar os pneus sem forçar a transmissão optou-se pela relação 5,13:1. “Comprei um bloqueio a arpara o diferencial traseiro, compressor e kit pra inflar pneus e contei com a ajuda de um amigo que morava nos EUA”, comentou. Enquanto o Jeep tomava forma, a parte elétrica era projetada, com a posição dos instrumentos sendo feita com auxílio do computador. O painel é de chapa de alumínio equipado com indicadores digitais de pressão de óleo, temperatura, nível de combustível, voltímetro, velocímetro e relógio. Os medidores de pressão de turbo e conta-giros são analógicos. O Jeep recebeu chave geral e a ignição é através de um botão de start, ambos localizados no meio
Atak 4×4 – uma surpresa vinda do Rio Grande do Sul
Engenheiro mecânico gaúcho projeta e cria o Atak, um 4×4 moderno, audacioso e que promete capacidade fora-de-estrada incomum
Ford Explorer 2020 é anunciado em Detroit
Ford apresenta Explorer 2020 no Salão de Detroit
Jipes Stark reunidos em Minas Gerais
Jipes Stark reunidos em Minas Gerais
Suzuki Jimny Sierra, a nova geração do 4×4 está no Salão e vai chegar no Brasil
Suzuki Jimny Sierra, a nova geração do 4×4 está no Salão e vai chegar no Brasil Apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo, nova geração irá conviver com a atual, produzida no País, e começará a ser comercializada no segundo semestre de 2019 Estreia no Brasil a 4ª geração desse SUV compacto que conquista fãs em todo o mundo. Ele chega ao País no segundo semestre de 2019 e conviverá com a atual geração, que é produzida na fábrica da Suzuki Veículos em Catalão (GO). “Desde o seu lançamento em 1970, o Jimny se tornou um divisor de águas no mercado 4×4, que até então era dominado por grandes veículos de alta cilindrada. Rapidamente criou-se uma legião de fãs, que segue até os dias de hoje. Apenas duas vezes ele teve mudanças completas, o que não tirou seu brilho e seu estigma de força e resistência.Agora, a nova geração batizada no Brasil de Jimny Sierra carrega a herança de um pequeno, leve e ágil veículo off-road, uma verdadeira obra-prima com a confiabilidade da tecnologia Suzuki 4×4”, explica Reinaldo Muratori, diretor de planejamento da Suzuki Veículos. O exterior foi desenhado para expressar a funcionalidade off-road em todos os detalhes. Desde o formato mais quadrado e sem muitos vincos até a variação de cores, que revelam a personalidade forte e marcante do Jimny, fugindo do comum e criando uma identidade própria. O power train é totalmente novo e traz motor 1.5L de 108cv e 14,1 kgf.m de torque, econômico e robusto para o off-road, além da inédita opção de transmissão automática, prática para o dia a dia. Suas dimensões fazem a combinação exata para rodar nos grandes centros e, ao mesmo tempo, enfrentar os maiores desafios no fora de estrada. O baixo peso é outra característica marcante, já que permite ultrapassar facilmente terrenos arenosos e lamacentos evitando atolamentos, além de economizar combustível. O para-brisa e a coluna frontal estão em uma posição mais vertical. Já o capô é plano, evitando reflexos que possam atrapalhar a dirigibilidade. Para evitar batidas de pedras na carroceria, as molduras dos para-lamas são mais largas e vem com textura anti-risco, assim como os para-choques. Os vidros laterais são verticais para evitar acúmulo de lama ou água. Já o teto tem maior área e é equipado com calhas, que permitem a instalação de racks nas extremidades. Outra facilidade para o dia a dia é a abertura das portas em três estágios e com ângulo de 70º. Os faróis em LED tem regulagem automática de altura, o que melhora a iluminação em todos os tipos de terrenos. O sistema multimídia de 7” é prático e funcional com a conectividade dos sistemas Apple CarPlay e AndroidAuto. O interior prioriza a praticidade com materiais duráveis, fáceis de limpar e resistentes a riscos. Os controles estão em posições estratégicas e fáceis de operar mesmo em condição extremas. Já o painel de instrumentos é projetado para uma visão clara ao trafegar em terrenos muito iluminados ou áreas de sombra. O volante em couro é equipado com piloto automático e controles de áudio. O Jimny Sierra é equipado com ar-condicionado digital automático. Os bancos dianteiros são mais largos, tem maior absorção de impactos e maior curso nos trilhos, garantindo conforto e praticidade para todos os ocupantes. Pensado em todos os detalhes, este SUV tem a posição “flat bed” para os bancos, que torna o interior muito mais prático e espaçoso. 4×4 de verdade O Suzuki Jimny Sierra é construído com chassi Heavy-Duty, tem bons ângulos de transposição, suspensão com eixo rígido 3-link com molas helicoidais. A tração é a AllGrip Pro com reduzida e função LSD. Para garantir ainda mais segurança em qualquer situação, controle de estabilidade (ESP), além de Hill Hold (assistente de partida em rampas) e Hill Descent (assistente de descida). Versões O veículo será comercializado no Brasil a partir do segundo semestre de 2019 em três versões, incluindo duas com câmbio automático: Jimny Sierra 4YOU MT, Jimny Sierra 4YOU AT e Jimny Sierra 4STYLE. Os preços ainda não estão definidos, mas os novos modelos ficarão entre 20% e 25% acima das versões que são comercializadas atualmente.
