20º Jeep Country e Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross de Horizontina, RS

20º Jeep Country e Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross de Horizontina, RS Por Eduardo Neves  Fotos Eduardo Neves/Leonardo Neves – Equipe Photo Lama       Nos dias 2, 3 e 4 de março a cidade de Horizontina foi palco do Maior Espetáculo da Terra, nome dado por ser um dos maiores encontros de off road do sul do País.       O evento contou com shows, praça de alimentação, parque de diversão, trilha de jipes, gaiolas e quadris,  além da tradicional abertura do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross.       Na sexta, dia 2,o público, jipeiros e pilotos que ali se encontravam foram agraciados com 2 excelentes shows as Bandas Sidi Biriva, com músicas tradicionalistas gaúchas e Farwest com o melhor do rock, que animaram o público até altas horas.     Também na sexta foram abertas as inscrições para quem iria andar no 20º Jeep Country onde já puderam adquirir seus kits de participação.       No sábado bem cedo os jipeiros deram continuidade com as inscrições, logo após tomaram café e alinharam para a primeira largada as 9h da manhã.     Os aventureiros percorreram um trajeto de aproximadamente 30 km recheado de atoleiros de muito barro, subidas ingrimes e paisagens bonitas.     O sábado de trilha foi encerrado com um super show da Black Bull Band tocando o melhor do country music.     No domingo foi a vez dos pilotos do Brasileiro de Gaiola e Jeep Cross dar um verdadeiro show na etapa de abertura do campeonato.     A pista de Horizontina apresenta um trajeto desafiador para os pilotos, o que proporcionou uma parte significativa do Maior Espetáculo da Terra.     Classificação Gaiola Cross Aspirado 1º Lucas Tomasi 2º Oberdan Kohler 3º Guto Theobald     Gaiola Cross Turbo 1º Cristian Rodrigues 2º Renê Heberle 3º Christian Cordeiro     Jeep Cross Aspirado 1º Silvio Ambrósio 2º Marcelo Picolotto 3º Clovis Silva     Jeep Cross Turbo 1º Diego Vicente 2º Fabiano Antoniazzi 3º Cleiton Stedille

A eterna Rural

A eterna Rural Apesar de ter sido criada nos Estados Unidos, a Rural Willys/Ford é um símbolo de nossa indústria automotiva e, principalmente, da história brasileira dos últimos 60 anos. Por isso nunca é demais celebrar a eterna Rural! Texto e Fotos James Garcia               Qualquer um que goste de off-road e história, curte a Rural, o inesquecível utilitário produzido pela Willys Overland nas décadas de 1950, 1960 e 1970 no Brasil. Nos Estados Unidos o modelo era fabricado desde 1946, com o nome Jeep Station Wagon.     Por aqui, além da Willys, a Rural também foi produzida pela Ford, que comprou a fábrica da Willys em 1967, mantendo inalterados o nome Rural e quase todas as características do veículo.     Diferente do modelo norteamericano, que tinha uma grade frontal totalmente inspirada no irmão menor e mais velho, o Jeep, a parte frontal da versão brasileira foi redesenhada em 1960, utilizando como inspiração a arquiteturade Brasília, em construção na época. Este design acompanhou a Rural até o encerramento de sua produção em 1977.     Construída em versões com tração 4×4 e 4×2, a Rural Willys de meados da década de 1960 até as versões feitas pela Ford, em 1975, eram equipadas com motores a gasolina de seis cilindros em linha e cilindrada de 2.6 ou 3.0 litros (opcional).     O motor de 2.6 litros, ou 161 polegadas cúbicas, conhecido como BF-161, foi o primeiro motor a gasolina fabricado no País e também equipou outros carros da Willys, como o Jeep e o Aero Willys.     Do segundo semestre de 1975 até o final da produção, em 1977, a Rural saia com motor Ford OHC, de quatro cilindros e 2.3 litros de cilindrada. Em todas as versões, tinha potência aproximada de 90 cavalos.     Numa rápida análise é fácil concluir que a Rural seja a “avó” dos atuais utilitários esportivos existentes; era um utilitário com bastante espaço, mais robusto e com aptidão para o off-road.     A Rural teve um papel de grande importância em nosso País, não só no universo automobilístico, como no desenvolvimento das áreas rurais e expansões dos grandes centros. Impossível, por exemplo, dissociar a Rural de Brasília, por exemplo.     Por isso fica aqui nossa singela homenagem, com as imagens dessa unidade arrasadora, uma Ford 1974 em laranja e branco, adquirida no Paraná, por um colecionador de Brasília.               Depoimento do proprietário – João, expedicionário e off-roader “Ela foi comprada para a minha filha mais velha, que neste ano faz 14 anos. Fiz o mesmo com um M-38 (1951) para o meu filho do meio (que neste ano faz 12 anos) e com um Jeep Ford CJ5 1977 (OHC), para a minha filha mais nova (que neste ano faz apenas 10 anos).     Explico: em um mundo cada vez mais pilotado pela futilidade e ostentação, penso ser importante que eles saibam valorizar esses utilitários antigos – verdadeiras ferramentas confiáveis e, por isso, incansáveis quando bem cuidadas – que tanto ajudaram a formação do Brasil moderno da segunda metade do Século XX (quer seja na vida civil, como é o caso do CJ5 e da Rural, quer seja no que tange à integração nacional no caso do M-38, militar).     Inspiram valores como o trabalho e são espartanos. São duráveis e foram concebidos para cumprir compromissos. Ou seja, representam o contrário da lógica de hoje, quando tudo é efêmero, descartável e, muitas vezes, irresponsável.     Além disso, para crianças que nasceram vendo de perto jipes Land Rover Defender que levaram o pai delas a cruzar o Brasil, a América do Sul e a África Austral, cuidar dos 4×4 brasileiros (ou usados pelas instituições brasileiras) é também um exercício de amor muito natural.     Por isso fizemos essa pequena coleção. Uma homenagem familiar a tudo que esses jipinhos representam. Em particular, a Rural – avó das SUV´s contemporâneas – veio para mostrar que, em termos de estilo (ela é laranja!) e confiança, as “novinhas” ainda tem muita estrada pela frente!”    

Ford dá dicas para transporte de carga na caçamba de uma picape

Ford dá dicas para transporte de carga na caçamba de uma picape A Ford  criou um guia com sete orientações básicas que ajudam a transportar diferentes tipos de carga com segurança, como os picapeiros profissionais.     O objetivo é proteger tanto a carga como os demais usuários das vias e o próprio veículo, seguindo cuidados na distribuição, fixação e cobertura dos objetos na caçamba. As recomendações estão reunidas em três vídeos curtos, focados no transporte de itens domésticos, ferramentas e equipamentos para pescaria , e nos tópicos abaixo.     1. O peso combinado do motorista, dos passageiros e da carga nunca deve exceder a capacidade de carga útil da picape, mesmo que haja espaços vazios. A sobrecarga pode dificultar o controle do veículo e prejudicar a estabilidade. Para saber a capacidade de carga exata da sua picape, consulte o manual do proprietário.     2. Coloque as cargas mais pesadas na frente da caçamba, perto da cabine, e na altura mais baixa possível. Isso ajuda a manter a dianteira mais pesada e melhora a estabilidade. Materiais de construção como cimento e areia, por exemplo, facilitam a distribuição de peso, diferentemente de móveis e equipamentos que concentram a carga. 3. Os objetos transportados devem respeitar os limites de largura, altura e comprimento permitidos. A carga não pode ultrapassar a largura da caçamba, nem a frente da carroceria. Em alguns casos, parte da carga pode ficar suspensa na traseira, desde que sinalizada para facilitar a visualização e alertar os demais motoristas. Como carregar sua Picape da maneira correta (Itens Domésticos):     4. Móveis ou eletrodomésticos grandes devem ser transportados com uma boa amarração, de preferência com cintas específicas de fibra sintética. Quando houver mais de um objeto eles devem ser amarrados entre si. O melhor meio de amarração à caçamba é em formato cruzado no topo, para evitar o movimento em todas as direções. 5. Dê atenção especial às cargas pequenas, que não devem ficar soltas. Coloque os itens menores em caixas e proteja malas com redes de náilon ou poliéster, fixadas nos ganchos laterais. Além de resistentes, elas são leves e fáceis de guardar.         Veja dicas para transporte de Ferramentas:   6. Ao levar itens frágeis como papel de parede, tapetes ou painéis de madeira, que podem se molhar e sofrer danos durante a viagem, uma boa opção é protegê-los com plástico-bolha ou filme plástico.     7. Protetor de caçamba e capota marítima são acessórios nos quais vale a pena investir e facilitam o transporte de vários tipos de carga, desde que tenham as dimensões corretas para a sua caçamba e utilizem os pontos de ancoragem recomendados. Algumas capotas contam com elásticos ou cintas para fixação. Em caçambas com três pontos de afivelamento deve-se usar sempre os da frente, próximos da cabine, e pelo menos mais um (do centro ou de trás).   Veja dicas para transporte de equipamentos de pescaria:    

Amortecedores Rancho melhoram a suspensão do 4×4?

Amortecedores Rancho melhoram a suspensão do 4×4? Por James Garcia Fotos Divulgação     Amortecedores Rancho melhoram a qualidade da suspensão do seu 4×4? A resposta é afirmativa e no texto a seguir, você saberá as impressões do off-roader paulistano Elcio Barlotti, que instalou os acessórios em uma Toyota Hilux 2009, equipada para longas viagens e expedições.     Barlotti realmente usa seu carro, roda milhares de quilômetros, sempre com o veículo carregado, com equipamento de camping completo e uma barraca de teto, instalada na caçamba. Ou seja, é um carro que encara o fora-de-estrada. Ele inclusive tem um canal no site de vídeos youtube, onde registra suas viagens e aventuras, chamado HILUX EXPEDITION.     Os amortecedores Rancho, construídos pela empresa norteamericana Monroe (com distribuição oficial aqui no Brasil), é um clássico entre os acessórios para veículos 4×4 e ficou conhecido por aqui, entre a década de 1990 e o início dos anos 2000. E agora a Monroe brasileira aponta novamente o foco para esses acessórios, tão uteis para quem tem um veículo 4×4 e quer, além de melhorar a performance de seu veículo, ter níveis inéditos de firmeza ou maciez.     Essa é a grande vantagem do amortecedor Rancho: oferecer 9 níveis de regulagens de carga, acessáveis através de uma pequena chave localizada no corpo de um robusto amortecedor (há também a possibilidade de mudança dos níveis de amortecimento através de um comutador elétrico, instalado no painel, mas esse acessório, no momento, não está disponível para importação oficial no País).     Rancho RS9000 XL     A série ajustável Rancho® RS9000 ™ XL é indicada para ajustar o desempenho da suspensão em jipes, Suv´s e picapes em geral. São equipamentos conhecidos em todo mundo para uso on e off-road, reboque e muito mais. A variação na regulagem permite ao motorista alterar até 400% de mudança no controle do veículo. A robustez é garantida por tubos maiores, que permitem desempenho mais consistente, mesmo sob as condições mais exigentes.     Características e enefícios Tubo externo de 70mm de diâmetro Aumento da capacidade de fluido para o amortecedor operar em temperaturas baixas Haste de 18 mm de diâmetro com tratamento Nitro-Carb Aumenta a resistência ao desgaste e a proteção contra corrosão Tecnologia de regulagem de carga em 9 posições diferentes Permite um desempenho ideal e personalizado em qualquer situação Botão de ajuste de 9 posições Assegura o nível de regulagem selecionado através da percepção Pressurização interna com a injeção de gás nitrogênio Minimiza a aeração – mistura de ar e fluído • Pistão revestido com banda externa de TPFE grafitada Proporciona movimentos mais suaves e maior capacidade de resposta do pistão Pistão de aço sinterizado de 31,75mm de diâmetro Oferece maior conformidade estrutural do material • Sistema limitador anti-choque Ajuda a controlar o movimento da haste durante condições de rodagem severas         Retentor auto lubrificante de baixa fricção Fornece uma camada extra de proteção contra sujeira e detritos • Pintura líquida com acabamento metálico Proporciona maior resistência contra corrosão e choques Coifas de proteção reforçadas Proteção adicional contra a entrada de sujeira e detritos • Suportes de fixação de solda dupla Oferece força e durabilidade A válvula de regulagem controla o fluxo interno do fluído.       A instalação é rigorosamente a mesma de amortecedores comuns, sendo necessário o posterior alinhamento de direção.         Impressões pós instalação   Elcio Barlotti, off-roader  “Os Rancho realmente entregam o que prometem, em qualidade e ampliação das características de absorção do veículo. Passando de original (macio) para um carro mas esportivo (rígido e firme), acaba aquela sensação da cabine deitar nas curvas (efeito pêndulo), conferindo muito mais segurança na pilotagem. Acaba também a sensação de veículo pesado e carregado por ficar, quando se usa a suspensão mais rígida e firme.     E tudo isso com um simples ajuste de carga em um botão selecionável, que você pode optar pelo nível que mais te agrada a cada tipo de pista, estrada, off-road ou estilo de viagem. Traz muito mais segurança na direção da lendária Hilux, que tanta fama ruim em testes conhecidos de estabilidade. Um amortecedor abre e fecha 4.000 vezes por km em uma condição normal, em uma caixa condição off-road, esse número fica entre 6000 a 8000 vezes!”       Assista o vídeo que Elcio fez e disponibilizou no canal HILUX EXPEDITION:       Luis Fernando Vons Ramos, proprietário de uma Toyota Hilux 2014, em depoimento no facebook “Uso em uma Hilux 2014, com 30.000 km e eles fazem uma grande diferença, o carro pula bem menos. Uso geralmente na posição 3, no amortecedor mesmo Meu carro está com suspensão original, ficou mais macio e, ao mesmo tempo, pula menos. Aquele “quique” que a Hilux tem depois de alguma imperfeição/ondulação da estrada reduziu bem. Fiz uma expedição pela praia e uma para o Peru com esses amortecedores já e percebi isso. A picape ‘entra’ melhor em curvas e não ‘mergulha’ tanto quando freio”.       Aplicações disponíveis do Rancho Dodge Dakota, Dodge Ram, Ford Explorer, Ford F 250, Ford F 1000, Ford Ranger, GM Blazer, GM D 20, GM Silverado, GM S 10, Jeep 4WD TJ Wrangler, Jeep Cherokee, Jeep Grand Cherokee, Jeep Militar, Mitsubishi L200, Mitsubishi Pajero, Nissan Pathfinder, Suzuki Samurai, Suzuki Vitara, Toyota Hilux, Toyota Runner e Troller (Ford)     O telefone do SAC da Monroe é 0800-166-004. Os consultores podem indicar o local mais próximo ou o passo a passo para a sua compra. Os amortecedores Rancho são um upgrade e tanto para um 4×4. Se você tem dúvidas ou quer deixar comentários, esse é o seu espaço.        

Muita lama e água na 3ª Trilha da Erva Mate de Ilópolis, RS

3ª Trilha da Erva Mate de Ilópolis, RS Por Eduardo Neves Fotos Eduardo Neves e Leonardo Neves – Equipe Photo Lama     No dia 11 de novembro foi realizada na cidade de Ilópolis-RS a 3ª Trilha da Erva Mate. O evento foi organizado pelo grupo Taz na Lama e contou com aproximadamente 100 jipeiros e gaioleiros de várias regiões do estado.     Boa parte dos participantes chegaram ainda na sexta onde aproveitaram uma ótima estrutura do Parque de Eventos para fazer o tradicional e animadíssimo churrasco.     No sábado pela manhã, logo cedo, os aventureiros foram chegando para garantir suas inscrições, posições no comboio e saborear um café da manhã feito no capricho pelo setor feminino da organização.     Por volta das 9h o grupo saiu em comboio para uma trilha recheada de lugares lindos, passando em sua grande maioria por plantações de erva mate, principal atividade econômica da cidade.     Também houveram passagens com água, muito barro e atoladores compridos onde os trilheiros puderam acelerar sem dó suas máquinas.     O evento também contou com um excelente almoço servido em uma das comunidades do município onde puderam parar, recarregar as baterias para a parte final do trajeto.     Por volta das 18h a trilha teve seu término com a certeza de satisfação de todos os que participaram. O Grupo Taz na Lama fez com que tudo saísse dentro do planejado, garantindo assim o sucesso da 3ª Edição da Trilha da Erva Mate de Ilópolis.  

Um Land Rover Series I 1951 atualizado

Um Land Rover Series I 1951 atualizado Land Rover clássico ganha reforma que o torna viável para o uso atual, mas mantém intacto o seu visual incrível Texto e Fotos James Garcia     Quem já se envolveu em uma restauração de veículos antigos sabe que são necessários alguns fatores determinantes, como envolvimento, tempo, conhecimento técnico e investimento. Mesmo com tudo isso é uma atividade para quem está realmente interessado. Trocando em miúdos: tem que querer de verdade ver o carro da forma que ele foi concebido, décadas atrás.     Pela natureza do processo, muita gente para no meio do caminho, só quem tem realmente vontade vai até o fim. O Series I que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da loja especializada em artigos, peças e acessórios para off-road Gama 4×4. Quando o adquiriu, Junior tinha a intenção de restaurar e deixar o jipe o mais original quanto possível e assim foi feito, num trabalho que levou três anos. Porém, como usa todos os seus 4×4 como vitrines para sua loja, o dono percebeu que, original, seria impossível tornar o carro prático para o uso. “Com motor e freios originais, por exemplo, era insuportável rodar com o carro. Mesmo restaurando todo o sistema de freios (tambor nas quatro rodas), parar esse jipe numa descida era perigoso, tinha que começar a frear centenas de metros antes”, comentou.     Como queria de qualquer forma ter o Series I em ordem, Junior começou outro trabalho, o de atualizar a mecânica do clássico, mantendo o visual clássico original. Dessa forma, os eixos originais deram lugar a eixos do Jeep CJ5, o sistema de freios ganhou discos nas quatro rodas e pneus 700 x 16 foram adicionados.     O powertrain original foto retirado para dar lugar a um motor VW AP 1.8 gasolina, conectado a um câmbio Clark de cinco marchas, acoplada a uma caixa de transferência Willys Overland. Depois de pronto, o clássico revisto da Gama 4×4 pôde, enfim, ir para encontros e eventos, como a última Adventure Sports Fair, onde ele foi um dos destaques do local.       Um pouco de história     O Land Rover Series I foi o veículo que iniciou a trajetória da marca britânica com veículos fora-de-estrada, em 1948, especificamente no Salão do Automóvel de Amsterdã. É notório que a Rover Company utilizou os Jeep Willys do período da II Guerra para produzir os seus carros. Assim como os 4×4 norteamericanos que os inspiraram, os Series eram construídos no esquema carroceria fixada sobre o chassi, tinham eixos rígidos e suspensão composta por feixes de molas e jumelos.     Os jipes podiam também ser ligados com uma manivela na dianteira e contavam com uma saída mecânica atrás, onde era possível conectar acessórios e implementos agrícolas. Desde o início, a carroceria dos jipes ingleses era feita em alumínio (por motivos de custo e grande disponibilidade dessa matéria prima na Inglaterra).     De 1948 a 1951 só havia uma oferta única para o jipe, que apresentava uma distância entre eixos de 80″ polegadas ou 2.000 mm e um motor 1.6 a gasolina, com parcos 50 cavalos. A transmissão era constituída por uma caixa de quatro velocidades, que vinha com uma caixa de transferência de duas velocidades acoplada. Isso incorporou um sistema incomum de quatro rodas motrizes, com uma unidade de roda livre. Isso possibilitava o desengate do eixo dianteiro da transmissão manual, permitindo uma forma de tração 4WD permanente. Era um veículo básico: janelas de lona para as portas e um teto que poderia ser também de lona ou metal, esses opcionais.     Em 1950, os faróis foram movidos para uma posição atrás da grelha. O sistema 4WD semi-permanente incomum foi substituído por uma configuração mais convencional, com a unidade para o eixo dianteiro sendo tomada através de uma embreagem simples. Desde o início, percebeu-se que alguns compradores queriam as qualidades de um Land Rover com um pouco mais de conforto. Em 1949, a Land Rover lançou a série “Station Wagon”, equipada com um corpo construído pelo fabricante Tickford, um construtor de carrocerias famoso por seu trabalho com a Rolls-Royce.     Em 1952 e 1953, instalou-se um motor a gasolina de 2,0 litros.  O ano modelo de 1954 trouxe grandes mudanças. O modelo de distância entre eixos de 80 polegadas (2.000 mm) foi substituído por um modelo de distância entre eixos de 2.200 mm (86 polegadas) e uma versão “Pick Up” de 107 polegadas (2.700 mm) foi introduzida. A distância entre eixos extra foi adicionada atrás da área da cabine para fornecer espaço de carga adicional. A Station Wagon gerou a primeira expansão da linha Land Rover. Os veículos foram equipados com um “Safari Roof”, que consistiu em uma segunda cobertura no topo do veículo, que servia para manter o interior fresco em clima quente e reduzir a condensação por tempo frio.     Em meados de 1956, as distâncias entre eixos foram estendidas por 2 polegadas (51 mm) a 88 polegadas (2.200 mm) e 109 polegadas (2.800 mm), e a fixação do chassi dianteiro foi movido uma polegada para a frente, para acomodar o novo motor a diesel, para ser uma opção no ano seguinte. Essa mudança foi feita para todos os modelos, com exceção do 107 Station Wagon, que nunca seria equipado com um motor a diesel e, eventualmente, seria a última série I na produção. Essas dimensões deveriam ser usadas em todos os Land Rovers nos próximos 25 anos.     Em 1957, introduziu-se um novo motor diesel de 2.0 litros que, apesar da capacidade similar, não estava relacionado aos motores a gasolina utilizados. Este motor diesel foi um dos primeiros diesel de alta velocidade desenvolvidos para uso rodoviário, produzindo 52 cavalos a 4.000 rpm. O sucessor da Série I bem sucedida foi a Série II, que teve uma produção de 1958 a 1961, mas essa já é outra história.  

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama Fotos Denis Lang       No final de semana de 25 e 26 de Novembro aconteceu, em Nova Prata, RS, a etapa final do campeonato Extreme RS, organizada pelo Maragatos Jeep Clube.     No sábado, mesmo com muita chuva, o evento foi prestigiado por vários espectadores que aproveitaram o show dos jipes  e gaiolas no arrancadão na lama e das máquinas fazendo as voltas livres na pista do Extreme.     No domingo foi o dia das máquinas roncarem na pista com as voltas cronometradas, muita perícia, velocidade e adrenalina marcaram a prova, com saltos, capotagens e lama para todo lado.     O público aproveitou o dia ensolarado e participou, em peso, curtindo os melhores pilotos e veículos 4×4 do Rio Grande do Sul.     O ano de 2018 promete um campeonato mais acirrado com veículos mais fortes e pilotos de outros estados.     Esta foi a sexta e última etapa deste campeonato que tem como organizadores além do Maragatos o Bassano Jeep Clube, Serafina Jeep Clube, Pampa Jeep Clube, Renegados Off-Road Road e Cruzeta Jeep Clube. Todos estes clubes sediaram uma etapa e suas cidades.       Os vencedores desta etapa foram Categoria Monster 1º Alison Cicconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master   1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo   Categoria PRO 1º André Mazzotti de Nova Bassano 2º Junior Ferreira de Passo Fundo 3º Bruno Soares de Flores da Cunha     Classificação final do Campeonato   Categoria Monster 1º Alison Ciconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo     Categoria PRO 1º Andrè Mazzotti de Nova Bassano 2º Bruno soares de Flores da Cunha 3º Flavio Sangali de Vila Flores    

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama

Final do campeonato Extreme RS revela os campeões da lama Fotos Denis Lang       No final de semana de 25 e 26 de Novembro aconteceu, em Nova Prata, RS, a etapa final do campeonato Extreme RS, organizada pelo Maragatos Jeep Clube.     No sábado, mesmo com muita chuva, o evento foi prestigiado por vários espectadores que aproveitaram o show dos jipes  e gaiolas no arrancadão na lama e das máquinas fazendo as voltas livres na pista do Extreme.     No domingo foi o dia das máquinas roncarem na pista com as voltas cronometradas, muita perícia, velocidade e adrenalina marcaram a prova, com saltos, capotagens e lama para todo lado.     O público aproveitou o dia ensolarado e participou, em peso, curtindo os melhores pilotos e veículos 4×4 do Rio Grande do Sul.     O ano de 2018 promete um campeonato mais acirrado com veículos mais fortes e pilotos de outros estados.     Esta foi a sexta e última etapa deste campeonato que tem como organizadores além do Maragatos o Bassano Jeep Clube, Serafina Jeep Clube, Pampa Jeep Clube, Renegados Off-Road Road e Cruzeta Jeep Clube. Todos estes clubes sediaram uma etapa e suas cidades.       Os vencedores desta etapa foram Categoria Monster 1º Alison Cicconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master   1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo   Categoria PRO 1º André Mazzotti de Nova Bassano 2º Junior Ferreira de Passo Fundo 3º Bruno Soares de Flores da Cunha     Classificação final do Campeonato   Categoria Monster 1º Alison Ciconeto de Veranópolis 2º Jonatas Migliorini de Passo Fundo 3º Edson Rigo de Veranópolis   Categoria Master 1º Maicon Concolato de Nova Prata 2º Sadi Neckel de Passo Fundo 3º Maurício Morsch de Passo Fundo     Categoria PRO 1º Andrè Mazzotti de Nova Bassano 2º Bruno soares de Flores da Cunha 3º Flavio Sangali de Vila Flores    

Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro

Suzuki Jimny, o pequeno guerreiro     Pequeno no tamanho, mas gigante na valentia, robustez e versatilidade, o Suzuki Jimny segue como um dos melhores jipes para a prática do fora de estrada Texto e Fotos James Garcia         Ainda lembro com perfeição, das primeiras impressões e das voltas iniciais que dei no Suzuki Samurai, na primeira metade dos anos 90. Off-roaders mais “casca grossa” e os incrédulos em geral não demoram a apelidar o pequeno 4×4 de jipe da Barbie, carrinho de playmobil entre outros nomes jocosos e cheios de preconceito. Não podiam estar mais errados, pois o Samurai, que já se chamava Jimny no Japão – seu país de origem –, era e continua sendo um dos jipes mais bem acertados e já construídos. Há quem diga que se retirassem a carroceria de um Jimny mais antigo e fosse instalada uma do Jeep CJ3A, o encaixe seria perfeito, já que o off-road japonês haveria sido influenciado pelo mítico Willys. Eu não duvidaria disso…     Com mais de 46 anos de história, o Jimny é feito no Brasil desde novembro de 2012 e continua sendo uma presença constante em quase 200 países e já soma mais de 2.5 milhões de carros vendidos. Mesmo que o chamem de SUV por aí, o termo correto para um veículo dotado de carroceria sobre chassi + caixa de transferência (normal e reduzida), é jipe. E ponto! O 4×4 mais barato construído no Brasil, na cidade de Catalão, GO, onde também está a fábrica da Mitsubishi, disponibiliza quatro versões: 4ALL (cidade), 4SUN (praia),  4SPORT (off-road) e o 4WORK, para trabalho e que tem preço sob consulta e é variável de acordo com a lista de acessórios.         O visual é harmônico, tem na frente o maior volume, scoop no capô e desenhos do para-choque, para-lama e grade dianteira com perfil mais robusto. As rodas de liga leve aro 15” tem aplicação da cor grafite. O som inclui rádio AM/FM, CD player e MP3, WMA, USB e Bluetooth. Os bancos possuem diversas configurações, sendo os traseiros bipartidos e rebatíveis com cinco posições.     O motor é feito de alumínio, 1.3 litros, à gasolina (DOHC), com 16 válvulas, 85 cavalos de potência a 6.000 rpm e torque de 11 kgfm a 4.100 rpm. A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox oferecem maior rendimento. O comando variável de válvulas otimiza o torque para todas as faixas de rotação. Em conjunto com a injeção eletrônica multpoint sequencial, o sistema melhora o consumo e as emissões de poluentes. Junto ao motor está um câmbio manual de cinco marchas e uma caixa de transferência com tração 4×4 e reduzida, gerenciada eletrônicamente, e um sistema de roda livre pneumática. Para ligar a tração, basta selecionar no controle do painel.       Opta-se pelos modos 2WD (tração traseira), 4WD (tração nas quatro rodas) e 4WD-L que dobra o torque e garante a saída das encrencas maiores. É possível mudar entre os modos 2WD e 4WD em até 100 km/h. A suspensão é independente Trilink, com eixo rígido e molas helicoidais. O conjunto mecânico do Jimny é resistente, flexível e leve (pesa só 1.060 quilos!). O carro tem barras de proteção laterais, coluna de direção retrátil e encostos de cabeça ajustáveis em todos os bancos. Os freios a disco na frente têm as pinças mais elevadas, o que facilita a passagem em alagados, escoam bem a água e evitam retenção de terra. O freio a tambor traseiro tem válvula sensível a carga (LSVB).     A direção hidráulica progressiva é leve nas manobras e firme à medida que a velocidade aumenta. O raio de giro de apenas 4,9 metros é surpreendente é o melhor no segmento, fácil.         Como a maioria dos jipes, o Jimny em altura livre do solo de 200 mm, tem capacidade de inclinação lateral de 42º e pode (e deve!) ser equipado com pneus MUD (opcionais) e engates traseiro e dianteiro para facilitar a manobra de carretas. As virtudes do pequeno guerreiro são justamente a soma de sua pequena dimensão (entre eixos curto é uma maravilha no off-road), leveza, confiabilidade mecânica e facilidade em aceitar upgrades. Um ótimo jipe, como já disse e, curiosamente, que não tem concorrentes diretos no mercado nacional. Se você pensou no Troller, esqueça, pois o mesmo é bem maior e tem motor diesel, o que muda tudo. Ou seja, no mercado dos jipes, ainda não tem para ninguém.     Se o interessado quer opções na hora de escolher, além de cada versão, são seis cores básicas: prata, preto, branco, vermelho, verde Amazônia e verde tropical e seis especiais: amarelo solar, roxo ipê, laranja fun, rosa croma e azul pacífico. Em maio de 2015, foi lançada a versão Sport, a que mais interessa a quem gosta de off-road.     A versão vem com air bag duplo e ABS, traz novos para-choques dianteiro e traseiro. Formados por peças modulares com fixações externas, o projeto foi desenvolvido para facilitar a manutenção, lembrando que o Jimny é único 4×4 que traz de fábrica o engate dianteiro que, por possibilitar visualização frontal, facilita qualquer manobra de carretas rurais ou de Jet Ski, por exemplo.     Outra novidade é o side step (apoio para o pé) integrado às laterais, à frente das rodas traseiras, que facilita o acesso ao teto para instalação de bagageiros, transportar bikes, pranchas de surf e outros equipamentos. Os frisos laterais, snorkel e flares ganham novo desenho e completam o design do 4×4.   Suzuki Jimny 2013 Customizado Gama 4×4 O Suzuki que ilustra essa matéria pertence a Junior Gama, diretor da Gama 4×4, loja de peças, acessórios e artigos off-road e universo 4×4 em geral. O veículo foi comprado para ser utilizado como modelo de exposição da última Adventure Sports Fair, e junto a um Land Rover Series I 1951 e um Jeep Willys CJ5, fizeram enorme sucesso no evento. Esse Jimny é uma

Festa Off-Road: Troller Brasil Festival reúne 180 carros em Campos do Jordão

Festa Off-Road: Troller Brasil Festival reúne 180 carros em Campos do Jordão Fotos Doni Castilho     A Troller promoveu neste fim de semana o maior e mais animado rali da sua história, reunindo 180 carros na cidade paulista de Campos do Jordão para percorrer belíssimas trilhas nas encostas da Serra da Mantiqueira. Evento final da temporada, o Troller Brasil Festival foi criado para comemorar os 15 anos da competição off-road no País e teve como novidade a participação de veículos 4×4 de outras marcas, terminando com uma grande festa de premiação no Espaço Tarundu.     Além das seis categorias oficiais – Master, Graduados, Turismo, Expedition, Passeio e Amigos 4×4 –, a prova teve uma bateria especial para a Imprensa, com seis carros.     “O Troller Brasil Festival foi uma grande confraternização dos amantes do off-road e surpreendeu pela empolgação dos participantes”, diz Demetrio Fleck, gerente de Marketing, Vendas e Serviços da Troller. “O clima também favoreceu a prova, com vários trechos alagados e lama que garantiram a diversão dos pilotos. Enfim, foi tudo perfeito para marcar os 15 anos da Copa Troller, um evento preparado com muito profissionalismo e dedicação para dar vazão ao espírito de aventura e emoção dos proprietários do Troller T4.”     O executivo também aproveitou o evento para antecipar as novidades da temporada 2018 da Copa Troller, cujo calendário já está sendo programado e será divulgado em breve. “Este ano tivemos disputas de altíssimo nível, levando nossos participantes para conhecer algumas das melhores trilhas brasileiras. Em 2018, vamos criar uma Copa Troller ainda melhor, com muita adrenalina e premiações nunca antes vistas nas provas de rali nacionais”, completa Fleck.     Emoção nas trilhas e no palco Assim como a largada, a premiação do Troller Brasil Festival foi realizada no Espaço Tarundu, famoso centro de eventos de Campos do Jordão, onde a emoção das trilhas continuou na festa. A confraternização foi animada pela banda Viva a Noite e teve também outras atrações para os participantes, amigos e familiares que costumam acompanhar as provas.     Na categoria Master, os vencedores foram Flávio Kath e Rafain Walendowsky, de Blumenau, SC. Na Graduados, outra dupla do Sul chegou em primeiro: Juvenil de Souza e Marcos Evangelista, de Curitiba, PR. Na Turismo, os cariocas Amir Novaes e Marcelo Carestiato, de Volta Redonda, foram os campeões.     Na categoria Expedition, José Humberto Vidotto e Fernando Vidotto, de Cerquilho, SP, ficaram com a taça e na Amigos, Kleber Santana e Fernanda Santana, de Guarulhos, SP, venceram de ponta a ponta. Para conferir todas as fotos do Troller Brasil Festival acesse o site www.troller.com.br.

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